Artigos da Federaçãooo
Ponte de Lima inaugura campo 3×3 BasketArt na Feitosa com obra de Mak & Bruna G
Ponte de Lima passa a integrar o mapa nacional da iniciativa 3×3 BasketArt, promovida pela Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), com a criação de uma intervenção artística no Campo de Basquetebol da Feitosa. A obra foi assinada pela dupla Mak & Bruna G, que aceitou o desafio lançado pelo Município para transformar o recinto num espaço desportivo e cultural de referência.
Inspirada nas cores da bandeira de Ponte de Lima, a intervenção destaca-se pela intensidade cromática e pelo impacto visual. O amarelo surge como símbolo de riqueza, brilho, generosidade e esplendor, evocando a relevância histórica e a prosperidade da vila. O púrpura remete para a realeza, a lealdade e o valor atribuído a Ponte de Lima, numa ligação direta ao seu foral de 1125. Já o azul homenageia o rio Lima, elemento emblemático do território limiano e marca identitária do concelho.

Com um estilo reconhecido pelo seu efeito tridimensional, Mak & Bruna G aplicaram uma linguagem visual dinâmica e contemporânea, reforçando o impacto da obra através de um desenho com efeito 3D, característica central da dupla. O mural integra elementos associados ao basquetebol, como o cesto e a bola na mão de um jogador, trabalhados de forma criativa e com volumetria artística, conferindo movimento e profundidade ao espaço. Pequenos detalhes alusivos ao tag dos artistas completam a composição, reforçando a assinatura e a identidade do projeto.

A instalação deste novo campo representa também um marco para o basquetebol distrital e nacional: trata-se do 1.º campo 3×3 BasketArt na área de jurisdição da Associação de Basquetebol de Viana do Castelo, fazendo com que passem a ser 17 (de 21) as associações com campos integrados nesta iniciativa. O projeto em Ponte de Lima corresponde ainda à 66.ª tabela oferecida pela FPB aos municípios ao abrigo do 3×3 BasketArt.
A dupla artística Mak & Bruna G é composta por Ricardo Sousa (Mak) e Bruna Gonçalves, ambos naturais do concelho de Arcos de Valdevez, no Alto Minho. Mak, artista autodidata, desenvolveu desde jovem uma forte ligação às artes e ao graffiti, percurso que se consolidou durante a sua estadia em Almada. No regresso ao Minho, envolveu-se ativamente na dinamização cultural, colaborando e fundando associações artísticas, organizando eventos e realizando obras individuais e colaborativas.
Em 2019, Bruna Gonçalves, doutorada em Engenharia Química e Biológica, investigadora e docente na área Biomédica na Universidade do Minho juntou-se ao projeto, cruzando ciência e arte. O início da dupla acontece com o projeto “Graffiti Rasca by Mak & Bruna G”, homenagem à cadela Rasca, falecida precocemente. Desde então, a dupla soma mais de 80 obras em todo o país, contribuindo para a reabilitação artística de espaços públicos, promoção turística e valorização cultural local.
Além do trabalho muralista, os artistas desenvolvem também uma vertente social através de workshops de graffiti dirigidos a jovens em situação de risco, promovendo a inclusão social pela arte. A sua atividade inclui ainda curadoria de exposições, organização de festivais de graffiti e colaboração com associações culturais, com forte ligação ao concelho.

A nível nacional, Ponte de Lima torna-se o 39.º município português a acolher um campo 3×3 BasketArt, passando a ser esta a 50.ª localização em Portugal com um recinto integrado no programa, reforçando a expansão da rede que cruza desporto, espaço público e arte urbana.
Localização do campo: Loteamento Quinta do Abade, Feitosa
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Aberto mais um campo de 3×3 BasketArt em Benavente
A cidade de Samora Correia concluiu a reabilitação de mais um campo 3×3 BasketArt.
A intervenção, assinada pelo artista João Domingos, também conhecido por Bigod, transformou este espaço público num verdadeiro ponto de encontro entre desporto, cultura e inclusão, com o principal objetivo de contribuir para a criação de hábitos de vida ativa e saudável.
Este é o terceiro trabalho desenvolvido pelo artista, depois dos campos de Benavente e de Almeirim, este último em parceria com o artista Fedor. O projeto pretende transmitir a mensagem de que todos os sonhos são possíveis de alcançar através do esforço, do trabalho e da dedicação. No campo anteriormente realizado em Benavente, foi prestada homenagem a um trio lendário da NBA: Michael Jordan, Scottie Pippen e Dennis Rodman.
Em Samora Correia, surgiu agora a oportunidade de homenagear figuras históricas do basquetebol português que chegaram à NBA: Mery Andrade, Neemias Queta e Ticha Penicheiro.
Localização do campo: R. do Breijinho 67, Samora Correia
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2025: um ano de ouro para o Basquetebol nacional
Véspera de ano novo. O culminar de uma semana recheada de retrospetivas. No Reino Unido canta-se “Auld Lang Syne”; aqui, começam em breve as gentes a cantar “As Janeiras”. Pelo meio, entre os dias que nos restam e os dias que estão por vir, a reflexão. Há um conceito japonês que trazemos à conversa para explicar o porquê de não termos pressa alguma em fazê-la neste ano excepcional, que não quer ser exceção: 自分史 (jibunshi).
A ideia é simples e concreta: que cada ano seja memorável, por uma ou por outra razão. Que quando pensar em 2007, me recorde automaticamente de um acontecimento, de uma meta, de uma concretização: “2007 – o ano em que fomos a Sevilha”. “2012? Claro, foi quando recebemos um Europeu em Matosinhos pela primeira vez”. Que cada ano seja memorável, construindo, peça a peça, um mapa maior de quem somos, do que fizemos e do queremos ser.
Noutra dimensão, aplicada aos meses de cada ano e não ao ano civil em si, torna-se um conceito muito semelhante às listagens cronológicas que entre-festividades invadem periodicamente o espaço digital. Entre rankings, tops e “throwbacks”, é nas vésperas do novo ano que surgem as planilhas: “Em janeiro isto, em fevereiro aquilo”, num mapa ainda maior de quem somos, do que fizemos e do que queremos ser.
E em 2025 está a ser muito difícil – quiçá impossível – escolher qual a peça que melhor se encaixa em cada um destes singulares meses.
Afinal, estes 365 dias que amanhã findam perdurarão na memória de todos os intervenientes do Basquetebol português. Daqui a 25 anos, em 2050, ninguém ficará indiferente às conquistas de 2025, que são conquistas de décadas de trabalho, acima de tudo, e que, nesses 25 anos que se seguirão já a partir desta quinta-feira, deixarão uma indelével marca nos futuros protagonistas do jogo, na massa humana que se move e se comove por esta modalidade.
Todas as listas do género primam pela inflexibilidade estética. Para quê?
VERÃO DOURADO
Foi o Women’s EuroBasket, o primeiro de sempre, em Junho. Em Brno, o coletivo liderado por Ricardo Vasconcelos estreou-se entre as melhores da Europa, depois da qualificação épica em Coimbra (já lá iremos). Face às atuais bicampeãs europeias da Bélgica, as anfitriãs checas e a seleção de Montenegro, histórico da modalidade, As Linces bateram-se de igual para igual e terminaram a fase de grupos com a primeira vitória de sempre num Europeu, frente às montenegrinas, com pompa, circunstância e um grande apoio luso nas bancadas. Fizeram história Carolina Cruz, Carolina Rodrigues, Inês Viana, Joana Soeiro, Josephine Filipe, Laura Ferreira, Lavínia da Silva, Maianca Umabano, Márcia Costa, Maria João Bettencourt, Mariana Silva e a capitã Sofia da Silva.
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Foi o Mundial Sub19 Feminino, em Julho, uma participação inédita e logo com um magistral 7.º lugar entre as gigantes do globo. Agostinho Pinto, em agosto de 2024, tinha carimbado a qualificação com a melhor posição de sempre num Europeu de Sub18, no 5.º posto, e tornava-se assim o primeiro treinador a levar duas seleções a um Campeonato do Mundo de formação. O único. As Gigantes de Portugal foram Ana Pedro Marques, Clara Silva, Ema Karim, Gabriela Fernandes, Leonor Peixinho, Maria Andorinho, Magda Freira, Marta Vieira, Marta Rodrigues, Sara Rodrigues, Sofia Sousa e Rita Nazário, tendo vencido China e Nigéria na fase de grupos, Israel nos oitavos e Hungria no derradeiro jogo de qualificação.
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Foi, ainda nesse mês, a conquista histórica da Seleção Nacional Sub23 de BCR, medalha de prata nos Jogos Paralímpicos da Juventude, em Istambul, na Turquia, depois do bronze de há três anos. Num dos palcos mais ilustres do BCR europeu jovem, Afonso Tavares, Diogo Ferrás, João Castro, João Trigueiros, Pedro André Gomes, Nuno Nogueira, Simão Pimenta e Tomás Amaral foram os escolhidos de Ricardo Vieira para deixar o seu nome nos livros, e o jovem Afonso Tavares saiu como MVP de todo o torneio. Ainda no BCR, no início de Agosto, a Seleção 3×3 sagrou-se 6.ª classificada no Campeonato do Mundo da categoria, a melhor classificação de sempre na prova.
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E foi o EuroBasket 2025, o primeiro em 14 anos, no final de Agosto e início de Setembro. O objetivo estava traçado desde o início – chegar aos oitavos. E os Linces de Mário Gomes cumpriram com excelência. Contra a Chéquia, que era 19,ª no ranking FIBA, Portugal contrariou as expetativas e venceu, abrindo caminho para, depois de enfrentar as superpotências Sérvia (2.ª), Alemanha (3.ª) e Turquia, atual 12.ª, se bater frente a uma Estónia com 5000 adeptos – e vencer, de forma épica, sem Neemias a partir de meados do 3.º quarto, com toda a equipa unida, qual epopeia em Riga. Nos oitavos, Portugal equilibrou todo o encontro frente à atual campeã, a Alemanha, tendo mesmo sido a equipa que menos pontos sofreu dos alemães neste EuroBasket, num ansiado regresso ao principal palco europeu. Os “heróis” de 2025: Cândido Sá, Diogo Brito, Diogo Gameiro, Diogo Ventura, Francisco Amarante, Miguel Queiroz, Neemias Queta, Nuno Sá, Rafael Lisboa, Travante Williams e Vlad Voytso.
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E porque em Setembro ainda é verão, foi precisamente o culminar deste ano brilhante, com o último dos rankings da FIBA a sair para o público, e a comprovar o esforço hercúleo destas equipas. O coletivo feminino era 21.º na Europa e 40.º no mundo, e é agora 19.º e 38.º, respetivamente, o masculino era 27.º europeu e 56.º mundial e está agora no 25.º posto na Europa e em 47.º no Mundo. Um grande salto para ambas as Seleções, que coloca Portugal num patamar de onde não quer sair.
Acima de tudo, quatro conquistas que em muito se deveram ao trabalho desenvolvido ao longo de todo o ano. Porque, antes do verão de ouro, há duas estações. A começar pela:
PRIMAVERA DE PRATA
Abril floresceu com a Festa do Basquetebol Juvenil em Albufeira (que vai colher frutos à festa que, no início de Julho, levou quase 500 atletas de Minibasquete a Paços de Ferreira, ou ao torneio Interseleções 3×3 Sub17, em Tomar), desta vez com mais de 800 jovens atletas, à 17.ª edição de sucesso deste ex-libris da nossa formação. 3188 euros foram angariados no Basquetebol Solidário e AB Aveiro, AB Lisboa e AB Porto dividiram os títulos das divisões principais deste evento de formação. Formação essa que celebrou em Maio e Junho as suas fases finais nacionais, no culminar de 12 competições com mais de 300 equipas.
Juntado dois e dois: da formação floresce a competição sénior, e também em Maio e Junho chegaram ao fim as principais competições do Basquetebol nacional. A começar pelas Ligas Betclic Masculina e Feminina, onde o SL Benfica levou a melhor nos dois géneros. As águias venceram o Esgueira Aveiro em dois jogos a valer um bicampeonato e os rapazes precisaram de Jogo 4 no Dragão Arena para erguer o seu quarto troféu de campeão em quatro anos. Voltando rapidamente a Abril, de destacar os Liga Betclic Awards, que elegeram Javian Davis (ex-Imortal LUZiGÁS, atual FC Porto) e Rebecca Taylor (Basquete Barcelos HMMOTOR) como MVPs das Fases Regulares das Ligas Betclic.
Chegam também ao fim os campeonatos FPB, com subidas e descidas de parte a parte. Na Proliga, o SC Vasco da Gama é o grande vencedor e o SC Braga, líder da fase regular, acompanha-o para a Liga Betclic Masculina. No feminino, Sporting CP volta a subir de divisão e chega à Liga Betclic Feminina como campeão do CN 1.ª Divisão – o vice SC Coimbrões Sancho Panza acompanha-o.
Pelo meio, a primavera viu passar a Fase Final da Taça Hugo dos Santos, levantada pela UD Oliveirense, o primeiro troféu do clube desde 2020 – quando tinham vencido precisamente a Taça Hugo dos Santos. Em Gondomar, no início de Maio, a equipa de Oliveira de Azeméis venceu o Sporting CP na 1.ª eliminatória, a Ovarense Gavex nas meias-finais e o FC Porto na finalíssima, perante a grande festa dos seus adeptos.
Dois meses antes, em Março, foi em Matosinhos que se fez “a festa das Taças”. FC Porto e CRC Quinta dos Lombos foram os respetivos vencedores no masculino e feminino, com Miguel Queiroz e Maddi Utti a saírem como MVPs das finais, jogadas frente ao Sporting CP e ao SL Benfica.
Antes disso, no início de Janeiro, o Esgueira Aveiro saiu como grande vencedor da Taça Federação. As “Bikudas” foram a Queluz vencer o SL Benfica na final da prova, abrindo o ano em grande e com bons prenúncios para a caminhada que já estavam a fazer na Liga – e que viriam a completar com a sua primeira presença de sempre na final. E em Dezembro deste ano foi o SL Benfica a vencer a Supertaça Mário Saldanha, na sua 40.ª edição, frente ao eterno rival do FC Porto. Mas aqui já entramos no âmbito do:
INVERNO DE PLATINA
“Platina (Pt) é um metal nobre, extremamente resistente à corrosão e ao calor, valorizado em joalharia pela sua durabilidade e brilho”. A descrição era condizente e não fugia à lógica dos seus antecessores no que toca a nomear estas novas estações que aqui criamos. “Nobre” povo, como escreveu Henrique Lopes de Mendonça, por certo. “Extremamente resistente à corrosão e ao calor”, sem dúvida. “Valorizado pela sua durabilidade e brilho” – e a história perdura, de facto, e, de facto, reluz. E a cereja no topo do bolo: a coincidência da química. (Pt).
Tinha de ser num inverno de platina.
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Em Coimbra, no início de Fevereiro, ainda com chuva e nuvens cinzentas, o sol brilhou, com reflexos dourados de verão.
A Seleção Nacional Feminina precisava de vencer os dois jogos. Ucrânia e Sérvia. Duas “powerhouses” da modalidade. Primeiro, caiu a Ucrânia. Depois, num Mário Mexia lotado, As Linces venceram e convenceram frente à seleção que terminou no 1.º lugar do grupo, depois de 40 minutos de superação e excelência. Ricardo Vasconcelos, à data, declarou: “Não temos uma estrela, somos realmente um coletivo, e acabamos por chegar a este momento bonito e histórico”.
Duas semanas depois, numa noite fria em Riga, na Letónia, a Seleção Masculina carimbou o seu apuramento, mesmo não tendo conseguido ultrapassar Israel. Na mesma Riga onde, meses mais tarde, nesse verão de ouro, se agigantou entre os gigantes.
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OUTONO DE AMETISTA
A pedra da paz e da serenidade, o “silêncio depois da tempestade”, a recolha dos frutos destes últimos 365 dias de conquistas. E que ano memorável foi este…
A poucos dias de se iniciar Outubro o projeto 3×3 BasketArt chegou aos 40 municípios albergados pelo projeto, num total de 67 campos. Número redondo para o projeto, em mais um ano de sucesso, com sete municípios alcançados.
Estreou também nesse mês o documentário “Feel the Magic: Ticha Penicheiro Against All Odds”, que enaltece uma das grandes conquistas de 2025: foi no final de Maio que Ticha Penicheiro foi consagrada como uma das melhores basquetebolistas de sempre, ao entrar no Hall of Fame da FIBA.
Os números não mentem: 0,000022%. As chances de uma rapariga nascida e criada na Figueira da Foz se tornar uma das melhores 25 jogadoras de Basquete – do mundo.
Podia haver melhor manchete para encerrar um ano de ouro?
Ticha Penicheiro entra no Hall of Fame da FIBA e faz história no basquetebol português
Que 2026 seja tão ou mais frutuoso para o Basquetebol nacional como foi 2025, são os votos da Federação Portuguesa de Basquetebol para esta reentré. A nossa modalidade está “na estrada” – e não vai parar.
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Oliveira de Azeméis apresentou novo campo 3×3 BasketArt
A cidade de Oliveira de Azeméis apresentou este sábado, 27 de Setembro, um novo campo de basquetebol 3×3 urbano e artístico, numa manhã marcada por muito jogo, juventude, cor e comunidade.
A intervenção, assinada pela artista Salomé Freitas Pinho, transformou um espaço público num verdadeiro ponto de encontro entre desporto, cultura e inclusão. O novo campo 3×3 de Oliveira de Azeméis já é mais do que um simples equipamento desportivo — é um símbolo de identidade urbana, energia criativa e ligação intergeracional. A presença do Basket Art em Oliveira de Azeméis encheu a zona de movimento, com jovens atletas em campo e curiosos a visitar a obra que agora dá nova vida à cidade.
A iniciativa contou com a presença de representantes da Federação Portuguesa de Basquetebol, da Câmara Municipal, da Associação de Basquetebol local e com o destaque artístico de Salomé, autora da pintura que cobre o piso do campo, numa homenagem visual à modalidade e a todos os seus apaixonados. A autora inspirou-se na essência da modalidade e em todos aqueles que, ao pisarem o campo, dariam vida ao jogo e à obra.

A fusão entre arte urbana e basquetebol de rua foi celebrada por todos os presentes, com a certeza de que o campo vai ser um espaço vivo, participativo e com impacto real na prática desportiva e na ocupação saudável do espaço público.
Localização do campo: Rua de Sourzac, São Roque
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Esposende recebeu o primeiro campo de 3×3 BasketArt
Este sábado, 9 de agosto, Apúlia deu um passo firme para transformar um espaço desportivo em algo muito maior: um ponto de encontro artístico, comunitário e identitário. O campo de jogo da Praça Adelino Almeida Eiras foi reabilitado e ganhou, no seu pavimento, uma ilustração coletiva alusiva à terra, com a ilustração dos sargaceiros, criada e executada por quem nela vive sob a orientação da artista Joana De Rosa
Foram 42 desenhos, 17 sessões, 67 horas de trabalho e 92 participantes que, pincel a pincel, deram cor a um projeto que uniu gerações. O desafio foi: ampliar um desenho digital de 0,40 metros para 40 metros de largura, mantendo a fidelidade da imagem original. Mas, segundo os organizadores, o resultado final é prova de que, quando a comunidade se envolve, até a escala deixa de ser um obstáculo.
Os testemunhos não deixam dúvidas, Anita Lourenço, uma das intervenientes neste projeto afirma que “uma das melhores memórias que levo são os bons momentos que passámos aqui”, o projeto fortaleceu laços e criou memórias partilhadas. Na avaliação final, recolhida de forma anónima junto dos 23 presentes na última sessão, o domínio das Atitudes e Valores destacou-se com 29 referências diretas ao convívio, à cooperação e ao trabalho em equipa.

Créditos: Diogo Patrão
O impacto está agora gravado no chão do campo, mas também no espírito de quem participou. O novo espaço não é apenas um local para jogar, é um retrato vivo de Apúlia, feito por mãos que conhecem cada rua e cada história.
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LOCALIZAÇÃO: Praça Adelino Almeida Eiras
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Campo do 3×3 BasketArt em Esposende terá homenagem aos Sargaceiros
A apresentação dos novos campos do 3×3 BasketArt continua e Esposende será a próxima paragem do projeto, com a assinatura da artista Joana de Rosa, que é atualmente formadora na Oficina de Ilustração do projeto AMAReMAR, onde orientou a criação de dois murais coletivos na cidade.
O campo será dado a conhecer ao público no dia 9 de agosto, às 10h30, localizado na Praça Adelino Almeida Eiras, resulta de uma parceria com a Câmara Municipal de Esposende.

Créditos: CM Esposende
A iniciativa envolveu a comunidade local em todas as fases da criação artística de um campo de basquetebol, desde a pesquisa histórica até à pintura final, com foco na valorização da cultura local. O tema central escolhido foi o sargaceiro, figura tradicional ligada à apanha do sargaço, como símbolo da região. A ilustração presta homenagem a estes trabalhadores, com a participação ativa de pessoas de todas as idades.

Créditos: Diogo Patrão
Com esta intervenção, Esposende passa a integrar o circuito nacional do projeto 3×3 BasketArt, uma iniciativa da Federação Portuguesa de Basquetebol que apoia municípios na criação ou requalificação de espaços dedicados ao basquetebol, aliando a prática desportiva à expressão da arte urbana. Esta rota artística pode ser explorada por todo o país.
Localização: Praça Adelino Almeida Eiras, Esposende
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3×3 BasketArt Guarda: Vozes de um campo que é muito mais do que Basquetebol
Na passada sexta-feira, 13 de junho, a Guarda deu um passo firme na direção de um espaço público mais inclusivo, artístico e desportivo com a inauguração do seu primeiro campo de basquetebol 3×3 urbano e artístico. Mas mais do que a pintura vibrante de Desy CXXIII ou os cestos disputados entre jovens atletas, o que marcou a tarde foram as palavras — de quem idealizou, construiu, pintou e agora vive este espaço.
Desy CXXIII, o artista responsável pela intervenção visual no campo, descreve o processo criativo como um desafio gratificante. “A conceção da imagem em si foi fácil, porque eu gosto muito de basket e escolhi os jogadores com que me identificava, mas a execução foi um desafio. É sempre bom sair da zona de conforto.” A ligação natural entre o basquetebol de rua e a arte urbana esteve no centro do seu trabalho: “O street basket é, no fundo, uma expressão artística, uma identidade de um tipo de jogo. Acho que todas [as expressões] encaixam umas com as outras.”
Para Laura, jovem atleta da cidade, o novo campo representa muito mais do que uma estrutura nova. “Para nós, como atletas da cidade, é um motivo de orgulho, porque não há nada do género na zona e é mais um sítio para podermos treinar o que aprendemos nos clubes.”
Fernando Madeira, presidente da Associação de Basquetebol da Guarda, acredita no impacto imediato e a longo prazo do projeto: “Estamos numa altura em que os atletas estão de férias. Temos um espaço bonito para eles poderem praticar e acho que, quando chegarmos a setembro, seguramente teremos mais jogadores inscritos nos nossos clubes.” E deixa um apelo claro: “O campo foi feito para todos. Era muito importante que isso fosse entendido, para não morrer o basket.”
Para o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, o novo campo está alinhado com a estratégia de promoção do desporto e da qualidade de vida urbana: “Espaços como estes encaixam perfeitamente na nossa estratégia de aumentar os espaços desportivos, aumentando assim a qualidade da oferta, para que os nossos jovens saiam de casa e venham praticar desporto.” Destacando a importância do apoio institucional, acrescentou: “Se nós passarmos a ter a nossa juventude, ou parte dela, aqui a praticar desporto diariamente, o impacto social é muito positivo.”
Do lado da Federação Portuguesa de Basquetebol, o Vice-Presidente Rui Dias reforçou o propósito do BasketArt: “É exatamente essa fusão entre a arte urbana e o basket de rua, que permite que novos talentos emerjam.” Sublinhou ainda o papel da arte como elemento mobilizador: “A arte urbana é uma ferramenta para criar um destino, para trazermos um adicional de apetite, para que, sobretudo, os mais jovens frequentem estes lugares.”
Com a sua pintura inspirada por lendas como LeBron James e Michael Jordan, o campo 3×3 da Guarda é agora um convite diário à criatividade, ao jogo e ao encontro. Um ponto de fusão entre expressões, idades e energias, onde o desporto e a cultura urbana dão as mãos — e onde, como dizem os próprios protagonistas, tudo está preparado para que o basket nunca pare.
Localização: Rua Castelos Velhos, Guarda
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A Guarda ganha cor e ritmo com o novo campo 3×3 Basket Art
A cidade da Guarda inaugurou esta sexta-feira, 13 de junho, o seu primeiro campo de basquetebol 3×3 urbano e artístico, numa tarde marcada por muito jogo, juventude, cor e comunidade. A intervenção, assinada pelo artista Desy CXXIII, transformou um espaço público num verdadeiro ponto de encontro entre desporto, cultura e inclusão.

O novo campo 3×3 da Guarda já é mais do que um simples equipamento desportivo — é um símbolo de identidade urbana, energia criativa e ligação intergeracional. A inauguração do Basket Art Guarda encheu a zona de movimento, com jovens atletas em campo, pais na bancada e curiosos a visitar a obra que agora dá nova vida à cidade.
A iniciativa contou com a presença de representantes da Federação Portuguesa de Basquetebol, da Câmara Municipal, da Associação de Basquetebol da Guarda e com o destaque artístico de Desy CXXIII, autor da pintura que cobre o piso do campo, numa homenagem visual a LeBron James e Michael Jordan.
Para os jovens atletas locais, o novo espaço é mais do que um campo: “Vai ser um sítio onde vamos passar muito tempo este verão”, diziam entre jogos e sorrisos. A facilidade de acesso, o ambiente criado pela arte e a possibilidade de jogar livremente, tornam o campo de 3×3 BasketArt da Guarda uma aposta clara na valorização do desporto informal e na inclusão através da cultura urbana.
A fusão entre arte urbana e basquetebol de rua foi celebrada por todos os presentes, com a certeza de que o campo vai ser um espaço vivo, participativo e com impacto real na prática desportiva e na ocupação saudável do espaço público.
Localização: Rua Castelos Velhos, Guarda

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LeBron e Jordan nas ruas da Guarda: a visão de Desy CXXIII no 3×3 BasketArt
A cidade da Guarda prepara-se para receber, esta sexta-feira, 13 de junho, às 18h, a inauguração de um projeto singular que une desporto, arte urbana e identidade comunitária. O 3×3 BasketArt traz à cidade um campo de basquetebol 3×3 artisticamente pintado pelo artista urbano Desy CXXIII, num gesto que transcende o simples ato de decorar — é uma afirmação cultural, social e desportiva.
O artista reconhecido pelo seu trabalho no panorama da arte urbana nacional aventura-se num novo território criativo: a pintura de um campo de basquetebol. “Foi muito desafiante pois foi o primeiro trabalho que realizei no chão e não dominando a técnica foi bastante desafiante”, explica o artista. Ainda assim, o resultado é uma fusão poderosa entre estética e funcionalidade, onde cada linha, cor e forma contribui para uma nova narrativa do espaço público.
A obra representa dois ícones do basquetebol mundial: LeBron James e Michael Jordan. “Decidi representar o LeBron pela sua longevidade e contribuição para a evolução do jogo e do jogador em si. O Jordan não é preciso dizer muito — Jordan é sinónimo de basket. É o melhor de todos os tempos e um ídolo desde a minha juventude”, afirma Desy. Esta escolha simboliza também a ligação entre gerações, entre o passado e o presente do desporto.
Para Desy, a intervenção vai além da arte visual: “É sempre importante contribuir para a prática desportiva feita nas ruas. O desporto na rua tem outra magia. A arte urbana contribui para a identidade do basquetebol 3×3 — faz parte do estilo de jogo, da destreza e da habilidade do jogador de rua.”
Esta ligação entre o espaço urbano e o desporto informal é especialmente relevante num contexto social em que o acesso gratuito a atividades físicas e culturais é uma forma concreta de democratização e envolvimento da comunidade. “A parte social é sempre importante porque praticar desporto na rua é gratuito”, acrescenta o artista.
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Nova vida para o Campo de Santa Luzia: projeto BasketArt elogiado por artista, autarquia e associação de basquetebol
No passado sábado, 31 de maio de 2025, o Campo de Santa Luzia, em Angra do Heroísmo, foi reinaugurado com uma nova identidade artística, integrando o projeto nacional 3×3 BasketArt. A cerimónia contou com a presença de diversas personalidades locais, que destacaram a importância da iniciativa para a comunidade.
O artista local César Martiniano foi o responsável pela requalificação artística do campo. A sua intervenção trouxe cor, forma e identidade ao espaço, integrando elementos visuais associados à cultura açoriana, às dinâmicas do jogo e à envolvência atlântica da ilha. Martiniano expressou o desejo de que esta obra inspire as novas gerações a aproximarem-se do basquetebol.
Rui Valadão, presidente da Associação de Basquetebol da Ilha Terceira, destacou a importância do novo campo para a promoção do basquetebol na região. Segundo Valadão, a iniciativa reforça a ligação entre o desporto, o espaço público e a identidade local, proporcionando um espaço de prática informal do basquetebol 3×3, uma vertente jovem, acessível e em pleno crescimento.
Guido Teles, vice-presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, salientou o papel do projeto na valorização dos espaços urbanos. Teles afirmou que a requalificação do Campo de Santa Luzia não só embeleza a cidade, mas também promove a prática desportiva e o envolvimento comunitário, contribuindo para uma cidade mais viva e participativa.
Com esta inauguração, Angra do Heroísmo torna-se o 36.º município do país a integrar a rede nacional de espaços 3×3 BasketArt, que já conta com 62 campos requalificados de norte a sul, incluindo as ilhas. O projeto continua a crescer, reforçando a ideia de que o desporto é também uma forma de viver a cidade.
Localização: Campo de Basquetebol de Santa Luzia, Canada Nova
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Angra do Heroísmo recebe novo campo 3×3 BasketArt com arte local e espírito insular
O Campo de Santa Luzia, em Angra do Heroísmo, foi reinaugurado este sábado, 31 de maio, com uma nova cara e um novo propósito. Uma manhã dedicada ao basquetebol, à arte urbana e ao envolvimento comunitário, no regresso do projeto 3×3 BasketArt à ilha Terceira.
Angra do Heroísmo volta a fazer história no percurso do projeto 3×3 BasketArt. Quatro anos depois da estreia açoriana na Praia da Vitória, o município vizinho recebe agora o seu segundo campo requalificado, reforçando a ligação entre o desporto, o espaço público e a identidade local. A cerimónia de inauguração decorreu na manhã de sábado no Campo de Basquetebol de Santa Luzia, num ambiente de celebração e de forte participação da comunidade.
Promovida pela Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), em parceria com a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e a Associação de Basquetebol da Ilha Terceira, esta iniciativa visa valorizar os espaços urbanos através da prática informal do basquetebol 3×3, uma vertente jovem, acessível e em pleno crescimento.
A requalificação artística do campo esteve a cargo do artista local César Martiniano, cuja intervenção trouxe cor, forma e identidade ao espaço:
“Espero que esta intervenção inspire as novas gerações a aproximarem-se do basquetebol – uma modalidade com história em Angra, onde os nossos clubes faziam frente aos grandes clubes nacionais”, partilhou o autor da obra, que integrou elementos visuais associados à cultura açoriana, às dinâmicas do jogo e à envolvência atlântica da ilha.
A manhã de inauguração ficou marcada por momentos de interação com atletas locais, demonstrações de 3×3 e atividades abertas à comunidade, com música e boa disposição a acompanhar os lances dentro e fora de campo. Para muitos, foi também um reencontro com a história do basquetebol na região, que volta a ganhar espaço e expressão junto dos mais jovens.
Com este campo, Angra do Heroísmo torna-se o 36.º município do país a integrar a rede nacional de espaços 3×3 BasketArt, que soma já 62 campos requalificados de norte a sul, incluindo ilhas.
O projeto continua a crescer, reforçando uma ideia simples e poderosa: o desporto é também uma forma de viver a cidade.
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Évora celebrou o basquetebol e a arte urbana com a inauguração do 61.º campo 3×3 BasketArt
Évora entrou oficialmente para o mapa do projeto 3×3 BasketArt com a inauguração do seu novo campo ao ar livre, situado junto às Piscinas Municipais, no Parque da Malagueira. O evento, que decorreu na manhã de 30 de maio, marcou a inauguração do 61.º campo do projeto e assinalou a entrada do 35.º município nesta iniciativa da Federação Portuguesa de Basquetebol, em parceria com as autarquias locais e as associações regionais.
Com uma forte componente comunitária e simbólica, o dia começou cedo, com a dinâmica do Dia da Criança promovida pela Associação de Basquetebol do Alentejo (ABA). Seguiram-se demonstrações de habilidades por jovens atletas da região, num ambiente descontraído e participativo.
Às 10h30, teve início a sessão solene de inauguração, com intervenções institucionais de José Sargaço, Presidente da ABA, Luís Veiga, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, e de Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora. O momento alto deu-se com o destapar da placa inaugural.
Carlos Pinto de Sá salientou a relevância do projeto para a cidade e para os seus cidadãos:
“A criação deste campo reflete o compromisso do município em promover estilos de vida saudáveis, valorizando simultaneamente o espaço público e o envolvimento da comunidade.”
Também José Sargaço, reforçou o papel do campo na dinamização regional da modalidade:
“Este tipo de infraestrutura tem um impacto real na promoção do basquetebol, especialmente junto dos mais jovens, criando oportunidades para crescer dentro e fora de campo.”

O novo campo destaca-se não apenas pela sua funcionalidade, mas também pelo impacto visual. O design é da autoria de Ana Almeida, designer e funcionária da autarquia. Com uma ligação de longa data ao Grupo Desportivo e Recreativo André Resende, destacou ainda o valor simbólico de integrar a arte urbana na prática desportiva:
“Este campo é uma forma de aproximar os jovens do desporto e da cultura, reforçando Évora como cidade ativa e criativa.”
O evento seguiu com um jogo de demonstração 3×3 entre as equipas convidadas, Grupo Desportivo e Recreativo André Resende e Salesianos de Évora. Depois, a manhã prolongou-se com atividades abertas à comunidade, concursos de lances livres, desafios de 3 pontos, muita música e momentos de interação entre atletas, entidades e a população local.
No encerramento, pelas 13h00, houve tempo para o convívio, num lanche partilhado que reforçou o caráter comunitário da iniciativa.
Para Teresa Engana, chefe da Divisão de Juventude e Desporto da Câmara Municipal, este projeto representa a importância de continuar a criar infraestruturas acessíveis e atrativas, que estimulem hábitos saudáveis e o uso criativo dos espaços urbanos.
Com os olhos postos em Évora 2027 – Capital Europeia da Cultura, o novo campo 3×3 BasketArt surge como um símbolo do cruzamento entre cultura, juventude e desporto, e reforça o compromisso do município com uma cidade mais vibrante, participativa e aberta.
Localização: Parque da Malagueira, junto às Piscinas Municipais, Av. Eng. Arantes e Oliveira, 7000-758 Évora
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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