Artigos da Federaçãooo
Portugueses na Europa: Djukic estreia-se pelos Plymouth Raiders
O novo ano começou com excelentes exibições de João “Betinho” Gomes, Joana Ferreira, Maria João Correia e Lavínia da Silva.
“Motivação, Objetivos e Resultados”
Há atletas que se focam em campeonatos que só acontecem anualmente, a cada dois anos, e no caso dos Jogos Olímpicos, a cada quatro anos…
Para estes que conseguem, qual é a fórmula? Como se mantêm motivados? Como mantêm o foco? Como mantêm a consistência nos treinos, em termos de intensidade, vontade e evolução?
Eis algumas das questões para abordar na ação de formação da DremAchieve “Motivação, Objetivos e Resultados”, a cargo de Nádia Tavares, e que se encontra agendada para 20 de janeiro no Centro de Treino do Jamor (10h-13h).
Esta ação de formação tem 0,6 créditos, sendo que cada inscrição (para efetuar aqui) custa 15 euros.
Estágio de observação da Seleção Nacional de Sub18 Femininos
Foi uma semana de trabalho positiva, tendo o apronto terminado com uma partida entre as jogadoras.
Portugal volta a ter um escalão jovem (Sub22)
Lassana Indjai (GDD Alcoitão), Carlos Passos (Sporting CP/APD Sintra), Nuno Nogueira e Rafael Andrino (APD Leiria), José Gonçalves (APD Braga), Emanuel Soares, Ahamat Afashokov e Ângelo Pereira (APD Lisboa), Miguel Reis, Yake Shan, João Castro e Rúben Teixeira (BC Gaia) e Luís Ribeiro (APD Paredes) foram os atletas observados pelo selecionador, Marco Galego, e o seu adjunto, Ricardo Vieira.
Ponte de Sor acolheu três dias (27, 28 e 29 de dezembro) de trabalho intenso, focados na componente física e nos fundamentos básicos do BCR.
Ricardo Vieira, técnico da APD Braga, realça “a disponibilidade e vontade de aprender, num estágio fisicamente muito exigente e em que ninguém deixou de treinar uma só vez”. Contudo, estes jovens de “futuro risonho”, como assinalou, só poderão transformar o potencial em qualidade caso exista “maior envolvimento por parte dos clubes” e oportunidades reais de jogo.
Visivelmente agradado com a “disciplina, vontade, esforço e interesse” manifestados pelos jovens atletas, que se traduziam em constantes interpelações, dentro e fora do campo, para tirar dúvidas ou querer saber mais, Ricardo Vieira acredita que haverá mais concentrações conjuntas, num momento que se perspetiva como essencial para que Portugal se aproxime do nível médio do basquetebol em cadeira de rodas europeu.
Seleção Nacional de Sub16 Femininos termina Torneio de Medina del Campo no terceiro lugar
De referir que a formação madrilena conquistou o troféu graças a um triunfo no jogo decisivo (68-28) face a Castilla y León.
Seleção Nacional de Sub16 Masculinos conquista Torneio Internacional de Oeiras
Afonso Candeias (15pts e 11res), João Pinto (11pts, 5res e 3as) e Rui Silva (8pts e 8res) sobressaíram na equipa das quinas.
Parabéns, rapazes!
Gala da secção de basquetebol do CPN
O evento contou com a presença do Presidente da Associação de Basquetebol do Porto, Vítor Carneiro, o Vereador da Educação da Câmara Municipal de Valongo, Orlando Rodrigues, Miguel Oliveira, tesoureiro em representação do Presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde, João Morgado.
A secção de basquetebol, juntamente com o clube, aproveitou a época natalícia para juntar toda a família do basquetebol para homenagear todos aqueles que mais se evidenciaram na época 2016/2017.
Foram entregues os prémios de assiduidade e atletas do ano de todos os escalões (são votadas por todas as atletas do escalão).
De referir que foram também distinguidas as equipas Sub14 e Sub16 por terem ganho o Torneio Interassociações e o Campeonato Distrital e Nacional, respetivamente, tendo o CPN aproveitado ainda para homenagear as atletas, treinadores e dirigentes que, na época transata, fizeram parte das seleções distritais e nacionais.
Pelas seleções distritais fizeram parte as atletas Raquel Rosas (Sub12), Gabriela Santos, Rita Santos (Sub14), Marta Leite, Marta Fernandes, Eva Carregosa, Mariana Pereira, Leonor Carvalho, Leonor Ferreira, Miriam Umabano, Filipa Trancoso, Margarida Lopes e Natália Santos (Sub16).
Já pela seleção nacional homenageou-se a representação das atletas Catarina Bonito (Sub20), Natália Santos e Mariana Pereira (Sub16).
Houve reconhecimento também para Agostinho Pinto e Fernando Coelho – seleção nacional de Sub18, seguindo-se a entrega dos prémios de reconhecimento a duas personalidades que muito fizeram pelo clube e secção: ex-Presidente da AB Porto, António Belém, e o ex-Presidente do CPN, Raul Santos.
Espaço de reconhecimento também a SabsegSeguros com o prémio de patrocinador do ano, sem o apoio da qual seria difícil atingir os êxitos alcançados, sem esquecer Foi também o prémio de Personalidade do Ano para o já mencionado Orlando Rodrigues por todo o apoio que deu ao clube.
“Não nos podemos dar ao luxo de falhar na formação de jogadoras de especial talento”
Virando agulhas para as nossas seleções femininas jovens, e na tua ótica, continua a haver muito potencial?
Sinceramente, acho que sim. Talvez em menor quantidade, talvez menos organizada e com uma origem mais casuística e menos sistémica, mas com talento ainda assim. Infelizmente somos muito sensíveis ao fator “menor competitividade”, que afeta bastante os nossos campeonatos. Vai obrigar os selecionadores a um trabalho mais complicado e decididamente muito mais dependente dos restantes técnicos nos clubes, pois havendo menor quantidade de jogadoras de especial talento, não nos podemos dar ao luxo de falhar na sua formação.
Quanto ao teu futuro profissional, podemos esperar alguma novidade?
O futuro é uma verdadeira incógnita, pois não tenho nada em vista no presente. Tive alguns convites ou abordagens que muito me honraram, mas que gentilmente declinei por razões de vária ordem. Por isso não tenho qualquer novidade para dar nem nada no horizonte.
Enquanto adepto e profundo conhecedor da modalidade, e falando de uma forma global, qual foi para ti o principal acontecimento do basquetebol nacional em 2017? E do internacional?
No plano nacional, e sem desprimor por muitos e bons eventos que aconteceram por esse país fora em 2017, creio que a Gala dos 90 anos da FPB foi de facto um momento marcante. Pelo regresso à ribalta, pela festa da modalidade que traduz e, sobretudo, pela justiça das homenagens que concitou em si. No plano internacional, eu destacaria o prémio com que a FIBA galardoou o basquetebol português e muito em particular o seu setor feminino. Creio que a maioria dos portugueses amantes desta modalidade não realizou a grandeza da dimensão deste facto.
Seleção Nacional de Sub16 Masculinos discute esta sexta-feira o Torneio Internacional de Oeiras
Por seu turno, a turma helvética ultrapassou os nossos jogadores mais jovens (70-59).
“Se atentarmos aos resultados, tudo correu quase na perfeição”
Eis a 1.ª parte de uma entrevista a Eugénio Rodrigues, que nos falou sem rodeios sobre o seu percurso nos últimos tempos, no findar de um 2017 em que voltou a ser figura.
Olhando em retrospetiva para 2017, como te correu o ano em termos desportivos? Isto falando da Seleção de Sub 20 Femininos e do Phoenix Galati.
Depende da perspetiva. Se atentarmos aos resultados, tudo correu quase na perfeição, quer na Seleção Feminina de Sub20 Feminina, quer no Phoenix Galati – Roménia. Tendo em conta os objetivos pré-estabelecidos para a Seleção, sobretudo depois de constatarmos a ausência de algumas jogadoras basilares daquele grupo etário, a permanência na Divisão A era um objetivo complicado, mas exequível. Já no Phoenix Galati, os objetivos passavam por nos apurarmos para as finais da Taça da Roménia e classificarmo-nos até ao sexto lugar do campeonato. Ora, tendo conseguido ambos, fiquei de consciência tranquila. Porém, se atentarmos ao decurso da época em si mesma, os processos não foram os esperados. Na Seleção, conforme referi, porque tivemos muitas ausências e isso complicou bastante e inclusivamente a preparação do Europeu. Poucas atletas para os estágios (chegámos a ir a um torneio em França com nove atletas apenas) e um plantel muito desequilibrado no que toca à heterogeneidade. Já em Phoenix, basicamente teve a ver com questões financeiras que levaram as jogadoras, numa primeira fase, a fazerem greve e, numa segunda fase, a abandonarem a equipa, pelo que é possível imaginar-se como foi o nosso fim de época!
Muita gente foi apanhada de surpresa pela tua saída do basquetebol romeno, devido a motivos que não passaram por ti. Podes contar-nos por alto o que se passou no clube?
Foi bastante surpreendente de facto, até para mim. A equipa feminina desta época tinha sido constituída com base num orçamento muito limitado porque o apoio do município havia sido drasticamente reduzido, e foi com essas premissas que arranquei. Porém, em fins de outubro, a autarquia decidiu reduzir ainda mais o orçamento do clube, o que tornou inviável a continuidade de duas equipas nas ligas profissionais (o clube tinha também a equipa masculina na Liga Romena). A decisão foi no sentido de manter a equipa masculina e cortar a feminina e, como tal, o meu regresso a Portugal aconteceu por tabela.
Como olhas, em termos gerais, para a experiência no basquetebol romeno?
Foi uma experiência boa, muito enriquecedora, profissional e, acima de tudo, incrivelmente dura pela competitividade dos adversários. Estamos a falar de equipas com cinco estrangeiras e nalguns casos com internacionais romenas à mistura. As referências eram em maior número e mais ricas. Nem tudo era bom, como é evidente, e os aspetos financeiros foram sempre um problema bastante presente. As deslocações eram feitas em condições sofríveis e intermináveis, dado que Galati fica no extremo este do país e as estradas eram efetivamente bastante más. No entanto, e no balanço final, acho que foi bastante positivo.
“Man Out” com… João Jerónimo
Falámos com João Jerónimo, no regresso da rubrica “Man Out”, um jogador poderoso na posição de poste – onde Portugal está carente – e que promete ser um nome a ter em conta nos próximos compromissos oficiais.
Chamam ao basquetebol em cadeira de rodas (BCR) a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como “vendias” a modalidade?
A melhor maneira de convencer uma pessoa a ver ou praticá-la no nosso país, hoje em dia, é agarrarmos no nosso carro, irmos buscar as pessoas a casa e levá-las até ao pavilhao, mas fora isso, o basquetebol em cadeira de rodas é uma modalidade super “poderosa”, onde só experimentando se consegue sentir as coisas, convidar para vir ver um treino, experimentar a cadeira e depois ver um jogo para sentirem a adrenalina que é jogar.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
Sou apaixonado pelo jogo do capitão da Turquia, Ozgur Gurbulak. A maneira como consegue motivar toda a equipa a fazer bons jogos é fascinante, já para não falar da finalização inpresionante que tem. Também gosto imenso do jogador da Grã-Bretanha, Dan Highcock, da dedicação que tem para chegar à perfeição. É um atleta que sigo há imenso tempo e que me dá uma motivação extra.
Ter uma limitação motora, entre outras coisas, produz momentos humorísticos de requinte devido à reação das pessoas menos “familiarizadas” com o tema. Ter uma limitação motora e jogar BCR é uma mistura explosiva? Conta-nos um episódio contigo ou que presenciaste.
Ter uma limitação motora não nos impede de fazer nada! Desde os meus 15 anos, quando tive o acidente, saí do desporto dito “normal” e entrei no mundo do desporto adaptado, e apercebi-me logo de que conseguimos praticar desporto na mesma de alta competição, independentemente de termos ou não uma limitação motora. Tenho imensos episódios em jogos caricatos, sendo que os mais cómicos passam por ver jogadores em contra-ataque com a cabeça no chão, eu pôr-me a jeito parado e o jogador bater em mim e sair literalmente disparado da cadeira. Farto-me de rir e o mais engraçado é que ainda ganho a falta de atacante.
Entre todas as maravilhas passíveis de pôr em prática numa cadeira de basquetebol, qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo predileto?
Eu adoro fazer “abafos”, jogadores em lançamento e roubar bolas quando estão a sair da mão do adversário, adoro. Agora ando a praticar o ”tilting” para conseguir fazer lançamentos apoiados numa roda (ainda tenho muito que trabalhar, mas já esteve mais longe).
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”? Com sinceridade, vá lá!
Como eu gosto de ter a fasquia sempre alta, gostaria imenso de fazer Man Out ao jogador da Argentina, Alber Esteche, contra quem há três anos, no Torneio Internacional de Lisboa, tive oportunidade de jogar. Fiquei fascinado com a perícia da cadeira.
Estágio da Seleção Nacional de Sub16 Masculinos
Esta ação inclui a participação num Torneio Internacional a realizar em Oeiras, onde também estarão presentes a seleção da Suíça e a seleção portuguesa de Sub15.
De referir que a equipa técnica é constituída por António Paulo Ferreira (selecionador), Hélder Evangelista (treinador-adjunto) e Ricardo Ribeiro (treinador convidado), importando ainda destacar Miguel Pereira (dirigente), Mário Tenório (team manager) e André Mendes (fisioterapeuta).
Os atletas convocados são:
– Afonso Candeias (CB Queluz)
– Afonso Soares (Guifões SC)
– André Baptista (CB Queluz)
– André Rodrigues (FC Porto)
– Diogo Soares (Imortal BC)
– Francisco Piteira (BAC)
– Guilherme Almeida (FC Porto)
– Guilherme Pais (FC Barreirense)
– Hugo Silva (Imortal BC)
– João Alexandre (GC Olhanense)
– João Pinto (Académico FC)
– Leonidyo Diiky (Chamusca Basket)
– Luís Silva (Sporting CP)
– Rui Cardoso Silva (FC Porto)
– Yailo Gonga (NB Queluz)
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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