Artigos da Federaçãooo
BCR passou pela Tocha e cativou utentes do CMRRC – Rovisco Pais
A Federação Portuguesa de Basquetebol prossegue o ciclo de atividades de divulgação e experimentação do BCR pelos centros de reabilitação do país. Desta vez, rumou ao Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais -, onde tomou a palavra Pedro Bártolo, subcapitão da seleção nacional de BCR e colaborador do Departamento de Comunicação da FPB.
Percorridas as amplas instalações de um dos melhores espaços de Medicina de Reabilitação do país, os utentes e alguns atletas da equipa de Andebol CR local assistiram à exposição teórica, que revisitou os primórdios da modalidade, a célebre participação em Heidelberg 1972, as especificidades regulamentares e, sobretudo, o caráter universal único do BCR, aberto a todos os que desejem praticá-lo.
Veio então o primeiro contacto. Transferências (de uma cadeira para a outra – no caso de quem usa) num sopro ou com uma “mãozinha”, para quem a lesão é “fresca”, os primeiros impulsos calculados, desmoronados pelo choque fortuito ou provocatório de quem passa. “Isto parecem carrinhos de choque”, ouve-se.
Para Mariana, a melodia fugaz da bola a cair na rede não é nova, jogar a meia altura e sobre rodas sim. “Gostei muito da experiência. Já tinha jogado Basquete, mas de cadeira de rodas é uma experiência diferente. É importante incluir todo o tipo de deficiência e dar a oportunidade a toda a gente de o fazer, como quando nós temos, quando não estamos nesta posição”, resumiu.
Bruno Salgueiro, Técnico Superior de Desporto Adaptado e Fisiologista do Exercício, também ofereceu o seu testemunho. “Queremos agradecer a vinda à FPB, sobretudo porque é uma modalidade diferente daquela que temos em competição, e também a partilha do Pedro Bártolo, que nos permite proporcionar uma primeira experiência a recentes lesões”.
Em 2025, além do CMRRC – Rovisco Pais, a FPB já visitou o CRN – Centro de Reabilitação do Norte -, em Valadares, Vila Nova de Gaia, por duas ocasiões, bem como o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, coadjuvada pelo GDD Alcoitão e pelo capitão da seleção nacional Hugo Maia.
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Ana Pinheiro: “Quero ser a melhor jogadora da conferência Big Sky”
No segundo ano na NCAA, Ana Pinheiro vive em Idaho um excelente arranque de época: seis jogos, cinco vitórias, entrada direta no cinco inicial e um papel muito mais influente nos dois lados do campo. A jogadora formada no SC Braga e no CPN assume hoje outra dimensão nas Vandals, mantém a identidade defensiva que a trouxe até aqui e acrescenta pontos, assistências e protagonismo nos momentos decisivos.
Em entrevista exclusiva à Federação Portuguesa de Basquetebol, Ana fala da adaptação à realidade universitária norte-americana, do choque físico e cultural, da importância dos anos em Braga, no CPN e nas seleções jovens, e das metas que já traçou: liderar Idaho ao título da Big Sky, chegar à Seleção A e, no futuro, construir uma carreira profissional ao mais alto nível na Europa, com a Euroliga no horizonte.
Seis jogos, cinco vitórias e uma derrota neste arranque de época para Idaho, com entrada direta no cinco inicial e um início muito forte. O que é que mudou do ano passado para este para começares assim tão bem? Já não sou freshman, e aqui nos Estados Unidos isso tem um impacto muito grande. No ano passado eu e os treinadores já tínhamos falado que o meu papel ia ser diferente este ano, mais impactante, e isso deu-me logo uma confiança extra. Já joguei com muitas das colegas, elas também confiam mais em mim, eu conheço-as melhor e sinto-me muito mais confortável e presente em campo.
Disseste que os treinadores te avisaram que ias ter um papel maior. O que é que eles te pediram concretamente para esta época? A parte defensiva sempre foi um ponto forte meu. No ano passado, muitas vezes, entrava em campo quase só para defender. Este ano, eles disseram-me que eu ia continuar a ter um papel muito importante defensivamente, porque confiam muito em mim nesse lado, mas que ofensivamente ia ter mais impacto, mais oportunidades e mais influência. Era algo que eu já queria no ano passado, mas não tive tantas oportunidades, e eu compreendo. Agora estou muito mais feliz por tê-las e por poder mostrar um pouco mais daquilo que sou no ataque.
No ano passado ficaste conhecida pela defesa, este ano já levas um jogo com 16 pontos e outro com 17 pontos e 6 assistências. Sentes que estás finalmente a conseguir mostrar todo o teu arsenal ofensivo? Sim, acho que sim.
Do ponto de vista físico, aquilo que mais ouço das jogadoras que chegam à NCAA é que o choque é brutal. Foi fácil para ti adaptar-te a essa parte do jogo? Nada fácil. Lembro-me perfeitamente das primeiras semanas de ginásio e treinos: ficava com dores no corpo tão grandes que, no dia seguinte, quase não me conseguia mexer. As atletas aqui são todas muito físicas. Foi muito bom para mim, porque eu precisava de melhorar muito essa parte.
Tecnicamente, que diferenças ou que evoluções notas no teu jogo desde que saíste de Portugal até agora, depois deste ano e pouco nos Estados Unidos? Trabalhei muito o lançamento. Aqui faço mesmo muitas repetições com os treinadores. Uma das maiores áreas de trabalho individual foi o lançamento perto da área pintada, não bem em bandeja, mas aquele lançamento de meia distância depois de trabalhar com os pés: step through, voltar e lançar. Também tenho treinado muito a finalização com contacto, com dois pés. Nunca gostei muito de finalizar com contacto e aqui insistem muito nisso. Com tanto protagonismo ofensivo neste início de temporada, também tens de estar preparada para levar muita pancada… Mais ou menos (risos).
Idaho é muito diferente de Braga. O que é que te custou mais nesta adaptação fora de campo e que grandes diferenças notas no dia a dia? Ainda me está a custar, não vou mentir. Em Braga, e em Portugal no geral, sinto que as pessoas são muito mais comunicativas. Aqui são um bocado mais distantes, têm um estilo de vida diferente, mais relaxado. A cidade onde estou é muito pequena, basicamente é só a universidade. Não se passa grande coisa. A minha rotina é muito “treino–casa–escola–treino”. Em Braga, ou quando estava no Porto, podia ir ao centro da cidade, sair com as minhas amigas. Aqui vou ao centro e muitas vezes não está lá ninguém. Isso ainda me custa um pouco.
Ao mesmo tempo, esse contexto obriga-te quase a viver focada no basquete… mas também é preciso desligar. Há alguma cidade relativamente perto onde consigas “arejar” um bocadinho quando tens folgas? A cidade maior que temos relativamente perto é Spokane, onde joga a Inês Bettencourt, mas fica a uma hora e meia de carro. Mas nós não costumamos ir muito para lá, sobretudo em época.
Estás a tirar Sports Management. Como tem sido conciliar a exigência académica com o nível competitivo da NCAA? Para já tem sido relativamente fácil, o que até me surpreendeu. Eu nunca fui uma estudante de excelência em Portugal, era mais mediana. Aqui, pelo menos no meu curso, sinto que é um pouco mais fácil conciliar. Também ajuda o facto de só ter aulas três dias por semana.
Esse tempo extra fora dos treinos também te tem obrigado a crescer noutras áreas. Um amigo treinador que te conhece bem pediu-me para te perguntar pela tua receita de arroz de tomate… A vida fora do campo obrigou-te a evoluir na cozinha? É verdade (risos). Os meus dotes culinários evoluíram imenso. Agora vivo fora do campus, já não estou no dormitório nem vou simplesmente à cantina comer. Vivo com colegas e tenho de cozinhar. O meu arroz de tomate está muito melhor, já mandei vídeos para provar.
Já experimentaste fazer uma batalha de arrozes com o teu treinador, que é brasileiro? Ele faz arroz de feijão e tu fazes arroz de tomate. Não, ainda não. Ainda não tentámos. Mas eu vivo com as minhas colegas brasileiras e elas já fizeram. Já trocámos aí umas ideias de culinária portuguesa com culinária brasileira.
Tens colegas brasileiras e um treinador brasileiro. Isso ajuda-te em alguma coisa, nem que seja por poderes falar português? Ajuda imenso. O problema é que às vezes chego a Portugal a falar um pouco de português do Brasil e a minha mãe chama-me logo à atenção (risos). Mas dá-me muito conforto poder falar português com elas. Em inglês ainda não consigo sempre expressar tudo aquilo que quero. Às vezes, em jogo, falamos em português. O treinador não gosta muito, insiste para falarmos em inglês, porque quanto mais falarmos inglês, melhor fica o nosso inglês, e é importante que toda a gente perceba o que estamos a dizer. Mas ter esse “cantinho” em português ajuda muito.
Do ponto de vista tático, já falaste do papel defensivo, mas agora és titular, tens mais responsabilidades. O que é que a equipa técnica te pede em concreto: que sejas mais playmaker, que finalizes mais, que abras o campo? O pedido principal é que eu seja sempre agressiva. Dizem muitas vezes: “não ataques para passar, ataca para finalizar e depois decides”. Na minha equipa não tenho um papel muito forte de distribuição. O meu papel é mais em últimas bolas, lançamentos exteriores, correr muito em transição ofensiva.
E gostas de ter essas últimas bolas? Estás confortável em assumir lançamentos decisivos? Gosto, sim. Há sempre um bocadinho de pressão, mas sim.
Voltando atrás: vens do SC Braga, passaste pelo CPN, foste campeã nacional sub-18 e MVP da fase final. Que impacto é que esses anos tiveram na jogadora que és hoje? Foram anos muito importantes. Conheci pessoas espetaculares, fiz amizades espetaculares. O Agostinho (Pinto) ajudou-me imenso a crescer, psicologicamente e ofensivamente. Teve um impacto enorme em mim. Nessa altura também comecei a trabalhar com o Miguel Dias, na parte mental, e ele continua a ajudar-me até hoje. Esses anos foram mesmo importantes para mim. E ganhar esses campeonatos… não há sentimento melhor.
Estreaste-te na Liga Feminina ainda muito nova, contra atletas muito experientes. Achas que isso ajudou na transição para a NCAA? Sem dúvida. Já jogava contra corpos muito físicos, porque a liga portuguesa tem jogadoras muito fortes. Isso ajudou-me a preparar-me. Quando cheguei aqui não foi um choque tão grande como poderia ter sido. De certa forma, facilitou muito a adaptação.
Fizeste quatro verões seguidos com as seleções jovens, entre Europeus e Challengers. O que é que levas desses anos de seleção para a experiência que estás agora a viver aí, sozinha, num país enorme? Na minha opinião, os Europeus são das melhores partes da carreira de um atleta jovem. Chegamos ao verão e tudo o que queremos é ir jogar um Europeu, representar a seleção. Não há nada melhor do que jogar pelo nosso país, cantar o hino. Joga-se com um propósito ainda maior, e isso ajuda-te a evoluir imenso. Estás a fazer o que adoras, mas estás a fazê-lo por Portugal, dá-te uma energia extra. Cresces com praticamente as mesmas colegas, jogas contra atletas de nível muito alto… é uma experiência única.
Muitas das jogadoras com quem cresceste nas seleções ou enfrentaste nos clubes também estão hoje na NCAA. Acompanham-se muito umas às outras? Servem de apoio mútuo, principalmente nos momentos mais difíceis, lembrando que no verão há seleção? Sim, sem dúvida. Com quem tenho mais contacto é a Fatumata (Djaló). Falamos muito, dizemos uma à outra “tenho saudades, quando é que nos vamos ver outra vez?”. É muito bom sentirmos esse apoio.
A Fatumata tem este ano a companhia da Madalena Amaro na equipa. Era algo que gostavas de ter em Idaho, outra portuguesa contigo? Adorava. O meu treinador já me perguntou se havia alguma portuguesa a quem ele devesse estar atento e eu disse-lhe logo que sim, que há muitas. Gostava muito mesmo.
Fizeste todo o percurso nas seleções jovens até às sub-20. Representar a Seleção A é um objetivo assumido? Sim, é um objetivo muito grande. Desde os 16 anos que vejo a Seleção jogar e que penso que um dia gostava de estar ali.
Onde sentes que ainda tens de evoluir para chegar lá? Em muitos aspetos. Mas acredito que, com o tempo, vou chegar lá.
Tens uma família muito ligada ao basquete, com irmãos também no jogo. Com os horários malucos aí, como é que isso funciona? Recebes muitas mensagens logo a seguir aos jogos? Recebo sempre mensagens, sobretudo da minha mãe. Normalmente é “orgulho em ti” e coisas desse género. Ela está sempre acordada. Se o jogo é às três da manhã em Portugal, ela vê na mesma. Agora vou ter um jogo à sexta-feira às 19h30 aqui, que são 3h30 aí, e ela já me disse que vai ver porque no dia a seguir é sábado e pode dormir. É muito especial para mim.
Como é que surgiu a oportunidade de ires para Idaho? Como é que apareceu a proposta da universidade? Eu trabalho com um agente. Comecei a trabalhar com ele no meu último ano no CPN. Ainda não sabia bem o que queria fazer, mas sentia que já era altura de sair do CPN, e já tinha falado disso com o Agostinho. Um dia o meu agente mandou-me três escolas para ver e a de Idaho foi a que eu mais gostei. Disse-lhe isso e ele respondeu logo: “então vamos marcar uma reunião com o treinador”. Por coincidência, o Agostinho conhecia um amigo do meu treinador, falou com ele para saber mais sobre a universidade e sobre o treinador. Depois tive uma chamada com o treinador, ele mostrou-me a escola, falou-me do programa, porque eu não tive oportunidade de fazer visita presencial. Quando desliguei a chamada, disse logo à minha mãe: “eu quero ir para lá”. Nem pensei muito na distância ou nas saudades. A minha família apoiou-me, disseram que era uma boa oportunidade, que ia estudar e jogar ao mesmo tempo, e eu aceitei.
A tua família já teve oportunidade de te visitar em Idaho? Já. Os meus pais vieram em janeiro e já marcaram voos para virem novamente esta época. Gostaram muito da universidade e das pessoas, mas não gostaram nada do frio (risos). Em janeiro é provavelmente a altura mais fria do ano, com imensa neve. Eles estavam um bocado stressados por terem de conduzir na neve e tirar a neve do carro de manhã, mas no geral gostaram da universidade e das pessoas.
Tens esta época e mais duas de elegibilidade. Colocas objetivos concretos para os próximos anos, tanto a nível individual como coletivo? Sim. Numa reunião com os meus treinadores falámos de um objetivo individual muito ambicioso: talvez para o ano ou no meu ano de sénior conseguir ser a melhor jogadora da Big Sky, a jogadora do ano da conferência. Gosto de ter objetivos desafiantes. Este ano, o objetivo principal é coletivo: ser campeã da Big Sky com a minha equipa. A longo prazo, gostava de ser reconhecida na conferência, como Defensive Player of the Year ou mesmo como melhor jogadora da conferência. Gostava muito de atingir esse nível.
E depois da universidade, já pensas na carreira profissional? Um dos meus maiores sonhos é jogar profissional. Gostava muito de jogar na Euroliga. Inicialmente gostava de jogar na Europa, em ligas como a espanhola, por exemplo. Em mais nova dizia muitas vezes que queria tentar a WNBA, e claro que continua a ser um sonho, mas hoje vejo a Euroliga como algo um pouco mais realista. E, sendo sincera, eu não me vejo a viver na América durante muito tempo. Estou a gostar de estar aqui, mas identifico-me mais com a Europa.
Falaste da Big Sky, do título da conferência e da March Madness. Quais são exatamente os objetivos da equipa para esta época? O nosso grande objetivo é ir à March Madness. Na nossa conferência só a equipa que ganha o torneio da conferência é que tem oportunidade de ir. Desde o início do ano que o treinador nos mostrou o plano de objetivos e o principal é ganhar o torneio da Big Sky para podermos estar nessa fase final.
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Mais uma semana onde acompanhamos os nossos portugueses espalhados pelo mundo
Depois da paragem para os compromissos das seleções, as nossas atletas regressaram à competição nos seus respetivos clubes — e fizeram-no da melhor forma. Todos os portugueses continuam a destacar-se além fronteiras, demonstrando qualidade, consistência e um crescimento nas suas equipas.
Carolina Rodrigues voltou à Hungria para disputar a oitava jornada do campeonato, frente ao Miskolc, a equipa que se mantém invencível até ao momento. Apesar da derrota por 49–76, a portuguesa voltou a assumir um papel de destaque. Integrada no cinco inicial, Carolina somou 16 pontos e dois ressaltos nos 33 minutos em que esteve em campo, sendo uma das mais eficazes da sua formação.
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Outra dupla que voltou a brilhar foi, sem surpresa, a composta por Sara Guerreiro e Ana Raimundo. O duo, treinado por José Araújo, tem desempenhado um papel cada vez mais relevante no crescimento da equipa alemã. Mesmo numa semana marcada por uma derrota pesada, ambas voltaram a mostrar qualidade: Sara contribuiu com 11 pontos, uma assistência e uma ressalto e Ana somou 12 pontos, um ressalto e duas assistências.
Também Eva Carregosa continua a ser uma peça fundamental no Zamora, equipa que compete na LF Challenge, em Espanha. Nesta jornada, voltou a assumir um papel decisivo, mesmo num jogo extremamente exigente frente ao Unicaja. A formação espanhola acabou por sair derrotada por 68–76, mas a portuguesa destacou-se com 11 pontos e 5 ressaltos, mostrando novamente a consistência e impacto que tem vindo a trazer à equipa.
No basquetebol masculino, também houve várias prestações de grande nível. Travante Williams e Diogo Brito destacaram-se entre os portugueses em ação.
Começando por França, a equipa de Travante Williams venceu o Nancy por 78–76, num encontro emocionante decidido apenas nos instantes finais. O internacional português tem sido um dos jogadores mais utilizados e uma presença constante no cinco inicial. Nesta partida particularmente exigente, Travante voltou a mostrar toda a sua importância, contribuindo com 13 pontos, 7 ressaltos e 1 assistência, ajudando a sua equipa a conquistar mais um triunfo importante.
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Já em Espanha, Diogo Brito competiu na Taça de Espanha e no campeonato. Na Taça, a equipa do português venceu o Lobe Huesca por 88-66, garantindo assim um lugar nos oitavos de final. Diogo foi considerado o MVP da partida, ao somar 20 pontos e três roubos de bola, alcançando uma valorização de 21 pontos.
No campeonato, o Obradoiro somou mais uma vitória, desta vez frente ao Palma Wifi, por 99-89. Ao longo dos 20 minutos em campo, Brito contribuiu com 14 pontos, cinco ressaltos e uma assistência.
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Estatísticas individuais dos atletas portugueses:
Travante Williams (Le Mans, LNB – França)
13pts, 7res, 1ast (24min) na vitória frente ao Nancy (78-76)
Anthony da Silva (Évreux Basket, Elite 2 – França)
9pts, 3ast, 2res (29min) na derrota frente ao St. Chamond (81-93)
Diogo Brito (Monbus Obradoiro, Primera FEB – Espanha)
14pts, 1ast, 5res (20min) na vitória frente ao Palma Wifi (99-89)
20pts na vitória frente ao Lobe Huesca La Magia (88-66) na Copa de Espanha
Rafael Lisboa (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
10pts, 2ast, 1res (22min) na vitória frente ao Burgos T. (99-77)
Diogo Seixas (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
1pt, 1res na vitória frente ao Burgos T. (99-77)
Francisco Amiel (Albacete Basket, LEB Plata – Espanha)
8pts, 5ast, 7res (25min) na vitória frente ao Ciudad Molina (99-71)
Tiago Teixeira (Toledo, Segunda FEB – Espanha)
9pts, 2ast, 3res (20min) na derrota frente ao Iraurgi SB (79-83)
Nuno Sá (Palma BM, Primeira FEB – Espanha)
8pts, 9res, 2ast (27min) na derrota frente ao Melilla (76-90)
Carolina Rodrigues (Szekszard, NB I.A – Hungria)
16pts, 2res (33min) na derrota frente ao Miskolc (49-76)
Inês Ramos (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
5pts, 6ast, 2res (32min) na vitória frente ao Logrono (63-50)
Josephine Filipe (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
17pts, 3ast, 5res (31min) na vitória frente ao Logrono (63-50)
Carolina Cruz (Livorno, Série2 – Itália)
2pts, 4res (14min) na vitória frente ao Salerno (64-45)
Eva Carregosa (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha)
11pts, 5ast, 2res (35min) na derrota frente ao Unicaja (68-76)
Ana Raimundo (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
12pts, 1ast, 2res (18min) na derrota frente ao Keltern (64-76)
Sara Guerreiro (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
11pts, 1ast, 1res (19min) na derrota frente ao Keltern (64-76)
Inês Vieira (Domusa Tekink ISB, LF Challenge – Espanha)
6pts, 2ast, 2res (21min) na vitória frente ao Real Canoe (57-41)
Sofia da Silva (Maccabi Karmiel, D1 – Israel)
13pts, 1ast, 8res (37min) na derrota frente ao H.Jerusalem (89-68)
Rita Oliveira (Valdarno W, Serie A2- Itália)
8pts, 2ast, 3res (29min) na vitória frente ao Milano Basket Stars (79-76)
Clara Silva (TCU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)
4pts, 1ast, 3res (13min) na vitória frente ao Tarleton St. (80-32)
Está apresentado o cinco ideal da sétima jornada
A sétima jornada da Liga Betclic Feminina chegou ao fim e, por isso, é tempo de revelarmos as cinco jogadoras mais valiosas da ronda.
No topo surge a estreia de Nahomis Hardy como MVP. A atleta da Quinta dos Lombos destacou-se com um impressionante duplo-duplo, ao marcar 18 pontos e conquistar 14 ressaltos, alcançando uma valorização de 32 pontos, na partida frente ao SC Coimbrões Sancho Panza.
Taris Thorton (Esgueira Aveiro ECOVALOR), Rebecca Taylor (Basquete Barcelos HMMOTOR), Luana Serranho (Sporting CP) e Maria João Bettencourt (SL Benfica) juntam-se à atleta no cinco ideal.
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Portugueses além fronteiras: os jogadores em destaque desta semana
Numa semana marcada por muitas das nossas atletas portuguesas estarem afastadas devido à presença na seleção nacional, os destaques vão para os nossos jogadores que atuam fora de Portugal.
Começamos com Diogo Brito. O jogador tem mostrado ser uma peça fundamental na equipa — fora de campo, mas principalmente dentro dele. Na partida mais recente, o Obradoiro venceu o Cartagena por 94-68 e, nos 21 minutos jogados, Diogo marcou 16 pontos, fez uma assistência e dois ressaltos e comprovou ser um jogador importante da equipa espanhola. De recordar que a equipa do português integra o principal escalão da Liga.
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Também na mesma liga encontramos Nuno Sá, Rafael Lisboa e Diogo Seixas. Nos últimos dias, os jogadores disputaram dois jogos: um para o campeonato e outro para a Taça de Espanha.
No sábado, a equipa do Palma jogou para o campeonato e sofreu uma derrota pesada por 73-109 frente ao Alicante. Ainda assim, Nuno marcou 10 pontos e fez três ressaltos nos vinte minutos que esteve em campo. Ontem, a caminhada na Taça de Espanha terminou após a derrota frente ao Movistar Estudiantes por 77-90.
A história foi diferente para Rafael e Diogo. O Ourense venceu ontem o Sant Antoni por 83-72, garantindo a passagem aos quartos de final da competição. Rafael foi, mais uma vez, um dos destaques da equipa, com 12 pontos, três assistências e um ressalto. Diogo Seixas contribuiu com dois pontos, duas assistências e dois ressaltos.
No passado domingo, a equipa jogou para o campeonato e, após duas vitórias consecutivas, sofreu uma derrota diante do Palma FIBWI por 76-83. Rafael integrou, como tem sido habitual, o cinco inicial da equipa. Marcou seis pontos, fez três assistências e dois ressaltos em 26 minutos.
Nos últimos quatro jogos, a equipa de Travante Williams não tem sido muito feliz, somando quatro derrotas consecutivas — duas no campeonato francês e duas na Champions League. Na partida para o campeonato, o Le Mans recebeu o Monaco e, apesar da derrota por 84-93, o jogador foi o MVP da equipa, com 12 pontos, sete ressaltos e duas assistências, totalizando 17 pontos de valorização. Ontem, receberam o Gran Canaria para o último jogo da fase de grupos da Champions League e, mesmo tendo estado a vencer durante praticamente todo o encontro, acabaram derrotados por 88-90. Com o fim da fase de grupos, a equipa de Travante não vai prosseguir na competição.
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Por outro lado, Anthony da Silva e os seus companheiros puderam finalmente sorrir. Depois de cinco jogos sem vencer, o Évreux regressou às vitórias frente ao Challans por 86-79, e o português foi o jogador mais utilizado do plantel (35 minutos). Durante o tempo que esteve em campo, marcou 10 pontos, fez seis assistências e cinco ressaltos, consolidando cada vez mais o seu papel de extrema importância na equipa francesa.
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Muito longe, mas em constante destaque, têm estado Clara Silva e Filipa Barros. As duas atletas estão a representar equipas universitárias nos Estados Unidos da América.
A poste portuguesa mudou-se para o Texas e vai, este ano, defender as cores dos TCU Horned Frogs. Em quatro jogos realizados, a equipa soma um registo 100% vitorioso. Clara tem sido uma peça fundamental e, na última partida, assinou uma excelente exibição que culminou num duplo-duplo — 11 pontos e 12 ressaltos — na vitória frente ao NC State, por 69-59.
Já Filipa Barros permanece nos California Baptist Lancers pelo quinto ano consecutivo e, tal como a equipa de Clara, mantém-se inabalável. A influência da portuguesa dentro de campo tem sido enorme e o último jogo foi verdadeiramente de luxo: 10 pontos, 11 assistências e 12 ressaltos, alcançando um triplo-duplo. Graças a essa performance, a base não passou despercebida e venceu o prémio de melhor jogadora da semana.
Estatísticas individuais dos atletas portugueses:
Travante Williams (Le Mans, LNB – França)
10pts (21min) na derrota frente ao Dreamland Gran Canaria (88-90) – Champions League
12pts, 7res, 2ast (31min) na derrota frente ao Monaco (84-93) – melhor da equipa
Anthony da Silva (Évreux Basket, Elite 2 – França)
10pts, 6ast, 5res (35min) na vitória frente ao Challans (86-79) – mais utilizado, voltaram as vitorias depois de 5 jogos a perder
Diogo Brito (Monbus Obradoiro, Primera FEB – Espanha)
16pts, 1ast, 2res (21min) na vitória frente ao Cartagena (94-68)
Rafael Lisboa (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
12pts, 3ast, 1res (24min) na vitória frente ao Sant Antoni (83-72) – Copa de Espanha
6pts, 3ast, 2res (26min) na derrota frente ao Palma FIBWI (76-83)
Diogo Seixas (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
2pts, 2ast, 2res na vitória frente ao Sant Antoni (83-72) – Copa de Espanha
Francisco Amiel (Albacete Basket, LEB Plata – Espanha)
7pts, 3ast, 2res (24min) na vitória frente ao Nadunet Refitel Basquet Llira (80-71)
Tiago Teixeira (Toledo, Segunda FEB – Espanha)
9pts, 2ast, 3res (20min) na derrota frente ao Iraurgi SB (79-83)
Nuno Sá (Palma BM, Primeira FEB – Espanha)
3pts, 4res (20min) na derrota frente ao Movistar Estudiantes (77-90) – Copa de Espanha
10pts, 3res (21min) na derrota frente ao Alicante (73-109)
Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote, LF2 – Espanha)
9pts, 2ast, 3res (25min) na vitória frente ao Hierros Díaz Extremadura Miralvalle (85-65)
Carolina Bernardeco (Itesal Femenino Alcorcon, LF2 – Espanha)
9pt, 1res (18min) na derrota frente ao Bonita (65-69)
Clara Silva (TCU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)
7pts, 1ast, 9res (22min) na vitória frente Tennessee State (122-39)
11pts, 12res (32min) na vitória frente ao NC State (69-59)
Filipa Barros (CBU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)
5pts, 4ast, 7res (29min) na vitória frente ao San Jose State University (69-55)
10pts, 11ast, 12res (36min) na vitória frente ao Long Beach State University (83-60)
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Quentin Diboundje lidera o Cinco Ideal da Liga Betclic Masculina
29 pontos, 13 ressaltos, cinco assistências e 36 de valorização de Quentin Diboundje na vitória do Galitos BARREIRO ACEDE frente ao Imortal LUZiGÁS, este sábado, na 6.ª jornada da Liga Betclic Masculina. O extremo da equipa da Margem Sul foi fundamental na vitória do emblema que representa (a primeira nesta temporada da prova) e conquista pela primeira vez o galardão de MVP.
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A acompanhá-lo no Cinco Ideal estão Brandon Johns Jr. (Sporting CP), Justice Sueing (SL Benfica), Javian Davis (FC Porto) e Malique Jacobs (Vitória SC).
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Neemias às portas do duplo-duplo em mais uma vitória dos Celtics
14 pontos, nove ressaltos e três assistências em 33 minutos e 27 segundos de utilização. Com tanto tempo dentro de campo (bateu por 27 segundos o seu recorde de utilização na NBA), Neemias Queta aproveitou da melhor forma e os Boston Celtics venceram este domingo na receção aos Los Angeles Clippers (121-118), a segunda vitória seguida, depois do triunfo diante dos Memphis Grizzlies na madrugada de sexta-feira.
O poste natural do Barreiro voltou a responder de forma positiva à chamada ao cinco inicial de Joe Mazzulla e ajudou a equipa de Massachusetts a chegar aos sete jogos a vencer na Conferência Este, ao cabo de 14 jogos realizados.
STICK WITH IT NEEMI 😤 pic.twitter.com/t2L68hccMj
— Boston Celtics (@celtics) November 16, 2025
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Neemias Queta chega aos 500 ressaltos na carreira
500 ressaltos na carreira de Neemias Queta na NBA e mais uma vitória dos Boston Celtics, desta feita sobre os Memphis Grizzlies, por 131-95. Foi com oito “boards” (seis deles defensivos) que o internacional português, novamente titular, alcançou a marca, num encontro muito perto do duplo-duplo, dado que amealhou 13 pontos nos 20 minutos em que esteve em campo. E com 100% de eficácia de lançamento (6/6) e +23 de +/-, provando uma vez mais a Joe Mazulla e aos adeptos verdes e brancos que é sem dúvida uma certeza na rotação e elenco do clube de Massachussetts.
Neemias juntou ainda à conta pessoal duas assistências (sem turnovers), um desarme de lançamento e um roubo de bola.
Apesar da vitória, os Boston Celtics continuam com um registo negativo: saldo de seis vitórias e sete derrotas, fora da zona de acesso aos playoffs.
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Latrell Reid é o MVP da 5.ª jornada da Liga Betclic Masculina
Com estrondosos 39 de valorização na vitória do Esgueira Aveiro OLI, em casa, frente ao SC Vasco da Gama, Latrell Reid é o MVP da 5.ª jornada da Liga Betclic Masculina. O base norte-americano, reforço dos “Bikudos” para esta temporada, acumulou um duplo-duplo de 30 pontos e 15 ressaltos, chegando pela segunda vez a um Cinco Ideal da competição.
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Ao seu lado estão os colegas de equipa Malik Porter e Nathan Bilamu e ainda Brandon Johns Jr. (Sporting CP) e Geno Crandall (SL Benfica).
*O fator principal na escolha de MVP é o índice MVP que se encontra na estatística do jogo. Em caso de igualdade, o critério de desempate é o tempo de jogo, sendo dada prioridade a/ao atleta que jogou menos tempo.
*O cinco ideal é selecionado com base em todas as posições em campo e não pela simples ordem de valorização.
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NOTA DE PESAR – MANUEL FERREIRA (NELITO)
A Federação Portuguesa de Basquetebol assinala com tristeza o falecimento de Manuel Ferreira, conhecido pela comunidade basquetebolística do Barreirense como Nelito, antigo jogador internacional e figura marcante do basquetebol nacional.
Atleta de referência do Futebol Clube Barreirense, Nelito fez parte de uma geração memorável que se destacou na década de 1950, tendo contribuído de forma decisiva para a conquista de dois dos quatro títulos nacionais de juniores consecutivos, entre 1953/54 e 1956/57. Esta notável caminhada culminou com a conquista do Campeonato Nacional de Seniores em 1957/58, onde a sua participação teve um impacto significativo no sucesso da equipa.

Manuel Ferreira enverga o número 13 acompanhado de José Valente (7) e Zeca Macedo (9)
Representou ainda a Seleção Nacional de Seniores por sete vezes, honrando o emblema de Portugal com o mesmo empenho e dedicação que sempre demonstrou ao longo da sua carreira desportiva.
Paralelamente ao percurso nos campos, destacou-se também no plano académico, tendo-se licenciado em Engenharia no Instituto Superior Técnico, instituição que também representou no basquetebol universitário. Em 1956, foi chamado a integrar a equipa nacional que participou nos Campeonatos Mundiais Universitários realizados em San Sebastián.

“Nelito” é o penúltimo jogador na fila de baixo a contar da esquerda
O velório realiza-se na Casa Mortuária da Igreja da Corredoura, em Sesimbra, estando a saída do funeral marcada para terça-feira às 12h15, com destino ao Crematório da Quinta do Conde, onde a cerimónia de cremação está prevista para as 12h45.
O seu legado no basquetebol português, enquanto atleta e ser humano, é motivo de orgulho para todos quantos com ele privaram, sendo recordado com respeito, admiração e saudade.
À família, ao Futebol Clube Barreirense e aos seus amigos, a Federação Portuguesa de Basquetebol apresenta as mais sentidas condolências.
O orgulho que ultrapassa a barreira nacional
Não existem fronteiras quando falamos do talento português. Ao fim do primeiro mês completo de competição, os portugueses continuam a presentear-nos com jogos de luxo e exibições dignas de MVP.
E se há alguém com motivos para estar feliz, é Rafael Lisboa. Neste fim de semana, o jogador foi distinguido pelo Ourense como MVP do mês de outubro e, para fechar com chave de ouro, voltou a ser o MVP da partida nesse mesmo dia. O clube espanhol defrontou o FC Cartagena e venceu por uma larga diferença (91-65), com o base português a somar 27 de valorização — resultado dos 28 pontos, duas assistências e dois ressaltos — ao longo dos 26 minutos em que esteve em campo.
Apesar da derrota, Anthony da Silva esteve em grande destaque este sábado, num jogo frente ao Roanne, onde a sua equipa acabou por sair derrotada (87-107). Ainda assim, o português realizou uma exibição de excelência, contabilizando 19 pontos, três ressaltos e três assistências, sendo mesmo o melhor marcador de toda a partida.
Depois de uma lesão, Nuno Sá está de regresso esta temporada ao serviço do Palma BM, em Espanha, e já tem mostrado o seu valor. Este fim de semana, a equipa do português conquistou o primeiro triunfo do campeonato, no dérbi das Ilhas Baleares frente ao Menorca, por 83-80 — e o luso foi a grande figura da partida. A apenas quatro segundos do final, Nuno lançou da linha de três pontos e garantiu os primeiros pontos da equipa no campeonato. Em 25 minutos jogados, o atleta registou 10 pontos, nove ressaltos e uma assistência.
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Ainda no país vizinho, tivemos novamente um duelo entre portuguesas. Inês Vieira defrontou, desta vez, o trio português do Al-Qázeres — Inês Ramos, Raquel Laneiro e Josephine Filipe. Inês saiu vitoriosa na partida, vencendo por 75-66, mas as quatro atletas portuguesas estiveram em destaque.
Josephine Filipe merece especial evidência, depois de ter sido a melhor jogadora da sua equipa, com 10 pontos, nove ressaltos e quatro assistências.
Na Segunda Liga Espanhola, Margarida Junqueira continua a representar o Magec Tías Lanzarote pelo segundo ano consecutivo — e tem mantido um nível de rendimento muito elevado. Este jogo não foi exceção: a equipa da portuguesa venceu por 87-75 e encontra-se atualmente em segundo lugar no campeonato.
Margarida foi a segunda melhor jogadora da partida, ao registar um duplo-duplo com 13 pontos e 12 ressaltos (todos defensivos), alcançando um total de 25 de valorização.
Voltamos a uma dupla que também tem dado que falar: Sara Guerreiro e Ana Raimundo. As atletas orientadas por José Luís Araújo têm sido peças fundamentais na primeira liga alemã e, neste jogo, voltaram a revelar-se indispensáveis.
Sara Guerreiro foi eleita a jogadora da partida, ao somar 12 pontos e três ressaltos.
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Estatísticas individuais dos atletas portugueses:
Travante Williams (Le Mans, LNB – França)
9pts, 1ast, 4res (20min) na derrota frente ao SL Benfica (90-93)-Champions League
2pts, 3res (16min) na derrota frente ao Strasbourg (72-84)
Anthony da Silva (Évreux Basket, Elite 2 – França)
19pts, 3ast, 3res (31min) na derrota frente ao Roanne (87-107)
Diogo Brito (Monbus Obradoiro, Primera FEB – Espanha)
4pts, 5res (20min) na vitória frente ao Burgos T. (93-68)
Rafael Lisboa (Clube Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha)
28pts, 2ast, 2res (26min) na vitória frente ao Grupo Caesa Seguros FC Cartagena CB (91-65)
Francisco Amiel (Albacete Basket, LEB Plata – Espanha)
7pts, 2ast, 2res (23min) na vitória frente ao Maderas Sorli Benicarlo (83-80)
Tiago Teixeira (Toledo, Segunda FEB – Espanha)
6pts, 5ast, 7res (22min) na vitória frente ao Jaen CB (97-68)
Nuno Sá (Palma BM, Primeira FEB – Espanha)
10pts, 1ast, 9res (25min) na vitória frente ao Menorca (83-80)
Carolina Rodrigues (Szekszard, NB I.A – Hungria)
12pts, 5ast (34min) na derrota frente ao Sf.Gheorghe (82-86)-EuroCup Women
Inês Ramos (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
7pts, 2ast, 3res (31min) na derrota frente ao ISB (66-75)
Raquel Laneiro (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
14pts, 3ast, 5res (32min) na derrota frente ao ISB (66-75)
Josephine Filipe (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
10pts, 4ast, 9res (28min) na derrota frente ao ISB (66-75)
Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote, LF2 – Espanha) — duplo duplo
13pts, 6ast, 12res (37min) na vitória frente ao Elsamex CB Andratx (87-75)
Carolina Cruz (Livorno, Série2 – Itália)
4pts, 2ast, 6res (21min) na derrota frente ao Torino (62-74)
Carolina Bernardeco (Itesal Femenino Alcorcon, LF2 – Espanha)
8pt, 3ast, 4res (25min) na derrota frente ao Dist. Olimpico (71-72)
Eva Carregosa (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha)
1pt, 1ast, 3res (30min) na vitória frente ao Barca CBS (64-70)
Ana Raimundo (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
6pts, 2ast, 4res (18min) na derrota frente ao Saarlouis (57-61)
Sara Guerreiro (BC Marburg, 1ª Bundesliga – Alemanha)
12pts, 3res (32min) na derrota frente ao Saarlouis (57-61)
Inês Vieira (Domusa Tekink ISB, LF Challenge – Espanha)
12pts, 3ast (25min) na vitória frente ao Al-Qázeres (75-66)
Sofia da Silva (Maccabi Karmiel, D1 – Israel)
11pts, 2ast, 3res (28min) na vitória frente ao M.Haifa (76-69)
Rita Oliveira (Valdarno W, Serie A2- Itália)
4pts, 3ast, 6res (24min) na vitória frente ao Empoli (78-73)
Neemias Queta em destaque na vitória dos Celtics sobre os Orlando Magic
O poste internacional português voltou a ter um papel importante no triunfo dos Boston Celtics frente aos Orlando Magic (111-107), em mais uma jornada da fase regular da NBA, disputada na madrugada desta segunda-feira.
Depois da derrota sofrida no mesmo pavilhão poucos dias antes, os Celtics regressaram ao Kia Center determinados a inverter o resultado.
O conjunto de Boston soma assim o quinto triunfo da temporada, subindo ao 10.º lugar da Conferência Este, em zona de acesso aos playoffs.
Neemias Queta voltou a merecer a confiança do treinador, somando a 11.ª titularidade consecutiva nesta nova temporada. O poste português, de 26 anos, assinou mais uma exibição sólida, contribuindo com 8 pontos, 6 ressaltos e 6 roubos de bola.
Com esta vitória, os Celtics ultrapassaram os Magic na tabela e reforçam o bom momento coletivo, enquanto Queta continua a afirmar-se como uma das boas surpresas do arranque de época.
O português apresenta, até ao momento, médias de 8,6 pontos, 7,9 ressaltos e 1,5 assistências por jogo, confirmando o seu crescimento e consistência no melhor campeonato do mundo.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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