Artigos da Federaçãooo

Vitória na estreia do Europeu de Sub-18 Masculino

Portugal teve o mérito de ter sido capaz de correr atrás do prejuízo, se bem que, pode e deve, fazer melhor em alguns capítulos do jogo. É sempre importante e moralizador começar a vencer uma competição, mas fica o aviso dado que a margem para relaxar é muito pequena. Os comandados de Carlos Seixas entraram em campo desconcentrados e longe dos objectivos pretendidos pela equipa.

Incapazes de parar as penetrações adversárias, em especial do atleta Yauheni Beliankou (26 pontos e 10 ressaltos), e com uma percentagem de lançamentos muito baixa, cedo se começava a desenhar um cenário bastante complicado para as aspirações lusas. No fim da primeira parte Portugal perdia, por 27-39.No entanto, a ida ao balneário parece ter trazido novo folgo ao colectivo luso, que entrou na segunda parte decidida a discutir o resultado.Com uma defesa mais intensa, e o tiro exterior a começar a cair, paulatinamente os comandados de Carlos Seixas foram-se aproximando no marcador. Portugal demonstrou um desejo enorme de vencer, conseguindo transpor para dentro de campo a garra que deve caracterizar sempre a equipa nacional. Nos momentos decisivos, Portugal foi feliz no tiro de longa distância, foi capaz de arriscar defensivamente, obrigou o adversário a cometer muitos erros no ataque, conseguindo levar o jogo para tempo extra. Isto apesar de ter tido ainda uma posse de bola para decidir o jogo a seu favor no tempo regulamentar. No final do jogo, empate a 61 pontos, pelo que houve necessidade de se disputarem 5 minutos de prolongamento. Aqui os jovens lusos demonstraram maior frescura física, fruto da gestão da utilização dos atletas, tendo conseguido levar por vencida a equipa da Bielorrússia. Nota para a capacidade com que os jovens Portugueses tiveram para “ir atrás do resultado”, ficando mais uma vez patente a importância de se entrar focado, numa competição onde todos os erros têm um preço muito elevado. Destaque para as exibições de Pedro Meireles, estreia em Campeonato da Europa, autor de 18 pontos, 4 ressaltos, 5 roubos de bola e Luís Câmara 19 pontos, 5 ressaltos.Também jogaram por Portugal:Krassimir Pereira – 4 pts, 3 ress. (estreia em Campeonato da Europa)João Guimarães – 4pts, 4 ress.Sérgio Silva- 8pts, 2 ress, Pedro Marques – 6 pts, 5 ass.Benvindo Mendes- 1 ressIsaias Insaly – 6 pts, 8 ressFrancisco Amiel – 2 ress, 1 ass, 2 rbDiogo Gameiro – 1 assDaniel Relvão – 1 ress (estreia em Campeonato da Europa)Nuno Ferreira – 9 pts, 5 ress, 2 rb (estreia em Campeonato da Europa)Luxemburgo é o adversário que se segue, num jogo em que Portugal terá que defender muito melhor. Sobretudo as penetrações em drible, e ter muita atenção na recuperação defensiva. A defesa zona será outro problema que a equipa nacional terá de ultrapassar, pelo que será importante que no momento de atirar ao cesto os jogadores portugueses revelem mais confiança nas suas capacidades.


Campus Basket Carlos Seixas

Mais informações em http://www.cbcarlosseixas.com

O Campus, que contará ainda com a presença de outros treinadores e monitores convidados, é destinado aos jovens que praticam basquetebol e pretendem melhorar o nível do seu jogo, mas também a todos os que nunca jogaram oficialmente mas se sentem atraídos pela modalidade, bem como para aqueles que apenas desejam passar uns dias de férias repletos de desporto, emoção e alegria.

Durante uma semana, os participantes irão passar várias horas a jogar basquetebol, mas o aliciante deste Campus Basket é que a prática da modalidade será intercalada com um sem número de actividades paralelas bastante interessantes, devidamente supervisionadas por monitores especializados.

Connosco vais alinhar num pedy-papper pelas ruas de Ponte de Sor; experimentar as emoções de um duelo de Paintball ou as de uma descida de Rapel; visitar o Parque Aquático de Galveias ou mostrar os teus dotes no mini-golfe. E como o Verão é tempo de calor e todas as oportunidades para nos refrescarmos são boas, as viagens à Piscina também estão asseguradas. Do vasto programa de actividades salientamos também uma ida ao Cinema; a realização de vários concursos de lançamentos e perícia/técnica individual e um torneio de 3×3 que terá como principais novidades o facto de ser aberto a todos os que nele desejem participar (mesmo não fazendo parte do Campus Basket), de ser disputado à noite e… ao ar livre!

Reservamos ainda algumas surpresas que só no local irás conhecer, podendo desde já adiantar que o encerramento do Campus será, no mínimo, original… O alojamento bem como as refeiçoes terão lugar na Escola Secundária de Ponte de Sor. Não percas mais tempo, reúne os teus amigos e faz a inscrição aqui


«Acreditamos no valor das atletas»

A equipa contará com o apoio do público de Matosinhos, entre os dias 1 e 11 de agosto, uma competição onde Portugal (Divisão B) está inserido no Grupo C, juntamente com a Irlanda, a Alemanha e a Dinamarca. Leia nos detalhes desta notícia a análise que a selecionadora Ana Catarina Neves faz de cada uma das equipas adversárias, bem como as expetativas que tem para a prova.

Nas últimas participações, a subida de Divisão tem ficado muito próxima. Quais são as expetativas para este Campeonato da Europa? Como sempre dizemos e é um facto para nós, nos Europeus de Sub-16 não temos conhecimento do valor nem do potencial das várias equipas. Em todo o caso, ambicionamos numa primeira fase ficar classificadas num dos dois primeiros lugares do grupo. Depois vamos ajustando os nossos objetivos em função da análise que fizermos das equipas adversáriasAcha que este grupo tem condições para atingir esse objetivo? Achamos que sim, apesar do tal desconhecimento que referi anteriormente. Acreditamos no valor das nossas atletas e no crescimento que vamos ter como equipa durante o período de preparação. O período de preparação já está programado? Está prevista alguma competição internacional antes do inicio do Europeu? Os estágios estão agendados faltando apenas ultimar pequenas questões logísticas. Está previsto disputarmos um Torneio Internacional na Covilhã no fim do mês de Julho.Um comentário sobre as outras equipas que fazem parte do Grupo C.Tendo como base os resultados e classificações dos últimos anos dos Europeus de Sub-16, julgo que a Irlanda e a Dinamarca serão adversários “teoricamente” ao nosso alcance. A Irlanda não tem participado recentemente e à Dinamarca temos ganho ou ficado em melhores classificações. A Alemanha é uma das três equipas que desceu da divisão A e será, com certeza, um candidato aos lugares do pódio. É normalmente, uma equipa, muito forte no aspeto físico. Esperamos ser competitivas neste confronto.Nestas idades as Seleções Nacionais são sempre associadas a gerações. De que forma caracterizaria esta geração que vai participar no campeonato de sub-16?É uma geração muito interessante tanto do ponto de vista técnico como físico. É também composta por algumas atletas com experiência internacional de europeus. Esperamos, contudo, que com o trabalho efetuado e depois dos estágios, a força e o talento seja a “Equipa”, a sua capacidade de trabalho, espírito de sacrifício e caráter…é assim que temos conseguido obter boas classificações. Disputar o Europeu em Portugal, Matosinhos, faz com que esta competição seja especial e memorável?Especial, sim, porque vamos jogar perante um público que nos vai apoiar e acarinhar. Memorável…vamos ver! Se conseguirmos estar tranquilas e acabar os jogos com a perceção de que executámos com seriedade o plano delineado e com a consciência de “dever cumprido” penso que poderemos ter sempre na nossa memória o Europeu de Matosinhos.Acha que o apoio do público poderá funcionar como o fator extra que falta nos momentos decisivos para garantir a subida? Esta é uma situação nova para nós, “jogar em casa”. Esperamos conseguir gerir adequadamente os fatores emocionais/motivacionais, jogar em conforto e canalizar esse apoio para uma superação ainda maior. Esta aposta da Federação Portuguesa de Basquetebol em organizar este Europeu em Portugal é o reconhecimento do valor desta geração, bem como a recompensa pelo desempenho das Sub 16 femininas nas últimas fases finais? Sim, julgo que será um bocadinho dos dois motivos…. A melhoria do desempenho e das classificações das Sub-16 femininas coincidiu com o investimento da FPB na criação do CNT de Calvão/Vagos…ainda no último Europeu de 2012 algumas das atletas presentes tinham frequentado o CNT em 2010/11 quando eram Sub-15. Entretanto a realidade mudou, mas a ambição e o desejo de continuar o caminho iniciado mantem-se. Vamos tentar manter a imagem de equipa com caráter a praticar um jogo atrativo.


Torneio Internacional do Caramulo

Mais detalhes na notícia.

Tendo em vista o Campeonato Europa de 2013 a ser disputado em Sarajevo na Bósnia, entre os dias 11 e 18 de Agosto, a Seleção Nacional de Sub-16 Masculinos vai disputar 2 jogos com as seleções da Irlanda e Bélgica, no Torneio Internacional do Caramulo (torneio triangular) que decorre entre os dias 17 e 19 de Julho, no Pavilhão Municipal do Caramulo. Os horários dos jogos são os seguintes:PAVILHÃO DO CARAMULO17 JULHO21H PORTUGAL X IRLANDA18 JULHO21H IRLANDA X BÉLGICA19 JULHO21H PORTUGAL X BÉLGICAPara além dos jogos do torneio, será realizado um jogo extra com a Bélgica no dia 20, no Pavilhão Municipal de Tondela às 21h.A nossa seleção conta com o seu apoio!


Atitude de grande letargia até ao intervalo custou-nos a derrota

Quando se acordou, após o intervalo (35-13 favorável às britânicas), já não foi possível a reviravolta, porque o adversário uniu esforços e conseguiu segurar o triunfo na ponta final (65-61).

A famigerada falta de eficácia (53%-11%) no quarto inicial (19-5) foi o prenúncio de uma tarde aziaga para a selecção portuguesa, que tardou a acertar o passo. Os primeiros 15 lançamentos de campo foram falhados e só no minuto 10 Jéssica Almeida e Jéssica Costa quebraram o feitiço e fizeram 19-3 e 19-5, depois de termos estado a perder 19-1 no minuto 9. A ausência de jogo colectivo (5-0 assistências) era também um factor negativo e que explicava o desacerto luso.No 2º período (16-8) Portugal continuou a sentir imensas dificuldades para acertar com o cesto, tendo estado mais de 4 minutos em branco, o que obrigou o treinador luso a pedir o 2º desconto de tempo (o 1º tinha sido no quarto inicial aos 9-0), à entrada do minuto 15 (23-5). Logo a seguir a inconformada Jéssica Almeida marcava o seu 2º cesto (23-7), mas depois consentimos um parcial de 10-0 (com 2 triplos pelo meio, de Florence Ward e Shequila Joseph). De lance livre reduzimos para 33-11 mas no minuto 19 Joana Jesus fixava o resultado ao intervalo (35-13). Portugal continuava com fraca eficácia (46%-12%) e mantinha-se sem qualquer assistência, contra 8 do adversário, que era melhor praticamente em todos os capítulos. Não sabemos o que sucedeu durante o descanso de 15 minutos, mas certamente que Eugénio Rodrigues deve ter puxado as orelhas às suas jogadoras. O certo é que as coisas mudaram como da noite para o dia. As nossas representantes mostraram outra atitude, acordaram da letargia em que tinham estado nos vinte minutos iniciais e recuperaram no 3º quarto (8-25) o prejuízo de 22 pontos (ao intervalo) para apenas 5 (43-38) ao cabo de 30 minutos de jogo. A eficácia nos lançamentos de campo neste 3º parcial subiu para 53%, o colectivismo surgiu (5 assistências) e provocámos mais faltas. Jéssica Almeida (11 pontos neste período) carregava com a equipa, mostrando o seu inconformismo. No último período (22-23) a reacção lusa prosseguiu até aos 50-51 (minuto 35), a única vez que Portugal esteve na frente, com o protagonismo por parte das lusas a ser repartido por Jéssica Almeida (7 pontos) e Inês Viana (6 pontos) no parcial de 7-13 imposto pela nossa equipa. Mas Rosie Hynes e Shequila Joseph não estiveram pelos ajustes e lideraram a derradeira arrancada das britânicas, até aos 63-56 já no minuto 40. Jéssica Almeida ainda acertou o seu 3º triplo (63-59) a 17 segundos da buzina, mas depois do último desconto de tempo pedido pelo seleccionador da Grã Bretanha, foi da linha de lance livre que as vencedoras não deixaram escapar a vitória que lhes assenta com inteira justiça. Resultado final: Grã Bretanha 65-61 PortugalNas vencedoras grande destaque para a dupla formada pela poste (1,92m) Harriet Ottewill-Soulsby (24,0 de valorização) que conseguiu um duplo-duplo (16 pontos, 8/12 nos duplos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas) e pela extremo-poste Shequila Joseph (23,0 de valorização) que também fez um duplo-duplo (16 pontos, 5/7 nos duplos, 1/1 nos triplos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e 3 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres). Foram bem acompanhadas por Florence Ward (10 pontos, 2 ressaltos defensivos, 5 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Claire Paxton (8 pontos, 4 ressaltos defensivos e 1 desarme de lançamento) e Rosie Hynes (10 pontos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres).Na selecção portuguesa excelente prestação da base Jéssica Almeida, MVP (26,0 de valorização) e melhor marcadora do encontro (27 pontos, 8/16 nos duplos, 3/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres). Não merecia perder o jogo pelo inconformismo demonstrado. Referência também, embora sem o brilho de Jéssica, para os contributos de Laura Ferreira (9 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres), Inês Viana (9 pontos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 1/2 nos lances livres) e Joana Jesus (10 pontos, 2/6 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres).A vitória da Grã Bretanha foi inteiramente merecida. Foi mais eficaz nos lançamentos de campo (46%-33%), tanto nos duplos (48%-37%) como nos triplos (29%-25%), ganhou a luta das tabelas (46-36 ressaltos), designadamente na tabela defensiva (35-23), foi mais colectiva (10-8 assistências) e conseguiu mais desarmes de lançamento (4-0). Por seu turno Portugal ganhou a tabela ofensiva (11-13 ressaltos), cometeu menos erros (18-8 turnovers), roubou mais bolas (5-9) e foi mais eficaz da linha de lance livre (55%-59%). Nas faltas provocadas registou-se um empate (18-18). Ficha de jogoSport Hall em Albena Grã Bretanha (65) – Rosie Hynes (10), Florence Ward (10), Billie Lucas (4), Shequila Joseph (16) e Harriet Otewill-Soulsby (16); Hillary Wood, Claire Paxton (8), Melita Emanuel (), Kaitlyn Lewis (1) e Whitney AllenPortugal (61) – Jéssica Almeida (27), Joana Jesus (10), Laura Ferreira (9), Inês Pinto (2) e Nádia Fernandes; Inês Viana (9), Joana Canastra, Mafalda Guerreiro e Jéssica Costa (4)Por períodos: 19-5, 16-8, 8-25-, 22-23Árbitros: Arnis Ozols (LAT), Vaclav Lukes (CZE) e Iskren Manolov (BUL)Outros resultados da 9ª jornada: Israel 67-59 Roménia Bélgica 79-52 Macedónia Letónia 71-74 BulgáriaClassificação final:1º Bélgica 8V-0D-16 pts2º República Checa 7V-1D-15 pts3º Letónia 6V-2D-14 pts4º Portugal 4V-4D-12 pts5º Bulgária 4V-4D-12 pts6º Israel 3V-5D-11 pts7º Macedónia 3V-5D-11 pts8º Grã Bretanha 2V-6D-10 pts9º Roménia 0V-8D-8 pts


Com eficácia tão fraca (21%) seria difícil ganhar

Claro que até ao lavar dos cestos ainda é vindima, mas neste momento passamos a depender de terceiros para alcançarmos o nosso objectivo (a subida à Divisão A).

A Letónia tem ainda dois compromissos complicados, frente a adversários muito lutadores (Macedónia e Bulgária), mas o calendário que se apresenta às nossas representantes também não é fácil, nomeadamente o embate de amanhã contra uma Bélgica ainda invicta. Mas vamos manter a chama da esperança ainda acesa.Já se sabia que eram dois galos para o mesmo poleiro (o 3º lugar), mas a Letónia apresentava índices físicos superiores ( 5 jogadoras acima do 1,80 m, sendo uma com 1,92 m) e um lote de boas lançadoras do perímetro (Jakobsone e Fomina, em especial).No 1º período Portugal não se intimidou, jogando taco a taco desde o minuto inicial. Toada de parada e resposta até aos 6-6 (minuto 5), com as portuguesas a adiantarem-se (6-10) no minuto 7, para terminarem na frente (8-11). Defendendo da forma habitual (1-4 roubos) e lutando nas tabelas com determinação (13-10 ressaltos), o seleccionado luso equilibrava as coisas em termos de eficácia de lançamentos de campo (27% para cada lado). No 2º quarto (11-5) as nossas representantes baixaram drasticamente a eficácia, com 2/19 (11%) em termos de lançamentos de campo, contra 40% (5/15) do adversário, convertendo apenas um triplo por Joana Jesus (12-14, no minuto 15) e um duplo da autoria de Joana Canastra, a 49 segundos do intervalo, ambas as situações em contra ataque. Começava a acentuar-se a supremacia da Letónia nas tabelas (31-19 ressaltos), quando se atingiu o intervalo (19-16).No 3º período (10-11) as operações continuaram equilibradas, mas Portugal continuava a precisar de mais posses de bola para atingir os mesmos objectivos que as opositoras, ou seja para marcar pontos. Melhorou ligeiramente a eficácia lusa (30%-20%) nos lançamentos de campo, mas as letãs tinham a pontaria mais afinada da linha dos 3 pontos (3 contra 2 triplos convertidos), com Fomina e Jakobsone a confirmarem as suas credenciais, cada uma com o seu triplo.Entrando no último quarto (17-17) a perder por 2 pontos (29-27), as comandadas de Eugénio Rodrigues não viraram a cara à luta e com Jéssica Almeida a fazer passes decisivos para o 3º triplo de Joana Jesus (32-32, no minuto 33) e para a única bomba de Inês Viana (32-35, no minuto 35), Portugal mantinha o jogo em aberto. Até final sucederam-se as situações de igualdade (35-35, 37-37, 40-40, 42-42 e 44-44) e o seleccionado luso esteve na frente por 4 vezes (35-37, 37-39. 40-41 e 40-42). Seguiu-se a dança habitual dos descontos de tempo (2 para cada lado) e o equlíbrio seria desfeito a 12 segundos da buzina por intermédio da MVP Lagzdina, que selou o triunfo da Letónia ao corresponder da melhor maneira a mais uma assistência da base Fomina (terminou com 4 passes decisivos, liderando o respectivo ranking com uma média de 4,8). A 2 segundos do termo o treinador luso ainda parou o cronómetro, mas o melhor que se conseguiu foi uma tentativa de triplo por Nádia Fernandes, sem êxito, já que foi abafada por Fomina. Resultado final: Letónia 46-44 PortugalDestaque nas vencedoras para as actuações de Guna Lagzdina, MVP e melhor ressaltadora da partida (17,5 de valorização) ao contabilizar 8 pontos, 4/6 nos duplos, 12 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas e de Ilze Jakobsone (16,5 de valorização), melhor marcadora do encontro, que somou 14 pontos, 3/6 nos triplos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres. Foram bem secundadas pela base Kate Kreslina (8 pontos, 4/4 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo e 4 faltas provocadas) e por Paula Langina (4 pontos, 9 ressaltos defensivos, uma assistência e uma falta provocada). Na selecção de Portugal a mais valiosa foi a base Inês Viana (14,0 de valorização) que saltou do banco para terminar com 10 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 5 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres, logo seguida por Inês Pinto (4 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 roubos e duas faltas provocadas) e Jessica Almeida (8 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres. Bons contributos de Nádia Fernandes (8 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência e 3 roubos) e Laura Ferreira (8 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e 2 roubos) na luta das tabelas, além da atiradora Joana Jesus, melhor marcadora da equipa (11 pontos, 3/7 nos triplos, 4 ressaltos defensivos e uma assistência), mas todas as três com as respectivas valorizações penalizadas pela fraca eficácia nos lançamentos de 2 pontos.A vitória da Letónia justifica-se por ter sido bastante mais eficaz nos lançamentos de 2 pontos (42%-21%) e também por ter ganho a luta das tabelas (51-47 ressaltos), particularmente a tabela defensiva (40-28 ressaltos), compensando assim o maior número de turnovers (19-6). Foi ainda mais colectiva (10-8 assistências) e conseguiu também ser ligeiramente mais eficaz nos tiros do perímetro (25%-22%), com 5 triplos convertidos em 20 tentados, contra 4 das portuguesas em 18 tentativas. Ao invés Portugal revelou grande segurança no controlo de posse da bola (apenas 6 turnovers), lutou bravamente na tabela ofensiva (11-19 ressaltos ofensivos), roubou mais bolas (2-12) e provocou mais faltas (12-16), embora tenha sido demasiado perdulário da linha de lance livre (apenas 56%) ao desperdiçar 8 lances em 18 tentativas. Mas a grande pecha foi a fraquíssima eficácia nos lançamentos de 2 pontos (21%), metade da conseguida pelo adversário, de nada valendo o facto de ter usufruído de mais posses de bola (fez 71 lançamentos de campo, mais 15 que a Letónia). Ficha de jogoSport Hall em AlbenaLetónia (46) – Asnate Fomina (8), Kate Kreslina (8), Sabine Dukate (4), Guna Lagzdina (8) e Paula Tomsone; Ilze Jakobsone (14), Ance Aizsila, Kate Aizsila e Paula Langina (4)Portugal (44) – Jéssica Almeida (8), Joana Jesus (11), Laura Ferreira (5), Inês Pinto (4) e Nádia Fernandes (1); Inês Viana (10), Joana Canastra (3) e Mafalda Guerreiro (2)Por períodos: 8-11, 11-5, 10-11, 17-17Árbitros: Oliver Krause (GER), Peter Denkovski (MKD) e Mila Cavara (BIH) Ouros resultados:6ª jornada: Macedónia 64-60 Bulgária; Roménia 55-93 Letónia 7ª jornada: Grã Bretanha 43-49 Israel; República Checa 65-49 Macedónia; Bélgica 68-58 Roménia Jogos para amanhã (8ªjornada): (13H45) Macedónia-Letónia (16H00) Roménia-Grã Bretanha (18H15) Bulgária-República Checa (20H30) Portugal-Bélgica Classificação após a 7ª jornada:1º República Checa 6V-1D-13 pts2º Bélgica 6V-0D-12 pts3º Letónia 4V-2D-10 pts4º Portugal 4V-2D-10 pts5º Bulgária 3V-3D-9 pts6º Macedónia 3V-3D-9 pts7º Israel 2V-5D-9 pts8º Grã Bretanha 0V-6D-6 pts9º Roménia 0V-6D-6 pts


Portugal já está na “agenda” da NBA e do Basketball Without Borders

No site da NBA além da referência à estreia de Portugal anuncia-se a presença de 2 jogadores dos Chicago Bulls, em Almada, no 2013 Basketball Without Borders Europe. Carlos Boozer e Nate Robinson e acompanharão os jovens jogadores de toda a Europa que participarão no evento, incluindo 4 portugueses.
Também Ticha Penicheiro estará presente e liderará uma campo feminino para 40 jogadoras portuguesas.

Desde a criação do projecto, a NBA e a FIBA já organizaram mais de 33 campos BWB em 20 cidades de 17 países diferentes. Mais de 140 actuais e antigos jogadores da NBA/WNBA participaram no evento com mais de 100 treinadores NBA como mentores de quase 2 milhares de jogadores que participaram nos campos oriundos de cerca de 100 países diferentes. Refira-se que desses, 27 foram escolhidos no Draft e integraram a melhor e mais competitiva liga do Basquetebol mundial, concretizando o sonho de jogar na NBA.

O BWB conta com a presença de jogadores e treinadores da NBA que treinam jovens jogadores de topo conduzindo igualmente prelecções sobre leaderança e competências para o dia-a-dia dos atletas baseados em valores como a liderança, desenvolvimento do caracter e hábitos de vida saudável. através da NBA Cares, o program de responsabilidade social da liga, os jogadores e treinadores partilham e participam nos esforços das comunidades locais na criação de melhores condições de vida, educação e até de pratica da modalidade, para as crianças e suas familias.


7º All Star Formação A.B.Aveiro

Este evento é da responsabilidade da ABA e do GRI Brandoense.

HORÁRIO DOS JOGOS:Dia 12/07/201319:30 h – Sub 16 Fem, Sub 16 Masc21:30 h – Sub 20 Masc, Sub 19 Fem e Sub 18 Masc Dia 14/07/201310:00 h – Sub 8, 10 e 12 mistos11:30 h – Sub 13, Sub 14 Fem e Sub 14 Mac


Jamboree em Ponta Delgada

Este é sem dúvida o evento que mais contribuiu para a criação e fidelização do gosto pela prática da modalidade. Experiência inolvidável para todos os que nele participam o jamboree tem ao longo destes anos também contribuído fortemente para a divulgação da modalidade e aprendizagem de muitos jovens treinadores e monitores. Dada a experiência de grande parte do grupo de treinadores e monitores presentes, este jamboree é liderado pela dupla San Payo Araújo e Mário Batista. Este evento já está em velocidade de cruzeiro com muita prática de basquete e actividades alternativas. Na Cerimónia de Abertura todos os participantes foram recebidos nos Paços do Concelho pelo Presidente da Câmara de Ponta Delgada e desde já todos os familiares e interessados estão convidados para assistir a um momento único de interacção e vitalidade que é Gala do Jamboree, que vai decorrer no Sábado às 21.00 no auditório da escola Roberto Ivens.


Solidariedade em tempos de crise

Que o diga o atleta Krassimir Pereira, já que durante o estágio realizado pelos Sub-18 em Paços de Ferreira, viu, em parte, resolvidos os seus problemas da visão. A Federação Portuguesa de Basquetebol agradece ao Centro Óptico Vale do Sousa, na pessoa da Manuela, bem como a simpatia e grande coração da Sílvia, que fizeram questão de oferecer lentes de contacto e óculos ao atleta nacional.

Ninguém poderia ficar indiferente à alegria estampada no rosto do jogador, que pela primeira vez na sua vida conseguia ver na perfeição. Um contributo que melhora assim significativamente a sua qualidade de vida, bem como potencia o seu desempenho individual na nossa Seleção. De enaltecer o gesto dos restantes companheiros, que fizeram questão, de pessoalmente, agradecerem a ajuda prestada ao companheiro de equipa. O primeiro triplo que conseguir terá de ter uma dedicatória especial…!


Argumentos das lusas fizeram a diferença no 4º período

Para os objectivos do seleccionado luso este era um encontro decisivo. A Bulgária ainda só tinha uma derrota e tem o handicap de jogar em casa, com o apoio do seu público. Mas conhecendo bem os pontos fortes das anfitriãs, a equipa técnica portuguesa (Eugénio Rodrigues e José Araújo) delineou uma estratégia que lhe permitiu desferir o golpe de misericórdia no último quarto (10-25). O 1º período (16-18) foi pautado pelo equilíbrio, ainda que a Bulgária tenha entrado melhor na partida, chegando a 10-3 (minuto 4), após 2 triplos consecutivos de Borislava Hristova e Iva Kostova. O treinador luso parou de imediato o cronómetro e as rectificações deram resultado porque em menos de um minuto o prejuízo já estava anulado (10-10), com um parcial de 0-7, graças a 1 triplo e 1 duplo de Joana Jesus e a um 2º lançamento convertido por Nádia Fernandes, depois de ter ganho um ressalto ofensivo. Prosseguiu o equilíbrio (13-13, 15-15 e 16-16), desfeito em cima da buzina com um cesto de Joana Canastra.No 2º quarto (16-10), depois de uns primeiros minutos em que a toada foi de alternância (21-22), Portugal ganhou uma ligeira vantagem (22-28) no minuto 15. O inconformismo das búlgaras levou-as a ter uma reacção determinada, impondo um parcial de 10-0 em pouco mais de 5 minutos. Ao intervalo a Bulgária já estava na frente (32-28). O acumular de faltas nas nossas representantes, em acto de lançamento, traduziu-se em 11 idas à linha de lance livre, com 7 lances convertidos.No 3º período (14-15) a selecção portuguesa reentrou determinada em encostar o resultado, o que conseguiu logo no minuto 21 (32-32). Mas um parcial de 12-4 consentido pelas lusas, em 4 minutos, com 2 triplos de Dimitrova (35-32 no minuto 22) e Iva Kostova (40-32 dois minutos volvidos), completados com 2 duplos consecutivos de Hristova( 42-36 e 44-36), obrigou Eugénio Rodrigues a pedir mais um desconto de tempo, no minuto 26. A reacção lusa não se fez esperar e no minuto 29 Nádia Fernandes da linha de lance livre reduzia o prejuízo para 44-43, fechando um parcial de 0-7, depois de Laura Ferreira (44-40) e Mafalda Guerreiro (44-42) terem convertido dois contra-ataques, ambos no minuto 28, fazendo com que o treinador búlgaro Tzanko Tzankov parasse o cronómetro logo a seguir. No minuto 29 Iva Kostova ia para o banco com 4 faltas, mas Iva Georgieva que a substituíra, faria o 46-43, ao cabo de 30minutos jogados.No último quarto (10-25) as coisas mantiveram-se equilibradas até ao minuto 37 (54-56), com a Bulgária a ir buscar o resultado, depois de estar a 5 pontos (49-54), no minuto 35. Um parcial de 0-10, a partir dos 54-56, em cerca de 3 minutos sentenciou o encontro (54-66), com 36 segundos para jogar. Ainda haveria tempo para Iva Kostova reduzir (56-66) e depois fazer a 5ª falta sobre Laura Ferreira, que não tremeu da linha de lance livre, selando o resultado (56-68) a 21 segundos do termo. Resultado final: Bulgária 56-68 PortugalDestaque na selecção de Portugal para as prestações de Jéssica Almeida, MVP da partida (25,0 de valorização) e melhor marcadora do jogo, ao contabilizar 22 pontos, 9/14 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e 5 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres e de Nádia Fernandes (21,5 de valorização), melhor ressaltadora do encontro (7 pontos, 3/5 nos duplos, 15 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres). Bons contributos ainda de Laura Ferreira (10 pontos, 6 ressaltos defensivos, 3 assistências e 5 faltas provocadas, com 6/8 nos lances livres), Inês Pinto (9 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada) e Joana Jesus (10 pontos, 2/3 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres).Na congénere anfitriã, as mais valiosas foram Borislava Hristova (16 pontos, 2/6 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e 3 faltas provocadas), Gabriela Kostova (6 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres) e Hristina Tyuntyundzhieva (8 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 6/7 nos lances livres). Radostina Dimitrova (7 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 4 assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 4/6nos lances livres) e a atiradora Iva Kostova (13 pontos, 3/9 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo e 2 roubos) foram penalizadas nas respectivas valorizações por terem sido excluídas e ainda pela fraca eficácia de lançamento, nomeadamente Dimitrova que fez 0/9 em duplos.O êxito luso baseou-se fundamentalmente na maior eficácia de lançamentos de campo (31%-42%), assente nos lançamentos de 2 pontos (32%-45%), no ter ganho a luta das tabelas (31-43 ressaltos), tanto na tabela defensiva (19-30) como na ofensiva (12-13) e ainda por ter provocado mais faltas (15-21), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (68%-83%), desperdiçando apenas 3 tentativas em 18, contra 6 falhanços das búlgaras em 19 tentados.Por seu turno a Bulgária foi ligeiramente mais eficaz da linha dos 3 pontos (29%-27%), convertendo 7 triplos contra 3 da portuguesas, foi mais colectiva (12-10 assistências), conseguiu mais roubos (9-7), cometeu menos erros (14-15 turnovers) e fez mais desarmes de lançamento (3-1).Ficha de jogoSport Hall em AlbenaBulgária (56) – Kristina Peychinova (3), Borislava Hristova (16), Iva Kostova (13), Radostina Dimitrova (7) e Gabriela Kostova (6); Iva Georgieva (3), Hristina Tyuntyundzhieva (8), Kalina Aksentieva e Mariya SvetoslavovaPortugal (68) – Jessica Almeida (22), Joana Jesus (10), Laura Ferreira (10), Inês Pinto (9) e Nádia Fernandes (7); Joana Canastra (4), Inês Viana (4), Mafalda Guerreiro (2) e Raquel Jamanca Por períodos: 16-18, 16-10,14-15,10-25Árbitros: Arnis Ozols (LAT), Petar Denkovski (MKD) e Mila Cavara (BIH)Outros resultados:4ª jornada: Roménia 54-74 Bulgária; Israel 34-74 República Checa5ª jornada: Bélgica 79-42 Grã Bretanha; República Checa 74-62 Roménia; Letónia 83-52 IsraelJogos para amanhã (6ª jornada)(13H45) Portugal-República Checa (16H00) Israel-Bélgica (18H15) Macedónia-Bulgária(20H30) Roménia-Letónia


Campeões!!!

o passado domingo, dia 7 de julho, a equipa de sub14A masculina do S.C. Beira-Mar sagrou-se campeã distrital do respectivo escalão, numa Fase Final organizada pela Associação de Basquetebol de Aveiro e pelo Illiabum Clube.

Esta foi uma conquista assinalável para o clube e para a secção de basquetebol, já que os últimos títulos conquistados pela formação no sector masculino remontavam à época de 1995/1996, com o título regional em sub14 e a taça nacional de juniores.Numa prova disputada sob intenso calor e na qual o equilíbrio foi uma constante, a nossa equipa defrontou a Ovarense, Sanjoanense, Illiabum, Esgueira e Gafanha, tendo terminado a Fase Final invicta. No último jogo, cujo vencedor conquistaria o título, Beira-Mar e Illiabum proporcionaram um excelente espectáculo, mostrando por que razão chegaram à Fase Final Nacional da categoria. Num pavilhão muito bem composto e com um ambiente impressionante, o resultado acabou por ser decidido nos instantes finais, com a vitória a cair para o nosso lado, por 50-47.Pese embora o respeito que as restantes equipas merecem, o clube julga que o título foi totalmente merecido, e que premeia o trabalho, a dedicação e a garra de um grupo fantástico! Estes atletas, apesar da juventude, reagiram como gente grande à pressão e deixaram tudo o que tinham em campo. Durante toda a época, foram uma equipa solidária e que não baixou os braços perante as adversidades. Esta foi uma época muito positiva, onde, para além do título distrital, tiveram uma presença inédita no Nacional da categoria, tendo conquistado a terceira posição depois de termos estado na luta pelo lugar cimeiro até à última jornada.Esta é a prova cabal da pertinência do projecto que a secção de basquetebol tem vindo a implementar desde 2008/2009 e que não se esgota nas questões técnicas e tácticas da modalidade, dando igualmente importância à partilha de valores e princípios que, acreditam, acompanharão os jovens ao longo da vida.E como ninguém faz nada sozinho, o clube não pode deixar de destacar, neste caso particular, o apoio incondicional da restante “família” beiramarense: pais, familiares e amigos. São um pilar essencial do nosso trabalho aqui na secção e, nestes tempos difíceis, ainda conseguem estar sempre disponíveis para tudo o que precisamos. Parabéns aos campeões: Daniel Kvapp, Fábio Alves, Francisco Paiva, Gonçalo Vilela, João Pinto, João Vitória, Nuno Taveira, Pedro Salgado, Pedro Tavares, Rafael Claro, Tiago Nazário, Tiago Rendeiro e Tiago Tavares (atletas), Paulo Brinca (treinador), Rui Pedro Nazário (coordenador técnico da formação) e aos incansáveis Paulo Vilela (seccionista) e Carla Mendes (fisioterapeuta).Agora, é continuar a trabalhar! O SC Beira Mar está no bom caminho!


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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