Artigos da Federaçãooo

Diogo Brito é campeão da Primeira FEB

Mais uma subida à ACB no currículo do internacional português Diogo Brito. O extremo da Seleção Nacional foi uma peça fulcral na ascensão do Obradoiro CAB à principal liga espanhola, jornada que culminou este sábado com o título de campeões da Primeira FEB, depois da vitória frente ao Gipuzkoa Basket (em que Brito apontou 14 pontos).

Com médias de 8.5 pontos, 3.1 ressaltos e 1.8 assistências, em 19 minutos por encontro (32) na temporada, o poveiro, de 28 anos, ajudou o coletivo de Santiago de Compostela a terminar a Fase Regular com um saldo de 28-4, depois de, em 2023/24, ter sido também uma peça importante no coletivo do Lleida Basket que subiu à Liga.

 

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Por outro lado, o também internacional Nuno Sá, a jogar no Palmer Basket (Maiorca), viu a sua equipa garantir o objetivo da manutenção na Primeira FEB, vencendo o último encontro e terminando com os mesmos 40 pontos que o Cartagena.

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Pedro Santos: “Percebi o quão difícil é jogar aqui”

Pedro Santos é um de apenas três portugueses a jogar na Division I da NCAA masculina. Em entrevista exclusiva à FPB, o base/extremo conta o que foram as duas primeiras épocas na Universidade do Tennessee em Martin: um ano inteiro de redshirt sem pisar o campo, um choque com o treinador sobre o tipo de jogador que devia ser, e uma época a descobrir onde cabia num sistema que não era o seu.

Acabou no top-10 da conferência Ohio Valley em roubos de bola, viu a sua equipa igualar o recorde histórico do programa com 22 vitórias e já anunciou que entra no transfer portal. A passagem de Pedro Santos na UT Martin é uma história de adaptação forçada, de crescimento físico e técnico, e de um jogador que percebeu o que é bom a fazer, mas que quer provar que consegue fazer mais do que isso.

 

O que fica desta primeira época a jogar verdadeiramente, agora que terminou e tiveste uns dias para reflectir?

Foi uma época que correu bem. Ganhámos muitos jogos, e para uma primeira época acho que foi positiva. Passei por tudo — houve momentos em que joguei menos, momentos em que joguei mais. No coletivo foi uma boa época. Desenvolvi o que tinha a desenvolver. Se calhar não fiz os números que esperava, mas evoluí muito como jogador e percebi o quão difícil é jogar aqui nesta liga. Não tinha bem essa noção.

Acabaram com 22 vitórias, igualando o recorde histórico do programa.

Ficámos empatados em primeiro. Foi muito bom.

 

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Qual foi a maior dificuldade de adaptação ao basquetebol americano?

Quando entrei a primeira vez não estava habituado. A liga portuguesa também é muito física, mas o que senti mais foi a velocidade do jogo. Fazem tudo muito mais rápido. Foi isso que tive mais dificuldade em adaptar.

Quando escolheste a UT Martin, tinhas outras opções em cima da mesa?

Assinei muito cedo. O treinador já me acompanhava há algum tempo — eu queria ir para os Estados Unidos um ano antes, mas ainda tinha contrato com o FC Porto e eles não me deixaram sair. Pedi para ser emprestado ao Imortal, e foi durante essa época que estive sempre em contacto com ele. Nunca cheguei a falar com outras escolas. Quando assinei, ainda estava a jogar no Imortal.

A UT Martin é provavelmente a equipa D1 com mais jogadores internacionais do país. É difícil olhar para o roster e encontrar um americano. Como é jogar num balneário em que toda a gente percebe o que é estar longe de casa?

Acho que foi isso que nos ajudou a ter uma época tão boa e que nos trouxe mais unidos uns aos outros. Cada um entendia o que o outro podia estar a passar. Fomos uma equipa muito unida, e acredito que foi esse o nosso sucesso coletivo — cada um sabia o que o outro vivia. Mesmo os americanos foram todos impecáveis connosco.

Mas por outro lado vieram todos de realidades de basquetebol diferentes.

Exatamente. Estávamos habituados a jogar tipos de basquetebol diferentes. Mas foi fácil porque o nosso treinador tem uma filosofia de jogo muito própria — uma coisa que eu nunca tinha visto antes. Estávamos todos a trabalhar para o mesmo sítio, então acabávamos por não notar muita diferença.

E a gestão entre o desporto e a parte académica foi difícil?

Não, para ser sincero ajudam-nos muito. Facilita muito para nós que somos atletas. Tenho muitas aulas online. Estou em Sports Business and Management e não posso reclamar.

Saíste de Portugal com cerca de menos dez quilos do que tens agora. Esse ganho físico aconteceu durante o ano de redshirt?

Sim. Como estava a fazer redshirt, aproveitei para me desenvolver fisicamente. Neste momento estou com perto de 95 quilos. Quando saí de Portugal tinha 85. E tenho 2,01 metros, por aí.

Um ano a treinar sem jogar dá-te alguma coisa mas também te tira outra. O que ganhaste que não tinhas antes?

Foi complicado. Mas o que ganhei foi mesmo o tempo que normalmente não tens durante a época para desenvolver alguns aspectos do jogo — física e tecnicamente. Investi muito no físico e tentei perceber como é que isto funcionava, para estar mais preparado quando chegasse a altura. E mesmo assim não percebi tudo — achei que seria mais fácil do que foi.

Como te mantiveste motivado sem poder ter os jogos?

Era a parte mais difícil. Mas muito disso foi saber que ia jogar na seleção no Verão. Era para isso que eu treinava. A seleção era o objetivo.

Vi uma entrevista do teu treinador em que ele fala de uma conversa contigo sobre limitar os dribles e jogar mais como extremo 3-and-D, menos como base. Como viveste essa conversa? Ele deu a entender que não foi fácil de ouvir.

Eu e o meu treinador chocámos muito durante esta época. Ele via-me num papel que eu não me via. Ele queria-me como jogador 3-and-D — mais para marcar, menos com a bola na mão para criar para os outros, menos dribles, mais catch-and-shoot. Eu nunca fui esse tipo de jogador. Mas ele disse-me claramente: se queres jogar, vais ter que te habituar a jogar assim. E foi o que eu fiz. Tive que fazer essa adaptação, e foi por isso que tive tanta dificuldade no início, mas acabei a época já a começar no cinco e a jogar mais minutos. Não é o estilo que eu mais gosto, mas foi o que tive de fazer para conseguir jogar. Não gostei de ouvir algumas coisas que ele me disse, mas ao final do dia, ele é que sabe.

E acabas por te tornar mais versátil também, não é?

Sim, acho que melhorei muito a minha defesa por causa disso. Se calhar, da maneira que eu jogava no início, não sei se teria conseguido acabar no top-10 da conferência em roubos de bola.

Ele colocava-te a defender os melhores jogadores adversários?

Sim. Defendia o melhor jogador da equipa ou o base. Andava sempre ali na linha de triplo e roubava muitas linhas de passe.

Passado este ano assim, como te vês agora como jogador?

Percebi que ao nível mais alto já não há tanto espaço para o jogador que quer sempre a bola na mão. Há outros jogadores na equipa que vão ser melhores do que tu a driblar. Tens de perceber que alguém é sempre melhor do que tu a alguma coisa, então tens de descobrir aquilo que tu realmente és bom. E eu descobri que o que realmente sou bom é marcar pontos e defender. Tenho de me limitar a fazer isso com menos dribles e a tomar decisões mais rápidas. Nesse aspeto o meu treinador tinha razão. Mas noutros aspetos também não me quero limitar a ser só o lançador de três pontos, porque consigo fazer outras coisas. Foi aí que nós divergimos.

E acredito que tenha sido também por aí que tomaste a decisão de entrar no portal.

Exatamente. Falei com a minha família, o meu agente aconselhou-me, e outros que me ajudam aqui concordaram. Este estilo de jogo não é o melhor para mim. É um estilo perfeito para jogadores 3-and-D, mas para mim não é. Acho que é mesmo a melhor opção.

O portal abre a 7 de Abril. Já há interesse de outros programas?

Já temos falado com algumas faculdades, mas oficialmente o portal só abre dia 7 de Abril. Com as publicações nas redes sociais, tudo se sabe muito mais depressa agora, então vão começar a surgir mais oportunidades. A partir do dia 7 é quando vai começar mesmo a cair tudo, e depois é preciso tomar uma decisão.

Já identificaste universidades onde te encaixas melhor? Viste algumas ao longo da época na tua conferência?

Não vou ficar na minha conferência — aliás, nem quero. O objetivo é subir de nível. Há tantas faculdades onde eu gostaria de ir que não consigo nomear uma. O que procuro é o que se encaixar melhor com o meu estilo de jogo e que for uma situação melhor para mim.

Papel mais adequado, mais minutos, conferência superior — achas que é viável encontrar tudo isso?

Sim, sim. Já estamos a falar com escolas e tenho quase a certeza de que sim. Porque eu sei o que consigo fazer. E somos praticamente a única equipa da conferência a jogar desta forma — não tenho de procurar muito.

Qual era o plano que tinhas definido com a tua equipa para estes anos?

O que tínhamos definido era que este ano seria o ano para eu fazer números — 12, 13 pontos por jogo — e conseguir depois ir para uma faculdade de maior conferência. Infelizmente não correu como planeei, mas acho que precisava mesmo deste ano. Agora vou mudar para uma faculdade onde consiga fazer esses números, e ainda tenho mais dois anos de elegibilidade depois disso.

Este ano já ganhaste alguma coisa de NIL?

Sim, sim. E em princípio para o ano vou dar um grande salto nisso também — vou ter uma situação muito melhor. Mas ainda não vou ter a situação de uma major como o Rúben (Prey). Tenho que jogar mais um ano, fazer bons números, para conseguir isso. Tenho de lá chegar, não tenho dúvida.

Tu és um de apenas três portugueses homens a jogar na NCAA este ano. O Stanley Borden teve o azar que teve — estava em Duke e lesionou-se logo no início. O Rúben Prey rouba muito os holofotes. Se calhar vais começar a roubar-lhe um bocado do protagonismo agora.

Espero que sim. Falo com o Rúben às vezes — falei com ele no início do ano quando assinei com o meu agente, tinha algumas perguntas sobre percentagens e essas coisas. Deixei-lhe parabéns agora que ele ganhou. Ele já está numa situação diferente da minha, mas pode ser que comece a ficar melhor agora.

A ver se dás um saltinho para a Big East e vais jogar contra ele.

A Big East não vai ser já este ano, de certeza.

Este Verão já não podes ser convocado para o Sub-20. Mas a Seleção Sénior tem dois jogos em Julho na última janela de qualificação.

Nunca pensei nisso. Já falei com o Mário Gomes quando ele vinha ao Sub-20, mas nunca falámos sobre a Sénior. Se houver essa oportunidade, claro que seria muito bom.

 

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A tua mecânica de lançamento também evoluiu este ano?

Sim. Mudei o arco — antes lançava muito raso. Aqui trabalhei nisso e passei a exagerar mesmo no arco. Isto começou no Verão passado, quando o treinador me ligou a seguir a dois jogos da seleção em que fui a zero em cinco triplos e me disse para ir trabalhar o form shooting. A partir daí faço isso todos os dias, antes do aquecimento, em cada spot.

Mas mudar a mecânica de lançamento de alguém que está habituado a fazer dezenas de milhares de repetições sempre da mesma forma — quão difícil é isso?

Tens mesmo que lançar de uma maneira que te sinta estranha. O que eu fiz foi ir para o pavilhão e começar a lançar com um arco enorme — um arco que nunca iria usar num jogo. Mas era para exagerar mesmo. Ele disse-me: exagera até que um dia vai começar a sair mais natural, porque quando não estiveres a pensar em exagerar já vais começar automaticamente a lançar com mais arco. E foi isso que aconteceu. Mas foi um processo de muitos meses, e durante esse processo estava a falhar muito nos treinos porque estava a mudar a mecânica. O treinador sabia disso e apoiava — às vezes eu marcava mas sem arco e ele dizia-me que não estava bem.

A equipa técnica era muito grande?

Sim, eram oito ou nove treinadores. Cada dois ou três jogadores têm um treinador dedicado a ajudá-los com tudo o que precisam.

Mentalmente foi um teste para ti também?

Claro, claro. E fez-me crescer muito também.

Em dois anos nos EUA — um sem jogar, um a jogar — o que é que sabes sobre ti próprio que não sabias quando saíste do Porto?

Que cresci muito. Fisicamente, tecnicamente e mentalmente. Foi um teste, mas fez-me crescer.

Para terminar: o que é que sentes falta do Porto que não consegues substituir no Tennessee?

A comida. A francesinha, a comida da minha avó. É isso.

Quando regressas?

Dia 5 de Maio, mal posso esperar. E depois depende para onde eu for — se não tiver seleção, tenho de voltar para os EUA no final de Junho ou início de Julho, quando as equipas começam a treinar.

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João Castro é campeão da EuroCup 2

Portugal tem motivos para guardar na memória – e dar duas voltas à chave – o percurso dos seus representantes na EuroCup 2 2026. Depois da campanha sonante do GDD Alcoitão, João Castro ergueu o troféu de vencedor da EuroCup 2, em casa, pela ASD Reggio Calabria.

O trajeto do emblema transalpino ante o seu público foi imaculado: na final, derrotaram os germânicos do Hannover United por 62-54. Antes, venceram Econy Gran Canaria57-69 -, Fundación Aliados65-90 -, Koln 99ers – 64-49 – e London Titans – 72-45.

João Castro passa a integrar o restrito lote de atletas nacionais que venceram provas europeias, a par de Marco Gonçalves, Hugo Lourenço e Ismael de Sousa.

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Liga Betclic Awards: FPB e Betclic distinguem os protagonistas da época 2025/26

O LX Factory, em Lisboa, foi, este domingo palco de uma noite de celebração do Basquetebol nacional. A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) e a Betclic, patrocinadora oficial das Ligas Betclic Masculina e Feminina desde 2021, reuniram atletas, treinadores, árbitros e diversas personalidades do desporto na cerimónia Liga Betclic Awards 2026, que distinguiu os protagonistas da época 2025/2026.

O evento contou com a presença de figuras incontornáveis do panorama desportivo nacional, com especial destaque para Ticha Penicheiro, a única portuguesa que inscreveu o seu nome no Hall of Fame da WNBA e uma das maiores embaixadoras do basquetebol português a nível internacional.

 

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A edição de 2026 ficou marcada por um momento particularmente simbólico: a primeira gala sob a nova liderança da FPB, com o presidente eleito João Carvalho também presente, serviu também para prestar uma homenagem sentida ao presidente cessante Manuel Fernandes, distinguido com o Prémio Excelência, o mais prestigiado galão da noite. Um reconhecimento amplamente aplaudido por todos os presentes, que celebrou um mandato que deixou uma marca indelével no desenvolvimento da modalidade em Portugal.

A par deste momento, o Prémio Carreira foi atribuído a Sónia Teixeira, homenageando um percurso de dedicação exemplar ao basquetebol e uma carreira que permanecerá como referência na história da modalidade no país.

No plano competitivo, Rebecca Taylor, do Basquete Barcelos HMMOTOR, e Gabriela Raimundo, do Esgueira Aveiro ECOVALOR, destacaram-se como as atletas mais premiadas da noite. Rebecca Taylor conquistou os prémios de MVP da Fase Regular e Melhor Marcadora da Liga Betclic Feminina, enquanto Gabriela Raimundo arrecadou os prémios de Melhor Defensora e líder em Roubos de Bola e ainda a Melhor Jogada da Fase Regular – Prémio DAZN.

 

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No Masculino, Brayden Carter (Galitos BARREIRO ACEDE) foi o MVP, ao passo que Tanner Omlid (FC Porto) revalidou o título de Melhor Defensor e juntou-lhe o Prémio dos Roubos de Bola.

Para Tiago Simões, Country Manager da Betclic, “os Liga Betclic Awards refletem a evolução consistente do basquetebol português e o crescente reconhecimento da modalidade. É gratificante ver o talento nacional a afirmar-se com esta qualidade e competitividade. Para a Betclic, é um orgulho continuar a apoiar este percurso e contribuir para o desenvolvimento sustentável do basquetebol em Portugal”.

Tiago Simões, Country Manager da Betclic, com os apresentadores Pedro Pinto e Maria João Costa

Já Manuel Fernandes vê “com enorme satisfação” o “crescimento sustentado do basquetebol em Portugal, refletido de forma clara nos Liga Betclic Awards. Estes prémios não só distinguem o mérito e a excelência desportiva, como também evidenciam o trabalho contínuo de clubes, atletas, treinadores e todos os agentes que contribuem diariamente para a valorização da modalidade. Este reconhecimento público da Betclic é fundamental para inspirar as novas gerações e reforçar a confiança no futuro da modalidade”.

 

LIGA BETCLIC MASCULINA

☆ MVP da Fase Regular – Brayden Carter (Galitos BARREIRO ACEDE)
⤷ Melhor Marcador – Delvin Barnstable (Esgueira Aveiro OLI)
⤷ Melhor Ressaltador – Jackson Stormo (Ovarense GAVEX)
⤷ Assistências – Michale Bradley (Queluz O NOSSO PREGO)
⤷ Roubos de Bola – Tanner Omlid (FC Porto)
⤷ Desarmes de Lançamento – Malik Porter (Esgueira Aveiro OLI)
⤷ Melhor Defensor – Tanner Omlid (FC Porto)
⤷ Melhor Jogador Jovem – Luís Silva (Imortal LUZiGÁS)
⤷ Melhor Treinador – Norberto Alves (SL Benfica)
⤷ Prémio Fair Play Mike Plowden – José Barbosa (UD Oliveirense)
⤷ Melhor Árbitro(a) – Paulo Marques

LIGA BETCLIC FEMININA

☆ MVP da Fase Regular – Rebecca Taylor (Basquete Barcelos HMMOTOR)
⤷ Melhor Marcadora – Rebecca Taylor (Basquete Barcelos HMMOTOR)
⤷ Melhor Ressaltadora – Schekinah Bimpa (AD Sanjoanense HELIOTEXTIL)
⤷ Assistências – Carolina Anacleto (AD Sanjoanense HELIOTEXTIL)
⤷ Roubos de Bola – Gabriela Raimundo (Esgueira Aveiro ECOVALOR)
⤷ Desarmes de Lançamento – Taris Thronton (Esgueira Aveiro ECOVALOR)
⤷ Melhor Defensora – Gabriela Raimundo (Esgueira Aveiro ECOVALOR)
⤷ Melhor Jogador Jovem – Maria Inês Neto (Galitos FFonseca)
⤷ Melhor Treinador – José Leite (CRC Quinta dos Lombos)
⤷ Prémio Fair Play Mike Plowden – Daniela Domingues (Galitos FFonseca)
⤷ Melhor Árbitro(a) – Ana Costa

 

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Este ano, os Liga Betclic Awards distribuíram ainda a Melhor Jogada da Fase Regular – Prémio DAZN.

Gabriela Ipinoza (Esgueira Aveiro ECOVALOR), com um buzzer-beater para vencer o jogo, e Salvador Victo (Imortal LUZiGÁS), com uma assistência artística, foram os vencedores.

 

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Neemias Queta termina em 4.º lugar na votação para ‘Most Improved’

‘Most Improved’, em inglês; [o jogador] ‘com maior progressão’, em português. E a evolução do internacional português Neemias Queta na NBA não só foi notória como imprescindível para a boa época dos Boston Celtics, pelo que o quarto lugar entre as votações para o troféu é mais um carimbo do impacto do gigante do Vale da Amoreira na melhor liga do mundo.

O papel de Neemias Queta em Boston: uma análise da primeira metade da época

Segundo anunciou a NBA, o jogador luso recebeu seis votos para o segundo lugar (três pontos) e 23 para o terceiro (um), totalizando 41 pontos e ficando atrás dos três finalistas, que já tinham sido anunciados, com Nickeil Alexander-Walker, dos Atlanta Hawks, a somar 396 (incluindo 66 votos como primeiro), seguido por Jalen Duran, dos Detroit Pistons, com 254 (23), e Deni Avdija, dos Portland Trail Blazers), com 135 (sete).

Atrás do português, ainda receberam votos mais 10 jogadores, entre os quais Ryan Rollins (Milwaukee Bucks) e Jalen Johnson (Atlanta Hawks), os outros que totalizaram mais de 10 pontos.

Neemias Queta, que disputou 76 jogos, 75 dos quais como titular, na “regular season” de 2025/26, terminou com médias de 10,2 pontos, com 65,3% nos tiros de campo e 70,3% nos lances livres, 8,4 ressaltos, 1,7 assistências, 1,3 desarmes de lançamento e 0,8 roubos de bola, em 25.3 minutos.

Em 2024/25, o poste luso tinha somado 5,0 pontos, com 65,0% nos “tiros” de campo e 75,4% nos lances livres, 3,8 ressaltos, 0,7 assistências, 0,7 desarmes de lançamentos e 0,3 roubos de bola, jogando 13.9 minutos, em 62 encontros, e totalizando mais pontos, ressaltos, assistências, desarmes de lançamento e roubos de bola em 2025/26 do que no total das quatro primeiras épocas na NBA, as duas primeiras nos Sacramento Kings, também com o dobro dos minutos face à temporada transata.

A disputar a quinta época na NBA, Neemias Queta conta com 186 jogos na época regular, 166 pelos Celtics (28 em 2023/24, 62 em 2024/25 e 76 em 2025/26), pelos quais foi campeão na temporada de estreia, e 20 pelos Sacramento Kings (15 em 2021/22, como “rookie”, e cinco em 2022/23).

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João Castro e Ismael de Sousa enfrentam desafios europeus

Para lá da histórica presença do GDD Alcoitão na EuroCup 4, João Castro e Ismael de Sousa estendem a participação lusa nas provas europeias de BCR.

O jovem extremo de 22 anos da ASD Reggio Calabria é anfitrião da fase final da EuroCup 2. Ao país transalpino rumam London Titans (GBR), Fundación Aliados (ESP), Econy Gran Canaria (ESP), Elan Chalon (FRA), Koln 99ers (ALE) e Asinara Waves (ITA).

Já o experiente Ismael de Sousa, da SSD Santa Lucia, faz uma curta viagem até Sassari para disputar a etapa final da EuroCup 1, onde se junta ao organizador Dinamo Sassari Lab, bem como a Rhine River Rhinos (ALE), Hyeres Handi Basket (FRA), Galatasaray SK (TUR), Hornets Le Cannet (FRA), Bidaideak Bilbao BSR (ESP) e Fenerbahçe Istanbul Jet (TUR).

Todos os jogos têm transmissão no canal de Youtube da IWBF Europe.

CALENDÁRIO

*Hora portuguesa

EuroCup 1

24 de abril

25 de abril

26 de abril

EuroCup 2

24 de abril

25 de abril

26 de abril

 

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Neemias Queta e Boston Celtics entram a vencer nos playoffs da NBA

13 pontos (5/5 em lançamentos de campo e 3/4 da linha de lance livre), a que se juntam dois ressaltos, uma assistência e um desarme em 15 minutos dentro de campo. Condicionado desde cedo por faltas, Neemias Queta foi ainda assim peça fundamental na maior diferença de sempre num jogo de abertura de playoff dos Boston Celtics, que venceram este domingo os 76ers, por 123-91 (33-18, 31-25, 28-20, 31-28).

O Jogo 2 está marcado para terça-feira, novamente em Boston, numa série discutida à melhor de sete e formato 2-2-1-1-1.

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BC Marburg, de José Araújo, Sara Barata Guerreiro e Ana Ipinoza está na Final da DBBL

A última – e única – vez que o BC Marburg foi à final da Damen Basketball Bundesliga foi em 2003 – ano em que foram campeões.

Vinte e três anos depois, a equipa do técnico português José Araújo pode voltar a sagrar-se campeã da Liga Feminina Alemã, contra todas as expetativas – “o objetivo inicial era o playoff”, explicou o adjunto de Ricardo Vasconcelos na Seleção Nacional, que chegou ao coletivo em novembro de 2024. A par das suas atletas lusas, a base Ana Ipinoza e a internacional portuguesa Sara Barata Guerreiro, o “Treinador do Ano” da competição venceu ontem (17 de abril) o Jogo 3 das meias e está nas Finais dos playoffs.

“É uma sensação absolutamente incrível e gratificante. Temos a sorte de jogar num clube em que as pessoas são excepcionais e nos apoiam incondicionalmente desde o início. Dar-lhes esta alegria tona tudo muito mais especial.” Sara Barata Guerreiro

Uma vitória por 65-59, em casa, frente ao Syntainics MBC, ditou a conquista a quatro jogos, 3-1 (tinham vencido o primeiro 78-89 – com 20 pontos de Sara Guerreiro; perdido o segundo por 81-71 e vencido o terceiro por 84-70).

A Final vai ser disputada frente ao Rutronik Stars Keltern, o 1.º classificado da Fase Regular, contra quem ainda não venceram esta temporada e que, considera o técnico, “é uma equipa que tem dominado o campeonato alemão. Que ‘de vez em quando’ não ganham o campeonato”.

Mas a chegada até ao duelo decisivo já é algo que vê com orgulho.

“Tenho também um grande orgulho em sermos portugueses e em, juntos, procurarmos representar o nosso país da melhor forma. Poder agora viver a conquista de chegar à final ao lado deles torna tudo ainda mais gratificante.” Sara Barata Guerreiro

Em antevisão:

José Araújo: “É uma equipa com muita experiência, é claramente a melhor equipa do campeonato, que só perdeu dois jogos a equipa toda”. “Há muita gente que diz que agora não temos pressão, e eu quero que tenhamos pressão. Agora é uma epopeia. É preparar para mais uma batalha, porque a gente quer competir. Temos de competir ou não temos hipóteses, que elas são muito competentes. Não vamos para passear”.

Sara Barata Guerreiro: “Os nosso jogos contra o Keltern sempre foram muito renhidos. Nos últimos dois estivemos a liderar o marcador durante períodos de tempo mas não conseguimos acabar o jogo. Sinto que, à medida que a época decorreu, estivemos sempre um passo mais perto da vitória. Acredito que esta é a altura certa para conseguirmos vencer, sendo que o maior desafio é sermos consistentes e termos maturidade emocional quando estivermos à frente do marcador. O Keltern é uma equipa muito boa e experiente que foi feita para ganhar o campeonato. Ninguém na liga acreditou que pudéssemos chegar aqui. Todos os jogos vão ser uma luta.”

José Araújo é o Treinador do Ano da Liga Alemã

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FOTOGRAFIAS: Stefan Tschersich

Gala do Desporto de Portugal 2025: Neemias Queta entre os nomeados a Atleta Masculino do Ano

A votação para os Melhores do Ano 2025 já se encontra aberta, no âmbito da 29.ª Gala do Desporto de Portugal, que terá lugar no próximo dia 27 de maio, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. Entre os grandes destaques da edição deste ano está a nomeação de Neemias Queta para Atleta Masculino do Ano, numa distinção que reforça o momento de afirmação do basquetebol português no panorama internacional.

O internacional português surge entre os cinco finalistas após um ano de enorme impacto, marcado não só pela sua evolução na NBA ao serviço dos Boston Celtics, mas também pelo papel determinante na Seleção Nacional. No EuroBasket 2025, Neemias foi uma das figuras em evidência no regresso histórico de Portugal à competição.

A nomeação surge ao lado de nomes de grande prestígio do desporto nacional, como Diogo Ribeiro (Natação), Fernando Pimenta (Canoagem), Isaac Nader (Atletismo) e João Almeida (Ciclismo), espelhando a dimensão do reconhecimento alcançado pelo poste português.

Os finalistas foram definidos após um processo que envolveu as Federações Desportivas e um júri alargado, encontrando-se agora a votação aberta ao público até ao dia 13 de maio. A Gala do Desporto de Portugal voltará assim a distinguir os maiores protagonistas do ano, com Neemias Queta a assumir-se como um dos principais rostos da excelência desportiva nacional.

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3.º ABP Minibasket Camp reforça formação de jovens talentos em Ermesinde

Ermesinde voltou a ser palco de um dos momentos mais relevantes para o desenvolvimento do minibasquete na região Norte, ao acolher, entre os dias 29 de março e 3 de abril de 2026, a terceira edição do ABP Minibasket Camp.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Associação de Basquetebol do Porto reuniu 50 jovens atletas – 25 rapazes e 25 raparigas, pertencentes às seleções sub-12 – num contexto de treino intensivo, pensado para potenciar a evolução individual e coletiva. Ao longo de seis dias, os participantes tiveram a oportunidade de trabalhar de forma estruturada as suas competências técnico-táticas, sem descurar a componente motora, fundamental nesta fase de formação.

O “campus” contou com a presença de uma equipa técnica composta por 10 treinadores, entre coordenador, selecionadores e treinadores convidados, sob a liderança do experiente técnico espanhol Paco Alarcón. Com um percurso sólido também no ensino universitário, Alarcón assumiu a condução dos trabalhos com uma abordagem pedagógica e exigente, elevando a qualidade do processo de treino e proporcionando momentos de aprendizagem significativos, não só para os jovens atletas, mas também para os próprios treinadores envolvidos.

A iniciativa contou ainda com o apoio da Câmara Municipal de Valongo e do CPN, parceiros habituais desta ação, que garantiram as condições logísticas necessárias para o sucesso do evento.

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Shaquilla Nunn e Zavian McLean são os MVP do Mês de Março das Ligas Betclic

Março terminou com dois novos MVP do Mês: Shaquilla Nunn (SL Benfica) e Zavian McLean (SC Vasco da Gama), dois reforços recentes de cada um dos emblemas das nossas Ligas Betclic, foram os mais valorizados nos três jogos efetuados este mês e vão receber o troféu pela primeira vez.

A poste do SL Benfica, de 31 anos, chegou em janeiro para reforçar as águias (jogou em 2024/25 na Polónia, no Sleza Wroclaw) e, em março, teve média de duplo-duplo: 19.3 pontos e 10.3 ressaltos por jogo, em 23.8 minutos de utilização (26.7val), ajudando as encarnadas a vencer os três encontros do mês.

 

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Já Zavian McLean, norte-americano de 24 anos, é o mais valorizado da Liga Betclic Masculina, com 32.6 de valorização média. Em três jogos (duas vitórias), McLean teve 31.3 pontos, 5.6 ressaltos e 4.6 assistências por partida, jogando 36.6 minutos por jogo. Para tal muito contou o encontro frente ao Queluz O NOSSO PREGO (110-114 para os vascaínos), em que, com 53 pontos e 55.5 de valorização, por muito pouco não bateu um recorde com quase 30 anos, para se tornar no jogador com mais pontos de sempre num só jogo do campeonato.

Esse registo pertence desde a época 1997/1998 a Sérgio Ramos, extremo internacional português que em Portugal se destacou ao serviço do SL Benfica, e que naquela época, frente ao CAB Madeira, anotou 55 pontos.

 

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Clara Silva ajuda TCU a chegar à Elite Eight do March Madness

Oito pontos, oito ressaltos e três desarmes de lançamento. Pode ter sido a “statline” mais baixa da internacional portuguesa Clara Silva até ao momento neste March Madness, depois de 13/11 e 16/12 nos jogos anteriores (pontos e ressaltos), mas o impacto luso na Texas Christian University (TCU) tem sido inegável.

As Horned Frogs venceram Virginia Cavaliers por 69-79, com a poste algarvia a ajudar a equipa a estar entre as oito melhores do torneio – com expetativas de, às 2 horas da manhã de segunda-feira, conquistarem um lugar na Final Four.

 

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Por seu turno, os St. John’s Red Storm de Rúben Prey despediram-se do March Madness com uma derrota frente a um dos favoritos, Duke Blue Devils,  80-75. Prey foi um dos melhores do coletivo de Rick Pitino no derradeiro encontro, com 12 pontos convertidos (4/4 de lançamentos de triplo).

O internacional português termina a sua participação na prova com médias de 8,3 pontos e 3,3 ressaltos por jogo, com um total de 9/10 de lançamentos de campo e 12 minutos de jogo, apenas no seu segundo ano no Basquetebol universitário norte-americano.

 

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Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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