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Seleção Sub18 de partida para Skopje

O grupo voltou a concentrar-se na tarde da passada quarta-feira, no qual já treinou e encerrou este sábado, o último período de preparação em Portugal, tendo realizado diariamente sessões duplas de trabalho.

 

José Ricardo, selecionador nacional, está satisfeito com a forma como decorreu a preparação da equipa. Até porque, “ todos os 16 atletas que participaram nesta preparação estiveram em bom plano, com uma entrega e compromisso, com o trabalho muito bom o que permitiu uma rápida e consistente evolução da equipa e das suas dinâmicas. Agora há sempre coisas a melhor e a ajustar e é isso que vamos tentar fazer até ao início da competição”.

 

Sobre a competição acrescenta ainda, “sabemos que nos espera uma tarefa difícil, mas iremos olhar todos os adversários nos olhos do primeiro ao último minuto, e tentaremos com as nossas armas almejar a vitória jogo a jogo.”
 

O conjunto luso parte segunda-feira de manhã para Skopje onde realizará ainda um jogo de preparação com a seleção anfitriã, antes de se estrear na competição no dia 29, diante da Bielorrússia, às 16h30 locais (menos 1h em Portugal). 


Portugal estreia-se no Europeu de Sub 18 Femininos com derrota

Contudo, continua tudo em aberto em relação às contas do Grupo A, sendo que a equipa de todos nós voltará a entrar em campo amanhã, às 13h, diante da Roménia, numa prova que decorre em Sarajevo (Bósnia e Herzegovina).

O primeiro período correu de feição a Portugal, que entrou com tudo, conseguindo uma excelente vantagem logo após os 10 minutos iniciais (16-7).

Porém, a situação inverteu-se completamente no segundo quarto, com a Islândia desde cedo a reduzir distâncias, acabando por passar para a frente do marcador a 04:03 do intervalo (20-21). Daí até ao descanso, a turma islandesa ficou com uma vantagem de quatro pontos (22-26).

Portugal não mais se conseguiu aproximar verdadeiramente no marcador, com a Islândia a aproveitar para gerir o encontro, conseguindo melhor pontuação do que a equipa das quinas em cada um dos períodos do segundo tempo.

No final do terceiro quarto, a formação nórdica vencia por 33-41, aumentando ainda mais a vantagem até ao final do desafio (52-61), numa derrota que não compromete as aspirações da nossa Seleção, que já amanhã tem outra partida, contra a Roménia, às 13h.

Em termos individuais, na turma lusa, Mariana Silva obteve 11 pontos e 6 ressaltos, ao passo que Eliana Cabral registou 10 pontos.


Portugal quase consumou a reviravolta

Portugal a pouco menos de três minutos do final conseguiu reduzir para a diferença mínima, mas nos instantes finais os romenos foram mais fortes e acabaram por vencer o encontro. Uma vez mais a formação lusa revelou inconstância no seu rendimento, fruto de períodos do jogo em que permitiu parciais negativos que a obrigaram a ter que correr atrás do prejuízo.

 

Os comandados de André Martins equilibraram o jogo até aos 5-5, mas depois sofreram um parcial de 0-17, que colocou a equipa romena confortavelmente no comando do jogo. Até final do 1º período, a diferença manteve-se praticamente inalterável (26-11), sendo que no 2º período Portugal não conseguiu anular a desvantagem. Pelo contrário, o fosso tornou-se ainda maior, com a Roménia a marcar o dobro dos pontos de Portugal durante os primeiros 20 minutos (44-22).

 

O descanso fez bem a Portugal que veio dos balneários transfigurado para melhor. Com um defesa exemplar, apenas 6 pontos sofridos durante o 3º período, a equipa nacional começou a mostrar a sua qualidade e competitividade. À entrada do derradeiro quarto perdia por dez (40-50), a meio do período a diferença, depois de um triplo de Francisco Amiel, já só era de quatro (51-55), e a 2.45 minutos do final, depois de mais um triplo, este da autoria de Carlos Cardoso, perdia por um (54-55). A Roménia responde na mesma moeda (58-54), e até final do encontro os jogadores portugueses não foram capazes de manter a eficácia ofensiva.

 

Apesar de ter ganho mais ressaltos ofensivos (16-13), Portugal perdeu a luta das tabelas (36-51), mas teve o mérito de provocar 27 turnovers à equipa adversária, tendo roubado 18 bolas. Os jogadores portugueses voltaram a não estar com a mão quente a lançar ao cesto (16/47 -34% de 2pts  e 6/28 – 21.4% de 3pts), mesmo da linha de lance-livre (6/10). A Roménia beneficiou de 29 lances-livres dos quais converteu 26 (89.7%).

 

Carlos Cardoso, autor de 18 pontos, 6 roubos de bola, 5 ressaltos e 3 assistências, exibiu-se em grande nível, tal como Francisco Amiel, com 8 pontos, 9 assistências, 5 ressaltos e 4 roubos de bola, que protagonizou uma exibição muito completa. Nuno Sá ficou a um ressalto de registar um duplo-duplo (10 pontos, 9 ressaltos e 3 roubos de bola), e Diogo Brito não deu o contributo à equipa neste encontro.


Portugal conquista medalha de prata nos Jogos da CPLP

 

Portugal entrou algo apático no último encontro dos Jogos da CPLP, em que defrontou a Seleção Angolana, sendo que só depois do primeiro desconto de tempo pedido pelo técnico português, Nuno Manaia, (perdia por 6 pontos) a equipa regressou à bitola com que se tinha exibido nas três últimas partidas realizadas, acabando por ir para o intervalo já em vantagem (46-35).

 

No início do segundo tempo, a Equipa Nacional praticamente sentenciou a partida, pois Angola tinha muitas dificuldades em ultrapassar a pressão lusa que resultava na maior parte das vezes em contra-ataques.

 

No final do terceiro período a vantagem era de 22 pontos (74-52), o que permitiu às portuguesas gerir o marcador até ao final do encontro, terminando o jogo com 88-77 no "placard" do Pavilhão Municipal de Espargos.

 

Neste jogo alinharam e marcaram: Marta Martins (5 pontos), Ana Teresa Faustino (27), Mariana Carvalho (11), Maria Luísa Silva (5), Carolina Cruz (4), Sara Guerreiro (5), Dilma Semedo (10), Joana Lopes (17), Filipa Cruz (2), Constança Almeida (2), Marta Leite e Carolina Aguiar.

 

Portugal alcançou assim a Medalha de Prata nos Jogos CPLP, numa competição onde teve a ousadia de se fazer representar pela Seleção Nacional de Sub 15 Femininos, competindo no escalão de Sub 16, proporcionando a estas atletas o primeiro contacto internacional e preparando esta geração para o Europeu Sub 16 de 2017.

 

No último encontro da prova o Brasil vendeu cara a derrota, perdendo por apenas 6 pontos com Moçambique.

 

Classificação Final:

1º Moçambique  5V – 0D

2º Portugal        4V – 1D

3º Angola          3V – 2D

4º Brasil            2V – 3D

5º Cabo Verde   1V – 4D

6º São Tomé P.  0V – 5D

 

A equipa portuguesa chega a Lisboa na próxima segunda-feira.


“Temos um grupo de qualidade”

No entanto, estão a ser criadas as bases para que a Seleção Nacional seja cada vez mais competitiva, e possa estar à altura de mais uma fase de qualificação para um Eurobasket. Apesar dos sacrifícios pedidos, a equipa sabe que não existe outro caminho, e está disposto a sofrer dentro do campo. O capitão Mário Fernandes lidera um grupo com talento, que beneficia do trabalho de continuidade, e que melhora de dia para dia. Sangalhos é um local do agrado da Seleção, pelo que estão reunidas condições para uma boa preparação.

 

Os atletas convocados tinham sido avisados para se apresentarem em boa forma física, já que o período de preparação é curto. Mário não estranha o volume de trabalho dos primeiros dias, pelo contrário realça a sua necessidade. “ Um primeira semana de treinos muito intensa e exigente mas de extrema importância, tendo em conta o objectivo que temos pela frente”.

 

O grupo de trabalho já deu provas que tem talento, para além de que pode tirar partido do facto de se conhecer muito bem dentro e fora do campo. “Temos um grupo de qualidade que tem vindo a trabalhar junto há já alguns verões e que se conhece perfeitamente. Apenas com a novidade do Pedro Bastos que facilmente se integrou e entrou na dinâmica de trabalho”.

 

É notória a evolução da equipa, a que não é alheio o facto de a seleção ter ao seu dispor condições de trabalho e alojamento acima da média. “Como sempre as condições aqui em Sangalhos são excelentes, o que nos permite trabalhar focados em melhorar mecanismos e progredir dia após dia. Que venha a segunda semana!”.


Grandes competições e Matosinhos: uma combinação perfeita

Claro que para nós, Federação Portuguesa de Basquetebol, as mesmas são um orgulho e a recompensa por todo o trabalho efetuado, não só durante a competição, mas também ao longo dos meses antecedentes, já que a organização de um certame desta dimensão traz atrás de si uma enorme capacidade de logística, de trabalho, de aproveitamento de recursos humanos.

Pelo quarto ano consecutivo, Matosinhos voltou a acolher uma grande competição do panorama basquetebolístico europeu, e para não variar… o sucesso foi evidente, ficando provado pela enésima vez que estamos a falar de uma cidade que respira basquetebol, que com a simpatia das suas gentes torna tudo mais fácil, que eleva, e de que forma, uma das bandeiras do nosso país: a hospitalidade quase inigualável.

Uma palavra para todos aqueles quantos colaboraram nesta organização, aos imensos voluntários que sem nada em troca, apenas pela paixão por este maravilhoso jogo, deram tudo de si em prol de um bem comum.

Podemos ter os nossos defeitos, claro que sim, mas ano após ano provamos que organizar é mesmo connosco, e acima de tudo, Matosinhos justifica o porquê de ser já, indubitavelmente, um dos palcos de relevo das grandes competições basquetebolísticas.

Foi um evento fantástico, repleto de grandes momentos! Ficam as imagens, as recordações, os testemunhos, e uma certeza: Portugal continua no rumo de mais organizações, Matosinhos continua na senda do sucesso!

Podem consultar aqui o artigo de Paul Nilsen, jornalista da FIBA especialista em basquetebol feminino, que analisa esta competição de uma forma muito interessante, com rasgados elogios à organização pelo meio:

http://www.fiba.com/en/news/a-to-z-of-fiba-u20-womens-european-championship-2016-in-matosinhos

De referir ainda que Dejan Lekic, Comissário-Chefe da FIBA, teceu também fortes elogios a Matosinhos, à nossa Federação e a todos os colaboradores do evento, mostrando-se extremamente agradecido por toda a simpatia.

Recorde-se ainda que na cerimónia de encerramento, o mesmo Dejan Lekic entregou a Manuel Albano, em representação da Comissão Organizadora Local, o Prémio "Organização".


Excelente recuperação portuguesa mantém 9.º lugar à vista no Europeu de Sub 20 Masculinos

A equipa de todos nós, orientada por André Martins, a 05:58 do final do desafio encontrava-se em desvantagem por 12 pontos (53-65), mas uma ponta final de alto nível virou por completo os acontecimentos a favor dos nossos jogadores.

Bravo, rapazes!

O primeiro período foi equilibrado, com Portugal sempre na frente, mas sem nunca descolar. Num jogo que colocou frente o 3.º classificado do Grupo A e o 4.º classificado do Grupo B, ambos com duas vitórias e duas derrotas averbadas, ficou provado o nivelamento entre ambos conjuntos, sendo que a equipa das quinas entrou para o segundo quarto em vantagem (19-16).

Porém, a Seleção portuguesa apagou-se nessa altura, deixando-se ultrapassar pela turma bielorrussa, que se revelou superior até ao intervalo, indo para os balneários já claramente na frente (28-37).

No segundo tempo, Portugal voltou aos índices evidenciados na fase inicial do desafio, mas mesmo assim isso não foi o suficiente para haver uma reaproximação no marcador, visto que o terceiro período acabou por ficar empatado (20-20), o que se traduziu num resultado de 48-57 à entrada dos derradeiros 10 minutos.

E a verdade é que Portugal nem começou da melhor forma o último quarto, permitindo que a Bielorrússia chegasse a liderar o marcador por 12 pontos de diferença a 05:58 do término da partida (53-65), mas quando já se podia pensar que a luta pelo 9.º lugar seria uma miragem, eis que os nossos atletas foram buscar forças para operar uma espetacular reviravolta. Um triplo de Bernardo Neves, a 02:00 do soar do alarme final, recolocou Portugal na dianteira do jogo (68-67), para depois Miguel Ferrão converter um lançamento de dois pontos (70-67), culminando um parcial de 11-0 favorável às nossas cores.

A Bielorrússia ainda esteve a apenas um ponto da nossa Seleção, mas felizmente o triunfo acabou por sorrir à formação lusa, que assim vai defrontar a Roménia, num desafio agendado para as 12h15 e que se insere na luta pela 9.ª posição.

De referir que em termos indiduais, em Portugal, Nuno Sá esteve em plano de evidência (13 pontos e 6 ressaltos), assim como Francisco Amiel (17 pontos), Carlos Cardoso (6 roubos de bola) e Bernardo Neves (10 pontos nos últimos 4 minutos).


Portugal a uma vitória da medalha de prata nos Jogos da CPLP

Portugal irá agora discutir a medalha de prata da competição diante da Seleção de Sub 16 de Angola, visto que a de ouro será sempre de Moçambique, pois ainda não perdeu qualquer partida até ao momento, não necessitando de vencer o Brasil para manter essa posição.

No jogo contra São Tomé e Príncipe, alinharam e marcaram: Marta Martins (16 pontos), Mariana Carvalho (21), Ana Teresa Faustino (28), Maria Luísa Silva (6), Carolina Cruz (6), Marta Leite (2), Filipa Cruz (14), Joana Lopes (11), Dilma Semedo (24), Constança Almeida (4) e Carolina Aguiar.

Sara Guerreiro não foi utilizada devido a lesão.


Primeira folga da equipa

Apesar do pouco tempo de trabalho, Mário Palma era um treinador satisfeito pelo trabalho desenvolvido, bem como pelos passos dados na preparação da equipa. O técnico tem consciência que tem pela frente a difícil tarefa de preparar a equipa num curto espaço de tempo, mas não tem dúvidas que Portugal irá ser capaz de competir em todos os jogos. O grupo regressou ao trabalho esta quinta feira de manhã, e só no sábado da parte da tarde voltará a repousar.

 

No final do quinto treino, e quando já eram visíveis alguns sinais de fadiga, Mário Palma fez questão de elogiar “o extraordinário trabalho e empenho de todos os jogadores”. O grupo tem sido inexcedível na forma como tem tentado assimilar toda a informação, ofensiva e defensiva, que lhe é passada, sendo-lhe sempre exigido estar concentrado na execução dos exercícios. Miguel Queiroz não participou nas duas últimas sessões de treino, se bem que a sua lesão não seja nada de preocupante.

 

O selecionador nacional não tem dúvidas que o grupo “está mais forte e melhor preparado” para os desafios que ai vêm, algo que se deve em grande parte “ao excelente trabalho desenvolvido pelos clubes”, bem como à “participação de alguns deles nas competições europeias”.

 

É visível o bom ambiente que reina no seio da equipa, factor importante para que se crie uma boa química. Condição essencial para que jogue de forma coletiva, partilhe a bola no ataque, uma das grandes preocupações do técnico nacional na execução dos movimentos ofensivos.


Vitória frente à Macedónia vale 3º lugar

Portugal bateu a seleção da Macedónia (63-54) e conquistou o 3º lugar do Grupo A, com um saldo  de 2 vitórias e 2 derrotas. No jogo que encerrou este primeiro período de competição, os comandados de André Martins estiveram muito melhor no capitulo do ressalto, revelaram-se mais consistentes no seu rendimento, e aumentaram ligeiramente as percentagens de lançamento. A equipa portuguesa vai agora lutar pelo 9º lugar, a melhor classificação possível até final da competição.

 

A equipa nacional entrou determinada no jogo, a defender bem, e no final dos primeiros dez minutos já vencia por nove pontos de diferença, sendo que tinha apenas sofrido sete. A diferença pontual manteve-se estável até ao descanso, sobretudo pela melhoria ofensiva dos macedónios.

 

O inicio da etapa complementar coincidiu com o melhor momento do adversário durante o encontro, uma vez que à entrada do derradeiro quarto a almofada pontual da formação lusa tinha sido encurtada para três pontos (42-39). Os triplos impediram que a Macedónia conseguisse a reviravolta no marcador no arranque do 4º período, com o equilíbrio a manter-se até 3 minutos do final (55-52). Nos instantes finais, os jogadores portugueses não tremeram da linha de lance-livre, e seguraram, sem grandes sobressaltos, a vitória.

 

Portugal melhorou na luta das tabelas, venceu-a inclusive (36-33), sendo que 13 foram capturados no ataque. As percentagens e lançamento continuam a não ser famosas, mas existiu um aproveitamento muito mais eficaz da linha de lance-livre (15/20 – 75%).

 

Destaque para a exibição muito completa de Diogo Brito (24pts, 7R, 6A e 5RB), a contribuir em muitas áreas do jogo, bem como para a prestação de Ricardo Monteiro (17pts e 8R).


Portugal vence Irlanda no Torneio Internacional de Vieira do Minho

Já na segunda parte, Portugal efetuou uma exibição não tão bem conseguida, tendo de jogar contra alternâncias defensivas, o que levou a equipa a cometer alguns erros no tratamento da posse, acabando por permitir segundos lançamentos. Agora há que melhorar para o desafio frente à Belgica.

 

 

 

 

De recordar que a equipa de todos nós se encontra a preparar o Europeu de Sub 16 Masculinos – Divisão B, que se irá realizar entre 11 e 20 de agosto em Sófia (Bulgária), sendo que a cortesia na receção em Vieira do Minho, a prontidão na resolução de problemas e a excelente qualidade das intalações e alimentação têm agradado, e de que forma, à comitiva nacional, que tem trabalhado imenso.


IV Torneio Internacional Covilhã/UBI

Este evento servirá de preparação para as nossas jogadoras tendo em vista o Europeu da categoria – Divisão A, que se realizará em Udine (Itália) entre 6 e 14 de agosto.

A equipa das quinas fará parte do Grupo A, juntamente com Espanha, Hungria e Alemanha.

Consultem então o cartaz deste Torneio.

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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