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“O objetivo é sempre melhorar”

André Pinto afasta a possibilidade de algum tipo de relaxamento da equipa de Ovar no jogo 2, atribuindo todo o mérito ao adversário, que esteve particularmente inspirado nos tiros de longa distância. Feita a análise dos dois jogos, é tempo agora de fazer os ajustes necessários, de forma a que a equipa reúna mais condições para sair vitoriosa desta série. Nada de novo, já que o grupo trabalha diariamente com o objetivo de se tornar mais forte e competitivo. Uma derrota não vai abalar o bom momento da equipa de Ovar, até porque, e como faz questão de realçar André Pinto, o grupo é experiente e já deu provas esta temporada que tem qualidade e consistência.

 

 

O Basquete de Barcelos já tinha ameaçado no jogo 1. O triunfo no jogo 2 deveu-se a algum excesso de confiança, ou muito mérito do adversário?

 

Estamos em tempo de playoff e nesta fase da época estão em competição as melhores equipas, por isso os jogos serão sempre equilibrados e de bom espetáculo. Considero que nesta fase qualquer equipa pode vencer o seu adversário. A Ovarense e a sua história não permite excessos de confiança, e o nosso grupo de trabalho é experiente o suficiente para não cair nesse erro. Claro que foi mérito do Barcelos na vitória que conquistou, pois a nossa equipa tudo fez para ganhar o jogo.

 

E quais foram os argumentos que não foram capazes de condicionar e ditaram o final do ciclo de vitórias da equipa?

 

O ciclo de vitórias que tínhamos era muito bom, vencemos todos os jogos da 2ª volta, ou seja, ganhamos a todos os primeiros 6 classificados. No entanto, neste jogo não fomos capazes de prosseguir esse ciclo, muito fruto da elevada percentagem de lançamento que o nosso adversário conseguiu, nomeadamente da linha de 3 pontos.

 

As percentagens de lançamento foram baixas no jogo de domingo. Resultou do facto de terem sido tiros contestados? Ou má seleção de lançamentos? Isto porque registaram um número baixo de assistências?

 

O resultado da nossa percentagem no jogo de domingo não teve consequência de um só factor mas sim do jogo em si. Como as percentagens de concretização foram mais baixas, é natural que o número de assistência também baixe, uma vez que estão relacionados.

 

Será expectável que algo mude na estratégia defensiva da equipa para o próximo fim de semana? Ou haverão apenas ajustes a fazer e melhorias na intensidade e agressividade defensiva?

 

No nosso clube trabalhamos diariamente para melhorarmos e sermos mais competitivos, por isso esta semana fazemos o mesmo. Trabalhamos de forma a conseguir contrariar o adversário e a conseguir alcançar o sucesso. Claro que refletimos sobre os acontecimentos do jogo 1 e 2, e com base nisso vamos preparar os próximos jogos.

 

Acha que esta derrota poderá ter algum impacto num grupo que estava a jogar tão bem e a somar resultados positivos? E quais as ilações a tirar para o resto desta eliminatória?

 

Não terá nenhum impacto negativo. Como já referi anteriormente, somos um grupo experiente, somos os mesmos que chegamos à final da Taça de Portugal, ou que realizamos uma volta completa invictos. Tiramos sempre as nossas ilações, quer nas vitórias quer nas derrotas, porque o nosso objetivo é sempre melhorar.


“Desejo de ganhar e de dar o máximo”

O atleta reconhece que no primeiro jogo a equipa não esteve ao seu habitual nível, e no segundo a falta de eficácia nos tiros de longa distância condicionou o seu sucesso. No entanto, Henrique sentiu que a situação na eliminatória poderia ser bem diferente, e acredita que no próximo fim de semana se possam inverter os papéis. Mas para que tal aconteça, Henrique assume que o Galitos tem de controlar melhor a posse de bola, tem de ser capaz de ditar os ritmos do jogo, não sofrer parciais negativos, e manter a mesma atitude e ambição.

 

Como se sentiu neste regresso à competição, após a lesão que o afastou durante alguma semanas?

 

Sinto-me bem, tive tempo para recuperar e fazer tratamento, e já não sinto restrições nenhumas por causa da lesão. Estou a 100% para ajudar a equipa a cumprir os seus objectivos.

 

O que esteve mal, ou menos bem, na equipa do Galitos-Barreiro nestes dois jogos da série frente à Oliveirense?

 

No primeiro jogo estivemos um pouco apáticos durante todo o jogo. Cometemos muitos erros inexperientes e entramos mal no jogo, acabando o 1º período com uma desvantagem de 8/9 pontos. No segundo jogo melhoramos em ambos os aspectos mas pecámos um pouco na eficácia dos lançamentos de 3 pontos, com cerca de 25%.

 

Os dois jogos foram decididos por curtas vantagens. Sentiu que podiam ter vencido um deles ou mesmo os dois? E já agora, o que ditou a diferença nos momentos finais?

 

Foram jogos muito equilibrados e discutidos até ao fim, a vitória podia ter caído para qualquer lado, mas infelizmente, nos dois dias, caiu para o adversário. Talvez a elevada experiência e assertividade da outra equipa nos momentos finais tenha sido preponderante nas suas vitórias.

 

O facto de estarem a perder por dois jogos e não terem margem para erro poderá condicionar o vosso desempenho no resto da eliminatória?

 

Penso que não, para passar a eliminatória seguinte é preciso ganhar 3 jogos, e ambas as equipas ainda estão à procura disso. Partimos para este fim de semana com desvantagem, mas vamos jogar sem pensar nas derrotas passadas e apenas, com a vitória no próximo jogo em mente.

 

Na sua opinião, o que estão obrigados a condicionar na equipa da Oliveirense de forma a aumentarem as vossas possibilidades de vitória? E o que há a manter ou reforçar na equipa do Galitos de forma a que possam vencer os dois jogos em casa?

 

Temos feito o nosso trabalho no que se trata se condicionar o adversário, e melhoramos do primeiro para o segundo jogo nesse aspecto. Mais que condicionar o adversário, temos que nos preocupar em cometer menos erros desnecessários e em controlar mais o jogo e os tempos de jogo, evitando parciais de 10/11/12 – 0 como tem vindo a acontecer nos últimos jogos. Temos mostrado uma excelente atitude dentro de campo e temos que a manter, o querer ganhar tem que estar na nossa cabeça durante os 40 minutos. Se formos inteligentes e jogarmos com serenidade juntamente com esse desejo de ganhar e de dar o máximo, certamente sairemos deste fim de semana mais felizes.


Kamilah Jackson MVP do playoff da LFB

Já a atleta portuguesa mais valiosa, foi Márcia Costa, jogadora do GDESSA, e a que se destacou entre as mais jovens foi Maianca Umabano, que representa igualmente a equipa do Barreiro. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos do pplyoff, bem como os máximos individuais registados na semana de competição da Liga Feminina.


“Intensidade do início ao fim”

Um registo que em nada é relevante para a fase que esta sexta, às 21 horas, se inicia em Ovar, uma vez que apenas favorece os vareiros com a vantagem do factor casa. A formação de Barcelos mostrou-se sempre muito competitiva ao longo da temporada, mais forte a jogar em casa, mas com o avançar da competição adquiriu competência para vencer jogos fora de casa. Para que isso aconteça ao Barcelos, no jogo 1 do playoff, João Grosso enumera o bom controlo da posse de bola, a boa seleção de lançamentos, e o bom desempenho defensivo como factores decisivos para ultrapassar uma Ovarense extremamente moralizada.

 

Não vai ser tarefa fácil para o Barcelos recuperar o factor casa para decidir a eliminatória, até porque a Ovarense, como reconhece Grosso, é nesta fase da temporada um adversário com poucos pontos fracos no seu jogo. “Esta sexta a tática passa por tentar explorar as poucas falhas que eles têm, e jogar com intensidade do início ao fim”.

 

Mesmo numa fase tão adiantada da época, os minhotos têm ainda margem para corrigir ou melhorar áreas do jogo, alguns deles determinantes para que uma qualquer equipa tenha sucesso. Para o embate com os vareiros, o extremo destaca alguns capítulos onde o Barcelos tem que se apresentar mais eficaz. ”Temos de conseguir ter percentagens de lançamentos consistentes, não cometer muitos turnovers e estar muito atentos defensivamente”.

 

A Ovarense é muito provavelmente a equipa do momento, não só pela forma extremamente positiva como terminou a 2ª fase, como também pela qualidade apresentada no seu jogo. Desempenhos que não passam despercebidos ao atleta minhoto, bem como o estado de forma do poste vareiro. “Diria que conjugam bem o jogo interior com o exterior. O Barber está em grande forma mas há que ter sempre em atenção os outros quatro em campo”.


“Vamos estar bem”

Para seguir em frente na prova, o conjunto de Guimarães está obrigado a vencer pelo menos um encontro no Dragão Caixa, e sexta-feira, às 21 horas, será a primeira oportunidade de alcançar esse objetivo. Mas para que tal aconteça, o atleta sabe que a equipa está obrigada a cometer poucos erros, a dar o seu máximo, de forma a equilibrar os jogos e discuti-los até final.

 

Habituado a estar envolvido na luta pelos lugares cimeiros, Balseiro estranhou o facto de que a equipa não tivesse competido entre as mais bem classificadas nesta 2ª fase. “Queremos mostrar que merecemos mais, e somos melhores do que o 7° lugar que ficamos na fase regular”.

 

É sempre importante começar um playoff com um resultado positivo, mais ainda quando não se tem a vantagem do factor casa. “Penso que vão ser muito equilibrados, onde nós queremos ganhar e passar a eliminatória. Para isso sabemos que temos que ganhar pelo menos um jogo no Dragão. E queremos começar já sexta com uma vitória”.

 

Para ultrapassar o talento dos dragões, Balseiro aposta na superação, e acredita que o grupo vai estar preparado para o momento. “Sabemos dos bons jogadores que o FCP tem, mas vamos dar tudo dentro de campo para os conseguirmos parar. Vão ser jogos muito equilibrados onde qualquer erro pode ser penalizador. Não tenho dúvidas que vamos estar bem, pois ansiamos a época toda pelos playoffs”.


Moncho López quer FC Porto a jogar no limite

Em declarações prestadas ao site do clube azul-e-branco, Moncho López fez a antevisão deste duelo.

Esta sexta-feira, pelas 21h00, irão principar os quartos de final do playoff da Liga Masculina, com o FC Porto a receber o Vitória SC-Guimarães. Ora, os 'dragões', que não são campeões nacionais desde 2011, pretendem começar da melhor forma esta caminhada final, mas para isso terão que ultrapassar uma aguerrida turma vitoriana. Moncho López, técnico da formação da Invicta, não espera facilidades, desvalorizando a 1.ª fase menos conseguida dos minhotos. " A história diz-nos que nos playoffs podem sempre acontecer surpresas, independentemente dos resultados das equipas ao longo da fase regular. Estamos conscientes de que temos de estar ao nosso melhor nível para evitar uma surpresa. O Vitória tem um treinador muito inteligente, com muita experiência nestas provas e, para nós, é um adversário muito difícil. Temos de jogar no nosso limite desde o primeiro minuto e trabalhar muito, pois ninguém nos vai dar nada de borla", afirmou o treinador espanhol.

Moncho aceita o "favoritismo teórico" atribuído à sua equipa, mas destaca a versatilidade e a força defensiva dos vitorianos, aliadas à experiência de alguns dos seus atletas.."Vamos tentar usar a nossa juventude para os surpreender", declarou o técnico, que ainda enalteceu o facto dos 'dragões' terem a possibilidade de jogar mais uma partida em casa: " Merecemos ter o fator casa a nosso favor e toda a gente sabe que, no Dragão Caixa, é muito difícil derrotar-nos".

Já Miguel Queiroz, poste do FC Porto, também alerta para os perigos do Vitória, mas mostra-se confiante no sucesso: " Eles têm uma boa equipa, forte em vários aspetos do jogo, mas vamos tentar tirar partido das fragilidades deles e, como é natural, do fator casa. "Precisamos dos nossos adeptos para conseguir ganhar os dois jogos".


Kamilah Jackson MVP do jogo 1 do playoff

Já a atleta portuguesa mais valiosa, foi Sílvia Fortunato, jogadora do Boa Viagem, e a que se destacou entre as mais jovens foi Carolina Gonçalves, que representa a Quinta dos Lombos. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da ronda de quarta-feira, bem como os máximos individuais registados no passado fim de semana.


“Jasmine Crew entusiasmada e otimista para os playoffs”

A equipa de Coimbra já bateu esta temporada a equipa madeirense, e a norte-americana Jasmine Crew foi peça fundamental nesse sucesso. A atleta, que durante a fase regular somou vários máximos individuais, acredita que a estabilidade da equipa e trabalho de continuidade que marcou os últimos meses de trabalho, dotou o Olivais de maior competitividade. Jasmine não está preparada para terminar já a época, um desejo partilhado pelas restantes companheiras.

 

Qual a sua perspetiva para os jogos do playoffs do Olivais este ano?

 

A minha perspetiva é que temos uma boa oportunidade de ganhar. Enfrentámos muitas adversidades este ano enquanto lutávamos por um lugar nos playoffs, mas conseguimos e aprendemos muitas lições pelo caminho. Eu penso que como equipa estamos entusiasmadas e otimistas sobre as nossas hipóteses de ganhar os playoffs.

 

O Olivais ganhou nas meias finais da Taça de Portugal ao CAB por 79-52, e Jasmin contabilizou 23 pontos mais 4 ressaltos, 4 assistências e 5 roubos de bola sendo mesmo a MVP do jogo. Acha que o Olivais pode repetir este resultado?

 

O CAB é uma grande equipa com muitas armas diferentes. Eu penso que a chave para nós termos sucesso contra eles é focarmo-nos nos pequenos detalhes, como os bloqueios defensivos, limitar as nossas percas de bola, jogar bem defensivamente e assim por diante. Temos de ser fortes mentalmente e jogar em conjunto como uma equipa para os derrotar. Já o fizemos antes e acho que o conseguimos fazer de novo.

 

A Jasmine foi a melhor marcadora da fase regular da Liga Feminina com 22,8 pontos por jogo e com um máximo absoluto de 39 pontos marcados num jogo contra o Boa Viagem em 9 de abril passado. Qual o seu "segredo"?

 

O meu segredo é treinar ao meu ritmo e depois seguir em frente e desfrutar do jogo. Todo o trabalho é feito antes de eu entrar em campo e por isso quando o jogo começa já não penso em mais nada. Eu apenas jogo e gosto de fazer o que faço.

 

O que pensa da equipa do Olivais este ano? Acha que o Olivais consegue chegar à Final a 4 da Liga Feminina?

 

Eu penso que o Olivais é uma equipa difícil de analisar. Tivemos muitas alterações e ajustamentos ao longo da época e eu penso que isso se vê no nosso registo de resultados. Contudo, apesar dos resultados passados, penso que provámos que conseguimos competir com qualquer equipa da Liga. Conseguimos chegar à Final a 4 e à Final da Taça de Portugal e eu penso que com a mentalidade adequada conseguiremos chegar também à Final a 4 da Liga Feminina.

 

Qual a sua opinião sobre a Liga Feminina deste ano?

 

Durante os jogos da Liga Feminina tive oportunidade de jogar contra muitas jogadoras jovens e talentosas. Eu penso que à medida que elas evoluirem a Liga se tornará ainda mais forte. Eu gostei mesmo da época até agora e não estou pronta para acabar já.


Ashley Bruner eleita jogadora do ano da Eurocup Women

O clube de Ponta Delgada anunciou que Bruner ocupou o “2.º lugar nas melhores marcadoras, o 3.º lugar nas ressaltadoras e o 5.º lugar nos roubos de bola”, sendo ainda de destacar a presença de Shaqwedia Wallace, outra jogadora norte-americana do clube açoriano, na 9.ª posição nas melhores marcadoras e roubos de bola.

Relembramos que o Sportiva realizou uma excelente campanha europeia, chegando aos oitavos de final da competição.


“Grande vontade de ser campeão”

Com 45 anos, feitos no passado domingo, o jogador do Atlético continua a fazer parte de um grupo de trabalho competitivo e que luta por objetivos ambiciosos. A paixão pela modalidade e o gosto pela competição fazem com que lute na defesa do Atlético, clube do seu coração. Em ano de despedida, o atleta da formação de Alcântara não esconde o desejo de se sagrar campeão da Proliga, e contribuir para recolocar o Atlético no escalão principal. Embora alerte para que erros do passado não sejam repetidos de forma a que o histórico clube da Tapadinha se mantenha entre os melhores da modalidade.

 

Pode causar alguma surpresa que um jogador aos 45 anos ainda compita a um nível elevado, e integrado num grupo de trabalho que luta pela subida de divisão. Mas a explicação é simples, e fica bem explicita naquilo que motiva Miguel Araújo a praticar basquetebol com s sua idade. “O prazer de praticar a modalidade que tanto gosto, a competição, e estar bem fisicamente, são os motivos pelos quais continuo ligado ao basquetebol com a minha idade”.

 

Grande parte da sua carreira foi dedicada ao Atlético CP, clube do seu coração, ainda que tenha tido passagens por outros clubes, dos quais se orgulha ter representado. “Quanto aos 24 anos que tenho de Atlético, é uma enorme honra e um orgulho enorme, pois cresci no Atlético como jogador e como homem. Estive afastado do clube sensivelmente durante 6 anos e meio. Durante esse período representei o Queluz durante dois anos meio na Liga profissional, mais um ano e meio o Belenenses, no CNB 1 e na Liga, o Seixal durante 3 anos, e uma aventura de 3 meses no Santa Clara em que tive o Luís Silva, ex-atleta internacional e do SL Benfica, como companheiro”.

 

Embora o Atlético tenha uma enorme tradição na modalidade, o basquetebol já teve outra importância dentro do próprio clube. No entanto, Miguel acredita que estão reunidas condições para regressar à principal competição, sem nunca esquecer os erros cometidos no passado, e as implicações que tiveram para o clube. “Acho que todas as pessoas do Atlético, antigos jogadores e pessoas que já por lá passaram com outros cargos, estão muito motivados e a trabalhar para que seja uma realidade. Embora sejam aconselhável cautela para que não se repita o sucedido na última participação da equipa na Liga profissional. Competimos meia época e depois terminou o projeto, e o atlético foi disputar o campeonato do CNB 2”.

 

A subida à Liga é certamente o desejo do atleta e restantes companheiros, mas para Miguel Araújo, o basquetebol já lhe ofereceu o melhor presente de todos. “A melhor prenda que o basquetebol me podia dar, já me deu. Ter feitos muitos amigos verdadeiros, alguns campeões nacionais, e ainda hoje ter o privilégio de jogar com alguns desses amigos”.

 

Mas para chegar à LPB falta ainda um caminho a percorrer que certamente não será fácil de trilhar. O 3º lugar da Grupo A é o objetivo imediato, sendo que o Atlético se assume como um dos candidatos à subida. Seria um feito importante para o clube, e a cereja no topo do bolo, para alguém, como é o caso de Miguel Araújo, que está de despedida da competição. “O nosso objectivo neste momento é sem dúvida o 3º lugar, e claro uma grande vontade de ser campeão. Sendo esta a minha última época no clube, gostava muito de me sagrar campeão nacional da Proliga”.


Callan Taylor foi a MVP da fase regular

A distinção para MVP Global da ronda do passado fim de semana da LFB foi para a norte-americana do CAB Madeira, Cherin Miller. Já a atleta portuguesa mais valiosa foi Rosinha Rosário, igualmente jogadora das madeirenses, e a jovem que mais se destacou, foi Luana Serranho, atleta do GDESSA. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da jornada, bem como os máximos individuais registados durante a fase regular e na semana 21 da competição.


Jo Harris foi o MVP da última jornada

Quem também terminou da melhor forma esta fase foi a Oliveirense, que bateu o atual campeão nacional, e para que tal acontecesse muito contribuiu a exibição do MVP Nacional, com 24 de valorização, Elvis Évora.

 

´A Ovarense chega aos playoffs num momento muito positivo, já que a equipa de Ovar acumula boas exibições com resultados positivos que lhe garantiram o 3º lugar. A versatilidade de Jo Harris tem sido um dos argumentos da equipa vareira, já que por diversas vezes provou que pode ser útil em muitas áreas do jogo. Frente ao Galitos-Barreiro, Harris (19 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências, 3 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) protagonizou mais uma prestação muito completa, associada a uma grande eficiência no lançamento, convertendo 8 de 10 lançamentos de 2 pontos, e o único triplo que tentou durante o encontro.

 

Por sua vez, Elvis Évora, o poste português bateu-se muito bem no jogo interior frente aos atuais campeões nacionais, revelando-se ainda como uma referencia ofensiva da equipa de Oliveira de Azeméis, e com tremenda eficácia já que não falhou qualquer dos 8 lançamentos de 2 pontos que tentou ao longo da partida. À sua exibição juntou ainda 3 ressaltos, 2 desarmes de lançamento, e 1 assistência, contribuindo para uma moralizadora vitória antes do inicio dos playoffs da LPB.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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