Artigos da Federaçãooo

Inês Viana: “As lesões ensinam-nos a aproveitar cada treino como se fosse o último”

Foi em fevereiro de 2021, numa partida a contar para a FIBA Europe Cup Women, que Inês Viana sofreu uma lesão grave no joelho esquerdo. Após semanas de alguma incerteza, confirmou-se o pior cenário: rotura do ligamento cruzado, a segunda da sua carreira.

“No momento em que me magoei estava lá a equipa médica e antes de me tocarem eu disse logo que já sabia o que tinha acontecido, foi exatamente igual à minha primeira lesão”, recorda.

Operada a 4 de março, a internacional portuguesa enfrentou um difícil período de recuperação, atenuado, ainda que ligeiramente, pelo voto de confiança do clube que lhe renovou o contrato e lhe permitiu realizar tratamento em Portugal.

A base de 26 relembra: “Entre a lesão e a renovação estava um pouco na incerteza, surgem os pensamentos de que não há nada a fazer, mas quando me renovaram o contrato foi uma explosão de motivação”.

Já de olhos postos no futuro, Inês Viana admite que os receios não desapareceram, mas que a lesão e levou a encarar o seu dia a dia de outra forma: “Quero aproveitar o dia a dia e encarar cada jogo como uma final porque só assim tiro proveito daquilo que gosto de fazer que é jogar”, conclui.

Filipa Bernardeco, fisioterapeuta que acompanhou a atleta lusa durante todo o processo de recuperação, e César Rodrigues, que a auxiliou dentro de campo, abordam a forma como Viana encarou a recuperação do ponto de vista psicológico e o que se pode esperar no seu regresso.


Neemias em destaque na vitória dos Stockton Kings

De regresso aos Stockton Kings, Neemias Queta esteve em evidência na vitória por 103-80 sobre os Birmingham Squadron no jogo de estreia da equipa na fase regular da G League, a liga de desenvolvimento da NBA.

Em 29 minutos de utilização, Queta apontou 21 pontos, 12 ressaltos, um desarme de lançamento – máximos de equipa – e ainda uma assistência no triunfo.  O poste de 22 anos tem sido uma das figuras da formação de Stockton e já estivera em evidência na Showcase Cup, troféu que abriu a época.

Neemias volta a entrar em campo na madrugada de quinta para sexta-feira, pelas 03h00, para defrontar novamente os Birmingham Squadron, que contam com a antiga internacional lusa, Mery Andrade, como treinadora-adjunta.


Benfica e Sporting abrem série de dérbis esta quarta-feira

SL Benfica e Sporting CP defrontam-se esta quarta-feira (19h, transmissão na RTP2 e FPBtv), num jogo em atraso que encerra a quinta jornada da Liga Betclic Masculina. Esta quarta-feira contempla ainda um UD Oliveirense vs. Ovarense Gavex, agendado para as 21 horas, num outro duelo com tradição no basquetebol nacional.

Makram Ben Romdhane e Micah Downs, peças importantes de “águias” e “leões”, respetivamente, fizeram a antevisão daquele que será o primeiro de quatro dérbis lisboetas nos próximos tempos.

Nos “encarnados”, Ben Romdhane dá a receita para o sucesso neste embate apetecido: “O Sporting é uma das melhores equipas do campeonato, joga com muita intensidade na defesa. Todos os seus jogadores têm capacidade para contra-atacar. Teremos de estar focados no nosso jogo e de controlar as operações, o Sporting vai ter de jogar ao nosso ritmo. Somos a equipa com segundo melhor ataque e a segunda melhor defesa da Liga. Sabemos como ganhar jogos. Precisamos de controlar o Sporting, de o deixar desconfortável. Caso não entremos focados, vamos cometer muitos turnovers e facilitar-lhe o jogo, deixando que pontue facilmente em contra-ataque. Temos que ser mais agressivos do que o Sporting”, afirma.

O extremo-poste de 32 anos destaca a exigência da temporada das “águias”: “Tivemos vários lesões até agora, muitos jogos em pouco tempo, falta tempo para corrigir aspetos defensivos e ofensivos, para corrigir os nossos erros. Não temos super heróis, mas temos bons jogadores e boa química entre nós. As estatísticas não mentem, somos os líderes nas assistências, gostamos de jogar uns com os outros”, salienta.

Depois de passagens por várias ligas, Ben Romdhane aborda o caráter deste dérbi: “Sem dúvida de que este jogo é especial. Um dérbi é sempre um dérbi. Já joguei muitos dérbis em vários países. Espero que seja uma boa partida. Pode ser um dos melhores jogos desta temporada, até agora. Muita gente gosta um Benfica vs. Sporting. Vamos tentar estar focados, ganhar este primeiro de quatro dérbis. É especial para mim porque é o meu primeiro dérbi aqui. Vamos tentar dar o nosso melhor. Prefiro preparar este jogo como se fosse um embate normal, ser um dérbi não está na minha cabeça, é necessário foco a 200%. O Benfica e o Sporting jogam bem, por isso todos podem deixar uma boa imagem do basquetebol português”, refere.

O internacional tunisino chegou à Luz com credenciais, depois de ser o melhor jogador do campeonato africano de seleções. Ben Romdhane revela que já conhecia bem o Benfica: “Honestamente, ter sido o MVP do AfroBasket foi como um sonho para mim. Antes de assinar pelo Benfica, sabia que se tratava de uma grande equipa, com muita história, um grande clube em Portugal. Sempre quis jogar no Benfica porque já tinha estado em Lisboa muitas vezes, conhecia bem a cidade e tinha uma boa imagem do clube. Quando vim para cá pude perceber o que significa o Benfica. Faz tudo para ajudar os jogadores a resolver os seus problemas e para que a equipa se mantenha em forma. Já sabia que o Benfica tinha muita história nas modalidades. Vim para ajudar, não sou uma estrela. Não vim para ser o herói, mas sim para que todos os jogadores se sintam melhor. Estou muito feliz por fazer parte desta família. Vamos continuar a lutar pelo título”, garante.

Do lado leonino, Micah Downs aponta as principais qualidades do eterno rival: “O Benfica tem excelentes jogadores, com destaque para a sua capacidade nos lançamentos de três pontos”, diz.

O extremo norte-americano tem identificadas as chaves para um triunfo “verde e branco: “Precisamos de controlar as transições do Benfica e de condicionar, desde cedo, os seus lançadores”, analisa.

Downs assume que este duelo é diferente: “Esta semana é, definitivamente, especial para o Sporting e para o campeonato. A rivalidade entre Sporting e Benfica é muito grande!”, enfatiza.

Em termos pessoais, o atleta de 35 anos não deixa passar ao lado o facto de já ter alinhado no Benfica: “Este jogo também é especial para mim, porque já estive dos dois lados. É sempre entusiasmante defrontar a anterior equipa”, responde.


Vitória SC conquista segundo triunfo seguido

No penúltimo jogo da 14.ª jornada da Liga Betclic Masculina, o Vitória SC somou o segundo triunfo seguido ao bater o Lusitânia Expert por 75-73.

A partida esteve em aberto até final e teve a formação insular durante largo tempo na frente, com o seu avanço a chegar a ser de 13 pontos (41-54), 6:30 do término do terceiro quarto.

Mas os “conquistadores” recuperaram terreno e, nos 13 derradeiros segundos, deram a volta à questão graças a um parcial de 5-0.

A turma da cidade-berço alcançou 12 roubos de bola contra 7 do adversário e contou com as prestações de Eric Coleman (16pts, 10res, 2ast, 2rb, 1dl), Danjel Purifoy (15pts, 5res, 5ast, 2rb), “Litos” Cardoso (14pts, 1res, 2rb) e Malcolm Drumwright (12pts, 2res, 3ast, 3rb).

Por seu turno, no Lusitânia, que foi mais eficaz da linha de dois pontos (19/42-19/33), sobressaíram um muito inspirado Julien Ducree (22pts, 20res, 3rb, 2dl), Alexander Thompson (14pts, 2res, 1rb), Devon Goodman (13pts, 3res, 8ast, 2rb) e Francisco Amiel (11ast).


Oliveirense e Benfica em confronto direto este domingo

Na primeira janela de 2022 da Liga Betclic Masculina, a UD Oliveirense recebe o SL Benfica este domingo (18h), num encontro que tem transmissão na FPBtv e RTP2.

Pedro Catarino e José Barbosa, bases da formação de Oliveira de Azeméis e das “águias”, respetivamente, deram a sua opinião sobre um duelo com história no basquetebol português.

Na Oliveirense, Pedro Catarino mostra-se consciente do poderio benfiquista: “Não dá para escolher um ou dois pontos fortes. O Benfica é uma verdadeira equipa, bem orientada, que usualmente tem os jogos bem preparados, e é recheado de jogadores que são capazes de fazer a diferença”, analisa.

O conjunto nortenho vem de uma derrota no campeonato, e o internacional português de 31 anos refere alguns dos aspetos a melhorar: “Relativamente ao jogo frente ao Póvoa, temos que melhorar em muitos aspetos, mas sobretudo melhorar o rácio entre os turnovers e as assistências. Fizemos o dobro dos turnovers em relação às assistências, o não pode acontecer contra qualquer equipa, muito menos diante do Benfica. Para bater o Benfica penso que é necessário muita solidariedade e fisicalidade defensivas, e no ataque sermos coletivos para que controlemos as perdas de bola. A verdade é que a Oliveirense já teve imensos contratempos que causaram quebras significativas no processo de trabalho. No entanto, acho que para sermos mais regulares temos de estar mais concentrados e também ser mais inteligentes a explorar as nossas vantagens e os pontos fracos dos adversários”, afirma.

Para Pedro Catarino, é importante ter uma Oliveirense em pleno na fase crucial da temporada: “A Oliveirense joga sempre para ganhar, mas não temos tido a regularidade desejada. Portanto, o principal objetivo é crescer para que nas fases decisivas estejamos na nossa melhor forma, competindo com qualquer equipa”, aponta.

Regressado há pouco tempo de uma lesão, e na sua época de estreia em Oliveira de Azeméis, Pedro Catarino dirige vários elogios ao clube: “Pessoalmente, apesar de não estar ao meu melhor nível e a equipa também não estar com a regularidade pretendida, tenho gostado bastante da experiência. É um clube com muita mística, ambição, excelentes adeptos e que respira basquetebol. Todos estes fatores só me dão mais vontade de dar a volta por cima e de melhorar individualmente de forma a ajudar a equipa a ser cada vez mais competitiva”, garante.

Por seu turno, no Benfica, José Barbosa traça o perfil do adversário: “A Oliveirense tem um plantel muito completo, com vários jogadores que conhecem bem a nossa Liga, um núcleo de atletas portugueses muito coeso e jogadores estrangeiros de bom nível. Percebe bem o jogo, tem excelentes atiradores e a jogar em casa está sempre em “superioridade numérica”, daí ser uma das melhores equipas do campeonato, apesar dos resultados e da classificação não refletirem isso”, avisa.

Os “encarnados” não atuaram a meio da semana, mas para o jogador de 31 anos esse facto não terá influência no duelo deste domingo: “Da mesma forma que responderia negativamente caso a pergunta fosse sobre um hipotético jogo a meio da semana para as competições europeias, também respondo agora de forma negativa ao cenário oposto. A preparação a cada jogo é planeada com antecedência e adaptada à quantidade de dias que o temos para fazer. Não ter jogado contra o Imortal apenas nos deu algum tempo extra para preparar o próximo jogo, nada mais nem nada menos”, responde.

O Benfica apresenta apenas uma derrota, até agora, na competição, e Barbosa salientar a margem de progressão que ainda existe: “A equipa continua em evolução, o processo é longo, mas as perspetivas são muito boas. Temos treinado diariamente, exigindo sempre mais e tentando elevar a qualidade da equipa. Existem sempre coisas a melhorar dos jogos anteriores, mas nada muito específico, faz parte do crescimento. Fazendo um balanço do que temos feito no campeonato, só posso dizer que foi positivo. Quer pelos resultados, porque mesmo com uma derrota contra um rival direto que nos custou bastante, vencemos todos os outros jogos e continuamos na luta pelo primeiro lugar da fase regular; quer pela evolução da equipa que, com altos e baixos como seria de esperar, nunca se deixou abalar e continua no caminho que planeámos no início da época”, destaca.

Depois de cinco temporadas na Oliveirense, o base regressa agora a casa que muito bem conhece, algo que não lhe passa ao lado: “Estaria a mentir se mostrasse indiferença e dissesse que não há um lado emocional especial neste regresso, mas vou tentar ser o mais profissional possível, com o máximo respeito pelos adeptos e ex-companheiros de equipa, mas sempre jogando para vencer”, vinca.

 

Nota: Foto de Pedro Catarino retirada do Facebook oficial da Oliveirense Basquetebol


“O Beira-Mar é uma marca desportiva fortíssima”

O Sport Clube Beira-Mar completa 100 anos este sábado, na abertura de 2022. Para simbolizar esta data tão especial para o histórico emblema de Aveiro falámos com Francisco Dias, coordenador do basquetebol da entidade.

Francisco Dias traça o atual panorama da modalidade no clube, e há razões para sorrir: “Temos vindo a crescer, época após época. O basquetebol do Beira-Mar hoje é o resultado de um trabalho contínuo que vai para a sua 13.ª época, ainda por cima coincidente com a pior fase da história do clube. Nestes 13 últimos anos perdemos a nossa casa, que tinha um papel vital na nossa identidade eclética, e passámos de um clube que disputava a 1.ª Liga de futebol profissional para um clube que passou a disputar os campeonatos distritais. Esta crise permitiu, no entanto, que o clube se voltasse a focar na sua matriz social, em particular no trabalho de formação que todas as modalidades fazem diariamente e que, no caso do basquetebol, é atualmente a nossa bandeira. O desinvestimento que a modalidade sofreu no seio do clube no final dos anos 90 e início da década de 2000 fez com que o basquetebol praticamente desaparecesse. Conseguimos, a partir do minibasquete, revitalizar a nossa formação, num primeiro momento nos escalões masculinos e, mais recentemente, nos escalões femininos. Conseguimos esta época, pela primeira vez na nossa história, ter todos os escalões de formação masculinos e femininos e vamos, seguramente, bater o nosso record histórico de atletas. O desafio passa por conseguir continuar a crescer sem comprometer a qualidade do trabalho que é feito na nossa formação. Esse é um ponto de honra de que não iremos abdicar”. garante.

O dirigente mostra-se focado no despontar de jovens valores: “Ultrapassámos, este ano, as 170 inscrições e acreditamos que até ao final da época iremos chegar perto dos 190 atletas. Temos todos os escalões federados masculinos e femininos a competir desde o minibasquete, passando por duas equipas seniores masculinas que atualmente disputam os Campeonatos Nacionais da 1.ª e 2.ª Divisões, até à equipa master masculina. A única exceção é a ausência do escalão sénior feminino. A verdade é que, com os espaços de treino que hoje temos disponíveis, dificilmente conseguiremos ir mais além do quadro competitivo que temos hoje. Importa também dizer que, mais do que a quantidade, interessa-nos essencialmente a qualidade do trabalho que fazemos. De nada nos interessa dizermos que temos muitos atletas se depois não conseguimos formar um único atleta que consiga singrar nos melhores campeonatos nacionais. Temos conseguido, nos últimos anos, lançar vários jogadores jovens de qualidade e acreditamos que, em breve, teremos mais jogadores formados no clube a chegar às seleções nacionais”, afirma.

E como tem vivido o basquetebol do Beira-Mar em tempos pandémicos?: “Temos a felicidade de ter um grupo de treinadores e uma coordenação técnica que, desde o primeiro dia, souberam ser suficientemente criativos para nunca deixar de treinar, mesmo quando a maior parte dos atletas se encontrava em confinamento. É um princípio básico que queremos que faça parte da nossa cultura: treinamos sempre, independentemente das condições. Seria muito fácil, para um clube que passou o que o nosso passou na última década, termos desistido. A verdade é que temos conseguido dos melhores resultados na nossa história com as condições mais precárias de sempre no clube e isso diz muito sobe aquilo em que acreditamos: no treino. Nesse aspeto sempre dissemos, meio em tom de brincadeira meio a sério, que éramos o clube melhor preparado para trabalhar em pandemia na medida em que a gestão do imprevisto é algo que faz parte do nosso dia a dia nos últimos 10 anos. Os resultados estão à vista ao conseguimos bater o nosso record de sempre de atletas nesta época mesmo com todas as restrições à atividade que os clubes têm passado”, elogia Francisco Dias.

O coordenador enaltece a história do clube auri-negro e deixa agradecimentos: “Encaro esta tarefa com o orgulho e a responsabilidade de poder contribuir para o meu clube de sempre. Acho que todos sentimos que os nossos clubes são especiais e eu não fujo à exceção, ainda para mais no momento em que o clube cumpre 100 anos de vida. A verdade é que o Beira-Mar é uma marca desportiva fortíssima, fruto das conquistas desportivas ao longo da sua história. Sentimos isso onde quer que vamos. Desempenhar esta função nunca foi uma ambição pessoal, mas senti, a determinada altura, que era uma responsabilidade que tinha que assumir. Enquanto continuar a sentir que sou útil ao clube e que as pessoas que estão comigo continuam motivadas a trabalhar, não as deixarei sozinhas. Preciso, neste aspeto, de fazer três referências que são da mais inteira justiça. A primeira ao Hugo Reis, que foi a pessoa que arrancou com este projeto há 13 anos e que tive o prazer de acompanhar e de dar seguimento. A segunda ao Rui Pedro Nazário, que é o nosso motor e mentor desportivo e que sem ele nada do que fizemos até aqui teria sido possível. A terceira, ao nosso diretor Francisco Matos, que é alguém que pela sua paixão e dedicação ao clube é uma inspiração para mim e para todos os que colaboram com a secção de basquetebol do Beira-Mar”, refere.

Por último, Francisco Dias elenca os principais objetivos para o futuro: “Todos os anos lançamos projetos novos. Uns são bem-sucedidos, outros nem tanto, mas é um ADN que nos é inato. Queremos, em primeiro lugar, continuar a melhorar o nosso projeto desportivo. Acreditamos no nosso conceito de formação 360º, onde intervimos nas diversas áreas de formação de um atleta, desde o treino técnico individual e coletivo, passando pela preparação física, mental ou pelo acompanhamento nutricional dos atletas. Gostaríamos de conseguir fazer mais e só não o fazemos por manifesta incapacidade de recursos humanos e financeiros, mas sinto que todos os anos temos melhorado a nossa oferta formativa aos nossos atletas. Do ponto de vista do nosso quadro competitivo, queremos avançar para a criação de uma equipa sénior feminina no prazo de dois ou três anos. Será uma consequência natural do crescimento dos escalões de formação femininos no clube. Por fim, no que toca à nossa equipa sénior masculina, ambicionamos dentro de pouco tempo em colocar a equipa noutro patamar competitivo. Não tenho dúvidas que se trata apenas de uma questão de tempo para que o Beira-Mar, mais cedo ou mais tarde, volte a disputar os principais campeonatos do basquetebol nacional”, assegura.

 

Nota: Foto retirada do Facebook oficial do Beira-Mar Basquetebol


All-Star Game na André de Resende

O GDR André Resende tem inovado no basquetebol junto das crianças de Évora. Desta feita, o clube levou os seus atletas a todas as escolas do 1.º ciclo, para depois se alcançar o auge ao simular-se um jogo NBA All Star, no passado dia 17 de dezembro. Uma noite que todos os convidados jamais esquecerão: concurso de triplos, afundanços, luzes, fumos, música, mascote Tiry, da FPB.

O presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, entrou no espírito e foi o primeiro triplista, sendo o prémio distribuído pelas crianças, com uma bola a cada.


Póvoa carimba quarta vitória consecutiva

No último jogo de 2021 da Liga Betclic Masculina, o CD Póvoa superou a UD Oliveirense por 76-70, naquele que foi o quarto triunfo consecutivo do emblema poveiro e o seu primeiro em casa.

Os anfitriões lideraram o marcador durante grande parte do encontro, com o parcial de 25-14 no primeiro quarto a ser o mote para a vitória. Contudo, o conjunto de Oliveira de Azeméis ainda chegou a estar na frente, sensivelmente a meio do terceiro quarto, mas depressa o Póvoa voltou a reassumir o comando, não mais o perdendo.

O Póvoa registou 10 triplos contra 6 do adversário, obteve 8 desarmes de lançamento, e a Oliveirense nenhum, e teve como maiores protagonistas Nakye Sanders (21pts, 10res, 3ast, 2rb, 1dl), Diego Kapelan (20pts, 2res, 1dl), Delaney Blaylock (16pts, 1res, 2ast, 1dl) e João Embaló (10res).

Por seu turno, na Oliveirense, que obteve mais ressaltos (44-49), destacaram-se Shaun Willett (17pts, 15res) e Derrick Colter (11pts, 4res, 5ast, 1rb).


Liga Betclic Feminina regressa em 2022

A Liga Betclic Feminina vai regressar apenas em 2022, depois do adiamento das três partidas que estavam agendadas para esta quarta-feira.

Devido à COVID-19, os duelos Esgueira Aveiro OLI vs. Vitória SC, SL Benfica vs. Quinta dos Lombos e Sportiva AzorisHotels vs. Guifões SC ficam a aguardar por novas datas.


“Dragão” leva a melhor no clássico

O FC Porto ultrapassou o Sporting CP por 66-59, num clássico relativo à 13.ª jornada da Liga Betclic Masculina que decorreu esta terça-feira. As duas derrotas dos “leões” verificadas até agora, na competição, foram aplicadas pelo rival “azul e branco”. Já o Vitória SC quebrou o jejum de triunfos no campeonato ao ganhar no reduto do Illiabum Clube, sendo que o anterior triunfo tinha sido obtido, precisamente, diante deste opositor. Por seu turno, o SL Benfica vs. Imortal LUZiGÁS não se realizou.

A partida entre FC Porto e Sporting foi equilibrada, com a fase de maior inspiração a dar-se no primeiro quarto (22-21 para os “azuis e brancos”), para depois a eficácia começar a baixar. Num encontro em que nenhuma das equipas chegoua a dispor de uma vantagem acima da dezena de pontos, os “dragões” entraram no derradeiro quarto com um avanço de dois pontos (52-50) e não mais estiveram em situação de desvantagem. O FC Porto mostrou superioridade no tiro exterior (11 triplos contra 4 do adversário) e na luta das tabelas (47-40 em ressaltos), e teve como principais figuras Brad Tinsley (14pts, 1res, 4ast), Rashard Odomes (11pts, 9res, 2ast) e Miguel Queiroz (15res). Por seu turno, do lado leonino, realce para Travante Williams (17pts, 5res, 6ast) e Joshua Patton (16pts, 6res, 1ast, 2rb).

Em Ílhavo, o Vitória SC bateu o Iliabum por 89-76. Os “conquistadores” estiveram quase sempre na dianteira do resultado, num jogo em que registaram maior acerto da linha de lance livre (12/23-26/28). No capítulo individual, destaque na turma minhota para o recém-chegado Danjel Purifoy (25pts, 9res, 1ast, 1rb, 2dl), Brandon Austin (13pts, 4res, 1rb), Malcolm Drumwright (13pts, 2res, 3ast, 1rb), Eric Coleman (12pts, 6res, 1dl), André Bessa (10pts, 3res) e Matthew McCarthy (10res), enquanto no Illiabum, que averbou a terceira derrota consecutiva, sobressaíram Lamar Morgan (18pts, 3res, 2ast), Pedro Pinto (14pts, 1res, 4ast), Jaylen Key (13pts, 14res, 1ast, 1rb) e CJ Dunston (11pts, 6res, 3ast, 2rb, 1dl).


Clássico entre FC Porto e Sporting abrilhanta final de ano

A Liga Betclic Masculina reserva-nos um clássico entre Sporting CP e FC Porto, esta terça-feira (19h), que tem transmissão na RTP2 e FPBtv.

João Torrie e João Fernandes, jogadores que representam “dragões” e “leões”, respetivamente, anteciparam um grande duelo que opõe os finalistas da última edição da Liga.

Do lado “azul e branco”, João Torrie examina o rival de Alvalade: “O Sporting tem sido uma equipa que gosta de aproveitar transições rápidas e de forçar o adversário a erros na construção de jogo. Também me parece ser uma equipa versátil defensivamente. Para repetirmos a receita da vitória na 1.ª volta, diria que teremos de “estar no jogo” durante os 40 minutos. No Pavilhão João Rocha, o Sporting conseguiu fugir no marcador com uma percentagem acima da média nos três pontos. Mesmo assim, nunca baixámos os braços e acabámos por dar a volta à partida”, recorda.

O poste do FC Porto destaca o equilíbrio entre os dois clubes: “Nos últimos seis jogos entre as duas equipas, foram três vitórias para cada. Acredito que teríamos favoritismo se houvesse a possibilidade de encher o Dragão Arena”, afirma.

A turma da Invicta já bateu Sporting e SL Benfica neste campeonato, mas Torrie relembra que há mais jogos: “O FC Porto, para ser campeão, tem de vencer todos. Não se trata de bater o Benfica ou o Sporting. Qualquer equipa que queira ser campeã nacional entra em todos os jogos para vencer, seja qual for o adversário”, refere.

O atleta de 30 anos enaltece a união do grupo de trabalho: “Desde aqueles que jogam aos que ficam na bancada, no FC Porto somos uma família. O compromisso desta equipa é continuar a envergar este emblema com entrega total”, vinca.

No Sporting, João Fernandes alerta para os perigos do adversário: “O FC Porto é uma equipa que joga muito bem no coletivo, com jogadores que têm muita técnica individual, e conta com muito bons lançadores. No aspeto defensivo não estivemos ao nosso melhor nível no embate da 1.ª volta, algo que temos vindo a melhorar de jogo para jogo”, garante.

Os “leões” surgem com apenas uma derrota na competição e o poste “verde e branco” explica da seguinte forma: “Os jogos europeus têm-nos dado mais ritmo, têm-nos feito crescer como equipa. E acho que estamos na nossa melhor forma, mas com o objetivo de continuarmos a crescer”, acrescenta.

João Fernandes aborda a fase complicada que aí vem para o Sporting, com duelos a revestirem-se de importância para a Liga e FIBA Europe Cup: “Sabemos que vai ser uma fase de jogos importantes, mas estamos a pensar jogo após jogo de forma a alcançar os objetivos que temos traçados”, diz.

Quando convidado a fazer um balanço destes meses de campeonato, João Fernandes mostra-se satisfeito: “Faço um balanço muito positivo, uma vez que só temos uma derrota. Encaramos todos os jogos com o máximo respeito pelo adversário e sempre com o objetivo de ganhar”, finaliza.


Fim de semana de muito basquetebol em Santarém

Nos passados dias 18 e 19 de dezembro, Santarém foi palco de um convívio de Natal do minibasquete e de competição relativa aos escalões de sub13, sub15, sub17 e sub19 da Associação escalabitana.

A FPBtv esteve presente e captou as melhores imagens de um ponto alto regional que contou com o Blitz, mascote da FPB.

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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