Artigos da Federaçãooo

FC Porto mais perto da fase de grupos da FIBA Europe Cup

Na abertura da qualificação para a fase de grupos da FIBA Europe Cup, o FC Porto venceu os lituanos do Nevezis-Optibet por 100-84.

Com este resultado, os “dragões” ficam mais perto de seguir para a fase regular da competição. O jogo decisivo está agendado para quinta-feira (17h), diante do Manisa BBSK, equipa que acolhe este torneio de apuramento.

Esta tarde, o FC Porto esteve quase sempre na dianteira do marcador, mas foi na segunda parte que “fugiu” em definitivo, graças a parciais de 32-24 e 30-25.

Apesar de não ter dominado a luta das tabelas, a equipa portuguesa mostrou-se muito eficaz (63,64% – 28/44) da linha de dois pontos, apontou 11 triplos, converteu 11 dos 13 lances livres a seu favor, alcançou 25 assistências e revelou agressividade defensiva (18 roubos de bola), que também se traduziram em 26 turnovers do adversário.

No capítulo individual, Max Landis (31pts, 6/7 2P, 6/11 3P, 2res, 1ast, 3rb) realizou uma grande exibição no FC Porto, sendo seguido de Cleveland Melvin (21pts, 3/5 2P, 3/3 LL, 3res, 3ast, 1rb), Phillip Fayne (14pts, 6/8 2P, 3res, 2ast, 1rb), Tanner Omlid (10pts, 4/6 2P, 5res, 2ast, 7rb, 1dl) e Anthony Barber (10pts, 1res, 11ast, 1rb).


GDESSA, Esgueira, CDEFF, Imortal, CPN e CAB arrancam com vitórias

Na abertura da Liga Betclic Feminina 2023-24, o CD Escola Francisco Franco Hosp. Part. Madeira bateu o pé ao SL Benfica, na Luz, enquanto o CAB Madeira ganhou fora de portas face à ACD Ferragudo. Já o GDESSA Barreiro, campeão nacional, obteve o triunfo por maior margem, ao passo que Esgueira Aveiro TRIVGLASS, Imortal TCARS e CPN também sorriram.

 

O GDESSA iniciou da melhor forma a defesa do título, depois de superar o Clube dos Galitos, na condição de visitante, por 69-45.

A primeira parte da turma da margem sul do Tejo foi muito forte, com parciais de 23-12 e 22-5 a embalarem-na para o triunfo.

No terceiro quarto, a vantagem ainda foi acrescida, até que as anfitriãs atenuaram distâncias nos últimos 10 minutos com um parcial de 19-7.

O GDESSA registou 56% de eficiência (14/25) da linha de dois pontos, converteu 23 dos seus 29 lances livres, conquistou 42 ressaltos e tirou proveito das prestações de Krystal Freeman (22pts, 5/8 2P, 9/10 LL, 8res, 1ast, 1dl), Ahlana Smith (14pts, 3/6 2P, 5res, 4ast, 2rb, 2dl) e Maianca Umabano (11pts, 5/7 LL, 5res, 3ast, 1rb).

No Galitos, que obteve 10 roubos de bola, Daniela Domingues (11pts, 5res, 5ast, 3rb) remou contra a maré.

 

No Pavilhão Fidelidade, a Escola Francisco Franco impôs uma derrota ao Benfica, vice-campeão nacional, por 60-50. A partida começou por uma homenagem a Inês Viana, base internacional portuguesa ao serviço das “encarnadas” que se lesionou com gravidade recentemente.

As “águias” comandaram as contas durante grande parte do primeiro tempo, mas o adversário madeirense chegou ao intervalo a vencer por 28-24.

O Benfica ainda conseguiu retomar a liderança no terceiro quarto, mas a Escola Francisco Franco foi implacável nos derradeiros 10 minutos e aplicou um decisivo parcial de 22-11.

Dayna Rouse (22pts, 9/16 2P, 6res, 3ast, 5rb) e Akila Smith (17pts, 4/4 LL, 4res, 2ast, 2rb, 3dl) tiveram sinal mais do lado madeirense, enquanto Carolina Cruz (14pts, 4/6 2P, 6/8 LL, 4res, 1rb), Catarina Frederico (10pts, 4/8 2P, 7res, 5ast, 4rb), Sarah Shematsi (10pts, 4/4 LL, 2res) e Artémis Afonso (10res).

 

Nos Açores, o Esgueira suplantou (64-46) o Sportiva AZORIS HOTELS. Foi um embate com duas partes distintas, visto que até ao intervalo foram as donas da casa que se assumiram como líderes do marcador. Depois da ida para os balneários, que se traduziu num resultado de 29-22, o Esgueira virou por completo a questão e, com parciais de 19-10 e 23-7, obteve uma vitória que não deixa margem para dúvidas.

O Esgueira efetuou oito triplos, ganhou 47 ressaltos e 13 roubos de bola, tendo Letícia Rodrigues (16pts, 4/8 2P, 9res, 2ast, 2rb), Trudy Walker (15pts, 16res, 1ast, 4rb), Inês Ramos (15pts, 3/5 3P, 1res, 5ast, 2rb, 1dl) e Gabriela Raimundo (11pts, 2/3 3P, 5res, 3rb) como principais figuras.

Quanto ao Sportiva, que registou oito desarmes de lançamento, Monique Pereira deu nas vistas com 13 ressaltos.

 

A norte, o Imortal não vacilou (80-72) na deslocação ao reduto do Barcelos HMMotor, naquela que foi a estreia do emblema minhoto na prova.

O jogo foi equilibrado, com várias alternâncias no comando do resultado, sendo que a maior vantagem se situou nos 10 pontos (60-50), na reta final do terceiro quarto, a favor do Barcelos.

Contudo, até ao soar da buzina, o Imortal viveu o seu melhor momento, o que se traduziu num fulcral parcial de 23-10.

O conjunto de Albufeira ganhou 40 ressaltos, roubou a bola em 13 ocasiões, com Bárbara Souza (16pts, 3/5 2P, 3/5 3P, 9res, 2ast, 1rb), Sofia Queiroz (12pts, 4/7 2P, 2res, 2ast, 4rb), Sydne Wiggins (11pts, 3/5 2P, 5/6 LL, 3res, 2ast, 1rb, 1dl), Leonor Serralheiro (10pts, 6/9 LL, 4res, 3ast, 1rb), Joana Ramos (10pts, 2res, 3ast, 3rb) e Carolina Gonçalves (10pts, 5/6 2P, 3res, 1rb) em foco pelas suas cores.

Relativamente ao Barcelos, que alcançou 57% de acerto (22/38) da linha de dois pontos, teve em Rebecca Taylor (26pts, 9/13 2P, 5/5 LL, 13res, 3ast, 1rb) uma jogadora muito inspirada, sem esquecer Tanesha Sutton (20pts, 6/8 2P, 11res, 1rb).

 

O CPN protagonizou um bom arranque de campeonato, ao bater o CRC Quinta dos Lombos, recente vencedor da Supertaça, por 74-69.

A equipa de Ermesinde esteve quase sempre em posição de vencedora e, já no último quarto, chegou a ter vantagens de 12 pontos.

Mas os Lombos reagiram, e com um parcial de 10-0 deixaram tudo em aberto, com o CPN a conseguir resistir.

No CPN, que apontou nove triplos, Justina King (34pts, 6/11 2P, 10/14 LL, 1res, 4ast, 2rb) esteve em grande nível, tendo sido secundada por Genesis Correa (11pts, 4/8 2P, 12res, 1rb, 1dl).

Na Quinta dos Lombos, Nahomis Hardy (16pts, 6/7 LL, 18res, 1ast) obteve um duplo-duplo, com Mariana Carvalho (20pts, 5/9 2P, 2/3 3P, 4/4 LL, 1res, 1ast, 2rb, 1dl) e Madelynn Utti (10pts, 6res, 3ast, 1rb) a também conseguirem boas performances.

 

No primeiro jogo de sempre do Ferragudo nesta competição, o CAB acabou por levar a melhor (64-62).

Apesar da reduzida diferença no final do encontro, o emblema do Funchal esteve quase sempre na dianteira, sendo que na segunda metade do terceiro quarto chegou a dispor de uma vantagem de 11 pontos (45-34).

Mas a turma algarvia ainda tinha uma palavra a dizer, e com um parcial de 21-14 acabou por ficar muito perto do CAB.

O CAB alcançou nove triplos e contou com as exibições de Maelys Martinet (18pts, 4/6 2P, 8res, 1ast, 1rb), Sila Finau (12pts, 3/4 3P, 5res, 5ast, 2rb, 1dl) e Benedicta Ummah (10pts, 5/8 2P, 4res, 3ast, 2rb).

Por seu turno, no Ferragudo sobressaíram Letícia Josefino (20pts, 7/13 2P, 5res, 2ast, 1rb, 1dl), Kennedy Nicholas (17pts, 7/14 2P, 3/4 LL, 15res) e Catarina Caldeira (10pts, 2res, 4ast, 5rb).


Sporting com duas vitórias na Liga Betclic Masculina

A segunda jornada da Liga Betclic Masculina arrancou este sábado, com o Sporting CP a colocar-se, à condição, como única equipa com dois triunfos em outros tantos jogos.

Os “leões” bateram a Ovarense GAVEX, fora de portas, ao passo que a AD Galomar e o CD Póvoa ESC Online ganharam pela primeira vez. Já a UD Oliveirense, na sua estreia na competição, bateu o Esgueira Aveiro OLI.

 

O Sporting levou a melhor no reduto da Ovarense por 85-81. Foi um triunfo complicado perante a formação vareira, que acabou por recuperar terreno no último quarto.

A primeira parte pautou-se pelo equilíbrio, com os “verde e brancos” a irem para o intervalo com uma vantagem de três pontos (35-32).

No regresso dos balneários deu-se a melhor fase do Sporting no encontro, o que se traduziu num parcial de 28-20, e a toada até se manteve durante alguns minutos no derradeiro quarto, com a turma de Alvalade a chegar a dispor de vantagens de 14 pontos.

Mas os donos da casa ainda tinham uma palavra a dizer, e com um parcial de 13-7 na parte final atenuaram distâncias.

O Sporting registou nove triplos, cinco desarmes de lançamento e beneficiou das prestações de Mike Moore (21pts, 4/6 2P, 3/5 LL, 4/4 LL, 7res), Eddie Ekiyor (18pts, 5/8 2P, 5/7 LL, 3res, 1ast, 3dl), Ron Curry (16pts, 5/8 2P, 3/4 LL, 4res, 2ast, 2rb), Marcus LoVett Jr (14pts, 3res, 6ast, 1rb) e Ken Horton (10res).

Por seu turno, na Ovarense, que ainda procura a primeira vitória, os melhores em campo foram Jalen Jenkins (21pts, 6/9 2P, 2/2 3P, 3/4 LL, 10res, 1ast), Xavier Smith (21pts, 5/9 3P, 6res, 2ast) e Efe Odigie (13pts, 5/6 LL, 11res, 2ast).

 

A Galomar obteve a sua primeira vitória de sempre no escalão maior do basquetebol masculino, depois de ultrapassar o Lusitânia EXPERT por 94-80.

Num duelo insular, os anfitriões estiveram sempre na posição de vencedores e, no segundo quarto, o seu avanço chegou a ser de 27 pontos (51-24).

Um excelente primeiro tempo acabou por “guiar” a Galomar ao sucesso, pese a ligeira reação açoriana na etapa complementar.

A Galomar registou 61% de eficácia (27/44) da linha de dois pontos, converteu 16 dos 19 lances livres a seu favor e conquistou 44 ressaltos. Em termos individuais, pelas suas cores sobressaíram Keshawn Curry (19pts, 4/7 2P, 3/5 3P, 8res, 1rb), Malcolm Drumwright (19pts, 6/10 2P, 4/4 LL, 1res, 2ast, 1rb), Alonzo Sule (17pts, 7/9 2P, 3/4 LL, 10res, 1ast), Danjel Purifoy (15pts, 5/6 2P, 3res, 4ast, 4rb) e Philip Carr (11pts, 5res, 4ast).

Quanto ao Lusitânia, que efetuou 12 triplos e 10 roubos de bola, teve em Ryan Larson (24pts, 6/9 2P, 5res, 8ast, 2rb), Lual Rahama (20pts, 5/7 2P, 3/6 3P, 8res, 1ast, 3rb, 1dl) e Rashad Perkins (10pts, 3/5 2P, 1res, 2ast, 1rb) os seus maiores protagonistas.

 

Em Albufeira, o Póvoa acabou por sorrir (88-83) no reduto do Imortal LUZiGÁS. O conjunto nortenho liderou o marcador durante quase todo o jogo, mas não se livrou de um susto na reta final.

Ainda no segundo quarto, o Póvoa alcançou vantagens na casa dos dois dígitos (12 pontos), só que o adversário algarvio voltou a equilibrar.

Já nos minutos decisivos, o Imortal conseguiu passar para a dianteira, contudo a turma poveira não esteve pelos ajustes e obteve um parcial de 7-11 no “sprint” final.

O Póvoa roubou a bola em oito ocasiões, com Onno Steger (34pts, 6/9 2P, 3/6 3P, 13/15 LL, 5res, 3rb, 1dl) em grande nível na manobra da equipa, sendo secundado por Dana Tate Jr. (16pts, 4/7 2P, 7res, 1ast, 1rb), Clyde Trapp (15pts, 5/10 2P, 9res, 4ast, 3rb), Gonçalo Delgado (10pts, 4/7 2P, 9res, 2ast) e Calvin Wishart (10ast).

No Imortal, protagonista de nove triplos e 23 assistências, Phil Taylor (27pts, 4/6 LL, 2res, 5ast, 1rb), Cameron Copeland (18pts, 4/6 3P, 3res, 2ast), Jackson Stormo (13pts, 5/8 2P, 3/3 LL, 14res, 6ast, 2dl) e Ryan Weber (10pts, 5res, 2ast, 2rb) deram nas vistas.

 

Num embate entre equipas da mesma região, a Oliveirense venceu no pavilhão do Esgueira por 74-62. O emblema aveirense entrou bem na partida, esteve quase sempre na dianteira durante o primeiro quarto, mas ainda antes do intervalo perdeu o comando das operações.

Durante o segundo tempo, nunca a formação de Oliveira de Azeméis esteve em situação de desvantagem, graças a parciais de 20-13 e 20-19.

A Oliveirense concretizou 14 dos 17 lances livres a seu favor, ganhou 49 ressaltos, roubou a bola por seis vezes e contou com as boas performances de Pablo Bertone (18pts, 6/8 2P, 3/3 LL, 6res, 1ast), Darius Carter (15pts, 5/9 2P, 15res, 2ast), Justin Gordon (12pts, 5/6 2P, 6res, 2ast, 1rb) e João Fernandes (10pts, 4/4 2P, 10res, 2ast, 3rb).

Do lado do Esgueira, Trevon Evans (13pts, 1res, 4ast), Miguel Monteiro (12pts, 4/6 LL, 1res, 5ast) e Emanuel Shepherd (11pts, 4/6 LL, 7res) assumiram destaque.


Benfica e Escola Francisco Franco em duelo na Luz

O início da Liga Betclic Feminina está aí à porta, com a jornada inaugural a decorrer por inteiro no domingo. Uma das partidas vai opor o SL Benfica ao CDEFF Hosp. Part. Madeira, no Pavilhão Fidelidade, com início agendado para as 15 horas e com transmissão em direto na FPBtv (cujo acesso é gratuito) e n’A Bola TV.

Na antevisão do encontro, a FPB esteve à conversa com Marcy Gonçalves e Cristina Freitas, figuras importantes nas “encarnadas” e insulares, respetivamente.

Do lado das “águias”, Marcy Gonçalves traça o perfil do opositor madeirense: “A Francisco Franco é uma equipa muito competitiva, bastante aguerrida de início ao fim, nunca desiste. Nós temos que ter muito cuidado com essas qualidades que a caracterizam muito bem”, alerta.

O Benfica, que conquistou a Taça Vítor Hugo no arranque desta época, foi alvo de várias mexidas no seu plantel para 2023-24. A internacional portuguesa destaca esse aspeto e aborda a recente lesão grave de Inês Viana, outro dos reforços das “encarnadas”: “É uma equipa renovada, um grupo em construção, mas com muita sede de fazer as coisas bem, com muito compromisso e é essa, sem dúvida, a nossa maior característica neste momento. Não vou mentir, a lesão da Inês Viana foi um golpe muito duro para a equipa, pela jogadora que é e por tudo aquilo que ela significa para o basquetebol”, lamenta.

Apesar de tudo, Marcy Gonçalves assume a grande ambição do emblema da Luz: “Aqui a mentalidade é ganhar. E nós, como jogadoras, lidamos bem com essa ‘pressão’, se é assim que se pode chamar. É aquilo de que mais gostamos de fazer, o que torna tudo mais ‘fácil’. Os objetivos aqui no Benfica estão muito bem definidos, e no balneário não temos outra mentalidade. Queremos estar em todos os momentos altos da competição e ganhá-los”, vinca.

A categorizada jogadora portuguesa, de 33 anos, está de regresso ao nosso país, depois de experiências em Itália e Espanha. Marcy não esconde a satisfação e fala sobre o estatuto de capitã de equipa: “Estou muito contente por estar de volta e desta vez por poder representar um clube com esta dimensão. Sem dúvida de que jogar lá fora me fez crescer como jogadora en vários aspetos. A responsabilidade é sempre a mesma, representar este grupo de jogadoras é um prazer enorme e ser capitã do Benfica é um privilégio”, finaliza.

Quanto à Escola Francisco Franco, Cristina Freitas elenca as qualidade do vice-campeão nacional: “O Benfica tem uma rotação bastante boa e experiência, o que é muito importante nos momentos decisivos do jogo. Corre bastante bem o campo nas transições ofensivas e tem uma grande capacidade de encontrar as jogadoras livres”, analisa.

A internacional jovem lusa salienta a juventude da formação, mas mostra-se confiante: “Somos uma equipa que tem vindo a crescer ao longo da nossa caminhada na Liga e o facto de num ano para o outro termos mantido a maior parte das jogadoras, é uma mais-valia, porque já são conhecidas as dinâmicas. É verdade que a maioria das atletas são jovens, mas somos uma equipa lutadora, capaz de disputar todos os jogos. Temos ainda muita coisa a melhorar e a consolidar, mas é algo que leva o seu tempo, e com trabalho tenho a certeza de que a nossa equipa irá obter bons resultados. O facto de agora termos a equipa completa, relativamente à Taça Vítor Hugo, torna o processo de aprendizagem e evolução mais fácil, porque as jogadoras que chegaram trazem qualidade e experiência importantes para a equipa e, sobretudo, para as atletas mais novas”, afirma.

A Escola Francisco Franco deu nas vistas na última edição da Liga, ao chegar aos quartos de final dos playoffs. Cristina Freitas deseja que isso se repita: “O nosso principal objetivo é a manutenção na Liga, mas vamos fazer de tudo para não só chegar aos playoffs, mas também para chegarmos o mais longe possível”, promete.

Com um percurso, até ao momento, totalmente ligado ao clube que representa, a jogadora madeirense enaltece o espírito de grupo: “Acho que não só eu, mas todas temos um papel importante na equipa, e é isso que torna esta modalidade tão gira e espetacular, porque precisamos do grupo para obter bons resultados. Estou muito feliz aqui e farei de tudo para ajudar a Francisco Franco a crescer e a alcançar bons resultados coletivos”, garante.


São estes os jogos que pontuam a primeira jornada da Liga Betclic Feminina, todos eles com transmissão em direto na FPBtv:

 

 


Ovarense e Sporting medem forças na Liga Betclic Masculina

Ovarense GAVEX e Sporting CP defrontam-se este sábado (15 horas), com transmissão em direto na FPBtv, cujo acesso é gratuito, e na RTP2. A partida é relativa à segunda jornada da Liga Betclic Masculina.

Cristóvão Cordeiro, há 12 anos no clube vareiro, e “Litos” Cardoso, chegado ao emblema “verde e branco” esta época, falaram à FPB sobre este duelo.

Na Ovarense, Cristóvão Cordeiro analisa o Sporting e refere aquilo em que a sua equipa deve melhorar relativamente à primeira jornada, quando perdeu em Guimarães: “À imagem da época passada, penso que as maiores qualidades do Sporting são a forma como está no jogo, sempre agressivo, forçando o erro aos adversários e fazendo com que o jogo tenha muitas posses de bola e muitas finalizações em campo aberto, onde são fortes. Apesar de terem muitos jogadores novos, a equipa técnica manteve-se e as ideias de jogo são as mesmas. Temos que ser mais consistentes, não podemos deixar o Sporting fugir no marcador como o Vitória SC fez. Torna-se difícil recuperar grandes desvantagens, ainda mais com uma equipa com tantas soluções como o Sporting”, aponta.

O extremo-poste quer manter os traços identitários do clube: “Queremos ter a nossa imagem de marca, a garra vareira, sermos agressivos a defender e lutar por todas as posses de bola. E com isso tornar o nosso ataque mais forte também”, afirma.

A Ovarense, na temporada transata, chegou às meias-finais do campeonato. Cristóvão Cordeiro projeta equilíbrio, mas quer chegar longe: “Esta época, mais uma vez, vai ser equilibrada, onde qualquer equipa pode ganhar em qualquer campo. Sabendo que existem três equipas que partem à frente no que toca a terem mais soluções e mais talento. No entanto, penso que a consistência fará a diferença no final. Queremos chegar em todas as competições o mais longe possível”, salienta.

Uma referência no balneário vareiro, Cristóvão Cordeiro assume a importância do clube manter vários jogadores: “Existem outros jogadores com muitos anos de Ovarense que são tão ou mais importantes do que eu nesse papel. Penso que entre todos, incluindo staff, adeptos e povo vareiro, tentamos que essa integração seja feita da melhor forma. Eu acredito que pode ser sempre vantajoso manter uma boa base de jogadores de uma época para a outra. Espero que mais uma vez isso se verifique”, termina.

No Sporting, “Litos” Cardoso enaltece o poderio do adversário: “A Ovarense é um histórico do basquetebol português, uma equipa muito forte fisicamente e com vários atletas, tanto portugueses, como estrangeiros, que conhecem bem a nossa Liga. Além disso, é um clube com um grande ambiente no seu pavilhão”, deixa a nota.

Apesar da vitória de há uma semana, face à AD Galomar, o base aponta a melhorias: “A defesa é a nossa maior arma e não estivemos tão bem. É aí que temos de trabalhar, porque só com uma boa defesa vamos atingir os nossos objetivos”, assegura.

“Litos” não hesita na hora de dizer quais são as principais metas dos “leões”: “Estaria a ser hipócrita se tentasse ser modesto. Queremos estar na discussão de todos os títulos que há para ganhar. Queremos ganhar. Estamos focados no nosso trabalho”, responde.

“Litos” Cardoso, reforço da turma de Alvalade para 2023-24, reconhece que esta é uma oportunidade para agarrar: “Estes primeiros tempos no Sporting têm sido muito bons. É uma grande oportunidade para aprender mais e ser melhor. Ainda só tenho 25 anos, e apesar de já estar na Liga há nove, ainda tenho muito que aprender e muito que melhorar. A primeira jornada já passou, venha a próxima!”, conclui.


São estes os quatro jogos da segunda ronda da Liga Betclic Masculina, marcados para este sábado. A FPBtv transmite em  direto todas as partidas:

 


Benfica fica a um triunfo da fase de grupos da Liga dos Campeões

O SL Benfica voltou a ganhar no apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões, graças a um resultado de 87-59 sobre o Petrolina AEK Larnaca.

A equipa portuguesa está a um triunfo de alcançar, pela segunda temporada consecutiva, a fase regular da competição. Os “encarnados” defrontarão os suecos do Norrkoping Dolphins, esta sexta-feira, a partir das 19 horas (transmissão em direto na Sport TV).

Frente ao AEK Larnaca, campeão cipriota, o Benfica nunca esteve em desvantagem, e ao intervalo já vencia por 16 pontos (47-31).

O derradeiro quarto mostrou-se decisivo para a vitória do emblema da Luz, graças a um parcial de 25-10.

Em termos estatísticos, o Benfica alcançou 65,7% de eficácia (23/35) da linha de dois pontos, apontou 10 triplos, ganhou 44 ressaltos e registou 25 assistências, 15 roubos de bola e 4 desarmes de lançamento.

No capítulo individual, sinal mais para as exibições de Aaron Broussard (15pts, 3/4 2P, 3/4 3P, 3res, 2ast, 3rb), Toney Douglas (12pts, 3/3 2P, 1res, 4ast, 3rb), Makram Ben Romdhane (11pts, 5/5 2P, 6res, 7ast) e José Silva (10pts, 1res).


Hugo Maia: “Estou cá pelo orgulho e honra que sinto a representar o nosso país”

Hugo Maia, figura emblemática do GDD Alcoitão, lidera o balneário da equipa das quinas, naquele que será o seu nono Campeonato da Europa. Único resistente da conquista da divisão C em 2007 – só superado em número de participações em Europeus pelo antigo jogador e capitão da selecção Pedro Gonçalves -, exemplo maior de longevidade, acompanhada de rendimento inequívoco, totalista de convocatórias desde 2007, sobram os factos ilustrativos do peso do capitão na história do BCR nacional e na selecção. Exímio na arte de contra-atacar, defensor-nato, imprime uma intensidade elevada em qualquer sector do campo e, pela capacidade agregadora dentro e fora das quatro linhas, tem no grupo reconhecimento e admiração unânimes.

Número: #15

Palmarés: Campeão da Europa C em 2007, Vice-Campeão da Europa C 2015, 8 Campeonatos Nacionais (1 pentacampeonato entre 2003 e 2008 pela APD Sintra), 8 Taças de Portugal, 8 Supertaças

Referências na modalidade: Nacionais: Pedro Bártolo, Carlos Arrais, Hugo Lourenço, João Cardoso, Pedro Gonçalves, Ricardo Vieira, Fernando Lemos. Internacionais: Patrick Anderson, Mustafa Kormaz, Harry Brown, Inês Lopes, Nils Anders. Seguramente que a esta lista se juntarão a actual equipa técnica, composta pelo Óscar e Javier pelo impacto positivo que já tiveram nesta nossa campanha.

Jogos da tua vida: 5º jogo da final do Campeonato Nacional frente à APD Leiria que culminou na vitória e conquista do 1º pentacampeonato Português; Jogo muito bem conseguido por mim, frente à Bósnia-Herzegovina, no Campeonato da Europa Divisão B 2010; Vitória necessária sobre a APD Braga que ditou o nosso (GDD Alcoitão) apuramento aos playoffs.

Europeus passados (ou provas de selecções anteriores): ECMC 2007, ECMB 2008, ECMB 2010, ECMC 2015, ECMB 2016, ECMC 2017, ECMC 2019, ECMBC 2022

1 – Quais as tuas expectativas para este campeonato da Europa?

As minhas expectativas para este Campeonato da Europa, depois da vitória em Dublin e do 2º lugar em Lisboa é conquistar o 2º Campeonato da Europa Divisão C e o respectivo acesso à Divisão B. É um objectivo que esteve muito perto de ser alcançado em Sófia, 2019 quando fomos derrotados na meia-final por uma Grécia que quase não falhou e, mesmo assim, estivemos perto de alcançar a vitória. Neste Europeu, face aos adversários já anunciados, não podemos pensar em nada mais do que ganhar todos os jogos e conquistar o Campeonato da Europa.

2 – Será o teu nono europeu. Em que aspetos achas que podes ser útil à selecção e causar impacto?

O meu nono Europeu…parece que foi ontem o primeiro, e que primeiro!… O que eu já tive de explosividade e rapidez, não que a tenha perdido completamente, mas naturalmente que não são já características tão realçadas em mim. A liderança em campo, a capacidade de ajudar a equipa a organizar-se principalmente a nível defensivo, o tiro exterior de rápida execução e a capacidade de executar qualquer papel ofensivo, julgo que sejam os principais pontos em que posso ajudar a nossa selecção neste momento.

3 – Como te descreves como jogador? Quais os teus pontos fortes?

Apesar de continuar a ser um 2,5 rápido, considero-me neste momento um jogador muito mais cerebral. A capacidade defensiva sempre foi uma das minhas mais valias, mas apesar de ser um jogador que normalmente tem bola e gera jogo ou o último lançador, sempre fui no ataque um jogador muito polivalente e tenho-me distribuído pelos vários papéis a desempenhar pela nossa selecção sempre que necessário. O meu lançamento exterior tem vindo a melhorar, fruto da insistência do meu treinador em corrigi-lo e acredito que possa ser uma arma a usar nos desafios que nos esperam.

4 – Até onde gostavas de chegar com a selecção? Tens uma meta para te retirares ou estarás a jogar enquanto conseguires?

Gostava de conseguir ajudar a nossa selecção a voltar a subir e manter-se na Divisão B. Sei que a manutenção pode ser o desafio mais complexo, mas tanto o grupo de atletas actual, como os valores em ascensão nos sub23, com esta equipa técnica podemos almejar e sonhar com o topo da Divisão B e quem sabe, a elite do BCR Europeu. Não defini nenhuma meta a alcançar na selecção, não estou cá por estar, estou cá pelo orgulho e honra que sinto a representar o nosso país na modalidade que mais amo e naturalmente pela qualidade de jogo que ainda consigo manter. Enquanto for uma peça útil aos seleccionadores nacionais e me sentir fisicamente bem para representar condignamente o nosso país, cá estarei.

5 – Em que medida a incorporação do Óscar Trigo e do Javier López, na equipa técnica, pode contribuir para a evolução da selecção?

O Óscar e o Javi deram-nos uma lufada de ar fresco relativamente a conceitos, conhecimento, organização e estruturação de trabalho, segmentação do treino e trabalho para capacitar os atletas do que têm que fazer e principalmente numa mudança de paradigma relativamente à forma como temos que jogar BCR. Temos apenas que usar todo o conhecimento e ferramentas que nos têm passado, seguir e executar cegamente o que nos pedirem.

Estou 100% certo de que com esta equipa técnica podemos elevar Portugal ao lugar que o seu talento e potencial merece.

 

 

 

 

 

 


Neemias Queta a caminho dos Boston Celtics

O internacional português Neemias Queta está a caminho dos Boston Celtics. De acordo com o repórter Shams Charania, na rede social X, o poste de 2,13 metros está a negociar um contrato two-way com a histórica equipa de Boston, que lhe permite jogar na equipa principal e nos Maine Celtics, da G League. Depois de dois anos ao serviço dos Sacramento Kings, Neemias jogará agora na conferência Este.


Pedro Bártolo: “Temos uma forma de jogar mais coletiva do que nunca”

Pedro Bártolo, figura central do Basket Clube de Gaia, transmite uma mensagem de confiança, relativamente às possibilidades de Portugal alcançar a promoção à divisão B, no Campeonato da Europa C, em Sarajevo, Bósnia-Herzegovina, de 18 a 24 de setembro. Referência da selecção nacional, o experiente base será um dos pêndulos da formação orientada por Óscar Trigo, particularmente, atendendo à juventude do lote de convocados.

Número: #6

Palmarés: 2x Campeonato Nacional, 1x Taça de Portugal, 1x Supertaça, Vice-Campeão Europeu C 2015

Referências na modalidade: Hugo Lourenço, Pedro Gonçalves, Hugo Maia e Henrique Sousa. Treinadores: Nicola Damiano e Óscar Trigo.

Jogos da tua vida: Supertaça 2021 vs APD Braga; Fase preliminar da Champions League 2019 vs Thuringia Bulls; Final Four da 2ª Divisão espanhola 2015.

Europeus passados (ou provas de seleções anteriores): ECMC 2015, ECMB 2016, ECMC 2017, ECMC 2019, ECMBC 2022.

1 – Quais são as tuas principais expectativas para o Europeu?

Inevitavelmente, ganhar. Queremos dar uma afirmação demonstrativa da nossa capacidade, porque só pode ser assim, se a pretensão for singrar na divisão B. Temos uma forma de jogar mais coletiva do que nunca, uma noção plena do que temos de fazer dentro do campo e um grupo de jogadores que prima pela versatilidade.

2 – Como te descreves como jogador? Quais os teus pontos fortes?

Considero-me um jogador eclético, com uma capacidade técnica acima da média e, não menos importante, com o passar da idade, cada vez mais cerebral. Preservo o meu lançamento de média a longa distância, mas, atualmente, procuro gerar mais a partir dessa ameaça.

3 – Até onde gostavas de chegar com a seleção?

Realisticamente, o ponto de chegada que fará sentido para mim, na seleção, seria atingir a divisão A. Contudo, em termos estruturais, o nosso BCR não está apetrechado com as condições necessárias para irmos além da divisão B. Creio que, além de cobiçarmos resultados, temos de nos preocupar em ampliar a base de atletas, capacitar os treinadores e lutar para que a comunidade do basquetebol nacional nos encare da mesma forma que a qualquer outra seleção. Parece descontextualizado, mas o êxito da seleção implica mesmo uma revolução no modo de se olhar a modalidade, até porque, não esqueçamos, é a mais profissionalizada do universo paralímpico.

4 – Em que medida a incorporação do Óscar Trigo e do Javier López na equipa técnica pode contribuir para a evolução da seleção?

Falamos de alguém que alcançou sucesso à escala paralímpica, que colocou Espanha no pódio nos europeus sénior e sub23, por isso seria hipócrita negar que não nos têm a acrescentar algo diferente. Já se sente uma identidade própria dentro do campo, o envolvimento extra treino dos atletas com o processo é notório e a implementação gradual dos conceitos táticos tem sido muito bem feita. Esperamos preservar esta equipa técnica durante muitos anos.

5 – Que impacto pode ter a subida de divisão da seleção no BCR nacional?

Depende. Se a promoção à divisão B for acompanhada por maior compromisso dos atletas, bem como apoio ao lote de selecionáveis, podemos almejar um crescimento sustentável. Caso contrário, continuaremos a ser conhecidos como a seleção ioiô, que sobre e desce, constantemente, de divisão. Não podemos basear o nosso desenvolvimento na saída de jogadores para ligas semiprofissionais ou profissionais.


João Castro: “Quero chegar à divisão B e um dia alcançar a divisão A”

João Castro, bicampeão nacional pelo Basket Clube de Gaia, faz a estreia em provas oficiais pela selecção sénior, no Europeu C de BCR, de 18 a 24 de setembro, em Sarajevo, Bósnia-Herzegovina. A sua juventude não é sinónimo de falta de experiência, ou não fosse ele peça-chave dos êxitos da sua equipa, o Basket Clube de Gaia, onde despontou para a prática do BCR em 2016. Irrepreensível na defesa, arma no contra-ataque e disciplinado tacticamente, o extremo promissor amplia o leque de escolhas de Óscar Trigo, Javier López e Ricardo Vieira.

Número: #14

Palmarés: 2 Campeonatos nacionais; 1 Supertaça; 1 Taça de Portugal; Bronze EPYG – Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude 2022

Referências na modalidade: A nível nacional – Pedro Bártolo e Hugo Maia; a nível internacional – Patrick Anderson e Steve Serio. Treinador – Óscar Trigo

Jogos da tua vida: O jogo da Supertaça 2021 vs APD Braga, quando marquei o lance livre decisivo para levar a equipa a prolongamento

Europeus passados (ou provas de selecções anteriores): EPYG – Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude 2022

1 – Quais as tuas expectativas para este campeonato da Europa?

A nível coletivo, espero que a selecção consiga a subida à divisão B. A nível individual, sei que vou dar sempre o meu melhor e espero ter muitos minutos de jogo, se não tiver muitas oportunidades, sei que faz parte.

2 – Este é o teu primeiro Europeu. Em que aspetos achas que és útil para a selecção? Quais os teus pontos fortes?

A minha agilidade, a minha capacidade defensiva e bloqueadora, assim como a velocidade.

3 – Até onde gostavas de chegar com a seleção nacional?

Quero chegar à divisão B e quem sabe um dia alcançar a divisão A.

4 – O que é que a selecção nacional precisa de evoluir para alcançar a divisão A?

A parte da comunicação, o aspeto defesivo, mais especificamente ao nível do contacto e da “tripla ajuda”, e a nossa organização dentro de campo.

5 – Em que medida a incorporação do Óscar Trigo e do Javier López, na equipa técnica, pode contribuir para a evolução da selecção?

O foco no aspeto defensivo, aplicando exercícios específicos para evoluirmos. E a frontalidade em dizer o que fazemos mal e o que temos de melhorar. Também acho que acrescentam no aspecto táctico e de organização. E ajudam-me tanto dentro, como fora do campo.

6 – Alguns colegas estão a sair para jogarem no estrangeiro. Ambicionas sair de Portugal? É algo que tens como objetivo?

Sim. Ver os meus colegas a irem jogar para fora deixa-me feliz, porque sei que vão aprender coisas e, se um dia regressarem, vão melhorar a qualidade do BCR nacional. E isso faz-me ambicionar ir jogar para fora.

7 – No que é que tens de melhor como classe 2 e como jogador para ires para o estrangeiro?

Tenho de ser mais versátil. Saber exatamente quando abrir, quando tenho de fazer bloqueios, como tenho de defender; ter a capacidade de defender um atleta de classe 4; evoluir na leitura de jogo e melhorar o meu tiro. Tenho de comunicar mais dentro do campo, mas também fora. E tenho de ter mais maturidade. Em termos de atitude, demonstrar mais a minha garra e a minha força.

 


Hélder Freitas: “Tento dar o meu máximo e nunca desisto”

Hélder Freitas oferece robustez ao jogo interior da selecção nacional, no Campeonato da Europa C de BCR, que decorre de 18 a 24 de setembro, em Sarajevo, Bósnia-Herzegovina. Um dos elementos mais possantes e abnegados dos doze convocados, poderá revestir o cinco luso de maior solidez defensiva, altura e combatividade no desejado percurso rumo à promoção à divisão B.

Número: #9

Palmarés: 1 Campeonato nacional, 2 Taças de Portugal, 2 Supertaças

Referências na modalidade: Pedro Bártolo e Márcio Dias.

Jogos da tua vida: Os jogos com o BC Gaia exigem sempre mais de mim e por isso destaco esses jogos. E, também, um dos jogos contra a APD Leiria, na época passada – 22/23 -, em que tive oportunidade de jogar bastante tempo e fui o melhor marcador.

Europeus passados (ou provas de selecções anteriores): ECMC 2017, ECMC 2019, ECMBC 2022

1 – Quais as tuas expectativas para este campeonato da Europa?

É conseguirmos fazer o que não conseguimos fazer nos outros europeus: subir de divisão e ficar na história.

2 – Em que aspetos achas que és útil para a seleção?

Sei as qualidades que tenho. Sei que há jogadores “à minha frente” para entrar e para jogar mais tempo, mas sei que posso ser útil para a rotação. Um dos meus pontos fortes é o aspecto defensivo e sei que o “meu jogo” ofensivo é dentro da área restritiva, por isso vou empenhar-me ao máximo para conseguir entrar e fazer o meu melhor.

2 – Como te descreves como jogador? Quais os teus pontos fortes?

Considero-me um atleta com força. Apesar de saber que sou um pouco inexperiente na leitura do jogo, sei que tento dar o meu máximo e nunca desisto.

3 – Até onde gostavas de chegar com a seleção nacional?

Considero que, possivelmente, este vai ser mesmo o meu último europeu. Gosto disto, mas acho, sinceramente, que tenho colegas com capacidade para estar no meu lugar no futuro.

5 – Em que medida a incorporação do Óscar Trigo e do Javier López, na equipa técnica, pode contribuir para a evolução da selecção?

Vieram contribuir muito, porque têm muita “escola”. Já tínhamos qualidade, mas ganhámos ainda mais.


Sílvio Nogueira: “Gostava de deixar a seleção na divisão B”

Sílvio Nogueira, jogador da APD Braga, faz parte do lote dos convocados para o ECMC 2023, pela segunda vez, já que esteve, em 2019, no ECMC, na Bulgária. O extremo trabalhador, que se destaca pela sua polivalência, pode assumir funções na organização de jogo, como proporcionar a aproximação dos jogadores interiores da equipa das quinas de situações de finalização mais cómodas.

Número: #7

Palmarés: 6 Campeonatos Nacionais, 8 Taças de Portugal, 7 Supertaças

Referências na modalidade: Jogadores: Gregg Warburton, Pedro Bártolo; Treinadores: Ricardo Vieira e Óscar Trigo.

Jogos da tua vida: Primeiro título por Braga, em 2013, quando vencemos a Taça de Portugal. O penúltimo jogo na Bulgária, contra a Grécia, no Europeu C de 2019

Europeus passados (ou provas de selecções anteriores): ECMC 2019

1 – Quais as tuas expectativas para este campeonato da Europa?

Espero que consigamos levantar o troféu, no final do Europeu, uma vez que é para esse objetivo que temos vindo a trabalhar juntamente com o Óscar e o Javier. A nível individual, espero acrescentar o mesmo que acrescentei quando fui ao europeu, na Bulgária, assim como dar o melhor de mim e todo o meu empenho.

2 – Como te descreves como jogador? Quais os teus pontos fortes?

Penso que sou um jogador que pode ser fundamental ao nível de organização de jogo, mediante a equipa que esteja em campo. Também acho que, sendo um ponto baixo, posso ser importante para colocar os postes dentro da área restritiva.

3 – Até onde gostavas de chegar com a seleção nacional?

Já estou quase com 40 anos, por isso a idade começa a “pesar”, mas gostava de, pelo menos, deixar a seleção na divisão B. E estabilizá-la na B.

5 – Em que medida a incorporação do Óscar Trigo e do Javier López, na equipa técnica, pode contribuir para a evolução da selecção?

Há certas coisas que nós já tinhamos, mas que esta nova equipa técnica soube despertar em nós, novamente, como, por exemplo, ver jogos de BCR e conseguir pôr em prática o que vemos. E, nesse sentido, acho que a vinda do Óscar e do Javier veio ajudar a colocar em prática aquilo que nós já sabíamos na teoria. Acredito que vamos levantar a taça e, com a continuação deles cá, a seleção vai ficar muito melhor.

 


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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