Artigos da Federaçãooo

2025 – Que ano de Basquetebol!

Prestes a acabar o ano de 2025, podemos olhar para trás com orgulho pelos grandes sucessos e momentos inolvidáveis. Os triunfos da nossa seleção masculina em Riga no EuroBasket 2025, sobre a República Checa e a Estónia, – o jogo dos 1/8 de final com o campeão da Europa com o inacreditável equilíbrio pontual ao terminar o 3ºperíodo (57-56).

O inesquecível jogo da seleção sénior feminina em Coimbra contra a Servia com um quarto período brilhante.de (15-2) que nos proporcionou o apuramento pela 1ª vez para um Eurobasket , onde pasme-se, vencemos de forma categórica Montenegro.

O fantástico 7º lugar no Campeonato do Mundo da nossa seleção nacional Sub 19 feminino que superou as expetativas mais otimistas. Estes resultados que nos enche a todos de orgulho ofuscam naturalmente tudo o resto.

Em 2025 celebrámos conquistas desportivas, sim, mas celebrámos sobretudo o crescimento, a união e a afirmação do Basquetebol nacional. Os nossos atletas mostraram talento, ambição e carácter, e os nossos clubes, treinadores, árbitros e dirigentes provaram, uma vez mais, que o Basquetebol se constrói todos os dias, com trabalho sério e paixão genuína.

Foi um ano em que o Basquetebol chegou mais longe e a mais pessoas. Da formação ao alto rendimento, do 3×3 às competições profissionais, do basquetebol feminino ao masculino, do desporto adaptado às camadas jovens, vivemos um ano de ouro que nos enche de esperança e confiança no futuro.

Nada disto teria sido possível sem o empenho incansável de todos os que fazem parte desta comunidade. Aos atletas, que nunca deixam de acreditar. Aos treinadores e equipas técnicas, pela dedicação diária. Aos clubes, verdadeiros pilares da modalidade. Aos parceiros, adeptos e famílias, que nos acompanham e apoiam em todos os momentos, o nosso mais sincero agradecimento.

2026 para toda a família do Basquetebol

Entramos agora em 2026 com ambição renovada, conscientes dos desafios que nos esperam, mas também com a certeza de que estamos no caminho certo. Um caminho de crescimento sustentado, de valorização do talento nacional e de afirmação do Basquetebol como uma modalidade que inspira, educa e une.

Que o novo ano nos traga saúde, sucesso e ainda mais motivos para celebrar. Que continue a ser um ano de sonhos concretizados, de pavilhões cheios e de orgulho em vestir as cores de Portugal.

Em nome da Federação Portuguesa de Basquetebol, desejamos a todos um Feliz Ano Novo, repleto de sucessos

O futuro constrói-se hoje — JUNTOS.

Manuel Fernandes,

Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol

 

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2025: um ano de ouro para o Basquetebol nacional

Véspera de ano novo. O culminar de uma semana recheada de retrospetivas. No Reino Unido canta-se “Auld Lang Syne”; aqui, começam em breve as gentes a cantar “As Janeiras”. Pelo meio, entre os dias que nos restam e os dias que estão por vir, a reflexão. Há um conceito japonês que trazemos à conversa para explicar o porquê de não termos pressa alguma em fazê-la neste ano excepcional, que não quer ser exceção: 自分史 (jibunshi).

A ideia é simples e concreta: que cada ano seja memorável, por uma ou por outra razão. Que quando pensar em 2007, me recorde automaticamente de um acontecimento, de uma meta, de uma concretização: “2007 – o ano em que fomos a Sevilha”. “2012? Claro, foi quando recebemos um Europeu em Matosinhos pela primeira vez”. Que cada ano seja memorável, construindo, peça a peça, um mapa maior de quem somos, do que fizemos e do queremos ser.

Noutra dimensão, aplicada aos meses de cada ano e não ao ano civil em si, torna-se um conceito muito semelhante às listagens cronológicas que entre-festividades invadem periodicamente o espaço digital. Entre rankings, tops e “throwbacks”, é nas vésperas do novo ano que surgem as planilhas: “Em janeiro isto, em fevereiro aquilo”, num mapa ainda maior de quem somos, do que fizemos e do que queremos ser.

E em 2025 está a ser muito difícil – quiçá impossível – escolher qual a peça que melhor se encaixa em cada um destes singulares meses.

Afinal, estes 365 dias que amanhã findam perdurarão na memória de todos os intervenientes do Basquetebol português. Daqui a 25 anos, em 2050, ninguém ficará indiferente às conquistas de 2025, que são conquistas de décadas de trabalho, acima de tudo, e que, nesses 25 anos que se seguirão já a partir desta quinta-feira, deixarão uma indelével marca nos futuros protagonistas do jogo, na massa humana que se move e se comove por esta modalidade.

Todas as listas do género primam pela inflexibilidade estética. Para quê?

VERÃO DOURADO

Foi o Women’s EuroBasket, o primeiro de sempre, em Junho. Em Brno, o coletivo liderado por Ricardo Vasconcelos estreou-se entre as melhores da Europa, depois da qualificação épica em Coimbra (já lá iremos). Face às atuais bicampeãs europeias da Bélgica, as anfitriãs checas e a seleção de Montenegro, histórico da modalidade, As Linces bateram-se de igual para igual e terminaram a fase de grupos com a primeira vitória de sempre num Europeu, frente às montenegrinas, com pompa, circunstância e um grande apoio luso nas bancadas. Fizeram história Carolina Cruz, Carolina Rodrigues, Inês Viana, Joana Soeiro, Josephine Filipe, Laura Ferreira, Lavínia da Silva, Maianca Umabano, Márcia Costa, Maria João Bettencourt, Mariana Silva e a capitã Sofia da Silva.

 

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Foi o Mundial Sub19 Feminino, em Julho, uma participação inédita e logo com um magistral 7.º lugar entre as gigantes do globo. Agostinho Pinto, em agosto de 2024, tinha carimbado a qualificação com a melhor posição de sempre num Europeu de Sub18, no 5.º posto, e tornava-se assim o primeiro treinador a levar duas seleções a um Campeonato do Mundo de formação. O único. As Gigantes de Portugal foram Ana Pedro Marques, Clara Silva, Ema Karim, Gabriela Fernandes, Leonor Peixinho, Maria Andorinho, Magda Freira, Marta Vieira, Marta Rodrigues, Sara Rodrigues, Sofia Sousa e Rita Nazário, tendo vencido China e Nigéria na fase de grupos, Israel nos oitavos e Hungria no derradeiro jogo de qualificação.

 

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Foi, ainda nesse mês, a conquista histórica da Seleção Nacional Sub23 de BCR, medalha de prata nos Jogos Paralímpicos da Juventude, em Istambul, na Turquia, depois do bronze de há três anos. Num dos palcos mais ilustres do BCR europeu jovem, Afonso Tavares, Diogo Ferrás, João Castro, João Trigueiros, Pedro André Gomes, Nuno Nogueira, Simão Pimenta e Tomás Amaral foram os escolhidos de Ricardo Vieira para deixar o seu nome nos livros, e o jovem Afonso Tavares saiu como MVP de todo o torneio. Ainda no BCR, no início de Agosto, a Seleção 3×3 sagrou-se 6.ª classificada no Campeonato do Mundo da categoria, a melhor classificação de sempre na prova.

 

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E foi o EuroBasket 2025, o primeiro em 14 anos, no final de Agosto e início de Setembro. O objetivo estava traçado desde o início – chegar aos oitavos. E os Linces de Mário Gomes cumpriram com excelência. Contra a Chéquia, que era 19,ª no ranking FIBA, Portugal contrariou as expetativas e venceu, abrindo caminho para, depois de enfrentar as superpotências Sérvia (2.ª), Alemanha (3.ª) e Turquia, atual 12.ª, se bater frente a uma Estónia com 5000 adeptos – e vencer, de forma épica, sem Neemias a partir de meados do 3.º quarto, com toda a equipa unida, qual epopeia em Riga. Nos oitavos, Portugal equilibrou todo o encontro frente à atual campeã, a Alemanha, tendo mesmo sido a equipa que menos pontos sofreu dos alemães neste EuroBasket, num ansiado regresso ao principal palco europeu. Os “heróis” de 2025: Cândido Sá, Diogo Brito, Diogo Gameiro, Diogo Ventura, Francisco Amarante, Miguel Queiroz, Neemias Queta, Nuno Sá, Rafael Lisboa, Travante Williams e Vlad Voytso.

 

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E porque em Setembro ainda é verão, foi precisamente o culminar deste ano brilhante, com o último dos rankings da FIBA a sair para o público, e a comprovar o esforço hercúleo destas equipas. O coletivo feminino era 21.º na Europa e 40.º no mundo, e é agora 19.º e 38.º, respetivamente, o masculino era 27.º europeu e 56.º mundial e está agora no 25.º posto na Europa e em 47.º no Mundo. Um grande salto para ambas as Seleções, que coloca Portugal num patamar de onde não quer sair.

Acima de tudo, quatro conquistas que em muito se deveram ao trabalho desenvolvido ao longo de todo o ano. Porque, antes do verão de ouro, há duas estações. A começar pela:

PRIMAVERA DE PRATA

Abril floresceu com a Festa do Basquetebol Juvenil em Albufeira (que vai colher frutos à festa que, no início de Julho, levou quase 500 atletas de Minibasquete a Paços de Ferreira, ou ao torneio Interseleções 3×3 Sub17, em Tomar), desta vez com mais de 800 jovens atletas, à 17.ª edição de sucesso deste ex-libris da nossa formação. 3188 euros foram angariados no Basquetebol Solidário e AB Aveiro, AB Lisboa e AB Porto dividiram os títulos das divisões principais deste evento de formação. Formação essa que celebrou em Maio e Junho as suas fases finais nacionais, no culminar de 12 competições com mais de 300 equipas.

Juntado dois e dois: da formação floresce a competição sénior, e também em Maio e Junho chegaram ao fim as principais competições do Basquetebol nacional. A começar pelas Ligas Betclic Masculina e Feminina, onde o SL Benfica levou a melhor nos dois géneros. As águias venceram o Esgueira Aveiro em dois jogos a valer um bicampeonato e os rapazes precisaram de Jogo 4 no Dragão Arena para erguer o seu quarto troféu de campeão em quatro anos. Voltando rapidamente a Abril, de destacar os Liga Betclic Awards, que elegeram Javian Davis (ex-Imortal LUZiGÁS, atual FC Porto) e Rebecca Taylor (Basquete Barcelos HMMOTOR) como MVPs das Fases Regulares das Ligas Betclic.

Liga Betclic Awards 2025: Uma noite de celebração com emoção, reconhecimento e brilho no basquetebol português

Chegam também ao fim os campeonatos FPB, com subidas e descidas de parte a parte. Na Proliga, o SC Vasco da Gama é o grande vencedor e o SC Braga, líder da fase regular, acompanha-o para a Liga Betclic Masculina. No feminino, Sporting CP volta a subir de divisão e chega à Liga Betclic Feminina como campeão do CN 1.ª Divisão – o vice SC Coimbrões Sancho Panza acompanha-o.

Pelo meio, a primavera viu passar a Fase Final da Taça Hugo dos Santos, levantada pela UD Oliveirense, o primeiro troféu do clube desde 2020 – quando tinham vencido precisamente a Taça Hugo dos Santos. Em Gondomar, no início de Maio, a equipa de Oliveira de Azeméis venceu o Sporting CP na 1.ª eliminatória, a Ovarense Gavex nas meias-finais e o FC Porto na finalíssima, perante a grande festa dos seus adeptos.

Dois meses antes, em Março, foi em Matosinhos que se fez “a festa das Taças”. FC Porto e CRC Quinta dos Lombos foram os respetivos vencedores no masculino e feminino, com Miguel Queiroz e Maddi Utti a saírem como MVPs das finais, jogadas frente ao Sporting CP e ao SL Benfica.

2024/2025: os campeões e os vencedores

Antes disso, no início de Janeiro, o Esgueira Aveiro saiu como grande vencedor da Taça Federação. As “Bikudas” foram a Queluz vencer o SL Benfica na final da prova, abrindo o ano em grande e com bons prenúncios para a caminhada que já estavam a fazer na Liga – e que viriam a completar com a sua primeira presença de sempre na final. E em Dezembro deste ano foi o SL Benfica a vencer a Supertaça Mário Saldanha, na sua 40.ª edição, frente ao eterno rival do FC Porto. Mas aqui já entramos no âmbito do:

INVERNO DE PLATINA

“Platina (Pt) é um metal nobre, extremamente resistente à corrosão e ao calor, valorizado em joalharia pela sua durabilidade e brilho”. A descrição era condizente e não fugia à lógica dos seus antecessores no que toca a nomear estas novas estações que aqui criamos. “Nobre” povo, como escreveu Henrique Lopes de Mendonça, por certo. “Extremamente resistente à corrosão e ao calor”, sem dúvida. “Valorizado pela sua durabilidade e brilho” – e a história perdura, de facto, e, de facto, reluz. E a cereja no topo do bolo: a coincidência da química. (Pt).

Tinha de ser num inverno de platina.

 

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Em Coimbra, no início de Fevereiro, ainda com chuva e nuvens cinzentas, o sol brilhou, com reflexos dourados de verão.

A Seleção Nacional Feminina precisava de vencer os dois jogos. Ucrânia e Sérvia. Duas “powerhouses” da modalidade. Primeiro, caiu a Ucrânia. Depois, num Mário Mexia lotado, As Linces venceram e convenceram frente à seleção que terminou no 1.º lugar do grupo, depois de 40 minutos de superação e excelência. Ricardo Vasconcelos, à data, declarou: “Não temos uma estrela, somos realmente um coletivo, e acabamos por chegar a este momento bonito e histórico”.

Duas semanas depois, numa noite fria em Riga, na Letónia, a Seleção Masculina carimbou o seu apuramento, mesmo não tendo conseguido ultrapassar Israel. Na mesma Riga onde, meses mais tarde, nesse verão de ouro, se agigantou entre os gigantes.

 

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OUTONO DE AMETISTA

A pedra da paz e da serenidade, o “silêncio depois da tempestade”, a recolha dos frutos destes últimos 365 dias de conquistas. E que ano memorável foi este…

A poucos dias de se iniciar Outubro o projeto 3×3 BasketArt chegou aos 40 municípios albergados pelo projeto, num total de 67 campos. Número redondo para o projeto, em mais um ano de sucesso, com sete municípios alcançados.

Estreou também nesse mês o documentário “Feel the Magic: Ticha Penicheiro Against All Odds”, que enaltece uma das grandes conquistas de 2025: foi no final de Maio que Ticha Penicheiro foi consagrada como uma das melhores basquetebolistas de sempre, ao entrar no Hall of Fame da FIBA.

Os números não mentem: 0,000022%. As chances de uma rapariga nascida e criada na Figueira da Foz se tornar uma das melhores 25 jogadoras de Basquete – do mundo.

Podia haver melhor manchete para encerrar um ano de ouro?

Ticha Penicheiro entra no Hall of Fame da FIBA e faz história no basquetebol português

Que 2026 seja tão ou mais frutuoso para o Basquetebol nacional como foi 2025, são os votos da Federação Portuguesa de Basquetebol para esta reentré. A nossa modalidade está “na estrada” – e não vai parar. 

 

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FPB abre candidaturas para Gestor Desportivo

A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) abriu candidaturas para a função de Gestor Desportivo, no âmbito do Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo celebrado com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e o Comité Olímpico de Portugal (COP). Esta oportunidade enquadra-se no apoio ao desenvolvimento desportivo das Federações e visa reforçar a estrutura organizacional da FPB.

O Gestor Desportivo apoia a gestão estratégica e operacional da Federação, promovendo a articulação entre as áreas técnicas, administrativas e de desenvolvimento.

Podem candidatar-se licenciados ou mestres em Ciências do Desporto, Gestão do Desporto ou áreas afins, com grau académico obtido em 2022 ou posteriormente. São valorizadas experiências em contexto desportivo, nomeadamente estágios, projetos ou atividades extracurriculares, bem como a prática desportiva federada e o exercício de funções no dirigismo desportivo. A condição de ex-atleta de alto rendimento será considerada um fator altamente valorizado.

O perfil procurado inclui capacidade de adaptação à estrutura organizacional, espírito de equipa e competências ao nível da planificação e organização de atividades relacionadas com a modalidade.

O vínculo contratual será estabelecido através de contrato de trabalho a termo incerto, com remuneração compatível com a função e cumprimento de todas as obrigações legais.

As candidaturas devem ser formalizadas através do envio do CV e comprovativo de habilitações literárias para o endereço eletrónico candidaturas@fpb.pt, até ao dia 10 de janeiro de 2026.

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CONVOCATÓRIA PARA A ASSEMBLEIA GERAL DA FPB

Nos termos da Lei, convoco a Assembleia Geral Ordinária da Federação Portuguesa de Basquetebol, a realizar de acordo com o número 6 do artigo 29º dos Estatutos, no dia 13 de dezembro de 2025, pelas 10,00 horas, em Lisboa, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1- Aprovação da Ata da Assembleia Geral anterior.
2- Discussão e Votação do Plano de Atividades e orçamento para 2026.
3- Proposta de alteração ao número 2 do Artigo 33º, dos Estatutos, o qual tem a seguinte redação: “A Direção é constituída pelo Presidente e por oito membros efectivos”

Pretende-se que passe a ter a seguinte redação:
ARTIGO 33.º DIREÇÃO 2. A Direção é constituída pelo Presidente e por entre cinco e oito membros efetivos.
4- Votação para atribuição do título de Sócio de Mérito ao Presidente da Associação de Basquetebol de Setúbal, Sr. Armindo dos Santos Pereira, pela sua contribuição no desenvolvimento do Basquetebol.

A convocatória pode ser consultada em anexo.


Simpósio do CLUBE TOP para promover a “digitalização dos clubes desportivos”

O CLUBE TOP vai promover o simpósio “Digitalização dos Clubes Desportivos: Mais do que o futuro, o presente!”, um momento de partilha e reflexão sobre a importância da digitalização na gestão e desenvolvimento dos clubes desportivos, no dia 29 de novembro.

Segundo nota de imprensa, “pretende-se reforçar a relevância da inovação, da visão estratégica e da adoção de boas práticas digitais como pilares do futuro”. A sessão terá lugar no Auditório da Casa da Cidadania Cabós Gonçalves – Barreiro, entre as 14h30 e as 18 horas.

Mais informações e inscrições aqui.

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NOTA DE PESAR – MANUEL FERREIRA (NELITO)

A Federação Portuguesa de Basquetebol assinala com tristeza o falecimento de Manuel Ferreira, conhecido pela comunidade basquetebolística do Barreirense como Nelito, antigo jogador internacional e figura marcante do basquetebol nacional.

Atleta de referência do Futebol Clube Barreirense, Nelito fez parte de uma geração memorável que se destacou na década de 1950, tendo contribuído de forma decisiva para a conquista de dois dos quatro títulos nacionais de juniores consecutivos, entre 1953/54 e 1956/57. Esta notável caminhada culminou com a conquista do Campeonato Nacional de Seniores em 1957/58, onde a sua participação teve um impacto significativo no sucesso da equipa.

Manuel Ferreira enverga o número 13 acompanhado de José Valente (7) e Zeca Macedo (9)

Representou ainda a Seleção Nacional de Seniores por sete vezes, honrando o emblema de Portugal com o mesmo empenho e dedicação que sempre demonstrou ao longo da sua carreira desportiva.

Paralelamente ao percurso nos campos, destacou-se também no plano académico, tendo-se licenciado em Engenharia no Instituto Superior Técnico, instituição que também representou no basquetebol universitário. Em 1956, foi chamado a integrar a equipa nacional que participou nos Campeonatos Mundiais Universitários realizados em San Sebastián.

“Nelito” é o penúltimo jogador na fila de baixo a contar da esquerda

O velório realiza-se na Casa Mortuária da Igreja da Corredoura, em Sesimbra, estando a saída do funeral marcada para terça-feira às 12h15, com destino ao Crematório da Quinta do Conde, onde a cerimónia de cremação está prevista para as 12h45.

O seu legado no basquetebol português, enquanto atleta e ser humano, é motivo de orgulho para todos quantos com ele privaram, sendo recordado com respeito, admiração e saudade.

À família, ao Futebol Clube Barreirense e aos seus amigos, a Federação Portuguesa de Basquetebol apresenta as mais sentidas condolências.


A História do Basquetebol português

O sol, quente, toldava a vista de Rodolf Horney. O professor levou a mão à cabeça e limpou o suor da testa com o lenço, antes de fazer soar o apito.

A cambada veio a correr.

A aula estava quase a começar, lá dentro, no ginásio da Associação Cristã da Mocidade de Lisboa, ali como quem vai do Rato a São Bento. Horney, professor de profissão, chegara da Suíça há quatro anos e, portanto, já conhecia de cor todos os miúdos que por ali andavam, a quem dava aulas com todo o carinho e zelo. O calendário lia 1917.

E, de repente, como tudo começa, ouve-se as bolas, a bater no linóleo, e as gargalhadas inundam o pavilhão. Horney sorri, maravilhado. Os miúdos gosta sempre quando a aula é sobre Basket-Ball. Até ele chegar não conheciam este desporto de gigantes, ele próprio conhecia aquele desporto há relativamente pouco tempo, mas a sinfonia dos passes e passos já era uma das paixões da sua vida. E sentia-se muito orgulhoso de lhes poder ensinar um desporto pelo qual ele próprio se tinha apaixonado.

“Professor?”

Olhou para baixo. Um dos mais pequenos do grupo puxou-lhe uma manga, irrequieto, e ele anuiu, em jeito de pergunta, num português ainda em polimento: “Qué queres?”

“Sempre pensou naquela ideia, professor? De formarmos uma equipa? O Triângulo Vermelho Português!”

Horney riu. Dia sim, dia não, a mesma pergunta. A mesma resposta.

“Um dia”.

Mal sabia Horney que, nessa mesma hora, os seus homónimos do Porto e de Coimbra tinham recebido exatamente a mesma pergunta dos miúdos que andavam a ensinar. E quer Nyron Clark, quer Williams Stallings, os delegados regionais das Associações Cristãs da Mocidade desses distritos, deram a mesma resposta que o “lisboeta”:

“Um dia”.

E o resto é… história.

Horney, Stallings e Nyron foram os pioneiros do ensino da modalidade em Portugal, seguindo as pegadas de James Naismith, fundador do Basquetebol, que nasceu ao dia de hoje, 6 de novembro, há 164 anos

 

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GDD Alcoitão conquista a Supertaça de BCR!

O GDD Alcoitão é o vencedor da Supertaça de BCR. Cascalenses ultrapassaram a APD Braga por 57-36 e ergueram o primeiro troféu da temporada, a terceira Supertaça do seu historial. A última Supertaça a cair para a formação de Alcoitão remonta à época 1994/1995.

Em jogo muito disputado, intenso e pautado por grande contacto físico, a defesa sobrepôs-se ao ataque, onde também se manifestou algum desacerto de parte a parte. O GDD Alcoitão venceria os dois quartos inaugurais – aliás, levou a melhor em todos – por 4 e 2 pontos, perante uma APD Braga que tinha a lição bem estudada, do ponto de vista defensivo, para travar o poder de fogo dos comandados de Fernando Lemos. 26-20 ao intervalo.

Na segunda metade, a toada de equilíbrio manteve-se, com os cascalenses a ampliarem em mais dois pontos a vantagem, antes do quarto derradeiro. Aí, os lançamentos certeiros a quatro metros e os dividendos colhidos da pressão alta permitiram ao atual campeão nacional descolar no marcador, com um parcial final categórico: 21-8. Resultado final: 57-36

Hélder Freitas – 3.5 – (14pts, 8res, 2ast, 2rb), Filipe Carneiro – 2.0 – (6pts, 6res, 4ast, 1rb, 1dl) e Márcio Dias – 4.5 – (10pts, 12res, 3ast, 2rb) foram os jogadores em maior evidência, na turma orientada por Ricardo Vieira.

Afonso Tavares – 4.0 – foi o MVP do encontro, ao registar 12 pontos, 9 ressaltos, 7 assistências e 1 roubo de bola – 22.5 de valorização -, distinção entregue pelo subcapitão da Seleção Nacional, Pedro Bártolo. 2025 é o ano perfeito para o jovem internacional A e Sub23, de apenas 18 anos, que já averbara o título de campeão nacional, a medalha de prata nos Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude e o MVP na mesma competição. No GDD Alcoitão, também estiveram em excelente plano Pedro André Gomes – 2.5 – (19pts, 4res, 4ast, 4rb) e Ângelo Pereira – 2.5 – (18pts, 4res, 7ast, 1rb).

O capitão do GDD Alcoitão, Hugo Maia, recebeu o troféu da Supertaça das mãos do Prof. Manuel Fernandes, Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol. Compareceram ainda a este ponto alto do BCR nacional Augusto Pinto, Presidente do Comité Nacional de BCR, Miguel Pereira, Vice-Presidente da FPB, enquanto membro executivo do Comité Olímpico de Portugal, Dra. Clara Silva, vogal do IPDJ em representação do Presidente Ricardo Gonçalves, Vítor Alves e José Monteiro, Presidente e Diretor Técnico Regional da AB Santarém, respetivamente, e Sandra Reynolds, Presidente da AB Madeira.

 

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A FESTA CASCALENSE

 

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Manuel Fernandes foi homenageado no Portugal Football Summit

Manuel Fernandes juntou-se aos presidentes das federações de Patinagem, Andebol e Voleibol numa conversa sobre os desafios das respetivas modalidades.

Chama-se Portugal Football Summit mas Pedro Proença, Presidente da Federação de Futebol, convidou todos os presidentes para uma discussão sobre “A Liderança nas Federações Desportivas” e fez uma homenagem pelo trabalho prestado por todas as federações.

“Agradeço a forma com que me receberam, jovem presidente da FPF, e agradecer-vos pelo trabalho extraordinário que têm feito nos últimos anos em prol do movimento associativo. Queria dizer na primeira pessoa, reconhecendo o trabalho extraordinário que as vossas federações fazem”, frisou Pedro Proença.

Na questão colocada ao Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Manuel Fernandes abordou  os desafios e possíveis soluções, destacando que é o trabalho que marca a diferença:

“É a excelência dos treinadores, do trabalho que se desenvolve no desporto. Nós, os portugueses, mesmo sem as qualidades e o prestígio dos grandes jogadores dos outros países, temos provado que somos superiores aos outros numa coisa: determinação, empenho, força, interiorizar objetivos de quem quer competir e ganhar”.

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FIBA Photo Contest quer premiar as melhores fotografias sobre Basquetebol em 2025

Alerta aos fotógrafos portugueses que gostam de captar Basquetebol: a FIBA Foundation já lançou mais uma edição, a nona, do FIBA Photo Contest – com submissões abertas até 21 de novembro. As 100 melhores fotos serão publicadas no anuário FIBA Photo Book 2025.

Fotógrafos de todo o mundo estão convidados a captar o que melhor representa a nossa modalidade, “celebrando os momentos de camaradagem e unidade que definem cada equipa”. Este ano, o concurso, tem como tema “Equipa de Sonho” (Dream Team). “Os ‘mais cinco’ depois de cada jogada, os risos partilhados no banco, as palavras de motivação antes de entrar em campo, a mão que te puxa para cima quando cais, e o laço de companheirismo que se forma dentro e fora do campo”, são os exemplos da FIBA.

Os três vencedores vão ser premiados com equipamento fotográfico e a oportunidade de serem um dos fotógrafos oficiais do 2026 FIBA Open at the Patrick Baumann House of Basketball, na Suíça, onde será anunciado o grande vencedor, dia 21 de dezembro, Dia Mundial do Basquetebol.

Os fotógrafos Milad Payami, Kevin Couliau, Rana Elanwari, Petra Leary e Meng Yongmin, os jogadores Worthy de Jong e Giorgia Sottana e ainda as apresentadoras Giulia Zecchini e Hanna O’Flynn e o diretor creativo da revista SLAM, Lester Padilla, compõem o painel de jurados.

Inscrições aqui.

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FOTOGRAFIAS | FIBA


“Feel the Magic”: documentário sobre Ticha Penicheiro é cabeça de cartaz no Tribeca Film Festival

“Feel the Magic: Ticha Penicheiro Against All Odds”. O título do documentário já revela um pouco do que foi a carreira de Ticha Penicheiro, a mais condecorada jogadora do Basquetebol Feminino português, WNBA e FIBA Hall of Fame.

Com selo de realização de André Braz (Betclic Studios com produção Plusable), a película tem estreia marcada para o dia 30 de outubro, na segunda edição do Tribeca Film Festival Lisboa, pelas 21 horas.

E Ticha Penicheiro irá estar presente, numa sessão especial seguida de conversa com o público, a par do realizador. O documentário dá a conhecer a inspiradora trajetória da atleta portuguesa, uma das melhores bases de sempre do Basquetebol mundial, líder histórica de assistências da WNBA e campeã da liga norte-americana em 2005.

A figueirense é ainda embaixadora da Liga Betclic Feminina. Bilhetes para a sessão disponíveis na plataforma oficial do evento.

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Federação Portuguesa de Basquetebol celebra 98 anos com afirmação nacional e internacional histórica

Hoje, 17 de agosto de 2025, a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) celebra 98 anos de existência, num momento em que o basquetebol nacional vive uma das fases mais marcantes da sua história.

O último ano desportivo foi verdadeiramente inesquecível. Portugal garantiu, pela primeira vez, a qualificação para o EuroBasket Feminino, coroando esse feito com a primeira vitória de sempre da Seleção Nacional Sénior Feminina na fase de grupos da competição. Um marco absolutamente inédito e que simboliza o crescimento sustentado do basquetebol feminino em Portugal.

No setor masculino, a qualificação para o EuroBasket 2025, após 14 anos de ausência, assinala o regresso da Seleção Nacional Sénior Masculina ao maior palco do basquetebol europeu, reforçando a competitividade e a consistência do trabalho desenvolvido.

Nas camadas jovens, a Seleção Nacional Sub19 Feminina estreou-se no Campeonato do Mundo com uma prestação marcante, alcançando o 7.º lugar, a melhor classificação de sempre de Portugal numa prova mundial de basquetebol feminino. Um feito que coloca Portugal entre as oito melhores seleções do mundo e destaca a excelência do trabalho na formação.

Também o universo do basquetebol em cadeira de rodas teve um ano histórico. A Seleção Nacional 3×3 de BCR participou, pela primeira vez, no Campeonato do Mundo, alcançando um notório 6.º lugar. Um resultado que demonstra a evolução e o potencial da modalidade em Portugal, e que abre portas para novas metas internacionais.

No plano digital, a Seleção Nacional de eFIBA, no universo dos eSports, levou as cores de Portugal ao mais alto nível, conquistando uma medalha de bronze no Campeonato do Mundo de eFIBA. Uma distinção que reforça a presença da FPB em novas plataformas e formatos, com o mesmo foco na excelência.

 

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Nota final:
Neste 98.º aniversário, a Federação Portuguesa de Basquetebol deixa uma palavra de profundo reconhecimento a todos quantos, ao longo de quase um século, têm contribuído para a valorização e projeção da modalidade em Portugal e além-fronteiras. O percurso alcançado é reflexo do empenho coletivo de jogadores, treinadores, dirigentes, árbitros, clubes, associações, parceiros institucionais e adeptos que vivem, fazem viver e asseguram o futuro do basquetebol Nacional.
Manuel Fernandes – Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol

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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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