Artigos da Federaçãooo

Jogadores marcantes #4: Henrique Sousa

Redefiniu o papel do jogador de pontuação baixa, ganhou todos os troféus nacionais e revelou-se imprescindível na conquista do Europeu C, em 2007. Da prática de motocross, Henrique Sousa trouxe a mentalidade competitiva insaciável que, aos 37 anos, o faz continuar a ambicionar novos títulos na APD Braga e um eventual regresso à seleção.

Há um antes e um depois de Henrique Sousa, na forma de encarar o atleta de pontuação 1.0 em Portugal. Se no BCR moderno a tendência caminha para um envolvimento de todos com a bola, independentemente da sua classe de pontuação, no início de século, a prerrogativa restringia-se em larga escala aos chamados “grandes”, designação que mescla a alusão à altura e maior funcionalidade. Logo após o batismo no BCR, a meta afigurava-se clara. “O meu objectivo foi sempre ser melhor do que todos os atletas da minha pontuação, então treinava como se de um jogo se tratasse, empenhando-me o máximo que conseguia”, afirma sem rodeios o atleta de Gondomar, “sem referências”, pois tem como tónico para a sua evolução tentar “ser igual ou melhor” do que os jogadores acima da sua pontuação, em particular 2.0 e 2.5.
Embora sem um compromisso imediato com a modalidade, o primeiro contacto durante a reabilitação no Instituto Guttmann, em Barcelona, permitiu-lhe recuperar “a parte da competição, algo perdido recentemente” e fazer amizade com Agustín, atleta de BCR que, de viagem ao Porto para participar num torneio internacional, persuadiu Henrique a assistir. A partir daí, começaria a treinar com a APD Porto.
Para trás ficava uma carreira auspiciosa no motocross, mas a herança do passado desportivo longe de se tornar estéril. “Costumo dizer aos meus alunos da 71 MX School que um bom piloto no motocross pode ser bom atleta em qualquer outra modalidade, porque somos habituados a treinar no limite; treinamos atletismo, natação, ciclismo, etc”, explica. Desavindo com as motas numa fase inicial após o acidente, retomou a paixão graças a um incentivo familiar. “Os meus pais decidiram comprar-me uma Moto4 e tudo começou novamente, o vício, a adrenalina dos motores, o barulho, e claro, a liberdade que me trouxe”, conta Henrique, cuja participação no Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno de 2006 só não ocorreu devido ao “travão” da Federação. “Ligaram-me a dizer que não me deixavam participar, porque tinha uma estrutura metálica na coluna e o médico não autorizava”. Com os irmãos, fundou uma equipa em 2009 e recentemente a 71 MX School, na qual ensina jovens pilotos, ocupações que conjuga com o trabalho e o basquetebol, ciclo ainda por terminar.
Na APD Braga venceu 5 Campeonatos Nacionais, 6 Taças de Portugal e 6 Supertaças, pela seleção disputou 6 campeonatos da Europa, com ênfase óbvio para a conquista da Divisão C em 2007, mas não tenciona ficar por aqui. “Quero ajudar a minha equipa ao máximo, gostava ainda de jogar fora de Portugal, dedicar-me a 100%, para perceber até onde chegariam as minhas capacidades, e poderei dar o meu contributo à seleção se o entenderem”. Assim fala um competidor nato.
Ricardo Vieira, técnico da APD Braga e Selecionador Nacional Sub22
“O Henrique é sinónimo de compromisso. Sendo de outro distrito e trabalhando todos os dias, não faltar um treino, mesmo com problemas de saúde, é algo realmente louvável. Personalidade introvertida, de poucas palavras, mas um verdadeiro atleta no sentido total da palavra. Basta confessar que fez praticamente toda a época passada com problemas de saúde e recordo-me do que disse nos jogos da final: ” Quero lá saber como vou ficar depois dos jogos, quero ajudar a equipa e ser campeão!” Isto depois de conversar com ele sobre não ir aos jogos. É para mim o melhor 1.0p com quem já convivi e treinei, e felizmente treino. Muito contente por estar em Braga.”

FPB e Liga Master discutem futuro da competição

A Federação Portuguesa de Basquetebol continuou a auscultar todos os envolvidos nas competições sob a égide federativa e desta vez reuniu-se com o responsável da Liga Master Dhika.

 

Numa sessão que se pautou pela harmonia entre as várias partes envolvidas, Rui Mourinho, Presidente do Comité Nacional do Basquetebol Master, começou por tecer aquelas que são as considerações acerca da Liga Master para a resolução da presente temporada, e que poderá passar pelo cancelamento da prova da presenta época ou pela sua conclusão no início da próxima época desportiva.
A 5.ª edição da competição seria disputada na época 2020/21, sendo devidamente enquadrada e ajustada com vista ao aumento do tempo disponível para competir. Além disto, foi ainda transmitida a vontade em transitar as taxas pagas este ano para a próxima temporada, tendo em consideração que apenas foram disputadas 3 jornadas da prova, com a exceção do seguro desportivo que terá de ser renovado no próximo ano.
Foram ainda tecidas considerações acerca do possível aumento do número de clubes participantes na Liga Master, do seu alargamento territorial e de um possível reajuste no modelo competitivo, bem como o respetivo enquadramento no programa Valorizar.
Além do Presidente da FPB, Manuel Fernandes, e do Presidente do Comité Nacional do Basquetebol Master, Rui Mourinho, realça-se a presença do Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia e do Secretário-Geral, João Carvalho.

Futuro da Liga Placard debatido em reunião

Foi através de videochamada que a Federação Portuguesa de Basquetebol auscultou todos os clubes da Liga Placard e a totalidade das associações dos emblemas da prova, sobre os cenários em cima da mesa em relação à época 2019/20.

O presidente da FPB, Manuel Fernandes, abriu o debate com uma declaração em que sublinhou que a Federação tem procurado ouvir todos os agentes desportivos com o objetivo de encontrar soluções. Depois de uma introdução com foco nas consequências económicas que vão surgir após a pandemia de COVID-19, em que lembrou a esperada queda das receitas das apostas desportivas, o líder federativo anunciou que os clubes que não consigam garantir os pressupostos financeiros para continuar na Liga Placard poderão jogar no escalão imediatamente inferior (Proliga), e não no último nível competitivo. Manuel Fernandes acrescentou, ainda, que serão apresentadas propostas de medidas para a redução de encargos dos clubes na próxima temporada.
Os clubes da Liga Placard (Ovarense/Gavex, CAB Madeira SAD, Esgueira/Aveiro/OLI, Barreirense/Optimize, FC Porto, Galitos Barreiro, Illiabum Clube, Maia Basket Clube, SC Lusitânia, SL Benfica, Sporting CP, Terceira Basket Club, UD Oliveirense e Vitória SC) foram, então, ouvidos sobre as questões desportivas e económicas que enfrentam atualmente e apresentaram os argumentos que contribuíram para o debate. Seguiram-se as associações de basquetebol presentes na videoconferência, num total de 44 participantes.
Também marcaram presença na reunião o Diretor Executivo da Liga Placard, Pinto Alberto, o Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia, e o vice-presidente da FPB, Rui Frade. Para encerrar, o presidente federativo fez questão de agradecer todos os contributos e sugestões dos clubes e associações, que serão essenciais para as decisões que serão tomadas em relação à atual época de 2019/20 e ao impacto no arranque da temporada 2020/21, e assegurou que será tomada uma decisão até ao dia 30 de abril.

Reunião entre FPB e Proliga

A FPB reuniu-se com os clubes da Proliga e as Associações correspondentes esta quinta-feira, por videoconferência.

A reunião começou com uma intervenção de Manuel Fernandes, presidente da FPB, que assegurou que todos os compromissos assumidos com os clubes, para esta temporada, serão cumpridos na íntegra, não obstante a quebra de receitas extraordinárias com origem nas apostas desportivas em consequência da paragem das competições de basquetebol a nível mundial.
O líder federativo realçou que não serão necessários empréstimos, fruto da gestão cuidada e poupança realizada na FPB nos últimos anos.
Manuel Fernandes fez questão de garantir que nenhum clube será penalizado caso argumente não ter condições para disputar a Proliga na próxima temporada, podendo descer apenas um escalão competitivo.
O presidente enalteceu que nestes tempos muito difíceis, cabe a cada clube a melhor gestão possível.
Já José Pinto Alberto, diretor executivo da competição, pediu que cada clube perspetive a próxima temporada, de acordo com a sua situação financeira, e projetou que os cuidados que vierem a ser implementados para uma retoma da actividade em condições de segurança terão de ser transversais a todos os pavilhões. Referiu ainda alguns dos cenários possíveis para o eventual terminar da competição e/ou reinício em Setembro.
Todos os clubes presentes (Academia do Lumiar, Académica/Efapel, Angrabasket, AD Sanjoanense, Belenenses, CD Póvoa, Casino Ginásio, Ginásio Del Mar Marina, Imortal AlgarExperience, Sampaense Basket, SL Benfica e SC Braga) falaram sobre as consequências da COVID-19 na Proliga e nas outras atividades, deram contributos, ideias e sugestões para ultrapassarmos este período e partilharam as medidas que estão a tomar.
As Associações presentes (AB Algarve, AB Aveiro, AB Braga, AB Coimbra, AB Ilha Terceira, AB Lisboa e AB Porto) também deram os seus contributos em relação a esta competição.
Manuel Fernandes voltou a saudar o clima de união entre todos e a vontade de todos os clubes em prestar contributos, vincando que é impossível garantir uma data para o regresso à competição, o que não nos impede de passar uma mensagem de otimismo.
Participaram ainda nesta reunião os vice-presidentes Rui Frade, Miguel Pereira e Luís Veiga, o Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia, e o Presidente do Conselho de Arbitragem, António José Coelho. A assessora da direção Helena Cunha e o coordenador do departamentos de Marketing e Comunicação, António Carlos, também marcaram presença.
A próxima reunião FPB/Proliga está agendada para 13 de junho.

 


FPB já enviou equipamento de proteção individual para o SNS

No âmbito da iniciativa “Faz uma assistência ao SNS”, que culminou numa angariação de €21.795, a FPB já adquiriu e enviou equipamento de proteção individual para o Serviço Nacional de Saúde.
Mais uma vez, o nosso obrigado a toda a família do basquetebol!

Medidas excecionais e temporárias na área do desporto

Foram aprovadas esta quinta-feira (23 de abril) em Conselho de Ministros, um novo conjunto de medidas extraordinárias de resposta à situação epidemiológica do novo Coronavírus–COVID-19, que estabelece medidas excecionais e temporárias na área do desporto.
Pretende-se assim dar uma resposta eficaz aos constrangimentos gerados pela atual situação de exceção, adaptando dentro do que se apresenta possível e adequado, aspetos fundamentais do funcionamento deste setor.

Pretende-se assim dar uma resposta eficaz aos constrangimentos gerados pela atual situação de exceção, adaptando dentro do que se apresenta possível e adequado, aspetos fundamentais do funcionamento deste setor.

São estas as principais medidas aprovadas:
– Prorrogação do estatuto de utilidade pública das federações desportivas até 31 de dezembro de 2021 – assegurando a titularidade do estatuto até ao ano da realização dos Jogos Olímpicos, ano em pode ser pedida a respetiva renovação;
– Prorrogação dos mandatos dos titulares dos órgãos das federações desportivas, ligas profissionais ou associações territoriais de clubes até ao ano de 2021 – de modo a garantir a estabilidade organizativa das federações desportivas e a continuidade na condução, quando for o caso, dos respetivos projetos olímpicos;
– Alterações a regulamentos de federações desportivas- permitindo-se que produzam efeitos nas épocas desportivas em curso, por forma a que as federações possam adotar medidas de resposta à emergência de saúde pública ocasionada pela doença COVID-19;
– Prorrogação do regime duodecimal dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo – atendendo à dificuldade na previsão dos efeitos da pandemia da doença COVID-19 na definição dos programas de atividades das federações desportivas no curto e médio prazo, considera-se que é importante manter a continuidade do apoio público durante o ano de 2020, através do regime duodecimal;
– Equiparação da formação à distância à formação presencial (treinadores de desporto, diretores técnicos e técnicos de exercício físico) – garante-se uma equiparação entre as horas de formação necessárias à obtenção de unidades de crédito de formação contínua, para fazer face às dificuldades de realização de ações de formação presenciais;
– Suspensão da renovação da inscrição no registo dos agentes desportivos de alto rendimento (praticantes desportivos, treinadores e árbitros) – garantindo-se a continuidade do apoio a estes agentes enquanto se verificar a inexistência de competições internacionais que lhes permitam a obtenção de resultados desportivos que justifiquem a referida renovação;
– Suspensão da renovação dos exames médico-desportivos (praticantes desportivos, treinadores e árbitros) – atendendo às restrições decorrentes da pandemia da doença COVID-19.
A legislação correspondente pode ser consultada aqui.

Descobrir o BCR nas redes

Ainda uma realidade minoritária, conhecer ou aprofundar o que sabemos sobre basquetebol em cadeira de rodas pode ser uma tarefa acrescida de dificuldade extra. Com isso em mente, elencamos em seguida uma lista de páginas nas redes sociais que vale a pena acompanhar, no papel de espectador curioso ou com o intuito de encontrar novos instrumentos de trabalho.

 

Em anexo podem consultar toda a lista de contactos.


FPB e Associações doam €21.795 ao SNS

A iniciativa “Faz uma assistência do SNS”, que juntou Federação Portuguesa de Basquetebol e Associações de todo o país, permitiu angariar um total de €21.795,00 destinados à aquisição de Equipamento de Proteção Individual para o Serviço Nacional de Saúde.

 

Esta ação teve como inspiração o projeto “Basket Solidário”, um dos pontos altos desde a primeira edição da Festa do Basquetebol Juvenil. Todos os anos, cada elemento de todas as comitivas que se deslocam a Albufeira contribui com €2 para uma instituição local e este ano, apesar da Festa do Basquetebol ter sido cancelada por causa da pandemia na COVID-19, a FPB decidiu manter o “Basket Solidário”, na sequência de uma proposta do Sport Clube Mirandela partilhada pela Associação de Basquetebol de Bragança e prontamente acolhida pelas restantes Associações.
Dirigentes, juízes, atletas, treinadores, seccionistas, pais e amigos, todos contribuíram para esta iniciativa e, juntos, a Federação, as Associações e Clubes de todo o país somaram em doações o valor de €21.795,00 que será utilizado para adquirir Equipamento de Proteção Individual.
A todos os que contribuíram, a FPB agradece com a certeza de que este gesto vai ajudar os que estão na linha da frente no SNS a fazer a diferença no combate ao novo coronavírus.

FPB Guinness Challenge

Começamos um nova rubrica onde podes testar as tuas habilidades com a bola de basquetebol na mão. O “FPB Guinness Challenge” desafia-te a conseguires replicar alguns desafios do Livro dos Recordes do Guinness e ainda te dá a possibilidade de ganhares alguns prémios!

 

Joseph Odhiambo é o atual detentor do recorde do Guinness do desafio de rodar a bola no dedo. A 19 de fevereiro de 2006, em Houston no Texas, Odhiambo conseguiu por a bola a rodar no dedo durante 4 horas e 15 minutos. Consegues fazer melhor?

O primeiro “challenge” que temos para ti é este:

1) Tal como o Francisco Amarante e a Márcia Carvalho fizeram, roda a bola no dedo o máximo tempo que conseguires;

2) Publica o vídeo na tua conta de Instagram a cumprir o desafio e identifica @fpbasquetebol e usa a hashtag #fpbguinnesschallenge;

3) No final do vídeo desafia três amigos para cumprirem este desafio e identifica-os na publicação que fizeste;

 

O vencedor deste primeiro desafio será aquele que conseguir estar mais tempo com a bola a rodar no dedo. O concurso termina no próximo domingo e segunda feira revelamos o vencedor que terá direito a um voucher de 30€ na loja FPB. Boa sorte!


GDD Alcoitão, o primeiro campeão nacional de BCR

Sob a égide da FPDD – Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência -, o primeiro Campeonato Nacional de BCR ocorreu na época 1991-92. Carlos Oliveira, Fernando Silva e Carlos Arrais militavam nos cascalenses do GDD Alcoitão, um tetracampeão em gestação.

Na atmosfera do pós-25 de abril, a instabilidade política e social gerada obrigou a uma estrita definição de prioridades, lote onde a promoção do desporto adaptado estava longe de encabeçar a lista.
Por esta razão, conforme relatado no momento histórico #1, cessaram as participações internacionais da seleção portuguesa a partir de 1973, num hiato que se prolongaria até 1994. Na competição interna, a toada registada foi a mesma, apesar de esta se ter tornado regular na década de 80. Com a criação da FPDD, em 1988, pressagiou-se a mudança, concretizada na dinamização do primeiro Campeonato Nacional de BCR, na época 1991-92, com a coordenação da vice-presidência da área motora, a cargo de Victor Sousa, “um grande impulsionador do basquetebol em Portugal”, palavras de Fernando Silva.
O GDD Alcoitão, berço do BCR português, demonstrou a sua categoria na edição inaugural, mas não só. Na verdade, a formação cascalense abria um ciclo de quatro títulos nacionais consecutivos, marca que só seria ultrapassada pela rival APD Sintra, na época 2007-08. Na origem do sucesso, Carlos Oliveira, Fernando Silva e Carlos Arrais convergem na importância do líder, o treinador Rui Calrão, futuro selecionador nacional em três Taças Andre Vergauwen e dois Campeonatos da Europa. “O segredo esteve, em primeiro lugar, no extraordinário treinador que tínhamos, o Professor Rui Calrão”, revela Carlos Oliveira, antes de salientar a “coesão e camaradagem entre os atletas”.
O espírito de entreajuda sentido é secundado por Carlos Arrais. “A nossa equipa  era como uma família, muito unidos e com um treinador excecional. A força advinha da boa convivência entre todos os jogadores e equipa técnica”, enfatiza o virtuoso poste.
Com uma bagagem de 25 anos de clube, enquanto jogador, quando convidado a revisitar o tetracampeonato, Carlos Oliveira não se detém numa memória específica e frisa, novamente, a mentalidade do grupo. “A nossa vontade era de sermos sempre a melhor equipa. Cada adversário era um obstáculo a ultrapassar, independentemente do seu valor”. À data, o jogo revestia-se de características peculiares, como a ausência de limite de pontuação, nuance que mudou rapidamente, sem que tal se refletisse na apetência ganhadora do GDD Alcoitão, dada a profundidade do plantel, que aos quatro campeonatos juntou três Taças de Portugal e duas Supertaças.
A evolução de outras equipas, que “começaram a ter mais jogadores e melhores metodologias de treino”, destronou o GDD Alcoitão, ferido também pelo falecimento prematuro do seu treinador. Contudo, o fim da hegemonia cascalense não belisca o orgulho de Carlos Oliveira, que se despede com uma mensagem de desportivismo. “Reinámos e depois fomos depostos por uma nova lufada de ar fresco que as outras equipas tiveram. Os meus parabéns a eles”.

Reunião entre FPB e Associações

Decorreu este sábado, por videoconferência, nova reunião entre a FPB e todas as Associações, a qual contou com a presença de representantes de todas as 21 Associações regionais e distritais da modalidade.

Foi uma reunião muito produtiva, e que nas palavras de Manuel Fernandes, presidente da FPB, se destacou pelos “muitos e bons contributos” de todas as Associações.
O sucesso de mais uma iniciativa do “Basket Solidário”, “Faz uma Assistência ao SNS”, que culminou na compra de máscaras e fatos integrais de proteção à COVID-19, marcou a fase inicial da reunião, depois de se ter visto um vídeo com declarações de figuras do basquetebol nacional, que por razões profissionais estão na linha da frente do combate à doença.
A Federação assegurou que continuará a comprometer-se com o apoio em duodécimos às Associações, para depois cada uma delas, através dos seus representantes, se manifestar relativamente aos quadros competitivos dos Campeonatos Nacionais da 2.ª Divisão Masculina e Feminina (forma de terminar esta época e forma de começar a próxima), regresso à prática basquetebolística, atividades até final de julho/agosto, apoios aos clubes e atividades que têm desenvolvido para manter o contacto e a comunicação com os seus filiados.
Entre os contributos recolhidos, destaque para a vontade e disponibilidade dos intervenientes para, havendo autorização por parte das autoridades de saúde e dependendo das condições da mesma, ainda termos basquetebol até ao final da presente época, que poderá passar por por privilegiar as actividades de rua, como o 3×3 ou o 1×1.
Também a necessidade de criar condições de segurança e confiança para o regresso à prática e salvaguardar a oportunidade de, havendo condições, dar aos clubes que ainda estavam nas lutas pelas subidas de divisão a possibilidade de o fazerem.
No que se refere aos clubes que, por motivos financeiros, entendam não reunir as condições para se manterem no nível competitivo a que têm direito, dar a oportunidade de poderem descer apenas um nível e sem as consequentes penalizações disciplinares.
Foi reafirmado que após a auscultação dos clubes da Liga Placard, Proliga e 1.ª Divisão, haverá uma reunião de Direção que decidirá sobre as medidas a tomar.
Ficou agendada para 9 de maio a próxima reunião da FPB com as Associações.

Assembleia Geral da FPB adiada para 18 de abril

Face aos novos desenvolvimentos relativos à pandemia que atravessamos, informamos que a Assembleia Geral Ordinária da FPB terá lugar a 18 de abril em local a designar.
A Federação, estando a acompanhar o desenrolar da situação, oportunamente divulgará mais informação sobre o assunto.

A Ordem de Trabalhos é a seguinte:

1 – Aprovação da Ata da Assembleia Geral anterior;

2 – Discussão e Votação do Relatório e Contas relativo ao exercício de 2019;

3 – Proposta para atribuição do título de “Sócio Honorário” a título póstumo ao vice-presidente da FPB, Dr. Sidónio Fernandes.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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