Artigos da Federaçãooo
“Uma vitória significará um marco importante na história desportiva do clube”
A treinadora do G.D.Gafanha, Joanna Vieira, não aponta favoritos e elogia o Académico FC, ressalvando o momento histórico que o clube que orienta poderá estar perto de conseguir.
Depois de eliminar o Coimbrões por 2-0 nas meias finais do playoff, sente-se favorita a vencer a final que aí vem?
Uma final é sempre um jogo com muitas particularidades: ansiedade, nervosismo, pressão dos adeptos. Por mais experiência que se tenha há sempre a consciência de que num jogo de uma final não há margens para errar porque tudo termina no final dos quarente minutos. Ninguém se pode sentir favorito. A probabilidade mais correta de uma final é a dos 50%.
Que análise faz do Académico FC?
O Académico terminou a fase regular com apenas mais duas derrotas do que nós, em quarto lugar. Fez um excelente playoff, eliminando a SIMECQ e o favorito CPN.É uma equipa muito experiente, muito mesmo. No seu plantel constam atletas que fizeram parte da Seleção Nacional Sénior, do Centro de Alto Rendimento, com experiência muito recente de Liga Feminina (Olivais, Lousada, etc). É uma equipa que defende muito bem, muito agressiva, pressionante. Vai ser um excelente desafio.
Em que aspetos as suas jogadoras terão que ser mais fortes?
Essencialmente através da concentração, na entrega ao jogo, na disciplina e rigor tático e, também, através de um forte controlo emocional. Aqui pode estar a chave do sucesso no jogo de sábado.
O facto do título se disputar num só jogo poderá aumentar a pressão?
Claro que sim… só aumenta a pressão porque não há margem para corrigir num outro jogo. É o tudo ou nada.
A próxima época, na Liga Feminina, já está a ser preparada? Haverá muitos ajustes?
Neste momento o clube e a equipa estão apenas focados nesta Final que, ganhando-a, significa um marco importante na história desportiva do clube: o primeiro título nacional da I Divisão Feminina. Perdendo, resta a consciência do dever cumprido e o igualar da época 2001-2002, quando o basquetebol do GDG basquetebol foi vice-campeão nacional da I Divisão. Quanto ao futuro ainda há muito tempo e muitos fatores para analisar.
“Estamos claramente a subir de jogo para jogo”
Apesar de estar ciente das dificuldades, Américo Santos, treinador da formação portuense, mostra-se orgulhoso do trajeto das suas jogadoras, recordando dificuldades ultrapassada ao longo da temporada.
Sente-se favorito para esta final, depois do Académico FC ter eliminado o CPN, líder da Fase Regular, nas meias finais?
Obviamente que não. Aliás não acredito que haja algum favorito nesta final.
Que análise faz do G.D.Gafanha?
É uma equipa bastante completa, possuindo diversas jogadoras com capacidade de desequilíbrio tanto a nível de jogo interior como exterior.
Em que aspetos pensa que as suas jogadoras terão que ser mais fortes? O facto do título se decidir num só jogo poderá pesar em termos de pressão?
Uma final decide-se nos pequenos pormenores, por isso acima de tudo peço concentração e entrega absoluta em todos os momentos no cumprir do plano de jogo, algo que a equipa tem vindo a melhorar ao longo desta fase final da competição.
Qualquer jogo de playoff nos moldes que se disputa a 1ª divisão tem imensa pressão. Não me parece que uma final tenha mais. Temos uma equipa que apesar de muito jovem já demonstrou saber conviver muito bem com a pressão.
A subida de divisão já está garantida, depois do Académico FC ter terminado a Fase Regular com 10 derrotas. Ao longo do playoff, sempre esteve convicto de que poderiam subir de escalão?
As 10 derrotas estão muito longe do real valor do nosso plantel. Basta dizer que no momento que tivemos o nosso plantel completo eliminámos, com relativa facilidade, o Sporting da Taça de Portugal e por muito pouco (e já com atletas lesionadas e limitadas fisicamente) não fizemos o mesmo com o Olivais na ronda seguinte, duas excelentes equipas da nossa liga em dois grandes espetáculos
A próxima época, na Liga Feminina, já está a ser preparada? Haverá muitos ajustes?
Para já estamos centrados em ser campeões nacionais da 1ª divisão e a partir de sábado pensaremos na próxima época.
Benfica junta-se ao FC Porto na final da LPB
Sendo assim, os tetracampeões nacionais irão defrontar na final do playoff o FC Porto, quatro anos depois da última disputa do título entre ambos os rivais.
Em competição, existirá sempre um vencedor e um vencido, mas neste jogo 5 quem saiu a ganhar foi a modalidade e todos aqueles que tiveram o privilégio de acompanhar um jogo lutado de forma exemplar. Nem sempre bem jogado, mas repleto de emoção, incerteza, por vezes desespero pelos erros cometidos por ambas as equipas, que fizeram desta negra um jogo para memória futura.
Naturalmente o Benfica sai mais satisfeito da série, pela capacidade de sofrimento demonstrada, pelo crer revelado, que lhe permitiu ir buscar o jogo quando este parecia totalmente perdido. Pelo caminho fica a Oliveirense, que sai da competição de cabeça erguida e de consciência tranquila. Extremamente personalizada e destemida na forma como se apresentou no Pavilhão Fidelidade, teve o jogo na mão no final do tempo regulamentar, e nos dois prolongamentos, mais no primeiro, a vitória poderia ter caído para o seu lado.
Falando um pouco do jogo. O 1º período não poderia ter sido mais equilibrado, empate a 19 pontos, com a Oliveirense a beneficiar dos 4 triplos convertidos. O Benfica a viver muito do talento individual de Cook na forma como tirava partido das trocas defensivas para jogar situações de 1×1.
A Oliveirense entra melhor no 2º período (25-19), e toma em definitivo conta do jogo, sobretudo pela forma intensa como defendia. Os encarnados não conseguiam criar desiquilibrios nas situações de bloqueio direto, o jogo interior era nulo, razões pelas quais estiveram 4 minutos sem fazerem pontos. Carlos Lisboa introduz pela 1ª vez no jogo uma zona 1x2x2, mas valeu ao Benfica dois cestos de Gentry, das poucas vezes que tiraram vantagens nos bloqueios diretos, para equilibrar um pouco mais o marcador perto do intervalo (29-32).
No recomeço da etapa complementar, o Benfica procurou, sem sucesso, ataques mais diretos na tentativa de explorar posições interiores, e a Oliveirense continuou a apostar no contra-ataque como forma de somar pontos no ataque (39-29). A meio do período, o Benfica regressa à zona, embora se mostrasse muito vulnerável às penetrações. A Oliveirense, com 1.30 para jogar, chega aos catorze pontos de vantagem (50-36), com os benfiquistas a reduzirem ligeiramente até final do quarto (42-52).
Carlos Lisboa manteve-se fiel à zona no inicio do derradeiro quarto, e desta vez com bons resultados. Os forasteiros estiveram 5.40 minutos sem somarem pontos, e duas jogadas de três pontos (cesto e falta) colocavam o Benfica à distância mínima (51-52). Um triplo de Fechas volta a afastar a Oliveirense no comando (57-51), que a 58 segundos do final vencia por sete pontos de diferença (62-55). Os turnovers dos visitantes, associados à inspiração individual de Cook, levavam o jogo para o prolongamento, com o norte-americano a marcar o triplo do empate a 24.2 segundos do fim. Ellisor teve oportunidade para decidir o jogo e a eliminatória a favor da Oliveirense no final do tempo regulamentar.
Nos primeiros 5 minutos extra, começaram melhor os visitantes (70-66), lideraram mesmo durante grande parte do tempo, mas pertenceu a Cook a última posse de bola, falhou um triplo, para desfazer a igualdade a 75 pontos. No 2º prolongamento, a Oliveirense, com vários jogadores excluídos por faltas, acabou por ceder, perante um Benfica que conseguiu um roubo de bola decisivo numa reposição de bola na linha lateral a poucos segundos do fim, e numa altura em que vencia por três pontos (85-82).
Finais Nacionais Escolares começam esta 5ª feira
Como tal, quisemos saber opiniões sobre este evento.
Estas Finais Nacionais arrastam imensos jovens e promovem de uma forma fantástica o desporto nacional, o que desde si já constitui um grande fator de motivação. E isso percebe-se pelas palavras de Paulo Gomes, coordenador nacional do Desporto Escolar, que aguarda com entusiasmo pelo evento: "Antevejo com muito agrado esta edição. Pelo terceiro ano consecutivo realizamos este evento com um elevado número de modalidades (17)". Aveiro parecer ter-se engalanado para a ocasião, algo que não escapa a Paulo Gomes, que elogia a forma como a capital de distrito e as cidades limítrofes estão "a viver com intensidade este evento".
Quanto a números, o coordenador do projeto avançou com valores bem elucidativos: "Só em termos de atletas irão participar cerca de 2500, mas com a organização, professores e equipas de apoio chegamos a cerca de 3000, 3100".
Por seu turno, Rogério Carlos, Chefe-Adjunto de Gabinete da Câmara Municipal de Aveiro, recorda como a autarquia tentou de tudo para levar a edição deste ano até à cidade: "Nós lutámos para trazer para cá este evento desde a realização do último em Lisboa. Tivemos a felicidade de aceitarem a nossa candidatura". O dirigente autárquico realça ainda a "oportunidade que muitos jovens terão de conhecer Aveiro", para depois ressalvar o muito desporto que se pratica na região, com o basquetebol como uma das modalidades de referência. "Temos imensos praticantes, sendo que a área da formação tem crescido muito em quantidade e qualidade. E o basquetebol é uma das nossas modalidades-rainha, já que tem dado muitas cartas", afirmou Rogério Carlos.
Diogo Carreira: “Estamos preparados”
O adversário é diferente, sendo que a Oliveirense já venceu nesta eliminatória no Pavilhão Fidelidade. Em declarações à BTV, Diogo Carreira reconhece que faltou consistência à equipa para fechar a série no jogo 4, mas o capitão consegue retirar coisas positivas desta série competitiva. O treinador-adjunto, Nuno Ferreira, alinha no discurso do base encarnado, e mostra-se confiante na passagem à final, ainda que diga que o Benfica está obrigado a defender melhor do que no passado domingo. O jogo será disputado esta quarta-feira, às 21 horas, no Pavilhão Fidelidade, e Diogo Carreira e Nuno Ferreira apelam à comparência dos adeptos.
“Tentámos fechar a série logo no domingo mas não conseguimos, fruto de alguma inconstância. Tem sido uma eliminatória equilibrada o que, por outro lado, até pode ser bom porque nos mantém no ritmo da competição e cada vez mais focados. Nós, jogadores, gostamos de jogar, e quarta-feira, temos mais um jogo decisivo, em nossa casa, uma vez que vencemos a fase regular, e esperamos contar com o apoio de todos os adeptos nesta “negra”. É nas alturas mais difíceis que precisamos mais dos adeptos”, começou por dizer o capitão, em declarações à BTV.
O experiente base tem consciência da importância do jogo, e o que ele vale, e que não será uma boa ideia arrastar a decisão do mesmo até final. “Vamos tentar entrar fortes, mostrar desde início que queremos vencer e estamos preparados para isso. Pensamos um jogo de cada vez, e este, por ser o próximo, é o mais importante da época. É vencer ou ir de férias”.
Carreira aponta alguns factores como sendo decisivos para um final feliz, sendo que alguns nada têm a ver com as questões técnico-táticas. “Temos olhado para nós, para o que temos feito, corrigindo os erros porque dentro dos 40 minutos de jogo temos estado muito irregulares… conseguimos períodos muito bons e outros menos bons. Quarta-feira queremos estar em bom nível no jogo todo e muito concentrados, porque, por vezes, estas negras, com o factor casa podem virar-se contra nós, face a algum nervosismos que possa surgir. Estamos preparados, queremos muito chegar à Final. Temos contas a ajustar, queremos defender o título e ir atrás do Penta e para garantir isso temos de vencer a Oliveirense”.
O treinador adjunto, Nuno Ferreira, tem a mesma opinião que o capitão. A equipa tem que ser capaz de se mostrar regular ao longo dos 40 minutos, e nos dois lados do campo. “Nesta eliminatória não estamos a conseguir ser uma equipa consistente, a equipa que temos de ser, temos vindo a alternar entre o muito bom com o menos bom. Essa tem sido a realidade nos últimos dois fins de semana. Começamos por fazer um jogo muito bom no sábado, quase perfeito a todos os níveis e, no domingo, principalmente a nível defensivo não estivemos ao nível da equipa que temos de ser”.
O técnico encarnado assumiu o favoritismo do Benfica para este jogo, mas longe de pensar que a série está decidida. “Não fechámos a eliminatória e agora a pressão está no nosso lado. As duas equipas querem ganhar mas nós assumimos que temos mais a perder do que a Oliveirense e temos de fazer pela vida. Quarta-feira temos de corrigir, entrar fortes, ambiciosos e focados para vencer. Quarta-feira não há desculpas, é um jogo de vida ou de morte e nós queremos vencer para atingir a Final. Não vai ser fácil, frente a uma Oliveirense moralizada mas acredito que o fator casa vai ser determinante! Venham ao Pavilhão porque precisamos do apoio dos adeptos”, concluiu Nuno Ferreira.
Acompanhe a nossa seleção no Mundial Feminino de Sub 17
Fiquem atentos porque em breve divulgaremos de que forma poderão acompanhar, assistir e participar com Portugal no Mundial de Sub 17 Femininos em Espanha!!
Jogadoras Sub 17 autorizadas a adiar exames por causa do Mundial
Esta é uma ação concertada entre a Secretaria de Estado do Desporto e Ministério da Educação, com o apoio da Escola Secundária de Lousada.
A seleção nacional feminina de sub-17 prepara, em Lousada, a estreia na fase final do Mundial de basquetebol, competição que irá decorrer em Saragoça, Espanha, de 22 de junho a 2 de julho. Esta é a primeira vez na história do basquetebol nacional em que Portugal participa num Mundial, por mérito desportivo.
Por esse facto, o governo português, numa ação concertada entre secretaria de Estado do Desporto e o Ministério da Educação, com o apoio pedagógico da Escola Secundária de Lousada, concedeu às 14 atletas que estão no estágio de preparação, a possibilidade de adiarem os seus compromissos escolares e fazerem as provas durante o mês de agosto, uma vez que estariam nesta altura de preparação, em teoria, em período de exames.
De referir que João Paulo Rebelo, Secretário de Estado do Desporto, irá visitar na próxima sexta-feira as jogadoras portuguesas.
Antes de partir para Saragoça, a seleção nacional irá participar num torneio em Florença, de 11 a 12 de junho, defrontando a Espanha e Itália. Recordamos que Portugal, no Mundial, ficou integrado no Grupo D, juntamente com a anfitriã, Espanha, Brasil e Mali, após ter garantido o apuramento através da segundo lugar obtido no Europeu de Sub 16 do ano passado, que decorreu em Matosinhos.
“Controlar sempre o ritmo do jogo”
Depois dos habituais e merecidos festejos, a equipa voltou a focar-se no titulo de campeão. O adversário dos ilhavenses na final é o Atlético CP que venceu os últimos dois confrontos. Para João Figueiredo, anormalmente nesses dois encontros, o Illiabum não foi capaz de ditar os ritmos do jogo, e revelou incapacidade para compensar essa lacuna com entrega defensiva. Para o base ilhavense, a maior rotatividade da equipa, bem como a qualidade do treino, fazem com que o Illiabum esteja mais bem preparado para conquistar o titulo. E caso isso venha a acontecer, será a continuidade da afirmação de um clube histórico, com tradições no escalão principal da modalidade.
O facto de há muito tempo terem garantido a subida teve algum impacto negativo na equipa?
Existiu um certo relaxamento no grupo nos dias seguintes após garantirmos a subida, o que é perfeitamente normal, pois a ansiedade de voltar a colocar o Illiabum no principal escalão do basquetebol português era grande. Como referi em cima, foram uns dias, agora já há muito que estamos empenhados e focados em conquistar a Proliga.
Na final defrontam o Atlético com quem perderam os dois jogos na fase anterior. Quais os principais problemas sentidos nesses dois encontros?
Não foram dois jogos muito bem conseguidos da nossa parte, e mesmo assim estávamos à frente nos instantes finais. Parecia que tínhamos os jogos controlados e acabamos por perder ambos.
No meu entender, o Atlético conseguiu controlar sempre o ritmo dos dois jogos, não conseguimos ser intensos como em quase todos os jogos e impor um ritmo elevado. E este foi o grande mérito do Atlético, e o que temos de inverter na final se quisermos sair vencedores. Defensivamente também temos alguns aspetos a melhorar, pois caso não consigamos alterar os ritmos de jogo, temos que ter outra entrega e responsabilidade na defesa.
O que permitiu ao Illiabum dominar esta temporada o campeonato da Proliga, e terá que se reproduzido neste playoff final?
Temos um plantel com qualidade e que nos dá bastante rotatividade. Além disso, é bastante jovem o que faz com que haja mais predisposição dos jogadores para realizarem um número acima da média de treinos semanais, comparativamente com as restantes equipas. Mentalmente estamos mais preparados para a intensidade e exigência dos treinos. De realçar que todas estas condições são fruto do empenho e dedicação da direção do Illiabum Clube, e é notório o desejo enorme de sucesso em todo o clube.
Que importância terá para os jogadores e clube a conquista do titulo da Proliga?
Para muitos de nós é a primeira final, e a possibilidade de conquistar algo no basquetebol. Isto revela a importância que poderá ter a conquista da Proliga. Para o clube é a continuidade da afirmação como um dos históricos no nosso basquetebol. Apesar de estarmos na Proliga, este é um clube que está habituado a competir no principal escalão.
“Concentrados e unidos até ao fim”
A formação de Oliveira de Azeméis voltou a conseguir eliminar a desvantagem na eliminatória (2-2), e agora desloca-se esta quarta-feira, a Lisboa, para disputar o jogo 5 que irá decidir o segundo finalista da edição deste ano da LPB. Eduardo Coelho aponta a união e a concentração como as principais armas a apresentar pela Oliveirense para chegar à final da competição. Independentemente do que venha acontecer na negra, o atleta da Oliveirense espera que a equipa consiga apresentar-se ainda melhor, e que no final todos se sintam de consciência tranquila.
Uma vez mais conseguem empatar a série. Algo muda na equipa, ou na forma como abordam os jogos, quando estão em desvantagem na eliminatória?
Não, a filosofia de jogo mantém-se em todos os jogos. Temos sempre alguns aspectos preparados para pôr em prática, mas às vezes não é possível. Penso que não por demérito nosso mas por mérito do Benfica.
Concorda que a principal diferença do jogo 3 para o jogo 4 teve a ver com a capacidade que demonstraram em reduzir a eficácia do Benfica nos lançamentos de 2 pontos. Sinal que dominaram no jogo interior? Ou conseguiram mais finalizações próximas do cesto?
Sim esse é um dos aspectos que preparamos para o jogo. Limitar o jogo do Benfica no pintado e obrigá-los a construir o seu jogo ofensivo a partir do seu jogo exterior. Domingo conseguimos pôr em prática mas sábado não.
Qual a explicação, ou o segredo, para terem sido capazes de ir buscar o jogo no 4º período, e lidarem bem com a pressão dos últimos segundos do encontro?
Estivemos sempre unidos a defender porque apesar de tudo as coisas em ataque não nos estavam a sair bem. Em determinada altura convertemos 1 ou 2 cestos que nos deram ânimo para ir buscar o jogo e conseguimos felizmente.
Na sua opinião, o que será determinante no jogo 5? E se a experiência vivida na ronda anterior poderá ser útil, mesmo não tendo o factor casa a vosso favor?
O histórico de jogos com o Benfica esta época já é longo e claro que a experiência desses jogos nos faz ter a possibilidade de corrigir cada vez mais coisas. O mesmo se aplica a eles. Temos que encarar o jogo como uma final sabendo que o fator casa está do lado deles.
Qual terá que ser a estratégia da Oliveirense para esta negra de forma a marcar presença na final da LPB?
Como disse anteriormente, concentrados e unidos até ao fim para que no final, na pior das hipóteses, estejamos contentes com o nosso desempenho.
Seleção Nacional Feminina de Sub 17 em destaque no site da FIBA
Desta feita, a nossa seleção é motivo de destaque no site da FIBA, através de um artigo sobre a equipa em http://www.fiba.com/world/u17women/2016/news/ramos-and-jordao-ready-to-lead-first-timers-portugal.
A FIBA dedicou no seu site um artigo relativo à nossa seleção feminina de Sub 17, que através do brilhante segundo lugar obtido no Europeu do ano passado em Matosinhos, carimbou a passagem para o Mundial da categoria acima, que terá lugar em Saragoça, de 22 de junho a 2 de julho.
Paul Nielsen, autor da peça, realça os recordes pulverizados pelas nossas jogadoras no Campeonato da Europa de boa memória para Portugal, salientando Ana Ramos e Beatriz Jordão, atletas que fizeram parte do 5 ideal da prova, assim como o selecionador, Agostinho Pinto.
É ainda divulgada a convocatória, sendo de recordar que a seleçao portuguesa já se encontra a estagiar em Lousada. Portugal encontra-se inserido no Grupo D do Mundial, juntamente com Espanha (seleção anfritriã e primeira adversária, no dia 22), Brasil e Mali.
Lousada foi o local escolhido
As 14 convocadas por Agostinho Pinto juntam-se em Lousada, onde treinarão e frequentarão a escola até final do ano letivo. A exigência da competição a isso o obriga, sendo que a jovem equipa nacional, independentemente dos resultados que venha a alcançar durante a competição, já fez história ao garantir por mérito próprio o apuramento.
Portugal não vai parar mais o seu trabalho até ao inicio do mundial, exceção feita às habituais folgas, ainda que Agostinho Pinto tenha que gerir muito bem nesta 1ª fase, a condição física das atletas. Algumas delas sobrecarregadas por fases finais, outras ainda envolvidas em competições nacionais que ainda decorrem.
Sem prejudicar os interesses da Seleção, Agostinho Pinto sempre se mostrou sensível à salvaguarda dos interesses dos clubes que cedem jogadoras. O técnico tem consciência que ainda existem pontos altos do calendário competitivo para serem disputados, e promete que as atletas regressam aos clubes em perfeitas condições de participar em fases finais.
Os primeiros dias de trabalho serão marcados pela introdução de conteúdos táticos, pois é objetivo do selecionador nacional que, o quanto antes, as atletas assimilem os seus conceitos e princípios ofensivos. O tempo de trabalho será sempre curto, e Agostinho Pinto pretende rentabilizar ao máximo aquele que dispõe já que em causa está a participação numa competição onde estarão presentes as 16 melhores equipas do mundo.
Relembrar que Portugal está inserido no Grupo D, juntamente com as seleções do Brasil, a anfitriã Espanha e Mali, e a estreia de Portugal na competição está agendada para o próximo dia 22 de junho, precisamente frente à equipa da casa, a Espanha.
Atletas convocadas:
Alice Martins – Olivais FC
Ana Jesus – GDESSA
Ana Ramos – CD Póvoa
Beatriz Jordão – CRCQ Lombos
Catarina Lopes – SC Coimbrões
Cláudia Viana – CRCQ Lombos
Constança Gonçalves – S. Algés D.
Eliana Cabral – GDESSA
Luana Serranho – GDESSA
Mariana Garrido – S. Algés D.
Mariana Silva – CD Torres Novas
Maryam Chermiti – CU Sportiva
Susana Carvalheira – SC Braga
Tess Santos – SL Benfica
APD Leiria adianta-se na final do Campeonato Nacional
Numa final disputada à melhor de 5, a APD Leiria colocou-se a um pequeno passo de se sagrar tricampeã nacional já no próximo fim de semana, bastando-lhe para isso ganhar uma das duas partidas disputadas no Pavilhão de Maceira perante os seus adeptos. Uma semana depois de os mesmos protagonistas terem discutido ao milímetro a final da Taça de Portugal, cujo desfecho sorriu à APD Braga (54-47), que conquistou assim o troféu pelo segundo ano consecutivo, a APD Leiria “vingou” a derrota e quebrou igualmente a invencibilidade caseira dos bracarenses.
O equilíbrio que pauta os encontros que opõem as duas equipas faz antever novo fim de semana de emoções no Pavilhão de Maceira, em Leiria, onde os locais podem alcançar um inédito tricampeonato, ou caso arranque a vitória em ambos os encontros, a APD Braga terá a oportunidade de trazer a finalíssima para a cidade dos Arcebispos.
Programa dos jogos
Dia 21
APD Leiria vs APD Braga, 15h – Pavilhão Municipal de Maceira
Dia 22 (se necessário)
APD Leiria vs APD Braga, 11h – Pavilhão Municipal de Maceira
Nota: Na imagem podemos ver em ação Marco Francisco e Nelson Oliveira, atletas da APD Leiria.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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