03/10/2015
BENFICA ergue 4ª Supertaça consecutiva
Vitória sobre o Barcelos

O Benfica viajou até Vila Nova de Cerveira para erguer a 4ª Supertaça e o 11º título nacional consecutivo impondo na prática o teórico favoritismo frente ao Barcelos, equipa longe do brilhantismo que chegou a atingir na época passada mas que a espaços demonstrou que, continuando o seu trabalho, poderão crescer ao longo da época.

 

De parabéns vencedores, vencidos e a organização da AB Viana do Castelo e do Município de Vila Nova de Cerveira num evento de casa cheia.

 

 

Se já era esperado algum favoritismo por parte do Benfica, o primeiro período cedo trouxe a confirmação de uma equipa que tem, atualmente, mais argumentos que o Barcelos. Entrada decidida por parte dos encarnados que cedo ganharam vantagem larga no marcador com 15-3 à passagem dos 5 minutos e 30-7 no final do período. Os triplos sucediam-se, e com eficácia (7/10), sendo que no jogo interior, os comandados de Carlos Lisboa conseguiam igualmente vantagem. 

 

Carlos Lisboa procedeu então a uma maior rotação dos seus jogadores dando minutos a todos os seus jogadores. Aproveitaram os barcelenses para fazer um período mais conseguido (15-12) e, embora não conseguindo encurtar distâncias, davam uma melhor imagem do seu basquetebol.  O contra-ataque era a arma mais eficaz dos barcelenses, sendo que no 2º quarto a equipa encarnada não esteve bem a recuperar defensivamente. Ao intervalo, 45-19.

 

O terceiro período trouxe de novo um Benfica agressivo mas o Barcelos, com galhardia, procurava contrariar o poderio adversário e ia lutando pelo melhor resultado possível. Com um parcial de 19-11 o Benfica tinha a taça na mão à entrada do último período (64-30). Os minhotos continuavam a executar relativamente bem no ataque, faltava-lhes apenas conseguir colocar a bola dentro do cesto. O descanso fez bem aos comandados de Carlos Lisboa, já que a transição defensiva foi tratada de forma muito mais cuidada, reduzindo quase a zero as situações de finalização fácil.

 

O começo dos 10 minutos finais foi o melhor período dos nortenhos. Com um 10-0 inicial os pupilos de João Tiago deram um ar da sua graça e o Benfica parecia estar a tirar o pé do acelerador. Com 5 minutos para jogar já poucas ou nenhumas dúvidas havia em relação ao vencedor da Supertaça com os lisboetas a levantarem o 11º titulo nacional consecutivo e 4ª supertaça seguida vencendo o Barcelos por 79-42. 

 

O jogo comprovou que o Benfica formou um grupo com muita qualidade, os jogadores que saíram foram substiutidos por compariotas de elevada qualidade e que demonstram consistência, e rotação da equipa não de forma alguma se coloca como um problema, tendo margem para render bastante mais. Ao Barcelos, falta tempo de trabalho, competição, alguma maturidade, e acima de tudo melhorar a sua eficiência ofensiva no capitulo do lançamento. 

 

Carlos Andrade (14 pontos e 6 ressaltos) foi o melhor marcador do Benfica, e com uma eficácia bastante elevada. Daequan Cook (13 pontos, 4/6 de 3 pts), na altura em que o Benfica disparou no marcador, mostrou que é um temível atirador, e que a equipa pode contar com ele nos momentos de decisão. Fred Gentry (11 pontos e 9 ressaltos) voltou a revelar-se de uma utilidade e eficência extraordinária.

 

O norte-americano Andrew Ferry (17 pontos) foi subindo de rendiemnto com o decorrer do jogo, mas mostrou ao téncico barcelense, João Tiago, que tem inteligência e maturidade suficiente para adaptar o seu jogo, e suas soluções ofensivas, ao que o encontro lhe vai proporcionando. As baixas percenteagens de lançamento coletivas, impediram que mais jogadores do Barcelos tivessem brilhado nesta Supertaça.



Autor: Carlos Miguel
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