Artigos da Federaçãooo
Vitória segura de Portugal frente à Bélgica
A vitória por 64-51 é reveladora do bom desempenho defensivo das comandadas de Eugénio Rodrigues, que voltaram a estar bastante certeiras da linha de três pontos, bem como se bateram muito bem na luta das tabelas. Um resultado positivo, que traz confiança, que eleva a moral e a auto confiança, para mais uma competição de alto nível e em que Portugal, com todo o mérito, marca uma vez mais presença.
Os primeiros 20 minutos foram dominados pela formação nacional, que ao intervalo vencia por oito pontos de diferença (32-24), sendo que condicionaram, e muito, o ataque belga que sentiu imensas dificuldades para fazer pontos.
O 3º período foi o menos positivo para Portugal, derrota por 14-17, mas que não impediu que o conjunto luso entrasse no derradeiro quarto a comandar o marcador (46-41). A equipa apercebeu-se que o adversário se aproximava perigosamente do comando, recuperou a sua boa atitude defensiva, e nos primeiros 5 minutos do quarto sofreu apenas três pontos. A diferença subiu para a casa das dezenas (56-44), uma almofada pontual mais confortável de gerir até final do encontro.
A boa defesa de Portugal forçou o ataque belga a cometer 23 turnovers, dos quais resultaram 28 pontos favoráveis à equipa nacional. A linha de três pontos (8/19 – 42.1%) voltou a ser uma arma ofensiva mais eficaz que os tiros de dois pontos (16/47 – 34%). Portugal ganhou a luta das tabelas (40-34), bem como conquistou 20 ressaltos ofensivos, que permitiram somar 16 pontos em segundos lançamentos. Os 16 turnovers cometidos são sempre um aspecto cujo objetivo será sempre reduzir.
A dupla interior formada por Chelsea Guimarães (14 pts e 11R) e Maria Kostourkova (9pts e 12R) esteve em muito bom plano, já no jogo exterior destacou-se Carolina Bernardeco (12pts e 3A).
Perfil de Nelson Oliveira
Consulte a página da nossa Seleção em https://www.facebook.com/selecaoptbcr/?fref=ts.
Nome: Nelson Oliveira
Data de nascimento: 14-08-1975
Posição: extremo
Clube: Rovteam / APD Leiria
Palmarés: 2 campeonatos nacionais
Jogo da sua vida: um jogo contra Alcoitão pela equipa da Rovteam
Representar o país significa…?: um orgulho por ser um dos selecionados e uma desilusão por falta de apoios financeiros por parte do Estado
Ídolo: Ayrton Senna
Passatempo favorito: ornitologia
Maior vício: praticar desporto
O que significa para si o basquetebol em cadeira de rodas?: competição
Perfil de Carlos Cardoso
Consulte toda a informação sobre a equipa de todos nós em https://www.facebook.com/selecaoptbcr/?fref=ts.
Nome: Carlos Cardoso
Data de nascimento: 20-03-1983
Posição: Extremo
Clube: APD Paredes
Palmarés: Subida de divisão C para a B pela equipa da Seleção Portuguesa
Jogo da sua vida:
Representar o país significa…?: É um Orgulho
Ídolo: O meu filho
Passatempo favorito: Praticar Desporto
Maior vício:
O que significa para si o basquetebol em cadeira de rodas?: O BCR significa para mim uma modalidade coletiva e com muito espírito de equipa, que requer competitividade tais como as outras modalidades.
Perfil de Pedro Gonçalves
Fiquem com o perfil deste atleta.
Nome: Pedro Gonçalves
Data de nascimento: 10-04-1972
Posição: Sentado! Ou Base…
Clube: APD-Sintra
Palmarés: ainda não me dediquei à tarefa de compilar, mas é longo e, de certo modo, rico…
Jogo da sua vida: …difícil… talvez a final do ECMC 2007
Representar o país significa…?: o expoente máximo!
Ídolo: o meu avô Artur! E também acho alguma piada ao meu irmão gémeo…
Passatempo favorito: Beber um copo com os amigos
Maior vício: Beber um copo com os amigos
O que significa para si o basquetebol em cadeira de rodas?: Parte importante da minha vida sem a qual seria difícil viver…
Fique a conhecer melhor Hugo Lourenço
Começamos por Hugo Lourenço, atualmente a jogar em Espanha.
Nome: Hugo Lourenço
Data de nascimento: 19/09/1978
Posição: Poste
Clube: C. P. Mideba (Espanha)
Palmarés: Tetracampeão nacional, 2 vezes vice-campeão da liga espanhola, finalista da Copa do Rei, vencedor da Challenge Cup
Jogo da sua vida: Portugal – Lituânia (2007)
Representar o país significa…?: o maior orgulho desportivo e um dos maiores sonhos pessoais
Ídolo: Luís Blancas
Passatempo favorito: Jogar basquetebol
Maior vício: Jogar basquetebol
O que significa para si o basquetebol em cadeira de rodas?: um desporto único, apaixonante e cada vez mais impressionante!!!
Portugal só cedeu no 4º período
As comandadas de Eugénio Rodrigues não só deram uma excelente réplica, como também comandaram a marcha do marcador durante grande parte do encontro disputado no Pavilhão Municipal de Custóias. O derradeiro quarto acabou por ser fatal para as aspirações portuguesas, pelo que os seis pontos de diferença finais (81-75) acabam por não refletir o que se passou durante os 40 minutos.
Os primeiros 10 minutos foram de grande equilíbrio, com as espanholas a vencerem o período pela margem mínima (19-18). No 2º quarto, Portugal melhorou ligeiramente no capitulo ofensivo, e recolheu aos balneários para o descanso na frente do marcador (40-38).
O recomeço da etapa complementar foi novamente marcado pelo equilíbrio, com alternâncias no comando do jogo, mas seria a formação portuguesa, ainda que por apenas um ponto (58-57), a entrar no derradeiro período com vantagem no resultado. A meio do quarto a Espanha já tinha dado a volta ao resultado (68-65), e até final do encontro Portugal tudo fez para tentar inverter o resultado.
A equipa liderada por Eugénio Rodrigues esteve com a mão quente da linha de três pontos (9/15 – 60%), foi mais forte na luta das tabelas (29-28), e beneficiou de 20 lances-livres (80%). Não esteve tão eficaz nos tiros de curta e média distância (16/36 – 44.4%), o capitulo do jogo onde a Espanha fez a diferença (27/45 – 60%).
Destaque para a boa exibição de Carolina Gonçalves, autora de 24 pontos e 2 assistências, bem como de Leonor Serralheiro (13 pontos e 2 assistências) e Chelsea Guimarães (12 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências).
Portugal com bons momentos no Torneio Internacional de Anadia
De referir que Portugal se encontra a preparar a participação no Europeu da categoria, Divisão B.
O jogo até foi equilibrado, mas Portugal acabou por ceder frente à seleção britânica, contribuindo para esse facto uma menor eficácia nos lançamentos e na luta pelos ressatos.
A equipa das quinas entrou bem, chegou ao final do primeiro período na dianteira do marcador (17-10), mas viria a quebrar de rendimento a partir dessa altura, sendo que ao intervalo a Inglaterra já vencia, embora com a partida totalmente em aberto (25-29).
Foi no terceiro período que Portugal acabou por deitar por terra quase todas as esperanças de vencer, já que o adversário aplicou um parcial de 18-8, o que se traduziu num resultado de 33-47.
No derradeiro quarto, e pese uma melhoria de produção dos nossos atletas, a Inglaterra acabou por controlar as operações. não deixando que a Seleção Nacional se aproximasse verdadeiramente, com o resultado final a fixar-se em 47-59.
Em termos individuais, na turma lusa, destaque para Diogo Araújo (17 pontos e 5 ressaltos) e Ricardo Monteiro (8 pontos e 7 ressaltos).
SN Sub18 Masculina concentrada em Ovar
Os 16 atletas presentes neste estágio têm estado a trabalhar em duas sessões diárias que decorrem no pavilhão Raimundo Rodrigues, com vista à melhor preparação possível para a participação no Campeonato da Europa do escalão em Skopje, Macedónia. Neste momento a atenção centra-se nos aspetos da dinâmica e organização coletiva quer ofensivamente, quer defensivamente que permita explorar ao máximo as capacidades individuais dos atletas.
O selecionador José Ricardo mostra-se satisfeito com o trabalho realizado até agora pois “ a entrega e capacidade de sacrifício dos atletas tem sido boa, o que tem permitido a evolução da equipa no seu todo dia após dia, mas só mantendo esta atitude de superação poderemos continuar a evoluir.”
Atletas Convocados:
Diogo Carvalho (SL Benfica)
Gonçalo Madureira (Guifões SC)
Gonçalo Delgado (BAC)
João Pereira (Grândola)
Miguel Pereira (Guifões SC)
Paulo Caldeira (Odisseia)
Pedro Costa (USA)
Pedro Dias (SL Benfica)
Pedro Lança (SL Benfica)
Pedro Mendonça (CB Badajoz)
Pedro Teixeira (Guifões SC)
Ricardo Dias (CD Póvoa)
Rodrigo Lima (Guifões SC)
Tomás Domingos (Dragon Force)
Vasco Catarro (SL Benfica)
Vladyslav Voytso (Dragon Force)
“Defensivamente somos muito fortes”
A nossa seleção, que regressa a esta Divisão seis anos depois, encontra-se motivada para enfrentar a prova, e quem o dá conta é Jorge Almeida, responsável pela equipa de todos nós.
Qual é o estado de espírito da equipa com este regresso à Divisão B, seis anos depois?
Estamos com o melhor espírito possível e muito ansiosos para que comece este Europeu. Desde o início deste projeto que sabíamos que o nosso lugar era na Divisão B, e agora teremos que o demonstrar.
Como avalia cada um dos nossos adversários no Grupo A?
Os dados que temos são escassos, pois como é do conhecimento geral, Portugal desceu para a divisão C na última vez que esteve no Campeonato da Europa B, com a maioria das seleções que ainda por lá se encontram, o que, desde logo, perspetiva um campeonato difícil.
No nosso grupo encontram-se os 3.º (Lituânia), o 5.º (Áustria) e Letónia em 6.º classificados do último Europeu B em 2014, sendo para mim este o grupo mais forte.
Pensamos que as duas seleções mais fortes são a Bósnia e a Lituânia, no nosso grupo.
Quais são os pontos fortes da nossa Seleção?
Defensivamente somos muito fortes, temos connosco o melhor ressaltador do campeonato de Espanha (Hugo Lourenço) e criamos sempre muitas dificuldades aos adversários na construção do seu ataque.
Também somos fortes na transição defesa/ataque, mas o nosso ponto fraco (devido a falta de mais estágios e jogos de preparação) é o ataque organizado.
Antevê favoritos a vencer a competição?
Pensamos que a França será a seleção mais forte, mas o equilíbrio entre todas as seleções será o ponto forte deste campeonato.
Quais são as reais hipóteses de Portugal? Foi traçado algum tipo de objetivo?
Se Portugal conseguir dominar a pressão e a ansiedade (pois temos vários jogadores que irão disputar pela primeira vez um Campeonato da Divisão B), teremos reais hipóteses de fazer um bom torneio e de conseguir atingir o nosso objetivo, que passa pela manutenção (para já) na Divisão B.
Bom desempenho defensivo não chegou
Faltaram pontos à equipa nacional para discutir ainda mais o jogo, já que no capitulo defensivo os comandados de André Martins tiveram um desempenho positivo. As percentagens de lançamento voltaram a não ser famosas, com a agravante de Portugal ter cometidos muitos erros no ataque, que culminaram em posses de bola sem lançamento. Ainda assim, só nos três minutos finais o resultado ganhou maior expressão, porque até aí Portugal esteve sempre no jogo.
No final do 1º período os suecos já lideravam o marcador (19-11), e depois de um 2º período parco em pontos (9-7), mas em que Portugal foi melhor, a equipa nacional foi para o descanso a perder por seis (20-26).
O recomeço da etapa complementar voltou a ser favorável ao conjunto sueco, que fez subir a diferença para a casa das dezenas no final do 3º período (39-27). Nos últimos 10 minutos, Portugal melhorou um pouco mais no capitulo ofensivo (11 pontos), mas não conseguiu condicionar o sucesso atacante do adversário.
A formação lusa perdeu a luta das tabelas (26/37), concedeu 17 ressaltos ofensivos, cometeu 17 turnovers, e não esteve muito inspirada a atirar ao cesto (41% de 2pts e 21% de 3pts), mesmo da linha de lance-livre (57%). A equipa defendeu bem, mostrou-se lutadora, competitiva, conseguiu criar boas situações de lançamento, faltou-lhe apenas ser capaz de colocar a bola dentro do cesto.
Sérgio Silva, autor de 8 pontos e 2 assistências, foi o melhor marcador de Portugal seguido de perto por Francisco Amiel, que contabilizou 7 pontos e 5 assistências. Diogo Brito, registou 4 pontos e 7 ressaltos, foi importante na luta das tabelas.
Portugal termina o Mundial no 12º posto
A comitiva regressa de autocarro a Portugal no próximo Domingo, dia 3 de Julho, com saída agendada para as 8h30 (hora de Espanha). Na bagagem o sentimento de orgulho e de dever cumprido num grupo que deu tudo o que tinha pela melhor classificação possível.
Foi o jogo menos conseguido de Portugal. depois de um inicio em que Portugal ainda conseguiu equilibrar o marcador, a capacidade fisica lusa começou a falhar prejudicando a eficácia ofensiva de Portugal e permitindo que a equipa africana colocasse em campo os seus melhores trunfos. No primeiro período 16-12 favorável ao Mali.
Os segundos 10 minutos foram os que assinalaram a quebra portuguesa. Com um parcial de 13-2 nos primeiros 5 minutos do quarto as malianas dispararam no marcador e a vertente fisica e psicológica das guerreiras portuguesas abalou. Foi um 2º período dificil e que marcou, em definitivo, a prestação portuguesa na partida. Ao intervalo, 36-17.
Depois do descanso Portugal voltou melhor e a segunda parte viria a dar uma imagem mais consentânea com a verdadeira qualidade de jogo das portuguesas. Apesar de não conseguir aproximar-se no marcador, Portugal estava melhor e equilibrava nesta fase de jogo embora a vitória já estivesse comprometida. À entrada para o último parcial, 51-30.
Portugal nunca deixou de lutar pelo melhor resultado como, durante o campeonato, sempre lutou pela melhor classificação possível. Apesar do jogo menos conseguido (talvez o único em toda a prova) a Seleção Nacional sai de campo de cabeça erguida deixando em Saragoça a certeza de que ombreou com as melhores equipas do mundo, de igual para igual, olhos nos olhos e que conseguiu o melhor possível dando tudo o que tinha para dar.
Estatistica em anexo. E a habitual edição do Diário do Mundial
Pode ver a partida completa em https://youtu.be/gUVymTUy5Tw
Portugal em campo para o último jogo – veja online
A nossa seleção já está em campo e vai defrontar o Mali, às 12h15 locais (menos uma em Portugal) em busca da 11ª posição num reencontro com a equipa que portugal bateu na fase de grupos.
Pode acompanhar o jogo online em https://youtu.be/gUVymTUy5Tw
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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