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Luís Domingos vai jogar na melhor liga de BCR do mundo

Luís Domingos, internacional A e Sub22 de BCR, transita do Basketmi Ferrol, que abdicou da subida, precisamente para o emblema que ocupa a sua vaga na promoção à División de Honor, o Servigest Burgos. Sendo assim, Luís Domingos vai jogar na melhor liga do mundo.

O término precoce da época, no mês de março, não permitiu ao Basketmi Ferrol discutir o objetivo legítimo de disputar o título da Primera División, depois de uma brilhante fase regular, que culminou no segundo posto. No entanto, o impacto de Luís Domingos (2.5) na formação galega foi de sobra e atraiu o interesse de outros emblemas rivais, nomeadamente o Servigest Burgos, terceiro na fase regular, que aproveitou a renúncia do conjunto onde também militaram Pedro Bártolo (2.5) e José Miguel Gonçalves (3.0).

Aos 22 anos, o possante extremo embarca para a sua terceira experiência internacional, uma vez que, antes da jornada espanhola, teve uma breve experiência no Handicap Sport Varese, da Série A italiana, ao lado de Pedro Bártolo. Em Burgos, baluarte do basquetebol na comunidade de Castela e Leão, Luís Domingos partilhará novamente o balneário com um português, Helder da Silva, veterano base e capitão de equipa.

Quais são as tuas expectativas para a nova época?

São muito simples. Melhorar como jogador, ajudar a equipa a garantir a manutenção e descobrir como é jogar contra tantos atletas incríveis.

Que competências esperas desenvolver enquanto jogador ao alinhar na División de Honor?

Espero trabalhar mais o aspeto mental e melhorar a visão de jogo e perceção de ocupação do espaço no campo. Outra coisa que quero aprimorar no meu jogo é o lançamento. Durante a quarentena, tenho trabalhado muito no lançamento de curta e média distância.

Há algum jogador que queiras enfrentar em particular?

Estou entusiasmado por jogar contra todas as equipas e jogadores, mas especialmente contra o Terry Bywater, para mim, seguramente, no top 5 dos melhores.

Tiveste um papel muito específico em Ferrol. O que esperas acrescentar a Burgos?

Uma das razões que me levou a sair de Ferrol foi não ter compreendido a minha função enquanto jogador e, na maior parte do tempo, sentia-me perdido. Por exemplo, nos treinos tinha mais liberdade para lançar e entrar na zona. Nos jogos, tinha tarefas completamente diferentes, era mais bloqueador, ajudava os grandes a entrar e fazia cortina. Foi um pouco confuso para mim. O que quero dar a Burgos é energia em campo, trabalho árduo e capacidade de lançamento.

És um dos jogadores portugueses de topo da tua geração. Que objetivos traças para o próximo Campeonato da Europa C, em 2021, com Portugal?

Temos um grupo muito bom, com muito talento, não só os veteranos e os que lá estão há mais tempo, como os mais jovens, que têm trabalhado imenso para se tornar melhores atletas. E isso dá-me esperança para que, daqui a uns anos, Portugal seja uma Seleção de topo. Os meus objetivos pessoais com a Seleção são subir à Divisão B e trabalhar para lá ficar. Quem sabe, se trabalharmos mais, talvez competir por um lugar na Divisão onde acho que devíamos estar.

 

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Campeões da Europa – um ano depois!

21 de julho de 2019, Matosinhos. A Seleção Nacional de Sub20 masculinos conquistou, há precisamente um ano, o título europeu da categoria (divisão B), após uma campanha perfeita de 15 vitórias em 15 jogos, entre jogos de preparação e partidas oficiais.

Assinalamos a data, um ano depois, com o lançamento do novo site da FPB e anunciamos o lançamento de uma mini-série em vídeo em que vamos recordar o feito de Rafael Lisboa, Neemias Queta, Francisco Amarante, Vladyslav Voytso e Henrique Barros, entre muitos outros. Com participações de todos os que fizeram parte deste momento brilhante da história recente do basquetebol português, o primeiro episódio está agendado para o dia 1 de agosto. Marquem na agenda e fiquem atentos!

Consulta a agenda e vê quando saem os próximos episódios.

 

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Vera Jardim marcou presença na “Área Restritiva”

A ex-internacional portuguesa, Vera Jardim, foi a primeira atleta lusa a aventurar-se no basquetebol universitário norte-americano, um dos temas abordados no episódio desta semana da “Área Restritiva”. Podem ver o episódio na FPBtvFacebook ou na IGTV.


“Em Linha” com Martinho Santos

O nome de Martinho Santos não se pode dissociar das conquistas da APD Leiria, na qual acumulou as funções de jogador e treinador. Em 1984, residia em França, quando se iniciou no BCR, no Corbeil, clube que subsiste nos escalões inferiores gauleses. 

Ano de iniciação como treinador (Basquetebol a pé e/ou BCR): 1994
Clubes/seleções orientados (Basquetebol a pé e BCR):  APD Leiria
Palmarés: 3 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal, 1 Supertaça
Jogo da tua vida enquanto treinador de BCR (e porquê):
Houve diversos jogos que foram importantes, em várias competições. No entanto, houve um que me marcou de forma especial, quando ganhámos a Taça de Portugal, na cidade de Coimbra, no dia 11 de junho, na véspera do batizado do meu filho.
Resumo do percurso no desporto (enquanto atleta e treinador):
Comecei como jogador de BCR em França, país onde me encontrava a viver, em 1984, no clube Corbeil. Quando regessei a Portugal, integrei a equipa da APD Leiria, por volta de 1991, onde, passados 3 anos, passei a ser jogador e também treinador.
Que mensagem dirigias a um treinador hesitante em treinar BCR?
O conselho que daria era para não hesitar, porque tem muito em comum com basquetebol dito normal, apenas tem que haver uma adaptação ao nível do manuseamento da cadeira e alguns movimentos. Tudo o resto é muito idêntico, basta ser criativo.
Quais os treinadores que exercem maior fascínio sobre ti e porquê? 
Não tenho treinadores que me fascinem muito. Para mim, um treinador tem que ser um homem ou mulher muito inteligente, porque liderar um balneário de 15 ou 20 atletas, sejam homens ou mulheres, todos com uma identidade distinta, dá muito trabalho, exige criatividade e capacidade de transmitir confiança de forma a poder aplicar as suas ideias e fazê-las cumprir. Depois, no momento do jogo, manter uma elevada concentração, sobretudo naqueles momentos em que os jogos são disputados, onde cada decisão tomada pode resultar numa vitória ou numa derrota.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por treinar BCR. 
Um momento caricato e terrível foi quando estávamos num playoff, empatados 2-2 no jogo final, e os atletas estavam concentradíssimos. Fizemos o aquecimento e, no momento do jogo, o pavilhão não tinha eletricidade. Apesar de todos os esforços feitos para que esta fosse reposta, não foi possível. As equipas tiveram de mudar para outro pavilhão, com todo o stress que isso gera. Efetuou-se o jogo, sempre bastante equilibrado, e a nossa equipa perdeu no ultimo minuto por 2 pontos! Foi terrivel!
Quais as competências que considera essenciais para ser um treinador de sucesso?
Muita criatividade, firmeza, confiança e capacidade de transmitir essa confiança. E muito trabalho.
Em linha (ou em banana), a defesa que todos os treinadores querem, mas poucos conseguem. Qual a receita para lá chegar?
Requer muito treino, muito trabalho, e atletas concentrados e empenhados. É necessário haver trocas certeiras entre os atletas, porque não pode haver falhas. Aqui o papel do treinador é muito importante, porque tem de aplicar todos os seus conhecimentos, de forma a levar os atletas a conseguirem atingir esta forma de defesa o mais corretamente possível. Pessoalmente, sou um admirador desta defesa, mas reconheço que muitas vezes não é fácil aplicar na prática.

“Man Out” a Paulo Araújo

O trajeto no BCR arrancou, oficialmente, “perto” de casa, para Paulo Araújo, o extremo natural de Mirandela, na AD Aguiarense. A extinção da equipa motivou a ida para a APD Paredes, o que supõe colecionar quilómetros, sacrifício que lhe tem rendido a presença nos quadros da Seleção e um papel de destaque na formação nortenha. 
Data de nascimento: 21 de outubro de 1989
Ano de iniciação: 2004
Posição: Base/Extremo
Clube: APD Paredes
Palmarés:
Jogo da tua vida (e porquê): GDD Alcoitão vs. APD Paredes – Jogo às 20h30, precisávamos de ganhar para ir ao playoff e, após uma longa viagem, com apenas seis jogadores e alguns lesionados, mostrámos garra e união, acabando por ganhar o jogo.
Chamam ao basquetebol em cadeira de rodas a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como “vendias” o BCR?
A melhor forma de “vender” esta modalidade é levar a pessoa a experimentar ou a ver um jogo, no qual irá assistir a muita intensidade, rapidez e muito contacto físico.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti? 
Sem dúvida alguma, Hugo Lourenço, o meu ídolo a nível nacional. Em segundo, o Pedro Goncalves, pela visão fantástica de jogo que tem, sem esquecer o Pedro Bártolo, por tudo que faz pelo basquetebol e pelo colega excelente que é.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR.
Já passei demasiados ao longo destes anos todos, desde uma longa viagem de Sintra até Mirandela e um javali me aparecer à frente, em plena autoestrada, e passar-lhe por cima, até um determinado jogador marcar no próprio cesto num jogo oficial.
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito? 
Sem dúvida alguma, fazer aquela assistência perfeita para o colega (poste) que está, com o braço no ar, rodeado de adversários, sem esquecer o mais importante dos movimentos do basquetebol, os bloqueios.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”? 
Não me vou prolongar muito nesta resposta, pois pode ser qualquer adversário que no momento esteja mais vulnerável para essa ação, mas nesta próxima época gostaria de o fazer ao meu ex-colega de equipa e grande amigo, Hélder Freitas (Vareta) (recém-transferido para a APD Braga).
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O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.

Basquetebol nacional lamenta morte de João Pedro Sousa

Mais um momento de dor para o basquetebol nacional, com a morte de João Pedro Sousa, atleta de 37 anos que alinhava no Sporting Clube Marinhense.
À família enlutada, amigos e SC Marinhense, a FPB envia as mais sentidas condolências.

Fátima Freitas protagonizou “Área Restritiva”

Fátima Freitas, madeirense que marcou uma geração enquanto jogadora e que agora dá cartas no papel de treinadora, foi a convidada da “Área Restritiva” do último domingo. Podem ver o episódio na FPBtvFacebook ou na IGTV.


Basquetebol nacional de luto

O basquetebol nacional encontra-se de luto pela morte da jovem basquetebolista Ana Oliveira, atleta de 16 anos que alinhava na equipa de Sub19 do Sporting CP.

À família enlutada, amigos e Sporting CP, a FPB envia as mais sentidas condolências.


“Não pares em casa”

No “Não pares em casa” desta semana, com a Jr. NBA,. temos exercícios de euro step shadow passing a cargo de Patrick Mutombo, treinador-adjunto dos Toronto Raptors, e de Evan Unrau, técnico de formação dos LA Clippers.


“Man Out” a Hélder Moreira

Um dos novatos na APD Braga, turma tetracampeã nacional, Hélder Moreira distingue-se pela dedicação digna dos melhores, a que acrescenta uma forma de estar conciliadora com colegas e adversários. Detém um registo raro e peculiar: o jogo de estreia significou a conquista do seu primeiro título. 

Data de nascimento:28/04/1989
Ano de iniciação:2018
Posição: extremo/poste
Clube: APD Braga
Palmarés: Supertaça 2019/20
Jogo da tua vida (e porquê): Supertaça 2019/20, porque foi o primeiro jogo oficial e o primeiro titulo!
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como “vendias” o basquetebol em cadeira de rodas? 
Para vir experimentar, que de certeza de que vai adorar e querer ficar/praticar. Foi o que aconteceu comigo!
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti? 
O Márcio Dias, o nosso mágico!
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR. 
O corte de barba que o os meus colegas me fizeram no Torneio Internacional de Lisboa, no começo desta época!
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito? 
Quando consigo ganhar o espaço para entrar na área restritiva.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”? 
Márcio Dias!
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O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.

João Horta, João Sabbo, Paulo Vinhas e Valter Dias recordados

A 5 de julho de 1990, há 30 anos, ocorria um trágico acidente de viação que vitimou cinco dos ocupantes do veículo que transportava a equipa de iniciados da então AB Faro, que regressava de uma fase final inter-seleções, em Aveiro. 
Homenageamos, com saudade, João Horta, na altura Diretor-Técnico Regional da Associação, e os atletas João Sabbo, Paulo Vinhas e Valter Dias.
Foi um dia que não se esquece, e que este domingo é recordado por quem de perto privou com as vítimas. Caso de Eduardo Cruz, atual presidente da AB Algarve, que lembra as profundas marcas deixadas pelo acidente: “O Professor João Horta e esta geração de jovens atletas, que espelhava o potencial desportivo, superiormente treinada pelo Tito Real, tinham sido vencedores do torneio inter-seleções realizado em Aveiro. Existiam justificadas expectativas futuras para esta geração. O acidente retrai a participação dos jovens e faz nascer um receio dos pais. Foi um período difícil”, afirma.
Tito Real, treinador da talentosa equipa, descreve João Horta como “um dos melhores Diretores-Técnicos Regionais que passaram pela AB Algarve, gerador de consensos assertivo, conhecedor e competente”. Para os jogadores são também muitos os elogios, apelidando João Sabbo como “o mais humilde”, Paulo Vinhas de “o abnegado, um leão do Farense” e Valter Dias de “o indomável, com um nível técnico fantástico”.
Tiago Torégão, atual presidente da mesa da Assembleia Geral da AB Algarve, e que fazia parte da comitiva enquanto jogador, tem tudo bem presente: “O percurso que fizemos nas competições inter-seleções, com esta equipa de iniciados, foi um percurso que nos encheu de orgulho porque tínhamos uma equipa com atletas muito altos, evoluídos tecnicamente, e que foi muito bem orientada, o que foi fundamental para a criação de uma grande auto-estima entre todos. O regresso a casa, depois da cerimónia de entrega de prémios, foi feito com muita felicidade apesar do cansaço, pois ganhámos o torneio e tivemos três jogadores no cinco ideal. O momento do acidente ficará para sempre na memória – lembro-me de tudo como se fosse hoje. O Professor João Horta, o João Sabbo, o Paulo Vinhas e o Valter Dias serão para sempre recordados por mim como homens e atletas de eleição, pois era isso que eram”, vinca.
Outra testemunha do acidente e que se notabilizou nessa equipa foi João Rocha, antigo internacional português. O ex-jogador do FC Porto, entre outros, refere que se tratou de “um momento muito triste, muito duro, e que envolveu pessoas fantásticas, que tinham grande futuro e uma vida brilhante à sua frente”.

Entrevista a Hélder Freitas, reforço da APD Braga

Aos 35 anos, Hélder Freitas deixa a APD Paredes, clube onde se iniciou na modalidade e que representou durante oito épocas, para rumar à APD Braga, tetracampeã e vencedora dos últimos 16 troféus disputados. 
Nesta nova etapa, encarada com pragmatismo e ambição, Hélder Freitas (3.5), natural de Guimarães, espera dificuldades para conquistar o seu espaço no plantel bracarense, repleto de soluções e internacionais (7), mas expressa sem rodeios a vontade de ser determinante. O poste renova também o desejo de continuar nas escolhas da Seleção Nacional e participar no seu terceiro Campeonato da Europa, em 2021. 
Quais as razões para a mudança de equipa?
A principal razão que me levou a trocar a APD Paredes pela APD Braga foi, sem dúvida, conseguir mais tempo para mim e para a família. Claro que a vontade de querer ser mais e melhor no BCR tornou esta decisão ainda mais positiva.
O que esperas poder alcançar a nível individual e coletivo com a camisola da APD Braga?
Espero poder melhorar o meu lançamento, a postura a nível defensivo e aperfeiçoar o desempenho ofensivo. Tenciono também ser um dos pilares da equipa, que é atualmente a melhor do BCR português. Para isso, tenho perfeita noção de que irei ter muito trabalho pela frente, o que me dá imenso prazer.
Dos primeiros contactos com esta nova realidade, o que reténs em particular?
Tem sido tudo muito estranho e novo para mim. Sem dúvida, um novo caminho a seguir, muita organização, treinos bastante produtivos e diferentes, bastante comunicação e trocas de ideias para futuro do projeto em si. Admiro e agradeço toda a receção e apoio que me tem sido dado por toda esta nova família. Espero ser tão ou mais feliz quanto fui em Paredes, com os colegas que tanto me custaram deixar.
Terás uma competição por minutos muito superior a partir de agora. Como estás a lidar com essa mudança de realidade?
Como já referi acima, tenciono ser um dos pilares da equipa, esse é mesmo um dos meus focos neste momento. Se fosse uma tarefa fácil, não era para mim. Sinto-me pronto para começar e levar este desafio para a frente.
Já somas duas participações em Europeus. Acreditas que 2021 será o ano do título europeu e promoção à Divisão B?
Acredito. Não há duas sem três. Vou tentar manter a camisola #9 da Seleção comigo neste Europeu. Seria um gosto enorme participar em mais um Europeu, principalmente com uma subida de divisão. Seja eu a estar lá ou outro colega, vamos para honrar a nossa bandeira. Há muito talento cá em Portugal e desta vez vamos alcançar a subida.

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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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