Artigos da Federaçãooo

UD Oliveirense vence dérbi de Aveiro no primeiro jogo da Taça Hugo dos Santos

Ovarense GAVEX 68-85 UD Oliveirense

A Ovarense GAVEX recebeu a UD Oliveirense no primeiro encontro de mais uma fase de grupos da Taça Hugo dos Santos.

A primeira parte foi marcada pelo equilíbrio esperado entre duas equipas competitivas. A Oliveirense entrou mais forte na partida e venceu o primeiro quarto por 13-21. No entanto, a formação de Ovar reagiu bem e respondeu no segundo período, vencendo-o por 23-17, o que deixou o marcador em 36-38 ao intervalo.

No terceiro quarto, o equilíbrio manteve-se, com as equipas a terminarem empatadas a 54 pontos, deixando tudo em aberto para o derradeiro período. No último quarto, a equipa de Oliveira de Azeméis voltou a superiorizar-se, vencendo o parcial por 14-31 e garantindo assim o triunfo final.

O MVP da partida foi Leon Ayres, que brilhou ao somar 26 pontos, oito ressaltos e três assistências, alcançando 32.5 pontos de valorização. Do lado da equipa da casa, o destaque foi Jalen Jenkins, que registou 15 pontos, nove ressaltos e duas assistências.

(Em atualização)


Trio português conquista bronze na Taça da Alemanha

José Araújo, Sara Guerreiro e Ana Raimundo estiveram em destaque na conquista do 3.º lugar da Taça da Alemanha pelo BC Marburg.

A equipa orientada pelo treinador português começou por defrontar o Rutronik Stars Keltern, acabando derrotada por 74-79 frente à formação que viria a ficar em segundo lugar.

No dia 1 de março, o BC Marburg voltou a entrar em campo para disputar o jogo de atribuição do 3.º lugar frente ao Saarlouis Royals. A equipa acabou por vencer por 73-62, garantindo assim a medalha de bronze na competição.

Entre as atletas portuguesas, Ana Raimundo contribuiu com 7 pontos, 2 ressaltos e 4 assistências. Já Sara Guerreiro foi a MVP da partida, ao registar 11 pontos, 1 ressalto e 3 assistências, num total de 16 pontos de valorização.

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Divulgada a composição da Assembleia Geral da FPB para o quadriénio 2026-2030

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), Dr. Ernesto Ferreira da Silva, anunciou a divulgação da composição da Assembleia Geral da FPB para o quadriénio 2026-2030, na sequência do Acórdão proferido pelo Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Basquetebol, datado de 4 de março de 2026.

Concluído o processo eleitoral e a respetiva validação dos resultados, foi agora tornada pública a lista dos 61 delegados que integrarão a Assembleia Geral da FPB durante o próximo ciclo federativo. A composição inclui delegados por inerência, representantes dos clubes e sociedades desportivas participantes nas competições nacionais, bem como representantes dos jogadores, juízes e treinadores, assegurando a representação dos diversos agentes da modalidade.

Entre os delegados por inerência encontram-se os membros das Direção das Associações Distritais e Regionais de Basquetebol, por estas designados, e os presidentes das Associações de Agentes (Jogadores, Juízes e Treinadores), enquanto os restantes membros resultam do processo eleitoral realizado nas diferentes estruturas da modalidade.

De acordo com a convocatória anteriormente divulgada, a tomada de posse dos delegados, por inerência e eleitos, terá lugar no dia 21 de março de 2026, pelas 17h00, no Centro de Juventude de Lisboa do IPDJ.

A lista pode ser consultada em anexo ou no separador FPB Eleições, onde podes consultar toda a informação relativa ao processo eleitoral.

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Schaquilla Nunn lidera Cinco Ideal da Jornada 20 da Liga Betclic Feminina

A Jornada 20 da Liga Betclic Feminina trouxe grandes exibições individuais e o destaque maior, vai para Schaquilla Nunn, do Sport Lisboa e Benfica, eleita MVP da ronda. A poste somou 20 pontos e 10 ressaltos, alcançando 37,5 de valorização, o registo mais alto da jornada.

Seguiu-se Rebecca Taylor, do Basquete Barcelos HMMotor, com 20 pontos, 8 ressaltos e 6 assistências (30 de valorização), numa exibição muito completa.

Também em destaque esteve Victoria Reynolds, do Esgueira Aveiro ECOVALOR, que terminou com 20 pontos, 13 ressaltos, 4 roubos de bola e 29,5 de valorização.

Do Basquete Barcelos HMMotor, Vânia Sengo contribuiu com 23 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências, somando 29 de valorização.

A fechar o Cinco Ideal surge Maria Lopes, do CAB Madeira, com 28 pontos, 8 ressaltos, quatro triplos convertidos e 28,5 de valorização.

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Ana Barreto: ” O meu apelido é mais inspiração do que pressão”

Ana Barreto está no último ano na Queens University of Charlotte a fazer os melhores números da carreira universitária e mais de 30 minutos por jogo na NCAA Division I. Após quatro anos nos Estados Unidos, a base-extremo lusa fala sobre a evolução que a tornou numa jogadora completa e sobre a ambição de chegar ao mais alto nível europeu.

Estás no último ano em Queens. Estes quatro anos nos Estados Unidos passaram rápido?

Bastante rápido, muito rápido. Para mim ainda é difícil de perceber que já é o quarto ano e que a época já está a acabar. É difícil de entender mesmo.

Fizeste dois anos em Ball State antes de te transferires para Queens. Como foi essa decisão e o que te convenceu de que Queens era o sítio certo?

As experiências foram completamente diferentes. Em Ball State não jogava tanto — no primeiro ano não joguei nada, no segundo ano já era da rotação mas não jogava tanto e não era uma das principais da equipa. Meti o meu nome no portal, os meus pais estavam super nervosos, porque o portal de transferências é maluco — toda a gente quer transferir-se e está cada vez mais difícil arranjar uma equipa. Foram uns meses stressantes, porque nunca se sabe: vou arranjar equipa? Fico sem equipa? Tive várias ofertas, fiz várias visitas, e Queens acabou por aparecer, também por ajuda do Carlos Andrade, que esteve em Queens há uns anos. Eu estava à procura de uma faculdade onde pudesse jogar mais, ter mais impacto como jogadora, que fosse perto de uma cidade — porque Ball State era no meio do nada — e num estado com melhor clima, porque Charlotte é bastante parecida com Portugal nesse aspecto. Mas estava sobretudo à procura da energia da treinadora, para sentir que aquele lugar era casa. E foi isso. Meti o nome no portal e passado duas semanas já estava a assinar com Queens.

Charlotte é uma cidade com tradição de basquetebol. O que tem de especial para ti?

Charlotte e Indiana são completamente diferentes. Em Indiana não havia nada para fazer. Em Charlotte, a nossa universidade tem bastantes conexões com a cidade – mesmo não sendo de desporto, se alguma vez quiser voltar e trabalhar nos Estados Unidos, consigo arranjar trabalho aqui em Charlotte só pelas conexões que Queens tem com Charlotte. Academicamente é bastante bom, e depois com desporto temos tudo: basquetebol, futebol, futebol americano. É uma cidade com vida. Não é das cidades muito grandes, mas está a crescer e tem bastante vida.

Queens está em transição para a Division I e jogam contra equipas como South Carolina e Kentucky, onde pode estar uma All-American ou uma futura jogadora WNBA. Como foi essa experiência vindo de Ball State?

Em Ball State também tive a oportunidade de jogar contra Notre Dame e contra UConn. Mas é sempre bom quando calham jogos assim contra equipas maiores, para ter aquela experiência americana, contra equipas grandes, contra jogadoras que vão jogar na WNBA. Contra a South Carolina, por exemplo, eu parecia num filme — não estava a acreditar que estava ali. Mas é sempre bom porque é uma experiência diferente.

Este ano estás a fazer excelentes números e a jogar mais de 30 minutos por jogo. Era isto que procuravas ao mudar para Queens?

Sim, era jogar bastante. O meu objetivo é ir jogar para a Europa no próximo ano, portanto estava bastante preocupada com os meus minutos — se estivesse numa equipa onde não jogasse, não fazia sentido. O principal objetivo quando me transferi foi arranjar uma equipa onde pudesse jogar e pudesse fazer os meus números.

Uma das coisas que tem saltado à vista é o teu lançamento de três pontos – muito volume e bastante eficaz. Como evoluiu esse aspecto do teu jogo?

Eu sempre fui uma jogadora que, desde pequena, jogou em várias posições — joguei a extremo, depois tive bastantes anos de poste que não gostei nada, mesmo nada. E finalmente este ano jogo a base e a extremo. O lançamento de três pontos é uma coisa que me sai naturalmente, para ser sincera. Gosto de lançar bastante, treino muitos lançamentos de três pontos para depois no jogo ser mais fácil e eficaz.

Que outras áreas do jogo trabalhaste mais nestes últimos dois anos que te tornaram uma jogadora mais completa?

Jogar a base. Já há muitos anos que não jogava a base — desde sub-16, provavelmente. No início desta época não estava tanto a jogar a base e era mais aquela que lançava e marcava mais. Agora como jogo mais a base, também gosto, porque gosto de jogar para a equipa e gosto de fazer assistências. Acho que desenvolvi a tomada de decisão. Jogamos bastante bloqueio direto.

Essa versatilidade é importante para o futuro. Quando fores para a Europa, podes oferecer a um treinador várias opções: jogar extremo, lançar, jogar sem bola e com bola.

Sim. Quando estava em Ball State eu era só lançadora — era aquela rapariga que estava lá para defender e para lançar. Quando vim para Queens desenvolvi muito mais o jogo com bola.

Nestes dois anos tens a companhia da Magda Freire. Qual a importância de ter uma colega portuguesa?

Sim, é bom. Às vezes até misturamos o português com o inglês. Mas é sempre bom ter uma portuguesa contigo nos Estados Unidos — sentes como se estivesses em casa. Quando precisas de um bocadinho de português, temos uma a outra. Mesmo nos jogos acontece bastante: falamos em português e as pessoas não entendem. Mas é sempre bom porque estamos tão longe de casa, e ter alguém que fala mesmo a língua e nos percebe culturalmente é muito bom. E de vez em quando há a surpresa de jogar contra outras portuguesas — este ano joguei contra a Andrea Chiquemba, que está em Bellarmine. O ano passado, quando estava em Ball State, jogava contra a Inês Bettencourt. É sempre bom quando calha jogar contra elas.

No verão estiveste nas Universíadas, onde foste uma das jogadoras em maior destaque. O que representou para ti essa experiência?

Sinceramente, eu não sabia para o que é que íamos, não tinha a noção do evento tão grande que é – é tipo uns Jogos Olímpicos para as pessoas que estão na faculdade. Gostei até mais do que os europeus, porque foi um ambiente mais tranquilo, e conhecemos muita gente de outros países. Com o basquetebol foi engraçado, porque são tantas gerações diferentes que se juntam. Tivemos estágios durante umas duas semanas – não foi como no europeu, que temos estágios de um mês, dois meses – e nem tivemos jogos de treino antes do torneio. Acabou por correr bem – foi fluindo de jogo para jogo. O Ricardo Vasconcelos ficou impressionado negativamente comigo quando cheguei lá, porque disse que a minha confiança estava bastante baixa nos estágios. Depois nos jogos correu bem. Ser treinada pelo Ricardo Vasconcelos é sempre bom. Já tínhamos treinado com ele no CAR, mas agora como somos mais velhas é diferente – ele percebe tanto de basquetebol e é de loucos.

Representaste Portugal em todos os escalões jovens, passaste pelas Universíadas e tiveste contacto com o Ricardo Vasconcelos, selecionador da equipa sénior. A porta das séniores está a abrir-se?

Espero que sim. Estamos aqui nos Estados Unidos, um bocadinho mais de lado, mas sei que com calma vou chegar lá. Não há pressa.

Passaste pelo Centro de Alto Rendimento da FPB. Como foi essa experiência e como te preparou para os Estados Unidos?

Para mim não foi assim tão diferente, porque eu estava a dez minutos de casa. Mas foi uma experiência que gostei bastante – somos tão novas, saímos de casa tão novas, treinamos com a Mariyana Kostourkova, que é basicamente uma preparação para a seleção no verão. Temos uma rotina de escola e treinos, e é basicamente o que vivemos aqui nos Estados Unidos. Acho que foi uma boa preparação. Gostei bastante, e ficámos todas muito próximas – ainda falo com bastantes pessoas que estiveram no CAR comigo. Uma coisa que foi bastante difícil foi conciliar os estudos com o basquetebol, porque as minhas notas sofreram um pouco.

As notas melhoraram nos Estados Unidos?

Sim, sim, sim. Aqui é tudo muito mais fácil.

No CAR treinaste dois anos no Pavilhão Hermínio Barreto. Como era entrar todos os dias num pavilhão com o nome do teu avô?

Ao início é aquela coisa – “ah, é o pavilhão do meu avô” – mas depois já é rotina, acabo por me esquecer que é o Pavilhão Hermínio Barreto. É sempre bom ter o nome do meu avô no pavilhão, mas depois já acaba por ser rotina.

Escreveste um tributo ao teu avô, há uns anos, onde dizias que querias usar o número dele. E agora usas o 10 em Queens.

Sim, estou a usar o número 10. Ele usou o número 10. Eu sempre usei o 10 por causa do meu avô – em Ball State no primeiro ano não havia o 10 disponível, e no segundo ano mudei logo para o 10.

O teu avô é uma das maiores figuras do basquetebol português. Jogador, treinador, selecionador, professor, autor. Carregar o apelido Barreto é mais inspiração ou mais pressão?

Não é pressão de todo. O meu avô nunca me fez pressão para jogar basquetebol, pressão para ser boa – nunca. Os meus pais não são assim. É mais um sentimento de admiração e de inspiração do que pressão.

O teu plano é vir para a Europa. Qual é o destino ideal?

Eu acho que a Espanha é sempre o sonho na Europa. Acho que vou acabar por ir para a Liga Challenge, porque é a porta de entrada de muitas portuguesas. Mas a Liga Endesa – essa é a ambição.

Viste o EuroBasket deste verão, a estreia histórica de Portugal?

Vi os jogos todos. Foi incrível. Foi a primeira vez que Portugal foi ao europeu – é onde todas as seleções querem estar – e acredito que as jogadoras que estiveram lá aproveitaram ao máximo. Até quando ganharam o primeiro jogo foi bom ver Portugal naquele palco tão grande.

A seleção está a rejuvenescer. O Ricardo Vasconcelos tem chamado jogadoras mais novas. Isso é uma motivação adicional para a tua geração?

Sim, é uma motivação, porque significa que estão a olhar para as gerações abaixo. Pode ser que comecem a chamar-nos, nem que seja para os estágios – não estou já a falar para os jogos, mas pelo menos para termos aquela experiência de como é um estágio com a seleção nacional.


Neemias Queta assina exibição histórica e bate recorde pessoal na vitória dos Celtics sobre os 76ers

Neemias Queta protagonizou esta madrugada a melhor exibição da sua carreira na NBA. O poste português foi decisivo no triunfo dos Boston Celtics sobre os Philadelphia 76ers (114-98), ao registar um novo máximo pessoal de 27 pontos, juntando ainda 17 ressaltos e confirmando um duplo-duplo de enorme impacto.

O internacional português assumiu desde cedo um papel preponderante na partida, somando 16 pontos ainda na primeira parte — o seu melhor registo de sempre numa metade de jogo. Já na reta final, com pouco mais de cinco minutos por disputar, igualou o anterior máximo de 19 pontos através de um lance livre. Pouco depois, ultrapassou essa marca com uma jogada de insistência junto ao cesto, elevando a contagem para 21, antes de fechar a noite com mais seis pontos, incluindo um afundanço após ressalto ofensivo.

 

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Queta terminou o encontro com 10 lançamentos convertidos em 14 tentativas (71,4%) e sete lances livres concretizados em dez (70%), num total de 27 pontos. Aos números ofensivos juntou 17 ressaltos — 10 dos quais na tabela ofensiva —, três desarmes de lançamento, duas assistências e um roubo de bola, em 27 minutos e 17 segundos de utilização. A sua presença física e eficácia nas duas áreas do campo foram determinantes para o controlo do jogo por parte da equipa de Boston.

No final da partida, Jaylen Brown destacou a exibição do português, afirmando que foi “o melhor jogo da carreira” de Queta e sublinhando a evolução contínua do poste luso. O jogador português foi o melhor marcador dos Celtics, em igualdade com Brown, e o melhor ressaltador do encontro, numa noite em que Tyrese Maxey foi o melhor pontuador dos 76ers com 33 pontos.

Com este resultado, os Boston Celtics somaram a 40.ª vitória da temporada em 60 jogos, mantendo-se na perseguição aos lugares cimeiros da Conferência Este.

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Portuguesas continuam a brilhar fora de Portugal

Com a pausa para a Seleção Nacional Masculina, as atenções voltam-se para as portuguesas que brilham além-fronteiras.

O grande feito da semana pertence à internacional portuguesa Clara Silva. A poste, que atua nos Estados Unidos da América, sagrou-se campeã da fase regular na passada semana. A equipa da portuguesa terminou a época com um registo impressionante de 27 vitórias em 31 jogos e manteve-se absolutamente imbatível em casa, somando 18 triunfos em 18 partidas disputadas perante o seu público.

 

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Outro destaque da semana vai para o duelo que colocou frente a frente Inês Vieira e Eva Carregosa. A equipa de Eva levou a melhor, vencendo por 66-60, com a internacional portuguesa a assumir papel de destaque: 13 pontos, três assistências e seis ressaltos, numa exibição muito consistente. Do lado oposto, Inês Vieira também esteve em evidência e, apesar da derrota, foi a principal figura da sua equipa, ao registar 15 pontos, duas assistências e três ressaltos, lutando até ao último minuto.

Em Espanha, o trio português continua a dar cartas. Com Raquel Laneiro novamente no cinco inicial, juntaram-se Inês Ramos e Josephine Filipe em mais uma jornada competitiva. Frente ao Paterna, a equipa acabou por sair derrotada por 68-73, mas houve desempenhos individuais de relevo. Inês Ramos esteve em grande plano, somando 14 pontos, cinco assistências e cinco ressaltos. Já Josephine contribuiu com três pontos, quatro assistências e um ressalto, enquanto Raquel acrescentou cinco pontos, uma assistência e um ressalto.

Do outro lado do Atlântico, Filipa Barros voltou a destacar-se nos Estados Unidos da América com mais uma exibição de luxo. A portuguesa alcançou novo duplo-duplo, ao registar 23 pontos e 14 ressaltos, aos quais juntou ainda sete assistências em 38 minutos de utilização – uma prestação de enorme impacto.

 

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Também Joana Magalhães continua em bom plano ao serviço dos New Mexico Lobos. No triunfo por 69-54 frente aos Utah State Aggies, a internacional portuguesa contribuiu com 14 pontos, duas assistências e um ressalto nos 27 minutos em que esteve em campo, assumindo um papel importante na vitória da equipa.

Estatísticas individuais dos atletas portugueses:

Tiago Teixeira (Toledo – Segunda FEB)
6pts, 1ast, 2res (19min) na derrota frente ao Jaen CB (64-67)

Rúben Prey (St. Johns – Estados Unidos da América) 
7pts, 2ast, 2res (17min) na vitória frente ao Xavier (87-82)

Pedro Santos (UT Martin – Estados Unidos da América) 
6pts, 1ast, 3res (16min) na vitória frente ao Tenn Tech (64-49)

Carolina Rodrigues (Szekszard – Hungria)
3ast, 3res (22min) na derrota frente ao TFSE-MTK (64-82)
10pts, 6ast, 5res (29min) na vitória frente ao BEAC (90-66)

Sara Guerreiro (Marburg – Alemanha)
8pts (25min) na derrota frente ao Osnabrueck (70-76)

Ana Raimundo (Marburg – Alemanha)
2pts, 1ast, 1res (12min) na derrota frente ao Osnabrueck (70-76)

Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote, – Espanha)
10pts, 3ast, 8res (36min) na vitória frente ao Elsamex CB Andratx (70-67)

Inês Ramos (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
14pts, 5ast, 5res (30min) na derrota frente ao Paterna (68-73)

Josephine Filipe (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
3pts, 4ast, 1res (26min) na derrota frente ao Paterna (68-73)

Raquel Laneiro (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
5pts, 1ast, 1res (21min) na derrota frente ao Paterna (68-73)

Eva Carregosa (Zamora, LF Challenge – Espanha)
13pts, 3ast, 6res (32min) na vitória frente ao ISB (66-60)

Rita Oliveira (Tresnjevka 2009 – Croácia)
12pts, 8ast, 2res (31min) na vitória frente Zadar (104-61)

Tess Santos (Wasserburg, 2ª Bundesliga – Alemanha)
4pts, 4ast, 6res (27min) na vitória frente ao ULC (86-38)

Inês Vieira (Domusa Tekink ISB, LF Challenge – Espanha)
15pts, 2ast, 3res (26min) na derrota frente ao Zamora (60-66)

Lavínia Silva (Oaklands Wolves – Reino Unido)
4pts, 1ast, 3res (19min) na vitória frente ao Caledônia Gladiators (62-55)

Sofia da Silva (M.Karmiel – Israel)
4pts, 2ast, 9res (26min) na vitória frente ao H.Jerusalem (81-59)

Filipa Barros (CBU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)
23pts, 7ast, 14res (38min) na vitória frente ao UT Arlington (79-72)

Clara Silva (TCU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)
3pts, 1ast, 4res (16min) na derrota frente ao Cincinnati (83-70)

Andrea Chiquemba (Bellarmine – Estados Unidos da América)
7pts, 6res (30min) na derrota frente ao Lipscomb (42-87)

Joana Magalhães (New México Lobos – Estados Unidos da América)
14pts, 2ast, 1res (27min) na vitória frente ao Utah State Aggies (69-54)

Ana Barreto (Queens Royals – Estados Unidos da América)
10pts, 2ast, 4res (40min) na vitória frente ao West Ga.(72-62)

Gabriela Falcão (UAlbany – Estados Unidos da América)
5pts, 1ast, 4res (19min) na vitória frente ao UMBC (69-63)

Inês Bettencourt (Gonzaga Bulldogs – Estados Unidos da América)
6pts, 4ast, 3res (31min) na vitória frente ao Saint Mary’s Gaels (75-67)

*Apenas se faz o acompanhamento de atletas com internacionalizações e que tenham as estatísticas disponíveis.

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FPB divulga resultados definitivos da eleição dos delegados à Assembleia Geral para 2026-2030

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), Dr. Ernesto Ferreira da Silva, anunciou a divulgação dos resultados definitivos da eleição dos delegados à Assembleia Geral para o quadriénio 2026-2030, concluído o processo de conferência das atas e boletins de voto remetidos pelas associações distritais e regionais.

A divulgação surge na sequência dos resultados provisórios apresentados anteriormente, ficando apenas pendente a eleição do delegado em representação dos clubes e sociedades desportivas da Associação de Basquetebol de Lisboa.

Na sequência de uma reclamação apresentada, a Mesa da Assembleia Geral confirmou a existência de voto simultâneo em diferentes representações no ato eleitoral da Associação de Basquetebol de Lisboa, situação que viola o Regulamento Eleitoral e as instruções transmitidas às associações.

Face ao exposto, foi deliberada a repetição da eleição para o delegado representante dos clubes e sociedades desportivas de Lisboa, a realizar no dia 7 de março de 2026, entre as 09h00 e as 17h00, na sede da Associação de Basquetebol de Lisboa.

Foram eleitos delegados em representação dos clubes e sociedades desportivas participantes nas competições nacionais em diversas regiões do país, bem como representantes dos jogadores, juízes e treinadores, garantindo a participação dos vários agentes da modalidade na Assembleia Geral da FPB.

A lista pode ser consultada em anexo ou no separador FPB Eleições, onde podes consultar toda a informação relativa ao processo eleitoral.

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Emília Ferreira lidera cinco ideal da 11ª jornada

Terminada a 11ª jornada da Liga Betclic Feminina, é tempo de fazer contas e ver quem são as líderes desta ronda. Em destaque e como MVP temos Emília Ferreira do Sporting Clube de Portugal. A poste fez 13 pontos, 14 ressaltos e 4 assistências, que resultaram em 32 pontos de valorização.

Junta-se ao quinteto, Gabriela Raimundo (Esgueira Aveiro ECOVALOR), Micaela Kelly (Imortal LUSIADAGÁS), Schekinah Bimpa (Sanjoanense HELIOTEXTIL) e Maria Marinho (SC Coimbrões SANCHO PANZA).

 

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Ricardo Monteiro foi o MVP da 14ª jornada

A jornada 14 da Liga Betclic Masculina, teve como grande destaque Ricardo Monteiro, do SC Braga, que brilhou com 22 pontos e 17 ressaltos, resultando em 37 pontos de valorização e conquistando o título de MVP.

A completar o Cinco Ideal estão Jay Heath (Ovarense GAVEX), Julius Dixon (Queluz O NOSSO PREGO), Aaron Broussard (SL Benfica) e Keonte Kennedy (Imortal LUZIGÁS).

 

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Resultados provisórios da eleição dos delegados à Assembleia Geral da FPB

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. Ernesto Ferreira da Silva, divulgou este sábado (21 de fevereiro) os resultados provisórios da eleição dos delegados à Assembleia Geral da FPB, no âmbito do processo eleitoral para o quadriénio 2026-2030, de acordo com as atas eleitorais recebidas na FPB, de cada uma das mesas de voto.

À FPB, Dr. Ernesto Ferreira da Silva deixa votos de apreço “pela forma cívica e participativa como decorreram as votações nas 21 Associações Regionais”, agradecendo a todos quantos organizaram as eleições e participaram nas mesas de voto pelo trabalho realizado.

“Tais agradecimentos são extensivos ao pessoal da FPB pelo empenho posto no acompanhamento do ato eleitoral ao longo de todo o dia. Tratou-se do processo eleitoral mais concorrido de sempre, em termos de candidatos e de eleitores, razão pela qual a família do Basquetebol está de parabéns.”

Os resultados definitivos serão publicados após a conferência, na FPB, prevista no n.º2 ao artigo 19.º do Regulamento Eleitoral da FPB.

Nos casos em que se verifica um empate na votação, aplica-se o n.º2 do artigo 31.º do mesmo regulamento.

A lista provisória pode ser consultada em anexo ou no separador FPB Eleições, onde podes consultar toda a informação relativa ao processo eleitoral.

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Os portugueses que continuam a deixar a sua marca além fronteiras

Já são muitas as exibições de luxo dos nossos portugueses além-fronteiras. No setor masculino, Rafael Lisboa, Diogo Brito e Sasa Borovnjak estiveram em destaque. No feminino, brilharam Inês Ramos, Josephine Filipe, Sara Guerreiro e Filipa Barros.

O base do Ourense, Rafael Lisboa, voltou a assumir papel de relevo na sua equipa, apesar da difícil derrota frente ao Cartagena, por 80-81. O internacional português assinou uma excelente exibição, com 20 pontos, três assistências e três ressaltos, mantendo-se como uma das principais figuras da formação espanhola.

 

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Também Sasa Borovnjak esteve em evidência, ainda que não tenha conseguido evitar o desaire frente ao Dínamo B. O poste somou 17 pontos, uma assistência e seis ressaltos, confirmando o bom momento que atravessa ao serviço da equipa romena.

Diogo Brito continua a contribuir para a excelente fase da sua equipa, que segue sólida na segunda posição da primeira liga espanhola. Na vitória frente ao Menorca (100-86), o português registou 10 pontos, uma assistência e seis ressaltos, ajudando a consolidar o bom momento coletivo.

No setor feminino, a equipa da região da Estremadura continua a contar com uma dupla portuguesa de grande qualidade: Inês Ramos e Josephine Filipe. Na última partida, ambas tiveram papel determinante. Inês somou 11 pontos e cinco ressaltos, enquanto Josephine contribuiu com 13 pontos e dois ressaltos. Recorde-se que Raquel Laneiro também integra a equipa espanhola, encontrando-se, atualmente lesionada.

Na Alemanha, Sara Guerreiro voltou a ser peça-chave na equipa orientada por José Araújo. A base portuguesa registou 23 pontos e três assistências, alcançando 19 pontos de valorização e sendo a segunda jogadora mais influente na vitória frente ao Freiburg, por 89-74. Também Ana Raimundo deixou a sua marca, com dois pontos, quatro assistências e um ressalto. A equipa ocupa atualmente o quarto lugar da liga alemã.

Jogo após jogo, o nome de Filipa Barros continua a destacar-se ao serviço da sua universidade. A portuguesa somou duas importantes vitórias, primeiro frente às Abilene Christian Wildcats por 74-71, encontro em que registou 12 pontos, 3 assistências e 5 ressaltos, e depois diante das California Baptist Lancers, por 85-70, contribuindo com 7 pontos, 6 assistências e 10 ressaltos, confirmando o seu impacto decisivo e consistência jogo após jogo.

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Estatísticas individuais dos atletas portugueses:

Travante Williams (Le Mans, LNB – França)

8pts, 8res (24min) na derrota frente ao Galatasaray (81-94) – Champions League

9pts, 5ast, 7res (24min) na vitória frente ao Dijon (92-86)

Rafael Lisboa (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)

20pts, 3ast, 3res (34min) na derrota frente ao Cartagena (80-81)

Diogo Seixas (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)

2ast, 1res (8min) na derrota frente ao Cartagena (80-81)

Diogo Brito (Monbus Obradoiro, Primeira FEB – Espanha)

10pts, 1ast, 4res (21min) na vitória frente ao Menorca (100-86)

Anthony da Silva (Evreux, Elite 2 – França)

7pts, 5ast, 3res (25min) na derrota frente ao St. Chamond (68-95)

Nuno Sá (Palma BM, Primeira FEB – Espanha)

2pts, 3res (21min) na derrota frente ao Palencia (69-85)

Sasa Borovnjak (Timisoara – Roménia)

17pts, 1ast, 6res (24min) na derrota frente ao Dínamo B. (74-86)

Francisco Amiel (Albacete – Espanha)

3pts, 1ast, 1res (15min) na derrota frente ao Sant Antoni (96-91)

Sara Guerreiro (Marburg – Alemanha)

23pts, 3ast (26min) na vitória frente ao Freiburg (89-74)

Ana Raimundo (Marburg – Alemanha)

2pts, 4ast, 1res (13min) na vitória frente ao Freiburg (89-74)

Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote, – Espanha)

8pts, 2ast, 5res (23min) na derrota frente ao Segle XXI (54-67)

Inês Ramos (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)

11pts, 5res (29min) na derrota frente ao Celta Zorka (50-66)

Josephine Filipe (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)

13pts, 2res (20min) na derrota frente ao Celta Zorka (50-66)

Eva Carregosa (Zamora, LF Challenge – Espanha)

11pts, 4res (29min) na derrota frente ao Adareva (53-64)

Tess Santos (Wasserburg, 2ª Bundesliga – Alemanha)

11pts, 3ast, 11res (30min) na vitória frente ao Leimen (86-38)

Inês Vieira (Domusa Tekink ISB, LF Challenge – Espanha)

6pts, 3ast, 2res (23min) na derrota frente ao Sevilla (62-67)

Lavínia Silva (Oaklands Wolves – Reino Unido)

2pts, 5ast, 6res (25min) na vitória frente ao Manchester Basketball (73-71)

Sofia da Silva (M.Karmiel – Israel)

6pts, 1ast, 5res (28min) na derrota frente ao M.Haifa (68-69)

Filipa Barros (CBU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)

12pts, 3ast, 5res (29min) na vitória frente ao Abilene Christian (74-71)

7pts, 6ast, 10res (34min) na vitória frente ao California Baptist (85-70)

Clara Silva (TCU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)

2pts, 2ast, 5res (12min) na derrota frente ao Colorado (79-80)

2pts, 1ast, 8res (26min) na vitória frente ao Baylor (83-67)

Rúben Prey (St. Johns – Estados Unidos da América) 

2pts, 2res (5min) na vitória frente ao Xavier (87-82)

*Apenas se faz o acompanhamento de atletas com internacionalizações e que tenham as estatísticas disponíveis.

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Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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