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Portugal vence Ucrânia

A equipa portuguesa dominou a 1ª parte, mas foi no 2º período que a formação liderada por Agostinho Pinto construiu uma almofada pontual que depois soube gerir durante a etapa complementar. O conjunto luso voltou a dar mostras do seu caráter, bem como da sua competitividade e desejo de vitória. Portugal volta a jogar este sábado, às 21 horas, frente à Estónia, para a luta entre o 9º e o 12º lugar.

 

Os primeiros 10 minutos foram muito equilibrados, mas ainda assim favoráveis a Portugal (19-17). Até ao intervalo, a superioridade da equipa lusa acentuou-se, permitindo-lhe ir para o descanso com uma vantagem de onze pontos (39-28).

 

Nos segundos 20 minutos, Portugal nunca perdeu a liderança do marcador, embora na parte final do encontro as ucranianas terem conseguido aproximar-se do comando. Depois de ter estado na frente durante grande parte do 4º período por uma diferença a rondar a dezena de pontos, a diferença chegou a ser de três à entrada do último minuto. Nada que perturbasse o conjunto nacional, que respondeu bem à pressão com um importante cesto de Maria Nunes com 26 segundos para jogar, e fixou o resultado final.

 

Mariana Silva (11 pontos e 7 ressaltos) foi importante nos dois lados do campo, e Maria Nunes (12 pontos) acabou por ser a melhor marcadora de Portugal.


Portugal estreia-se com derrota no Europeu de Sub 18 Masculinos

Os comandados de José Ricardo voltarão a entrar em campo este sábado, diante da Áustria, às 13h15.

A Bielorrússia entrou melhor no desafio, aplicando logo um parcial de 6-0, sendo que a 02:36 do final do primeiro período a vantagem da turma bielorrussa até era de 8 pontos (7-15), mas Portugal reagiu muito bem, reduzindo para 13-15.

No segundo quarto assistiu-se à melhor fase portuguesa na partida, com a equipa de todos nós a adiantar-se pela primeira vez no marcador a 04:56 do intervalo (22-21). O jogo estava equilibrado, com várias alternâncias, e por isso não foi de estranhar que ambas as formações fossem empatadas para os balneários a 27 pontos.

Contudo, na etapa complementar a situação seria bem diferente, com a Bielorrússia a exibir-se em melhor plano. Portugal chegou a estar na frente (31-29), mas depois o adversário acabaria por assumir as rédeas do jogo, ainda que à entrada para o último período, a turma lusa estivesse por dentro da discussão do resultado (40-46).

Até ao término do desafio, a Bielorrússia controlou os acontecimentos, com Portugal a nunca conseguir aproximar-se verdadeiramente, chegando-se a um resultado final de 54-66 favorável à formação de Leste.

Em termos individuais, do lado nacional, destaque para o duplo-duplo de Gonçalo Delgado (13 pontos e 10 ressaltos), Gonçalo Madureira (10 pontos e 7 ressaltos) e Pedro Costa (10 pontos).

De referir que as aspirações portuguesas continuam intactas, visto que apenas se disputou a ronda inicial do Grupo B. Este sábado haverá mais, às 13h15, frente à Áustria.


“Darmos o nosso melhor em cada treino”

O desafio passa por dar o máximo em cada treino, não apenas fisicamente, como também na preparação mental para a competição. Mesmo sabendo que apenas 12 chegarão à fase de qualificação para o Eurobasket de 2017, isso não impede que o grupo seja coeso, reforçando um dos quatro princípios básicos do funcionamento da seleção, que diz que a equipa está acima de tudo.

 

Sangalhos tem sido sinónimo de dor, sofrimento, cansaço, não só físico, sacrifícios indispensáveis como o próprio reconhece para que Portugal possa discutir uma presença no próximo Eurobasket. “Têm sido 2 semanas de muito trabalho. É bastante importante esta fase de preparação porque a fase de apuramento vai ser muito exigente, tanto fisica como mentalmente”.

 

Nas habituais palestras do selecionador nacional Mário Palma, é sempre referido que se joga com a mente, pois é ela que comanda tudo o resto. Só uma equipa forte mentalmente, preparada para jogos com três dias de intervalo, com viagens pelo meio, e onde a pressão é um fator decisivo, poderá ter sucesso. “Iremos ter 6 jogos em 18 dias, daí o fator psicológico ser bastante importante. O nosso treinador Mário Palma está a fazer um ótimo trabalho em motivar-nos para darmos o nosso melhor em cada treino. Só assim conseguiremos evoluir em termos de equipa e chegar completamente preparados a fase de qualificação”.

 

Sem ser um grupo de trabalho fechado, a seleção nacional tem um núcleo de jogadores que há muito trabalha junto. José Silva destaca a coesão que caracteriza a Seleção, independentemente de se saber que, inevitavelmente, alguns terão de ser dispensados. “Somos um grupo muito unido, dentro e fora de campo, e todos estão a dar o seu máximo, a lutar por um lugar nos 12. Sabemos que apurar para o Eurobasket não vai ser fácil, mas se continuarmos a trabalhar desta forma teremos muitas hipóteses em consegui-lo”.


Seleção realiza último jogo de preparação

Portugal, apesar de um inicio de encontro menos conseguido, chegou a estar na frente do resultado já durante o 4º período, acabando por ser superado (72-69) num bom teste a poucos dias do arranque da competição.

 

Uma entrada em jogo mais forte por parte da equipa da casa permitiu uma ligeira vantagem no final do 1º quarto (20-13) que acabou por ser muito importante no desfecho final.

 

Apesar de o selecionado luso ter vencido os restantes quartos (18-17; 20-19 e 18-16) e ter ainda estado à frente no marcador já no derradeiro quarto, a vitória acabou por sorrir a seleção da casa por três pontos (72-69).

 

Apesar do resultado, José Ricardo estava satisfeito com este último encontro, pois "permitiu competir numa situação o mais próxima possível da realidade da competição que se inicia 6ª feira, contra uma boa seleção e num jogo que acabou por ser disputado até ao último segundo, o que foi bastante positivo para nós."


Portugal fecha Fase de Grupos do Europeu de Sub 18 Femininos com derrota

Com este resultado, a nossa Seleção fixou-se no quarto lugar, ficando agora na luta pela 9.ª posição do torneio, sendo que na próxima partida irá defrontar o 3.º classificado do Grupo B, esta sexta-feira, às 17h45.

O desafio começou equilibrado, tendo Portugal chegado a estar em vantagem (5-2), mas um parcial de 13-0 favorável ao conjunto nórdico embalou a Finlândia para a dianteira do marcador, de onde nunca mais saiu, sendo que no final do primeiro período as comandadas de Agostinho Pinto perdiam por 7 pontos de diferença (9-17).

No segundo quarto, a nossa Seleção conseguiu reaproximar-se do adversário, ficando a apenas 3 pontos de distância a 03:31 do intervalo (23-26), mas a Finlândia resistiu e voltou a adiantar-se ligeiramente, com as equipas a irem para os balneários com um resultado de 29-36 favorável às finlandesas.

A etapa complementar foi gerida pela turma nórdica, que nunca permitiu grandes veleidades às nossas jogadoras, dando sempre a ideia de que o rumo dos acontecimentos estava definido, o que se comprova pelo resultado de 43-53 à entrada para o derradeiro período, onde Portugal voltou a ser batido pela Finlândia em termos pontuais, terminando a partida com um 53-65.

Quanto ao desempenho individual das atletas lusas, Mariana Silva, jogadora com mais tempo de utilização neste jogo do lado nacional, voltou a estar em destaque (15 pontos e 9 ressaltos), assim como Beatriz Alves (12 pontos e 6 ressaltos) e Ana Ramos (12 pontos e 3 ressaltos).


2ª semana de trabalho em Sangalhos

O calor não impediu que se tivesse trabalhado em dose dupla, já que o tempo que antecede os jogos de controlo é cada vez mais curto. O selecionador nacional Mário Palma dedicou o treino da manhã mais às questões ofensivas, mais concretamente ao ataque zona, e da parte da tarde o ênfase foi a defesa.

 

Tudo somado foram quase cinco horas de treino, dois treinos que agradaram o técnico pela forma como os jogadores disponíveis se entregaram e trabalharam. A exigência e a dureza da preparação tem provocado pequenas mazelas típicas de inicio de temporada, nada de preocupante, mas que têm impedido que todos participem no treino.

 

Fábio Lima sofreu uma entorse no jogo de treino do passado sábado, não participou nas duas sessões, já Cláudio Fonseca ficou de fora no treino da tarde. João Betinho Gomes e Mário Fernandes participaram de forma condicionada no treino da tarde, e quem recuperou totalmente foi Stefan Djukic.

 

O treino da manhã, e uma vez que a equipa se concentrou pouco antes do seu inicio, foi mais tático, aproveitando o selecionador nacional para consolidar as questões táticas relacionadas com o ataque zona, e introduzir mais uma solução ofensiva. Para o treino da tarde, Mário Palma contou com mais jogadores, e aproveitou para ganhar mais algumas etapas na construção de uma defesa que se quer forte e intensa.

 

Aproveitando o facto de estar por perto em trabalho, o Presidente da Federação, Prof. Manuel Fernandes, deu um salto até ao Pavilhão do Sangalhos, e fez questão de assistir a parte do treino. Teve ainda tempo, de forma informal, para cumprimentar o grupo de trabalho, uma vez que se tratava de uma visita de circunstância de um amante de basquetebol.


Portugal já se prepara em Skopje

Depois de uma viagem longa e cansativa, a comitiva chegou ao final da noite à Macedónia, tendo-se logo dirigido para o hotel onde irá ficar alojada durante a competição.

 

Apesar do desgaste da viagem, a seleção treinou duas vezes esta 3ª feira, e realiza um último jogo de preparação com a seleção anfitriã no dia seguinte às 18h (locais). Relembre-se que o jogo inaugural da equipa nacional é no próximo dia 29, 6ª feira, às 16h30 (15h30 PT), frente à seleção da Bielorrússia.


Portugal cede diante da Bósnia e Herzegovina por 54-65

A nossa Seleção ocupa atualmente a terceira posição do Grupo A.

 

Mesmo jogando contra a formação da casa, Portugal entrou muitíssimo bem no jogo, conseguindo ainda cedo uma vantagem importante no marcador, tanto que no final do primeiro período a equipa de todos nós já vencia por 20-11, depois de ter alcançado, inclusivamente, um parcial favorável de 9-0.

 

Porém, tudo se desmoronou no segundo quarto, com a Seleção Nacional a consentir 11 pontos consecutivos ao adversário, que acabou por igualar o resultado. A partir daí, e até ao intervalo, a formação orientada por Agostinho Pinto voltou a assentar o seu jogo, indo ambas as equipas para os balneários empatadas a 33 pontos.

 

Seria na parte final do terceiro período que Portugal deitaria tudo a perder. A 03:51 do derradeiro quarto, a nossa Seleção liderava o marcador por 43-41, mas os últimos minutos revelaram-se fatídicos, com a turma lusa a permitir um parcial de 13-0 a favor do conjunto bósnio, que assim passou para a frente de uma forma destacada (43-54).

 

Para piorar a situação, Portugal não acertou o passo no início do quarto período, tendo pontuado pela primeira vez apenas a 04:05 do término do desafio, o que significou larguissimos minutos sem a obtenção de um único cesto. A reta final da partida até ficou marcada por boa prestação portuguesa, com o alcançar de 9 pontos consecutivos, mas o triunfo bósnio já estava decidido (54-65).

 

Em termos individuais, Catarina Mateus voltou a ser a melhor marcadora nacional (13 pontos), ao passo que Mariana Silva (7 pontos e 7 ressaltos) e Ana Ramos (6 pontos e 6 ressaltos) também sobressaíram. Contudo, quem mais se destacou na luta das tabelas foi mesmo Susana Carvalheira, que tal como no jogo anterior registou 10 ressaltos.


Portugal soma primeiro triunfo no Europeu de Sub 18 Femininos

As comandadas de Agostinho Pinto triunfaram de uma forma tranquila, sendo que nunca estiveram em desvantagem no marcador.

A equipa de todos nós voltará a entrar em ação esta segunda-feira, às 17h45, diante da Bósnia e Herzegovina.

Foi com naturalidade que Portugal derrotou a Roménia, já que as nossas atletas assumiram a dianteira do marcador desde cedo, não dando grandes chances ao adversário, principalmente no primeiro tempo.

Prova disso, no final do primeiro período a equipa das quinas já vencia por 14-7,ao passo que no segundo quarto a eficiência lusa aumentou ainda mais, o que se traduziu num resultado de 40-21 ao intervalo.

No segundo tempo, a Seleção Nacional geriu os acontecimentos, nunca estando em perigo, sendo que à entrada para o último período a vantagem lusa era de 23 pontos (57-34). Até ao término do desafio, a Roménia conseguiu aproximar-se ligeiramente, já muito perto do soar do alarme, fixando o resultado em 69-53 para Portugal, num triunfo importante para as nossas cores, depois do desaire no jogo de estreia.

Quanto a registos individuais, e após uma partida inspirada da turma portuguesa, há a salientar as prestações de Catarina Mateus (25 pontos), Luana Serranho (12 pontos), Susana Carvalheira (9 pontos e 10 ressaltos) e Mariana Silva (10 pontos).


Portugal bate a Irlanda e termina em 11º lugar

Os comandados de André Martins controlaram a marcha do marcador desde o cesto inaugural, e resolveram em definitivo o jogo no inicio da etapa complementar. A equipa nacional terminou a sua participação com um saldo positivo (4V e 3D), pelo que atingiu o principal objetivo definido para este Europeu (mais de 50% de vitórias).

 

Contrariamente ao que sucedeu no jogo do dia anterior, Portugal entrou de forma positiva e cedo construiu uma almofada pontual. No final do 1º período, a vantagem portuguesa já se cifrava nos nove pontos (17-8), com o conjunto luso a mostrar-se muito coeso nas tarefas defensivas. O 2º período foi mais equilibrado, ainda que favorável a Portugal (19-17), sendo notórias as melhorias ofensivas da Irlanda, mas que não impediram que tenham recolhido aos balneários a perder por 25-36.

 

O descanso fez bem aos jovens portugueses, já que no recomeço da etapa complementar recuperaram a sua intensidade defensiva, que de imediato se refletiu num maior sucesso atacante, e no alargar da vantagem pontual (57-34). Um desempenho que lhe valeu resolver o jogo a seu favor, e gerir de forma muito confortável um 4º período muito parco em pontos (7-4), e onde Portugal deu mostras da sua excelência defensiva.

 

No último jogo deste Europeu, Diogo Araújo (19 pontos, 7 ressaltos 2 roubos de bola) rubricou uma exibição muito positiva, Carlos Cardoso (10 pontos, 9 assistências, 4 roubos de bola e 3 ressaltos) deu continuidade ao seu bom momento de forma, e Nuno Sá (7 pontos e 9 ressaltos) como um dos mais regulares e produtivos da equipa portuguesa.


Balanço da terceira semana de preparação da Seleção de Sub 16 Masculinos

Foram efetuados 8 treinos com os 14 jogadores convocados para esta fase, e realizaram-se 4 jogos, 2 dos quais relativos ao Torneio Internacional de Sub 16 de Vieira do Minho 2016. 

De referir que ontem, a comitiva nacional foi recebida na Câmara Municipal local, por António Cardoso, Presidente da autarquia.

Foi uma semana de grande produtividade, já que a presença da competição deu um contributo fundamental para aferir o nível de preparação da equipa até ao momento, mas também deixar uma ideia do muito que ainda há por fazer até ao início do Campeonato da Europa deste ano. As Seleções da Irlanda e da Bélgica reuniram-se nesta bonita vila da região do Minho, e para além dos jogos oficiais que as três Seleções realizaram, Portugal efetuou um particular com cada um dos adversários. Estes 2 jogos extra serviram para oferecer mais uma oportunidade de confronto internacional que tanto estes jovens necessitam.

Apesar de não ter conseguido vencer a Bélgica, Portugal acabou por sair vencedor do Torneio Internacional de Vieira do Minho 2016, após uma vitória clara sobre a Seleção da Irlanda por 81-55. No final dos 3 jogos todas as equipas terminaram o torneio com uma vitória. Portugal acabou por vencer com um registo positivo entre pontos marcados e sofridos, fruto de uma exibição muito bem conseguida no jogo com a Irlanda. No confronto com a Bélgica ficou muito claro para quem teve oportunidade de assistir aos jogos, que o jogador português da idade de sub-16 apresenta fragilidades atléticas e técnicas no que respeita à qualidade individual do jogador. Estas diferenças manifestam-se nas reações e no ritmo que os belgas conseguem impor aos processos simples que taticamente utilizam. Deixam a ideia de que, nesta idade para jogar um jogo de qualidade, a leitura de um bloqueio direto ou um hand-off, podem ser suficientes que o 1×1 seja o fundamental da tática coletiva da equipa. Fica a ideia que só através de uma organização baseada em opções táticas de 5×5, e porventura, demasiadamente comandadas “por fora”, se torna possível à seleção nacional ser competitiva com a Bélgica. A Irlanda demonstrou uma grande atitude e uma capacidade muito interessante de ser agressivo face ao cesto. No entanto, porque as diferenças físicas e atléticas deixam-nos algumas vantagens, e porque Portugal conseguiu a interromper a fluidez da circulação da bola com trocas sucessivas nos bloqueios diretos, os jovens portugueses sentiram-se um conforto defensivo que lhes permitiu explorar não apenas o contra-ataque mas também construir o ataque com mais serenidade. Os jovens portugueses mostraram um grande caráter e estão de parabéns por mais uma semana de trabalho duro e intenso. A SN recomeça os trabalhos na próxima 3ª feira em Ermesinde, onde se manterá nas próximas duas semanas.

Uma nota de especial agradecimento para os responsáveis da Associação de Basquetebol de Braga e para a Câmara Municipal de Vieira do Minho que tudo fizeram para que nada faltasse à Seleção Nacional de Sub 16 durante toda a semana. Um grande bem haja às gentes do Minho pela sua simpatia e hospitalidade.

 

Resultados do Torneio Internacional de Sub-16 de Vieira do Minho 2016

22 julho: Bélgica 52 – Irlanda 69

23 julho: Portugal 53 – Bélgica 64

24 julho: Portugal 81 – Irlanda 55

 

Classificação

1.º Portugal – 134 / 119

2.º Bélgica – 116 / 122

3.º Irlanda – 124 / 133


4º Torneio Internacional da UBI/Covilhã

A Holanda é já, a equipa vencedora deste torneio, tendo ganho os dois jogos já realizados (52-44, com Portugal e 65-59, com a Bélgica). Domingo disputa-se a 3ª e última jornada para a atribuição do 2º lugar entre as seleções de Portugal e da Bélgica, com início às 16h (transmissão em live stream: www.ubi.pt/paginas/transmissão.

 

Para além dos jogos do torneio a equipa portuguesa realizou um particular com a Holanda (na 4ª feira), tendo ganho por 48-44, com uma boa prestação defensiva e uma razoável percentagem de lançamentos de campo.

 

No primeiro jogo do torneio com a congénere holandesa, a equipa portuguesa apresentou muitas dificuldades na transição defesa-ataque perante a zona press montada pela equipa adversária. Sem conseguir ganhar a luta das tabelas e com uma fraca percentagem de lançamentos de campo (25%), a equipa lusa chegou a estar a perder por 17 pontos de diferença no 3º período. Mas, uma boa reacção defensiva no início do 4º período possibilitou uma redução para 7 pontos, a 4 minutos do final do jogo. No entanto, o maior poderio físico e experiência competitiva das holandesas conseguiu segurar a diferença tendo ganho por 52-44.

 

Sábado o jogo entre as selecções da Bélgica e Holanda pautou-se pelo equilíbrio no resultado, tendo terminado com um 59-65 para a Holanda.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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