Artigos da Federaçãooo
Supertaça joga-se em Cerveira
A Supertaça de Portugal de basquetebol joga-se naquele espaço e coloca frente a frente as duas equipas que se destacaram na última temporada. O Benfica, que conquistou todos os títulos em disputa na época transata, e o BC Barcelos, equipa finalista da Taça de Portugal, vão medir forças num jogo marcado para as 18 horas, em Vila Nova de Cerveira, e em que a entrada é livre. A Supertaça de Basquetebol é uma organização conjunta da Federação Portuguesa de Basquetebol, Associação de Basquetebol de Viana do Castelo e do Município de Vila Nova de Cerveira.
Esta é uma competição de grande importância a nível mediático e que só é possível realizar no concelho de Vila Nova de Cerveira graças ao empenho do atual executivo em trazer eventos desportivos de qualidade nas mais diversas atividades, dando uso às infraestruturas existentes. Desde o início do ano que Cerveira tem apostado na vertente desportiva com a organização de várias atividades.
A Câmara Municipal salienta que o Pavilhão Multiusos é um complexo polivalente que precisa ser funcional e ganhar vida. Pela sua dimensão, este equipamento pode albergar atividades de grande envergadura, de forma a conciliar a capacidade do espaço com o interesse dos eventos para a comunidade local e dos Municípios vizinhos.
CD Torres Novas organiza torneio
A iniciativa, tem como objetivo marcar a abertura oficial da época desportiva (2015-2016) e promover a apresentação oficial das equipas que compõem os escalões de iniciação, formação e competição do CDTN/Basket.
Este evento do CDTN/Basket tem a particularidade de apresentar a equipa Sénior Feminina que participará no XVIII Campeonato Nacional da Liga Feminina, mas essencialmente dar nota da importância que a formação e as jovens atletas têm na vida do clube porque são elas o garante do futuro da modalidade. Prova disso é o número atletas que competem em todos os da modalidade: minis 8/10, sub-12, sub-14, sub-16, sub-19 e séniores.
Javier Hernandez Bello fecha o leque de preletores – Clinic ABP’15
Licenciado em Ciências da Atividade Física e Desporto é igualmente treinador superior (FEB).
No seu currículo destacamos o desempenho das funções de preparador físico na ACB desde 2000 e a colaboração com diversas seleções nacionais jovens de Espanha (SUB 16, SUB 18 e SUB 20), em diversos campeonatos da europa. Foi responsável por diversos programas de formação e é membro da Asociacion Española de preparadores físicos de baloncesto.
Esta ação está incluída no Programa de Formação de Treinadores da Federação Portuguesa de Basquetebol e está homologada pelo IPDJ para creditação, com o propósito de revalidação do Título Profissional de Treinador de Desporto (que “obriga” os Treinadores a participar no Programa Nacional de Formação de Treinadores, de forma a obter 10 UC em cinco anos).
Inscrição:
NOME COMPLETO:
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Treinadores Estagiários 15,00€
Restantes treinadores 40,00€
(50,00€ após 1 de Outubro)
Pagamento a efetuar por transferência bancária para:
NIB: 0007 0435 0001 0310 0000 2 – ASSOCIAÇÃO DE BASQUETEBOL DO PORTO
P.f. enviar os dados solicitados juntamente com o comprovativo de transferência bancária (digitalizado) para marketing@abp.pt
Torneio “Traz um amigo” foi um sucesso
Ena que eram tantas!! Pelas 9h30, as bolas começaram a bater no pavilhão do Olivais, pelas mãos dos mais pequenos, de entre o 4 aos 11 anos. Meninos e meninas foram vestindo-se de preto e branco, trazendo ao peito 80 anos de histórias, que agora continuam.
Os atletas olivanenses e os amigos que trouxeram para esta manhã especial, foram divididos em 6 equipas sob orientação dos treinadores mini do clube. Depois, foi só jogar e divertir. Pelo final da manhã, receberam a visita das atletas seniores femininas que também entraram em campo e divertiram-se com os mais pequenos.
O clube agradece a presença de tantos mini atletas, amigos, pais e treinadores e, claro, por terem tornado esta manhã tão animada. À equipa senior feminina do Olivais Coimbra também agradecer igualmente o carinho e a disponbilidade.
Estamos certos que esta será mais uma época de muitas aventuras. Que venha 2015/16. Porque o melhor Minibasquete é no Olivais FC Coimbra. Boa Época para todos!
Basquetebol algarvio marca presença em Espanha
O CF “Os Bonjoanenses" proporcionou as primeiras “internacionalizações” das suas equipas de Mini 8, Mini 10, Mini 12 e Sub 16 Masculinos e deu início a um conjunto de atividades e partilha de experiências internacionais que o clube pretende dar sequência, além das participações em torneios de clubes de outras associações. A comitiva de superou a centena de participantes entre treinadores, jogadores e familiares de jogadores que aproveitaram para prolongar o convívio depois o convívio, durante o almoço e tarde, na praia de La Bota.
Até ao final do ano será a vez das equipas do C.D. Baloncesto Huelva, visitarem a cidade de Faro para a continuação de uma relação que se prevê muito profícua, entre os dois clubes. R
Resultados: MINI 8 – C.D. HUELVA 22 : C.F. “Os Bonjoanenses” 16; MINI 10 – C.D. HUELVA 29 : C.F. “Os Bonjoanenses” 26; MINI 12 – C.D. HUELVA 56 : C.F. “Os Bonjoanenses” 22; SUB 16 M – C.D. HUELVA 44 : C.F. ”Os Bonjoanenses” 41
CB Tavira e Imortal BC participaram em Córdova no I Torneio Internacional de Baloncesto Feminino – "Córdoba Capital de La igualdad" no magnífico Pavilhão de Desportos Vista Alegre.
As equipas algarvias mediram forças nas meias-finais com o Addipacor (derrota do CB Tavira por 49-34) e com o Conquero (derrota do Imortal BC por 24-74) e disputaram depois o jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugar onde o CB Tavira venceu o Imortal BC por 47-33. Na final do torneio a equipa da casa Addipacor venceu o Conquero por 56-50.
De realçar a excelente organização e o facto de todas as equipas terem ficado alojadas no mesmo local, proporcionando-se o convívio sócio-desportivo entre participantes.
Vitória categórica
Ao bater a UD Oliveirense, por 76-48, os encarnados conquistaram mais um Troféu António Pratas, dando continuidade ao seu ciclo de provas conquistadas. A Oliveirense pagou caro a fatura de ter começado mal o 2º tempo, já que ao permitir que os atuais campeões nacionais aumentassem para vinte pontos a diferença pontual comprometeu em definitivo a conquista do troféu. Não merece contestação a vitória do Benfica, diante um adversário com pouco tempo de trabalho, e que nesta fase não tinha condições para contrariar as rotinas e a qualidade exibida pela equipa encarnada.
O SL Benfica mostrou desde o inicio do jogo que vinha com a lição muito bem estudada, fazendo do jogo interior a sua principal arma ofensiva. A Oliveirense começou a sentir problemas em controlar a sua tabela defensiva, a permitir segundos lançamentos, ou então ser castigada com lances-livres. E bastaram duas situações de contra-ataque bem aproveitadas pelos encarnados para que os campeões nacionais fugissem no resultado (15-4).
A Oliveirense dava-se mal com as sucessivas trocas defensivas, ou 2×1 no jogador com bola, por parte dos jogadores do Benfica, sobretudo porque o tiro de longa distância não entrava. Mas assim que os triplos começaram a cair, e foram dois consecutivos, o jogo equilibrou-se, mas sempre com o Benfica na frente (17-10). Os comandados de Carlos Lisboa mostravam-se mais eficazes ofensivamente, sobretudo porque eram mais pacientes e experientes a explorar as vantagens que tinham no ataque, e não mais perderam o controlo da marcha do marcador.
Do outro lado, a Oliveirense nem sempre soube procurar a melhor solução coletiva, dando azo a que sofresse alguns contra-ataques. Mas sempre que o conseguiu, através da circulação rápida da bola no ataque e penetrações, muito mérito para o seu base João Abreu, a Oliveirense conseguia equilibrar o jogo, e mostrava-se mais preparada para tentar parar o ataque encarnado. O intervalo chegava com o Benfica na frente por treze pontos de diferença (43-30), um resultado que deixava em aberto o jogo para a 2ª parte.
Muito mérito para o Benfica como foi capaz de tirar do jogo o norte-americano Ellisor (1ª parte em branco), retirando criatividade ao ataque da Oliveirense, tornando-o mais previsível e com menos soluções. Disso mesmo se ressentiu no recomeço da etapa complementar, já que esteve mais de 7 minutos sem fazer pontos, aproveitando o Benfica, mesmo sem estar igualmente bem no capitulo ofensivo, para se afastar ainda mais no marcador (52-30). No final do 3º período, os encarnados dispunham de uma vantagem de vinte pontos (57-37), e começava a desenhar-se a vitória da equipa orientada por Carlos Lisboa.
No último quarto, o conjunto de Oliveira de Azeméis continuou a revelar muitos problemas em acertar com o cesto, isto apesar da melhoria ofensiva, traduzida na criação de boas situações de tiro. Mas o Benfica não diminuiu a sua intensidade defensiva, obrigou a Oliveirense a cometer muitos erros, sobretudo na forma como atacou os bloqueios na bola e fechou as linhas de primeiro passe. Os dois treinadores aproveitaram para dar minutos a todos os jogadores, com o resultado final a fixar-se em 76-48 favorável ao SL Benfica.
O norte-americano Jeremiah Wilson (19 pontos e 13 ressaltos), com toda a sua versatilidade, atleticismo e qualidade ofensiva, confirmou que é um excelente reforço para o atual campeão nacional, bem acompanhado por Tomás Barroso, João Soares e Carlos Andrade, todos autores de 10 pontos.
O capitão João Abreu (9 pontos e 4 ressaltos), enquanto teve capacidade, foi o elemento desequilibrador no ataque da Oliveirense, não tendo contado nesta final com a habitual criatividade de James Ellisor (6 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências).
União Sportiva vence Trofeu Vitor Hugo
O jogo da final foi antecedido pela partida que decidia o 3º e 4º lugar onde o o Torres Novas venceu o Lousada por 99-98 em mais um jogo marcado pela emoção, numa excelente tarde de basquetebol feminino.
Uma final digna do nome, com emoção, equilibrio e bons momentos de basquetebol. O jogo começou com a nota de equilibrio que marcou a toada ao longo de todo o jogo e até aos instantes finais. Melhor, o U. Sportiva conseguiu nos primeiros 10 minutos o seu melhor momento e, consequentemente na passagem dos 7 minutos conseguiu a maior vantagem de todo o encontro (20-11). O ascendente açoreano manteve-se até ao final dos primeiros 10 minutos que chegou com 22-15 no placar.
O segundo parcial trouxe consigo a necessária reação do Quinta dos Lombos. Com um parcial de 10-4 nos primeiros 3,30 minutos após o recomeço, a equipa de José Leite chegou ao comando do marcador (25-26). Estava lançado um período em que o Sportiva não conseguia soluções no ataque e permitia que os Lombos liderassem. Todavia, a diferença nunca foi superior a 4 pontos e o intervalo chegava com 31-33 favorável à equipa de Cascais.
Ida aos balneários e, de novo, inversão na tendência do jogo. Era a vez das micaelenses reagirem e depois de tanto correrem atrás do prejuízo, conseguiam um empate a 39 à passagem da metade do período e com cerca de 7 minutos voltavam ao comando que manteriam até final do 3º período e que um lançamento no último segundo reduziu para apenas 6 pontos (51-45).
E um jogo assim só podia ter mais emoções. O decisivo parcial começou com 6 pontos consecutivos da Quinta dos Lombos e o Sportiva demorava a encontrar-se. Ricardo Botelho tudo tentou para as suas pupilas não "sairem" da partida mas o adversário estava forte e a menos de 3,30 minutos do final atingia a sua maior vantagem (53-61). Quem pensava que o jogo estaria decidido enganou-se. O União acordou e com uma ponta final bem conseguida, fez 10-2, chegou ao empate e levou o jogo para prolongamento (63-63).
Mais consistente, o União Sportiva começou melhor e conseguia alguma vantagem que a dois minutos do final era de 6 pontos (73-67). Chegava a hora do tudo ou nada para o Quinta dos Lombos. 4 pontos consecutivos colocavam o jogo a dois pontos com pouco mais de um minuto por jogar. Triplo açoriano a 50 segundos do fim e resposta com dois pontos logo de seguida. 40 segundos e posse para o União que não converteu e permitiu mais um ataque aos Lombos que precisavam de 3 pontos a 16 segundos do fim. E lá saiu o tão desejado triplo a 8 segundos do fim. E foi nos últimos segundos que uma penetração deu o troféu ao União Sportiva (78-76).
GDESSA supera Benfica
As duas equipas vencedoras somaram por triunfos os dois jogos disputados nesta fase, pelo que deixam boas indicações e sinais de melhorias na sua preparação. Se bem que há que ter em consideração, que ainda existem equipas a construir os respetivos planteis, pelo que não será aconselhável tirar ilações precipitadas sobre o que poderá ser esta temporada a LFB.
O confronto entre GDESSA e SL Benfica teve domínio alternado, ainda que tenha sido a equipa do Barreiro a estar na frente do marcador na quase totalidade do encontro.
No inicio do 2º tempo, a formação da margem sul chegou à vantagem máxima no encontro (42-28), mas o jogo estava longe de estar decidido. Bastaram 8.30 minutos para as encarnadas darem a volta ao marcador (52-51), ainda que tenha sido o GDESSA a entrar a vencer no derradeiro quarto (53-52).
As comandadas de Nuno Manaia abriram o 4º período com um parcial de 7-0, gerindo depois a vantagem pontual nos seis minutos que faltavam para o termo do encontro.
O domínio absoluto do GDESSA na luta das tabelas (42-20), sendo que conquistou mais ressaltos ofensivos (19) que o Benfica defensivos (14), foi determinante para o êxito da equipa do Barreiro.
Ladondra Johnson (20 pontos e 11 ressaltos) foi importante em todos os momentos do jogo, tal como Emilia Ferreira (15 pontos e 6 ressaltos), já Márcia Costa (15 pontos) esteve melhor nas ações ofensivas do GDESSA.
A dupla de estrageiras do SL Benfica, formada por Callan Taylor (20 pontos e 5ressaltos) Janeicia Neely (19 pontos), bem tentou um desfecho diferente do jogo.
Olivais leva a melhor sobre AD Vagos
Os minutos inicias do encontro foram marcados por alternâncias no comando do marcador, mas depois do empate a oito pontos, o Olivais assumiu em definitivo a liderança do encontro. A diferença pontual entre as duas equipas foi ganhando mais expressão com o avançar do jogo, até atingir, isto depois de um parcial de 7-0 favorável ao Olivais, o seu máximo de 50-32.
É certo que ainda faltavam quase 14 minutos para o final do encontro, mas tornava-se muito complicado para as vaguenses serem capazes de dar a volta ao marcador. Apesar de se ter batido muito bem na tabela ofensiva (14), e ter equilibrado nos pontos somados de dois e três pontos, as vaguenses foram superadas na conquista de idas para a linha de lance livre (10 vs 25).
As conimbricenses cometeram o dobro dos turnovers do seu adversário (18/9), conseguiram menos roubos de bola (4 vs 12), mas foram mais eficazes a lançar ao destaque, nomeadamente da linha de lance-livre (84%) de onde somaram 21 pontos.
A norte-americana Jasmine Crew (21 pontos, 12 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) foi importante em várias áreas do jogo, num jogo em que Joana Bernardeco (18 pontos e 4 assistências) se mostrou como uma base marcadora de pontos. Inês Veiga, autora de um duplo-duplo (11 pontos e 11 ressaltos), foi igualmente importante no triunfo do Olivais.
Sara Ressurreição, com 14 pontos, foi a mais concretizadora na equipa de Vagos, seguida de muito perto por Ana Fonseca (13 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) e Daniela Domingues (11 pontos e 5 ressaltos).
João Freitas será o preletor nacional presente no Clinic ABP’15
Na etapa inicial da sua carreira treinou vários escalões de formação, até chegar ao escalão sénior, tendo então (1991) conquistado o campeonato nacional da II Divisão em seniores femininos (Nacional da Madeira). Em 1996-97 foi treinador adjunto convidado da Universidade de Arizona (NCAA – USA) cuja equipa, nessa mesma temporada, viria a sagrar-se campeã NCAA Div. I. Mais tarde e depois de alguns anos como treinador adjunto do CAB Madeira (LCB) assumiu a função de treinador principal no clube durante 8 épocas tendo obtidos resultados e classificações relevantes das quais se destacam: uma Taça de Portugal (2011/12) e a presença na final da Liga Portuguesa de Basquetebol por duas vezes (2009/10 e 2012/13).
Na época passada efetuou um estágio com o Real Madrid Baloncesto, equipa que conquistou a Supercopa, a Copa del Rey, a Euroliga e foi ainda campeã ACB. Foi já preletor convidado em vários Clinics organizados em Portugal e partilhará a sua experiência e vivência angariada ao mais alto nível com os participantes do Clinic ABP ’15.
Esta ação está incluída no Programa de Formação de Treinadores da Federação Portuguesa de Basquetebol e está homologada pelo IPDJ para creditação, com o propósito de revalidação do Título Profissional de Treinador de Desporto (que “obriga” os Treinadores a participar no Programa Nacional de Formação de Treinadores, de forma a obter 10 UC em cinco anos).
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I Fórum Basquetebol – A.B. Algarve: “Preparar o Futuro”
Foram debatidos os três temas propostos (1. Valorização do Atleta e do Jogo; 2. Organização dos quadros competitivos e relação com o Desporto Escolar; 3. Sustentabilidade da modalidade) e apresentadas as propostas de treinadores, clubes e dirigentes visando o desenvolvimento futuro da modalidade na região do Algarve.
A abertura do Fórum foi realizada pelo Presidente da Assembleia Geral da AB Algarve – Tiago Toregão, Presidente da Direção da AB Algarve – Eduardo Cruz, Delegado Regional do Instituto Português do Desporto e Juventude – Luís Romão, Presidente da C.M. Olhão – António Pina e pelo Presidente da Junta de Freguesia de Olhão – Luciano Jesus. Os moderadores dos temas foram Jorge Brandão, Luís Viegas (Vice – Presidentes da AB Algarve) e Orlando Faustino (Diretor Técnico Regional / AB Algarve).
A A.B. Algarve agradece o contributo de todos os que apresentaram as suas propostas e a presença aos que estiveram no auditório da Junta de Freguesia de Olhão.
Nos detalhes poderá consultar as apresentações do I Fórum do Basquetebol Algarve.
SL Benfica vence clássico
O domínio encarnado acentuou-se na etapa complementar, fruto da melhoria da equipa na luta das tabelas, tal como o talento e a maior experiência do cinco base comandado por Carlos Lisboa. Mais importante que o resultado fica o regresso dos clássicos no basquetebol nacional, entre duas equipas com uma enorme margem de progressão e que prometem grandes duelos ao longo de toda a temporada. A final jogar-se-á este domingo, às 20.30 horas, com o encontro a merecer honras de transmissão na Bola TV.
Apesar de ser uma meia final, o jogo não fugiu às características de um encontro de inicio de época, com as duas equipas a somarem muitos turnovers, 19 no total da 1ª parte. Melhor a equipa do FC Porto na luta das tabelas, facto que lhe permitia mais posse de bola e segundos lançamentos, mas do lado contrário a melhor eficácia dos benfiquistas nos tiros de longa distância valeram-lhe algum ascendente durante a 1ª parte.
Os seis triplos convertidos pelos jogadores do Benfica em catorze tentativas (42.9%), foram decisivos para contrariar as alternâncias defensivas utilizadas pelos dragões, zona sempre que a bola era reposta em jogo no ataque encarnado, bem como uma das armas mais utilizadas para contrariar as situações de 2×1 na bola sempre que jogava bloqueio direto.
Nada que impedisse os azuis e brancos manter-se na discussão do jogo ao intervalo, perdia por seis pontos (30-36), essencialmente pelo seu bom desempenho na luta das tabelas, e os vinte pontos somados na área pintada, e com boa percentagem (10/15 – 66.7%).
Na 2ª parte, o FC Porto continuou a revelar alguma ineficácia no tiro de longa distância, e do outro lado, os benfiquistas passavam a liderar a luta das tabelas (25-21), batiam-se muito bem no ressalto ofensivo (15), e mostravam-se mais rotinados e experientes para jogar um jogo com esta carga emocional. A menos de três minutos do final do 3º período, o Benfica vencia por 52-35, dando a sensação que o jogo lhe fugia, mas Moncho López descobriu no banco soluções. Três triplos consecutivos, 2 de Ferran Ventura que saltou para o jogo, aproximavam os dragões no resultado (48-58), e foram a forma de contrariar a eficácia de Daequan Cook no tiro de longa distância.
A meio do último quarto mantinha-se o Benfica no comando, e por uma diferença nos dois dígitos (66-53), com os azuis e brancos a mudarem a sua estratégia defensiva na defesa dos bloqueios diretos, como forma de se tornarem mais agressivos e tentarem solucionar alguns problemas defensivos. Nos minutos finais, a par de alguma desorganização ofensiva dos portistas (muito coração), a qualidade e o talento individual das principais figuras do Benfica, Cook e Mário Fernandes em particular, acabou por segurar a liderança no encontro.
A experiência acumulada pelos jogadores encarnados, não só os que transitaram da época anterior, como os novos reforços, acabou por se determinante, se bem que não se pode exigir, nesta fase da temporada, à equipa do FC Porto coesão e rotinas quando ela está numa fase de crescimento.
O duo composto por Daequan Cook (20 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) e Jeremiah Wilson (17 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) provou que é reforço para os atuais campeões nacionais. O base Mário Fernandes (10 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola) fez uma jogo muito completo e foi importante na forma como comandou a equipa nos momentos finais do encontro.
Arnett Hallman (12 pontos, 3 assistências e 2 ressaltos) acabou por ser o melhor marcador do dragões, como resultado da melhoria da sua eficácia no tiro de três pontos. O norte-americano Nick Washburn (10 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola) esteve a bom nível na 1ª parte, embora tenha desaparecido um pouco no jogo no 2º tempo. Miguel Queiroz, autor de 11 pontos, acabou por ser dos mais produtivos na equipa azul e branca.
Oliveirense ganha dérbi
No jogo da meia-final, a formação de Oliveira de Azeméis bateu a Ovarense Dolce Vita por 84-74, aproveitando da melhor forma a vantagem pontual construída nos minutos finais do 1º tempo. Mérito para a forma como os comandados de José Ricardo Rodrigues conseguiram gerir na etapa complementar a diferença pontual, com a eficácia de lançamentos de curta e média distância a ser a base do sucesso da equipa.
O 1º período da meia-final ficou marcado pela elevada pontuação com as duas equipas a mostrarem uma elevada eficácia ofensiva. Começou melhor a Ovarense, parcial de 7-0, respondeu de imediato a Oliveirense que a meio do quarto empatava o jogo a 7 pontos. Os vareiros voltaram a estar de novo por cima no encontro, e voltam a conseguir fugir na marcha do marcador (19-11). Mas o domínio do jogo era repartido com os comandados de José Ricardo a conseguirem reduzir a diferença para três no final dos primeiros 10 minutos (20-23).
Os minutos iniciais do 2º período foram marcados por alternâncias no comando, e o jogo manteve fechado até aos 36-34 favorável ao conjunto de Oliveira de Azeméis. Até final da 1ª parte, e faltavam jogar quase 4 minutos, a Ovarense não somou mais pontos, situação bem aproveitada pela Oliveirense para disparar no marcador (48-34). O conjunto de Oliveira de Azeméis explorou com sucesso algumas situações de contra-ataque, bem como os bloqueios diretos com o norte-americano James Ellisor a conseguir tirar muitas vantagens para fazer pontos.
O descanso fez bem à equipa de Ovar, que surgiu na etapa complementar mais agressiva, a colocar mais problemas ao ataque adversário e a ser recompensada no outro lado do campo com pontos, algo que lhe faltara no final do 1º tempo. Depois de ter estado a perder por 39-54, um parcial de 10 colocou a formação de Ovar bem mais próxima do comando do jogo, quando ainda faltavam quase três minutos para o termo do período. Dois triplos consecutivos cortaram a seca de pontos da Oliveirense, e uma boa ação de 1×1 de João Abreu recolocou a diferença entre as duas equipas nos dois dígitos (62-51).
Obrigada a ter que correr atrás do prejuízo, a Ovarense apostava no aumento do ritmo de jogo, já do lado contrário, a Oliveirense tentava prolongar os seus ataques, na procura quase sempre do seu jogo interior. Uma estratégia que se justificava, até porque no inicio do período a percentagem de dois pontos da equipa da Oliveirense era de 82%. Mas não eram apenas os jogadores interiores a finalizar, já que as ações individuais de João Abreu, muito bem nesta fase do jogo, contribuíam para suster as tentativas de aproximação no resultado por parte da Ovarense. Os vareiros lutavam, mas os triplos não entravam, a eficácia da linha de lance-livre não era a melhor, e a defesa também não ajudava a mudar o rumo dos acontecimentos.
A Oliveirense somou 54 pontos no pintado, facto que contribuiu para a percentagem final de 78% de dois pontos, mas seriam os dois bases da equipa, João Abreu (21 pontos) e James Ellisor (17 pontos e 5 assistências), a brilharem na marcação de pontos.
Na equipa da Ovarense, o norte-americano Raven Barber foi o jogador que mais se destacou, tendo ficado a um ressalto de somar um duplo-duplo (20 pontos e 9 ressaltos). Jaime Silva, com 15 pontos, foi o segundo melhor marcador da equipa.
Félix Alonso – “Antes de mais parabéns à UDO, foram superiores à nossa equipa especialmente no 2º quarto onde conseguiram a diferença. Estivemos sempre a reboque e mesmo assim conseguimos chegar aos 5 pontos de diferença, mas eles conseguiram controlar. A sofrer 48 pontos na segunda parte é difícil ganhar.”
José Ricardo Rodrigues – “Concordo com as palavras do Félix. Mesmo quando a Ovarense subiu a defesa mantivemos o discernimento quando nos ameaçaram. O jogo decidiu-se pelas ações ofensivas e não defensivas. Jogámos serenos e marcámos muitos pontos no final do tempo de ataque, mas sempre a saber o que fazíamos. Foi o primeiro jogo que fizemos assim este ano e foi uma vitória justa.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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