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Seleção Nacional de BCR com estreia infeliz no Europeu (Divisão C)

Na formação lusa sobressaíram Ângelo Pereira (9 pontos), Márcio Dias (6 pontos e 2 ressaltos) e Iderlindo Gomes (5 pontos e 6 ressaltos).

 

Contudo, tudo continua em aberto quanto à passagem às meias-finais, com Portugal a voltar a entrar em campo esta quinta-feira, novamente às 8h (hora portuguesa), diante da Grécia.

 

Poderão vir a assistir ao jogo aqui, sendo que toda a estatística da partida se encontra aqui.


Portugal com última etapa de preparação para a pré-qualificação do Mundial

Depois da participação em torneios na Mealhada e na Macedónia, a equipa de todos nós terá então pela frente uma das potências africanas da modalidade, e logo orientada por Mário Palma, velho conhecido do nosso Selecionador, Mário Gomes.

Recordamos que a campanha lusa na pré-qualificação arrancará a 2 de agosto, em Sines, frente à Bulgária, fazendo ainda parte do Grupo D a Bielorrússia, apurando-se o duo da frente para a qualificação, enquanto a Tunísia já tem em mente o AfroBasket (8 a 16 de setembro), do qual será anfitriã.

A FPB TV acompanhará ambos os desafios contra o adversário magrebino, que tem ainda Ivan Kostourkov como adjunto, não esquecendo a transmissão do segundo jogo também na Bola TV.


“Estamos a falar de uns mini Jogos Olímpicos! A expectativa é enorme”

As catorze atletas convocadas pela equipa técnica nacional já treinaram em solo alentejano e a FPB falou com o selecionador Ricardo Vasconcelos para medir o pulso ao responsável da equipa das quinas.

 

Com que expectativas parte para esta competição, que é também uma estreia na sua carreira de treinador?
Estamos a falar de uns mini Jogos Olímpicos! Portanto, a expectativa de estar presente num evento desta dimensão é enorme no sentido de viver e retirar tudo o que existe à volta da ideia de 'partilhar residência' com atletas medalhados Olímpicos. No que toca ao basquetebol concretamente, penso que temos uma equipa jovem com muito talento e muito trabalhadora, mas especialmente baixa. Será um enorme desafio criar sistemas e ideias para rentabilizar, por um lado, e disfarçar, por outro, a falta de centímetros. A maioria delas nunca sentiu como é jogar com o basquetebol não europeu e existem grandes diferenças, portanto será uma experiência super-enriquecedora para todos!
 
Portugal está inserido num grupo que inclui também o Canadá, o Japão e a Coreia do Sul, que apresentam realidades diferentes do que estamos habituados na Europa. O que espera de cada um dos adversários e que nuances vai introduzir na preparação da equipa para fazer frente aos estímulos previsivelmente diferentes que a equipa vai encontrar?
Há dois aspectos do jogo que nos preocupam especificamente: transição defensiva e ressalto defensivo. Jogamos com equipas fisicamente muito mais aptas que a nossa e não estou a falar necessariamente da altura. O Canadá vai aparecer com corpos de grande envergadura e super atléticos. As equipas asiáticas pouco driblam, mas são muito velozes em espaços curtos.
 
Apesar dos critérios mais apertados da convocatória para esta prova, foi possível reunir um grupo de trabalho composto por atletas que jogaram na Liga ou nos Estados Unidos, na última época. Parte com que ambição, tendo em conta a lista de convocadas?
Sem ambição nem iniciaria o trabalho. Não sei estar sem ambição na vida!  Agora, o que tenho certo é que me vou focar muito mais no processo e menos no produto! Para mim, estas são atletas da seleção sénior, algumas num curto espaço de tempo e outras a médio prazo… Ou não! E, aí, também será muito importante trabalhar com cada uma delas (todas atletas de seleções jovens) para direcionar as suas energias no desenvolvimento que achamos necessário para chegar ao topo. Tenho a certeza que todas elas vão terminar esta experiência com a sensação de fortuna!
 

Análise aos convocados da Seleção Nacional de BCR

Um misto de experiência e juventude. Parece ser esta fórmula esboçada pela equipa técnica nacional para “atacar” a subida à divisão B, patamar de onde Portugal foi despromovido no passado verão, em Sarajevo, Bósnia-Herzegovina.

Do mais veterano ao benjamim distam 27 anos de diferença – o capitão Pedro Gonçalves tem 45, Ângelo Pereira 18, havendo cinco caras novas na renovada Seleção Nacional: José Miguel, o já referido Ângelo Pereira, Christophe da Silva, Hélder Freitas e Iderlindo Gomes.

De referir que todos os jogos estarão disponíveis aqui, 30 minutos após o final dos mesmos.

Será a oitava edição do Campeonato da Europa C, a quarta com participação portuguesa.

Sem mais demoras, vamos conhecer as virtudes de cada um dos convocados, nas palavras de Marco Galego.

 

Christophe da Silva: extremo; Clube: CS Meaux (França); Pontuação: 1.0 – Jogador muito trabalhador em bloqueios e a “formiga” da equipa.

 

Henrique Sousa: extremo; Clube: APD Braga; Pontuação: 1.0 – Jogador trabalhador em bloqueios e com lançamento a média distância.

 

Marco Gonçalves: extremo; Clube: GDD Alcoitão; Pontuação: 1.5 – Atleta promissor com boa técnica e velocidade.

 

Filipe Carneiro: extremo; Clube: APD Braga; Pontuação: 2.0 – É o atleta mais rápido, com uma mão esquerda muito aceitável.

 

Pedro Bártolo: base; Clube: CP Mideba; Pontuação: 2.5 – Atleta tecnicamente muito evoluído, tanto no drible como no lançamento, consegue executar com grande velocidade.

 

Ângelo Pereira: extremo/base; Clube: APD Lisboa; Pontuação: 2.5 – Mais um possível talento do nosso BCR. Bom lançador.

 

Hugo Maia: extremo; Clube: GDD Alcoitão; Pontuação: 2.5 – Atleta rápido. Faz do contra-ataque uma das suas armas.

 

José Miguel: extremo/poste; Clube: APD Braga; Pontuação: 3.0 – Dos atletas mais promissores de Portugal. Grande envergadura e capacidade de sacrifício.

 

Hélder Freitas: poste; Clube: APD Paredes; Pontuação: 3.5 – Atleta com físico impressionante e vontade. Tem uma margem de progressão enorme.

 

Pedro Gonçalves (capitão): base; Clube: Sporting CP/APD Sintra; Pontuação: 3.5 – O jogador português mais cerebral da atualidade, com muito bom lançamento.

 

Iderlindo Gomes: poste; Clube: APD Leiria; Pontuação: 4.0 – Atleta com uma capacidade física muito acima da média, bom finalizador perto do cesto.

 

Márcio Dias: poste; Clube: APD Braga; Pontuação: 4.5 – Um dos jogadores mais rápidos de Portugal, que consegue finalizar de várias formas, tanto perto do cesto como afastado.


Entrevista exclusiva a Paul Nilsen (VÍDEO)

 

Foto: FIBA / Vitkor Rébay

 


Seleção Nacional de Sub 18 Femininos de malas e bagagens para Beja

Recordamos que a equipa técnica é constituída por Agostinho Pinto (Selecionador) e Teresa Barata (Treinador-Adjunto), ficando a estrutura completa com Manuel Albano (Dirigente), Manuel Monteiro (Team Manager) e Diana Gomes (Fisioterapeuta).

Conheçam então as as 12 jogadoras convocadas:

– Ana Jesus (GDESSA)

– Ana Ramos (Universidade de San Diego)

– Beatriz Jordão (Quinta dos Lombos)

– Catarina Lopes (SC Coimbrões)

– Cláudia Viana (Quinta dos Lombos)

– Eliana Cabral (GDESSA)

– Luana Serranho (GDESSA)

– Mariana Carvalho (Quinta dos Lombos)

– Mariana Silva (Olivais FC)

– Marta Vargas (SL Benfica)

– Maryam Chermiti (União Sportiva)

– Susana Carvalheira (AD Vagos)

 


Seleção Nacional de Sub 16 Femininos em Sangalhos e Oliveira do Bairro

Fiquem a par da convocatória elaborada por Mariyana Kostourkova (Selecionadora) e João Janeiro (Treinador-Adjunto), importando ainda destacar que a estrutura da turma das quinas engloba também Helena Aires (Dirigente), Ana Margarida Faria (Team Manager) e Patrícia Ferreira (Fisioterapeuta).

– Ana Teresa Faustino (GDESSA)

– Catarina Martins (GDEMAM)

– Filipa Cruz (AB Covilhã)

– Joana Lopes (GDESSA)

– Leonor Paisana (CB Queluz)

– Mafalda Pompeu (Olivais FC)

– Maria Luísa Silva (AD Ovarense)

– Mariana Pereira (CPN)

– Mariana Pires (GD Gafanha)

– Marta Martins (Santarém Basket)

– Mirela Ávila (CJ Boa Viagem)

– Natália Santos (CPN)

– Sara Guerreiro (Seixal 1925)

– Soraia Nazaré (SC Farense)


Seleção Nacional de Sub 18 Masculinos rumo a Tallinn

O último estágio serviu para trabalhar e tentar corrigir algumas situações menos positivas que foram identificadas durante os jogos do torneio em solo poveiro e nos jogos treino, sendo que a equipa das quinas ainda realizou mais um jogo de controlo no último dia do apronto.

 

José Ricardo, Selecionador Nacional, mostra-se com confiança: " o grupo está ciente das dificuldades que vamos enfrentar, mas estamos também confiantes na nossa capacidade de luta para tentar discutir todos os jogos", afirmou.

 

A formação lusa realizará ainda dois jogos de preparação, com Suécia e Grã-Bretanha respetivamente, já na Estónia, antes de se estrear no Campeonato da Europa esta sexta-feira, diante do Azerbaijão.


Sub20 Masculinos terminam Europeu na 8ª posição

A formação orientada por André Martins já se encontrava fora da luta pela subida à Divisão A, mas acaba dentro dos oito primeiros lugares da classificação da prova.

 

Já sem poder contar com o contributo do lesionado Carlos Cardoso frente aos georgianos, a equipa das quinas viveu da inspiração de Nuno Sá (11 pontos, 9 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola, 1 desarme de lançamento), Pedro Oliveira (11 pontos, 2 ressaltos, 5 assistências, 3 roubos de bola), Diogo Araújo (11 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola), Tomás Domingos (9 pontos, 4 ressaltos, 1 roubo de bola) e Diogo Brito (8 pontos, 1 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola).
 
Em termos globais, os principais destaques lusos neste Europeu foram Diogo Brito (14.3pts, 4.9res, 2.0as, 2.0rb), Carlos Cardoso (11.7pts, 2.4res, 3.1as, 1.7rb), Diogo Araújo (10.4pts, 4.5res, 1.4as, 1.6rb) e Nuno Sá (9.0pts, 5.4res, 1.3as, 1.9rb).

Sub16 Masculinos voltam a perder em Vieira do Minho

O conjunto orientado por António Paulo Ferreira ficou na 3ª posição do Torneio Internacional de Vieira do Minho, depois de perder, este domingo, frente à congénere da Polónia por 58-53. João Fernandes (9 pontos, 9 ressaltos, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento), Hugo Ferreira (9 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola) e André Cruz (8 pontos) foram os atletas lusos em destaque no encontro que encerrou o torneio.

 


Sub18 Femininas vencem Torneio Internacional de Guifões

Luana Serranho (21 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências, 2 roubos de bola) e Ana Ramos (13 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola) lideraram a equipa das quinas ao triunfo sobre as germânicas. Foi uma prova que serviu de preparação para o Campeonato da Europa da categoria, Divisão B.

 

No outro jogo deste domingo, a Seleção Nacional de Sub16 Femininos foi derrotada pelas Sub18 da Bielorrússia por 58-53, com destaque para as exibições das atletas lusas Mariana Carvalho (18 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência, 4 roubos de bola) e Luísa Silva (9 pontos, 8 ressaltos, 1 desarme de lançamento). As comandadas por Mariyana Kostourkova ficam, assim, na 4ª posição de uma prova em que mediram forças com seleções do escalão acima.
 

Portugal despede-se de Skopje com derrota

Fábio Lima (15 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola) e Arnette Hallman (13 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola) foram os atletas que mais remaram contra a maré laranja, numa partida em que foi notório o acumular do esforço físico nos jogadores portugueses, com reflexo em alguns aspetos do jogo, como por exemplo a luta das tabelas (42 ressaltos da Holanda contra apenas 19 de Portugal). Com esta derrota, Portugal terminou a sua participação no Torneio Internacional da Macedónia na 4ª posição.

 

Balanço do selecionador Mário Gomes, no final do torneio:
 
"Após as duas semanas de intenso trabalho no Luso, nesta terceira semana só foi possível treinarmos na terça-feira, seguindo-se um dia de viagem e três dias em que realizámos curtas sessões de treino de manhã e jogámos ao fim da tarde/noite. Foi e continuará a ser um programa duro, de grande exigência, não só físicamente, mas também, e em especial, mentalmente, à qual a equipa tem sabido corresponder de forma muito positiva e profissional."
 
"A participação no Torneio Internacional de Skopje constituiu um excelente meio de preparação, visando ter a equipa em condições de poder competir pelo apuramento, que constitui o nosso objectivo central. Todos os 14 jogadores tiveram utilização efectiva em jogo e a equipa demonstrou, em campo, capacidade para competir de igual para igual contra adversários fortes e com a preparação mais adiantada que nós, o que reforça a nossa convicção que seremos capazes de lutar pelo apuramento. A excepção foi a 2ª parte do jogo contra a Holanda, durante a qual já não tivemos capacidade física para reagir e equilibrar o jogo, o que se reflectiu em especial na tabela defensiva e na percentagem de lançamentos (marcámos apenas 14 pontos). Nada que nos deva causar grande preocupação, pois ainda não estamos preparados para realizar três jogos desta intensidade em dias consecutivos, contra adversários fisicamente muito superiores. Por outro lado, estes jogos serviram também para fazer alguns ajustamentos tácticos, em especial no ataque, no sentido de podermos sacar o melhor rendimento das características (e hábitos) dos nossos jogadores."
 
"Como principais aspectos a melhorar, identificamos alguma falta de consistência ao longo dos 40 minutos e a necessidade de sermos mais pacientes em ataque, com maior e mais rápida circulação da bola, de modo a termos lançamentos mais cómodos, para que as nossas percentagens possam melhorar. Até certo pontos, eram dificuldades expectáveis, se considerarmos que disputámos o torneio com apenas duas semanas de preparação. Na defesa, a equipa esteve em muito bom nível (com naturais dificuldades na tabela defensiva) e, quanto a atitude competitiva, capacidade de luta e coesão foi exemplar, insuperável. Se mantivermos estes aspectos positivos e conseguirmos aperfeiçoar a execução do ataque, vamos seguramente estar em condições de competir pelo apuramento, a partir do dia 2 de Agosto. E acreditamos que o podemos alcançar!"
 
"Duas notas finais:
– O fraco nível das arbitragens e, pior, a sua evidente parcialidade, com uma dualidade de critérios que nos prejudicou bastante ao longo de todo o torneio;
– Um agradecimento à Federação da Macedónia, pelas excelentes condições que nos proporcionou e pela boa organização do torneio."
 

Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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