Artigos da Federaçãooo
Olivais e CAB Madeira jogam primeira Meia-Final
Mais nos detalhes da notícia.
O Olivais Coimbra foi a primeira formação a garantir presença nas meias finais da Taça Federação da LFB, ao derrotar num jogo emocionante o GDESSA Barreiro por 55-59, no primeiro jogo da noite na Gafanha da Nazaré.
Foi uma partida marcada pelo equilíbrio, com o GDESSA a dominar as tabelas mas a ser penalizado pela baixa percentagem de lançamentos de campo. A equipa de Coimbra conseguiu ser mais forte na ponta final, segurar na defesa a última posse das barreirenses e a arrecadar assim a sua primeira vitoria na Taça Federação e a presença na meia-final.
Na segunda partida da noite no Pavilhão do GD Gafanha, o CAB Madeira entrou determinado e com um excelente primeiro período marcava distâncias nos 15 pontos (28-13). Nos segundos 10 minutos chegou a atingir a maior diferença (18 pontos) a um minuto do intervalo que chegaria com 41-25 favorável às madeirenses. A segunda parte trouxe um Sportiva empenhado em reduzir diferenças e, paulatinamente, foi aproximando-se no marcador. No final do 3º período a diferença era já de 10 pontos (57-47) e a partir daí o CAB conseguiu estancar a reação açoriana e manter vantagem perto da dezena de pontos.
Até final não mais as madeirenses permitiram veleidades e defrontarão o Olivais na primeira semi-final da Taça Federação, amanhã, pelas 15h30, no Pavilhão de Vagos.
Ambição presidiu à apresentação da Taça Hugo dos Santos
Veja o video integral da Conferência de imprensa em https://new.livestream.com/FPB-TV/events/3765050
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José Pinto Alberto, Diretor da LPB, evocando o General Hugo dos Santos, um homem de Oliveira do Hospital, anteviu uma prova recheada de qualidade e de grandes espetáculos. Já Luís Santarino, Presidente da AB Coimbra, destacou o papel da autarquia e do Sampaense no trabalho feito em prol da modalidade na região centro, não só ao mais alto nível mas também na formação, sendo estes eventos um reconhecimento desse esforço.
Mario Fernandes (Benfica), João Abreu (Oliveirense), Eduardo Coelho (Barcelos) e Rui Pereira (Vitória) foram os atletas que marcaram presença e afinaram pelo mesmo diapasão. O benfiquista quer alcançar o tri mas não esquece as dificuldades que os adversários colocarão em campo. Eduardo Coelho e Rui Pereira não esconderam a ambição da final e de uma eventual vitória, perevendo equilibrio e recordando a recente partida do campeonato. Também João Abreu mostrou o desejo de ultrapassar o Benfica e marcar presença na decisão para poder vencer o troféu.
“Continuar com a Taça Hugo dos Santos”
Os benfiquistas venceram as duas últimas edições disputadas em Oliveira do Hospital, mas para chegar ao jogo da final, Tomás Barroso alerta para o facto de o Benfica ainda ter pela frente um jogo complicado. “Somos detentores da Taça Hugo dos Santos e queremos este ano, continuar com o Troféu. Temos que estar muito concentrados para vencer a Oliveirense, pois não é uma equipa nada fácil.”
Sobre o adversário de sábado, o base encarnado reconhece-lhe valor, se bem que espere repetir o resultado do último jogo entre as duas equipas. “Tem jogadores de grande qualidade, mas esperemos que o desfecho seja o mesmo que foi no dia 10, com a vitória para nós. Vamos ter em conta todos os detalhes para ganhar a competição”.
Prémios da Liga Feminina
Final ABP Sub 20 Masculinos decide-se em Vila do Conde
A excelência de uma infra-estrutura desportiva como o Pavilhão de Desportos de Vila do Conde estará á disposição das equipas apuradas na eleição do próximo campeão distrital do escalão.
Esta Final ABP disputar-se-á num sistema competitivo por eliminatórias, no qual o vencedor do jogo final se constituirá como campeão. SC Vasco da Gama e Maia BC apresentam maior dose de favoritismo considerando os resultados evidenciados na I Fase do Campeonato Nacional de Seniores/Sub 20 Masculinos, prova que qualificou as equipas para este ponto alto ABP.
Como tem sido um hábito, esta iniciativa poderá ser acompanhada em directo, via LIVESTREAM, em INDOOR.pt e a estatística oficial – FIBA EUROPE STATS SUITE estará disponível on-line e em tempo real.
Fase Final Sub19F – Coimbra
A Associação Académica de Coimbra, (1º classificado) da I Fase soma por vitórias todos os jogos até agora realizados, seguido da ASSSCCantanhedense (2.º classificado) e Sporting Figueirense (3.º classificado) discutirão o respectivo título.
Em mais uma jornada que se antevê muito competitiva, todos estão convidados a estarem presentes em mais um momento alto distrital.
San Payo recebido por meia centena de Treinadores/ Professores em Faro
O pavilhão do S.C. Farense irá testemunhar uma das maiores presenças de formandos em iniciativas de formação contínua de treinadores da AB Algarve dos últimos anos! Estão de parabéns os Clubes, os Dirigentes e os Treinadores pela dinâmica atual da área do Minibásquete na região.
«Ganhar os três jogos»
O técnico quer revalidar o título mas para isso será necessário “níveis de concentração e atenção muito elevados”
A Quinta dos Lombos parte para esta competição com a ambição de repetir o êxito alcançado na última temporada, mas o experiente técnico José Leite tem consciência que são o alvo a abater e não existe margem para erro. “A ambição é de revalidarmos o título conquistado na época passada mas esta competição é dura, tudo se decide num jogo e, num dia de eventuais desacertos, facilmente podemos vir para casa mais cedo. Queremos ganhar os três jogos e para tal é necessário estar sempre bem no jogo, com níveis de concentração e atenção muito elevados.”
Quis o destino que as atuais campeãs nacionais defrontassem a equipa da casa na 1ª ronda da prova. Um adversário que por tradição coloca imensos problemas à formação de Carcavelos, e irá exigir o melhor da Quinta dos Lombos durante os 40 minutos. “O sorteio foi-nos ‘madrasto’, o Vagos é uma equipa bem organizada, com jogadoras experientes e que saberão aproveitar as nossas inconsistências. O facto de serem os organizadores da prova concede-lhes ainda a vantagem do fator casa, local onde este ano tivemos um dos jogos mais disputados até ao momento e precisamos de estar preparados para que isso aconteça novamente.”
José Leite em nada vai alterar o estilo ou a filosofia de jogo da Quinta dos Lombos, até porque os resultados estão à vista. “Vamos ter que refletir em campo aquilo que consideramos ser a nossa imagem como equipa, agressivas e fortes a defender com rápidas transições ofensivas impondo um ritmo elevado no jogo.”
O Pavilhão do INATEL no Cartaxo recebeu o
Aut. Basquetebol e Santarém Basket Clube.
Realizaram-se 6 jogos, com os seguintes resultados:
-001/04- AACartaxense -8 mista x Santarém BC- 8 mista – 24-2
-002/04- AACartaxense -10 mista x CDTN-OAB -10 mista – 28-4
-003/04- CDTN-OAB-8 mista x AACartaxense-8 mista – 12-6
-004/04- Santarém BC-8 mista x CDTN-OAB-10 mista – 0-58
-005/04- AACartaxense-10 mista x CDTN-OAB-10 mista – 34-10
-006/04- Santarém BC-8 mista x CDTN-OAB-8 mista – 2-20
O convívio contou ainda com a colaboração de 8 atletas dos escalões mais velhos do clube para arbitrar e fazer mesa e foi possível oferecer um pequeno lanche aos atletas e treinadores de todos o clubes.
Para finalizar teve a presença do Presidente da AB Santarém, Dr. Luís Sousa, que entregou a pulseira correspondente ao convívio, aos atletas participantes.
Apenas a lamentar a participação de poucas equipas no convívio, mas em contrapartida, os parabéns aos clubes, atletas, treinadores e pais pela postura que tiveram, fazendo com que fosse uma manhã bem passada, com muita alegria a jogar basquetebol, que é o principal nestes convívios.
«Somos equipa ambiciosa»
No último jogo com o BC Barcelos os vimaranenses venceram (tinham perdido os dois anteriores) e o jogador espera que a equipa utilize o mesmo “antídoto” este fim-de-semana.
O comportamento da equipa do Vitória no último jogo frente ao Barcelos, depois de duas derrotas nos confrontos anteriores, revela que foi descoberta solução para ultrapassar o adversário. “Pode-se dizer que nós criámos o ‘antídoto’, treinando as falhas que tínhamos cometido contra eles no início da época. E a diferença foi também partilharmos bastante mais a bola, o que facilitou o desenrolar do jogo.”
O resultado negativo averbado na jornada que antecedeu esta competição, deverá ter impacto positivo na equipa vimaranense, se bem que José Silva negue que tenha estado relacionada com algum tipo de trabalho específico de forma a preparar melhor a prova do próximo fim de semana. “Penso que esta derrota não podia vir em melhor momento porque vamos estar mais concentrados nas nossas tarefas e não iremos facilitar. Não foi consequência de um trabalho específico, porque nós definimos a estratégia jogo a jogo.”
O Vitória já revelou no passado ter uma queda muito especial para disputar provas com esta forma de disputa. “Nós trabalhamos para estar em todos os pontos altos da época. O formato pouco interessa; nós levamos cada jogo como uma final.”
Obrigar a jogar o Barcelos 5×5 em meio campo poderá ser a chave para o Vitória conseguir estar presente no jogo da final, embora, como é compreensível, José Silva não desvende a estratégia para este jogo. No entanto, sempre vá dizendo que cada jogo tem a sua história, e as estratégias podem ser alteradas ou modificadas no decorrer do encontro. “Não posso dizer que é isso que iremos fazer porque pode ou não fazer parte da estratégia do jogo. Mas estamos a trabalhar para eliminar os seus pontos fortes. E como já se sabe, não há jogos iguais, por isso sabemos que irá ser um jogo difícil.”
O Vitória tem continuadamente tentado aproximar-se do topo do basquetebol nacional, e para o extremo vitoriano esta temporada a equipa tem mais condições para discutir títulos. “Penso que este ano temos melhorias em todas a áreas, o que nos vai dar mais soluções no desenrolar dos jogos. Somos uma equipa ambiciosa, com garra e que quer vencer títulos.”
«Consistentes, comprometidos e motivados»
No confronto direto entre as duas equipas na presente temporada ainda levam vantagem (2-1), mas no último encontro foram claramente inferiores. Na sua opinião, foi um jogo atípico do Barcelos?
Em Barcelos habituámo-nos, desde sempre, a reconhecer os méritos de quem nos derrota e não nos incomoda o sucesso dos outros. Efetivamente, o Vitória foi muito melhor no último confronto e reconhecemos que a sua superioridade esteve mais relacionada com o que nos fizeram do que com aquilo que nós poderíamos ter feito.
Encontra explicações para terem sofrido um parcial de 33-10 no 1º período, e terem sofrido 66 pontos numa parte?
A explicação resume-se a um excelente desempenho defensivo do Vitória, que nos desequilibrou ofensivamente em muitas zonas do campo. Ao não conseguirmos atacar eficazmente, fomos à procura de soluções menos rotinadas que proporcionaram frequentes recuperações e contra ataques ao nosso adversário.
Foram surpreendidos por alguma novidade tática do Vitória?
A preparação do jogo previa um desempenho defensivo muito agressivo na bola por parte do Vitória e um ritmo elevado das suas opções ofensivas. Foi isso que aconteceu mas em nenhum momento sentimos ter o controlo da situação durante os primeiros dez minutos. Não foi qualquer novidade tática que nos surpreendeu mas sim a qualidade do desempenho do nosso adversário naquilo que sabíamos ser a sua intenção.
A defesa e o controlo da tabela defensiva são os dois aspetos decisivos para que depois possam explorar o contra-ataque e as transições ofensivas rápidas como tanto gostam de jogar?
O jogo de basquetebol tem imensas variáveis que constantemente nos fazem pensar naquilo que entendemos ser a melhor forma de abordagem de uma partida. Efetivamente, nós sentimo-nos confortáveis a defender e a correr para o ataque e na última partida até conseguimos fazê-lo nos primeiros minutos. Contudo, foi em ataque que nos desunimos e foi aí que perdemos o confronto com o nosso adversário e o controlo das nossas decisões.
O jogo exterior do Vitória é a sua principal arma ofensiva?
O Vitória tem jogadores que ocupam as posições exteriores que têm muito talento ofensivo. Nesta época, parece-me haver um maior contributo do seu jogo interior nas opções ofensivas. Não creio que as nossas preocupações defensivas devam circunscrever-se ao seu jogo exterior.
O facto de já terem disputado esta temporada uma fase final de uma competição faz com que estejam mais preparados para disputar esta Taça Hugo dos Santos?
O Basquete Clube de Barcelos vai na segunda presença consecutiva num ponto alto das competições organizadas pela Federação Portuguesa de Basquetebol. Obviamente que, para além do orgulho que sentimos nestas duas presenças, temos a noção de que o apuramento e disputa deste tipo de provas fazem de nós uma equipa mais bem preparada para estes momentos.
Acredita que o jogo será equilibrado até final? E o que poderá fazer a diferença nos momentos decisivos desta meia-final?
Temos a expetativa de realizar um jogo equilibrado e vencer de modo a podermos disputar a nossa segunda final. Sabemos também que do outro lado está um adversário com as mesmas intenções e que tem realizado uma excelente Fase Regular na Liga Portuguesa de Basquetebol. Teremos que ser consistentes, comprometidos e muito motivados se quisermos estar nesta competição até Domingo.
«Podia ter sido ainda melhor»
Terminar a 1ª volta num dos primeiros quatro lugares é um indicador que o desempenho da Oliveirense nesta fase regular está a ser muito positivo?
Certamente que sim. De ano para ano a maior parte das equipas tem feito alterações, como foi o nosso caso. Por isso, antes do início do campeonato, nunca sabemos a que nível estarão as restantes equipas. Por princípio, procuramos construir um grupo unido e estável para que possamos garantir as condições necessárias para continuar a competir no primeiro escalão e só depois delinear objetivos mais prometedores. Desta forma, terminar a primeira volta no 4º lugar foi uma classificação muito positiva mas, apesar de merecido, sentimos que poderíamos ter feito ainda melhor.
Marcar presença num ponto alto do calendário competitivo pode trazer vantagens para o que resta da temporada?
A Oliveirense é um clube histórico, habituado noutros tempos a estar presente nas diversas finais. Curiosamente, o último título conseguido pela Oliveirense antes do abandono em 2006 foi precisamente este troféu. A presença neste ponto alto do calendário dará de certa forma motivação para o que resta da temporada, mas também maior responsabilidade para continuar a melhorar.
Cruzarem-se com o SL Benfica na meia-final complica ainda mais a tarefa de discutir o troféu?
É uma eliminatória, ou seja, apesar de a equipa do Benfica ser categoricamente superior, tudo se resume a um jogo. Sabemos que com qualquer uma das outras equipas também seria certamente uma meia-final complicada, mas sim, respeitando o seu trabalho, reconhecemos a superioridade e a qualidade do Benfica.
No último confronto com os atuais campeões nacionais a equipa da Oliveirense não conseguiu ser competitiva. O que terá de mudar para que consigam discutir o jogo no próximo fim de semana?
De facto, não conseguimos ser competitivos no último jogo contar para o campeonato. O Benfica foi superior em todos os níveis de jogo e conseguiu limitar o nosso jogo baixando significativamente a nossa percentagem de concretização. É exatamente este aspeto que teremos de mudar. Temos de jogar o nosso jogo, ser mais agressivos e rigorosos ofensivamente e, principalmente, defensivamente.
Concorda que será importante manter o jogo fechado até final para aumentarem as vossas possibilidades de vencer a eliminatória?
Sim, indiscutivelmente. Neste tipo de jogos, tudo pode acontecer. Mas para manter acesas as nossas esperanças temos de continuar com o jogo equilibrado até ao fim.
É indiscutível o potencial ofensivo da equipa do Benfica. Ainda assim, acha que será mais complicado equilibrarem a luta das tabelas e condicionar o sucesso do jogo interior do Benfica?
Considero que tudo depende da forma como abordamos o jogo estratégica e emocionalmente. É uma equipa com qualidade acima da média em diversos aspetos de jogo, mas penso que podemos condicionar muitos dos seus pontos fortes, o que, principalmente, depende só de nós. Equilibrar a luta das tabelas é importante em todos os jogos, sobretudo na nossa, para não permitir segundos lançamentos.
Quais terão que ser as principais armas da Oliveirense de forma a poder estar presente na final de domingo?
Penso que, principalmente, teremos de condicionar o jogo do Benfica e conseguir que joguem de forma diferente a que estão habituados. Como referi, só depende de nós. A forma como abordamos o jogo será também muito importante.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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