Artigos da Federaçãooo

“I Torneio Internacional de Mini Basket SDC”

Em anexo poderá consultar o cartaz, toda a informação sobre o evento e o mapa de jogos.


Equipa já trabalha com 16 jogadores

O selecionador nacional André Martins convocou 16 jogadores para o período de trabalho de 11 a 17 de Junho, já a pensar no Europeu – Divisão B. Este ano a prova decorrerá em Chalkida, na Grécia, entre os dias 15 e 24 de julho. Portugal faz parte do Grupo A juntamente com as seleções de Montenegro, Macedónia, Arménia e Geórgia.

 



 

 

 

 

 

 

Lista de convocados:

Francisco Pereira – Academia

João Oliveira – FC Gaia

Bernardo Neves – Ginásio C. F.

João Lucas – Maia Basket

Nuno Sá – Dragon Force

Francisco Amiel – U. Colgate

Paulo Sereno – Guifões S.C.

Benvindo Mendes – S.L. Benfica

Ricardo Monteiro – S.L. Benfica

Pedro Oliveira – Dragon Force

Sérgio Silva – SL Benfica

Diogo Brito – USA

Miguel Ferrão – South A.

Diogo Araújo – Dragon Force

Carlos Cardoso – Illiabum

Jorge Pires – Atlético


Escola Secundária Dr. José Afonso no Mundial do Desporto Escolar

A prova irá decorrer até 21 de junho, sendo que todas as alunas são basquetebolistas federadas: Inês Leça, Margarida Junqueira e Marta Arnaut (Seixal FC) e Tatiana Jordão (SL Benfica).

 


Acompanhem o Torneio Internacional Cidade de Coimbra na FPB TV

Este evento, que envolve a nossa Seleção Nacional Masculina, assim como as equipas da Grã-Bretanha e da Alemanha, serve de preparação para a qualificação do Eurobasket 2017, sendo que Portugal iniciará a sua campanha no dia 31, na Polónia.

Poderão acompanhar todo o Torneio através do nosso canal de Youtube, a FPB TV, havendo emissão em direto dos três jogos do fim de semana, assim como teremos as habituais crónicas no nosso site e partilhadas na página de Facebook.

Fiquem a par dos respetivos links de transmissão:

Sexta-feira (20h30) – Portugal vs Grã-Bretanha: https://www.youtube.com/watch?v=mJL9Y8WQEkc

 

Sábado (20h30) – Grã-Bretanha vs Alemanha: https://www.youtube.com/watch?v=EEoOgTKYhh8

 

Domingo (20h30) – Portugal vs Alemanha: https://www.youtube.com/watch?v=OLNW9D23Gag

 

De referir que o último desafio do Torneio, a disputar entre a nossa Seleção e a Alemanha, também será transmitido em direto pela "Bola TV".


Pontos Altos – prémios individuais

Uma vez que grande parte dessas mesmas duvidas se deve ao facto do desconhecimento dos regulamentos que estão na base dessas eleições, poderá ler nos anexos desta noticia quais os critérios e a fórmula de atribuição dos prémios individuais.


Obrigado, Sónia!

A Sónia é sinónimo de talento, dedicação e um grande compromisso ara com a modalidade que decidiu praticar desde muito jovem. A sua capacidade física, aliada a uma técnica eximia, e o respeito pelo adversário fazem dela um dos maiores exemplos que os mais jovens que praticam a modalidade podem ter. À antiga capitã da seleção nacional desejamos um futuro com muitas mais vitórias.

 

Como surgiu o basquetebol na sua vida? E quando realmente se apercebeu que queria ser jogadora e tinha jeito para a modalidade?

 

Já contei esta história tantas vezes, resumidamente, odiava basquete porque toda gente queria que eu jogasse basquete, sempre fui do contra, se queres que eu faça, eu não vou fazer. No entanto, queria fazer desporto para emagrecer e ser modelo, fui inscrever-me no ténis ou artes marciais, mas pagava-se muito e os meus pais não estavam dispostos a isso. No mesmo clube existia basquete e era gratuito, acabei por ir experimentar, gostei das minhas colegas, elas faziam-me rir e por isso fui voltando aos treinos até que me tornei parte da equipa. Que queria ser jogadora de basquete nunca me apercebi, fui sendo. O tempo foi-me fazendo jogadora de basquete (de repente estava na seleção, no CAR Jamor, noutro clube, etc), mas jeitinho descobri no meu primeiro ano de CAR Jamor. Evolui muito depressa e as coisas saiam-me com facilidade.

 

No seu percurso enquanto atleta, certamente que teve treinadores que a marcaram, ou influenciaram mais, por razões diversas. Gostaria de destacar algum? E clube? Algum especial?

 

Bem, tenho a tendência para referir um, que já não é novidade, José Leite. Porque foi ele que me incutiu a ideia de ir mais longe e ser melhor. Acreditar que podia ser uma atleta de referencia na modalidade. Mas vou também destacar o Manuel Sanchez, o primeiro treinador estrangeiro que tive e que tinha uma atitude diferente dos outros que conheci. Este senhor era simplesmente mau, percebia muito de basquete e aprendi muito com ele. Mas nas relações humanas, era zero, não havia treino que não saísse alguém a chorar. Só o quero destacar porque aprendi regras de leitura de jogo em 3 meses de trabalho com ele, que levei comigo durante os 10 anos em Espanha. Já com clubes tive uma excelente relações com a maioria, destacar um seria errado!

 

Ponto mais alto da carreira? E o menos bom?

 

Menos bom obviamente foram as lesões que me fizeram deixar já o basquete, caso contrário jogava até aos 40 anos. O mais alto foi sem dúvida jogar na mais alta competição europeia com o Ros-Casares, Euroliga feminina. Deixará saudades competir com os melhores.

 

O que a levou a colocar um ponto final na tua carreira enquanto atleta?

 

As lesões

 

Na sua opinião, do que irá sentir mais saudades do basquetebol?

 

De competir contras as melhores equipas e as melhores jogadoras! Sempre fui muito competitiva.

 

Olhando para trás, o que leva de melhor dos 18 anos que esteve ligada à modalidade?

 

Sei lá tanta coisa. Amigos espalhados pelo mundo; Viagens; Prémios individuais; Respeito pelos outros e respeito dos outros por mim; Gargalhadas; Várias famílias adotivas; Peripécias para contar; Tanta, mas tanta coisa.

 

 

Disse que arrumava as botas mas não deixaria o basket. De que forma gostaria de ficar ligada ao basquetebol?

 

Daqui a uns anos serei treinadora de uma equipa masculina na liga e serei campeã.

 

Alguma mensagem que gostaria de deixar neste momento de despedida? 

 

Quem ainda pode e está começar que desfrute. Ah, por favor, parem com essa mania de irem todas para o Estados Unidos. Ainda não repararam que o modelo de jogo não é o mesmo que o europeu e a maioria volta pior do que foi! A grande escola de basquete já não é o que era, se fosse, não iria para lá qualquer um! São 4 anos num curso que não serve cá e ainda por cima não evoluem nada que preste a nível tático e técnico. Jogar nas ligas europeias é a melhor escola para qualquer atleta que realmente quer deixar raízes nas competições e ligas europeias. Podia explicar-me melhor, mas isso agora dá muito trabalho, pensem e reflitam. A escolha é vossa, mas sejam inteligentes.

 


CAB conquista titulo frente ao Algés

Um jogo dominado pela formação algesina durante a 1ª parte, com as madeirenses a reagirem no inicio do segundo tempo. O encontro nos últimos 10 minutos foi marcado pelo equilíbrio, com alternâncias no comando do marcador, mas nos momentos decisivos, o conjunto madeirense acabou por se mostrar mais forte e consistente.

 

As madeirenses, que chegaram à final após terem derrotado num jogo muito equilibrado e disputado, na véspera, a formação nortenha do CLIP (63-61), e na sequência de um percurso cem por cento vitorioso durante o campeonato regional. Um triunfo que ganha ainda maior relevância tendo em conta o número muito reduzido de jogos no Campeonato Regional, o que é sinónimo de falta de competição. Já o Algés bateu na outra meia-final a equipa do Boa Viagem por 40-32.

 

Mesmo assim, as jogadoras do CAB entraram no jogo com muita ambição, tendo pela frente um adversário que se tinha 'reforçado' na véspera, com a chegada de uma jogadora que estava ao serviço da Seleção Nacional e que foi uma referência constante das lisboetas ao longo de toda a final.

 

O jogo começou melhor para o Algés, que venceu o 1º período por 19-11. Até ao intervalo, a equipa lisboeta continuou a dominar a marcha do marcador (25-13), com as insulares a revelarem grandes problemas no capitulo ofensivo.

 

No recomeço da etapa complementar, o rumo do jogo alterou-se por completo, com o CAB a melhorar significativamente nas ações atacantes. As insulares conseguem um parcial favorável de 23-11, anulando a desvantagem trazida da 1ª parte, e à entrada do derradeiro período o marcador registava um empate a 36 pontos.

 

No 4º período, o bom momento do CAB prolongou-se, e, com três minutos decorridos, já liderava por 42-38. Reação imediata das algesinas, que com um parcial de 6-0, voltou ao comando do jogo (44-42). O equilíbrio marcou os minutos seguintes, e a três do final voltava a ser o CAB a liderar pela diferença mínima (46-45). A 51 segundos do fim, o CAB liderava por 53-50, resultado que colocava as insulares à porta do título nacional que viria a conquistar. Com esta vitória, o clube conquistou o direito de participar, no próximo ano, no campeonato nacional, sendo um feito notável.

 

Cinco Ideal:

Maria Marinho – CLIP

Mirella Àvila – Boa Viagem

Leonor Ferreira – CLIP

Joana Mendes – Algés

Inês Vieira – CAB

 

MVP

Leonor Ferreira CLIP


“Estamos ainda a identificar as filosofias”

De 9 a 17 de Julho, Matosinhos volta a receber mais um Europeu da Divisão A, sinal de excelência organizativa e da confiança depositada pela FibaEuropa no nosso país e na FPB. O selecionador nacional Eugénio Rodrigues está a trabalhar com um grupo de 17 jogadoras, e nesta fase está ainda a conhecer melhor as atletas que formam este grupo. Isto para decidir quais os sistemas ofensivos que melhor podem explorar e potenciar as suas qualidades individuais. O ênfase dos primeiros dias de trabalho tem sido o ataque, sem descurar a parte física, e o selecionador já identificou os possíveis pontos fortes desta seleção, isto sem perder “agressividade e rapidez”, imagem de marca das seleções treinadas por Eugénio Rodrigues.

 

A preparação ainda está numa fase inicial, altura para serem introduzidos os primeiros princípios coletivos, bem como para Eugénio Rodrigues avaliar individualmente cada uma das jogadoras. “Tendo começado a preparação das Sub 20 apenas no dia 6 de Junho, estamos naturalmente ainda numa fase muito embrionária do trabalho. Estamos ainda a identificar as filosofias que pretendemos ver implementadas, os seus aspectos mais básicos e a começar a conhecer ao detalhe todas as jogadoras que temos para que no imediato possamos adaptar todos os sistemas a elas.”

 

As primeiras impressões do grupo de trabalho são positivas, destacando o técnico a pouco habitual capacidade ofensiva das postes, bem como o talento de algumas para criar vantagens através do drible. Mas nem tudo é perfeito… “É um grupo interessante e multifacetado. Como característica mais marcante é o facto de termos mais jogadoras que possam trazer mais ganhos no jogo interior e outras com maior pendor no drible e nos respectivos desequilíbrios. Ao contrário de anos anteriores não temos uma posição 3 forte mas este tipo de lacunas sectoriais são típicas e conjunturais pelo que já estamos habituados a adaptar as nossas opções”.

 

O jogo interior poderá ser referência no jogo ofensivo de Portugal, isto sem nunca perder um balanço nas soluções atacantes e jogar a um ritmo elevado em todas as fases do jogo. “Conforme referi, o jogo interior poderá ser um ponto de partida para as nossas opções colectivas. Iremos por certo procurar o equilíbrio ofensivo entre o jogo interior e exterior e não obstante a característica referida creio que é possível manter a mesma agressividade e rapidez nos momentos de transições, quer defensivas quer ofensivas, factor aliás que tem vindo a ser o timbre das sub 20 de Portugal ao longo dos anos”.

 

Eugénio nestes primeiros dias de trabalho tem se dedicado exclusivamente às questões ofensivas, sem descurar a parte física, componente importante para o sucesso de Portugal. “Por ora, apenas os aspectos ofensivos quer no plano da organização, transições incluídas, quer no plano da eficácia de lançamento. A componente física também é motivo de preocupação pois é necessário dotar esta seleção de uma boa condição física sem deixar de ter um cuidado muito grande com a prevenção de lesões tão normais neste período. As restantes questões, mormente as relacionadas com a defesa serão abordadas mais tarde”.

 

Atletas convocadas:

Carolina Bernardeco – Old Dominion (EUA)

Carolina Gonçalves – CRCQ Lombos

Catarina Mateus – Lousada AC

Catarina Rolo – CPN

Chelsea Guimarães – Georgia Tech (EUA)

Emília Ferreira – GDESSA

Francisca Meinedo – CPN

Maria Inês Santos – Carnide Clube

Isabel Costa – CD Póvoa

Joana Alves – SL Benfica

Joana Fernandes – AD Vagos

Leonor Serralheiro – GDESSA

Lizanny Santos – S. Algés D.

Maianca Umabano – GDESSA

Maria Kostourkova – Washington State (EUA)

Sofia Almeida – CPN

Susana Lopes – Académico FC


Convocatória para estágio de preparação da Seleção Nacional Feminina de Sub 16

Fique então com a lista de atletas eleitas pela selecionadora, Mariyana Kostourkova.

 

Beatriz Ramos – Escola Desportiva de Viana 

Bruna Zagaria – GD Gafanha

Carolina Oom – Quinta dos Lombos

Catarina Iglésias – GDESSA

Catarina Silva – Clube Galitos

Dilma Semedo – CB Queluz

Joana Rochete – Academia Basquetebol

Leonor Ferreira – CLIP

Maria Carvalho – SL Benfica

Mariana Carvalho – Quinta dos Lombos

Mariana Mendes – GD Gafanha

Marta Lino – GD Gafanha

Marta Rodrigues – Carnide Clube

Maria Maio Martinho – CLIP

Raquel Laneiro – CB Queluz


“Estágio tem dois 2 objetivos principais”

Mesmo sem ter competição oficial neste verão, Ricardo Vasconcelos pode aproveitar este estágio para avaliar a evolução de algumas atletas que estão a jogar fora de Portugal, bem como observa-las em competição. Para este estágio, o selecionador nacional convocou 13 atletas, um grupo onde reina a juventude, e formado quase na totalidade por atletas que integraram as seleções nacionais dos escalões de formação.

 

"Os estágios em junho têm dois objectivos principais.

O primeiro desde logo é a possibilidade de observar algumas atletas com quem não temos estado tanto em contacto, visto que os estágios durante o ano só permitem trabalhar praticamente com 12 a 14 atletas, e pouco mais.

O segundo grande objectivo é ajudar a preparação das Sub 20 para o Europeu de Matosinhos. Realizando alguns jogos de treino, para que elas adquiram algum ritmo competitivo, bem como, criar dificuldades diferentes das rotinas do treino”.

 

Ricardo Vasconcelos não esconde que o período sem competição feminina é demasiado longo, sem que isso possa ser aproveitado para desenvolver e potenciar a seleção sénior. “Gostaríamos que tivesse um terceiro grande objectivo, que seria rotinar mais os nossos conceitos de Seleção Nacional Senior. Com a alteração da competição perdemos muito espaço de treino. Temos uma seleção jovem que precisa de trabalhar e melhorar no verão. Temos competições que acabam muito cedo, donde treinar mais e jogar mais seria de facto o ideal para nós”. –

 

Sem ser o cenário ideal, Ricardo Vasconcelos quer tirar o máximo partido deste estágio, até porque reconhece o esforço feito pela FPB no sentido de proporcionar algum tipo de trabalho com a seleção sénior feminina. “Assim, os 9 dias de estágio sabem a pouco. Contudo, com esta conjuntura financeira, neste momento é o adequado e portanto vamos aproveitando para melhorar o mais possível. "

 

Lista das convocadas:

Catarina Neves – Conquero (Esp)

Inês Viana – CRCQ Lombos

Jessica Almeida – Marian University (EUA)

Joana Canastra – AD Vagos

Joana Ramos – SL Benfica

Joana Soeiro – Marian University (EUA)

Josephine Filipe – Olivais FC

Lavinia Silva – Sanga Milano (Ita)

Luiana Livulo – Osnabruck (Ale)

Marcy Gonçalves – CRCQ Lombos

Maria Correia – Cref Hola (Esp)

Sofia Silva – Zamarat (Esp)

Vanessa Silva – Topcats (Ing)  


“Campus” Sub-15 Feminino Saragoça

Com a coordenação da Equipa Técnica Nacional, onde se pretende detetar e trabalhar com atletas dessa idade tendo em vista a constituição da futura Seleção Nacional de Sub 16 Femininos de 2017. As atletas presentes neste “Campus”, que se realiza entre os dias 22 e 28 de Junho, terão também a oportunidade de assistir aos jogos que a Seleção Nacional de Sub 17 irá disputar no Mundial.

 

Os coordenadores técnicos deste “Campus” serão a selecionadora nacional Sub 16 Feminina Mariyana Kostourkova e o treinador João Janeiro. Para além destes dois técnicos, participarão, como convidados, mais dois treinadores portugueses, Gilda Correia e Luís Oliveira, sendo que ainda faltam indicar os treinadores espanhóis que estarão igualmente envolvidos nesta excelente iniciativa da Federação Portuguesa de Basquetebol.


“A minha decisão foi bem pensada”

Depois de um trajeto brilhante enquanto atleta, durante o qual reconhece que o momento mais alto foi atingido ao serviço da seleção nacional, Filipe da Silva mostra-se extremamente satisfeito e preenchido com aquilo que conquistou. O antigo base recusou a possibilidade de ser adjunto de equipas da principal Liga francesa, optando por um caminho, teoricamente mais longo, embora sustentado e que lhe permite adquirir experiência como responsável máximo de uma equipa sénior.

 

O clube joga na N2 (4ª divisão), subiu há 2 anos mas não estava preparado, sobretudo ao nível das estruturas, algo que se alterou, sendo que agora está preparado e com a ambição de se tornar um clube forte em Paris. Filipe refletiu e ponderou muito sobre a qual a decisão a tomar, mas acabou por aceitar o desafio que lhe foi lançado pelo Cergy Pontoise. “A minha decisão foi bem pensada e tem a ver com o projeto do clube, e o desejo demonstrado em ter-me como o novo treinador do Cergy Pontoise”.

 

Assinou um contrato com a duração de 3 anos, e Filipe destaca as excelentes condições de trabalho proporcionadas pelo clube francês. Para além do facto de “ficar a trabalhar perto de casa e dos meus familiares”.

 

Nunca é fácil colocar um ponto final numa carreira, muito menos alterar hábitos que durante anos fizeram parte das rotinas diárias. “Aquilo que me vai faltar, serão os momentos de convívio com os meus companheiros! Ter o controlo do jogo como base será sempre diferente como enquanto treinador, porque o jogo pertence aos jogadores!”

 

Não sendo um clube de referencia, tão pouco a competição em que está envolvido, proporciona a Filipe da Silva a oportunidade de poder evoluir e amadurecer nesta sua nova função ao nível de uma equipa sénior. “A escolha de poder evoluir nesta divisão foi bem pensada porque é sempre difícil ter uma oportunidade para treinar equipas do topo. Isto porque, os presidentes falam sempre da experiencia do treinador. Foi por este motivo que preferi crescer como treinador principal a este nível, em detrimento de poder ser um treinador adjunto na ProA.”

 

“Sempre treinei nos clubes onde joguei ao nível da formação. Mas poder gerir um grupo de homens e ser o líder da equipa vai dar-me experiencia para conseguir chegar ao mais alto nível, seja aqui em França ou na Europa.”

 

O novo treinador não tem dúvidas quanto ao ponto mais alto da sua carreira, algo que não surpreende tendo em conta o seu patriotismo e orgulho que sentiu sempre que vestiu a camisola portuguesa. “Sem duvida que os melhores momentos que vivi foram com a seleção nacional. O apuramento pela primeira vez, em 2006 , e claro o Euro em 2007, em Espanha. Aí, quando nos apuramos para a segunda fase da prova, quando poucos acreditavam que podíamos ter um grande desempenho! Estes momentos foram grandes não só como experiencia, mas pelas emoções que partilhamos entre jogadores, treinadores, staff médico, onde fomos uma autentica família. Jamais viverei estas emoções!”

 

Como qualquer jogador competitivo, Filipe gostaria de ter conquistado mais títulos, embora, e fazendo uma retrospetiva da sua carreira, acabe por se sentir realizado naquilo que alcançou. “Claro que queria ganhar mais títulos, campeonatos, mas não tenho arrependimentos já que concretizei todos os meus sonhos de pequeno. Um deles foi poder representar o nosso país contra a França, que ajudou os meus pais a sair da pobreza, em Paris, no pavilhão onde comecei como jogador, em frente dos meus familiares e amigos! Foi incrível!”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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