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Jogadores marcantes: Carlos Arrais

Ouvimos o próprio, mas no testemunho perspicaz que nos prestou, o ex-colega de equipa e internacional luso Carlos Oliveira, ainda no ativo no GDD Alcoitão, enfatiza o “enorme respeito” gerado entre colegas e adversários e, no plano desportivo, a versatilidade que o motiva a “comparar por cima” Carlos Arrais a Hugo Lourenço e Márcio Dias.

Ano de iniciação: 1981

Títulos conquistados: 4 Campeonatos (1991-1992 a 1994-1995), 3 Taças e 2 Supertaças

A humildade perpassa as suas palavras, embora sobejem os motivos para uma ponta de soberba. Um ídolo “adormecido”, pelo embalo desconsiderado do tempo e o apreço pelo recato, mas jamais esquecido. Carlos Arrais, o cavalheiro em campo – com árbitros, colegas e adversários – começou a jogar Basquetebol aos 19 anos, em 1981, depois de sofrer um acidente de viação que o colocou na rota do Centro de Reabilitação de Alcoitão, berço da modalidade em Portugal. Realçando o Professor Rui Calrão, quer na etapa de “recrutamento”, quer no trilho de sucesso que se seguiria, o imponente poste nunca subtrai a importância dos outros no processo de crescimento. “Fui um atleta humilde e cumpridor do que me era exigido pelo meu treinador e pelos meus colegas, os quais eu considerava família”. Pelo meio, havia muita dedicação, auxiliada pela “estatura física, rapidez e alguma habilidade”, mas, reitera, sem esquecer que o êxito se “devia em grande parte à equipa”. A primazia do coletivo que preconiza é indissociável da sua dimensão humana, incansavelmente destacada pelo amigo e ex-colega de equipa, Carlos Oliveira. “Nunca o vi aborrecer-se com alguém por causa de uma falta. Os adversários tinham-lhe enorme respeito não só pelas suas qualidades como ser humano, mas também pela forma como encarava os jogos. Perdia, mas dava mérito ao adversário e comungo dessa sua atitude”, sumariza.

Um atleta de aparentes contrassensos, ou talvez de equilíbrios raros, que era ferino em campo, defendia até asfixiar o rival, esbanjava sabedoria no posicionamento, detinha uma visão de jogo ímpar e revelava-se letal no lançamento. Ao competidor nato, juntava uma faceta serena, que lhe permitia encarar a derrota de um modo superior. “Foi o jogador mais calmo que vi jogar até hoje”, diz Carlos Oliveira.

A postura ascética só dava lugar a alvoroço perante a incúria dos companheiros em ir ao treino. “Ficava danado quando alguém faltava aos treinos, mas mesmo assim treinava sozinho, pois era um prazer e uma paixão para ele”, acrescenta ainda o companheiro de ofício. Figura incontornável nos feitos ilustres do GDD Alcoitão nos primórdios das competições oficiais de BCR em Portugal, Carlos Arrais, um vencedor por excelência, afirma que o maior fascínio residia em ter o discernimento de, “num jogo renhido e a 10 segundos do fim”, marcar o cesto da vitória. E não podia ser de outra forma. 

O que dizem sobre ele
 

João Cardoso, jogador do Sporting CP/APD Sintra, ex-internacional português

Um grande jogador, bom poste e um terror na eficácia, além de rápido.

Hugo Maia, jogador do GDD Alcoitão, internacional português

Do que me consegui aperceber nos poucos anos em que fui seu adversário, era "o poste" da década de 90. Se quando falamos de um poste exímio hoje em dia, nos lembramos do Hugo Lourenço, há 20 anos seguramente falaríamos do Carlos Arrais. De uma eficácia extrema dentro e fora do garrafão e de uma humildade e camaradagem espetaculares. Se visível dentro da sua equipa, mais visível ainda com adversários.

Carlos Oliveira, jogador do GDD Alcoitão, ex-internacional português

Como pessoa é excelente. Como jogador foi dos melhores postes com quem tive o prazer de ter jogado ao longo de 40 anos. Nunca foi individualista e sempre jogou para o coletivo. Muitíssimo bom a defender, não deixando respirar o adversário, e muito bom a atacar. E outra particularidade: era divertido e deixava a equipa e adversários bem-dispostos.

 


O jogo pelos olhos dos atletas

Entre nervos no banco de suplentes, vontade de fazer bem dentro de campo e diálogos com colegas e treinadores, todas as reações foram captadas pelas nossas objetivas.

 

 


Lisboa, Setúbal, Madeira e Porto lutam pelos títulos femininos

As finais são este domingo e bem cedo: às 8h30 jogam as mais velhas no Pavilhão Municipal de Albufeira, enquanto as mais novas jogam às 9h00 no Pavilhão do Imortal.

 

No escalão de Sub16, Lisboa tenta repetir o título do ano passado e conquistar o quinto do seu historial, frente a uma equipa de Setúbal que quer triunfar pela primeira vez no feminino. Na fase de grupos, Lisboa bateu Setúbal por 60-43, numa partida em que a lisboeta Carolina Cruz (18pts, 6res, 3as) esteve em destaque.

 

Em Sub14, Madeira e Porto decidem quem sucede a Lisboa como campeão deste escalão, algo que as nortenhas já festejaram três vezes desde que se iniciou a Festa do Basquetebol. Estas duas associações defrontaram-se na fase de grupos, com vitória das madeirenses por 49-47, graças a uma boa prestação de Inês Vieira (14pts).

 

Esta segunda-feira ficaram definidas as posições entre os 3º e 18º lugares, sendo que as nove primeiras de cada escalão ficam na Divisão 1 e as associações entre as 10ª e 18ª posições têm a Divisão 2 como destino. Aqui ficam as classificações finais de 2017, faltando apenas encontrar os campeões e vice-campeões, em partidas que terão transmissão em www.festadobasquetebol.pt.

 

 

Sub16 Femininos:

3º Aveiro

4º Coimbra

5º Algarve

6º Porto

7º Santarém

8º Madeira

9º Açores

10º Braga

11º Leiria

12º Viana do Castelo

13º Castelo Branco

14º Vila Real

15º Guarda

16º Alentejo

17º Viseu

18º —–

 

 

Sub14 Femininos:

3º Lisboa

4º Aveiro

5º Coimbra

6º Setúbal

7º Castelo Branco

8º Algarve

9º Açores

10º Santarém

11º Viana do Castelo

12º Leiria

13º Braga

14º Alentejo

15º Vila Real

16º Bragança

17º Viseu

18º Guarda

 


Clássico reservado para as finais masculinas da Festa do Basquetebol Juvenil

De referir que no escalão de Sub 16, estas duas equipas reeditarão a emocionante final do ano passado, que terminou com um triunfo nortenho por 58-56, havendo ainda a particularidade do Porto não ter perdido qualquer jogo, até ao momento, na competição.

Portanto, prevê-se uma manhã efervescente, com este clássico das provas associativas em ambos os jogos decisivos.

Em baixo poderão ainda consultar a classificação final nestes escalões a partir do terceiro lugar, importando destacar que as equipas posicionadas na segunda metade da tabela não garantiram presença na Divisão 1 para o próximo edição da Festa.

 

Outro aliciante destas aguardadas partidas prende-se com a diferença de apenas um título entre as duas equipas em Sub 16, sendo que o conjunto da Invicta tem uma vitória a mais, enquanto em Sub 14 o desnível é maior (Porto – 4; Lisboa – 1).

Já na edição deste ano, estas Associações, sedeadas nas duas maiores cidades portuguesas, defrontaram-se na Fase de Grupos, sendo que o Porto levou sempre a melhor (54-50 na categoria de Sub 16 e 39-30 em Sub 14).

Uma coisa parece certa: espera-se um grande espetáculo perante uma numerosa assistência, porque estamos na Festa do Basquetebol Juvenil, o tal evento por excelência!

 

Sub 14 Masculinos:

3.º – Aveiro

4.º – Setúbal

5.º – Algarve

6.º – Braga

7.º – Santarém

8.º – Vila Real

9.º – Madeira

10.º – Coimbra

11.º – Alentejo

12.º – Viana do Castelo

13.º Bragança

14.º Leiria

15.º – Castelo Branco

16.º – Açores

17.º – Viseu

18.º – Guarda

 

Sub 16 Masculinos:

3.º – Aveiro

4.º – Setúbal

5.º – Madeira

6.º – Algarve

7.º – Santarém

8.º – Coimbra

9.º – Braga

10.º – Viana do Castelo

11.º – Açores

12.º – Alentejo

13.º – Castelo Branco

14.º – Leiria

15.º – Viseu

16.º – Vila Real

17.º – Bragança

18.º – Guarda


FPB oferece donativo à Conferência São Vicente de Paulo

Esta instituição vive de apoios do estado, peditórios e esmolas, e chega a apoiar mais de 60 famílias durante o Inverno, número que reduz nas estações mais quentes, graças à sazonalidade do emprego.

Uma comitiva da FPB, composta por elementos federativos e de várias associações de basquetebol do país estiveram, na manhã desta segunda-feira, nas instalações da Conferência São Vicente de Paulo, em Albufeira, para entregar um cheque no valor de €1.362,00 para apoiar a causa desta instituição: ajudar os desfavorecidos e proporcionar-lhes uma vida melhor.

 

Se há coisas que sentimos que são gratificantes para nós são ações como o projeto ‘Basquetebol Solidário’. O valor que oferecemos não é da Federação, mas sim de todos os intervenientes da Festa do Basquetebol Juvenil, desde jogadores, treinadores, árbitros, dirigentes, membros da organização. Todos contribuem para esta iniciativa. Queremos que o desporto, e em concreto o basquetebol, faça a defesa dos valores que a nossa sociedade precisa, como respeito pelos outros e a solidariedade”, afirmou o presidente da FPB, Manuel Fernandes, no momento da entrega do cheque.

 


A Festa do Basquetebol… fora das quatro linhas

Demos um microfone a atletas de várias comitivas, que foram repórteres por um dia.

 


Concurso de afundanços abrilhantou All-Star Dhika

O vencedor foi o extremo do Galitos-Barreiro, que bateu o poste do SL Benfica na final.

 

 


Bilhetes para Finais realizadas no Pavilhão Desportivo de Albufeira disponíveis esta terça-feira

 

De referir que as entradas são gratuitas e limitadas à capacidade do recinto, com cada pessoa a ter direito a apenas um bilhete.

 

Importa destacar que a Final de Sub 14 Femininos decorrerá no Pavilhão do Imortal, estando agendada para as 9 horas, ao passo que o jogo decisivo da ala Masculina arrancará às 9 horas, em Vale de Pedras.

 

Como sempre, acompanharemos ao máximo o último dia da Festa do Basquetebol Juvenil, para que não vos escape nada sobre um dos eventos do ano.

 

 
 

Sul ultrapassa Norte na partida feminina do All-Star (62-73)

Com momentos muito animados e que ficarão na retina, como um grande triplo protagonizado por Joana Pessoa, uma das… juízes da partida, a MVP foi Kamilah Jackson, atleta do GDESSA, em pleno dia de aniversário (12 pontos e 11 ressaltos).

De referir ainda que Alexis Govan, a alinhar no Boa Viagem, levou a melhor no concurso de triplos com 13 lançamentos perfeitos.

Foi um autêntico fechar com chave de ouro de mais um All-Star marcado pelo ambiente entusiasmático em redor dos jogos e dos concursos, como os jovens atletas nos têm habituado.

 

 

Ponto prévio: assistiu-se a um espetáculo muito positivo, com as craques da Liga Feminina a ajudarem, e de que forma, com vários momentos de grande diversão, desde logo começando pelo episódio protagonizado por Inês Viana e Joana Pessoa, jogadora e árbitra, respetivamente, que inverteram papéis.

 

E não é que a base internacional portuguesa sancionou faltas e que Joana Pessoa encestou do meio da rua sob o soar do toque para o intervalo?

 

E que dizer de todo um pavilhão a surpreender Kamilah Jackson cantando-lhe os parabéns? E o impressionante afundanço do popular “Dunker da Ribeira”, que com uma acrobacia deixou de boca aberta tudo e todos, contando com a ajuda do nosso fantástico Bliz, também ele em altas?

 

Pois bem, isto tudo aconteceu durante o jogo feminino, o que é elucidativo daquilo que se passou.

 

Quanto ao encontro, o Sul esteve quase sempre na dianteira, ganhando por 73-62.

 

Em termos estatísticos, e como já referimos, Kamilah Jackson , foi a MVP, seguindo-se no conjunto do Sul Joana Bernardeco com a obtenção de 10 pontos, Aleighsa Welch (8 pontos e 8 ressaltos), Maria Blazejewski (8 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências), Dora Duarte (8 pontos e 4 ressaltos) e Márcia Costa (8 pontos), ao passo que na turma do Norte sobressaíram Ladondra Johnson (11 pontos e 11 ressaltos), Mariana Silva (11 pontos), Jasmine Crew (10 pontos e 3 assistências), Ezinne Kalu (9 pontos, 3 ressaltos e 5 assistências) e Eetisha Riddle (9 ressaltos).

No concurso de triplos, Alexis Govan apontou 13 triplos na final disputada frente à Joana Bernardeco.


Norte leva a melhor sobre o Sul (95-90) no jogo masculino do All-Star Dhika

 Bryce Douvier (Ovarense Dolce Vita), em representação da formação nortenha, foi o MVP depois de obter 23 pontos e 10 ressaltos, enquanto Jacques Conceição, atleta do Galitos Barreiro, foi o grande vencedor do concurso de afundanços do All-Star Dhika.

 Já Tomás Barroso, jogador do SL Benfica, arrecadou o prémio no concurso de triplos na sua cidade natal, depois de revelar pontaria afinada por 15 vezes.

 

Acompanhem todo o espetáculo em www.fpbtv.pt. 

 

A equipa do Norte comandou o resultado durante grande parte do desafio, embora ao intervalo estivesse a perder por 41-43.

 

Nos comandados de Moncho López, que triunfaram com um resultado de 95-90, há a destacar o já citado Bryce Douvier, MVP do desafio, além de James Ellisor (17 pontos e 4 ressaltos), Nick Novak (11 pontos e 5 assistências) e José Silva (11 pontos e 1 assistência).

 

Já na formação do Sul, os maiores destaques foram Carlos Morais (22 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola), Alex Marzette (15 pontos e 4 ressaltos), Jacques Conceição (12 pontos), Khyle Marshall (11 pontos, 6 ressaltos e 3 roubos de bola).

 

Por seu turno, no concurso de afundanços, Jacques Conceição abriu o livro, alcançando a distinção, enquanto Tomás Morais registou 15 triplos na final do concurso face a Andrew Ferry, que havia triunfado no anterior.


Duelo entre Lisboa e Aveiro para decidir liderança das Sub16

No final deste domingo, restará apenas uma equipa invicta no grupo G de cada um dos dois escalões.

 

 

As associações de Lisboa e Aveiro decidem, este domingo, quem assume a liderança isolada da série G do escalão de Sub16 feminino. Nos jogos deste sábado, as lisboetas bateram Coimbra (70-33) e Setúbal (60-43), enquanto as aveirenses venceram o Algarve (49-37). Contas feitas, Lisboa e Aveiro somam por vitórias os três encontros realizados, seguidos por Setúbal (2-1), Coimbra (1-2), Algarve e Porto (ambas com 0-3). Na série H, o grupo intermédio, Santarém e Madeira são as únicas formações invictas, enquanto Castelo Branco lidera a série I.
 
No escalão de Sub14 feminino, Porto e Madeira estão no topo da classificação da série G, com três vitórias em três jogos. A equipa da Madeira somou, este sábado, triunfos sobre Aveiro (32-28) e Coimbra (61-51), enquanto o Porto superou Setúbal (51-34). Atrás de Porto e Setúbal encontram-se Lisboa, Coimbra, Aveiro (todas com 1-2) e Setúbal (0-3). Por sua vez, na série H o equilíbrio é a nota dominante, com o trio comporto por Algarve, Castelo Branco, Santarém invictas, o que também acontece com Braga na série I. 
 
Este domingo continua a Festa, repartida por jogos durante a manhã (Canal da Festa) e as festividades All-Star (FPB TV) durante a tarde. Tudo para acompanhar ao segundo nas redes sociais da FPB.
 

Porto segue na liderança nos escalões masculinos

Contudo, continua tudo em aberto, voltando as equipas a entra em ação a partir das 8h45 deste domingo, num dia que ficará marcado pela realização do All-Star Dhika.

De realçar o grande ambiente verificado, algo que vem sendo habitual neste grandioso evento, acompanhado ao segundo pela FPB nos seus diferentes meios de comunicação, sem esquecer o jornal “Record”.

Na categoria de Sub 16, o Porto comanda a Série G, ainda invicto, mas conta com a companhia da AB Setúbal, que também só conheceu a vitória ao longo do dia, estando Lisboa por perto, a um ponto de distância.

 

Já na Série H, Santarém e Braga estão na melhor posição para garantir a manutenção na Divisão 1, também tendo o estatuto de formações invictas.

 

Por seu turno, no escalão de Sub 14, a história repetiu-se: o Porto levou a melhor nos seus desafios e com isso está no topo da tabela, seguindo Lisboa e Setúbal na perseguição mais direta, enquanto na Série H a seleção de Santarém volta a liderar


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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