Artigos da Federaçãooo
Clinic Internacional de Cantanhede foi sinónimo de sucesso
Jogadores marcantes: António Vilarinho
Hoje falamos daquele que celebrizou os ganchos, dentro e fora da área restritiva, e fez parecer fácil lançar dos então 6,25, numa época em que marcar triplos em quatro rodas e a meia altura parecia digno de epopeia. Aos 70 anos, continua no ativo e a provar o impossível.
Foi um dos muitos para quem a Guerra Colonial se revelou amarga, mas denota-se na voz o estoicismo da recusa em definir a vida por isso. Da Guiné, veio para o Centro de Reabilitação de Alcoitão, corria o ano de 1967, onde um fisioterapeuta dava os primeiros passos do BCR em Portugal. “Juntei-me a eles e comecei a praticar”, conta, sem conseguir precisar se a estreia na modalidade que trata por tu fora em 1968 ou 1969. Das palavras depreende-se o orgulho do pioneirismo, mas o reverso de ser dos primeiros comportava a total ausência de referências. “Nessa altura não havia nenhuma figura muito relevante, aprendíamos uns com os outros”, revela António, aludindo à sua experiência prévia à lesão, no futebol, como único suporte tático nesta segunda vida desportiva. Mais tarde, frisa, destaca a figura de Jorge Almeida, internacional português, ex-jogador e treinador da APD Lisboa e ex-Selecionador Nacional, que rotula de “um dos melhores jogadores no nosso país”. O estado embrionário do BCR em Portugal refletir-se-ia nos moldes da participação portuguesa, nos Jogos Paralímpicos de Heidelberg, Alemanha, em 1972 – a primeira em absoluto de atletas paralímpicos portugueses e a única até à data no BCR. Ainda sem ser sujeito a qualquer etapa qualificativa, a Seleção Nacional foi convidada a integrar a 2.ª divisão do certame Paralímpico, frente a Espanha, Canadá, Bélgica e Suíça. “Para nós era tudo novidade. Não tínhamos sequer conhecimento dos adversários. Milhares de atletas, para nós era outro mundo! Foi bom, porque tínhamos ainda mais incentivo para continuar”, narra titubeante António Vilarinho. A ‘estadia’ em solo germânico saldou-se por três derrotas (71-18 – Bélgica, 58-28 – Espanha e 56-26 – Canadá) e uma vitória (27-25 frente à Suíça). A nível nacional, depois de sair de Alcoitão, António Vilarinho viu o seu percurso profissional abrir-lhe outras portas na esfera desportiva. “Fui para a Venda Nova tirar o curso de formação de Desenhador de Construção Civil e lá consegui formar uma equipa”, contudo o desfecho não foi o desejado, uma vez que terminado o curso, a formação recém-criada não subsistiu. Seguiu-se uma etapa na AFDA, a Associação das Forças Armadas, até rumar ao emblema que todos lhe associamos, a APD Lisboa. Mais tarde, já dentro do novo milénio, teve ainda uma saída ilustrativa do seu dinamismo para criar a equipa do Barreiro, “Os Trovões”, regressando depois em definitivo à APD Lisboa. Lançador de excelência da linha dos 3 pontos e protagonista de ganchos espetaculares, aponta como momentos mais altos a experiência em Heidelberg 72 e o 1.º título com a APD Lisboa, na época 1999/2000, ao lado de Jorge Almeida e de Hugo Lourenço, que menciona em particular. Competidor sem limites, aos 70 anos António Vilarinho não abdica do que o move e assegura: “Isto já é um bichinho que se entranhou em mim. Enquanto tivermos uma pestana a mexer, vamos andando”.
Marco Gonçalves, internacional português, jogador do GDD Alcoitão, ex-APD Lisboa
O Vilarinho foi dos jogadores mais tecnicistas que conheci e uma das minhas referências quando comecei a jogar. Nunca vi ninguém a marcar tantos triplos como ele, apesar de o ter conhecido já com alguma idade, assim como os seus ganchos a partir da linha lateral, ou mais precisamente, de qualquer zona do campo! Também possui uma boa visão de jogo e qualidade de passe, que o tornaram num dos melhores jogadores que passaram pelo nosso campeonato.
Jorge Almeida, antigo internacional português, ex-jogador e treinador da APD Lisboa, ex-Selecionador Nacional
O Vilarinho era um jogador muito evoluído para a época, muito inteligente a jogar, muito bom tecnicamente, tendo como ponto forte o lançamento exterior, tornando-se conhecido (com todo o mérito) como o melhor lançador de ganchos de todos os tempos, quer dentro ou fora da área restritiva, sendo para mim um dos mágicos do BCR.
Sub20 Femininas derrotadas pelas anfitriãs
No conjunto luso estiveram em bom plano Carolina Rodrigues (18 pontos, 3 assistências, 2 roubos de bola), Isabel Costa (10 pontos, 5 ressaltos, 3 assistências, 3 roubos de bola), Catarina Mateus (10 pontos, 1 assistência, 2 roubos), Carolina Bernardeco (7 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências) e Carolina Gonçalves (6 pontos, 1 ressalto, 1 roubo de bola). Portugal termina a sua participação neste torneio este domingo, em partida frente à Sérvia.
Sub20 Femininas perdem em Bourg-en-Bresse
Entre as atletas portuguesas destaque para Isabel Costa (12 pontos, 9 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento), Carolina Gonçalves (10 pontos, 2 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) e Carolina Rodrigues (9 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 4 roubos de bola). Portugal volta a jogar este sábado, diante da França.
CNT de Ponte de Sor em marcha
O projeto UAARE foi apresentado pelo responsável do Ministério da Educação, Prof. Victor Pardal, e foi bem acolhido por todos os presentes, tratando-se de um projeto que no ano letivo anterior esteve implementado em quatro escolas do país e que teve sucesso, e que por isso será estendido a mais cinco no próximo ano escolar.
Nesta reunião estiveram também presentes os elementos que irão formar a equipa técnica do CNT: Andrii Melnychuk, Paulo Raminhos e Filipe Talaia, acumulando este último o papel de treinador-adjunto e tutor residente.
Época 2017/18 em andamento
Sub20 Femininas já treinaram em solo francês
À chegada ao aeroporto de Lyon, localidade a cerca de 60 km de Bourg-en-Bresse, a comitiva portuguesa foi recebida pelo muito calor que se faz sentir em terras gaulesas. Após uma curta passagem pelo hotel, a equipa das quinas já realizou o primeiro treino na cidade que acolhe o torneio e a equipa técnica liderada pelo selecionador Eugénio Rodrigues começou a preparar o embate frente à Espanha, agendado para esta sexta-feira, no pavilhão Salle Saint Roch. Depois do treino, houve ainda tempo para uma sessão com a psicóloga Nádia Tavares.
Ricardo Vasconcelos: “Profissionalismo e entrega das jogadoras é notável”
No balanço da participação da principal equipa das quinas, o selecionador ficou satisfeito.
“Betinho” viaja para Portugal para ser avaliado
O internacional português jogou limitado fisicamente durante as últimas duas partidas da final transalpina e vai submeter-se a exames em terras lusas, a fim de avaliar se poderá ou não dar o seu contributo à equipa das quinas na fase de pré-qualificação para o Mundial de 2019.
Entrevista com o Selecionador Nacional, Marco Galego, e o Selecionador Adjunto, Ricardo Vieira
Portugal integra o grupo A juntamente com as seleções da Bélgica e da Grécia, enquanto no grupo B constam República Checa, Hungria, Sérvia e República da Irlanda. Só os finalistas da prova garantem a promoção à divisão B. Antes, Portugal volta a concentrar-se em Vila Nova de Gaia, de 7 a 9 de julho, e em Campo Maior, de 14 a 16.
Que balanco fazem do último estágio?
M.G. – O balanco é muito positivo. Todos os atletas trabalharam nos limites físicos e psicológicos. A evolução foi notória, tanto eu como o Ricardo ficámos impressionados com o espirito de superação de todos.
R.V. – Foi um estágio importante para definir algumas estratégias e para ver que tipo de trabalho os atletas têm feito ao longo ou no intervalo dos estágios. Assim como seria importante pelo facto de ter de ficar decidido quais os 12 a levar para o Europeu.
Sem revelar segredos, que é a alma do negócio, qual a abordagem que a nossa Seleção terá de apresentar para se bater com seleções mais altas e habituadas a patamares superiores?
M.G. – O segredo, se é que existe, é estarmos fortes na defesa e não perder bolas, sem que o adversário faça muito para tal.
R.V. – Sabemos das qualidades da República Checa e da Bélgica, que são sem dúvida os adversários com maior qualidade. Sem grandes rodeios, sabemos que temos de estar no nosso melhor nível físico e psicológico, sermos inteligentes e rápidos em todos os aspetos do jogo será fundamental. Passará, sem dúvida, por uma abordagem algo diferente do que tem se vindo a abordar nos últimos anos.
Das carências que constatam, onde é que os nossos clubes têm de trabalhar mais para que a Seleção dê passos mais firmes?
M.G. – Temos de treinar mais em grande intensidade. O treino nunca pode ser para que o mais forte treine ao ritmo do mais fraco, mas sim ao contrário. Os nossos atletas precisam de mais horas semanais de treino nos limites. O que nós aqui trabalhamos pode ser aplicado a qualquer clube. Sem trabalho não há resultados, seja no desporto ou na vida particular/profissional.
R.V. – Equipas e Seleção têm de ter os mesmos objetivos, ou seja, pensarem em caminhar juntos. Sabemos que não somos propriamente gigantes em termos de altura, mas podemos ser de outra forma. Vimos neste estágio e noutros que o caminho a seguir é fácil desde que exista concordância, o que é sempre difícil, por isso cabe aos atletas remarem juntos e mostrarem que é possível fazer mais e melhor ao nível de equipa, mas também e principalmente ao nível individual.
“Betinho” falha sonho do título italiano
O internacional português somou 4 pontos, 4 ressaltos e 2 roubos de bola na partida que encerrou uma temporada que, apesar de terminar de forma amarga, foi muito positiva para “Betinho” e para o emblema que o atleta luso representou.
“Encontro de treinadores”
De referir que esta tertúlia contará com a presença de Mário Gomes, Selecionador Nacional.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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