«Fez-me crescer como jogador»
O jovem jogador do Ginásio Figueirense foi um dos 40 atletas europeus nascidos em 1997 convidados para integrar o Jordan Brand Camp, que teve lugar em Barcelona, facto que enche de orgulho o nosso basquetebol, até porque foi o único português ali presente.
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5 MAR 2013
Nesta entrevista Diogo conta como correu a experiência, que ilações tirou e o que aprendeu no período em que esteve na Cidade Condal.
Como recebeu a notícia do convite para a participação no Campo de Treino?Num domingo a noite, quando me preparava para a ir apanhar o comboio com um colega para ir para o CAR, o meu pai recebeu um telefonema em que me estavam a convidar para ir passar 3 dias a Barcelona para participar no campo de treino Jordan Brand Classic.O que lhe veio à cabeça no primeiro contacto com o campo?Achei que tinham organizado com bastante profissionalismo. Tanto na chegada ao aeroporto como na chegada ao hotel estava tudo preparado para que não falhasse nada, desde o material desportivo no tamanho certo até ao alojamento. Desportivamente, para além das excelentes instalações e do grande número de treinadores e “olheiros”, senti-me pequeno. Fiquei espantado com tantos atletas tão altos (mais alto com 213 cm).Como era o seu dia-a-dia?O dia começava as 7.30. Depois de tomar o pequeno-almoço tínhamos 3 horas de treino matinal dedicados a técnica individual e defesa. Na parte da tarde tínhamos mais 3 horas de treino dedicadas a competição de lançamento, treino de equipa e mini jogos de 5×5. O apagar das luzes era às 23 horas. No meio de isto tudo ainda conseguimos visitar o estádio do Barcelona e visualizar umas imagens motivacionais do Michael Jordan.Globalmente como avaliaria a sua participação?Mesmo atuando em posições diferentes da que jogo na minha equipa, consegui jogar normalmente, sempre com grande esforço, e atenção aos que os treinadores nos pediam.Que diferenças notou na parte do treino em relação ao seu clube/CAR?A grande participação de treinadores convidados possibilitou uma maior atenção a detalhes e feed backs por partes dos mesmos.O que achou do Campo na globalidade?Pela minha primeira participação num campo destes achei que a competição entre os jogadores é grande, todos estávamos comprometidos para fazer um bom trabalho e com uma organização exemplar.Fez alguns amigos ou nem por isso?Tive um bom relacionamento com todos os meus colegas, tendo ficado mais próximo de um polaco.O que achou da experiência?Muito boa, inesquecível e que me fez ver o basket de outra maneira. Fez-me crescer como jogador.


