Artigos da Federaçãooo
Pedro Bastos afastado da Seleção
O atleta, com o qual Mário Palma contava para se deslocar à Eslovénia para participar nos jogos de controlo da próxima semana, sofreu uma lesão muscular na perna esquerda que compromete a sua preparação para a fase de apuramento. Na despedida do grupo de trabalho, o selecionador Mário Palma elogiou a forma como tinha trabalhado, não escondeu que conta com ele para batalhas futuras, bem como salientou o facto de ser um atleta muito jovem, e com muitos anos pela frente para dar o seu contributo à seleção nacional.
Depois de 16 treinos consecutivos, e sem ter falhado a qualquer um dos 2150 minutos de trabalho, Pedro Bastos acabou por se lesionar numa simples travagem. O jovem jogador começava a ganhar espaço dentro da equipa, dando continuidade à boa época efetuada no clube. Mário Palma não lhe poupou elogios na hora da despedida, e não teve qualquer problema em afirmar em frente de todo o grupo, que tinha conquistado um lugar entre os 14 jogadores que se deslocariam à Eslovénia para três jogos de controlo.
Visivelmente agastado com o seu infortúnio, Bastos não foi capaz de continuar a acompanhar os treinos até ao final da semana, tendo pedido a sua dispensa como forma de ajudar a superar a sua desilusão neste momento alto da sua curta carreira. Mário Palma exigiu daqueles que permanecerão a trabalhar com a seleção, uma dedicação extrema como forma de prestar homenagem a todos aqueles que vão ficando pelo caminho.
Sendo um jogador jovem e com um largo futuro, o selecionador previu que naturalmente se voltariam a encontrar, na certeza que estava perante um atleta com uma margem de progressão ainda muito grande.
Este sábado, será comunicado o segundo jogador a ser dispensado e que não viajará com a equipa na próxima segunda feira para a Eslovénia, ficando em aberto a possibilidade de a qualquer momento poder regressar aos trabalhos da equipa. Antes disso haverá um jogo entre os atletas da seleção, que naturalmente ajudará a equipa técnica da seleção a tomar a sempre difícil e dolorosa decisão de dispensar um jogador.
Portugal estreia-se com derrota no Europeu de Sub 18 Masculinos
Os comandados de José Ricardo voltarão a entrar em campo este sábado, diante da Áustria, às 13h15.
A Bielorrússia entrou melhor no desafio, aplicando logo um parcial de 6-0, sendo que a 02:36 do final do primeiro período a vantagem da turma bielorrussa até era de 8 pontos (7-15), mas Portugal reagiu muito bem, reduzindo para 13-15.
No segundo quarto assistiu-se à melhor fase portuguesa na partida, com a equipa de todos nós a adiantar-se pela primeira vez no marcador a 04:56 do intervalo (22-21). O jogo estava equilibrado, com várias alternâncias, e por isso não foi de estranhar que ambas as formações fossem empatadas para os balneários a 27 pontos.
Contudo, na etapa complementar a situação seria bem diferente, com a Bielorrússia a exibir-se em melhor plano. Portugal chegou a estar na frente (31-29), mas depois o adversário acabaria por assumir as rédeas do jogo, ainda que à entrada para o último período, a turma lusa estivesse por dentro da discussão do resultado (40-46).
Até ao término do desafio, a Bielorrússia controlou os acontecimentos, com Portugal a nunca conseguir aproximar-se verdadeiramente, chegando-se a um resultado final de 54-66 favorável à formação de Leste.
Em termos individuais, do lado nacional, destaque para o duplo-duplo de Gonçalo Delgado (13 pontos e 10 ressaltos), Gonçalo Madureira (10 pontos e 7 ressaltos) e Pedro Costa (10 pontos).
De referir que as aspirações portuguesas continuam intactas, visto que apenas se disputou a ronda inicial do Grupo B. Este sábado haverá mais, às 13h15, frente à Áustria.
“Darmos o nosso melhor em cada treino”
O desafio passa por dar o máximo em cada treino, não apenas fisicamente, como também na preparação mental para a competição. Mesmo sabendo que apenas 12 chegarão à fase de qualificação para o Eurobasket de 2017, isso não impede que o grupo seja coeso, reforçando um dos quatro princípios básicos do funcionamento da seleção, que diz que a equipa está acima de tudo.
Sangalhos tem sido sinónimo de dor, sofrimento, cansaço, não só físico, sacrifícios indispensáveis como o próprio reconhece para que Portugal possa discutir uma presença no próximo Eurobasket. “Têm sido 2 semanas de muito trabalho. É bastante importante esta fase de preparação porque a fase de apuramento vai ser muito exigente, tanto fisica como mentalmente”.
Nas habituais palestras do selecionador nacional Mário Palma, é sempre referido que se joga com a mente, pois é ela que comanda tudo o resto. Só uma equipa forte mentalmente, preparada para jogos com três dias de intervalo, com viagens pelo meio, e onde a pressão é um fator decisivo, poderá ter sucesso. “Iremos ter 6 jogos em 18 dias, daí o fator psicológico ser bastante importante. O nosso treinador Mário Palma está a fazer um ótimo trabalho em motivar-nos para darmos o nosso melhor em cada treino. Só assim conseguiremos evoluir em termos de equipa e chegar completamente preparados a fase de qualificação”.
Sem ser um grupo de trabalho fechado, a seleção nacional tem um núcleo de jogadores que há muito trabalha junto. José Silva destaca a coesão que caracteriza a Seleção, independentemente de se saber que, inevitavelmente, alguns terão de ser dispensados. “Somos um grupo muito unido, dentro e fora de campo, e todos estão a dar o seu máximo, a lutar por um lugar nos 12. Sabemos que apurar para o Eurobasket não vai ser fácil, mas se continuarmos a trabalhar desta forma teremos muitas hipóteses em consegui-lo”.
Portugal fecha Fase de Grupos do Europeu de Sub 18 Femininos com derrota
Com este resultado, a nossa Seleção fixou-se no quarto lugar, ficando agora na luta pela 9.ª posição do torneio, sendo que na próxima partida irá defrontar o 3.º classificado do Grupo B, esta sexta-feira, às 17h45.
O desafio começou equilibrado, tendo Portugal chegado a estar em vantagem (5-2), mas um parcial de 13-0 favorável ao conjunto nórdico embalou a Finlândia para a dianteira do marcador, de onde nunca mais saiu, sendo que no final do primeiro período as comandadas de Agostinho Pinto perdiam por 7 pontos de diferença (9-17).
No segundo quarto, a nossa Seleção conseguiu reaproximar-se do adversário, ficando a apenas 3 pontos de distância a 03:31 do intervalo (23-26), mas a Finlândia resistiu e voltou a adiantar-se ligeiramente, com as equipas a irem para os balneários com um resultado de 29-36 favorável às finlandesas.
A etapa complementar foi gerida pela turma nórdica, que nunca permitiu grandes veleidades às nossas jogadoras, dando sempre a ideia de que o rumo dos acontecimentos estava definido, o que se comprova pelo resultado de 43-53 à entrada para o derradeiro período, onde Portugal voltou a ser batido pela Finlândia em termos pontuais, terminando a partida com um 53-65.
Quanto ao desempenho individual das atletas lusas, Mariana Silva, jogadora com mais tempo de utilização neste jogo do lado nacional, voltou a estar em destaque (15 pontos e 9 ressaltos), assim como Beatriz Alves (12 pontos e 6 ressaltos) e Ana Ramos (12 pontos e 3 ressaltos).
Rescaldo da I Liga Master FPB
Desportivamente, o Clube dos Galitos foi o grande vencedor da Liga, primeiro Campeão Nacional de Basquetebol Master da FPB, ganhando com inteira justiça a fase final, onde os jogos foram marcados por um enorme equilíbrio, tendo a maior diferença pontual sido de 9 pontos e em 4 jogos inferior ou igual a 6 pontos.
No Basquetebol Master não há perdedores, os objetivos desportivos são legítimos e naturais, trata-se de uma competição pura, mas no fim impera sempre o desportivismo e o fair play e todos os apaixonados pelo Basquetebol são vencedores.
Por isso, é objetivo alargar a Liga Master a mais praticantes, procurar mais equipas, sendo que já está a trabalhar na edição da próxima época desportiva.
É sabido que há muitos grupos que treinam juntos há já alguns anos e que podem evoluir para uma equipa que participe na nesta Liga.
Também seria ótimo receber equipas que têm participado nos últimos anos em competições não federadas, já que este é o espaço para muitas delas, com condições únicas de horários dos jogos, regras e árbitros oficiais.
Fazes parte de uma equipa? Tens um grupo que treina com regularidade?
Entra nesta competição então!
Torna-se importante agradecer, nesta altura, a quem de uma forma ou de outra contribuiu para a inclusão deste escalão na FPB e/ou pelo sucesso da I Liga Master FPB:
Agradecer primeiro aos membros da APBM (Associação Portuguesa de Basquetebol Master) que sonharam um dia organizar competições para atletas veteranos de forma sistemática, proporcionando-lhes condições de excelência;
Um agradecimento especial ao Presidente da FPB (Federação Portuguesa de Basquetebol), Manuel Fernandes, e ao Vice-Presidente, Rui Dias, por terem acreditado desde início neste projeto e por todo o carinho e apoio incondicional que têm dado;
Um agradecimento sentido à Associação de Basquetebol de Aveiro, ao seu Presidente, João Carlos Ribeiro, ao diretor técnico regional, Pedro Cura, e à Catarina Teixeira, Hugo Silva e Jorge Marques, já que sem eles não teria sido possível;
Às direções dos clubes participantes, porque deram o seu aval e apoio à constituição das equipas Masters, percebendo a enorme mais valia que estas representam para as suas instituições;
Agradecer ainda,
Ao principal sponsor, a Fidelidade, marca que se associou a esta Liga e que muito a prestigiou;
A Ivo Almeida e ao Diário de Aveiro, pelo destaque que desde sempre proporcionaram à prova e que ajudou imenso à divulgação do Basquetebol Master;
Aos juízes da Associação de Basquetebol de Aveiro (ABA), árbitros e oficiais de mesa, que participaram nos 36 jogos da prova e que em muito contribuíram para o seu sucesso;
Ao designer e amigo, Nuno Jubero, pelo brilhante trabalho gráfico e toda a colaboração prestada;
Ao Luís Andrade, da Livesportspt, pelo profissionalismo e qualidade do seu trabalho;
À Fisiomanual, equipa de fisioterapeutas com presença assídua nos Masters, pelo trabalho, preocupação e conselhos sobre cuidados especiais que os atletas Masters devem ter;
Ao Fernando Borges, que mais uma vez colaborou com os Masters, fazendo a estatística da fase final.
Por último, obrigado a todos os que foram ver os jogos aos pavilhões, sem vocês não é a mesma festa, sem vocês não faz sentido.
Portugal cede diante da Bósnia e Herzegovina por 54-65
A nossa Seleção ocupa atualmente a terceira posição do Grupo A.
Mesmo jogando contra a formação da casa, Portugal entrou muitíssimo bem no jogo, conseguindo ainda cedo uma vantagem importante no marcador, tanto que no final do primeiro período a equipa de todos nós já vencia por 20-11, depois de ter alcançado, inclusivamente, um parcial favorável de 9-0.
Porém, tudo se desmoronou no segundo quarto, com a Seleção Nacional a consentir 11 pontos consecutivos ao adversário, que acabou por igualar o resultado. A partir daí, e até ao intervalo, a formação orientada por Agostinho Pinto voltou a assentar o seu jogo, indo ambas as equipas para os balneários empatadas a 33 pontos.
Seria na parte final do terceiro período que Portugal deitaria tudo a perder. A 03:51 do derradeiro quarto, a nossa Seleção liderava o marcador por 43-41, mas os últimos minutos revelaram-se fatídicos, com a turma lusa a permitir um parcial de 13-0 a favor do conjunto bósnio, que assim passou para a frente de uma forma destacada (43-54).
Para piorar a situação, Portugal não acertou o passo no início do quarto período, tendo pontuado pela primeira vez apenas a 04:05 do término do desafio, o que significou larguissimos minutos sem a obtenção de um único cesto. A reta final da partida até ficou marcada por boa prestação portuguesa, com o alcançar de 9 pontos consecutivos, mas o triunfo bósnio já estava decidido (54-65).
Em termos individuais, Catarina Mateus voltou a ser a melhor marcadora nacional (13 pontos), ao passo que Mariana Silva (7 pontos e 7 ressaltos) e Ana Ramos (6 pontos e 6 ressaltos) também sobressaíram. Contudo, quem mais se destacou na luta das tabelas foi mesmo Susana Carvalheira, que tal como no jogo anterior registou 10 ressaltos.
Portugal soma primeiro triunfo no Europeu de Sub 18 Femininos
As comandadas de Agostinho Pinto triunfaram de uma forma tranquila, sendo que nunca estiveram em desvantagem no marcador.
A equipa de todos nós voltará a entrar em ação esta segunda-feira, às 17h45, diante da Bósnia e Herzegovina.
Foi com naturalidade que Portugal derrotou a Roménia, já que as nossas atletas assumiram a dianteira do marcador desde cedo, não dando grandes chances ao adversário, principalmente no primeiro tempo.
Prova disso, no final do primeiro período a equipa das quinas já vencia por 14-7,ao passo que no segundo quarto a eficiência lusa aumentou ainda mais, o que se traduziu num resultado de 40-21 ao intervalo.
No segundo tempo, a Seleção Nacional geriu os acontecimentos, nunca estando em perigo, sendo que à entrada para o último período a vantagem lusa era de 23 pontos (57-34). Até ao término do desafio, a Roménia conseguiu aproximar-se ligeiramente, já muito perto do soar do alarme, fixando o resultado em 69-53 para Portugal, num triunfo importante para as nossas cores, depois do desaire no jogo de estreia.
Quanto a registos individuais, e após uma partida inspirada da turma portuguesa, há a salientar as prestações de Catarina Mateus (25 pontos), Luana Serranho (12 pontos), Susana Carvalheira (9 pontos e 10 ressaltos) e Mariana Silva (10 pontos).
Balanço da terceira semana de preparação da Seleção de Sub 16 Masculinos
Foram efetuados 8 treinos com os 14 jogadores convocados para esta fase, e realizaram-se 4 jogos, 2 dos quais relativos ao Torneio Internacional de Sub 16 de Vieira do Minho 2016.
De referir que ontem, a comitiva nacional foi recebida na Câmara Municipal local, por António Cardoso, Presidente da autarquia.
Foi uma semana de grande produtividade, já que a presença da competição deu um contributo fundamental para aferir o nível de preparação da equipa até ao momento, mas também deixar uma ideia do muito que ainda há por fazer até ao início do Campeonato da Europa deste ano. As Seleções da Irlanda e da Bélgica reuniram-se nesta bonita vila da região do Minho, e para além dos jogos oficiais que as três Seleções realizaram, Portugal efetuou um particular com cada um dos adversários. Estes 2 jogos extra serviram para oferecer mais uma oportunidade de confronto internacional que tanto estes jovens necessitam.
Apesar de não ter conseguido vencer a Bélgica, Portugal acabou por sair vencedor do Torneio Internacional de Vieira do Minho 2016, após uma vitória clara sobre a Seleção da Irlanda por 81-55. No final dos 3 jogos todas as equipas terminaram o torneio com uma vitória. Portugal acabou por vencer com um registo positivo entre pontos marcados e sofridos, fruto de uma exibição muito bem conseguida no jogo com a Irlanda. No confronto com a Bélgica ficou muito claro para quem teve oportunidade de assistir aos jogos, que o jogador português da idade de sub-16 apresenta fragilidades atléticas e técnicas no que respeita à qualidade individual do jogador. Estas diferenças manifestam-se nas reações e no ritmo que os belgas conseguem impor aos processos simples que taticamente utilizam. Deixam a ideia de que, nesta idade para jogar um jogo de qualidade, a leitura de um bloqueio direto ou um hand-off, podem ser suficientes que o 1×1 seja o fundamental da tática coletiva da equipa. Fica a ideia que só através de uma organização baseada em opções táticas de 5×5, e porventura, demasiadamente comandadas “por fora”, se torna possível à seleção nacional ser competitiva com a Bélgica. A Irlanda demonstrou uma grande atitude e uma capacidade muito interessante de ser agressivo face ao cesto. No entanto, porque as diferenças físicas e atléticas deixam-nos algumas vantagens, e porque Portugal conseguiu a interromper a fluidez da circulação da bola com trocas sucessivas nos bloqueios diretos, os jovens portugueses sentiram-se um conforto defensivo que lhes permitiu explorar não apenas o contra-ataque mas também construir o ataque com mais serenidade. Os jovens portugueses mostraram um grande caráter e estão de parabéns por mais uma semana de trabalho duro e intenso. A SN recomeça os trabalhos na próxima 3ª feira em Ermesinde, onde se manterá nas próximas duas semanas.
Uma nota de especial agradecimento para os responsáveis da Associação de Basquetebol de Braga e para a Câmara Municipal de Vieira do Minho que tudo fizeram para que nada faltasse à Seleção Nacional de Sub 16 durante toda a semana. Um grande bem haja às gentes do Minho pela sua simpatia e hospitalidade.
Resultados do Torneio Internacional de Sub-16 de Vieira do Minho 2016
22 julho: Bélgica 52 – Irlanda 69
23 julho: Portugal 53 – Bélgica 64
24 julho: Portugal 81 – Irlanda 55
Classificação
1.º Portugal – 134 / 119
2.º Bélgica – 116 / 122
3.º Irlanda – 124 / 133
Portugal estreia-se no Europeu de Sub 18 Femininos com derrota
Contudo, continua tudo em aberto em relação às contas do Grupo A, sendo que a equipa de todos nós voltará a entrar em campo amanhã, às 13h, diante da Roménia, numa prova que decorre em Sarajevo (Bósnia e Herzegovina).
O primeiro período correu de feição a Portugal, que entrou com tudo, conseguindo uma excelente vantagem logo após os 10 minutos iniciais (16-7).
Porém, a situação inverteu-se completamente no segundo quarto, com a Islândia desde cedo a reduzir distâncias, acabando por passar para a frente do marcador a 04:03 do intervalo (20-21). Daí até ao descanso, a turma islandesa ficou com uma vantagem de quatro pontos (22-26).
Portugal não mais se conseguiu aproximar verdadeiramente no marcador, com a Islândia a aproveitar para gerir o encontro, conseguindo melhor pontuação do que a equipa das quinas em cada um dos períodos do segundo tempo.
No final do terceiro quarto, a formação nórdica vencia por 33-41, aumentando ainda mais a vantagem até ao final do desafio (52-61), numa derrota que não compromete as aspirações da nossa Seleção, que já amanhã tem outra partida, contra a Roménia, às 13h.
Em termos individuais, na turma lusa, Mariana Silva obteve 11 pontos e 6 ressaltos, ao passo que Eliana Cabral registou 10 pontos.
Portugal conquista medalha de prata nos Jogos da CPLP
Portugal entrou algo apático no último encontro dos Jogos da CPLP, em que defrontou a Seleção Angolana, sendo que só depois do primeiro desconto de tempo pedido pelo técnico português, Nuno Manaia, (perdia por 6 pontos) a equipa regressou à bitola com que se tinha exibido nas três últimas partidas realizadas, acabando por ir para o intervalo já em vantagem (46-35).
No início do segundo tempo, a Equipa Nacional praticamente sentenciou a partida, pois Angola tinha muitas dificuldades em ultrapassar a pressão lusa que resultava na maior parte das vezes em contra-ataques.
No final do terceiro período a vantagem era de 22 pontos (74-52), o que permitiu às portuguesas gerir o marcador até ao final do encontro, terminando o jogo com 88-77 no "placard" do Pavilhão Municipal de Espargos.
Neste jogo alinharam e marcaram: Marta Martins (5 pontos), Ana Teresa Faustino (27), Mariana Carvalho (11), Maria Luísa Silva (5), Carolina Cruz (4), Sara Guerreiro (5), Dilma Semedo (10), Joana Lopes (17), Filipa Cruz (2), Constança Almeida (2), Marta Leite e Carolina Aguiar.
Portugal alcançou assim a Medalha de Prata nos Jogos CPLP, numa competição onde teve a ousadia de se fazer representar pela Seleção Nacional de Sub 15 Femininos, competindo no escalão de Sub 16, proporcionando a estas atletas o primeiro contacto internacional e preparando esta geração para o Europeu Sub 16 de 2017.
No último encontro da prova o Brasil vendeu cara a derrota, perdendo por apenas 6 pontos com Moçambique.
Classificação Final:
1º Moçambique 5V – 0D
2º Portugal 4V – 1D
3º Angola 3V – 2D
4º Brasil 2V – 3D
5º Cabo Verde 1V – 4D
6º São Tomé P. 0V – 5D
A equipa portuguesa chega a Lisboa na próxima segunda-feira.
“Temos um grupo de qualidade”
No entanto, estão a ser criadas as bases para que a Seleção Nacional seja cada vez mais competitiva, e possa estar à altura de mais uma fase de qualificação para um Eurobasket. Apesar dos sacrifícios pedidos, a equipa sabe que não existe outro caminho, e está disposto a sofrer dentro do campo. O capitão Mário Fernandes lidera um grupo com talento, que beneficia do trabalho de continuidade, e que melhora de dia para dia. Sangalhos é um local do agrado da Seleção, pelo que estão reunidas condições para uma boa preparação.
Os atletas convocados tinham sido avisados para se apresentarem em boa forma física, já que o período de preparação é curto. Mário não estranha o volume de trabalho dos primeiros dias, pelo contrário realça a sua necessidade. “ Um primeira semana de treinos muito intensa e exigente mas de extrema importância, tendo em conta o objectivo que temos pela frente”.
O grupo de trabalho já deu provas que tem talento, para além de que pode tirar partido do facto de se conhecer muito bem dentro e fora do campo. “Temos um grupo de qualidade que tem vindo a trabalhar junto há já alguns verões e que se conhece perfeitamente. Apenas com a novidade do Pedro Bastos que facilmente se integrou e entrou na dinâmica de trabalho”.
É notória a evolução da equipa, a que não é alheio o facto de a seleção ter ao seu dispor condições de trabalho e alojamento acima da média. “Como sempre as condições aqui em Sangalhos são excelentes, o que nos permite trabalhar focados em melhorar mecanismos e progredir dia após dia. Que venha a segunda semana!”.
Excelente recuperação portuguesa mantém 9.º lugar à vista no Europeu de Sub 20 Masculinos
A equipa de todos nós, orientada por André Martins, a 05:58 do final do desafio encontrava-se em desvantagem por 12 pontos (53-65), mas uma ponta final de alto nível virou por completo os acontecimentos a favor dos nossos jogadores.
Bravo, rapazes!
O primeiro período foi equilibrado, com Portugal sempre na frente, mas sem nunca descolar. Num jogo que colocou frente o 3.º classificado do Grupo A e o 4.º classificado do Grupo B, ambos com duas vitórias e duas derrotas averbadas, ficou provado o nivelamento entre ambos conjuntos, sendo que a equipa das quinas entrou para o segundo quarto em vantagem (19-16).
Porém, a Seleção portuguesa apagou-se nessa altura, deixando-se ultrapassar pela turma bielorrussa, que se revelou superior até ao intervalo, indo para os balneários já claramente na frente (28-37).
No segundo tempo, Portugal voltou aos índices evidenciados na fase inicial do desafio, mas mesmo assim isso não foi o suficiente para haver uma reaproximação no marcador, visto que o terceiro período acabou por ficar empatado (20-20), o que se traduziu num resultado de 48-57 à entrada dos derradeiros 10 minutos.
E a verdade é que Portugal nem começou da melhor forma o último quarto, permitindo que a Bielorrússia chegasse a liderar o marcador por 12 pontos de diferença a 05:58 do término da partida (53-65), mas quando já se podia pensar que a luta pelo 9.º lugar seria uma miragem, eis que os nossos atletas foram buscar forças para operar uma espetacular reviravolta. Um triplo de Bernardo Neves, a 02:00 do soar do alarme final, recolocou Portugal na dianteira do jogo (68-67), para depois Miguel Ferrão converter um lançamento de dois pontos (70-67), culminando um parcial de 11-0 favorável às nossas cores.
A Bielorrússia ainda esteve a apenas um ponto da nossa Seleção, mas felizmente o triunfo acabou por sorrir à formação lusa, que assim vai defrontar a Roménia, num desafio agendado para as 12h15 e que se insere na luta pela 9.ª posição.
De referir que em termos indiduais, em Portugal, Nuno Sá esteve em plano de evidência (13 pontos e 6 ressaltos), assim como Francisco Amiel (17 pontos), Carlos Cardoso (6 roubos de bola) e Bernardo Neves (10 pontos nos últimos 4 minutos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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