Artigos da Federaçãooo
Mário Saldanha parte para a Turquia
Enquadrado no Campeonato do Mundo, este congresso terá como ponto principal da agenda a eleição do próximo Presidente da FIBA Mundial. A acompanha-lo seguirá viagem também o director técnico nacional, Manuel Fernandes como membro da FIBA Europa.
Da agenda do congresso Mário Saldanha destacou alguns pontos, colocando à cabeça a eleição do novo Presidente da FIBA Mundial para o período de 2010 a 2014. “São vários os pontos que constam da agenda da reunião, mas a eleição do novo Presidente destaca-se dos demais. Ao actual Presidente australiano, indicado pela FIBA Oceânia, vai suceder o Presidente da Federação Francesa, Ivan Manine, eleito em Maio último na sede da FIBA Europa.” Outros temas irão ser abordados, onde questões como “as relações das Ligas com as Federações, doping, a eleição do Comissário para a ética e do novo tesoureiro, bem como a intervenção dos treinadores, também vão ser discutidas.”Com a próxima fase do Campeonato do Mundo a ser discutida na mesma cidade onde se realiza o congresso, está previsto que se possa assistir a alguns jogos da competição. “As reuniões da FIBA foram agendadas em horários que não colidissem com os horários dos jogos do Mundial, de modo a permitir que também fosse possível assistir à realização dos mesmos. O congresso prolonga-se até dia 7, data prevista do meu regresso, o que faz com que possa assistir aos jogos relativos aos oitavos-de-final.” – finalizou o responsável máximo da Federação.
Equipas fazem contas aos “oitavos”
Já a Sérvia num, emocionante encontro frente à Argentina, conquistou o primeiro lugar no Grupo A. Saiba nos detalhes desta notícia tudo o que se passou esta quinta-feira no Mundial da Turquia.
Num dramático jogo da última ronda da fase preliminar, a Sérvia bateu os argentinos por 84-82, em Kayseri, para terminar em primeiro lugar do grupo e cruzar-se com os rivais europeus da Croácia, que perderam com o Brasil no Grupo B, na noite de quinta-feira. A Austrália venceu largo a equipa de Angola (76-55) e selou o terceiro lugar no Grupo A, cruzando-se agora com a Eslovénia na próxima ronda. Pat Mills foi o único australiano a acabar o jogo frente Angola na casa das dezenas, com 11 pontos. A derrota colocou os africanos no caminho dos Estados Unidos, a equipa favorita a vencer o torneio.A Alemanha derrotou a Jordânia (91-73) e garantiu o quinto lugar no Grupo A do Campeonato Mundial de Basquetebol, com um recorde de 2-3. A Jordânia apesar de mostrar bons momentos de basquetebol terminou com um recorde de 0-5 na sua primeira aparição.O treinador português Mário Palma era no final do jogo um homem resignado: “Tecnicamente, a Alemanha jogou muito bem sem nunca abrandar a pressão sobre nós. A Alemanha tem jogadores jovens, mas muito talentosos. O que surpreende não é que eles nos tenham ganho, mas sim não avançarem para a próxima ronda.”Os Estados Unidos começaram devagar, mas resolveram rápido o encontro de quinta-feira contra a Tunísia. Os americanos, que ao intervalo venciam por apenas seis pontos (39-33), rapidamente afastaram-se no segundo quarto para uma tranquila vitória por 92-57, deixando o país africano sem uma vitória na competição “Precisamos estar prontos para Angola porque na próxima etapa, se não ganharmos, não podemos terminar vencedores. É um pouco semelhante ao torneio da NCAA” – afirmou o treinador americano Mike Krzyzewski no final do jogo A Eslovénia, que já tinha conquistado o segundo lugar com o triunfo de terça-feira passada sobre os brasileiros, derrotou o Irão, por 65-60. Olhando para o que aí vem na próxima ronda um duelo diante dos “Boomers”, o capitão da Eslovénia Jaka Lakovic considerou: “Eles são uma equipa muito física e têm grandes jogadores. Vai ser um teste muito difícil para nós.” O Brasil construiu uma vantagem de 25 pontos frente à Croácia, no terceiro período e manteve a pressão durante o quarto, acabando por vencer por 92-74 e terminando, assim, em terceiro no Grupo B. Leandrinho e Alex Garcia dominaram durante os primeiros três quartos ao combinarem 32 dos 72 pontos do Brasil. Anderson Varejão, que jogou apenas seu segundo jogo depois de uma lesão no tornozelo, fez apenas dois pontos, mas capturou 12 ressaltos nos três quartos iniciais. No Grupo C, o resultado do dia pertenceu à Costa do Marfim, que conseguiu sua primeira vitória frente a Porto Rico e colocar de fora do torneio a equipa da FIBA Américas. A Grécia teve talvez o seu pior desempenho no torneio contra a Rússia (73-69) e ao perder caiu para o terceiro lugar, deixando a Rússia em segundo. A China, com sua qualificação segura, descansou Yi Jianlian contra a Turquia, na noite de quinta-feira e perdeu largo para os anfitriões do torneio (40-87). Um dos jogos mais marcantes a ser jogado foi o último no Grupo D entre a França e a Nova Zelândia. A França havia vencido os dois primeiros jogos do torneio e parecia preparada para pelo menos atingir um dos dois primeiros lugares mas, depois de perder com a Lituânia na quarta-feira, desmoronou contra a Nova Zelândia e repetiu o resultado 70-82. Espanha, Nova Zelândia e França, terminaram com 3-2, mas como a França tem o pior registo de cesto-average nos confrontos entre as três equipas em questão, caiu para quarto lugar, com o segundo a pertencer aos espanhóis e a Nova Zelândia a ser terceira. Isso significa que a França terá agora de enfrentar a Turquia nos oitavos-de-final, enquanto a Espanha vai defrontar a Grécia. A Nova Zelândia jogará frente à Rússia. A Nova Zelândia tinha necessidade de não apenas vencer a França, mas de fazê-lo por 12 ou mais pontos, a fim de terminar em terceiro e evitar os anfitriões do torneio e imparável Turquia. A França parecia estar a controlar a situação a 20 segundos do final do jogo, mas Nicolas Batum cometeu falta sobre Kirk Penney, o segundo melhor marcador do torneio, quando este estava a lançar para lá da linha dos 6.25. Penney converteu o lance livre adicional para fazer uma jogada de quatro pontos. Depois de Yannick Bokolo converter dois lances livres para a França, os comandados de Vincent Collet permitiram que Thomas Abercrombie convertesse um lançamento de três pontos para dar uma vantagem de 12 à Nova Zelândia, com seis segundos no relógio. Batum tentou ainda um triplo ao soar da campainha, mas bateu no aro e saiu. O base atirador espanhol Juan Carlos Navarro ficou de fora do jogo contra o Canadá devido a lesão, mas a equipa ganhou (89-67). A Lituânia passeou a sua superioridade na vitória contra o Líbano (84-66) e enfrentará agora a China nos oitavos-de-final.Jogos dos oitavos-de-final:Dia 4 de SetembroSérvia x CroáciaEspanha x GréciaDia 5 de SetembroEslovénia x AustráliaTurquia x FrançaDia 6 deSetembroEstados Unidos x AngolaRússia x Nova ZelândiaDia 7 de SetembroLituânia x ChinaArgentina x Brasil
Sérvia dá lição à Argentina
Os sérvios terminaram com um registo de 4-1, tal como a Argentina, que obteve a mesma marca para terminar em segundo. A equipa europeia vai agora aguardar pelo vencido do jogo entre Brasil e a Croácia do próximo sábado, enquanto a Argentina joga com o vencedor na terça-feira.
Argentina teve um início forte, liderada pelo base Pablo Prigioni, que marcou os primeiros 5 pontos, enquanto Carlos Delfino contribuía logo de seguida com mais 5 e para dar uma vantagem de 10-4 aos argentinos. O parcial de 11-0 da Argentina colocava-a na liderança por 16-4, para surgir na partida Luis Scola que começou a acertar os seus lançamentos e a diferença subia para 20-7.Depois de algumas mudanças na equipa que começou o jogo, a Sérvia respondeu com um parcial de 7-0 com Stefan Markovic a destacar-se, para depois Marko Keselj, com uma jogada de 4 pontos, estabelecer o resultado final favorável à Argentina em 22-20.No segundo quarto as duas equipas tiveram sete lideranças alternadas, com os sérvios a serem liderados por Dusko Savanovic, que marcou 9 pontos, e Milos Teodosic, que adicionou 7. No minuto final, a Sérvia fez um parcial de 6-2 e terminou o primeiro tempo a vencer por um até 40-39. Scola mantinha a Argentina por perto da Sérvia, com 17 pontos, 11 deles conseguidos no segundo quarto.Não foram apenas os jogadores sérvios que iniciaram a partida a contribuir com pontos, mas também os atletas do banco mantiveram a intensidade defensiva e ofensiva, bem como a disciplina táctica. Os sérvios terminaram na frente (58-54) o terceiro período.Nos 10 minutos finais a Argentina aproximou-se, graças a um esforço ofensivo colectivo, liderado por Scola, que marcou 10 pontos e também por Paolo Quinteros, Leo Gutierrez e Prigioni. Dois lances livres de Scola, com 38,4 segundos, empatou o jogo aos 77 pontos, mas um triplo decisivo de Dusko Savanovic davam o comando do marcador aos sérvios (80-77), com 18,8 segundos para jogar. Daí até final, os sérvios garantiram o jogo da linha de lance livre, bem como pelo facto de não permitirem que os argentinos lançassem de três pontos com faltas consecutivas.Savanovic, que saltou do banco, foi o melhor marcador dos sérvios com 19 pontos, enquanto Nenad Krištić contabilizou 18 pontos, 12 deles no último período.Na Argentina, Luis Scola marcou 32 pontos, quebrando a marca de 30 pontos para a quarta partida consecutiva.Citações: Sergio Hernandez (treinador principal da Argentina): Foi um bom jogo, com grandes jogadores e grandes personagens. Estas são duas das melhores equipas do mundo. Muitas pessoas pensaram que perderíamos este jogo intencionalmente para termos mais um dia para descansar em Istambul, mas eu não me importo com o que os outros pensam. No entanto, mostrámos que lutamos dentro de campo. Estou orgulhoso da minha equipa e da Sérvia que jogou limpo.Pablo Prigioni (base da Argentina): Em primeiro lugar queria felicitar a Sérvia. Foi um jogo duro e ambas as equipas poderiam vencer. Podemos aproveitar esta derrota de uma forma positiva, já que podemos descansar mais um dia. Oberto também estava doente e todos esperamos que ele esteja entre nós, em Istambul.Dusan Ivkovic (técnico principal da Sérvia): Foi um jogo difícil e também o melhor que disputámos em Kayseri. Ambas as equipas mostraram o seu carácter. Temos vindo a observar a Argentina nos últimos 10 anos tentando aprender com eles. Hoje, penso eu, fomos nós a ensinar-lhes algo. Tomámos o controlo no início do segundo período e ganhámos.”
Rússia 2ª no Grupo C
A equipa teve um início rápido, com o resultado a subir para 12-2, graças a um parcial de 9-0 concluído por um triplo Andrey Vorontsevich a 4:27 do final do primeiro período. A Grécia conseguiu ainda reduzir a diferença, mas ainda perdia por dez (20-10) no final do período.
O inicio do segundo quarto foi de domínio grego com Sofoklis Schortsanitis e Kaimakoglou Konstantinos a comandarem um parcial de 10-2 que cortava a diferença para 22-20.Sergey Monya converteu quatro lances livres para dar uma vantagem de 26-22, mas, uma vez mais a Grécia reagiu e empatou o marcador a 30 pontos após um triplo de Nikos Zisis.O russo Timofey Mozgov colocava de novo a Rússia na frente (36-34) a meio do 2º período com um fantástico afundanço após uma penetração pelo corredor central. Responderam os gregos com mais uma bomba de 3 por intermédio de Ioannis Bourousis (37-36), para depois ficarem 4 minutos sem marcar qualquer ponto. A Rússia aproveitou-se do mau momento do adversário e, com 13 pontos sem resposta, fez subir o resultado para 49-37. Perperoglou acabou com o sofrimento dos gregos com um lançamento em suspensão antes da jogada de três pontos – cesto e falta – de Sasha Kaun. Com um afundanço de Vorontsevichos russos fechavam a primeira parte confortáveis na liderança do encontro (59-43).Na segunda parte, a equipa russa conseguiu a sua maior vantagem logo de entrada (63-43), para depois ir gerindo a vantagem que construiu. Os gregos conseguiram reduzir para 8 pontos (58-66) com um triplo de Dimitris Diamantidis, mas foi pronta a resposta da Rússia, com 5 pontos consecutivos – triplo e uma penetração – de Vitaly Fridzon, recolocando a diferença nos dois dígitos (73-63), isto quando faltava 1.18 minutos para o termo do jogo. Diamantidis voltou a converteu mais um longo lançamento no último minuto, mas já era tarde demais para a reviravolta no marcador.
França apanhada de surpresa
Cameron converteu cinco pontos cruciais nos momentos decisivos do encontro, isto quando a França ameaçou uma recuperação. Kirk Penney (25 pontos) e Mika Vukona (15 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências) também conseguiram grandes jogadas quando os “Bleus” tinham reduzido uma diferença de 13 pontos para seis, graças a Yannick Bokolo (11 pontos) e Alain Koffi.
Enquanto a França começou melhor (20-17) o primeiro quarto, foram os “Tall Blacks” a reagir, com um parcial de 11-3 após cinco minutos jogados, com dois triplos de Penney e um de Thomas Abercrombie. A defesa francesa aumentou a pressão e redobrou a atenção aos principais jogadores adversários e Nando De Colo (10 pontos), com dois tiros do perímetro relançava a França no encontro. Mas a Nova Zelândia não se entregou e, com cinco pontos de Casey Frank e outros tantos de Vukona Mika, juntamente com um triplo de Pero Cameron, os Tall Blacks surgiram novamente à frente com uma vantagem de 10 pontos com 2:22 restantes no segundo quarto. Quando Cameron assistiu Lindsay Tait com um passe sublime, o resultado ao intervalo registava 39-25. Os franceses lutaram como puderam, mas os oito pontos de Gelabale não fizeram a diferença no terceiro quarto, já que com Penney a somar somar nove pontos e a forçarem o adversário a cometer 5 turnovers, os Tall Blacks mantinham-se na frente. No derradeiro quarto a Nova Zelândia mostrou grande capacidade para selar a vitória. A França, com esta derrota, termina em quarto no Grupo D e agora vai enfrentar a anfitriã Turquia.
Zé Costa convidado em Vila Real
O base do Ginásio Figueirense, estará em Vila Real, a 3 de Setembro, das 11h às 17h.
Turquia garante 1º lugar
A nação anfitriã correu atrás do prejuízo (53-45) no final do terceiro período, mas com um parcial de 26-8, saltou para uma liderança de 71-61. Os porto-riquenhos passaram por uma seca de pontos, mas depois, nos momentos finais do encontro, a mão quente de Angel Vassallo colocava Porto Rico a um ponto de diferença 78-77, antes de Kerem Tunceri converter um lance livre e Vassallo falhar um tiro de desespero no último segundo.
Com a vitória, a Turquia elevou o seu registo para 4-0 e tem a garantia de ganhar a sua pool, já que tem vantagem no desempate directo com a Grécia e a Rússia. Porto Rico ainda tem uma hipótese de passar à próxima fase e uma vitória sobre a Costa do Marfim iria colocar a equipa numa posição privilegiada no sentido de seguir para Istambul.Grupo A (Kayseri) Nenad Krstic voltou a jogar no cinco inicial da Sérvia e ajudou à vitória sobre a Austrália, por 94-79, melhorando o score da equipa para 3-1. A Austrália lutou e conseguiu na colocar-se, na parte final da partida, a 3 pontos de distância (81-78), muito por culpa das excelentes acções individuais de Matt Nielsen e Brad Newley, mas cinco pontos rápidos de Milos Teodosic colocaram, de novo, os sérvios na mó de cima, garantindo o triunfo no jogo.A Jordânia fez sofrer a Argentina, com os homens de Sergio Hernandez a precisarem de um forte quarto período para garantirem um triunfo por 88-79, passando a contar por vitórias todos os jogos até agora realizados (4-0). Os argentinos saltaram para a liderança por 35-19 no final do 1º quarto, mas os jordanos nunca se entregaram e à entrada do período de todas as decisões perdiam apenas por seis pontos de diferença (55-61). Luis Scola – que terminou com 30 pontos – e Carlos Delfino assumiram a responsabilidade dos lançamentos nas alturas cruciais, convertendo cestos decisivos que garantiram a vitória dos sul-americanos. No final do encontro o técnico Mário Palma enaltecia a maior maturidade e experiência dos jogadores argentinos nestas andanças. “Ao mudarmos para a defesa zona voltámos a entrar na discussão do jogo. Fizemos boas acções de contra-ataque, boas leituras do pick and roll e bons tiros. Conseguimos manter o resultado fechado. Mas não quero falar de desculpas ou pretextos para explicar a derrota. Quem joga com a Argentina, mesmo que vá à frente ou atrás no marcador durante o jogo, no final são eles que ganham.” Grupo B (Istambul)A Eslovénia resistiu a uma carga furiosa do Brasil acabando por vencer, por 80-77. Os brasileiros, que pela primeira vez no torneio jogaram com Anderson Varejão no seu cinco inicial, entraram a perder por 70-53 nos últimos 10 minutos do jogo, mas recuperaram graças a Marcelo Machado e Alex Garcia, mas viram Jaka Lakovic com triplos consecutivos negar-lhes uma memorável vitória após uma fantástica recuperação.Marko Popovic acertou três lançamentos seguidos de três pontos, logo no começo da partida, dando inicio a um parcial de 13-2, que permitiu à Croácia disparar no marcador no jogo contra a Tunísia, terminando com uma vitória fácil por 84-64. O resultado fez com que os comandados de Josip Vranković tenham igual número de vitórias e derrotas (2-2), enquanto que os tunisinos continuam sem vencer (0-4).Grupo C (Ankara) A Rússia derrotou a China (89-80) e melhorou a sua contabilidade na prova para 3-1, garantindo um lugar na segunda ronda do Campeonato Mundial da FIBA 2010. A vencer por apenas dois pontos (75-73), depois de Sun Yue ter convertido um par de lances livres, os homens de David Blatt responderam de imediato com um parcial de 14-0 e desferiram um duro golpe para a China, já que hipotecou-lhe quaisquer hipóteses de passar à fase seguinte, disputada em Istambul .A Grécia, por sua vez, recuperou da derrota perante os rivais e anfitriões do torneio a Turquia, com uma vitória convincente (97-60) frente à Costa do Marfim. A Costa do Marfim marcou os sete primeiros pontos do jogo, mas os gregos já lideravam no final do primeiro quarto (20-14), acentuando a sua superioridade até ao intervalo ao vencerem o segundo período por um parcial de 27-5 e, essencialmente, colocando desde logo o jogo fora do alcance da selecção treinada por Randoald Dessarzin.Grupo D (Izmir) A Lituânia superou a França, por 33-12, no segundo e terceiro períodos, razão pela qual registou mais uma vitória (69-55), permanecendo invicta (4-0) e a reivindicar honras superiores no Grupo D. A França comandava (24-11) no final dos primeiros 10 minutos, mas os lituanos deram a volta de uma forma espectacular, muito por culpa do poder de fogo de Jonas Maciulus (19 pontos) e Linas Kleiza (15), derrotando o seu adversário nos restantes 30 minutos por 58-31.Já a Nova Zelândia venceu seu segundo jogo consecutivo ao bater o Canadá, por 71-61, para melhorar substancialmente as suas hipóteses de avançar até à segunda fase. Kirk Penney fez 18 pontos e Casey Frank acrescentou 14 para os “Tall Blacks “, que resistiram a várias recuperações impondo a quarta derrota dos canadianos em outros tantos jogos.
Angola faz história
A equipa africana entra pela primeira vez na próxima fase da prova, faltando-lhe agora enfrentar a Austrália – esta quinta-feira, às 16h30 – para terminar a fase preliminar,. De recordar que equipa angolana nunca tinha atingido os oitavos-de-final desta competição.
Os alemães dominaram o início do primeiro período, dispondo de uma vantagem de 15-8, depois de um parcial de 7-0, mas Angola reagiu de imediato, reagindo com oito pontos sem resposta para chegar até aos 16-15. A partida terminou os primeiros dez minutos empatada a 19 pontos e Olímpio Cipriano liderou Angola, com 8 pontos.No segundo quarto o veterano Miguel Lutonda carregou a Angola, com oito pontos, incluindo um triplo que colocava de novo Angola na liderança da partida, indo para intervalo na frente do marcador (40-35).Angola controlou a maior parte do terceiro quarto, mas a reacção da Alemanha começou nos três minutos finais, com os suplentes Tim Ohlbrecht e Heiko Schffartzik a comandarem a recuperação, baixando a diferença para 4 pontos (58-54) à entrada do derradeiro período.Começaram melhor os alemães (8-0) nos dois primeiros minutos do quarto, a assumirem a liderança 62-58. Angola nunca desistiu, resistindo ao autêntico festival de triplos da formação germânica, que a dada altura da partida parecia que não falhava os seus lançamentos longos. O momento do jogo deu-se quando Felizardo Ambrosio, com Angola a perder por 4 pontos, converteu, com alguma felicidade, um triplo à tabela, para os africanos cometerem logo de seguida uma falta sobre Schffartzik, que só converteu um lance livre. Depois de vários erros de ambas as equipas, Olímpio Cipriano foi derrubado e converteu os dois lances livres com que empatou o jogo a 78 pontos, com 16 segundos para o final. Schffartzik ainda tentou um último lançamento mas o jogo foi para prolongamento.A equipa africana fez uso da sua defesa, que passou a ser o catalisador do ataque angolano, e assumiu o controlo do jogo nos 5 minutos extra, com Mingas a ser brilhante na exploração do seu jogo interior. Os lances livres de Olímpio Cipriano e Felizardo Ambrósio selaram o jogo para os angolanos.Olímpio Cipriano marcou 30 pontos, 22 no segundo tempo e seis no tempo suplementar.
EUA continuam a vencer
Com uma equipa totalmente nova, com este triunfo os norte-americanos garantiram o primeiro lugar no Grupo B, enquanto o Irão tem um registo de 1 vitória e 3 derrotas.
Sem jogar bem, o Irão só perdia por 19-13 no final do primeiro período, com seis pontos Kamrany a liderar o caminho, tendo os seus jogadores recolhido aos balneários sorridentes e confiantes, uma vez que apenas perdiam por 14 pontos (28-42) no final dos primeiros 20 minutos – com Durant (12 pontos) e Derrick Rose (11 pontos) a serem os melhores marcadores dos americanos.Mesmo com os americanos a afastarem-se no jogo, a meio do terceiro período (52-32) o Irão nunca deu uma imagem de estar perdido dentro de campo, bem pelo contrário. Foi o melhor que se viu da equipa iraniana até ao momento no Campeonato do MundoO gigante Hamed Ehadadi foi o melhor marcador da partida, com 19 pontos, tendo ainda tempo para brincar com o seu companheiro de equipa dos Memphis Grizzlies, Rudy Gay, isto depois de já parte final do encontro ter sofrido uma falta quando tentou afundar na cara do norte-americano. Questões políticas à parte, a verdade é que o jogo foi jogado com um grande espírito. Kevin Love liderou os Estados Unidos com 13 pontos.
Espanha chega aos “oitavos”
No último encontro do grupo os espanhóis defrontam o Canadá.
Marc Gasol foi o elemento em maior destaque pela Espanha, com 25 pontos e 8 ressaltos, enquanto que na selecção asiática o poste Jackson Vroman esteve excelente, com 22 pontos e 9 ressaltos.O Líbano ameaçou no início discutir a partida, mesmo depois de o melhor arranque dos espanhóis (13-6), valendo-se dos 12 pontos e seis ressaltos – quatro ofensivos – no primeiro período do poste Jackson Vroman para terminar o quarto a perder por um (21-22). Mas a esperança da equipa do Líbano caiu por terra quando foi assinalada uma controversa falta, com 4:56 para jogar, no segundo quarto, a Vroman, para logo de seguida, e após uma breve reacção, lhe ser averbada uma falta técnica. Foi 4ª falta de Vroman, forçando-o a sair do jogo. A partir daí, a Espanha arrancou para um parcial de 13-2 e liderava por 43-32 ao intervalo, com Gasol a marcar seis pontos na ausência de Vroman. A Espanha resolveu o encontro no 3º período, com Gasol e Jorge Garbajosa a comandarem a equipa, que dava espectáculo a jogar em campo aberto e que no final do período já vencia por 72-47.
Quando ganhar não chega
Os comandados de Randoald Dessarzin precisavam de vencer por 12 para se qualificarem automaticamente para a segunda fase e, depois de terem ficado aquém do que necessitavam, a China passa a ser a equipa que segue para Istambul, independentemente do resultado e da pontuação do jogo contra a anfitriã Turquia.
A Costa do Marfim chegou aos 88-76 depois de afundanço de Mohamed Kone no último minuto, mas David Huertas converteu um lançamento de três pontos nos segundos finais, que destruiu as esperanças dos africanos. Definitivamente, esse cesto reservou viagem da China para Istambul.A selecção de Porto Rico, poderia ter garantido um lugar entre os 16 melhores, bastando para que tal acontecesse ter vencido este jogo, mas com este resultado pode agora regressar a casa.Citações:Randoald Dessarzin (treinador da Costa do Marfim): “É difícil, mas isto é basquete. É o melhor emprego do mundo. Irei recordar para o resto da minha vida os últimos segundos deste jogo. Temos de ficar com a experiência. É uma pena. Os jogadores fizeram o esforço para vencer uma das melhores equipas de basquete do mundo, com enorme talento. É um novo começo para a Costa do Marfim, um novo ciclo a partir do próximo ano com o Campeonato Africano”.”Não irei mais ser o treinador, o que faz com que seja também parte de um novo ciclo. Perdemos jogadores-chave devido a lesões e a Costa do Marfim não pode dar-se ao luxo de isso acontecer. “Omar Gonzalez (treinador adjunto de Porto Rico): “Começámos o jogo de uma forma relaxada e sem a intensidade necessária. Não fomos capazes de acompanhar a intensidade deles e isso afectou-nos em outras áreas do jogo. Foi uma grande vitória para a Costa do Marfim e uma péssima derrota para nós.”
Reunir as duas selecções
Nenhuma das estrelas dos Jogos Olímpicos de 2008 faz parte do grupo que compõe a selecção deste verão na Turquia. Contudo, foi esta selecção que abriu as portas para que outros membros possam vir a integrar a convocatória para 2010-12 dos Estados Unidos.Os Estados Unidos venceram os quatro jogos até agora realizados, embora o Brasil tenha surpreendido no encontro da passada segunda-feira e dificultado a conquista da vitória.”Eu pensei que teríamos alguns dos jogadores olímpicos na selecção”, afirmou Colangelo referindo-se aos ausentes que fizeram parte da equipa de há dois anos atrás.LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh estão entre outros que decidiram não marcar presença este ano na Turquia em representação da selecção americana.” O problema dos “free agents” (NBA) realmente fez-se sentir”, disse Colangelo.”O importante é que o nosso sistema está bastante completo. Temos um número elevado de bons jogadores e parece que todos querem jogar.”Um jogador que tem tudo, mas que já cimentou o seu lugar na lista de jogadores para Londres 2012, assumindo que os americanos se qualificam, é sem dúvida Kevin Durant. A estrela dos Oklahoma City Thunder que só completa 22 anos a 29 de Setembro, é líder na marcação de pontos da equipa por jogo. “Durant está a mostrar as suas capacidades enquanto jogador.”, disse Colangelo.”Ele foi o melhor marcador da NBA do ano passado, com apenas 21 anos de idade e já demonstrou que irá ser, por um muito tempo, uma estrela da Liga.”Colangelo previu que haveria alguns jogos difíceis para alcançar o título mundial que escapa aos americanos desde 1994, não se mostrando surpreendido pela forma positiva como as coisas têm corrido até ao momento.”Viemos como anunciado. Dissemos que íamos ser uma equipa jovem, atlética e inexperiente. É uma experiência nova para muitos destes jogadores. O nosso trabalho é melhorar a cada dia que passa durante a competição. O facto de termos jogado sete jogos em 11 dias e em três países, nesta altura julgo ter sido um pouco demais. E penso que isso foi visível durante o jogo frente ao Brasil.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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