Artigos da Federaçãooo
“Não cometer os mesmos erros”
O primeiro jogo está marcado para esta sexta-feira, às 21h00 (com transmissão em direto no Porto Canal), no Dragão Caixa, e João Gallina, em declarações ao site oficial do clube, destacou a importância de começar bem a eliminatória. Os dragões já foram surpreendidos algumas vezes esta temporada pela formação de Ovar, mas o extremo que a equipa azul e branca está preparada taticamente para qualquer tipo de estratégia, bem como aprendeu com os erros e más tomadas de decisão dos jogos anteriores. O segundo desafio disputa-se no domingo, às 18h45, novamente no Dragão Caixa e também com transmissão em direto no Porto Canal.
“Cometemos erros na leitura tática nos jogos em Ovar, que acredito que não voltaremos a cometer. Sabemos que é complicado jogar lá, mas não é nisso que pensamos. É essencial entrar a ganhar pois, neste momento, o primeiro jogo é o mais importante. Se conseguirmos o 2-0, será perfeito, mas pensamos jogo a jogo e o que queremos é vencer já o primeiro. Jogamos em casa e contamos com o apoio dos nossos adeptos para entrar a ganhar na eliminatória”, afirmou o extremo dos dragões, que pretende manter a invencibilidade no Dragão Caixa nos confrontos com a formação de Ovar.
Gallina reconheceu talento e experiência ao adversário, assim como colocou a hipótese que a Ovarense tente algo de diferente na definição do seu plano de jogo. Mas o extremo garantiu que os erros cometidos no passado mais recente não se repetirão nesta fase decisiva da temporada. “Acredito que a Ovarense vai tentar surpreender-nos em termos estratégicos, mas analisámos os jogos anteriores e vamos procurar não cometer os mesmos erros. A Ovarense tem uma excelente equipa, muito experiente, mas temos as nossas armas e vamos lutar para chegar à final”.
União Sportiva conquista bicampeonato nacional feminino
A jogar em casa, o conjunto açoriano mostrou-se mais forte, vencendo as três partidas da Fase Final.
Dia de festa em Ponta Delgada! Com mais uma excelente exibição, o Sportiva Azores Airlines conquistou o segundo título nacional feminino do seu historial, neste caso pelo segundo ano consecutivo, garantindo assim a dobradinha depois de já ter vencido a Taça de Portugal. Isto, somado à campanha europeia muito positiva, faz com que esta temporada tenha sido memorável para o clube açoriano.
No jogo desta tarde, a superioridade do Sportiva frente ao GDESSA – Barreiro foi notória, como prova o resultado final de 70-43. Muito moralizadas, atuando diante do seu público, as jogadoras orientadas por Ricardo Botelho quiseram resolver cedo a questão, numa partida que envolvia muita pressão, já que quem vencesse sagrar-se-ia campeão nacional.
Logo no primeiro período se viu que seria difícil ao GDESSA contraria a maior inspiração do adversário. Com um resultado de 19-5 verificado após os 10 minutos iniciais, as insulares traduziram em números a sua superioridade em matéria de eficácia, algo que foi quase sempre uma constante ao longo de todo o jogo – o GDESSA nunca chegou a liderar o marcador. O desenrolar do desafio não se alterou no quarto seguinte, com o Sportiva a revelar-se implacável, ao mesmo tempo que a formação que veio do Barreiro parecia encotrar-se rendida e algo desgastada. Sendo assim, e quando chegou o intervalo, o marcador já registava um pesado 44-16 para o Sportiva, deixando as contas finais quase sentenciadas.
O terceiro período foi o mais positivo do conjunto comandado por Nuno Manaia, que diga-se de passagem, foi sempre brioso e lutador, provando o porquê de também ser uma grande equipa. Com o Sportiva também a tirar um pouco o pé do acelerador, e com o GDESSA mais assertivo, a turma da Margem Sul do Tejo reduziu distâncias para 55-27, à entrada para o último quarto, mas tudo estava resolvido. Tal como veio a confirmar-se nos dez minutos finais, em que Ricardo Botelho aproveitou para rodar a equipa, dando oportunidade a todas as atletas de desfrutarem do momento. Perante um público entusiasta e convencido de que o título já não fugia, o Sportiva ainda aumentaria o score para 70-43, resultado final do desafio.
No plano individual, no Sportiva, houve de facto um excelente rendimento, como se comprova pelas exibições de Ashley Bruner, eleita a MVP (7 pontos, 13 ressaltos e 4 assistências), Felicitè Mendes (17 pontos e 8 ressaltos), Milica Ivanovic (17 pontos e 7 ressaltos), Shaquedia Wallace (15 pontos) e Ashley Bruner (13 ressaltos). Em relação ao GDESSA – Barreiro, de salientar as prestações de Márcia Costa (14 pontos e 5 ressaltos), Kamilah Jackson (11 ressaltos) e de Emilia Dabo (9 ressaltos).
Após o desafio, Ricardo Botelho salientou que a sua equipa foi uma campeã justa, deixando elogios para a competição e para os adversários: "Acho que no fim fomos um justo vencedor da Liga Feminina. A final foi uma competição muito forte e contou com as quatro melhores equipas. Este jogo acabou por não ser tão difícil como esperávamos, estivemos muito bem no ataque e na defesa e conseguimos uma boa exibição e vencer como queríamos". Por seu turno, Nuno Manaia admitiu que o GDESSA não soube reagir:" O jogo anterior mexeu com as nossas emoções. Se o CAB ganhasse podíamos disputar o título e não entrámos bem, nem soubemos lidar com a pressão. Foi um jogo muito emotivo e pouco esclarecido e com números impossíveis de dar a volta."
Parabéns então para o União Sportiva pela grande temporada que realizou, mas também para o GDESSA – Barreiro, que não esqueçamos venceu a Taça Federação. Acima de tudo, ao longos destes últimos três dias viveram-se mais momentos de altíssimo nível, em que o basquetebol feminino saiu prestigiado. As nossas congratulações para todos os intervenientes e organização da prova!
Nota: Em anexo tem acesso às declarações prestadas por todos os intervenientes.
“A mesma vontade de ganhar que os nossos adeptos”
José Barbosa atribui parte desse sucesso ao trabalho preparatório que antecede os jogos, sem esquecer a motivação acrescida de defrontar um dos históricos da modalidade. O base vareiro não se mostra muito preocupado com o facto de a Ovarense não beneficiar do factor casa nesta série, preferindo focar a sua atenção na melhor estratégia para condicionar tanto talento ofensivo do FC Porto. Barbosa assume a responsabilidade e a importância de contribuir para que seja a Ovarense a impor os ritmos de jogo que mais lhe interessem. Mas para ter sucesso nesta eliminatória, que começa esta sexta-feira, às 21 horas, a Ovarense terá que desejar mais que o seu adversário.
Seis jogos disputados com o FC Porto esta temporada, dos quais venceram quatro. Sinal que a Ovarense se encaixa muito bem com a equipa do FC Porto?
É verdade que as exibições contra o FC Porto foram positivas, mesmo nas duas derrotas fora que sofremos mas não acredito que isso se deva unicamente, ao facto de nos encaixarmos bem com eles. Dado que a preparação dos jogos é feita com o mesmo detalhe, independentemente do adversário, é inevitável referir a motivação extra que surge à maioria das equipas em Portugal quando defrontam o FC Porto, tornando-se, também, um fator determinante.
Continuam invictos em casa esta época frente ao FC Porto. O sucesso desta eliminatória passará por tentar vencer pelo menos um dos jogos deste fim de semana no Dragão Caixa. O facto de terem fechado a série anterior fora de casa, ajuda de alguma forma para que isso aconteça?
Os playoffs são conhecidos pela imprevisibilidade dos resultados, independentemente das diferenças de classificação entre as equipas na fase regular. É óbvio que considero menos difícil jogar em casa, para além de que o apoio dos nossos adeptos na Arena é sempre uma importante ajuda. Mas não penso que nesta fase do campeonato isso seja determinante e prova disso foi a nossa eliminatória anterior onde vencemos mais jogos fora do que em casa.
O jogo exterior do FC Porto, especialmente a linha de três pontos, é temível? Isso vai obrigar a ajustes defensivos da vossa parte? Ou vão manter-se fieis às vossas rotinas?
Observamos sempre os adversários de semana a semana para depois adaptar a nossa estratégia da melhor forma possível, e será isso que vamos fazer para este fim-de-semana. É difícil concentrarmo-nos apenas no seu tiro exterior porque, quando se joga contra uma equipa como o FC Porto, todos os detalhes contam mas concordo que é um dos seus pontos fortes.
A questão física poderá ser importante no desfecho desta série? E se estão preparados para um eventual playoff decidido à melhor de 5 jogos num tão curto espaço de tempo?
Eu acredito que estamos preparados e que o trabalho feito ao longo da época terá os seus resultados nesta fase. Ainda esta semana, um dos nossos dizia ao grupo que quem não estivesse preparado para jogar dois dias seguidos, com dores, cansaço ou lesões, independentemente do adversário ou do pavilhão, então não estaria preparado para jogar os playoffs. E, pessoalmente, grande percentagem desta parte final da temporada resume-se a isto.
Como base sentes que tens a responsabilidade de marcar bem os ritmos do jogo de forma a não permitir que o FC Porto jogue em contra-ataque ou transições rápidas?
Tem sido um aspeto que tanto eu como o Nick temos tentado melhorar e que pode fazer diferença porque, para além de tornar mais eficaz o nosso ataque, limita consideravelmente os bons momentos da equipa adversária. No caso específico do FC Porto, se conseguirmos interromper o ritmo que impõe no seu jogo, será uma ajuda significativa para reduzir os seus números ofensivos.
E de que forma terá que se apresentar a Ovarense para conseguir chegar à final?
A 100%. Fortes mentalmente, soltos fisicamente e com a mesma vontade de ganhar que os nossos adeptos.
“Mentalmente fortes e jogar de forma intensa”
A fórmula de disputa prevê que a série tenha inicio em casa do pior classificado, algo que no entender de Jorge Afonso se poderá converter numa vantagem para o Atlético. A equipa da Tapadinha perdeu os dois encontros realizados durante a 2ª fase, e para alterar essa tendência o extremo aponta a melhoria da defesa do 1×1 como factor essencial. A semana será aproveitada para fazer pequenos ajustes táticos, resultantes do habitual trabalho de scouting, como forma de condicionar o ataque de um adversário a quem Jorge Afonso reconhece e valoriza a disciplina tática. Para o atleta do clube da Tapadinha a questão mental será determinante para o desfecho da eliminatória, ainda que nas suas ações ofensivas tenha que tomar boas decisões e selecionar muito bem os lançamentos.
Causa-vos maior apreensão para o desfecho da eliminatória o facto de não terem conseguido garantir o 2º lugar nesta última fase da competição?
É sempre melhor acabar em segundo do que em terceiro lugar. No entanto, ao longo de toda a competição, temos conseguido resultados muito positivos jogando fora de casa. Para além desta situação, neste modelo competitivo, até penso que poderá ser mais benéfico começar com uma classificação pior pois jogando o primeiro jogo em casa e, ganhando-o, a pressão passa logo para a outra equipa.
Perderam os últimos dois jogos, casa e fora, disputados frente ao Terceira Basket. Consegue encontrar um padrão nos problemas que a equipa sentiu e que acabaram por ditar esses desaires?
É verdade que nesta fase perdemos os dois jogos realizados com o Terceira Basket, mas os jogos foram sempre muito equilibrados e decididos em pequenos detalhes. Um dos aspectos que teremos que melhorar será a defesa do 1×1, por forma a conseguir parar as penetrações que permitem cestos fáceis ou lançamentos exteriores sem oposição. Ao longo desta semana, iremos analisar os pontos fortes e fracos do nosso adversário, para no fim de semana estarmos preparados para alcançar a vitória.
No último confronto com o Terceira sofreram 13 triplos. Sinal que o jogo exterior é a sua principal arma? Ou são igualmente perigosos a jogar perto do cesto?
Penso que o Terceira é uma equipa com um cinco inicial forte, equilibrado e bem orientada. Não há dúvida que o seu jogo exterior é forte, pois mesmo os jogadores interiores lançam com boas percentagens. Mas acho que a sua principal arma é serem organizados e disciplinados, e todos os jogadores saberem o que têm que fazer para ajudar a equipa a atingir os objetivos.
No ataque, acha que estão obrigados a mudar alguma coisa de modo a terem mais sucesso frente à defesa do Terceira Basket? E se, teoricamente, a vossa maior experiência poderá contribuir para melhores tomadas de decisão e para lidar com a pressão do momento?
Acredito que quem estiver mentalmente mais forte e a jogar de forma mais intensa seguirá em frente mas, concordo, que a nossa experiência poderá fazer a diferença para passar esta eliminatória. No ataque, se conseguirmos explorar as nossas vantagens e formos coletivos procurando o lançamento da equipa temos grandes probabilidades de vencer o jogo.
“Individualmente acrescentar algo à equipa”
O trabalho de casa foi feito, com aspetos a serem corrigidos, mas não foi só isso que ditou, na opinião de Diogo Correia, a recuperação na eliminatória. A questão mental foi, e será, decisiva para o desfecho desta série, e Diogo espera que individualmente os jogadores do Galitos possam continuar a superarem-se em prol da equipa. O atleta não espera facilidades, diante de um adversário competente a todos os níveis, embora ambicione conseguir alcançar algo que ainda não aconteceu esta temporada, vencer em Oliveira de Azeméis.
O trabalho de scouting deu frutos, mas para que tal acontecesse, a equipa teve de cumprir dentro do campo com o plano do jogo. “Nesta altura, já todas as equipas se conhecem muito bem pois já se defrontaram várias vezes, mas essencialmente, o que mudou foi percebermos o que esteve menos bem nos 2 primeiros jogos e corrigir esses mesmos aspectos”.
Diogo Correia deu especial relevo à atitude revelada pelos atletas do Galitos, na forma como se superaram durante os dois jogos. “Para além disso, e nesta altura da época onde assumem especial importância as questões mentais. Penso que parte da mudança passou também por cada um de nós, individualmente, perceber que ainda era possível acrescentar algo à equipa, o que acabou por nos fazer crescer ainda mais em termos colectivos”.
O Galitos-Barreiro ainda não conseguiu vencer esta temporada em Oliveira de Azeméis, o que por si só é revelador das dificuldades que a equipa sente quando defronta em sua casa, a Oliveirense. “Vai ser um jogo 5 de uma eliminatória que está empatada e onde quem perder será eliminado e portanto espera-se um jogo bastante equilibrado. Sabemos que vamos defrontar uma equipa muito forte, bem orientada e com excelentes jogadores, num pavilhão onde esta época ainda não conseguimos vencer”.
Para chegar à ronda seguinte, Diogo Correia tem a noção clara que o Galitos está obrigado a fazer um jogo muito próximo da perfeição. “Da nossa parte vamos com a ambição e a vontade de querermos estar presentes nas meias-finais, mas com a consciência de que só se estivermos ao nosso melhor nível poderemos consegui-lo”.
Sportiva bate CAB Madeira em jogo emocionante
Tratou-se de uma grande recuperação das açorianas, que durante imenso tempo correram atrás do prejuízo.
Que grande espetáculo de basquetebol aquele que Sportiva Azores Airlines e CAB Madeira proporcionaram no Pavilhão Sidónio Serpa, sendo que só após prolongamento se definiu o vencedor. Confirmando uma enorme recuperação, o Sportiva conquistou o segundo triunfo nesta Fase Final, ficando assim mais perto do bicampeonato, enquanto o CAB Madeira passou a ser a única equipa sem hipóteses de se sagrar campeã nacional.
A missão do CAB afigurava-se difícil depois da derrota de ontem, já que iria defrontar o anfitrião da prova, mas a verdade é que o conjunto madeirense entrou decidido a manter-se na luta pelo título, revelando uma grande maturidade. No primeiro período, as comandadas de João Pedro Vieira foram superiores, chegando ao final dos 10 minutos inicias em vantagem por 24-19.
No segundo quarto, a partida proseguiu nos mesmos moldes. O Sportiva ia desperdiçando mais lançamentos, revelando pior eficácia da linha de 2 pontos, ao passo que o CAB se mantinha bem no desafio, com destaque para o rendimento positivo das atletas que foram saindo do banco de suplentes. Sendo assim, e ao intervalo, verificava-se um 39-33 favorável às madeirenses.
O início do terceiro período mostrou um CAB vivo, aparentemente ainda mais confiante, e que parecia caminhar para um triunfo importantíssimo. Mas a verdade é que a equipa começou a quebrar, não ainda de uma forma evidente, permitindo que as jogadoras do Sportiva fossem adquirindo níveis de confiança mais altos. Findo o terceiro quarto, o marcador registava um 52-49 para o CAB, que à entrada para o último quarto pareceu com vontade de garantir a vitória. Mas nos últimos minutos as madeirenses como que bloquearam, numa altura em que o êxito parecia assegurado. O Sportiva foi realizando uma exibição em crescendo, sendo de elogiar a força mental que as comandadas de Ricardo Botelho evidenciaram, em contraponto com o quase eclipsar do CAB, que praticamente deixou de pontuar. E a verdade é que a equipa da casa logrou mesmo colocar-se a apenas um ponto de distânciaa do rival insular, para depois desfrutar de dois lances livres por falta anti desportiva do CAB, a escassos segundos do final. Felicitè Mendes converteu apenas o segundo lançamento, levando a partida para prolongamento após o 65-65 final.
No tempo extra, e muito mais motivada, a formação do Sportiva aplicou um parcial de 8-4, alcançando assim uma vitória por 73-69 que poderá ser decisiva na corrida pelo bicampeonato, defrontando amanhã o GDESSA – Barreiro. Já o CAB acabou por morreu na praia, desaproveitando uma excelente ocasião para triunfar nos Açores, dizendo assim adeus ao título.
No plano individual, e em relação ao Sportiva, de realça os 26 pontos obtidos por Shaquedia Wallace e os 21 pontos averbados por Milica Ivanovic, enquanto Ashley Bruner (13 pontos e 19 ressaltos) e Felicitè Mendes (12 pontos e 11 ressaltos) alcançaram um duplo-duplo. Por seu turno, do lado do CAB, de registar o duplo-duplo de Aleighsa Welch (22 pontos e 10 ressaltos), ao passo que Cherin Miller registou 13 pontos e 7 ressaltos e Ijeoma Ofomata converteu 11 pontos e conquistou 8 ressaltos.
Os treinadores de ambos os conjuntos, como é natural, mostraram estados de espírito diferentes após o desafio. O técnico do Sportiva Azores Airlines, Ricardo Botelho, assumiu que a sua equipa teve alguma sorte: "Foi um grande jogo de basquetebol, com muita emoção. Apesar de estarmos em desvantagem acreditámos sempre que era possível. Pressionámos defensivamente, mas também tivemos a sorte do jogo. Também é preciso procurar a sorte. Procurámos e conseguimos. Amanhã temos mais um jogo". Por seu turno, João Pedro Vieira, treinador do CAB, foi mais parco em palavras, assumindo a quebra da sua equipa: "Perdemos a cabeça no momento decisivo do jogo e não soubemos gerir a vantagem. Parabéns ao Sportiva."
Lombos impõe-se ao GDESSA por 67-41
Já a formação barreirense, que havia batido ontem o CAB Madeira, averbou a primeira derrota.
Tudo em aberto na luta pelo título nacional.
Depois do desaire da véspera frente ao Sportiva, a equipa da Quinta dos Lombos encarou este desafio diante do GDESSA – Barreiro com toda a força, sabendo que só um triunfo permitiria manter acesa a chama do título nacional. Durante quase todo o jogo pôde assistir-se a uma superiorioridade por parte das comandadas de José Leite, que se revelaram mais eficazes, aproveitando também os muitos turnovers averbados pelo GDESSA.
O primeiro período foi o mais equilibrado, ficando marcado pela baixa pontuação. Algum nervosismo de ambos os lados, muitos lançamentos falhados, o que se traduziu no 9-7 favorável ao Lombos passados os 10 minutos iniciais. Porém, a partir do segundo quarto, o conjunto da Linha começou a distanciar-se no marcador, fruto também de uma defesa agressiva, chegando aos 19-10. O treinador do GDESSA, Nuno Manaia, viu-se forçado a pedir um desconto de tempo, e a verdade é que depois dessa pausa a sua equipa até pareceu recompor-se, com um parcial de 6-0, mas esse seria mesmo o canto do cisne da formação da Margem Sul do Tejo. A Quinta dos Lombos voltou a pegar na partida, chegando ao intervalo em vantagem por 29-21.
No terceiro período assitiu-se ao quase sentenciar do jogo. O Lombos foi disparando no resultado, embora nunca tenha havido propriamente momentos de grande fulgor , ficando a ideia de que o GDESSA também se foi um pouco abaixo fisicamente. Portanto, não foi de estranhar que à entrada para o último quarto o marcador já registasse um 51-34 para a turma da Linha. Até ao final do jogo a toada manteve-se, com Nuno Manaia a aproveitar mesmo para dar descanso a algumas das suas atletas, a partir do momento em que se percebeu que as contas estavam resolvidas. Sendo assim, o Lombos ainda aproveitou para dilatar o resultado, que terminou com um 67-41.
Em termos individuais, e em relação ao Lombos, a destacar Sónia Reis, que quase obteve um duplo-duplo (14 pontos e 9 ressaltos), Inês Viana (14 pontos e 6 ressaltos) e Carolina Gonçalves, também com 14 pontos apontados. Por seu turno, na formação do GDESSA, sobressaiu a excelente prestação de Kamilah Jackson com um duplo-duplo (13 pontos e 15 ressaltos) e ainda Joana Bernardeco, que registou 8 pontos.
Após o desafio, José Leite era um homem satisfeito com o excelente triunfo alcançado. "Penso que estivemos muito bem na defesa. Aliás, na primeira parte as duas equipas defenderam bem, mas nós com alguma vantagem. Mantivemos o nível durante todo o jogo e acabámos por realizar uma boa exibição, penso que um dos melhores da época", afirmou o técnico. Já Nuno Manaia mostrou-se conformado com o desfecho verificado: "Não conseguimos impor o nosso jogo. A Quinta dos Lombos jogou muito bem. Na parte final do último período tentámos reduzir a diferença pontual num eventual empate a três, mas nos últimos três minutos optámos pela rotação do banco para tentarmos estar da melhor forma física possível no jogo de amanhã".
“Garantir a subida”
Não só quanto à questão de quem irá disputar os playoffs, como também quem terá vantagem casa. Embora o Atlético já tenha garantido a presença na discussão pela subida, um eventual deslize, em Ílhavo, do Terceira Basket poderá valer-lhe o 2º lugar nesta fase. Mas para que tal aconteça, a formação da Tapadinha está obrigada a vencer o Dragon Force, um adversário que está envolvido numa outra luta. Os azuis e brancos para chegarem ao 4º lugar não podem perder, e ainda dependem de um triunfo do Sangalhos frente ao Benfica B. Os jogos estão todos agendados para as 18 horas do próximo sábado.
Acreditaram que seria possível chegarem à ultima jornada desta 2ª fase e estarem envolvidos na luta pelo 2º lugar? E se acha que o 2º lugar pode ajudar decisivamente a decidir quem subirá à LPB?
Sabíamos que para lutar pelo playoff teríamos que fazer uma excelente 2ª fase. Tínhamos apenas 2 vitórias e 4 derrotas, e começámos a 2ª fase com jornada dupla na Terceira, perdendo logo no primeiro jogo com o Terceira Basket. No entanto, o que fizemos nesse jogo, principalmente na 1ª parte, deu-nos confiança para o resto dos jogos. À medida que fomos ganhando jogos, fomos ficando mais fortes, mais confiantes. E agora queremos alcançar o 2º lugar e encarar o playoff com essa mesma confiança. Claro que era difícil no início desta fase olhar para a classificação e acreditar que estaríamos agora a lutar pelo 2º lugar, mas o trabalho que desenvolvemos está a ter resultados e onde estamos agora mostra isso mesmo. Não dependemos apenas do nosso resultado, mas acabando em 2º ou 3º vamos para os playoffs com a mesma ambição: garantir a subida.
Concorda que existem semelhanças entre a equipa do Dragon Force e a equipa do Benfica B? E se vos colocam alguns dos mesmos problemas? E quais?
As semelhanças entre Dragon Force e Benfica B são muitas. São equipas jovens, ambiciosas, cheias de energia e com jogadores a quererem mostrar o seu valor. Gostam de correr e de jogar de forma intensa. Sabemos que eles precisam da vitória para chegar ao 4º lugar, mas na Tapadinha vão ter que jogar contra uma equipa experiente e cheia de vontade de chegar ao 2º lugar. Podia ser um jogo sem interesse, uma última jornada sem história, mas na verdade é um jogo decisivo para ambas as equipas. Temos que estar no nosso melhor para ter sucesso contra o Dragon Force.
No jogo do Dragão Caixa cometeram demasiados turnovers (20). Mérito da defesa adversária, ou tem sido um problema controlarem bem a posse de bola?
Vinte turnovers é um péssimo registo seja a jogar contra o Dragon Force ou contra outra equipa qualquer. Claro que eles tiveram mérito na forma como defenderam, mas muitos desses turnovers foram fruto de desconcentração nossa. Queremos corrigir os erros e garantir que não repetimos este número no próximo jogo. Temos que tratar bem a bola, garantir que não lhes damos oportunidade de correr o contra ataque e marcar pontos fáceis. Temos que obrigá-los a trabalhar muito para conseguirem lançar ao cesto.
Acha que quem for capaz de ditar o ritmo do jogo vai vencer o encontro? E se o jogo exterior do Dragon Force é a sua principal arma ofensiva?
Cada equipa vai jogar com as armas que tem e tentar marcar o seu ritmo. Aquela que conseguir tirar o adversário dos seus processos normais, do seu ritmo de jogo, terá mais probabilidade de sucesso. E essa equipa queremos ser nós.
O resultado do jogo do Terceira Basket será acompanhado durante o vosso encontro. Ou apenas no final saberão o resultado?
Não vamos estar a pensar no outro jogo, porque se não ganharmos esse jogo não interessa para nada. Estamos focados no Dragon Force. Temos que fazer o nosso trabalho e depois esperar que o Illiabum ganhe ao Terceira. Mas o nosso jogo é que importante para nós.
“O ataque ganha jogos, a defesa ganha campeonatos”
Resultado da renovação da quase totalidade do grupo de trabalho. Mas chegado o momento final da temporada, Inês Viana não tem dúvidas que a equipa se apresenta mais “forte e coesa” do que nunca. O primeiro adversário nesta Final Four, é o atual campeão nacional, que joga em casa. É encarado apenas como um dos obstáculos que separa o conjunto de Carcavelos do objetivo que tem em mente. A base aposta na defesa como forma de vencer esta competição, ainda que no ataque pretenda liderar uma equipa coletiva e que tome bem conta da bola.
A forma como resolveram o playoff frente ao SL Benfica demonstra que a Quinta dos Lombos nada tem a ver com a equipa que iniciou a época, e que nesta parte final se apresenta como um legitimo candidato ao titulo?
É evidente que a nossa equipa tem vindo a crescer e evoluir ao longo do campeonato, e estamos mais fortes e coesas. Contudo, nesta fase qualquer uma das 4 equipas é candidata ao título.
Na sua opinião, quais as principais diferenças nessas duas versões da equipa em fases da temporada tão distintas?
No início éramos, claramente, uma equipa em construção. É de salientar que da época transacta para esta apenas 2 jogadoras continuaram a fazer parte do colectivo. Tivemos um longo processo de construção e integração e, neste momento, posso dizer que somos um grupo de trabalho motivado e com a ambição de fazer o melhor possível nesta final four.
Iniciam a Final 4 frente às atuais campeãs nacionais que jogam com o apoio do seu público. Agrada-vos que seja assim? Ou encaram-no como o primeiro de três para chegarem ao titulo?
Sem dúvida que o factor casa é uma mais valia, uma motivação extra mas, neste momento, é algo que não podemos controlar. Sabemos para o que viemos e estamos aqui com um único objectivo.
No último embate com as açorianas perderam claramente a luta das tabelas. Será uma preocupação para este jogo?
É de louvar o excelente trabalho que o Sportiva tem feito, tanto a nível nacional como internacional. Temos noção da qualidade das nossas adversárias e essa será, apenas, umas de muitas preocupações a termos no jogo contra elas.
Concorda que a equipa do SportivaAirlinesAzores é muito mais perigosa nas finalizações perto do cesto? Seja através do seu jogo interior ou penetrações em drible?
O Sportiva é uma equipa bastante forte quer a nível interior, quer a nível exterior. É uma equipa homogénea que nos pode criar dificuldades vindas de qualquer jogadora.
A equipa teve um desempenho defensivo irrepreensível no playoff com o Benfica? A defesa será a chave para o sucesso? E no ataque? Quais serão os argumentos da Quinta dos Lombos?
A defesa é o segredo de qualquer equipa. Como diz o ditado "o ataque ganha jogos, a defesa ganha campeonatos", portanto o nosso objectivo é sempre defender o melhor possível. Em relação ao ataque pretendemos jogar em equipa, ter um desempenho global uniforme e cometer o menor número possível de erros. O resultado final será um reflexo do equilíbrio entre um bom trabalho defensivo e um bom trabalho ofensivo.
“Apoio do nosso público será a chave”
A formação vimaranense mostrou-se competitiva durante os dois primeiros jogos, teve bons momentos de basquetebol, mas como o próprio Pedro Catarino reconhece faltou-lhe alguma consistência. Para o base vitoriano o desgaste físico, e natural perca de concentração, contribuiu para que os níveis de intensidade e rigor não fossem iguais durante todo o jogo. Regressar a casa deverá significar aumento de entreajuda, disciplina, agressividade e desejo de vitória, pois só assim o atleta acredita que seja possível condicionar o talento ofensivo da equipa do FC Porto.
O Vitória tem se mostrado muito competitivo, especialmente durante as primeiras partes. Na sua opinião, tem faltado consistência nas vossa exibições? Ou será mais uma questão física?
Penso que nas segundas partes conseguimos manter um nível competitivo elevado, no entanto, talvez também pelo desgaste físico, os nossos níveis de concentração baixam um pouco e o FC Porto conseguiu aproveitar bem essas falhas.
No ataque têm estado muito bem. Acha que é nada defesa que terão que melhorar? E se o vosso maior problema tem sido conseguir parar os atiradores do FC Porto?
Quer no ataque, quer na defesa, temos margem de progressão, e a diferença nos dois primeiros jogos foi feita no detalhe. Deste modo, temos de no ataque aproveitar os nossos pontos fortes ao máximo, e na defesa contrariar e minimizar os pontos fortes do adversário.
O FC Porto em alguns momentos dos jogos, especialmente nas partes finais, tem conseguido parciais que lhes permitiram afastar-se no resultado. Encontra alguma explicação para que tal tenha acontecido?
Tal como disse anteriormente, há momentos do jogo em que os nossos níveis de concentração baixam e o FC Porto tem capitalizado muito eficazmente essas quebras. Assim sendo, temos de ter especial atenção no detalhe de modo a que os parciais do adversário sejam anulados, e a estarmos nos momentos finais do jogo numa posição em que a vitória possa cair para o nosso lado.
Jogam em casa, com o apoio do vosso público. Será de esperar alterações à vossa estratégia defensiva, ou cuidados especiais com algum jogador do FC Porto? E se no ataque vão fazer algum tipo de ajuste para terem ainda mais sucesso?
Numa eliminatória de playoff ajustes são sempre necessários ao longo de toda a série uma vez que qualquer pormenor pode ser fulcral para arrecadar a vitória. A nossa estratégia defensiva terá que passar por sermos solidários, intensos, rigorosos e ambiciosos, de modo a diminuir o máximo possível todo o talento ofensivo que o FC Porto possui.
Por último, na sua opinião o que determinará decisivamente para que o Vitória possa vencer jogos nesta série?
Para vencermos os nossos jogos em casa acredito que será chave o apoio do nosso público, de forma a garantir um ambiente o mais hostil e pressionante possível ao adversário, e manter os níveis de intensidade, rigor e concentração defensiva e ofensiva durante os 40 minutos.
Troy DeVries mostra-se cauteloso e elogia Vitória SC
O atleta norte-americano anteviu a partida, agendada para as 15h de amanhã, em declarações prestadas ao site dos 'dragões'.
Troy DeVries, poste norte-americano que se tem revelado uma mais-valia para o FC Porto com elevadas médias de pontuação, espera dificuldades em Guimarães, elogiando a formação vitoriana. "Respeitamos muito o Vitória de Guimarães. Temos de continuar a jogar de forma coletiva e só assim poderemos chegar à vitória. Sabemos que vai ser um jogo difícil e eles têm muito boa equipa. Temos um grande respeito por eles", vincou DeVries.
O jogador da formação azul-e-branca aproveitou ainda para referir que se encontra perfeitamente entrosado e feliz no Porto, afirmando que é "uma bênção" estar no clube, na equipa e com os seus companheiros. DeVries também deu conta dos seus "segredos" para tão boas atuações: "Tento ler a defesa e ser agressivo nos meus movimentos ofensivos. Se a defesa se fechar, assisto um companheiro, mas se me derem espaço, lanço. Tento simplificar tudo", disse.
“O objetivo é sempre melhorar”
André Pinto afasta a possibilidade de algum tipo de relaxamento da equipa de Ovar no jogo 2, atribuindo todo o mérito ao adversário, que esteve particularmente inspirado nos tiros de longa distância. Feita a análise dos dois jogos, é tempo agora de fazer os ajustes necessários, de forma a que a equipa reúna mais condições para sair vitoriosa desta série. Nada de novo, já que o grupo trabalha diariamente com o objetivo de se tornar mais forte e competitivo. Uma derrota não vai abalar o bom momento da equipa de Ovar, até porque, e como faz questão de realçar André Pinto, o grupo é experiente e já deu provas esta temporada que tem qualidade e consistência.
O Basquete de Barcelos já tinha ameaçado no jogo 1. O triunfo no jogo 2 deveu-se a algum excesso de confiança, ou muito mérito do adversário?
Estamos em tempo de playoff e nesta fase da época estão em competição as melhores equipas, por isso os jogos serão sempre equilibrados e de bom espetáculo. Considero que nesta fase qualquer equipa pode vencer o seu adversário. A Ovarense e a sua história não permite excessos de confiança, e o nosso grupo de trabalho é experiente o suficiente para não cair nesse erro. Claro que foi mérito do Barcelos na vitória que conquistou, pois a nossa equipa tudo fez para ganhar o jogo.
E quais foram os argumentos que não foram capazes de condicionar e ditaram o final do ciclo de vitórias da equipa?
O ciclo de vitórias que tínhamos era muito bom, vencemos todos os jogos da 2ª volta, ou seja, ganhamos a todos os primeiros 6 classificados. No entanto, neste jogo não fomos capazes de prosseguir esse ciclo, muito fruto da elevada percentagem de lançamento que o nosso adversário conseguiu, nomeadamente da linha de 3 pontos.
As percentagens de lançamento foram baixas no jogo de domingo. Resultou do facto de terem sido tiros contestados? Ou má seleção de lançamentos? Isto porque registaram um número baixo de assistências?
O resultado da nossa percentagem no jogo de domingo não teve consequência de um só factor mas sim do jogo em si. Como as percentagens de concretização foram mais baixas, é natural que o número de assistência também baixe, uma vez que estão relacionados.
Será expectável que algo mude na estratégia defensiva da equipa para o próximo fim de semana? Ou haverão apenas ajustes a fazer e melhorias na intensidade e agressividade defensiva?
No nosso clube trabalhamos diariamente para melhorarmos e sermos mais competitivos, por isso esta semana fazemos o mesmo. Trabalhamos de forma a conseguir contrariar o adversário e a conseguir alcançar o sucesso. Claro que refletimos sobre os acontecimentos do jogo 1 e 2, e com base nisso vamos preparar os próximos jogos.
Acha que esta derrota poderá ter algum impacto num grupo que estava a jogar tão bem e a somar resultados positivos? E quais as ilações a tirar para o resto desta eliminatória?
Não terá nenhum impacto negativo. Como já referi anteriormente, somos um grupo experiente, somos os mesmos que chegamos à final da Taça de Portugal, ou que realizamos uma volta completa invictos. Tiramos sempre as nossas ilações, quer nas vitórias quer nas derrotas, porque o nosso objetivo é sempre melhorar.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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