Artigos da Federaçãooo

Sérgio Ramos marcou presença na “Área Restritiva”

Sérgio Ramos, um dos melhores basquetebolistas portugueses de sempre, treinador do Belenenses e adjunto nas Seleções Nacionais de Seniores e Sub20 masculinos, foi o convidado desta semana da “Área Restritiva”.

Podes rever o programa na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Regressamos na próxima semana!


“Não pares em casa” com a Jr. NBA

Esta semana, no “Não pares em casa” com a Jr. NBA, temos exercícios de treino dados por Langston Galloway, jogador dos Detroit Pistons.


“Não pares em casa”

Bruno Silva, adjunto da Seleção Nacional de BCR e do Basket Clube de Gaia, dedica o treino desta semana, mais global, à mudança de direção, potência aeróbia e força.
Segue-se o vídeo, sendo que em anexo podem ler todas as indicações.


Nuno Marçal na “Área Restritiva”

Esta semana, na “Área Restritiva”, contamos com a presença de Nuno Marçal. O ex-internacional português falou-nos da longa carreira, sobretudo dos 25 anos em que representou o FC Porto.
Podes rever o episódio desta semana na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Estamos de volta com um novo episódio no próximo domingo!


“Não pares em casa” com a Jr. NBA

O “Não pares em casa” com a Jr. NBA desta semana engloba uma compilação de três minutos com vários exercícios que podes fazer em casa, ou ao ar livre, que te vão permitir manter a tua forma física e melhorar vários aspetos do teu jogo.

 

Jaren Jackson Jr. (Memphis Grizzlies), Duncan Robinson (Miami Heat), Devonte’ Graham (Charlotte Hornets), Moriah Jefferson (Dallas Wings), Renee Montgomery (Atlanta Dream) ou Danilo Galinari (LA Clippers) são algumas das estrelas da NBA e da WNBA que te ajudam a explicar os vários exercícios.


Somos Basquetebol

Vivemos tempos de mudança, de adaptação, mas ao mesmo tempo não podemos esquecer aqueles que lutam, dia após dia, para continuarem connosco. Andreia Caldas e Adulai Djaló são dois nomes que podem passar despercebidos à maioria dos amantes da modalidade, mas ambos merecem toda a solidariedade neste momento complicado que atravessam. 
A ligação ao basquetebol é profunda. Tanto a Andreia como o Adulai começaram a ligação à modalidade ainda nos escalões do minibasquete, no CP Natação e no Sport Algés e Dafundo, respetivamente. A Andreia e o Adulai estão a disputar o jogo mais importante das suas vidas e precisam que a família do basquetebol esteja na bancada a torcer por eles. Neste jogo da vida, é necessária toda a ajuda para que estes jovens façam o lançamento da vitória.

Festa do Minibasquete regressa a Paços de Ferreira em 2021

A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) e a Câmara Municipal de Paços de Ferreira anunciam o regresso da Festa Nacional do Minibasquete à “Capital do Móvel”, em 2021. A pandemia do novo coronavírus obrigou ao cancelamento da 10.ª edição, agendada para entre 1 e 5 de julho deste ano, mas as duas entidades acordaram o regresso do evento no próximo ano, para uma X Festa Nacional do Minibasquete que promete voltar a fazer da cidade de Paços de Ferreira a capital do Minibasquete.

O presidente da FPB, Manuel Fernandes, salienta a importância do certame no calendário federativo. “Desde 11 de março que temos vindo a anunciar o cancelamento de inúmeras atividades de basquetebol. Sendo certo que é algo que nos custa sempre fazer, também é certo que fazemo-lo com responsabilidade e com a garantia de que é o mais adequado para proteger a saúde de todos. Uma dessas atividades foi a Festa Nacional do Minibasquete, evento que iria decorrer em Paços de Ferreira, entre 1 e 5 de julho, e que este ano atingiria a sua 10.ª edição ininterrupta na “Cidade Capital do Móvel”. É um evento que anualmente reúne cerca de 600 participantes de todo o país – entre atletas, treinadores, dirigentes, árbitros, oficiais de mesa e voluntários do clube Juventude Pacense -, que, durante cinco dias, disputam 220 jogos nos habituais nove campos que são instalados nas magníficas instalações do Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira, num ambiente de são convívio e verdadeira promoção do espírito desportivo de entreajuda e trabalho conjunto focado no bem-estar e crescimento pessoal e desportivo dos(as) jovens atletas”, afirma.
“Aos participantes, juntam-se os familiares e adeptos, cuja presença tem aumentado de ano para ano, dando um colorido e uma alegria ainda maior a este marcante evento, que culmina num arraial no parque da cidade com jantar-convívio oferecido pela Câmara para todos os atletas e acompanhantes. Por tudo isto e muito mais, foi com enorme regozijo que, logo que acordamos com o Município de Paços de Ferreira, na pessoa do seu Presidente Dr. Humberto Brito, o cancelamento da edição de 2020, acordamos imediatamente a realização, em 2021, da X Festa Nacional do Minibasquete. Estamos, por isso, agradecidos e reconhecidos a Paços de Ferreira, por nos permitir anunciar que esta profícua parceria vai continuar e que podemos dizer aos nossos minibasquetebolistas, suas famílias e adeptos que contamos convosco para regressar a Paços de Ferreira e celebrar com grande satisfação a X Festa do Minibasquete”, acrescenta Manuel Fernandes.
Por seu turno, o presidente da edilidade pacence, Humberto Brito, refere que “foi com tristeza, mas também com grande sentido de responsabilidade, que entendemos em acordo com a FPB cancelar a X Festa Nacional do Minibasquete”. O presidente da C.M. de Paços de Ferreira garante que a próxima edição será memorável. “Depois de nove edições que foram aumentando o seu grau de importância no panorama do Minibasquete nacional, juntando as seleções de todas as associações de Basquetebol do país, vemo-nos forçados a este interregno devido à pandemia do COVID-19 que assolou o mundo. Certos de que com esta medida protegemos todos os envolvidos de possíveis contágios e na impossibilidade de criar condições de não propagação, garanto desde já que a X Festa Nacional do Minibasquete vai continuar em 2021 em Paços de Ferreira, onde nasceu, e a próxima edição ficará na memória de todos os aficionados da modalidade. A todos os atletas, treinadores, dirigentes e famílias, votos de esperança no futuro e para o ano cá nos vamos encontrar para mais um evento de sucesso”, termina o autarca.
https://www.youtube.com/watch?v=xg8-v13hLVw

Mery Andrade foi a convidada desta semana

A “Área Restritiva” foi ocupada por Mery Andrade. A ex-internacional portuguesa que passou pela WNBA e que agora segue carreira na modalidade, fora das quatro linhas, foi a convidada desta semana!
Podes rever o episódio desta semana na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Estamos de volta com um novo episódio no próximo domingo!


“Não pares em casa”

Bruno Silva, adjunto da Seleção Nacional de BCR e do Basket Clube de Gaia, dedica o treino desta semana à resistência ao lactato.
Segue-se o vídeo, sendo que em anexo podem ler todas as indicações.


“Não pares em casa” com a Jr. NBA

Na rubrica “Não pares em casa” com a Jr. NBA desta semana contamos novamente com o treinador da Jr. NBA, Jeremiah Boswell, que contou com a ajuda de Malik Beasley (Minnesota Timberwolves), para uma sessão de treino completa. Além dos habituais exercícios de aquecimento, este “workout” também te dá exemplos de exercícios de drible, lançamento e condição física que podes fazer dentro de casa ou ar livre.


“Man Out” a Rui Pedro

A iniciação tardia não representou obstáculo para evoluir e quem o conhece identifica-lhe como virtude o entusiasmo incessante em relação à modalidade, que se repercute em partilhas e envolvimento nos círculos do basquetebol em cadeira de rodas (BCR) internacional. Em escassos quatro anos de prática, Rui Pedro, extremo/poste do GDD Alcoitão, tem já muito para contar.  

Data de nascimento: 10/09/78
Ano de iniciação: 2016
Posição: extremo/poste
Clube:  GDD Alcoitão
Palmarés: Finalista vencido da Taça de Portugal – 2016/17
Jogo da tua vida (e porquê): APD Braga vs. GDD Alcoitão – Precisávamos de ganhar para ir ao playoff. Com muita garra e grande oposição de Braga, sempre guerreiros, conseguimos os últimos quatro pontos com uma pressão a campo inteiro, nos últimos cinco minutos.
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como “vendias” o basquetebol em cadeira de rodas?
O BCR é fácil de vender. Basta convidares para fazer um treino, ver um jogo ou mostrar a “tua” evolução desde que se iniciou a prática. Ainda tem o fator social, que nos abre portas a outros conhecimentos.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti? 
Pedro Bártolo, um jogador completo; Marco Gonçalves, pela capacidade atlética e espírito coletivo; Márcio Dias e Hugo Lourenço, pela liderança em campo, sem esquecer outras qualidades. Internacionalmente: feminino – Joy Haizelden; masculino – Terry Bywater.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR. 
À parte das muitas vezes que o [Hugo] Maia vai ao chão, e que todas as quedas são diferentes, refiro a primeira vez que vi um treino. Entro no campo, apresentam-me e pedem ao Mário [Silva] para ver uma cadeira adequada a mim. Na minha cabeça, só podiam jogar atletas com uma incapacidade visível, no entanto, o Mário pára, tira os cintos e levanta-se da cadeira! Começa a andar normalmente e a tratar da cadeira. E eu disse: “Mas ele também joga?” Mas acho que ninguém ouviu.
Qual é o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito? 
Na fase de aprendizagem em que me encontro, preciso de evoluir muito na movimentação, na defesa e no ataque. Perceber quando e como bloquear. Diria que os bloqueios são um dos meus movimentos preferidos, quando os consigo fazer.
Qual é o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”? 
Fica sempre bem fazê-lo a qualquer adversário, uma vez que o objetivo é finalizar em superioridade numérica. Mas sem preferência, respeito por todos.
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O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.

Jogadores marcantes #7: António Botelho

Um dos célebres atletas de basquetebol em cadeira de rodas (BCR) da participação nos Jogos de Stoke Mandeville de 1971 e dos Paralímpicos de Heidelberg, em 1972, António Botelho inscreve com propriedade o seu nome no rol de jogadores marcantes.  Entre 1969 e 1993, jogou pelas equipas de Alcoitão, da extinta AFDA (Associação dos Deficientes das Forças Armadas) e da APD Lisboa.

Ligado aos primórdios do BCR em Portugal, António Botelho, paraquedista em Angola, de 1963 a 1965, na guerra do Ultramar, mudou, na ação individual, a ligeireza e o menosprezo com que se olhavam a pessoa com deficiência e o desporto adaptado. Tudo começou no Centro de Medicina e Reabilitação de Alcoitão. “O campo era em alcatrão, com umas tabelas, que nem sequer tinham rede. As atividades foram iniciadas pelo Ângelo Lucas, estudante de fisioterapia”, a quem, entre risos e sem desmerecer o contributo, não reconhecia o grau necessário de competência. “Ele não percebia nada daquilo, nem regras de basquetebol sabia”, conta o antigo poste.
Com ele ao leme, os onze selecionados rumaram a Stoke Mandeville, Inglaterra, em 1971, para disputar os jogos sob a designação da localidade, criados em 1948, por Sir Ludwig Guttmann. Na pátria do movimento Paralímpico, “onde se viam ainda as casernas da II Guerra Mundial”, António Botelho relata o espanto que perpassou o grupo perante a naturalidade desconcertante no modo de se encarar a deficiência. “Nunca tive muitos complexos, mas aí fiquei totalmente desinibido. Aprendi muito com os deficientes estrangeiros, eram autênticos profissionais”, circunstância que atribui aos “bons técnicos, melhores condições de treino e apoios”, apesar de enaltecer o auxílio dos primeiros tempos a esta inédita formação portuguesa. “Fomos na TAP para Stoke Mandeville. Para Heidelberg, fomos num avião militar, só para nós”, relembra.
No plano desportivo, ambas as aparições internacionais produziram episódios insólitos, decorrentes da impreparação da equipa técnica, que o corpulento ex-atleta se vê forçado a sublinhar. “Em Inglaterra, cometi uma violação de meio-campo. Era elementar e nem isso sabíamos. Fiquei parvo a olhar para o árbitro”. No ano seguinte, em Heidelberg, a contestação ao conhecimento incipiente do técnico gerou uma resolução coletiva inusitada. “Corremos com o treinador em plena competição. Mandamo-lo para a bancada!”, decisão que, afiança, proporcionou a única vitória portuguesa, frente à Suíça.
Apesar dos dissabores competitivos, a primeira experiência além-fronteiras, em Inglaterra, permitiu vislumbrar uma realidade contrastante com a invisibilidade imposta em território nacional, até mesmo no centro de Alcoitão. “Cá, escondiam os deficientes. Havia um triciclo, com as rodas vazias, e não deixavam que se usasse, precisamente para não se verem as pessoas. Mas consegui encher os pneus e andar. Revolucionei um bocado aquilo”, regozija-se.
Competidor acérrimo, distinguia-se pela dominância na área restritiva, capacidade física e passe fácil, herança parcelar do passado no futebol e boxe. Tinha “um bom relacionamento com todos os jogadores”, inclusive adversários, mas no campo a vontade insaciável de se superar chegou a provocar algum desagrado. “Uma vez, ganhámos 60-0 ao GDR “A Joanita”. Acusaram-me de abusar da fraqueza deles. Eu disse que tinha dado 60, mas se pudesse dar 70 ou 80, dava. Era muito rigoroso comigo próprio”, explica. No lote dos que o embeveciam, recorda Vilarinho, “o único a marcar de três pontos”, Delgado, “muito habilidoso e rápido”, e Morais, “telefonista em Alcoitão” e irmão do futebolista João Morais, obreiro da conquista sportinguista da Taça das Taças, em 1964.
No ativo até 1993, então com 55 anos, equacionou as funções de treinador, mas abandonaria em definitivo o “vício do cesto”. Em anexo podem consultar o testemunho de Jorge Almeida, técnico do Sporting CP-APD Sintra, ex-treinador e jogador da APD Lisboa e Seleção Nacional.

Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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