Artigos da Federaçãooo
Portugal vence Ucrânia
A equipa portuguesa dominou a 1ª parte, mas foi no 2º período que a formação liderada por Agostinho Pinto construiu uma almofada pontual que depois soube gerir durante a etapa complementar. O conjunto luso voltou a dar mostras do seu caráter, bem como da sua competitividade e desejo de vitória. Portugal volta a jogar este sábado, às 21 horas, frente à Estónia, para a luta entre o 9º e o 12º lugar.
Os primeiros 10 minutos foram muito equilibrados, mas ainda assim favoráveis a Portugal (19-17). Até ao intervalo, a superioridade da equipa lusa acentuou-se, permitindo-lhe ir para o descanso com uma vantagem de onze pontos (39-28).
Nos segundos 20 minutos, Portugal nunca perdeu a liderança do marcador, embora na parte final do encontro as ucranianas terem conseguido aproximar-se do comando. Depois de ter estado na frente durante grande parte do 4º período por uma diferença a rondar a dezena de pontos, a diferença chegou a ser de três à entrada do último minuto. Nada que perturbasse o conjunto nacional, que respondeu bem à pressão com um importante cesto de Maria Nunes com 26 segundos para jogar, e fixou o resultado final.
Mariana Silva (11 pontos e 7 ressaltos) foi importante nos dois lados do campo, e Maria Nunes (12 pontos) acabou por ser a melhor marcadora de Portugal.
Portugal já se prepara em Skopje
Depois de uma viagem longa e cansativa, a comitiva chegou ao final da noite à Macedónia, tendo-se logo dirigido para o hotel onde irá ficar alojada durante a competição.
Apesar do desgaste da viagem, a seleção treinou duas vezes esta 3ª feira, e realiza um último jogo de preparação com a seleção anfitriã no dia seguinte às 18h (locais). Relembre-se que o jogo inaugural da equipa nacional é no próximo dia 29, 6ª feira, às 16h30 (15h30 PT), frente à seleção da Bielorrússia.
Cerimónia de assinatura dos contratos programa no âmbito do Programa Nacional de Desporto para Todos
A sessão terá como palco o Auditório do Estádio de Honra (junto dos serviços centrais do Centro Desportivo Nacional do Jamor) e será presidida pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, e pela Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes.
De referir que o Plano define um conjunto de objetivos e metas a atingir no contexto do “Desporto de Base”, assumindo como visão uma população ativa, adotando estilos de vida saudáveis promotores de uma melhoria da qualidade de vida. A sua missão encontra-se assente em pilares que visam a promoção e o desenvolvimento desportivo, a educação para e pelo desporto e a promoção da saúde.
Portugal bate a Irlanda e termina em 11º lugar
Os comandados de André Martins controlaram a marcha do marcador desde o cesto inaugural, e resolveram em definitivo o jogo no inicio da etapa complementar. A equipa nacional terminou a sua participação com um saldo positivo (4V e 3D), pelo que atingiu o principal objetivo definido para este Europeu (mais de 50% de vitórias).
Contrariamente ao que sucedeu no jogo do dia anterior, Portugal entrou de forma positiva e cedo construiu uma almofada pontual. No final do 1º período, a vantagem portuguesa já se cifrava nos nove pontos (17-8), com o conjunto luso a mostrar-se muito coeso nas tarefas defensivas. O 2º período foi mais equilibrado, ainda que favorável a Portugal (19-17), sendo notórias as melhorias ofensivas da Irlanda, mas que não impediram que tenham recolhido aos balneários a perder por 25-36.
O descanso fez bem aos jovens portugueses, já que no recomeço da etapa complementar recuperaram a sua intensidade defensiva, que de imediato se refletiu num maior sucesso atacante, e no alargar da vantagem pontual (57-34). Um desempenho que lhe valeu resolver o jogo a seu favor, e gerir de forma muito confortável um 4º período muito parco em pontos (7-4), e onde Portugal deu mostras da sua excelência defensiva.
No último jogo deste Europeu, Diogo Araújo (19 pontos, 7 ressaltos 2 roubos de bola) rubricou uma exibição muito positiva, Carlos Cardoso (10 pontos, 9 assistências, 4 roubos de bola e 3 ressaltos) deu continuidade ao seu bom momento de forma, e Nuno Sá (7 pontos e 9 ressaltos) como um dos mais regulares e produtivos da equipa portuguesa.
Seleção Sub18 de partida para Skopje
O grupo voltou a concentrar-se na tarde da passada quarta-feira, no qual já treinou e encerrou este sábado, o último período de preparação em Portugal, tendo realizado diariamente sessões duplas de trabalho.
José Ricardo, selecionador nacional, está satisfeito com a forma como decorreu a preparação da equipa. Até porque, “ todos os 16 atletas que participaram nesta preparação estiveram em bom plano, com uma entrega e compromisso, com o trabalho muito bom o que permitiu uma rápida e consistente evolução da equipa e das suas dinâmicas. Agora há sempre coisas a melhor e a ajustar e é isso que vamos tentar fazer até ao início da competição”.
Sobre a competição acrescenta ainda, “sabemos que nos espera uma tarefa difícil, mas iremos olhar todos os adversários nos olhos do primeiro ao último minuto, e tentaremos com as nossas armas almejar a vitória jogo a jogo.”
O conjunto luso parte segunda-feira de manhã para Skopje onde realizará ainda um jogo de preparação com a seleção anfitriã, antes de se estrear na competição no dia 29, diante da Bielorrússia, às 16h30 locais (menos 1h em Portugal).
Portugal quase consumou a reviravolta
Portugal a pouco menos de três minutos do final conseguiu reduzir para a diferença mínima, mas nos instantes finais os romenos foram mais fortes e acabaram por vencer o encontro. Uma vez mais a formação lusa revelou inconstância no seu rendimento, fruto de períodos do jogo em que permitiu parciais negativos que a obrigaram a ter que correr atrás do prejuízo.
Os comandados de André Martins equilibraram o jogo até aos 5-5, mas depois sofreram um parcial de 0-17, que colocou a equipa romena confortavelmente no comando do jogo. Até final do 1º período, a diferença manteve-se praticamente inalterável (26-11), sendo que no 2º período Portugal não conseguiu anular a desvantagem. Pelo contrário, o fosso tornou-se ainda maior, com a Roménia a marcar o dobro dos pontos de Portugal durante os primeiros 20 minutos (44-22).
O descanso fez bem a Portugal que veio dos balneários transfigurado para melhor. Com um defesa exemplar, apenas 6 pontos sofridos durante o 3º período, a equipa nacional começou a mostrar a sua qualidade e competitividade. À entrada do derradeiro quarto perdia por dez (40-50), a meio do período a diferença, depois de um triplo de Francisco Amiel, já só era de quatro (51-55), e a 2.45 minutos do final, depois de mais um triplo, este da autoria de Carlos Cardoso, perdia por um (54-55). A Roménia responde na mesma moeda (58-54), e até final do encontro os jogadores portugueses não foram capazes de manter a eficácia ofensiva.
Apesar de ter ganho mais ressaltos ofensivos (16-13), Portugal perdeu a luta das tabelas (36-51), mas teve o mérito de provocar 27 turnovers à equipa adversária, tendo roubado 18 bolas. Os jogadores portugueses voltaram a não estar com a mão quente a lançar ao cesto (16/47 -34% de 2pts e 6/28 – 21.4% de 3pts), mesmo da linha de lance-livre (6/10). A Roménia beneficiou de 29 lances-livres dos quais converteu 26 (89.7%).
Carlos Cardoso, autor de 18 pontos, 6 roubos de bola, 5 ressaltos e 3 assistências, exibiu-se em grande nível, tal como Francisco Amiel, com 8 pontos, 9 assistências, 5 ressaltos e 4 roubos de bola, que protagonizou uma exibição muito completa. Nuno Sá ficou a um ressalto de registar um duplo-duplo (10 pontos, 9 ressaltos e 3 roubos de bola), e Diogo Brito não deu o contributo à equipa neste encontro.
Grandes competições e Matosinhos: uma combinação perfeita
Claro que para nós, Federação Portuguesa de Basquetebol, as mesmas são um orgulho e a recompensa por todo o trabalho efetuado, não só durante a competição, mas também ao longo dos meses antecedentes, já que a organização de um certame desta dimensão traz atrás de si uma enorme capacidade de logística, de trabalho, de aproveitamento de recursos humanos.
Pelo quarto ano consecutivo, Matosinhos voltou a acolher uma grande competição do panorama basquetebolístico europeu, e para não variar… o sucesso foi evidente, ficando provado pela enésima vez que estamos a falar de uma cidade que respira basquetebol, que com a simpatia das suas gentes torna tudo mais fácil, que eleva, e de que forma, uma das bandeiras do nosso país: a hospitalidade quase inigualável.
Uma palavra para todos aqueles quantos colaboraram nesta organização, aos imensos voluntários que sem nada em troca, apenas pela paixão por este maravilhoso jogo, deram tudo de si em prol de um bem comum.
Podemos ter os nossos defeitos, claro que sim, mas ano após ano provamos que organizar é mesmo connosco, e acima de tudo, Matosinhos justifica o porquê de ser já, indubitavelmente, um dos palcos de relevo das grandes competições basquetebolísticas.
Foi um evento fantástico, repleto de grandes momentos! Ficam as imagens, as recordações, os testemunhos, e uma certeza: Portugal continua no rumo de mais organizações, Matosinhos continua na senda do sucesso!
Podem consultar aqui o artigo de Paul Nilsen, jornalista da FIBA especialista em basquetebol feminino, que analisa esta competição de uma forma muito interessante, com rasgados elogios à organização pelo meio:
http://www.fiba.com/en/news/a-to-z-of-fiba-u20-womens-european-championship-2016-in-matosinhos
De referir ainda que Dejan Lekic, Comissário-Chefe da FIBA, teceu também fortes elogios a Matosinhos, à nossa Federação e a todos os colaboradores do evento, mostrando-se extremamente agradecido por toda a simpatia.
Recorde-se ainda que na cerimónia de encerramento, o mesmo Dejan Lekic entregou a Manuel Albano, em representação da Comissão Organizadora Local, o Prémio "Organização".
Vitória frente à Macedónia vale 3º lugar
Portugal bateu a seleção da Macedónia (63-54) e conquistou o 3º lugar do Grupo A, com um saldo de 2 vitórias e 2 derrotas. No jogo que encerrou este primeiro período de competição, os comandados de André Martins estiveram muito melhor no capitulo do ressalto, revelaram-se mais consistentes no seu rendimento, e aumentaram ligeiramente as percentagens de lançamento. A equipa portuguesa vai agora lutar pelo 9º lugar, a melhor classificação possível até final da competição.
A equipa nacional entrou determinada no jogo, a defender bem, e no final dos primeiros dez minutos já vencia por nove pontos de diferença, sendo que tinha apenas sofrido sete. A diferença pontual manteve-se estável até ao descanso, sobretudo pela melhoria ofensiva dos macedónios.
O inicio da etapa complementar coincidiu com o melhor momento do adversário durante o encontro, uma vez que à entrada do derradeiro quarto a almofada pontual da formação lusa tinha sido encurtada para três pontos (42-39). Os triplos impediram que a Macedónia conseguisse a reviravolta no marcador no arranque do 4º período, com o equilíbrio a manter-se até 3 minutos do final (55-52). Nos instantes finais, os jogadores portugueses não tremeram da linha de lance-livre, e seguraram, sem grandes sobressaltos, a vitória.
Portugal melhorou na luta das tabelas, venceu-a inclusive (36-33), sendo que 13 foram capturados no ataque. As percentagens e lançamento continuam a não ser famosas, mas existiu um aproveitamento muito mais eficaz da linha de lance-livre (15/20 – 75%).
Destaque para a exibição muito completa de Diogo Brito (24pts, 7R, 6A e 5RB), a contribuir em muitas áreas do jogo, bem como para a prestação de Ricardo Monteiro (17pts e 8R).
2º período desastroso impediu lutar pela vitória
Um resultado final que reflete um 2º período desastroso da formação portuguesa, já que nos restantes os comandados de André Martins mostraram-se sempre competitivos e mesmo superiores. Portugal termina esta fase com um confronto frente à Macedónia, agendado para esta quarta-feira, que irá decidir o 3º classificado do grupo.
O jogo começou de forma muito positiva para o conjunto luso, que no final do 1º período comandava o encontro (17-13). E nada levava a crer que até ao intervalo Portugal iria só converter um ponto e sofrer vinte e nove. Um parcial que em tempo de descanso (42-18) colocava a equipa nacional numa situação muito complicada.
No regresso dos balneários, e apesar de um maior equilíbrio e uma melhoria significativa, Portugal continuou a atrasar-se no resultado (15-21). Os últimos 10 minutos foram favoráveis à formação portuguesa (22-19), mas a diferença pontual que separava as duas equipas era expressiva e difícil de anular em tão pouco tempo.
A seleção portuguesa, embora tivesse estado bem no ressalto ofensivo (11), voltou a perder a luta das tabelas (23-28), e sentiu novamente dificuldades para acertar com o cesto (18/63 – 28.6%). Dos 23 triplos tentados apenas converteu 5 (21.7%), e nem da linha de lance-livre se mostrou muito eficaz (14/24 – 58.3%).
O melhor marcador de Portugal, com 10 pontos, acabou por ser Diogo Brito, a que juntou 3 ressaltos e 3 roubos de bola. Francisco Amiel (8pts, 4R e 3A) voltou a realizar uma exibição positiva, tal como Sérgio Silva (7pts e 4R).
SN Sub18 Vence Torneio Internacional da Póvoa de Varzim
Depois de no sábado ter vencido a seleção belga, no domingo a seleção realizou dois jogos, com Irlanda e Escócia respetivamente. Com a Escócia, uma entrada muito concentrada e determinada permitiu o controlo do jogo desde início, não permitindo à equipa Irlandesa muitas hipótese de se aproxima no marcador, chegando ao intervalo a vencer por 40×19.
Na segunda parte e fruto de um maior acerto ofensivo por parte do adversário, o jogo foi mais disputado, como indicam os parciais do terceiro e quarto períodos (22×15 e 21×20), não colocando em causa a vitória e a justiça da mesma.
No segundo jogo do dia, a seleção Belga suou para vencer a Escócia, 74×70, tendo o jogo sido decidido apenas no último minuto da partida.
No derradeiro jogo do torneio, que opôs as seleções de Portugal e da Escócia e perante uma boa moldura humana, assistiu-se a uma boa partida de basquetebol, em que uma boa entrada em jogo por parte da equipa nacional permitiu algum conforto no marcador, embora a seleção escocesa tenha conseguido várias aproximações no marcador. Os atletas lusos não se deixaram atemorizar, conseguindo sempre manter alguma distância no marcador, acabando por vencer por 74×61, conquistando assim o Torneio Internacional da Póvoa de Varzim.
Classificação:
1º Portugal
2º Bélgica
3º Escócia
4º Irlanda
Seleção termina estágio
A seleção terminou o estágio ontem, dia 18 com mais um jogo de preparação, desta feita com a Bélgica, tendo mais uma vez sido um jogo bastante disputado, com muita entrega de parte a parte, sendo que neste caso a vitória sorriu aos forasteiros por 57×65.
No final, o selecionador nacional, José Ricardo mostrava-se muito satisfeito pela forma como decorreu o estágio e o Torneio pois segundo ele “ mais uma vez tivemos boas condições e os atletas mostraram-se muito comprometidos com o trabalho” acrescentando que “ o Torneio foi bastante positivo, não só pelos resultados, mas principalmente porque permitiu à equipa técnica aferir o que está consolidado, bem como onde precisamos de insistir mais, para além de podermos ver os atletas num contexto de competição, pressão e em superação”.
Com o final do estágio o grupo ficou reduzido a 12 atletas, os quais representarão Portugal no Campeonato da Europa, tendo o atleta Ricardo Dias sido o preterido pela equipa técnica, a quem esta agradece todo o seu compromisso e entrega ao trabalho diário.
A seleção volta a concentrar-se dia 20 de Julho, novamente na Póvoa de Varzim onde realizará mais 8 sessões de trabalho até dia 23.
A Federação Portuguesa de Basquetebol agradece à Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e ao seu Gabinete de Deporto, ao Mapadi , ao Clube Desportivo da Póvoa, à E.S. Rocha Peixoto e ao Hotel Luso Brasileiro, as condições criadas, o apoio e colaboração prestada durante o estágio e o Torneio Internacional, contribuindo assim para que fosse mais uma importante etapa na preparação da Seleção Nacional Sub18 M.
Fotos: Fernando Novo
Nova vitória categórica das Sub 15 Fem
As Sub15 portuguesas bateram Cabo Verde Sub16 por claros 101-35, e ao cabo de três jornadas disputadas soma duas vitórias, sendo que ambas foram esclarecedoras. Na próxima 5ª feira Portugal, enfrenta São Tomé e Príncipe, estando marcado para o dia seguinte o jogo com Angola.
Portugal voltou a entrar forte, com uma intensa pressão hxh, causando muitos problemas às cabo-verdianas que nunca conseguiram impor o seu jogo. Esta quarta-feira é dia de folga, tendo a equipa portuguesa agendado um treino para as 17h00.
O sistema competitivo voltou a ser alterado esta segunda de manhã. Por votação da maioria dos países participantes não haverá jogo da final no dia 22 de Julho, ficando a classificação da competição definida após a realização da 5ª jornada.
Alinharam e marcaram: Mariana Carvalho (6 pontos), Filipa Cruz (8), Carolina Aguiar (4), Constança Almeida (2), Carolina Cruz (6), Marta Martins (12), Joana Lopes (10), Maria Luísa Silva (9), Marta Leite (4), Sara Guerreiro (9), Ana Teresa Faustino (19), Dilma Semedo (12).
Classificação no final da 3ª jornada:
1º Moçambique 3J 3V 0D
2º Portugal 3J 2V 1D
3º Angola 3J 2V 1D
4º Brasil 3J 2V 1D
5º Cabo Verde 3J 0V 3D
6º São Tomé 3J 0V 3D
Sub 16 masculinos já trabalham
Este fim de semana – 16 de julho – termina o primeiro ciclo de preparação iniciado no passado dia 3 de julho. Participaram 15 jogadores, submetidos a um regime de trabalho muito exigente que decorreu de forma bi-diária, e no qual se pretendeu criar as bases da formação de uma equipa para participação do próximo campeonato da Europa da Divisão B, de 11-20 de agosto em Sófia.
Esta primeira fase permitiu identificar um conjunto de limitações técnicas, táticas e atléticas que claramente são um entrave à capacidade para no momento, projetar o nível de jogo destas jovens gerações a um nível mais elevado. De entre este conjunto de limitações destacam-se três grandes questões que o futuro importa melhorar no trabalho com estas gerações de jogadores mais jovens: as enormes dificuldades no uso do passe, a questão do 1×1 ofensivo/defensivo que normalmente está relacionado com o uso exagerado do drible e uma ausência de jovens jogadores, independentemente das características morfológicas, que apresentem argumentos ofensivos de jogo interior.
Apesar disso deve registar-se a inexcedível dedicação e entrega dos jovens presentes nesta concentração e o compromisso com os valores da disciplina, concentração e intensidade que a dinâmica do trabalho procurou impor.
A próxima fase inicia-se já na próxima semana em Vieira do Minho e decorrerá desde o dia 18 a dia 24 deste mês de julho. Em Vieira do Minho a Seleção de Sub-16 fará um torneio de preparação com a Irlanda e a Bélgica que servirá para ter uma primeira ideia da capacidade de resposta da equipa no âmbito do confronto internacional.
Os jogadores que participaram nesta ação foram os seguintes:
Diogo Peixe (Setúbal)
Diogo Runge (Algarve)
Francisco Amarante (Porto)
Gustavo Teixeira (Porto)
João Guerreiro (Setúbal)
Lamine Banora (Lisboa)
Miguel Correia (Lisboa)
Miguel Reis (Aveiro)
Pedro Oliveira (Lisboa)
Pedro Portovedo (Braga)
Ricardo Neves (Lisboa)
Rodrigo Soares (EUA)
Ruben Nobre (Porto)
Tiago Peixe (Setúbal)
Vicente Jardim (Madeira)
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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