Artigos da Federaçãooo

Basket Summer Camp 2010

Foi um mês intenso de trabalho, quer na preparação quer durante o Campo de Férias, mas que não seria possível, tornando o Basket Summer Camp 2010 um evento inesquecível para os jovens participantes.

Este grande sucesso cimentou a nossa vontade de continuar a crescer de forma sustentada, trazendo-nos a força para procurar meios para investir na formação dos nossos jovens atletas.


Estados Unidos já estão nos quartos

Chauncey Billups e Kevin Durant foram os melhores marcadores de uma equipa que deu um recital de atirar ao cesto e que praticamente decidiu o encontro no primeiro período.

Bastaram cinco minutos de jogo para a selecção dos Estados Unidos mostrar a sua superioridade e terminar com o sonho angolano. Billups (19) foi o marcador da equipa, onde quatro jogadores terminaram com 17 ou mais pontosAngola iniciou o jogo como um qualquer rival americano o deve fazer, sem complexos e a jogar como é seu habitual. O problema é que esse atrevimento custou-lhe caro e a igualdade no marcador durou apenas 2 minutosA equipa africana tentou jogar sem medo e com alegria, mas utilizou as armas erradas, porque jogar rápido e em campo aberto são as principais armas do basquetebol americano. A superioridade dos Estados Unidos neste Mundial baseia-se na superioridade física dos seus jogadores e na profundidade do seu banco, algo que escasseia em Angola em ambos os casos. O confronto começou e terminou da mesma forma com um recital do individualismo, onde Kevin Durant (17 pontos e cinco ressaltos) e Chauncey Billups (19 pontos e quatro assistências) competiam para ser a estrela mais brilhante.O início do encontro contrariava a reputação dos Estados Unidos em não ter grandes atiradores, com Durant e Billups a marcarem quatro, dando inicio a um parcial de 17-2 e os americanos começaram a fechar o jogo antes de Angola entrar no mesmo. Em menos de oito minutos Durant já descansava indo para o banco com 12 pontos e os Estados Unidos venciam por 20 pontos (33-13) no final do 1º período.Mudaram os personagens, mas o guião do segundo quarto manteve-se o mesmo. Kevin Love provou ser o jogador que melhor desempenho tem em função dos minutos que joga e a dominar os americanos faziam subir a diferença para 30 pontos. Angola fazia todos os esforços para evitar o avolumar da diferença, mas apenas Joaquim Gomes (21 pontos), mostrava-se eficaz. Foi notável a primeira parte do poste angolano, mas o jogo não mudou. O desafio de triplos entre Billups e Roberto Fortes elevou a contagem, arrancando os aplausos do público. Mesmo a mudança de defesa individual para a zona 2-3 não impediu que o resultado subisse até ao intervalo (65-38).No início da segunda metade continuou a concorrência entre Billups e Durant para melhor marcador, com o atlético extremo a jogar a outro nível e sem que ninguém o conseguisse parar defensivamente. Novo bom momento dos americanos (9-2) colocavam o resultado em 74-40. Era indiferente quem entrava dos suplentes, no terceiro quarto todos os jogadores somaram pontos com Gordon à cabeça, mas acabou por ser um dos muitos triplos que os americanos converteram, de autoria de Billups, a colocar a equipa perto da centena de pontos (91-56) e ainda havia 10 minutos para jogar Era a hora do espectáculo e neste aspecto os americanos são reis. Dois brutais afundanços de Rudy Gay levantaram o público dos seus lugares, enquanto Curry e Gordon foram responsáveis pela continuidade da conversão, para azar dos angolanos, de lançamentos dos triplos.Angola bateu-se bem, mas encontrou pela frente uma equipa americana, que para além de concentrada, estava com disposição para fazer um grande jogo. Se a isto juntarmos o facto de os americanos terem estado particularmente inspirados nos tiros de 3 pontos (18 convertidos) a tarefa de Angola tornou-se gigantesca.OpiniõesTreinador de Angola, Luís Magalhães: “Jogámos contra uma grande equipa, grandes jogadores, grande treinador e uma grande organização. Era uma equipa muito forte para nós mas poderíamos ter feito um pouco melhor, mas os meus jogadores tentaram o seu melhor.” Treinador dos Estados Unidos Mike Krzyzewski: “Temos um grande respeito por Angola. Fui treinador no jogo contra eles nos Jogos Olímpicos e fizeram uma grande exibição. Mostrei alguns momentos desse jogo aos meus jogadores e eles responderam. Fomos muito altruístas e fizemos 30 assistências. Fomos agressivos durante todo o jogo. Os poucos dias de treino que tivemos realmente ajudaram-nos. Jogámos como treinamos que é melhor coisa que um treinador pode pedir.”


Rússia avança no Mundial

Após este triunfo, os russos vão agora encontrar o velho rival Estados Unidos nos quartos-de-final da prova.

A Rússia quebrou claramente os campeões da Oceania no terceiro quarto, altura em que as estrelas dos Tall Blacks Kirk Penney (21 pontos) e Mika Vukona estavam no banco, com quatro faltas. Conduzida pelo excelente Andrey Vorontsevich (18 pontos, 08/07 em lançamentos de campo, 11 ressaltos), a Rússia resolveu a questão já no final do terceiro período, com um parcial de 13-0, desequilibrando finalmente o braço de ferro entre as duas selecções. Os russos dominaram a Nova Zelândia na luta dos ressaltos 41-25, ao mesmo tempo que os Tall Blacks apenas convertiam 5 em 24 lançamentos de três pontos, falhando repetidamente tiros abertos. Timofey Mozgov (14 pontos, 7 ressaltos) foi forte no jogo interior da Rússia, enquanto Thomas Abercrombie (13 pontos, 4 ressaltos) foi incansável na luta por um resultado diferente para a sua equipa. A Nova Zelândia começou melhor o jogo, chegando a comandar por 9-2, com quase quatro minutos jogados. Mas uma série de lançamentos falhados sem oposição deixou a porta aberta para que a Rússia ganhasse ascendente executando melhor em meio-campo, e com quatro pontos seguidos de Dmitriy Khvostov empatava o resultado a 11 pontos. Foram novamente os neo-zelandeses a ganhar vantagem no 2º período, abrindo uma vantagem de 21-16 com um triplo de Penney, opondo-se a Rússia que começou a fazer valer sua superioridade na área pintada. Defensivamente bloquearam o ataque da Nova Zelândia, e um triplo de Sergey Monya, deu-lhes uma vantagem de 29-21 com 3:41 para jogar no primeiro tempo. A Nova Zelândia terminou forte a 1ª parte com Abercrombie a dar o mote, para no segundo tempo marcar os oito primeiros pontos da segunda parte os Tall Blacks encostaram o resultado a 35-38. Mas depois as quatro faltas de Penney e Vukona, sensivelmente a meio do 3º período, foram bem aproveitadas pela Rússia para se afastar no marcador e criar uma vantagem que depois se acentuou nos 10 minutos finais do jogo. Opiniões O novo treinador da Nova Zelândia Nenad Vucinic: “Parabéns ao treinador Blatt e à equipa nacional russa pelo óptimo desempenho. Nós não estamos satisfeitos com a maneira como jogámos hoje. Ofensivamente, as coisas que geralmente fazemos bem hoje não fizemos. Desejamos vencer um pouco demais e correu mal. Queríamos esta vitória para o Pero (Cameron) e o Phill (Jones) que se retiraram do basquete internacional. Eles foram os fiéis representantes do basquete da Nova Zelândia, e sem eles não teria sido possível chegar até aqui. Conseguimos três vitórias contra oponentes difíceis, e estamos orgulhosos do que fizemos. “O técnico David Blatt Rússia: “Muitos parabéns aos meus jogadores. Eles fizeram um jogo maravilhoso e numa situação de pressão. Fizemos um tremendo jogo defensivo e seguimos na perfeição o plano de jogo do ponto de vista defensivo. Reduzimo-los a 56 pontos, quando normalmente têm uma pontuação de 85 pontos por jogo, e isso não é tarefa fácil contra uma equipa bem treinada, que funciona com jogadas ofensivas muito mais sofisticadas do que a maioria das equipas aqui presentes, e tem um desequilibrador de jogos como o Kirk Penney. Esta equipa (Nova Zelândia) é capaz de vencer quase todas as equipas que aqui estão, inclusive nós. Os jogadores merecem todo o crédito do mundo por aquilo que aqui estão a fazer. Tivemos grandes actuações de jogadores desconhecidos.”


Turquia candidata ao título

Fá-lo com fortes argumentos, com um grande público que a empurra e incentiva os jogadores a nunca desistir, que respondem com firmeza dentro de campo. São um grupo onde todos contribuem, mas que tem uma estrela que brilha acima dos restantes.

Hidayet Turkoglu (20 pontos e quatro ressaltos) é a alma da selecção, os seus cestos são celebrados com mais força e todos sabem que a possibilidade de vitória no torneio passa por aquilo que o extremo dos Phoenix Suns consiga fazer. Frente à França teve um bom duelo com Boris Diaw (21 pontos e quatro assistências), em que o turco foi o vencedor.Impulsionada por uma ruidosa multidão turca, a selecção de Bogdan Tanjevic começou disposta a marcar distância desde o primeiro minuto e os 5-0 com que abriu o jogo parecia indicá-lo. A França lutava entre turnovers e faltas em ataque. A pressão funcionava e os franceses levaram quase três minutos para somar os seus primeiros pontos, pela mão de Boris Diaw. O extremo da NBA passou despercebido na fase de grupos, mas neste duelo com a Turquia mostrava que, embora o físico não seja o ideal, o desejo de vencer permanecia intacto.Encorajado por essa primeira acção, foi Colo Nando a aderir à causa de modo a se atingir a igualdade no encontro. A Turquia pressionava, mas não sufocava o adversário, porque enquanto a sua velocidade de mãos e agressividade na defesa permitiu-lhe recuperar cinco bolas no primeiro quarto, defensivamente tinha problemas, nomeadamente no ressalto defensivo com a França a aproveitar a seu maior músculo (19-14).A resposta dos turcos foi aplicar uma defesa zona para proteger o ressalto e punir a imprecisão dos lançadores franceses. A táctica foi correcta e, por vezes, bloqueou por completo o ataque gaulês. A partir da defesa a Turquia recuperou o controlo da situação para, pela primeira vez, chegar à barreira dos 10 pontos de vantagem (26-16).Com o passar dos minutos, as rotações entraram em cena e a prestação do banco da Turquia ultrapassou claramente o do seu adversário, especialmente a participação da base Sinan Güler (grande noite de inspiração com 17 pontos e três assistências). Os franceses revelavam grandes dificuldades na posição de base, ressentindo-se na organização ofensiva e no nervosismo que a equipa revelava, mas mal aproveitado pelos turcos que tardavam a acertar com o cesto (30-24).Sentia-se que a qualquer momento a Turquia poderia fugir no resultado e esse momento aconteceu com o regresso ao jogo de Turkoglu. Como todos os grandes líderes, o seu retorno à acção marcou um segundo afastar no resultado (37-26). Finalmente, o jogo deixava de lado as imprecisões e falta de controlo e correspondia ao que era de esperar de um jogo dos oitavos-de-final. Turkoglu e Diaw foram trocando cestos e claramente o duelo foi ganho pelo turco, porque teve sempre o apoio dos seus companheiros. A correcta leitura da defesa do pick and roll por parte do extremo dos Suns, ao contrário de outros anos, sabia exactamente quando deveria lançar ou assistir um companheiro que ficava sozinho.A crise na França chegava na pior altura, nos momentos finais da primeira parte, quando o golpe anímico é maior e provoca maior descrença a caminho do balneário (43-28).O final do segundo quarto foi mau, mas pior seria o começo do terceiro. Dois triplos de Turkoglu alargavam o parcial para 16-0 e, olhando para a incapacidade anotadora da França, o resultado já parecia intransponível (53-28). Um desconto de tempo pedido por Vincent Collet tentou cortar o mau momento da sua equipa, mas foi impossível, e a França finalmente perdeu os papéis dentro de campo. Uma falta antidesportiva assinalada a Diaw tornava evidente de que a equipa tinha perdido as esperanças de vitória.Faltavam 15 minutos, mas uma e outra equipa sabiam que não havia nada que pudesse fazer para mudar o rumo do encontro. Os turcos controlavam confortavelmente reduzindo a velocidade do seu jogo, já a França mostrava-se incapaz de superar a armadilha da defesa zona, apenas podendo dar-se por satisfeita a diferença não ser maior e não alcançar o grau de ridículo (71-45).No último período tudo igual, até ao despertar de Batum, que acabou por ser um pequeno aliciante, pois o jogo já era uma festa e, como tal, era vivido mais na bancada que no campo. Os fãs turcos agradeciam os esforços dos seus atletas, aproveitando a França para maquilhar o resultado final.


Eslovénia chega aos “oitavos”

Foi uma excelente performance da equipa quarta qualificada do Eurobasket do ano passado, conseguida graças ao contributo de vários jogadores. Destaque para Jaka Lakovic, que tinha 11 pontos primeiro tempo e à sua conta marcou a 19, bem secundado por Primoz Brezec (12 pontos) e Goran Dragic (10 pontos).

A Austrália, que tinha vindo a sofrer do problema de conseguir fazer pontos no ataque, transportou essa seca ofensiva ao longo de todo o primeiro período do jogo. A Eslovénia, depois de quase sete minutos, já era líder sem ter sofrido qualquer ponto (12-0). Embora a Austrália tenha conseguido um breve parcial de 6-0 através de Matt Nielsen e Patrick Mills, a pontuação do 1º quarto foi de 16-8 favorável aos eslovenos. Quando Lakovic e Sani Becirovic iniciaram o segundo período com triplos consecutivos, a vantagem subiu para 14, mas o pior estava para vir. O Boomers apenas converteram 6 em 27 lançamentos de campo durante a primeira parte, somando ainda 9 turnovers para complicar ainda mais a sua tarefa. Um triplo de Lakovic, no final do 1º tempo, fechava mais um bom momento dos eslovenos e colocava o resultado em 42-21no final dos 20 minutos iniciais do encontro. A segunda metade foi mais equilibrada, mas o jogo há muito que tinha sido decidido, aproveitando o técnico esloveno para fazer descansar os seus principais atletas para a ronda seguinte. A Eslovénia venceu o terceiro quarto por 29-24 e 16-13 foi o parcial do último período. Foi a maior derrota da Austrália neste Campeonato Mundial, frente a um oponente que não tinha por nome Estados Unidos ou Rússia. Para os Boomers apenas Mills, Nielsen e Joe Ingles terminaram nos dois dígitos. Citações:Base da Eslovénia Goran Dragic: “É uma sensação fantástica ter passado aos quartos-de-final da competição. Temos trabalhado arduamente para chegar aqui e acho que fizemos um óptimo trabalho. Começámos muito fortes, a executar bem, e mantivemo-nos concentrados do princípio ao fim. “Capitão da Austrália Matthew Nielsen: “A Eslovénia é muito forte e provou isso hoje. Eles executaram muito bem e o nosso desempenho foi terrível. Dito isto, não acho que estejamos longe do nível da Eslovénia o que pode parecer um comentário ridículo para fazer hoje. Mas estamos sem vários jogadores e podemos jogar muito melhor do que isto, simplesmente não o mostrámos.”


Dia de domingo

este domingo serão disputados dois novos jogos a contar para a segunda fase. Eslovénia e Austrália vão medir forças num jogo atractivo, para no último encontro do dia, a equipa da casa, como sempre apoiada por um público em delírio, defrontar a inconstante selecção francesa.

Os eslovenos chegam a esta fase com apenas uma derrota, diante dos Estados Unidos, enquanto os australianos conseguiram o terceiro lugar no seu grupo depois de derrotar a Alemanha, Angola e Jordânia e perdado com a Alemanha e a Sérvia. Como elementos fundamentais, na Austrália, Mills, Maric e Inglês Joe, enquanto na Eslovénia, Goran Dragic e Nachbar estão se a revelar como jogadores de destaque.O encontro entre a França e a Turquia é um dos mais esperados do primeiro cruzamento. Os anfitriões, que estão invictos, medem forças com uma equipa muito física como a França, que já provou ser capaz do melhor e do pior neste torneio. Ilyasova tem vindo a ser a verdadeira referência do conjunto turco que procura dar uma enorme alegria ao seu fanático público. Na França, Batum e Gelabale estão a conduzir uma selecção que busca a passagem à fase seguinte da prova.


Espanha segue na defesa do título

A equipa de Sergio Scariolo, que por duas vezes foi derrotada no Grupo D, teve em Juan Carlos Navarro, com 22 pontos, o melhor marcador do encontro, mas, mais importante um excelente jogo do seu banco para vencer (80-72) no Sinan Erdem Dome.

Fran Vazquez e Felipe Reyes combinaram 12 pontos e 17 ressaltos saindo do banco. O contributo de Sergio Llull também foi imenso, saltando do banco para fazer nove pontos em 15 minutos. O triunfo dos espanhóis coloca-os frente à Sérvia nos quartos-de-final, a mesma equipa que Espanha derrotou o ano passado na final do EuroBasket, na Polónia. Com 5:49 para jogar e a Grécia no comando por um ponto 58-57, Rudy Fernandez marcou cinco pontos de um parcial de 9-0 espanhol, que definitivamente colocou os espanhóis na frente. Um triplo de Vassilis Spanoulis cortou a diferença para 67-60, com menos de dois minutos para jogar, mas Navarro, do lado contrário, respondeu na mesma moeda.A Grécia manteve a pressão e reduziu até quatro, mas foi o melhor que conseguiu, já que os espanhóis garantiram a vitória da linha de lance livre. Rudy Fernandez marcou 12 de seus 14 pontos no segundo tempo.A Grécia já perdeu com a Espanha nos últimos quatro principais torneios da FIBA. Espanha venceu-a na final do Campeonato do Mundo em 2006 e nas semi-finais do Eurobasket 2007. O mesmo sucedeu na fase preliminar nos Jogos Olímpicos, em 2008, e nova derrota o ano passado nas meias-finais na Polónia. Dimitris Diamantidis cujos desarmes de lançamento e roubos de bola ajudaram a manter os gregos no jogo, e Nikos Zisis, marcaram cada 16 pontos, na equipa grega. As opiniõesRudy Fernandez, Espanha: “Nunca é fácil jogar contra a Grécia. Eles obrigaram-nos a trabalhar arduamente para a vitória. Sabíamos que precisávamos de melhorar a qualidade do nosso jogo se quiséssemos continuar no torneio e acho que o fizemos. Intensificámos a nossa defesa, mostrámos concentração do início ao fim e por isso conseguimos o nosso objectivo. Penso que demos um passo em frente no que diz respeito aos nossos desempenhos anteriores e agora temos que começar a pensar na Sérvia.” Dimitris Diamantidis, Grécia: “É uma grande decepção para nós. Demos 100% e foi um jogo disputado até os minutos finais. No terceiro período, chegámos até aos seis pontos de vantagem, mas rapidamente os perdemos. Depois, começámos com a zona, tentámos fazer o nosso melhor, mas não foi suficiente. Sabemos que a Espanha é uma equipa muito boa. Desejamos-lhes a melhor da sorte, mas para nós, tudo acabou.”


Sérvia nos quartos

Depois de a Sérvia ter estado a liderar por sete pontos no último quarto, Marko Popovic e Marko Banic tiraram a Croácia da beira do precipício. Popovic converteu 8 em 10 lances livres no último quarto e igualou o resultado após ter convertido dois lances-livres a 5,9 segundos do final do jogo.Mas Rasic driblou em campo aberto e sacou uma falta a Davor Kus, marcando o primeiro lance livre e deliberadamente falhou o segundo, retirando à Croácia qualquer possibilidade de responder. Pela Sérvia, Nenad Krstic teve de trabalhar duro para conseguir os seus 16 pontos e foi bem apoiado por Rasic (15 pontos) e Kosta Perovic (10 pontos). Na Croácia Popovic foi incansável, com 21 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências, enquanto Roko Ukic (11 pontos) e Banic (10 pontos e 7 ressaltos) tudo fizeram para garantir a passagem à fase seguinte. Embora a Sérvia tenha começado melhor o jogo (5-0), a Croácia era a equipa mais rápida dentro de campo, convertendo vários cestos através transições rápidas. Uma bandeja fácil de Marko Tomas, com 3:08 para jogar, colocava o resultado em 18-13 favorável à Croácia e um triplo Kresimir Loncar pouco antes do final do período dava oito pontos de vantagem. A Sérvia empatou aos seis minutos do segundo quarto, com Perovic a marcar seis pontos, mas um gancho de Ante Tomic e um triplo de Popovic a finalizar mais uma rápida transição restaurava a liderança para a Croácia. O terceiro quarto foi marcado por troca de cestos entre as duas equipas, com a liderança a alternar por 12 vezes. No último minuto Milos Teodosic converteu um triplo e assiste Milan Macvan para uma bandeja em contra-ataque dando uma vantagem de quatro à Sérvia (54-50) no final do 3º período. Foi então que aconteceu uma jogada crucial com pouco menos de cinco minutos para jogar no último quarto. Depois de a Croácia ter desperdiçado uma série de tiros em áreas próximas do cesto e algumas tapinhas na mesma jogada, na resposta Macvan, em transição, converteu mais um triplo que estabeleceu uma vantagem de 64-57, para de seguida a segurar, terminando o encontro a vencer pela diferença mínima.


Mundial do fair-play

Até agora, o número médio de faltas por jogo por equipas – 19,7 – é o menor de todos os torneios desde a primeira competição na Argentina, em 1950, quando houve uma média de 20,6 faltas cometidas por equipa e por jogo

A nação anfitriã, a Turquia, está liderar esse caminho do “fair-play” com o menor número de faltas por jogo, com uma média de 15,6. O Campeonato do Mundo com o maior número de faltas foi a edição de 1970, na então Jugoslávia, quando houve uma média de 29,3 faltas por jogo. Lubomir Kotleba, o director desportivo da FIBA, mostrou-se muito satisfeito: “Obviamente, ainda há longo caminho a percorrer, mas estamos muito satisfeitos em ver que o campeonato mundial está a ser jogado num espírito amigável. Os treinadores e os jogadores têm sido excelentes e esperamos que este padrão de ‘fair-play’ continue.” “Os árbitros foram orientados a deixar fluir os jogos tanto quanto possível e esse poderá ser um factor, até agora da baixa relação de faltas pessoais por jogo. Iremos manter um olhar atento sobre o comportamento das equipas no campo e fazer uma avaliação completa do comportamento de cada equipa durante jogo com base nos princípios do mesmo”, acrescentou. Os números até agora confirmam a recente tendência de queda. Em 2002, nos Estados Unidos, existiram 23,2 por jogo, mas esta diminuiu para 21,6 no Japão, em 2006. Média anterior de faltas pessoais por equipas e por jogo em Campeonatos Mundiais da FIBA:2006 (JPN) – 21,62002 (E.U.A.) – 23,21998 (GRE) – 21.31994 (CAN) – 20,81990 (ARG) – 24,31986 (ESP) – 21,91982 (COL) – 21.71978 (PHI) – 22,71974 (PUR) – 24.91970 (YUG) – 29,31967 (URU) – 25,31963 (BRA) – 22,81959 (CHN) – 28,11954 (BRA) – 21,61950 (ARG) – 20,6


14º edição do Torneio Internacional do CAB

Algumas das melhores equipas de Portugal participarão no Torneio, assim como equipas de outras nações europeias, inclusivamente Reino Unido, Espanha e França.

Seria, para nós, uma honra contra com a presença do Vosso clube no Torneio. Estamos a contactá-lo no sentido de Vos sensibilizar para essa participação, a qual permitirá aos Vossos atletas praticarem o desporto que gostam no cenário sempre convidativo da Ilha da Madeira. Este Torneio destina-se aos seguintes grupos etários: • Sub-14 Masculinos (nascidos em 97/98) • Sub-14 Femininos (nascidos em 97/98) • Sub-16 Masculinos (nascidos em 95/96) • Sub-16 Femininos (nascidos em 95/96)De modo a ajudar os clubes interessados na sua preparação logística, a organização do Torneio assumirá a responsabilidade da coordenação dos transferes, refeições e alojamento de todas as equipas. Estamos também em negociações com várias companhias aéreas de modo a assegurar os melhores preços para voos charter para a Madeira de Lisboa e do Porto. Caso estejam interessados, poderemos ajudar a tornar a Vossa participação na 14ª edição do Torneio Internacional de Basquetebol do CAB uma realidade! Para esse efeito, basta contactar o Prof. João Pedro no número 96 8064 493 (coachsimas@gmail.com) ou a Prof.ª Fátima Freitas no número +351 967 148 559) (fatyfreitas@hotmail.com). Eles estão em condições de responder a todas as questões sobre o Torneio e de Vos ajudar a encontrar a forma mais rápida e barata de viajar até à Madeira! Esperamos que se juntem a nós na grande festa do basquetebol que será a 14ªedição do Torneio Internacional de Basquetebol do CAB e que desfrutem de tudo o que a modalidade e a bonita Ilha da Madeira têm para oferecer.


Scola melhor marcador de sempre

Iniciou o jogo com 325 pontos, atrás de Ernesto “Finito” Gehrmann que marcou 331 nas edições de 1967 e 1974. O cesto de dois pontos convertido com 9:31 no segundo quarto, quebrou o recorde.Scola participou em três Campeonatos Mundiais (2002, 2006 e 2010) e está a caminho de quebrar o recorde de média de pontos (28,2) por jogo. O recorde é também petença de Gehrmann com 23,4 pontos, alcançados em 1974, em Porto Rico.Os seus pontos têm sido até agora essenciais para garantir vitórias, bem como para por termo a recuperações das equipas adversárias com a sua elevada percentagem de lançamentos.


O Haka da Nova Zelândia

Nada que o surpreenda dada a prática que já teve.

“Eu costumava fazer isso com a minha ama. Obrigava-me a fazer esta dança quando eu era muito jovem, talvez quatro ou cinco “, afirmou o poderoso extremo/poste de 36 anos. “Cresci a aprender a gostar de liderar o Haka e ainda não ultrapassei essa fase. Mas gosto mais quando são outros a conduzi-lo – Lindsay Tait, Vukona fizeram-no no passado”, disse. “Mas é muito bom para mim, não tanto por ser eu a conduzi-lo, mas mais pelo momento que se cria antes de iniciar o jogo.” A palavra Haka significa dança, e é, de facto, uma dança tradicional do povo Maori – o povo indígena da Nova Zelândia – comummente usada para desafiar os inimigos antes da batalha. Muitas tribos das ilhas do Pacífico têm danças de guerra tradicional. Hoje, o Haka é um dos símbolos mais conhecidos e respeitados da Nova Zelândia. “O Haka tem um significado especial para os nossos jogadores, para a equipa e para as pessoas do nosso país”, disse, antes de falar sobre sua decisão de avançar a dança do Haka até à linha do meio campo no jogo contra os franceses. “Acho que foi só um impulso, uma coisa de momento. Foi muito bom vê-los parar o que estavam a fazer e enfrentarem-nos e aceitarem o desafio. E nós demos-lhes um haka bom eu senti-o. Foi uma experiência muito boa para eles vê-lo de tão perto.” “Eu acho que foi a primeira vez que uma equipa ficou imóvel na nossa frente e nos encarou o que foi óptimo. E para nós, para mim, deixa-nos realmente preparados para o momento. ” E, enquanto os “Tall Blacks” têm a certeza de poderem proporcionar outro apaixonado Haka quando enfrentarem a Rússia, na noite de segunda-feira, no jogo doas oitavos-de-final, Cameron – um veterano de três Campeonatos do Mundo e duas Olimpíadas – sabe que vai ser necessário mais do que isso para avançar para o quartos-de-final. “É um grande jogo e eles são uma equipa muito boa”, referiu. “Eles têm jogado muito bem e são difíceis. É um país duro, uma equipa lutadora, têm um grande treinador e jogadores muito bons. “


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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