Artigos da Federaçãooo

Fátima Freitas protagonizou “Área Restritiva”

Fátima Freitas, madeirense que marcou uma geração enquanto jogadora e que agora dá cartas no papel de treinadora, foi a convidada da “Área Restritiva” do último domingo. Podem ver o episódio na FPBtv, Facebook ou na IGTV.


Basquetebol nacional de luto

O basquetebol nacional encontra-se de luto pela morte da jovem basquetebolista Ana Oliveira, atleta de 16 anos que alinhava na equipa de Sub19 do Sporting CP.

À família enlutada, amigos e Sporting CP, a FPB envia as mais sentidas condolências.


“Não pares em casa”

No “Não pares em casa” desta semana, com a Jr. NBA,. temos exercícios de euro step e shadow passing a cargo de Patrick Mutombo, treinador-adjunto dos Toronto Raptors, e de Evan Unrau, técnico de formação dos LA Clippers.


“Man Out” a Hélder Moreira

Um dos novatos na APD Braga, turma tetracampeã nacional, Hélder Moreira distingue-se pela dedicação digna dos melhores, a que acrescenta uma forma de estar conciliadora com colegas e adversários. Detém um registo raro e peculiar: o jogo de estreia significou a conquista do seu primeiro título. 

Data de nascimento:28/04/1989
Ano de iniciação:2018
Posição: extremo/poste
Clube: APD Braga
Palmarés: Supertaça 2019/20
Jogo da tua vida (e porquê): Supertaça 2019/20, porque foi o primeiro jogo oficial e o primeiro titulo!
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como “vendias” o basquetebol em cadeira de rodas? 
Para vir experimentar, que de certeza de que vai adorar e querer ficar/praticar. Foi o que aconteceu comigo!
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti? 
O Márcio Dias, o nosso mágico!
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR. 
O corte de barba que o os meus colegas me fizeram no Torneio Internacional de Lisboa, no começo desta época!
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito? 
Quando consigo ganhar o espaço para entrar na área restritiva.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”? 
Márcio Dias!
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O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.

João Horta, João Sabbo, Paulo Vinhas e Valter Dias recordados

A 5 de julho de 1990, há 30 anos, ocorria um trágico acidente de viação que vitimou cinco dos ocupantes do veículo que transportava a equipa de iniciados da então AB Faro, que regressava de uma fase final inter-seleções, em Aveiro. 
Homenageamos, com saudade, João Horta, na altura Diretor-Técnico Regional da Associação, e os atletas João Sabbo, Paulo Vinhas e Valter Dias.
Foi um dia que não se esquece, e que este domingo é recordado por quem de perto privou com as vítimas. Caso de Eduardo Cruz, atual presidente da AB Algarve, que lembra as profundas marcas deixadas pelo acidente: “O Professor João Horta e esta geração de jovens atletas, que espelhava o potencial desportivo, superiormente treinada pelo Tito Real, tinham sido vencedores do torneio inter-seleções realizado em Aveiro. Existiam justificadas expectativas futuras para esta geração. O acidente retrai a participação dos jovens e faz nascer um receio dos pais. Foi um período difícil”, afirma.
Tito Real, treinador da talentosa equipa, descreve João Horta como “um dos melhores Diretores-Técnicos Regionais que passaram pela AB Algarve, gerador de consensos assertivo, conhecedor e competente”. Para os jogadores são também muitos os elogios, apelidando João Sabbo como “o mais humilde”, Paulo Vinhas de “o abnegado, um leão do Farense” e Valter Dias de “o indomável, com um nível técnico fantástico”.
Tiago Torégão, atual presidente da mesa da Assembleia Geral da AB Algarve, e que fazia parte da comitiva enquanto jogador, tem tudo bem presente: “O percurso que fizemos nas competições inter-seleções, com esta equipa de iniciados, foi um percurso que nos encheu de orgulho porque tínhamos uma equipa com atletas muito altos, evoluídos tecnicamente, e que foi muito bem orientada, o que foi fundamental para a criação de uma grande auto-estima entre todos. O regresso a casa, depois da cerimónia de entrega de prémios, foi feito com muita felicidade apesar do cansaço, pois ganhámos o torneio e tivemos três jogadores no cinco ideal. O momento do acidente ficará para sempre na memória – lembro-me de tudo como se fosse hoje. O Professor João Horta, o João Sabbo, o Paulo Vinhas e o Valter Dias serão para sempre recordados por mim como homens e atletas de eleição, pois era isso que eram”, vinca.
Outra testemunha do acidente e que se notabilizou nessa equipa foi João Rocha, antigo internacional português. O ex-jogador do FC Porto, entre outros, refere que se tratou de “um momento muito triste, muito duro, e que envolveu pessoas fantásticas, que tinham grande futuro e uma vida brilhante à sua frente”.

Entrevista a Hélder Freitas, reforço da APD Braga

Aos 35 anos, Hélder Freitas deixa a APD Paredes, clube onde se iniciou na modalidade e que representou durante oito épocas, para rumar à APD Braga, tetracampeã e vencedora dos últimos 16 troféus disputados. 
Nesta nova etapa, encarada com pragmatismo e ambição, Hélder Freitas (3.5), natural de Guimarães, espera dificuldades para conquistar o seu espaço no plantel bracarense, repleto de soluções e internacionais (7), mas expressa sem rodeios a vontade de ser determinante. O poste renova também o desejo de continuar nas escolhas da Seleção Nacional e participar no seu terceiro Campeonato da Europa, em 2021. 
Quais as razões para a mudança de equipa?
A principal razão que me levou a trocar a APD Paredes pela APD Braga foi, sem dúvida, conseguir mais tempo para mim e para a família. Claro que a vontade de querer ser mais e melhor no BCR tornou esta decisão ainda mais positiva.
O que esperas poder alcançar a nível individual e coletivo com a camisola da APD Braga?
Espero poder melhorar o meu lançamento, a postura a nível defensivo e aperfeiçoar o desempenho ofensivo. Tenciono também ser um dos pilares da equipa, que é atualmente a melhor do BCR português. Para isso, tenho perfeita noção de que irei ter muito trabalho pela frente, o que me dá imenso prazer.
Dos primeiros contactos com esta nova realidade, o que reténs em particular?
Tem sido tudo muito estranho e novo para mim. Sem dúvida, um novo caminho a seguir, muita organização, treinos bastante produtivos e diferentes, bastante comunicação e trocas de ideias para futuro do projeto em si. Admiro e agradeço toda a receção e apoio que me tem sido dado por toda esta nova família. Espero ser tão ou mais feliz quanto fui em Paredes, com os colegas que tanto me custaram deixar.
Terás uma competição por minutos muito superior a partir de agora. Como estás a lidar com essa mudança de realidade?
Como já referi acima, tenciono ser um dos pilares da equipa, esse é mesmo um dos meus focos neste momento. Se fosse uma tarefa fácil, não era para mim. Sinto-me pronto para começar e levar este desafio para a frente.
Já somas duas participações em Europeus. Acreditas que 2021 será o ano do título europeu e promoção à Divisão B?
Acredito. Não há duas sem três. Vou tentar manter a camisola #9 da Seleção comigo neste Europeu. Seria um gosto enorme participar em mais um Europeu, principalmente com uma subida de divisão. Seja eu a estar lá ou outro colega, vamos para honrar a nossa bandeira. Há muito talento cá em Portugal e desta vez vamos alcançar a subida.

“Não pares em casa”

Regressamos com a rubrica “Não pares em casa”, com a Jr. NBA. Em baixo podem ver exercícios de trabalho de pés, com Bob MacKinnon, treinador da G-League, e o seu filho, e de drible, a cargo de Kevin Burleson, treinador de desenvolvimento de jogadores dos Minnesota Timberwolves.


Lisboa acolheu a segunda promoção da Seleção Nacional à Divisão B

Ao período de marasmo, marcado por uma crise económica que motivou o cancelamento das competições internas numa época e a ausência dos Europeus C de 2011 e 2013, Portugal respondeu categoricamente e, no regresso, alcançou a subida à Divisão B. Jorge Almeida, selecionador à data, e Márcio Dias, agora capitão, relembram o êxito. 

O desconhecimento dos adversários e a parca preparação, em virtude das limitações financeiras, anteviam dificuldades e o objetivo traçado não tolerava mãos trémulas nos momentos decisivos. Márcio Dias vinha de uma época em alta ao serviço do Servigest Burgos – 2.º escalão espanhol – e correspondeu à exigência da ocasião com o seu melhor desempenho pela Seleção, na meia-final contra a Finlândia. “A minha preparação nesse ano tinha como foco o Campeonato da Europa. Ao mesmo tempo, queria ajudar a minha equipa a conseguir vencer a 1.ª Divisão espanhola. Treinava todos os dias, mais ou menos 1h30 no ginásio, mais 1h hora de técnica de cadeira e quatro sessões de 2h com a equipa”, um volume de trabalho condizente com o praticado ao mais alto nível e que catapultou (ainda mais) o seu jogo para um patamar de excelência.
À margem da prestação individual, o camisola #4 sublinha a elevada competência do grupo selecionado, com “vários jogadores a atuar ou com experiência em ligas estrangeiras”, opinião corroborada pelo então selecionador, Jorge Almeida, que destaca “a entrega, o querer e a qualidade” dos atletas escolhidos. “Não tivemos condições para preparar o Campeonato dignamente, pelo que procurámos, eu e o Rui Lourenço (adjunto), escolher os atletas mais pela sua qualidade individual, visto não ser possível trabalhar o coletivo como desejaríamos, fazendo-os acreditar que era possível”.
O começo titubeante, e até desanimador, pontuado por uma derrota pesada frente à Bósnia-Herzegovina (34-58) e novo “tropeção” frente à Finlândia (47-49) deixaram a seleção sob pressão extrema, circunstância que não afrouxou a crença na subida de escalão. Portugal embalou para vitórias frente à República da Irlanda (54-51), Grécia (34-58), Sérvia (74-50), desforrou-se contra os nórdicos na meia-final (50-61) e, já com a promoção garantida, sucumbiu pela segunda vez ante o poderio dos bósnios (51-75), cuja altura e traquejo não permitiram uma discussão para lá do 2.º período.
Para se repetir a história em 2021, Jorge Almeida reconhece valia para se voltar ao segundo degrau do BCR europeu, embora assinale a premência dos jogadores dedicarem mais tempo ao trabalho individual, “dando uma especial importância à técnica de cadeira com e sem bola”, além de considerar vital desenvolver rotinas ofensivas e anular o “maior problema da equipa nacional no último Campeonato”, a defesa. Em sintonia com o ex-selecionador, Márcio Dias acredita estarem reunidas condições similares às de 2015, atendendo aos muitos atletas da Seleção “a jogarem fora ou que já o fizeram”, pelo que só falta mesmo “voltar a treinar normalmente para limar arestas e vencer o próximo Campeonato da Europa”.

Sofia Ramalho ocupou a “Área Restritiva”

A ex-internacional portuguesa, Sofia Ramalho, foi a convidada desta semana da “Área Restritiva”. As histórias de uma carreira ilustre e muito mais, num programa que pode ser revisto na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. 


Entrevista a Rui Dias, presidente do Basket Clube de Gaia

Rui Dias, presidente do Basket Clube de Gaia (BCG), aborda com ambição a época de estreia do clube na 1.ª Divisão do basquetebol em cadeira de rodas (BCR) nacional e transmite a vontade de promover um paradigma mais competitivo na modalidade. Recorde-se que o emblema gaiense foi o único candidato ao Playoff de subida à 1.ª Divisão.  

Quais as expectativas do BCG no seu ano de estreia na 1.ª Divisão?
As expectativas são de ficar entre os quatro primeiros lugares da competição. Para além disso, pretendemos alargar o número de jogadores e começar a formar novos atletas. A nossa maior presença em atividades de sensibilização e demonstração nas escolas e no Centro de Reabilitação do Norte, na época passada, reflete esse mesmo desejo.
Quais são os fatores diferenciadores deste projeto? 
Somos o único clube da região do Grande Porto e contamos com atletas das Seleções Nacionais A e Sub22. Estamos a falar de uma população de 1,5 milhões de habitantes, onde só existe o nosso clube neste desporto adaptado!
Como surgiu a ideia de criar uma equipa de BCR (em resumo, o que te motivou a fazê-lo e a abordar-me)?
Sendo o Pedro Bártolo de tão perto de onde o clube nasceu e desenvolve a atividade, não poderíamos esperar outra coisa! O facto de o conhecer e ver o gosto que ele tem pela modalidade, em particular pelo desporto adaptado, foi uma questão de tempo para desenvolvermos este projeto. É uma paixão mútua pelo basquetebol nas diferentes variantes.
Que pretensões tem o BCG a longo prazo no BCR (pode falar do BCR e da ambição global no clube)?
Queremos, em geral, que o basquetebol cresça em Portugal. Pretendemos que os mais jovens atletas, e principalmente os pais, não vejam este desporto apenas como um “hobby”, ou algo para passar o tempo, mas como uma forma de vida, tal como se passa em muitos dos países por esse mundo fora, principalmente nos mais desenvolvidos. Este desporto em Portugal, infelizmente, por forças maiores, não é publicitado, pelo que é muito complicado que surjam muitos atletas com qualidade para que se possa competir ao mais alto nível europeu, e desta forma, atrair um maior interesse em todas as vertentes.
Quais os principais entraves à concretização do projeto do BCR?
O maior entrave é, sem dúvida, o equipamento, por forma a que os atletas estejam preparados para a alta competição. As cadeiras são bastante dispendiosas e sem isso a performance competitiva baixa consideravelmente.

“Não pares em casa” com a Jr. NBA

O “Não pares em casa” com a Jr. NBA regressa esta semana com três exercícios diferentes que podes incluir na tua rotina de treino. O treinador adjunto dos Detroit Pistons, Micah Nori, explica-te o primeiro exercício de lançamento, seguindo-se o treinador da Jr. NBA, Adrian Carrion Armas, com trabalho específico de drible e para finalizar Dan Liburd, preparador físico dos Brooklyn Nets, dá-te alguns exercícios que te ajudam a manter a condição física.


Sónia Reis foi a convidada da “Área Restritiva”

Sónia Reis marcou uma geração no basquetebol feminino nacional, com um currículo que fala por si, e que inclui sucessos em Espanha. A antiga poste foi a convidada na “Área Restritiva”, programa que pode ser visto na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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