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Portugal perde com Eslováquia

 
Já se esperava um jogo complicado para a Seleção Nacional perante a conceituada congénere da Eslováquia. Uma vez mais, casa cheia em IÍlhavo e um público que não regateou apoio à equipa das quinas, mas que não chegou para fazer frente a um forte adversário. Portugal perdeu (34-64) numa exibição pouco conseguida, mas à qual não faltou entrega.
 
 
Inicio de jogo muito forte por parte da equipa eslovaca, assente no poderio físico e na elevada percentagem de triplos. Portugal tinha dificuldades em marcar pontos, em especial na área pintada. Paulatinamente, a Eslováquia ia cavando um fosso que no final dos primeiros 10 minutos era de 9-24.
 
 
Melhor na defesa no inicio do segundo período, Portugal procurava correr atrás do prejuízo, mas continuavam as dificuldades em encontrar soluções ofensivas e, consequentemente, em marcar pontos. Com seis minutos jogados o parcial era de apenas 3-2, com a diferença a residir ainda nos 14 pontos (12-26). Um score de 6-12 deixava tudo mais difícil para a formação lusa na saída para o intervalo (15-36).
 
 
Se duvidas houvesse, uma entrada demolidora por parte da Eslováquia (8-0) colocava o resultado à beira dos 30 pontos de vantagem e tornava quase impossível a tarefa de Portugal lutar por uma eventual vitória. O ataque luso continuava sem conseguir encontrar o caminho do cesto e, apesar da entrega e da vontade em mudar o rumo dos acontecimentos, as adversárias continuavam a avolumar o resultado, que no final do 3º período se cifrava em 21-55.
 
 
Últimos 10 minutos onde, estando resolvida a questão do vencedor, Portugal tentou amenizar os números finais, que se fixaram em 34-64.
 
 
A equipa nacional voltou a não estar feliz a atirar ao cesto, 22% de lançamentos de campo, bem como perdeu muitas bolas sem lançamento (21 turnovers). Mérito para a forma como se bateu na tabela ofensiva (8 ressaltos), e se empenhou nas tarefas defensivas (13 roubos de bola). A poste Luiana Livulo registou um duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos), e Joana Lopes (5 pontos, 5 ressaltos e 3 roubos de bola), sem ter estado particularmente bem no capitulo do lançamento, acabou por contribuir em algumas áreas do jogo.
 
 

«Defender Portugal com garra»

 

Maryiana Kostourkova lembra que neste escalão é sempre complicado avaliar os adversários, mas não tem dúvidas de que pelo seu historial, os adversários de Portugal na primeira fase do Europeu não serão pêra doce. “Espanha, Hungria e Alemanha são países tradicionalmente fortes, com uma sólida presença no basquetebol europeu de alto nível”, refere a treinadora. “Não posso considerar nenhuma das equipas favorita, pois sub-16 é uma idade que não conhecemos bem. Alguns países dependem de boas gerações, caso de Portugal nos últimos anos. Uma coisa é certa: são escolas com tradições no basquetebol e com excelente trabalho em todos os níveis", acrescentou Kostourkova.

 

E passa a analisar cada um dos adversários:

 

Espanha (4º lugar no último CE)

“Acredito que não vai abdicar do seu jogo, baseado nas defesas pressionantes a todo-o-campo e rápidas transições. A grande intensidade do jogo é a característica principal do basquetebol feminino espanhol.”

 

Hungria (7º lugar)

“Por tradição tem atletas com estatura acima da média nesta idade e com bom domínio dos fundamentos. No último Campeonato da Europa ficaram no 7º lugar da Divisão A e com certeza vai contar com uma das peças fundamentais da última edição, uma poste com 190 cm.”

 

Alemanha (9º lugar)

“É mais um adversário forte fisicamente, com atletas altas. O 9º lugar no último CE foi conseguido com 6 atletas de primeiro ano. São atletas de valor, pois foram utilizadas bastante tempo no campeonato em Matosinhos.”

 

Na segunda fase Portugal irá cruzar-se com Turquia, Rússia, Itália e Lituânia.

 

“Tenho noção de que vamos sentir dificuldades por causa da falta de altura e experiência (na nossa equipa vamos ter apenas uma atleta que vai repetir e que foi a menos utilizada no CE de Matosinhos). Temos um grupo de atletas interessante, mas com certeza a equipa vai ser muito diferente, comparando com os últimos anos. Temos uma tarefa difícil para frente, mas uma coisa é certa: acredito que todas vão dar o seu melhor e que todas juntas vamos defender as cores do Portugal com muita garra e entrega, para podermos compensar as dificuldades acima mencionadas”, finaliza Maryiana Kostourkova.


«Estamos motivadas»

A jogadora lembra que a defesa tem sido o segredo do sucesso da formação nacional, por isso será importante estar bem nesse capítulo, mas não é o único. “Entrar bem no jogo é sempre importante pois estamos perante uma equipa bastante experiente”, alerta a atleta..

 

A vitória sobre a Islândia pode ajudar a que o rendimento e desempenho da Seleção dentro de campo seja ainda mais positivo, já que faz aumentar simultaneamente a confiança e ambição para o próximo jogo frente à Eslováquia. “Esta vitória permite-nos sonhar com o apuramento para a fase final do Campeonato da Europa. Estamos motivadas mas continuamos a trabalhar da mesma forma. Sérias e concentradas nas coisas que temos que fazer.”, afirma Ana Fonseca.

 

Mesmo tendo ganho, Ana sente que Portugal pode ser ainda mais forte. A atleta garante que o grupo tentará sempre melhorar o seu desempenho e que o sucesso desta Seleção passará sempre pela defesa: “Melhor podemos sempre fazer. Nunca há um jogo perfeito nem nunca estamos satisfeitas com as coisas que fazemos. É assim que evoluímos e que somos melhores. Um dos aspetos em que precisamos ser mais consistentes é na defesa. Esta é a nossa marca e tem que ser a partir dela que ganhamos os jogos.”

 

O trabalho de scounting está feito, até porque as duas seleções já se defrontaram nesta fase de apuramento. As jogadoras nacionais sabem bem quais os principais problemas que irão ser colocados pela Eslováquia no jogo da próxima quarta-feira, pelo que resta agora condicionar ao máximo os pontos fortes do adversário: “A Eslováquia é uma equipa que joga muito em pick&roll e em criar desequilíbrios a partir dos mesmos. Além disso, tem uma equipa de estatura elevada, em comparação com a nossa, principalmente nas posições próximas do cesto.”

 

Portugal tem revelado bastantes dificuldades no capítulo do lançamento. Mas tal não significa que não existam atiradoras neste grupo de Portugal. Fica o nosso desejo, e o de Ana, que quarta-feira Portugal esteja numa noite de grande inspiração a atirar ao cesto. “Portugal tem excelentes lançadoras mas, como toda a gente sabe, mesmo as boas lançadoras podem ter dias menos conseguidos. Portanto essa pergunta não tem muito sentido.”, considerou a basquetebolista.

 

Portugal vai abordar o jogo de uma forma ambiciosa, tendo sempre em mente que há que ter em conta o resultado do jogo da 1ª volta. De forma a não complicar uma missão por si só complicada, Ana Fonseca não quer começar o encontro com um parcial negativo: “Entrar bem no jogo é sempre importante pois estamos perante uma equipa bastante experiente. Se tivermos que correr atrás do resultado a nossa tarefa torna-se mais difícil.”


«É fundamental começar bem»

A equipa, que vem de uma vitória com a Islândia, vai receber a Eslováquia, um adversário difícil, frente a quem Portugal já perdeu nesta campanha. Mas o selecionador sabe o que as suas jogadoras devem fazer para vencer a partida e está a preparar o grupo nesse sentido. Ricardo Vasconcelos quer que a equipa seja agressiva na forma como utiliza o drible, nos timings e zonas do campo mais favoráveis para Portugal.

 

Aspetos positivos a retirar da vitória frente à Islândia? E que áreas do jogo continuam a causar-lhe preocupação para o importante jogo com a Eslováquia?

 

Ficámos bastante satisfeitos com o balanço entre o jogo interior e exterior, especialmente contra zona, conseguido pela equipa. Temos claro que necessitamos apresentar um melhor esclarecimento nas decisões defensivas, quer a defender pick&rol, quer na transição ataque-defesa.

 

Surpreende-o o resultado conseguido pela Eslováquia (derrota por um ponto) na deslocação à Hungria?

 

As duas equipas são muito equilibradas e o facto de a Hungria ter incorporado a jogadora norte americana naturalizada fez a diferença.

 

Tendo em conta o jogo de Portugal na Eslováquia e o desempenho das eslovacas neste último encontro, a luta das tabelas poderá ser um capítulo do jogo decisivo para o desfecho do encontro?

 

Se não controlarmos as tabelas não contolaremos o ritmo do jogo, o que é essencial para poder vencer o encontro.

 

O jogo interior da Eslováquia é a sua principal arma ofensiva?

 

A Eslováquia é uma equipa que assenta o jogo em pick&roll e nos desequilíbrios causados após o mesmo. O que acontece é que na relação direta entre as duas equipas há sempre muita vantagem de altura nas posições 3, 4 e 5.

 

Começar bem o jogo será decisivo para que Portugal possa garantir a vitória e tentar anular a desvantagem pontual trazida do jogo na Eslováquia?

 

É fundamental começar bem o jogo, pois anular desvantagens a uma equipa tão experiente como a Eslováquia é extremamente difícil.

 

Quais os pontos fracos da Eslováquia que Portugal tentará explorar no jogo da próxima quarta-feira?

 

Portugal terá que ser muito inteligente na forma como utiliza o drible. Se jogarmos nos momentos certos e nos espaços correctos, situações de 1×1 ou 2×2 que obrigem a ajudas profundas poderá facilitar em muito as manobras ofensivas da equipa.


Portugal triunfa e ainda sonha

 

Numa partida em que a seleção islandesa teve que equipar “à Illiabum” devido ao extravio da mala com os seus equipamentos, foi feita uma homenagem, ao intervalo, a Rui Gradeço, e entregues a Sofia Ramalho os prémios de melhor marcadora portuguesa, melhor lusa nos roubos de bola e MVP Nacional, referentes ao campeonato da LFB 2014/2015.

 

Portugal volta a jogar no próximo dia 24 (quarta-feira), às 20h30, frente à Eslováquia.

Início de partida favorável às islandesas perante o desacerto luso na hora de atirar ao cesto (2-6). Demorou alguns minutos, mas Portugal lá conseguiu encontrar soluções e com um parcial de 5-0 conseguiu chegar à vantagem quando se cumpriam 4 minutos de jogo. Não se jogava bem e isso refletia-se na baixa pontuação de ambas as equipas. O final do primeiro período chegou com ligeira vantagem para a Islândia (14-11).

 

Um triplo no inicio do segundo período colocou a equipa nórdica a seis pontos, tendo a formação das quinas que correr atrás do prejuízo. Assim foi. Com 15-21 no placard, Portugal conseguiu um parcial de 6-0 em cerca de minuto e meio, e com 2,30mn para o intervalo um triplo deu a ambicionada vantagem (24-22) que já não fugiria até final dos primeiros 20 minutos (29-25).

 

A segunda parte começou com mais um triplo islandês, mas as jogadoras portuguesas não se intimidaram e conseguiram manter a liderança, embora com as adversárias a curta distância (38-34), com um minuto para jogar no terceiro período. Joana Lopes conseguiu uma penetração com falta e ao converter o lance livre deu uma vantagem de 9 pontos à entrada do 4º e decisivo período, 43-34.

 

A Islândia tentou recuperar, mas Portugal estava agora mais confortável no jogo e nem a agressiva defesa zona nórdica arrefecia a vontade lusa de triunfar. Com 5 minutos para jogar e 56-44 no marcador a equipa das quinas ia levando a água ao seu moinho. Paulatinamente, Portugal ia mantendo o jogo acima da dezena de pontos e consolidava uma importante vitória por 68-56.


«Estamos em posição de ganhar»

As principais dificuldades estão identificadas e a jogadora acredita que será um duelo “bastante competitivo”.

 

O jogo do próximo sábado frente à Islândia é uma marca definitiva para os objetivos de Portugal que jogará até final, neste Grupo E da fase de apuramento para o Eurobasket 2017. “Acredito que este jogo será bastante competitivo e que claramente estamos em posição de o discutir e de ganhá-lo”, afirmou a jogadora.

 

Olhando para aquilo que a Islândia fez nos dois jogos anteriores, garantir a tabela defensiva e defender bem o 1×1 parecem ser dois fatores importantes. Mas se a Islândia coloca alguns problemas ofensivos, do ponto de vista defensivo mostra-se mais frágil, e Sofia Carolina enuncia algumas áreas do jogo que poderão ser exploradas por Portugal.

 

A Islândia não é uma equipa forte a defender 5×5 em meio campo, “dificuldades essas que as levaram a defender no último encontro praticamente 30 minutos de zona 2×3”. A atleta não tem dúvidas de que a “defesa do 1×1 seja o seu forte.” Exemplo disso também, é a forma como defende o bloqueio direto “que é praticamente inexistente", relembrando que foi desta ação ofensiva que resultaram “os 34 pontos sofridos no pintado contra a Hungria.”

 

A Islândia é uma equipa que provoca muitas faltas às defesas adversárias, embora Sofia aponte uma atleta como sendo a principal responsável pelos problemas ofensivos causados pelas islandesas: “Ofensivamente, a sua maior arma é Helena Sverrisdottir, já que a maioria dos ataques e tiros passam pelas suas mãos. É uma jogadora a ter em atenção porque faz as suas companheiras melhores. Não podemos permitir que tenham também demasiado protagonismo.”

 

Nos dois jogos anteriores, Portugal cometeu 18 turnovers em cada um deles. Para uma equipa que não é muito eficaz a lançar ao cesto, em nada contribui para o sucesso ofensivo da equipa: “Muitos deles foram causados pela ansiedade que acusámos nos momentos iniciais e críticos do jogo. Não deixa de ser um número elevado que temos de minimizar.”

 

Um problema que é comum ao adversário e que Sofia Carolina quer explorar de forma a que Portugal possa aumentar as suas probabilidades de sucesso. “Expor igualmente os pontos vulneráveis que a seleção da Islândia apresenta, uma vez que cometeu 28 turnovers, muitos deles provocados pela intensidade e contacto que imposto pela Eslováquia.”, avançou Sofia Carolina.

 

No entanto, foram mais evidentes os problemas de Portugal em conseguir somar pontos no ataque. As baixas percentagens de lançamento, especialmente de 3 pontos, em nada contribuem para a eficácia ofensiva da seleção portuguesa: “Trabalhamos em todos os treinos de forma a melhorar essas percentagens, tanto de média como de longa distância. As estatísticas obrigam-nos a que assim seja, tendo perfeita consciência de que podemos selecionar melhor alguns tiros.”

 

Sofia já tem a receita para bater a Islândia no próximo sábado e somar a primeira vitória nesta fase de qualificação: “É ter uma refeição com sal como me foi dito, e muito bem, uma vez.”


Portugal com bom ensaio antes dos exames decisivos

 

Correu bem o teste que Portugal teve esta quarta-feira pela frente, em Vagos, diante da AD Vagos, com vista ao duplo compromisso de qualificação para o Europeu feminino do próximo ano.

 

A formação lusa triunfou por 60-44, tendo estado sempre na liderança do marcador. Contudo, o resultado não era o mais importante, sendo prioritária a criação de rotinas e a observação das jogadoras, daí o selecionador, Ricardo Vasconcelos, ter utilizado as 14 atletas.

 

Esta quinta de manhã o grupo de trabalho teve direito a folga, mas para a tarde já está prevista uma sessão de treino.

 

Recorde-se que Portugal vai jogar a qualificação para o Eurobasket 2017 (irá realizar-se na República Checa) no sábado, frente à Islândia (18h30), e na quarta-feira, contra a Eslováquia, no Pavilhão Municipal Capitão Nordeste, em Ílhavo. A equipa das quinas é a atual terceira classificada do  Grupo E de apuramento.

 

Será necessário todo o apoio do público português, daí as entradas serem livres! COMPAREÇAM!


«Que a Seleção se sinta em casa»

A Seleção feminina vai realizar dois jogos em Ílhavo e a região engalanou-se para receber a equipa.

 

Quais os objetivos e responsabilidades da AB Aveiro ao associar-se à organização destes jogos internacionais da seleção sénior feminina?

 

O primeiro grande objetivo será encher o pavilhão, sendo que promover a modalidade junto dos mais jovens e levar a seleção às escolas e à comunidade local são algumas das ideias que já estão a ser colocadas em prática. É sempre com enorme prazer e com grande responsabilidade que nos associamos a estes eventos no sentido de promovermos a modalidade, neste caso concreto numa região que vive a modalidade com grande intensidade. É nossa intenção enchermos o pavilhão e criarmos um ambiente favorável para que a nossa seleção alcance os seus objetivos que passam pelo apuramento para o Eurobasket. Tudo faremos para que a seleção se sinta em casa.

 

Quais são os principais problemas que se colocam na organização de um evento que envolve uma seleção sénior de Portugal?

 

Não são problemas, mas responsabilidades, que vamos seguramente cumprir para que esta organização seja um exemplo a repetir. Passam sobretudo por dotar o pavilhão Capitão Adriano Nordeste das condições exigidas pela FIBA. Queremos ainda criar condições para que o público aprecie o jogo, apoie a seleção e dê pelo seu tempo por bem entregue. Queremos levar a seleção às Escolas, convidando os jovens a virem apoiar a nossa seleção.

 

Quantos praticantes femininos existem atualmente no distrito? A realização destes jogos internacionais poderá ter impacto na captação de mais praticantes?

 

É verdade que a opção é variada, mas no distrito de Aveiro há a cultura do basquetebol. Temos tentado junto dos nossos clubes criar condições para que os jovens se fidelizem à prática do Basquetebol, sendo o minibasquete uma opção estratégica. É muito importante os jovens participarem, pois com eles virá a família. Para aderir será ótimo participarem, pois o basquetebol feminino precisa de ser mais divulgado. Não nos podemos esquecer dos recentes êxitos das seleções jovens. Para este ano gostaríamos de ultrapassar os 2400 praticantes federados. Temos 22 Clubes e estamos a trabalhar para que o Basquetebol possa existir, de forma federada, em mais três concelhos do distrito. Neste momento já conseguimos chegar a Arouca com a criação de um novo clube – Centro Juvenil Salesiano de Arouca”. Todos os nossos Clubes têm equipas de ambos os sexos, o que pensamos ser uma mais valia para o fomento e desenvolvimento da modalidade, sendo que temos uma forte participação em todos os campeonatos nacionais, quer de formação quer de seniores.

 

Na sua opinião, até pelo prestigio angariado, a AB Aveiro continua a ser uma referencia no basquetebol nacional? A qualidade das equipas tem melhorado nos últimos anos?

 

Sim, Aveiro já nos habituou a ser uma referência na modalidade, quer pelos resultados alcançados pelos seus clubes, quer pela grande paixão e adesão dos nossos adeptos. Temos equipas de ambos os sexos em todas as competições e isto é demonstrativo da qualidade do trabalho realizado diariamente pelos nossos clubes

 

Quais as metas que gostava de ver alcançadas pela sua Associação a curto/médio prazo?

 

Gostaríamos de ter: o basquetebol em todos os concelhos do distrito, mais atletas federados, mais pessoas a acompanhar semanalmente a modalidade, mais atletas a representar as nossas seleções Nacionais e mais juízes, nas distritais e nas primeiras categorias nacionais.


«Capacidade de superação»

Para este duplo confronto, Ricardo Vasconcelos desta vez convocou 14 atletas, como forma de precaver problemas físicos e manter a excelência do treino. O selecionador pretende nesta semana de trabalho melhorar alguns aspetos defensivos e ofensivos, numa tentativa de aperfeiçoar aquilo que foi o desempenho da equipa nos jogos anteriores. E para alcançar o sucesso, o técnico nacional não tem dúvidas de que a coesão, a “capacidade de superação e entrega serão a base de uma defesa exemplar que garanta competitividade”.

 

Para esta fase de trabalho, Ricardo Vasconcelos quis assegurar mais garantias para que o trabalho decorra sem condicionantes. Até porque a preparação é curta e Portugal está sempre obrigado a encurtar distâncias face aos adversários. “As alterações na convocatória prendem-se acima de tudo pelo aumento para 14 em vez de 12 atletas, uma vez que as jogadoras chegam com algumas mazelas que tornam necessário ter um grupo mais alargado de forma a manter o bom nível do treino.”, afirmou o selecionador.

 

Melhor do que ninguém Ricardo Vasconcelos já analisou o comportamento da equipa nos dois jogos disputados, e definiu capítulos do jogo a que dará maior enfâse durante os treinos: “Do ponto de vista defensivo necessitamos melhorar a defesa da bola, nomeadamente em situações de close out onde temos muito para trabalhar. Do ponto de vista ofensivo é fundamental um melhor balanço entre jogo exterior e interior, bem como trabalhar o ritmo de passe de forma a criar maiores vantagens.”

 

Logicamente que é preferível aprender nas vitórias, mas mesmo nas derrotas se retiram aspetos positivos. E o técnico reconhece, dando mérito ao grupo, por algumas qualidades reveladas nos embates anteriores: “O grupo mostrou uma grande capacidade de superação e entrega, demonstrando um coletivo forte nos vários momentos da competição. Crescemos ao longo do período de trabalho na nossa atividade defensiva, pois necessitamos muito dela para poder competir ao nosso melhor nível nos jogos que se avizinham!”

 

Atletas convocadas:

Ana Fonseca

Carolina Escórcio

Catarina Neves

Inês Faustino

Inês Viana

Joana Lopes

Joana Ramos

Lavínia Silva

Luiana Silva

Marcy Gonçalves

Michelle Brandão

Rosinha Rosário

Sofia Silva

Tamara Milovac

 

Dirigente: Sidónio Fernandes

Selecionador: Ricardo Vasconcelos

Treinadores-adjuntos: Agostinho Pinto e José Araújo

Secretária: Inês Antunes

Fisioterapeuta: Ana Bárbara Rola


«Sem margem para erro»

O selecionador Agostinho Pinto não espera facilidades…

 

Agostinho Pinto não esconde que Portugal vai à Bósnia com o objetivo de lutar pela subida, mas não será uma tarefa propriamente fácil.  “O nosso é o único grupo com 5 equipas, o que o torna mais competitivo, sendo que consequentemente ficamos sem margem para erro. Tendo em conta que apenas conseguem ter acesso à subida duas seleções, e que vamos defrontar a seleção representativa do país organizador (Bósnia), não nos espera tarefa fácil para este Europeu”, sublinha.

 

O treinador já analisou os adversários e conta-nos o que espera de cada um deles:

 

“A Bósnia, além de ser o país organizador, é tradicionalmente um adversário incómodo e que joga um bom basquete. Será sempre um opositor em ter conta na luta por objetivos mais ambiciosos.”

 

“A Finlândia é uma seleção que anda com alguma regularidade na Divisão A. Pratica um basquete muito físico e explosivo, características que fazem com que seja um adversário muito complicado e com o qual não nos encaixamos muito bem.”

 

“Já a Roménia é uma seleção que nos últimos anos baixou o seu nível basquetebolístico. No entanto, todos os cuidados são poucos a este nível de competição.”

 

“Quanto à Islândia, é uma seleção que nem sempre está presente nos campeonatos da Europa de jovens, mas que quando participa normalmente consegue ser competitiva e ter algumas jogadoras com qualidade. Embora seja uma incógnita é de esperar que coloque dificuldades a qualquer opositor.”


Estágio de observação

De 7 a 10 de Fevereiro estiveram concentradas em Ermesinde-Valongo, sendo que os treinos se dividiram pelos Pavilhões do CPN e pelo Municipal de Ermesinde. O grupo aproveitou bem o tempo de trabalho com a realização de treinos bi-diários, sendo que ainda efetuou dois jogos de controlo com a equipa sénior do Juvemaia e com as Sub-17 de Portugal.

 

O estágio foi bastante proveitoso, pois serviu para fazer a primeira observação de atletas, tendo em vista o Campeonato da Europa a realizar na Bósnia. As jogadoras chamadas tiveram uma boa entrega, assimilando as ideias dos treinadores sempre com bastante empenhamento.

 

Um agradecimento à C.M. Valongo, ao CPN e à Juvemaia pela ajuda prestada neste estágio, bem como aos treinadores convidados: Manuel Monteiro (Juvemaia) e Sérgio Pinto (Guifões).

 

 

Atletas convocadas:

Ana Rua – Carnide Clube

Bárbara Xabregas – SL Benfica

Beatriz Alves – NDA Pombal

Bruna França – UD Oliveirense

Carolina Rodrigues – SIMECQ

Catarina Mateus – Lousada AC

Celeste Almeida – CPN

Francisca Karas – CRCQ Lombos

Helena Pinheiro – CD Póvoa

Jéssica Garcia – CB Esc. Amadora

Madalena Rodrigues – Carnide Clube

Margarida André – Algés

Mariana Ferreira – GDESSA

Marta Esteves – Algés


Visitas no Municipio de Valongo

A equipa foi recebida pelo Vice-presidente da Câmara Municipal local, Sobral Pires, e pelo Vereador do Desporto, Orlando Rodrigues. De seguida, visitaram o Centro de Acolhimento Mãe d'Água. O estágio de observação da Seleção Nacional de Sub-17 Femininos, decorreu de 7 a 10 de Fevereiro, em Ermesinde-Valongo, mais concretamente nos Pavilhões do CPN e Municipal de Ermesinde. Para além dos treinos bi-diários agendados, a Seleção Sub 17, que prepara a sua participação no próximo Campeonato do Mundo da categoria, realizou dois jogos de controlo, frente à equipa sénior do CPN, e frente à Seleção Sub-18.

 

Esta é a primeira vez que uma seleção nacional de basquetebol, contabilizando todos os escalões, consegue atingir uma fase final de um Campeonato do Mundo. Portugal garantiu esta inédita presença no Mundial em virtude de se ter sagrado vice-campeão europeu feminino de sub-16.

 

O estágio foi bastante proveitoso, pois serviu para observar algumas novas atletas, bem como para solidificar o trabalho já realizado em estágios anteriores.

 

A Câmara Municipal de Valongo, como já vem sendo hábito, disponibilizou os seus espaços, tal como recebeu a seleção nacional e ofereceu umas lembranças, nas pessoas do seu Vice-Presidente Sobral Pires e o Vereador do Desporto Orlando Rodrigues.

 

A Seleção portuguesa retribui a gentileza oferecendo uma bola de basket autografada pelas atletas. De seguida, a formação nacional visitou o Centro de Acolhimento Mãe de Água, na cidade de Valongo, que acolhe crianças de meses até 14 anos. Foi um momento muito importante para as crianças, assim como para as nossas atletas.

 

Um agradecimento especial à C.M. Valongo, bem como ao CPN, pela ajuda prestada durante este estágio, sem esquecer os treinadores convidados Manuel Monteiro (Juvemaia) e Sérgio Pinto (Guifões).

 

Atletas convocadas:

Alice Martins – Olivais FC

Ana Ramos – CD Póvoa

Ana Carolina Jesus – GDESSA

Ana Margarida Gonçalves – CD José Régio

Bárbara Silva – CPN

Carolina Moutinho – CP Esgueira

Cláudia Viana – CRCQ Lombos

Eliana Cabral – GDESSA

Luana Serranho – GDESSA

Mariana Camelo – SC Coimbrões

Maryam Chermiti – CU Sportiva

Susana Carvalheira – SC Braga

Tatiana Jordão – SL Benfica

Tess Santos – SL Benfica

 

 

 

 

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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