Artigos da Federaçãooo
Falta de eficácia das portuguesas explicam a derrota
A derrota com a Grã -Bretanha pode ter comprometido os objectivos da selecção lusa, embora matematicamente ainda continuemos a depender apenas de nós próprios. A pressão está pois do nosso lado e cada jogo que falta é uma final.
Não entrámos bem no jogo (4-0 para a Grã-Bretanha) mas a pouco e pouco fomos assentando jogo para terminar o 1º quarto (8-15) na frente. No 2º período (16-13) a eficácia de lançamento das nossas representantes continuava a ser a principal pecha, com as adversárias a reduzirem o prejuízo para 4 pontos (24-28) quando se atingiu o intervalo.
No 3º quarto (17-12), as britânicas ganhando a luta de ressaltos (39-28), à medida que os minutos se escoavam mostravam-se mais confiantes e conseguiram a reviravolta (41-40) graças a 2 lances livres de Hannah Peacock , já no minuto 30. A ineficácia lusa nos tiros do perímetro (0/9) era desesperante, pese embora os poucos erros cometidos (19-6 turnovers).
No último período (17-17) Portugal voltou a reentrar mal na partida, tendo consentido um parcial de 7-0, com Monakana e Green a facturarem (48-40 no minuto 34). O desconto de tempo pedido por Eugénio Rodrigues aos 46-40 (minuto 32) acabou por surtir efeito quase a expirar o minuto 34, quando Laura Ferreira, da linha de lance livre deu o mote para um parcial de 4-15 que permitiu primeiro o empate (50-50), com Inês Viana a concluir um lance de contra-ataque no minuto 37, que motivou a paragem do cronómetro por parte do treinador inglês. Foi ainda no mesmo minuto 37 que caiu o único triplo das portuguesas, por intermédio de Joana Soeiro, a recolocar Portugal na liderança (52-53), após assistência de Inês Viana, que logo de seguida ampliou para 52-55. Foi altura de a Grã-Bretanha pedir mais um desconto de tempo, com 2 minutos e meio para jogar, com resultados práticos, pois no primeiro ataque a possante Green igualou (55-55) numa jogada de 2+1. Foram da autoria de Whitney Allen os pontos (um lance livre e um duplo), este a 3 segundos do termo, que deram a vitória (58-57) à Grã-Bretanha, depois de Laura Ferreira ter feito 56-57 no minuto 39. A última chance para as nossas cores ainda foi objecto de jogada estudada no derradeiro desconto de tempo, pedido pelo treinador luso, mas nada resultou. O jogo caíra para as britânicas, pela diferença mínima.
Resultado: Grã-Bretanha 58-57 Portugal
Destaque nas vencedoras para a dupla interior formada por Cheridene Green, MVP da partida (19,0 de valorização) ex-aequo com Chelsea Guimarães, ao conseguir um duplo-duplo (10 pontos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e 4 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres) e Janice Monakana (14 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres). Foram bem acompanhadas por Hannah Peacock (8 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres) e Whitney Allen (5 pontos, 2/2 nos duplos, 4 ressaltos ofensivos, 4 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres).
Na selecção portuguesa a mais valiosa foi a poste Chelsea Guimarães (também 19,0 de valorização) ao somar 6 pontos, 13 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 1 desarme de lançamento, logo seguida da base Inês Viana (12 pontos, 6/12 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos, 4 assistências, 3 roubos e duas faltas provocadas).
Em termos globais o triunfo britânico deveu-se basicamente à sua maior eficácia nos lançamentos de campo (41%-30%), com realce para os duplos (47%-36%), aliado à superioridade nas tabelas (50-35 ressaltos), nomeadamente na tabela defensiva (38-18). Além disso as britânicas também foram mais colectivas (16-19 assistências) e foram mais vezes à linha de lance livre (16/20) contra 10/12, fruto do maior número de faltas provocadas (17-16).
Por seu turno Portugal ganhou a tabela ofensiva (12-17 ressaltos), cometeu menos erros (28-9 turnovers) e roubou mais bolas (2-10). A grande pecha foi na realidade a falta de eficácia nos lançamentos, pois teve mais 27 posses de bola que o adversário (49-76 em lançamentos de campo).
Ficha de jogo
Universiada Hall, em Sófia (Bulgária)
Grã-Bretanha (58) – Whitney Allen (5), Megan Lewis (3), Shequila Joseph (6), Janice Monakana (14) e Cheridene Green (10); Harriet Ottewill-Soulsby (3), Claire Paxton, Jay-Ann Bravo-Harriott (2), Hannah Peacock (8), Sarah Thomson (1) e Melita Emanuel -Carr (6)
Portugal (57) – Inês Viana (12), Joana Cortinhas (4), Laura Ferreira (11), Nádia Fernandes e Maria Kostourkova; Chelsea Guimarães (6), Joana Soeiro (10), Joana Canastra (4), Josephine Filipe (6), Cesária Ucalam e Mafalda Guerreiro (4)
Por períodos: 8-15, 16-13, 17-12, 17-17
Árbitros: Sinisa Herceg (CRO), Nebojsa Kovacevic (GER) e Milen Tsvetkov (BUL)
Outros resultados da 5ª jornada:
Israel 89-57 Roménia; Hungria 68-44 Lituânia
Amanhã Portugal defronta a Bulgária (16H15 portuguesas) numa partida muito importante para as aspirações lusas, pois trata-se de um adversário directo que tem pretensões à subida. Quem perder fica sem hipóteses de continuar a sonhar.
II Torneio Internacional Cidade da Covilhã / UBI (5ª e 6ª feira)
O Torneio Internacional que vai na sua 2ª edição conta este ano, para além das duas selecções lusas, com as congéneres da Eslovénia (Sub-18) e da Dinamarca (Sub-16), ambas a militar na Divisão A, tal como as nossas. Cabe-nos pois uma palavra de agradecimento ao Reitor da Universidade da Beira Interior e ao Presidente da AB Castelo Branco pelo apoio e colaboração mais uma vez prestados, bem como à autarquia covilhanense que oferece os troféus relativos ao torneio. Bem hajam.
A chegada das selecções estrangeiras está prevista para o final da tarde/princípio da noite de hoje. As selecções lusas já treinaram ontem, após a chegada, no pavilhão principal da UBI.
Amanhã realizam-se dois jogos particulares, extra-torneio, entre as selecções de cada escalão, a partir das 19H00 (Portugal-Dinamarca, em Sub-16) e a partir das 21H00 (Portugal-Eslovénia, em Sub-18).
Calendário do Torneio Internacional:
5ª feira (dia 10)
19H00 Portugal Sub-16 – Eslovénia Sub-18
21H00 Portugal Sub-18 – Dinamarca Sub-16
6ª feira (dia 11)
19H00 (3º/4º lugares) Jogo entre os vencidos da véspera
21H00 (Final) Jogo entre os vencedores da véspera
Listagem de convocadas (Sub-18)
Beatriz Jordão (ND Pombal), Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres), Carolina Gonçalves (S. Algés D.), Catarina Rolo (CPN), Emília Ferreira (GDESSA), Francisca Meinedo (CPN), Gabriela Noivo (SC Braga), Lizanny Brito (S. Algés D.), Maianca Umabano (GDESSA), Mª Inês Santos (CRCQ Lombos), Sara Moreira (CPN), Simone Costa (S. Algés D.), Sofia Almeida (CPN) e Susana Lopes (SC Coimbrões)
Responsáveis
Mariana Kostourkova (seleccionadora)
Ana Margarida Faria (treinadora adjunta)
Nuno Manaia (secretário)
Ana Simões (fisioterapeuta)
José Tolentino (dirigente)
Listagem de convocadas (Sub-16)
Ana Carolina Rodrigues (SIMECQ), Ana Rua (Carnide Clube), Beatriz Alves (ND Pombal), Catarina Miranda (CPN), Constança Neto (SIMECQ), Helena Pinheiro (CD Póvoa), Eliana Cabral (Montijo BB), Jessica Garcia (ES Amadora), Mariana Silva (Rio Maior Basket), Margarida André (S. Algés D.), Marta Vargas (SL Benfica), Mª Leonor Nunes (CAB Madeira), Susana Carvalheira (SC Braga) e Tess Santos (S. Algés D.)
Responsáveis
Ana Catarina Neves (seleccionadora)
Agostinho Pinto (treinador adjunto)
João Janeiro (secretário)
Nádia Palongo (fisioterapeuta)
Manuel Barbosa (dirigente)
Diferença de argumentos foi visível na 2ª metade (44-7)
Ainda que o confronto tenha sido com a equipa mais fraca de todos os 10 participantes na competição, o certo é que as norueguesas deram muito boa réplica na 1ª metade (30-25 a favor de Portugal), acabando por quebrar de forma bastante acentuada na etapa complementar (44-7), números que na realidade espelham a diferença de argumentos de uma e outra equipa.
Resultado: Portugal 74-32 Noruega
Destaque no seleccionado luso para a prestação da base e capitã Inês Viana, MVP do encontro (26,5 de valorização), ao contabilizar 11 pontos, 4/5 nos duplos, 1/2 nos triplos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 7 assistências e 4 roubos. Foi bem secundada por Nádia Fernandes (4 pontos, 12 ressaltos sendo 3 ofensivos e 4 roubos) e Joana Cortinhas (15 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres). Bons contributos ainda de Joana Soeiro (4 pontos, 4 assistências e 3 roubos), Laura Ferreira (14 pontos e 4 ressaltos sendo 1 ofensivo), Joana Canastra (10 pontos, 2/4 nos triplos e 3 assistências) e Josephine Filipe (10 pontos e 2/4 nos triplos).
Na selecção da Noruega as mais valiosas foram a base Stine Austgulen (14 pontos, 2/2 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada) e a extremo/poste Signe Kyrkjebo (7 pontos, 5 ressaltos defensivos, 3 assistências e 1 roubo).
Em termos globais o êxito das nossas representantes assentou basicamente no ganho das tabelas (44-28 ressaltos), tanto na tabela defensiva (30-25) como na ofensiva (14-3), na maior eficácia quer nos duplos (41%-29%) quer nos triplos (36%-30%), no maior colectivismo (19-10 assistências), no menor número de erros cometidos (10-24 turnovers) e ainda por ter roubado mais bolas (17-3).
Ficha de jogo
Universiada Hall, em Sófia (Bulgária)
Portugal (74) – Inês Viana (11), Joana Canastra (10), Laura Ferreira (14), Nádia Fernandes (4) e Maria Kostourkova (1); Joana Soeiro (4), Chelsea Guimarães (1), Joana Cortinhas (15), Josephine Filipe (10), Cesária Ucalam (2), Mafalda Guerreiro e Inês Veiga (2)
Noruega (32) – Christina Muren (3), Stine Austgulen (14), Kristine Lindholm, Signe Kyrkjebo (7) e Vilde Tveito (6); Siri Granheim (2), Kristine Nyegaarden, Ranniveig Gjesdal, Fredrikke Hylen e Teuta Haxhimehmedi
Por períodos: 16-18, 14-7, 21-2, 23-5
Árbitros: Andrada Monika Csender (ROU), Charalampos Karakatsounis (GRE) e Igor Demenkov (RUS)
Outros resultados:
3ª jornada – Roménia 42-61 Lituânia; Grã-Bretanha 70-75 Bulgária
4ª jornada – Alemanha 69-58 Grã-Bretanha ; Bósnia e Herzegovina 72-51 Israel, Lituânia 74-71 Bulgária; Roménia 41-82 Hungria
Alemanha e Lituânia são as únicas equipas invictas. Portugal reparte a 3ª posição com 3 vitórias e uma derrota, a par da Bulgária e Hungria. Portugal tem amanhã um jogo decisivo para as suas aspirações, contra a Grã-Bretanha (09H30 portuguesas). Não tanto pela carreira porque as britânicas já perderam 3 jogos, mas fundamentalmente porque é uma equipa muito física, fortíssima no jogo interior (foi medalha de prata em Strumica, há 2 anos, quando Portugal subiu à Divisão A, em Sub-18).
Estágio de Basquetebol de Almada
A equipa portuguesa já está em Sarajevo
O primeiro jogo de Portugal neste Campeonato da Europa realiza-se na quinta-feira, dia 10 de Julho, pelas 17.30h frente à equipa do Chipre.
Torneio do CAB – Dia 6
No dia de sábado, ficaram definidos os vencedores do Torneio e, de acordo com a estatística, foram também identificados os melhores jogadores da prova em cada escalão.
Aqui identificamos os grandes vencedores:
Sub-14 Feminino:
Vencedor: CAB
MVP: Sara Spínola
Sub-14 Masculino:
Vencedor: CAB
MVP: Francisco Freitas
Sub-16 Feminino:
Vencedor: CAB
MVP: Maryam Chermiti
Sub-16 Masculino:
Vencedor: CAB
MVP: Tiago Oliveira
Em balanço, a equipa da casa foi a grande vencedora da actual edição do evento, facto que afirma a qualidade da Formação dos Amigos, já reconhecida pela Federação com o Estatuto de Clube Formador. O CAB venceu todas as quatro finais que disputou, arrecadando todos os troféus colectivos. Nos troféus individuais, os atletas do CAB também dominaram a prova, sendo eleitos melhores jogadores de todos os escalões da prova.
As equipas e atletas que mais se evidenciaram foram distinguidos na Cerimónia de Encerramento, que decorreu no ambiente convidativo e intimista do restaurante ‘Bull Dog’, bem perto da linha do mar. Foi o ponto final ideal de uma semana de actividades que trouxe alegria e satisfação às centenas de pessoas (entre atletas, treinadores, encarregados de educação, funcionários, ‘staff’ e dirigentes) que participaram em mais este evento do CAB.
Em conclusão, a Organização do Torneio e a Direcção do CAB expressam o seu mais sincero agradecimento a todos os que participaram no torneio e a todos os que tornaram possível este grande evento. Graças à colaboração de um grande número de pessoas, o XVII Torneio do CAB foi um sucesso, que certamente ficará na nossa memória.
Até p’ró ano!
Geração 2002 – Mini 12 AB Algarve
Pela terceira vez consecutiva conseguimos trazer a Paços de Ferreira um conjunto de jovens que estiveram ao nível do que é exigido aos participantes neste grandioso evento, no que se refere ao respeito e estimulação dos princípios da universalidade e da igualdade, da ética desportiva, nomeadamente no desenvolvimento de um são espírito desportivo e de tolerância.
Quarto inicial demolidor (0-19) arruma a questão
Acabou por ser um jogo sem história, com as nossas representantes a gerirem a vantagem amealhada (9-34 ao intervalo) e o seleccionador luso a rodar o banco, utilizando todas as jogadoras à sua disposição. A selecção israelita lutou muito como é seu timbre, mas a diferença de argumentos era acentuada.
Resultado: Israel 39-64 Portugal
Destaque na selecção portuguesa para a prestação de Maria Kostourkova, MVP da partida (24,0 de valorização), ao somar 16 pontos, 5/7 nos duplos, 7 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 roubo e 5 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Inês Viana (9 pontos, 2 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Joana Cortinhas (6 pontos, 8 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 1 desarme de lançamento).
Na equipa de Israel a mais valiosa foi Yordan Danan (14 pontos, 4/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 1 roubo), logo seguida de Mariam Hannoun (8 pontos, 1/1 nos triplos, 9 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres) e da base May Dayan (9 pontos, 3/4 nos duplos, 3 ressaltos defensivos, 2 roubos e duas faltas provocadas).
Em termos globais, a vitória de Portugal assentou fundamentalmente no ganhar das tabelas (30-50 ressaltos), tanto a tabela defensiva (22-28) como a ofensiva (8-22), na maior eficácia nos lançamentos de campo (26%-31%) nomeadamente nos duplos (20%-42%), no maior colectivismo (2-8 assistências), no menor número de erros cometidos (22-17) e por ter provocado mais faltas (9-23), falhando apenas 5 de 28 lances livres (82% de eficácia) contra 7/7 (100%) do adversário. Israel só se superiorizou nos tiros do perímetro (40%-13%) ao converter 6 triplos em 15 tentados enquanto as portuguesas só acertaram 3 em 23 tentativas.
Ficha de jogo
Universiada Hall, em Sófia (Bulgária)
Israel (39) – May Dayan (9), Nof Kedem (4), Dror Myburgh, Annette Snow (2) e Eden Cohen ; Mariam Hannoun (8), Yarden Danan (14), Hadar Levi (2), Shahd Abboud e Hilah Honig
Portugal (64) – Inês Viana (9), Joana Canastra, Laura Ferreira (7), Nádia Fernandes (6) e Maria Kostourkova (16); Joana Soeiro (3), Chelsea Guimarães (4), Joana Cortinhas (6), Josephine Filipe (5), Cesária Ucalam (4), Mafalda Guerreiro (4) e Inês Veiga
Por períodos: 0-19, 9-15, 17-16, 13-14
Árbitros: Sinisa Herceg (CRO), Per-Kristian Larsen (NOR) e Peter Papp (HUN)
Outros resultados da 3ª jornada:
Hungria 70-67 Bósnia e Herzegovina
Noruega 23-72 Alemanha
Amanhã é o 1º dia de descanso para todos os participantes. Portugal joga na 2ª feira com a Noruega (09H30 portuguesas).
8ª Edição do Torneio “O Farol”
È o momento em que se prepara a despedida. Com mais 12 jogos disputados a um bom nÌvel basquetebolÌstico, os atletas demonstraram que a volta do basquetebol as vitórias não são apenas os resultados, pois muitas mais coisas de grande importância são ganhas, ainda mais neste grande torneio que, mais uma vez, foi felicitado por todos os que durante este fim-de-semana se deslocaram ao complexo desportivo da Bataria.
Torneio em Esposende
A equipa prepara a participação no Campeonato da Europa, Divisão B, do escalão.
Para além da nossa Seleção, participam no evento as equipas da Holanda, Bélgica e Panamá. Eis o calendário da prova:
10 de julho
20h15 – Portugal-Holanda (particular)
11 de julho
19h00 – Holanda-Panamá
21h00 – Portugal-Bélgica
12 de julho
16h00 – Holanda-Bélgica
18h00 – Portugal-Panamá
13 de julho
9h30 – Panamá-Bélgica
11h30 – Portugal-Holanda
14 de julho
16h00 – Portugal-Bélgica (particular)
Paralelamente a este evento, vai decorrer o 2º Torneio 3×3, nos dias 13 e 14. No primeiro dia entre as 13h00 e as 15h00; no segundo entre as 14h30 e as 17h00. A inscrição custa 10 euros por equipa.
Torneio do CAB – Dia 5
As expectativas que rodeavam os jogos do quinto dia eram especiais, pois dos mesmos iriam emergir os finalistas para os quatro escalões em competição.
Num ambiente electrizante, quer pelo significado especial dos jogos em disputa, quer pelo entusiasmo que tem estado subjacente a mais esta edição do Torneio, os jogos decorreram dentro dos parâmetros da competição leal, a qual dignificou, não só o evento, mas também todo o basquetebol.
Resultados de hoje:
17:00 | S14F | CAB x Canicense: 58-26
17:00 | S14F | FF x Galo S16F: 31-38
18:30 | S16F | CAB x CAB S14M: 53-67
18:30 | S16F | Sel. Açores x CAB S24F: 23-82
20:00 | S16M | CAB x FF S18M: 71-62
20:00 | S16M | FF x Atómicos: 61-53
Calendário das finais – sábado, 5 de julho:
10:30 | S14M | CAB x F. Franco | Campo Central
Jogo exibição Trissomia XXI
12:30 | S14F | CAB x F. Franco | Campo Central
15:30 | S16M | CAB x F. Franco | Campo Central
Jogo exibição Cadeira de Rodas
17:30 | S16F | CAB x Sel. Açores | Campo Central
21:00 | Cerimónia de Encerramento – Bar/Restaurante Bulldog
Hungria foi mais forte na etapa complementar
As diferenças pontuais foram sempre curtas e Laura Ferreira empatou a partida (37-37) com um triplo em cima da buzina para o descanso.
No 3º período (6-11) a selecção magiar conseguiu limitar o ataque luso, ganhando assim uma vantagem de 5 pontos (43-48) ao cabo de 30 minutos jogados.
No último quarto (17-21) a Hungria ampliou primeiro a diferença para 7 (51-58) com um triplo de Fruzsina Fejes (acabou com 2/2 da linha dos 3 pontos) e logo a seguir, no mesmo minuto 34, um duplo da extremo/poste Amadea Szamosi, uma das húngaras mais influentes, a par da poste Judit Barnai, dilatou para 9 pontos (51-60). A reacção das comandadas de Eugénio Rodrigues não se fez esperar, tendo reduzido para 59-63, numa iniciativa de Chelsea Guimarães, no minuto 38, na sequência de assistência de Inês Viana. Mas as húngaras mais confiantes e consistentes não deixaram escapar o triunfo no tempo restante.
Resultado: Portugal 60-69 Hungria
Destaque nas vencedoras para a dupla interior formada por Judit Barnai, MVP do encontro (20,5 de valorização) ao contabilizar 14 pontos, 7/10 nos duplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas e Amadea Szamosi (19,0 de valorização) que somou 17 pontos, 7/10 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres.
No seleccionado luso a mais valiosa foi Laura Ferreira (18,0 de valorização), ao anotar 18 pontos, 3/8 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e 8 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres. Foi muito bem acompanhada por Chelsea Guimarães (8 pontos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 desarmes de lançamento) e Inês Viana (9 pontos, 1 ressalto defensivo, 6 assistências, 1 roubo e 8 faltas provocadas com 9/10 nos lances livres).
A vitória da Hungria justifica-se pela maior eficácia nos lançamentos de campo (33%-47%), repartidos pelos duplos (34%-45%) e pelos triplos (31%-67%), com ambas as equipas a converterem 4 triplos, as húngaras em 6 tentados enquanto as portuguesas precisaram de 13 tentativas. Nos restantes indicadores houve muito equilíbrio: total de ressaltos (35-35), com vantagem lusa na tabela ofensiva (14-10) e húngara na tabela defensiva (21-25); assistências (16-14); turnovers (17-15); roubos (9-10) e faltas provocadas (19-21). Portugal superiorizou-se nos desarmes de lançamento (4-1) e na linha de lance livre (86%-72%), ao falhar apenas 3 em 21 tentativas enquanto o adversário desperdiçou 5 em 18 tentados.
Ficha de jogo
Universitas Sport Hall
Portugal (60) – Inês Viana (9), Joana Canastra (5), Laura Ferreira (18), Nádia Fernandes (2) e Maria Kostourkova (6); Joana Soeiro, Chelsea Guimarães (8), Joana Cortinhas, Mafalda Guerreiro (6), Cesária Ucalam (2) e Josephine Filipe (4)
Hungria (69) – Dora Nagy (9), Fanni Szabo (11), Vivien Raus (2), Regina Pap e Amadea Szamosi (17); Klaudia Papp (2), Agnes Gorjanacz, Judit Barnai (14), Fruzsina Fejes (8) e Zsuzsa Studer (6)
Por períodos: 17-16, 20-21, 6-11, 17-21
Árbitros: Emilio Perez (Espanha), Andrada Monika Csender (Roménia) e Alija Ferevski (Macedónia)
Outros resultados:
1ª jornada: Israel 62-91Bulgária; Noruega 32-47 Grã-Bretanha
2ª jornada: Bósnia e Herzegovina 112-53 Roménia; Alemanha 66-48 Israel; Bulgária 73-53 Noruega; Lituânia 60-58 Grã-Bretanha
Bulgária, Alemanha e Lituânia ainda não perderam.
Amanhã (sábado) Portugal joga com Israel a partir das 09H30 portuguesas. No domingo é o 1º dia de descanso. A competição reata-se na 2ª feira (4ª jornada) com Portugal a defrontar a Noruega, a partir das 09H30 portuguesas.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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