Artigos da Federaçãooo
Servigest Burgos falha busca da segunda vitória
O Servigest Burgos, de Helder da Silva e Luís Domingos, não conteve o poderio do CD Ilunion (87-69) e do Bidaideak Bilbao (94-65), enquanto na recepção ao BSR Valladolid cedeu nova derrota por 61-75. Segue-se uma jornada dupla, no próximo fim-de-semana, ante o Fundación FDI Las Rozas e o BSR Amiab Albacete.
División de Honor (principal escalão) – Espanha
CD Ilunion 87 Servigest Burgos 69
Parciais: 21-11 / 20-15 / 18-21 / 28-22
Bidaideak Bilbao 94 Servigest Burgos 65
Parciais: 21-14 / 32-23 / 17-15 / 24-13
Servigest Burgos 61 BSR Valladolid 75
Parciais: 12-18 / 8-25 / 23-14 / 18-18
Se na jornada anterior o Servigest Burgos “bateu o pé” ao líder invicto CP Mideba, apesar da derrota (67-72), desta feita os pupilos de Rodrigo Escudero assinaram desempenhos defensivos sofríveis, que goraram qualquer possibilidade de discussão. O primeiro de seis encontros em dezasseis dias opôs a equipa de Castela e Leão ao CD Ilunion, último campeão, ancorado nas prestações superlativas de cinco jogadores acima dos 10 pontos: Jake Williams – 2.5 – (12 pts, 4 as, 4 res, 2 rb), Pablo Zarzuela – 3.0 – (17 pts, 5 as, 5 res), Bill Latham – 4.0 – (19 pts, 8 as, 11 res, 2 rb), Amadou Diallo – 3.0 – (17 pts, 2 as, 6 res, 2 rb) e Terry Bywater – 4.5 – (16 pts, 6 as, 4 res). Por seu turno, nos recém-promovidos, nem a exibição de gala do polaco Mateusz Filipski – 4.0 – (37 pts, 3 as, 3 res, 2 rb) permitiu equilibrar a contenda. Luís Domingos (2.5) e Helder da Silva (2.0) não foram apostas.
No dia seguinte, em casa do Bidaideak Bilbao BSR, um candidato ao título, outra debacle na manobra defensiva deitou a perder as aspirações do Servigest Burgos, que, só no 2º período, encaixou 32 pontos. Nos anfitriões, destacaram-se os internacionais espanhóis Asier Garcia (25 pts, 13 as, 12 res), Manu Lorenzo – 3.0 (11 pts, 3 res, 1 rb) e David Mouriz -2.5 – (13 pts, 1 as, 1 res), bem como o colombiano Jhon Hernández -3.5 – (15 pts, 1 as, 4 res) e o mexicano Luis Eduardo Jasso – 4.0 – (17 pts, 5 res). Na formação visitante, os desempenhos acima da média de Mateusz Filipski – 4.0 – (29 pts, 3 as, 8 res, 2 rb) e do britânico Lee Fryer – 4.0 – (12 pts) revelaram-se insuficientes para contrariar a multiplicidade de soluções dos bascos. Nos 18:57 minutos em campo, o internacional A e sub22 Luís Domingos (2.5) demonstrou não ser um acaso a sua contratação e capitalizou a oportunidade com competência, nos bloqueios para libertar os companheiros de pontuação superior, a que juntou 3 pontos (1/1 2 pts e 1/2 LL). Helder da Silva (2.0) ficou no banco.
Por último, em casa, frente ao BSR Valladolid, Burgos surpreendeu pela negativa, dado que este era o embate previsivelmente mais equilibrado. Contudo, ao intervalo, o marcador já conferia uma vantagem muito significativa para o rival de província – 20 – 43. Mateusz Filipski (4.0) voltou a arrogar-se o estatuto de principal arma (25 pts – 5/7 de 3 pts -, 9 as, 8 res, 3 rb), bem secundado pelo compatriota Andrej Macek – 1.5 – (13 pts, 1 as, 3 res, 1 rb). Luís Domingos (2.5) disputou 7 minutos, enquanto o capitão Helder da Silva (2.0) não foi a jogo. Na turma vencedora, morava um inspirado Omid Hadiazhar – 4.0 -, iraniano do cinco ideal do último mundial, que registou 29 pts, 7 as, 9 res, 1 rb. Também os argentinos Adrian Perez – 3.0 – (17 pts, 3 as, 6 res, 2 rb) e Maximiliano Ruggeri – 2.5 – (17 pts, 6 as, 4 res, 3 rb) ajudaram a pender a balança a favor dos locais.
Próximos jogos do Servigest Burgos:
Sábado, dia 12, 17:00h (pt), VS Fundación FDI Las Rozas (casa), transmissão em: https://bit.ly/3lsFJ3X
Domingo, dia 13, 11:00h (pt), VS BSR Amiab Albacete (casa), transmissão em: https://bit.ly/3lsFJ3X
Nota: Foto – Federação Búlgara de Basquetebol
Ovarense e Imortal abrem noite de Liga Placard
Numa noite de sexta-feira com cinco jogos de Liga Placard, o primeiro deles opõe a Ovarense Gavex ao Imortal LUZiGÁS, a partir das 19h30, com transmissão na RTP2 e FPBtv.
Pedro Oliveira, jogador do emblema vareiro, e DJ Fenner, atleta do clube de Albufeira, deram a sua opinião sobre este encontro e o decorrer da presente temporada.
Na Ovarense, Pedro Oliveira não se mostra surpreendido com a grande carreira que o adversário tem feito no campeonato: “O Imortal tem um grupo muito alargado. Consegue ter muitos atletas prontos para jogar e é uma equipa agressiva, muito forte fisicamente em todas as posições. Não penso que seja a equipa-sensação da Liga, porque quem conhece a modalidade já sabia que este Imortal criaria vários problemas aos adversários”, aponta.
O clube de Ovar tem-se pautado por alguma irregularidade, e o base indica o caminho para que o rendimento melhore, não hesitando em dizer o objetivo do grupo: “Falta-nos ser mais consistentes durante os 40 minutos de jogo. Temos momentos bons, mas por dois minutos podemos deitar tudo a perder. Temos de manter a concentração. Queremos estar nos oito primeiros classificados e ir aos playoffs, claramente”, vinca.
Esta época é atípica, com vários jogos adiados, mas o jogador de 23 anos refere que todos se encontram “no mesmo barco”: “Esta temporada tem sido difícil de gerir. Há semanas em que não sabemos se há jogo. Temos de trabalhar da melhor maneira possível e com o maior profissionalismo. Mas isto é igual para todas as equipas”, afirma.
Pedro Oliveira já falhou alguns jogos por lesão, mas a sua melhor versão está a chegar: “Talvez ainda não a 100% do ponto de vista físico, mas chegarei lá o mais rapidamente possível”, promete.
A sul, mora um Imortal com cinco vitórias e duas derrotas, e DJ Fenner, chegado este ano ao clube, recorda que já tinha o “feeling” de que as coisas correriam bem: “Não acredito que muitas pessoas esperassem muito de nós, visto que viemos da Proliga. Porém, eu sabia que havia muitos jogadores a continuar neste projeto, incluindo o MVP da época passada, Tanner Omlid, e o experiente Antonio Monteiro, sem esquecer que o Imortal estava invicto. Eu sabia que havia uma base muito sólida e que existia boa química entre os atletas. Ao adicionar alguns jogadores, incluindo eu, o Ty Toney e o Tyere Marshall, as expectativas aumentariam rapidamente quando as pessoas vissem o quão bons nós, realmente, poderíamos ser. Agora, não esperamos apenas chegar ao playoffs, queremos continuar fortes depois de os alcançar”, avisa.
O extremo norte-americano tece rasgados elogios à equipa técnica do Imortal: “Os treinadores e restante equipa técnica fizeram um excelente trabalho ao criar um grupo bem equilibrado, com jogadores que treinam arduamente e que se dão muito bem fora de campo. Os nossos fazem, também, um excelente trabalho de análise sobre os nossos adversários, para garantir que estejamos bem preparados. Competimos diariamente e assim tornamo-nos melhores”, explica.
O jogador do Imortal com mais valorização, até ao momento, confessa que esta está a ser uma época especial: “Esta primeira temporada no Algarve tem sido fantástica, muito mais do que aquilo que eu poderia pedir. Tive o meu primeiro filho aqui, um menino chamado Spear Fenner III, e estou com minha esposa, então não posso pedir mais nada. Tenho apenas de me concentrar na minha família, em casa, e na minha família no campo do Imortal. Joguei em vários países europeus e este tem sido o meu favorito, até agora. É uma competição de alto nível e tenho orgulho em mostrar a Portugal o quanto trabalhei para chegar aqui e tudo o que sou capaz de fazer”, enaltece.
Sobre a Ovarense, DJ Fenner parece ter bem presentes os maiores perigos: “Depois de defrontarmos a Ovarense na pré-época, sabemos que tem muita qualidade. Tem um jogador poderoso como o Trey Moses, habilidoso e que passa muito bem, alguns excelentes atiradores e um extremo versátil, o Kendall Jacks, que tem experiência nesta Liga. Além disso, é a equipa com mais desarmes de lançamento, por isso tem bons defensores”, analisa.
Treino aberto marca arranque do BCR em Sesimbra
“Vem Rolar Connosco” é o mote do evento de basquetebol em cadeira de rodas (BCR) agendado para esta sexta-feira, dia 11 de dezembro, no Pavilhão Municipal de Sampaio, em Sesimbra. David Lima, mentor do projeto, mostra-se otimista na constituição de uma equipa.
O desejo de revitalizar o BCR na margem sul do Tejo ganhou novo alento. David Lima, de 30 anos, conheceu a modalidade enquanto estudante de Dança e Música, em Berlim, por altura do Mundial de 2018, disputado em Hamburgo, e depressa se converteu à sua linguagem e caráter inclusivo. “Fui à procura, comecei a ver os jogos todos e decidi jogar. O ano passado, era a minha primeira época, mas, por causa da COVID, após três jogos, a liga foi interrompida”, lamenta. O breve trajeto enquanto jogador deu-se na RSC, da última divisão alemã (num total de 5).
Agora, de volta a Portugal, lança-se na árdua tarefa de formar uma equipa, em Sesimbra. “Este ano regressei com a Thirza, a minha companheira. Quando chegámos, comecei à procura e vi que as únicas equipas próximas eram em Lisboa“, uma distância geográfica à primeira vista contornável, mas quase odisseica, sem recurso a transporte próprio. “Tentei perceber como podia ir de transportes públicos. Sairia às 6 horas da tarde e voltava à 1h30 da manhã”, recorda.
Dos obstáculos à prática emergiu a vontade de suprir a falta de oferta no distrito de Setúbal e a associação à UDI, União Desportiva para a Inclusão, que também tentou, sem sucesso, a criação de uma formação de BCR. “Já têm o material, o treinador, estavam a ter dificuldade com o espaço e os jogadores. Conseguimos arranjar espaço no Pavilhão Municipal de Sesimbra, em horário pós-laboral, e estamos a tentar angariar jogadores, ao iniciar o contacto com as associações, com os grupos”, relata David Lima.
À equação de erguer em Sesimbra o 11.º clube de BCR ativo em solo nacional, soma-se a colaboração da Escola Secundária de Sampaio e da Câmara Municipal.
O primeiro passo será cativar potenciais interessados, no evento “Vem Rolar Connosco”, que tomará lugar no Pavilhão Municipal de Sampaio, no dia 11, das 20h30 às 22h30. A adesão já se cifra em 16 praticantes, metade com uma limitação motora e outro tanto sem qualquer comprometimento físico, onde se inclui o próprio David, pois, importa relembrar, na 2ª Divisão nacional, à semelhança do que acontece na Alemanha e noutras paragens, o BCR é aberto a todos. “Estive numa equipa em que era 50/50, em termos de pessoas com e sem deficiência motora. Pensámos em criar a equipa também por esta vivência de família e sociedade muito inclusiva que tivemos em Berlim. Tínhamos um treino, à sexta-feira, com mais de 50 pessoas, entre os 4/5 anos até aos 65, num pavilhão enorme; pessoas que não conseguiam levantar uma bola, a treinar num canto, outros jogavam na 3.ª e 2.ª Divisão, a um alto nível, miúdos a começar, etc.”, narra o impulsionador do BCR em Sesimbra, convicto de que conseguirá reproduzir este “contexto inclusivo”.
A confirmarem-se as previsões, no que concerne ao número de inscritos para o evento de sexta-feira, o cenário posterior mais provável contempla a realização de treinos regulares, “uma a duas vezes por semana”, com o intuito de, na próxima época, Sesimbra ter um representante na 2.ª Divisão Nacional.
Na ótica pessoal, David Lima, impossibilitado à luz dos regulamentos de jogar por um emblema do principal escalão, voltará a centrar-se na sua elegibilidade, graças ao critério de deficiência mínima, processo que interrompeu na Alemanha, uma vez que, no país, ter uma lesão não se perfila como requisito para jogar BCR. “Tenho lesões nos joelhos, porque jogava futsal, e já são muito grandes. Tenho dificuldades a andar e nas articulações. Sinto que não consigo jogar basquetebol a pé, portanto a minha modalidade seria o BCR”, explica, antes de salientar que tal proibição, na sua perspetiva, esbarra na própria natureza da modalidade. “Para mim, o jogo de BCR é, pela forma como foi concebido, muito inclusivo. Com a questão da pontuação, podemos ter pessoas de todos os tipos de habilidades e condições motoras”, finaliza.
“Leões” e “águias” vencem antes do dérbi
O Sporting CP e o SL Benfica, que no domingo se defrontarão no eterno dérbi, não vacilaram esta quarta-feira, na abertura da nona jornada da Liga Placard. Os “leões” bateram o Lusitânia Expert, enquanto as “águias” ultrapassaram o Esgueira/Aveiro/OLI.
Nos Açores, o Sporting obteve um triunfo seguro (74-65) frente ao Lusitânia, que liderou as contas na maior parte do primeiro quarto, para depois os “verde e brancos” assumirem as despesas. O Sporting, invencível no campeonato, converteu 18 dos 19 lances livres que teve a seu favor e teve como melhores elementos John Fields (19pts, 14res, 1ast, 2dl), James Ellisor (19pts, 7res, 3ast, 3rb, 1dl) e João Fernandes (10pts, 4res, 1ast, 1rb), ao passo que no conjunto insular sobressaíram Kyle Mallers (15pts, 3res, 1ast, 1rb), Temidayo Yussuf (13pts, 11res, 4ast, 3rb), Sérgio Silva (12pts, 3res, 2ast, 2rb) e Render Woods (10pts, 6res, 1ast, 2rb).
Highlights do Lusitânia Expert 65-74 Sporting CP
O Benfica alcançou a terceira vitória consecutiva, por 78-73, mas que foi arrancada a ferros, diante do Esgueira. O resultado esteve em aberto praticamente até final, com a turma de Aveiro, ainda sem ganhar, a sobressair no terceiro quarto, altura em que averbou um parcial de 27-15. Os “encarnados” valeram-se da luta das tabelas, principalmente no ressalto ofensivo, num encontro em que revelou maior desacerto da linha de lance livre, e em que teve João “Betinho” Gomes (15pts, 8res, 1ast, 1rb), Eric Coleman (11pts, 7res, 2ast, 1rb, 1dl), Scottie Lindsey (2res, 1ast) e Demond “Tweety” Carter (10pts, 6res, 3ast, 1rb) como principais figuras. No Esgueira, que deixou uma boa imagem na Luz e que registou 10 triplos, destaque para Aaron Bowen (20pts, 2res, 1ast, 2rb, 1dl), Kareem Brewton (14pts, 5res, 1ast, 1rb), Christian Foxen (10pts, 4res), Benjamin Drake (12res) e Gustavo Teixeira (12ast).
Highlights do SL Benfica 78-73 Esgueira/Aveiro/OLI
Estágio da Seleção Nacional de BCR sob a lente da FPBtv
Decorreu, entre 4 e 8 de dezembro, mais um estágio da Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas, com o Luso a voltar a acolher a equipa portuguesa.
A FPBtv marcou presença nos trabalhos da formação lusa, com vista a preparar o Europeu de 2021 da Divisão C, numa reportagem para ver aqui.
“Man Out” a Pedro Gonçalves
Nome célebre da APD Sintra, ao serviço da qual conquistou 28 títulos, e referência dos principais êxitos da Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas, Pedro Gonçalves continua, aos 48 anos, a destacar-se como um dos melhores jogadores em Portugal. Tecnicamente virtuoso, prima também pela dedicação incansável ao jogo que conheceu há 30 anos. É ele o protagonista da rubrica “Man Out”.
Data de nascimento: 10 de abril de 1972
Ano de iniciação: 1990
Posição: Base/Extremo (e até poste!)
Clube: APD-Sintra e CP Mideba
Palmarés: Extenso… (28 títulos conquistados pelo Sporting CP-APD Sintra, entre Campeonatos, Taças e Supertaças)
Jogo da tua vida (e porquê): Final do Campeonato da Europa em Dublin, em 2007, que Portugal ganhou. Ouvir o hino do teu país enquanto a bandeira sobe… mais ainda sendo capitão, é algo indescritível! Um orgulho imenso que ainda hoje me deixa escapar do olho uma gota ou duas.
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como o “vendias”?
Punha-o(a) a experimentar! Nada como experimentar. Quem gosta de desporto, e experimenta o BCR, fica a gostar e volta.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
São vários os jogadores que admiro e que me influenciaram ao logo do tempo, sobretudo em Portugal, e seria extenso e injusto nomeá-los, porque me ia esquecer de algum. Mas para dar só um nome, escolho lá fora o meu amigo Abdi Jama, que, além de ser o jogador fantástico que todos conhecem, sempre a sorrir, é um ser humano extraordinário, com uma história de vida incrível.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR.
Incontáveis! Lembro-me de uma vez, com a equipa do CP Mideba, quando regressávamos de Itália depois de jogar uma Willi Brinkmann, creio, a tripulação do avião era portuguesa e achou piada haver 2 “tugas” (o Hugo Lourenço e eu) a jogar numa equipa espanhola. Vai daí, a meio da viagem, estava eu ferrado a dormir, quando uma das hospedeiras me acorda a dizer que o comandante queria falar comigo e com o Hugo! Epá… o que é que eu fiz, pensei! Mas não, afinal queria só conversar connosco e acabámos por fazer o resto da viagem no cockpit em amena cavaqueira, mesmo durante a aterragem em Lisboa, que por sinal é deslumbrante.
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito?
Talvez escolha o passe. Mas também gosto muito de ressaltar e… pronto, lançar.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”?
Ao Matt Scott! (risos)
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O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.
Nota: Foto de Photo Mumentus – Carlos Viana
Benfica regressa à liderança da Liga Skoiy
Realizaram-se esta terça-feira, de manhã, dois jogos da sexta jornada da Liga Skoiy, com o SL Benfica a bater o Vitória SC, o que significa o regresso ao comando da classificação. Já o Olivais Futebol Clube ultrapassou o CB Queluz.
Na Luz, num duelo entre equipas que começaram muito bem o campeonato, o Benfica deu uma demonstração de poder ao levar a melhor sobre o Vitória SC por 89-52. Mas a primeira parte foi equilibrada, com o marcador a cifrar-se num 45-35 para as “encarnadas”. Só que no regresso dos balneários, o Benfica disparou a toda a velocidade, e com parciais de 24-9 e 20-8 construiu uma vantagem confortável. A formação orientada por Eugénio Rodrigues revelou maior supremacia da linha de dois pontos e na luta das tabelas (41-24 em ressaltos), contando com a inspiração de Japonica James (18pts, 3res, 2ast, 1rb), Laura Ferreira (15pts, 3res, 4ast, 1rb), Mariana Silva (12pts, 4res, 2ast, 2rb, 1dl), Altia Anderson (11pts, 12res, 2ast, 4rb, 2dl) e Joana Soeiro (11pts, 7res, 5ast, 2rb). Por seu turno, no adversário minhoto, destaque para Tatiane Nascimento (13pts, 1res, 1rb) e Sara Ressurreição (10pts, 2res, 4ast, 1rb).
Mais a norte, em Coimbra, o Olivais voltou aos bons resultados (70-59), na receção ao CBQ, mas só no último quarto “agarrou” os dois pontos, visto que até lá imperou o equilíbrio, com o conjunto da Linha de Sintra várias vezes na frente. Nas anfitriãs, mais fortes nos ressaltos (50-35), a contrastar com os 23 turnovers, sobressaíram Kendrian Elliot, com uma grande exibição (31pts, 16res, 4rb, 2dl), Sofia Pinheiro (10pts, 1res, 2ast) e Raquel Alves (9pts, 10res, 7ast, 4rb), ao passo que no CBQ foram Djenifer Monteiro (17pts, 13res, 3rb, 1dl) e Marta Roseiro (11pts, 2res, 4ast, 2rb) as melhores em campo.
Equipas visitantes ditam leis na Liga Placard
Na Liga Placard, este sábado, jogar fora de casa foi sinónimo de triunfo, depois de Imortal LUZiGÁS, Lusitânia Expert e Vitória SC somarem dois pontos.
No Funchal, o Imortal, que não perde desde 3 de novembro, levou a melhor diante do CAB Madeira SAD, por 94-75. O emblema algarvio esteve na dianteira do marcador durante praticamente todo o jogo, com um parcial de 28-14, logo no primeiro quarto, a ser o cartão de visita. Um dos segredos do sucesso do conjunto de Albufeira esteve na eficácia da linha de dois pontos (67%-42%), numa partida em que pelas suas cores sobressaíram DJ Fenner (24pts, 3res, 2ast, 3rb), Ty Toney (21pts, 1res, 2ast, 3rb), António Monteiro (15pts, 6res, 1ast, 1dl) e Tyere Marshall (10pts, 6res, 1ast). Já no CAB, os melhores em campo foram Arvydas Gydra (25pts, 4res), Amen Cheeseman (13pts, 2res, 1dl), Diogo Gameiro (12pts, 2res, 11ast) e Nuno Sá (11pts, 7res, 1ast, 2rb).
Em Aveiro, o Lusitânia Expert, que tem os mesmos pontos do Imortal, venceu o Esgueira/Aveiro/OLI por 80-65. Encontro controlado pela turma açoriana, que ainda a partir do segundo quarto nunca chegou a ter menos de dez pontos de vantagem. No Lusitânia, autor de 11 triplos, realce para as exibições de Temidayo Yussuf (20pts, 10res, 6ast, 1rb), Sérgio Silva (20pts, 2res, 6ast, 1rb) e Kyle Mallers (15pts, 3res, 2ast, 2rb), enquanto no Esgueira, que ainda não ganhou, sobressaíram Benjamin Drake (12pts, 6res, 3dl), Aaron Bowen (12pts, 4res, 4rb) e Kareem Brewton (11pts, 3res, 2ast, 2rb).
Por seu turno, o Vitória SC superou (82-66) o Galitos Barreiro, que só regista derrotas. Os “conquistadores” lideraram quase sempre as contas, mas só no último quarto avançaram em definitivo para o sucesso, graças a um parcial de 24-17. No conjunto minhoto destacaram-se Alex Peacock (17pts, 12res, 2rb, 1dl), Tyler Seibring (17pts, 2res, 1ast, 1rb) e Jaron Hopkins (17pts, 5res, 2ast, 2rb, 1dl), ao passo que nos donos da casa os melhores em campo foram Patrick McGlynn (14pts, 4res, 7ast, 1rb), Otasowie Iyekekpolor (12pts) e Daniel Machado (10pts, 2res, 3ast).
“Águia” não facilita na receção à Ovarense
No jogo que abriu a oitava ronda da Liga Placard, o SL Benfica superou a Ovarense Gavex por 92-73.
A partida arrancou sob o signo do equilíbrio, mas um parcial de 12-0, a favor dos “encarnados”, foi o tónico para que os donos da casa nunca mais perdessem o controlo do marcador.
Apesar dos parciais igualados (20-20 e 17-17) no segundo e terceiro quartos, a vantagem das “águias” ainda aumentaria nos derradeiros dez minutos.
Numa noite em que o Benfica tirou partido dos 26 turnovers vareiros, sobressaíram no clube da Luz os jogadores Caleb Walker (19pts, 6res, 4ast, 1rb), Demond “Tweety” Carter (15pts, 3res, 3ast, 2rb), João “Betinho” Gomes (14pts, 7res, 1ast, 2rb, 1dl), José Silva (11pts, 1res, 3ast, 3rb) e Scott Lindsey (10pts, 1res, 3ast, 4rb, 1dl).
Por seu turno, na Ovarense, que se revelou mais eficaz na luta das tabelas (42 ressaltos contra 31 do Benfica), destaque para as prestações de Trey Moses (21pts, 16res, 5ast, 1rb, 1dl), Kendall Jacks (20pts, 2res, 4ast), Brock Gardner (11pts, 3res, 1dl) e Isaac Johnson (10pts, 10res, 1ast, 1rb).
Highlights do SL Benfica 92-73 Ovarense Gavex
Galitos e Vitória SC medem forças no Barreiro
Um dos jogos da Liga Placard agendado para a manhã deste sábado (11 horas), é o Galitos Barreiro vs. Vitória SC, com transmissão na RTP2 e FPBtv.
Jaques Conceição, ao serviço do emblema da casa, e Coreontae DeBerry, atleta dos “conquistadores”, anteviram este duelo para a FPB.
Na margem sul do Tejo mora um Galitos que ainda não venceu, mas Jaques Conceição reforça que a paragem do campeonato serviu para limar arestas: “Temos de melhorar em todos os aspetos, especialmente no defensivo. A nossa dedicação é diária, para estarmos melhor a cada jogo. Estes últimos dias sem competição foram bons para nós, até em termos anímicos, porque ninguém gosta de perder. Focámo-nos nos pequenos detalhes, naquilo que nos tem faltado”, garante.
O Galitos ocupa o último posto, mas o base-extremo olha não desmotiva: “Temos capacidade e qualidade para voltar aos lugares cimeiros da classificação, para lutar por um lugar nos playoffs”, vinca.
Jaques Conceição traça o perfil do Vitória SC: “Gosta de jogar em contra-ataque e tem uma equipa alta. Mas temos trabalhado para contrariar estes pontos fortes do adversário”, adianta.
Regressado esta temporada ao Barreiro, o internacional angolano evidencia o muito que o liga ao clube: “A essência do Galitos continua a mesma, somos uma família. Mesmo tendo estado noutros clubes, sempre senti proximidade e carinho por parte do Galitos. Conheço o staff e direção há alguns anos”, afirma.
Do lado minhoto, Coreontae DeBerry não espera facilidades: “O Galitos é uma equipa competitiva, com jogadores de Liga. Joga sempre com total intensidade, avisa.
O jogador, de 26 anos, sabe que o Galitos precisa de pontos: “Penso que o nosso adversário vai começar a partida de forma intensa, precisa de vitórias, mas nós também queremos ganhar. Quem tiver mais força de vontade, acabará por levar a melhor”, projeta.
O Vitória SC vinha de dois triunfos, mas DeBerry pensa que a pausa na Liga ainda beneficiou mais a equipa: “Ao longo desta paragem, melhorámos coletiva e individualmente. Alguns atletas lesionados já recuperaram. Portanto, penso que esta pausa competitiva até nos beneficiou”, salienta.
Na sua segunda época nos “conquistadores”, o poste norte-americano mostra-se encantado na cidade-berço, com fortes elogios para a equipa técnica: “Gosto de fazer parte do Vitória SC! Com a ajuda de todos, tenho tudo aquilo de que preciso. Tenho evoluído com os treinadores Carlos Fechas e Miguel Matos. Estou ansioso por continuar a temporada com eles!”, assume.
Servigest Burgos cai nos instantes finais frente ao líder
Na rubrica “Portugueses lá fora”, relativa ao basquetebol em cadeira de rodas, destaque para o Servigest Burgos, formação de Helder da Silva e Luís Domingos, que ameaçou a invencibilidade do CP Mideba, mas que acabou por ceder a primeira derrota, por 67-72.
División de Honor (principal escalão) – Espanha
Servigest Burgos 67-72 CP Mideba
Apesar de munido de alguns dos melhores jogadores do mundo, como o norte-americano Matt Scott (3.5) ou os britânicos Phil Pratt (3.0) e George Bates (4.5), o CP Mideba sentiu sérias dificuldades para contornar a resistência do recém-promovido Servigest Burgos, que liderou a partida por longos períodos.
Mateusz Filipski (4.0), internacional polaco e a contratação mais sonante do emblema local, encabeçou uma excelente réplica desde o primeiro minuto e mostrou as credenciais que fazem dele um dos melhores jogadores da sua geração, ao registar 27 pontos, 11 assistências, 8 ressaltos e 2 roubos de bola. Contudo, perto do final, a sua exclusão por faltas, bem como do internacional espanhol Roberto Mena (4.0), ditou a perda de fulgor no jogo do conjunto de Castela e Leão. Helder da Silva (2.0) não saiu do banco, enquanto Luís Domingos (2.5) foi aposta de Rodrigo Escudero por cinco minutos, tempo insuficiente para o atleta luso dar continuidade às boas exibições rubricadas na pré-época e no encontro inaugural do campeonato, frente a Zuzenak.
Segue-se um ciclo desafiante de 6 jogos em 16 dias para o Servigest Burgos, em virtude do adiamento causado por alguns casos positivos à Covid-19 no plantel, no princípio de Novembro. O primeiro encontro disputa-se já hoje, às 16:45 (hora portuguesa), frente ao campeão espanhol, CD Ilunión, com transmissão aqui (https://bit.ly/2VoIKaP).
Calendário completo do Servigest Burgos, no mês de dezembro (hora portuguesa):
Sexta, dia 4, 16h45, vs. CD Ilunion (fora), transmissão aqui
Sábado, dia 5, 17h30, vs. Bilbao BSR (fora), transmissão aqui
Terça, dia 8, 11h, vs. BSR Valladolid (casa), transmissão aqui
Sábado, dia 12, 17h, vs. Fundación FDI Las Rozas (casa), transmissão aqui
Domingo, dia 13, 11h, vs. BSR Amiab Albacete (casa), transmissão aqui
Sábado, dia 19, 16h30, vs. BSR Casa Murcia Getafe (fora), transmissão aqui
Nota: Foto do Servigest Burgos
Benfica e Ovarense abrem oitava jornada da Liga Placard
A oitava ronda da Liga Placard arranca esta sexta-feira, a partir das 18 horas, com a receção do SL Benfica à Ovarense Gavex, num duelo histórico do nosso basquetebol, e que conta com transmissão na FPBtv.
Rafael Lisboa e Pedro Bastos, figuras importantes de “encarnados” e vareiros, respetivamente, abordaram este encontro.
Nas “águias”, Rafael Lisboa não poupa nos elogios ao adversário: “A Ovarense é um histórico do nosso basquetebol. É uma equipa intensa, que não vira a cara à luta, que dá sempre o máximo. É muito bem trabalhada, quer defensiva, quer ofensivamente. Temos de estar muito concentrados para contrariar a Ovarense”, avisa.
O base, de 21 anos, não tem dúvidas de que o Benfica vai voltar forte após a paragem da Liga: “Apesar desta pausa para as seleções, o Benfica trabalhou aspetos muito importantes de forma detalhada, algo que não sucederia em tempo normal de competição. Numa equipa com a nossa grandeza, o positivo é ganhar sempre e estar no primeiro lugar. Já temos uma derrota, mas penso que estamos fortes e a trabalhar para vencer todas as competições”, vinca.
O MVP do último Europeu de Sub20 masculinos (Divisão B) mostra-se feliz, depois da dupla vitória ao serviço da Seleção Nacional: “As duas semanas ao serviço da Seleção foram muito boas. Estou muito motivado por termos cumprido os objetivos, e quero trazer essa motivação para o Benfica. A começar já pelo jogo desta sexta-feira”, aponta.
Rafael Lisboa vai reencontrar Pedro Bastos, companheiro na Seleção, e agora adversário. O jovem do Benfica revela a excelente relação ente ambos, mas amigos, amigos… negócios à parte: “Damo-nos muito bem dentro e fora de campo. É um grande jogador, foi crucial para o apuramento da Seleção. Mas agora, pelos clubes, cada um tem o seu objetivo, e espero ser eu a sorrir no final. Depois do jogo, falaremos um com o outro, certamente. Na Seleção, criamos relações de amizade, estes reencontros são sempre bons e desafiantes”, refere.
Pegando no mesmo tema, mas na Ovarense, Pedro Bastos relativiza a questão, mas assume o mesmo discurso de Lisboa: “É uma situação normal em qualquer desporto com a qual temos de saber conviver. Apesar de eu e o Rafael Lisboa sermos adversários, a amizade, o respeito e o desportivismo estarão sempre presentes dentro de campo”, assegura.
O base vareiro esteve em grande nível na Seleção, com os seus triplos a ajudarem, e de que forma. Bastos não esconde que este é um bom tónico para o jogo na Luz: “Sinto-me sempre motivado mas, como é natural, a motivação aumenta sempre que a nossa equipa tem sucesso ou quando grandes desafios são ultrapassados, como o objetivo alcançado na Seleção Nacional. Este vai ser mais um jogo em que vou dar o meu melhor para ajudar os meus colegas”, aponta.
Pedro Bastos prevê uma Ovarense em bom nível e faz o ponto de situação do grupo de trabalho: “Após este tempo de paragem, tudo aquilo que mais queremos é voltar a jogar. Por isso, espero uma Ovarense competitiva e com um grande desejo de vencer. Estamos a crescer muito enquanto equipa, e isso dá-nos confiança. A caminhada é longa, mas a nossa vontade de trabalhar e melhorar todos os dias, vai permitir-nos estar preparados para alcançar os nossos objetivos. O nosso percurso na Liga tem sido positivo. Tivemos muitas mudanças em relação ao ano passado, mas estamos a conhecer-nos cada vez melhor. Apesar de sermos uma equipa jovem, temos demonstrado que sabemos o que estamos a fazer em campo e daquilo que vamos à procura em cada momento do jogo”, analisa.
Ainda no campo da análise, o jogador de 26 anos identifica os maiores perigos dos “encarnados”: “O Benfica é uma equipa muito talentosa e extensa, com jogadores versáteis, tanto a nível de jogo interior como exterior. Um dos maiores perigos é, sem dúvida, a capacidade de lançar de três pontos, como demonstram as estatísticas”, regista.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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