Artigos da Federaçãooo

Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos em Bucareste

Fiquem com as últimas sobre a equipa de todos nós, que entrará em ação no Europeu esta quinta-feira, às 11h45, diante da Holanda.

Após um longo sábado de viagem, a Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos chegou a Bucareste no final do dia, onde foi recebida de forma muito simpática e cordial por um responsável técnico da Federação Romena.

Apenas houve tempo para a delegação portuguesa se instalar, jantar e dormir no Hotel Sport – centro de estágio para desportistas da Roménia que imortaliza uma antiga campeã olímpica do País, Lia Manoliu -, localizado num parque da capital do país, onde se encontram instalações desportivas para treinos e competição de atletas de diferentes modalidades (estádio de futebol, pista de atletismo, pavilhão para ginástica, …).

De referir que a Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos treinou na manhã de domingo no Pavilhão da Federação Romena de Basquetebol – Arena de Baschet -, instalação muito funcional que fica situada nas traseiras do hotel, a menos de 5 minutos a pé, junto da sede da Federação.

Ao final da tarde, a equipa nacional defrontou a sua congénere da Roménia, noprimeiro de 2 jogos finais de preparação programados para antes do Campeonato Europeu.

Portugal venceu por 58-48, num jogo com duas partes claramente diferentes. Na primeira parte, a equipa portuguesa evidenciou clara superioridade, com mais agressividade defensiva, velocidade nas transições e maior eficácia ofensiva, perante uma Roménia que parecia macia e até inofensiva, sendo que ao intervalo Portugal vencia por 33-15.

Na segunda parte, e especialmente durante o terceiro período, tudo se alterou e os papéis pareceram inverter-se. Os jovens portugueses entraram apáticos, desconcentrados, pouco intensos e sem disciplina coletiva, talvez convencidos de facilidades e deixaram-se surpreender pelo aumento da agressividade e da eficácia da Roménia, evidenciando dificuldades perante a pressão defensiva em todo o campo. Demoraram muito a reagir, só melhorando em curtas fases nos finais dos terceiro e quarto períodos.

Portugal acabou por vencer um jogo que constituiu uma boa preparação e um bom alerta para as dificuldades que os jovens portugueses vão enfrentar perante equipas que jogam com elevada agressividade defensiva e intensidade ofensiva. 

 

Pela Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos jogaram:

Ruben Nobre – 14 minutos, 3 pontos, 2 faltas

Gustavo Teixeira – 18 minutos, 5 pontos e 1 ressalto

Francisco Amarante – 38 minutos, 11 pontos, 5 ressaltos, 6 assistências, 3 faltas

Pedro Oliveira – 6 minutos, 1 assistência, 2 faltas

Diogo Peixe – 29 minutos, 10 pontos, 4 ressaltos, 2 faltas

Miguel Correia – 15 minutos, 6 pontos, 3 ressaltos, 1 assistência, 1 falta

Ricardo Neves – 5 minutos, 2 pontos, 2 ressaltos

João Guerreiro – 30 minutos, 9 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência, 3 faltas

Vicente Jardim – 11 minutos, 3 pontos, 1 ressalto, 1 assistência, 3 faltas

Lamine Banora – 22 minutos, 6 pontos, 4 ressaltos, 5 faltas

Miguel Reis – 10 minutos, 3 pontos, 1 ressalto, 1 falta

Rodrigo Soares – 2 minutos, 3 faltas

 

Esta segunda-feira, 8 de agosto, a Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos repetirá o programa, treinando de manhã e jogando ao final da tarde novamente com a congénere da Roménia. 


Portugal estreia-se com derrota no Europeu de Sub 16 Femininos

Portugal, atual vice-campeão europeu, esteve quase sempre atrás no marcador, tendo pela frente mais um desafio, já este domingo às 13h15, frente à Hungria, podendo assistir a esta partida em https://www.youtube.com/watch?v=5xc8Ex-FCts.

As comandadas de Mariyana Kostourkova colocaram-se numa posição muito complicada logo no primeiro período, já que após os dez minutos iniciais o resultado já era de 9-24, tendo a formação alemã aplicado, ainda numa fase precoce, um parcial de 0-9.

No segundo quarto o desafio manteve-se com as mesmas nuances, com Portugal a não conseguir contrariar a superioridade germânica, cavando-se um fosso ainda maior no resultado, como se comprova pelo 16-43 verificado ao intervalo.

A etapa complementar foi bem mais equilibrada, mas a equipa das quinas já se encontrava demasiado longe para poder sonhar com o triunfo. Após o final do terceiro período, a Alemanha vencia por 27-55, sendo que no último quarto Portugal viria a viver a sua melhor fase, mostrando-se superior. Essa melhoria de rendimento traduziu-se num reduzir de distâncias, que colocou o resultado final em 51-72.

Em termos individuais, e numa partida em que Portugal até revelou melhor eficácia na linha de 3 pontos, destaque para Marta Rodrigues (11 pontos), Raquel Laneiro (11 pontos) e Alice Martins (10 pontos).

Contudo, e apesar do resultado, há ainda muito por percorrer, já a começar pelo desafio frente à Hungria, agendado para as 13h15 deste domingo.


Portugal a um triunfo do 13.º lugar no Europeu de Sub 18 Masculinos

Portugal terá o jogo decisivo este domingo, às 15h30, frente à Islândia.

O primeiro período foi equilibrado, com alternâncias no marcador, com Portugal a acabar por sair na frente, por 13-11, sendo que depois, no segundo quarto, a formação orientada por José Ricardo acabou por se distanciar.

Com um parcial de 9-0, a turma lusa disparou no marcador, algo que se revelou muito importante para a definição do resultado final e para a positiva exibição dos nossos jogadores, que ao intervalo já venciam com dez pontos de vantagem (34-24).

No terceiro quarto, a Dinamarca conseguiu reaproximar-se, reduzindo a desvantagem para apenas 2 pontos (42-40) a 2 minutos do derradeiro período, mas a nossa Seleção reagiu da melhor forma, obtendo um parcial de 8-0, que colocou o resultado em 50-40.

A confirmação do triunfo português chegou então, num último período em que o adversário nórdico registou apenas 4 pontos. Sem margem para dúvidas, Portugal acabou por vencer de uma forma clara (65-46), ficando agora à espera da partida deste domingo.


Faltou consistência a Portugal

O mau inicio do conjunto nacional tornou ainda mais difícil uma tarefa que já era complicada. Mas isso não impediu que na segunda parte, os comandados de Mário Palma voltassem a reentrar na discussão do jogo, muito à custa de uma boa defesa, sinónimo de entrega, competitividade, e desejo de fazer melhor. Mérito para a forma como os eslovenos estiveram a lançar de longa distância, se bem que os jogadores portugueses conseguiram, mesmo assim, dominar em algumas áreas do jogo. Este sábado, às 20 horas, menos uma em território nacional, Portugal defronta a Bósnia Herzegovina, perdeu por cinco com a Bélgica (68-73), para o jogo de atribuição do 3º lugar do torneio.

 

Seria fácil explicar esta derrota tendo em conta a valia do adversário, sobretudo quando é composto por jogadores que atuam na NBA, Liga ACB e Liga turca, vários em ambos os casos, Liga Italiana ou mesmo francesa. Mas provou-se que Portugal consegue competir contras estas seleções do topo do basquetebol europeu, faltando-lhe apenas consistência no seu desempenho ao longo dos 40 minutos.

 

Os primeiros 10 minutos foram complicados para o conjunto luso, ineficazes no ataque, e a sofrerem de um problema chamado turnovers (8 no período). À entrada do 2º período, Portugal já perdia por catorze pontos (9-23), com os eslovenos a mostrarem-se mortíferos da linha de três pontos. Até ao intervalo, a equipa nacional melhorou ofensivamente, e empatou o quarto a 18 pontos.

 

Após algumas retificações defensivas feitas durante o intervalo, a equipa liderada por Mário Palma surgiu muito bem na etapa complementar. Personalizada, destemida na forma como se batia frente a uma poderosa Eslovénia, e a meio do período perdia por apenas sete pontos (36-43). Os cinco minutos finais do quarto voltaram a não ser favoráveis a Portugal (2-8), aproveitando a Eslovénia para se afastar de novo no marcador (51-38).

 

Indiferente ao resultado, o grupo voltou a mostrar-se coeso, soube lidar com uma diferença pontual expressiva (43-62), e foi capaz de terminar o jogo em alta, deixando indicações positivas que está a melhorar de jogo para jogo.

 

Se o lançamento (48% de 2pts e 19% de 3pts) e os turnovers (22) foram os principais problemas de Portugal, aspetos positivos também se registaram neste encontro. Desde logo a vitória na luta das tabelas, mais dez ressaltos (44-34), e o facto de ter conseguido somar mais pontos no pintado (24-18), perante um adversário muito mais alto e pesado. Realce ainda para o facto de Portugal ter apenas sofrido 26 pontos durante toda a 2ª parte, e alguns deles fruto de lançamentos bem contestados.

 

Mário Palma utilizou 13 jogadores nesta partida, apenas Stefan Djukic não foi utilizado no decorrer da mesma. Cláudio Fonseca (10 pontos e 8 ressaltos) esteve muito bem nos dois lados do campo, João Balseiro (9 pontos) deu sinais de estar a subir de forma, e Pedro Pinto (8 pontos e 3 assistências) continua a ter uma eficácia elevada nos minutos em que é utilizado. 


Eslovénia é o próximo teste de Portugal

Um torneio de elevado nível, composto por equipas com muita qualidade, que preenchem todos os requisitos para serem bons jogos de controlo.

 

Depois do jogo disputado na passada terça-feira, Portugal efetuou um treino de recuperação no dia seguinte, no pavilhão junto ao hotel, em Lasko. Já esta quinta-feira foi dia de dose dupla, sendo que o treino da tarde já se realizou no pavilhão onde se irá disputar o torneio.

 

Da parte da manhã, Mário Palma dedicou-se mais às questões ofensivas, com a introdução de ajustes táticos que permitam ao ataque de Portugal tornar-se mais fluido e simples. O treino da tarde já contou com exercícios com ênfase na defesa, nomeadamente na defesa dos bloqueios diretos, ajudas e rotações defensivas, bem como nas situações de “close out”.

 

Stefan Djukic já participou nas duas sessões de treino, sinal de total recuperação de uma entorse sofrida ainda em território nacional. Para o jogo desta sexta-feira os catorze jogadores poderão equipar, cabendo ao selecionador nacional, naturalmente, decidir se todos os atletas participarão no primeiro encontro do torneio.


Portugal viu ciclo positivo interrompido

A equipa nacional foi superada por Montenegro (80-45), que assim terminou invicto esta primeira fase da competição (5V). Os comandados de José Ricardo Rodrigues não entraram bem no jogo, cedo se viram na obrigação de ter que correr atrás do prejuízo, isto porque permitiram que os montenegrinos construíssem uma vantagem pontual confortável durante o quarto inicial. Portugal ainda conseguiu equilibrar dois períodos, mas nunca foi capaz de reentrar na discussão pela vitória. A equipa nacional terminou a 1ª fase em 4º classificado, e disputará agora do 9º ao 16º lugar. O próximo encontro será frente à Bulgária, esta sexta-feira, 5 de agosto, às 12 horas (menos uma em Portugal), na luta pela melhor classificação possível.

 

No final dos primeiros 10 minutos, a equipa portuguesa já se encontrava numa situação complicada, pois estava obrigada a anular uma diferença de dezassete pontos (7-24). Até ao intervalo, a equipa nacional melhorou nos dois lados do campo, sobretudo no capitulo ofensivo, tendo conseguido equilibrar o período (16-17).

 

O recomeço da etapa complementar deitou por terra qualquer possibilidade de Portugal poder ainda aspirar a vencer o encontro, já que a desvantagem pontual subiu para muito perto dos trinta pontos (32-61). Apesar de se ter batido muito bem na luta das tabelas (40-47), sobretudo na ofensiva (15), Portugal cometeu demasiados turnovers (22), e esteve muito pouco eficaz a lançar ao cesto (25.5% de 2pts e 21.4% de 3pts). Outro capitulo do jogo em que a formação lusa não esteve particularmente bem foi nas assistências, já que registou 4 ao longo de todo o encontro.

 

Tendo em conta que do outro lado estava um adversário fortíssimo, candidato a subir de divisão, o desacerto português conduziu a um resultado final desnivelado. Pedro Lança (5 ressaltos) e Rodrigo Lima (3 ressaltos), ambos com 10 pontos, foram os melhores marcadores de Portugal. 


Terminou o estágio final da Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos

Estas duas últimas semanas de estágio decorreram em Ermesinde, no Pavilhão Municipal, sendo que Portugal se estreará no primeiro dia de competição, diante da Holanda.

Foram efetuados 14 treinos, em sessões bi-diárias com os 12 jogadores convocados para participar no Europeu. Foi um período de intenso trabalho e de grande concentração, visando aperfeiçoar todos os detalhes da organização coletiva da equipa nacional, sobrando ainda algum tempo para festejar o 16.º aniversário de Gustavo Teixeira.  

A Federação Portuguesa de Basquetebol apresenta um especial agradecimento à Câmara Municipal de Valongo e ao CPN – Clube de Propaganda da Natação – e seus colaboradores por todo o apoio prestado para que nada faltasse à Seleção Nacional de Sub 16 masculinos durante estas duas semanas de preparação.

A caminho do Campeonato Europeu, a Selecção Nacional parte para a Roménia no próximo sábado, 6 de agosto, para defrontar, em Bucareste, a selecção romena nas 2 últimas partidas de preparação, nos dias 7 e 8 de agosto.

No dia 9 segue de autocarro para Sófia, na Bulgária, onde decorrerá o Campeonato Europeu de Sub 16 masculinos, divisão B, entre 11 e 20 de agosto.

A delegação portuguesa é constituída pelos seguintes jogadores:

 

Diogo Peixe – FC Barreirense

Francisco Amarante – Dragon Force

Gustavo Teixeira – SC Vasco da Gama

João Guerreiro – FC Barreirense

Lamine Banora – CB Queluz

Miguel Correia – CB Queluz

Miguel Reis – Illiabum Clube

Pedro Oliveira – SL Benfica

Ricardo Neves – SL Benfica

Rodrigo Soares – Irving High School

Ruben Nobre – SC Vasco da Gama

Vicente Jardim – Escola Francisco Franco

 

Por seu turno, o staff nacional é composto por:

 

António Paulo Ferreira – Selecionador

Hélder Evangelista – Treinador Adjunto

António Lóio – Fisioterapeuta

Mário Tenório – Team Manager

Miguel Pereira – Vice-Presidente


Portugal não venceu no 1.º teste

Esta terça-feira disputou o seu primeiro teste, frente à Geórgia, em Podcetrtek, que terminou com a vitória dos georgianos por 90-71. Foi notória a diferença das duas equipas no estado de preparação, com os georgianos a mostrarem-se muito mais soltos e avançados, o que não impediu Portugal de conseguir equilibrar o jogo durante algumas fases. Foi sem dúvida um excelente teste para a formação lusa, diante de um adversário que foi extremamente agressivo a defender, muito físico, e que se revelou letal no tiro de longa distância.

 

Segunda-feira foi dia de viajar – voo até Zagreb – ao qual se seguiu uma viagem de duas horas de autocarro até Lasko, nada que impedisse a equipa de treinar ao final do dia. Esta terça-feira de manhã, novo treino, de duas horas, com a equipa deslocar-se depois de autocarro – 1 hora de viagem – até ao local onde a Geórgia estagiou.

 

Depois de um inicio menos conseguido, Portugal conseguiu equilibrar o jogo, tendo mesmo passado para a frente do resultado perto do final do 1º período (20-19). Mário Palma, de uma forma natural, foi rodando os 13 jogadores, e a Geórgia aumentou a sua agressividade defensiva, condicionando, e muito, a fluidez ofensiva de Portugal. Muitos dos seus pontos (25%) resultaram de erros provocados ao ataque português – 11 na 1ª parte – o que ao intervalo permitias-lhe estar na frente por 46-35.

 

Na 2ª parte, a toada do jogo não se alterou significativamente, com Portugal a sentir problemas em organizar e executar os seus sistemas ofensivos, até porque não somou qualquer ponto em contra-ataque durante os 40 minutos. Os turnovers continuaram a ser um problema (27 no total), e o 3º período acentuou ainda mais a diferença entre as duas equipas (71-47). Mesmo perante uma situação difícil, Portugal foi solidário nos últimos 10 minutos, melhorou ofensivamente (parcial de 9-0), as bolas começaram a cair, e jogo mudou completamente (61-76). Foi sem dúvida uma boa resposta, tanto mais que se tratava do 1º jogo nesta fase de preparação para a fase de qualificação do Eurobasket 2017.

 

No final do encontro, Mário Palma não era um treinador satisfeito, mas reconhecia que o adversário se mostrou, nesta fase, mais pronto para competir, e com outros argumentos. “Tratou-se de um 1.º jogo excelente para a equipa, frente a um adversário que impôs uma agressividade defensiva muito acima da média, e que nos criou muitos problemas no ataque. Foi visível que existe nesta altura uma grande diferença entre as duas equipas, até porque a nossa equipa tem uma carga de treino elevada. A Geórgia está numa fase da sua preparação mais adiantada, e apresentou-se muito mais solta”, considerou o selecionador português.

 

Naturalmente que Portugal joga sempre para ganhar, mas nesta altura o resultado era o menos importante. “Perder por 19 pontos nesta fase frente a esta Geórgia não deslustra nada. Havemos de lá chegar! Tanto mais que não existiu qualquer trabalho de scouting, sendo que acabámos por ser surpreendidos em algumas situações”, acrescentou Mário Palma.

 

Como já foi referido, o treinador lusoutilizou os 13 jogadores, com João Betinho Gomes, autor de 20 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências, a destacar-se como o melhor marcador, seguido depois por Pedro Pinto, com 9 pontos. Tomás Barroso (6 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos) acabou por fazer um jogos bastante completo, bem como Cláudio Fonseca (7 pontos e 4 ressaltos). Portugal equilibrou a luta das tabelas (27-30), conquistou 25 lances-livres (80%), e deveriam ter sido muitos mais…, mas esteve menos eficaz a lançar ao cesto (43% vs 53%). A linha de 3 pontos definiu a diferença entre as duas equipas (9/17 – 53% vs 9/26 – 35%).


Seleção Nacional de Sub 18 Femininos alcança 9.º lugar no Europeu

Obrigado por tudo, craques!

De referir que a Suécia venceu esta competição, que se realizou em Sarajevo (Bósnia e Herzegovina), após se superiorizar à Grécia por 62-47.

Foi um desafio muito emotivo aquele que Portugal e Finlândia protagonizaram na luta pelo 9.º posto da prova, sendo que o equilíbrio imperou durante grande parte do primeiro período. Porém, um parcial de 8-0 favorável às nossas cores ajudou a que a formação orientada por Agostinho Pinto terminasse os dez minutos iniciais com uma vantagem de seis pontos (27-21).

No segundo quarto, Portugal foi conseguindo manter a vantagem, até que perto do intervalo a Finlândia se aproximou no marcador, passando mesmo para a frente graças a um triplo obtido a 25 segundos do descanso , o que deixou o resultado em 43-44 na ida para os balneários, favorável à turma nórdica.

A etapa complementar do desafio foi espetacular, sendo que o terceiro período foi pontuado por permanentes alternâncias no comando do jogo, criando um total clima de incerteza quanto ao vencedor final. Portugal acabou por se superiorizar, entrando para o derradeiro quarto em vantagem (68-65).

A toada manteve-se no período decisivo da partida, com uma enorme emoção. A 04:57 do final, Portugal colocou-se na frente com um avanço de seis pontos (80-74), mas nem aí a vitória ficou mais perto, já que a Finlândia, com um parcial de 6-0, voltou a empatar a contenda. Até ao término do jogo o ritmo foi frenético, com Portugal a assumir-se em definitivo na rota da vitória através de dois lances livres convertidos por Luana Serranho, a 01:21 do final, aos quais se juntou um outro lance livre de Catarina Mateus, que fixou o resultado em 88-85.

Quanto às performances individuais das atletas lusas, de relevar os desempenhos de Mariana Silva (21 pontos), Eliana Cabral (12 pontos e 8 ressaltos), Catarina Mateus (12 pontos) e Maryam Chermiti (10 pontos).


Henrique Piedade não viaja para a Eslovénia

Não foi tarefa fácil para o selecionador Mário Palma, tanto mais porque o grupo, todo sem exceção, foi de uma entrega exemplar. Facto que o técnico fez questão de agradecer no final do jogo entre os atletas da seleção. A escolha acabou por recair em Henrique Piedade, um jogador que não falhou um minuto de treino, e foi de uma atitude extraordinária. De qualquer forma, como o próprio Mário Palma fez questão de referir, o grupo não está fechado, ficando em aberto um possível regresso de Piedade aos trabalhos da seleção. Uma decisão que será tomada após os três jogos de controlo realizados em solo esloveno, e o regresso a Lisboa.

 

 

A equipa nacional viaja segunda de manhã para Zagreb, seguindo-se depois uma viagem de autocarro até à cidade de Lasko, na Eslovénia, local onde Portugal defronta a Geórgia na próxima terça-feira. Três dias depois, a formação lusa medirá forças com a equipa da casa, a Eslovénia, em Celj, sendo que no dia seguinte está agendado mais um jogo cujo adversário será a Bélgica ou a Bósnia Herzegovina. O regresso está previsto para o próximo dia 8 de Agosto.

 

Lista dos 14 convocados:

Mário Fernandes

Tomás Barroso

Pedro Pinto

Nuno Oliveira

João Balseiro

José Silva

Fábio Lima

João Soares

João Betinho Gomes

João Guerreiro

Miguel Queiroz

Stefan Djukic

Cláudio Fonseca

Pedro Belo


Portugal a um triunfo de distância do 9.º lugar no Europeu de Sub 18 Femininos

Este domingo terá lugar a partida decisiva, às 17h45, sendo que Portugal irá alinhar diante da Finlândia, adversário que defrontou na Fase de Grupos.

Portugal bateu a Estónia de uma forma convincente, sendo que ao intervalo a equipa das quinas já dispunha de uma vantagem de 18 pontos (34-16), depois de uma primeira parte muito forte.

No segundo tempo, a formação orientada por Agostinho Pinto geriu os acontecimentos, nunca fazendo perigar o resultado final.

Quanto a registos individuais, saliência para Catarina Mateus (18 pontos), Maria Leonor Nunes (11 pontos), Mariana Silva (10 pontos) e Ana Ramos (9 ressaltos).


Pedro Bastos afastado da Seleção

O atleta, com o qual Mário Palma contava para se deslocar à Eslovénia para participar nos jogos de controlo da próxima semana, sofreu uma lesão muscular na perna esquerda que compromete a sua preparação para a fase de apuramento. Na despedida do grupo de trabalho, o selecionador Mário Palma elogiou a forma como tinha trabalhado, não escondeu que conta com ele para batalhas futuras, bem como salientou o facto de ser um atleta muito jovem, e com muitos anos pela frente para dar o seu contributo à seleção nacional.

 

Depois de 16 treinos consecutivos, e sem ter falhado a qualquer um dos 2150 minutos de trabalho, Pedro Bastos acabou por se lesionar numa simples travagem. O jovem jogador começava a ganhar espaço dentro da equipa, dando continuidade à boa época efetuada no clube. Mário Palma não lhe poupou elogios na hora da despedida, e não teve qualquer problema em afirmar em frente de todo o grupo, que tinha conquistado um lugar entre os 14 jogadores que se deslocariam à Eslovénia para três jogos de controlo.

 

Visivelmente agastado com o seu infortúnio, Bastos não foi capaz de continuar a acompanhar os treinos até ao final da semana, tendo pedido a sua dispensa como forma de ajudar a superar a sua desilusão neste momento alto da sua curta carreira. Mário Palma exigiu daqueles que permanecerão a trabalhar com a seleção, uma dedicação extrema como forma de prestar homenagem a todos aqueles que vão ficando pelo caminho.

 

Sendo um jogador jovem e com um largo futuro, o selecionador previu que naturalmente se voltariam a encontrar, na certeza que estava perante um atleta com uma margem de progressão ainda muito grande.

 

Este sábado, será comunicado o segundo jogador a ser dispensado e que não viajará com a equipa na próxima segunda feira para a Eslovénia, ficando em aberto a possibilidade de a qualquer momento poder regressar aos trabalhos da equipa. Antes disso haverá um jogo entre os atletas da seleção, que naturalmente ajudará a equipa técnica da seleção a tomar a sempre difícil e dolorosa decisão de dispensar um jogador.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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