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Estágios de preparação

Entre os dias 7 e 10 de fevereiro, estarão concentradas, em Ermesinde, catorze atletas para mais um período de trabalho e aperfeiçoamento, tendo em vista ganhar etapas para o grande desafio que este grupo de trabalho tem pela frente. Simultaneamente irá decorrer um estágio de observação para potenciais atletas a integrarem o grupo de trabalho final da Seleção Nacional Sub 18 Femininos, composto por mais catorze atletas. Os selecionadores Agostinho Pinto e Teresa Barata vão ter a colaboração durante os estágios de dois treinadores convidados – Manuel Monteiro (Juvemaia) e Sérgio Pinto (Guifões) – numa experiência que certamente será enriquecedora para ambos. Nos anexos desta noticia poderá consultar a lista das atletas convocadas para estas ações. 


«É um grupo difícil»

Começamos pela Seleção Sub-20 Feminina, e com uma conversa com Eugénio Rodrigues, o responsável pela equipa nacional. O técnico atribuiu favoritismo à Espanha para vencer  o Grupo A, mas considera que está tudo em aberto para Portugal, Bósnia e Polónia, sem que isso signifique menor qualidade ou competitividade. O novo modelo competitivo faz com que seja ainda mais importante terminar a 1ª fase na melhor classificação possível, pois Eugénio está convicto de que isso será determinante para Portugal poder ter mais sucesso e aspirações numa fase mais adiantada da competição.

 

Eugénio considera que a Espanha está a um nível superior, já os outros dois adversários estarão ao nível de Portugal, o que pressupõe que é possível batê-los. “Estamos no Grupo A, competindo com a Bósnia, Espanha e Polónia. Não sendo um grupo ‘da morte’, não deixa ainda assim de ser um grupo difícil e de previsão quase impossível. Se a Espanha, por ser campeã em título sub-20 e sub-18, é naturalmente a favorita a passar em 1º, já as restantes são muito equilibradas”, afirma o selecionador.

 

O técnico relembra que os confrontos com a Bósnia têm sido duros e que este será um adversário naturalmente motivado por ter conseguido regressar à principal competição da categoria: “A Bósnia, com quem temos tido algumas contendas muito equilibradas, acabou de subir à divisão A como campeã. Perdeu algumas jogadoras influentes mas mantém 7 das quais 4 repetiram também a divisão B no mesmo ano (7º lugar).”

 

As polacas, por tradição, costumam estar num patamar superior a Portugal e beneficiam do facto de manterem um núcleo que tão boa conta de si deu no último europeu da categoria: “A Polónia é normalmente superior a Portugal, pelo que por isso será igualmente muito complicado. Ficou no ano transato em 7º na Divisão A, tendo perdido algumas das suas principais estrelas mas mantém contudo 7 atletas do ano passado. Já em Sub-18 ficaram na 14º posição na divisão A, tendo descido à divisão B.”

 

As alterações implementadas quanto à forma de disputa da prova fazem com que o desempenho de Portugal durante a 1ª fase seja quase obrigatoriamente equivalente à excelência. Isto porque, como é seu hábito, Eugénio pensa de uma forma ambiciosa aquilo que irá ser o resto da competição. “Importa referir que o modelo competitivo foi alterado. É mais curto, com menos dois jogos e sem a fase intermédia que existia. Iremos cruzar com o grupo B – Sérvia, Suécia, Alemanha e Itália – pelo que é importante uma boa classificação na primeira fase. Tudo em aberto portanto", considera Eugénio Rodrigues.


Portugal já conhece os adversários

 

Numa manhã onde se sortearam todas as competições europeias de jovens e Seniores, Portugal ficou a conhecer os seus adversários nas competições deste verão (ver nos detalhes), tendo ficado também definidos os grupos do Europeu de Sub 20 Femininos, a realizar em Matosinhos, cidade que obteve por parte da FIBA uma referência no inicio do sorteio, alundindo à “bela tradição de grandes torneios” lá organizados.

 

Serão 252 equipas a participar em todas as competições jovens europeias deste verão, um número que se estabelece como novo recorde de participação.

 

Nos Europeus jovens, no setor Feminino, por capricho do sorteio, Portugal jogará sempre integrado no Grupo A de cada competição. Nas Sub 16 Femininas Divisão A, a prova irá realizar-se em Udine, Itália, de 6 a 8 de Agosto, e a Seleção Nacional terá pela frente na primeira fase a Espanha, a Hungria e Alemanha. Já nas Sub 18 Femininas, Portugal disputará a Divisão B, em Sarajevo, de 23 a 31 de julho, defrontando a Finlândia, Roménia, Islândia e as anfitriãs da Bósnia-Herzegovina. 

 

Finalmente, no "nosso" Europeu de Sub 20 Femininos, que se jogará em Matosinhos, de 9 a 17 de julho, a seleção das quinas começará a jogar com a Espanha, atual detentora do título, Polónia e Bosnia Herzegovina. Os outros grupos em Matosinhos serão os seguintes:

 

Grupo B – Servia, Itália, Suécia e Alemanha

Grupo C – França, Holanda, Grécia e Letónia

Grupo D – Russia, Belgica, Turquia e Eslováquia

 

Passando ao setor masculino, a Seleção Nacional de Sub 16 irá defrontar no Grupo A, para não variar, as congéneres da Rússia, Dinamarca, Holanda, Bielorrússia e Luxemburgo. A prova irá jogar-se de 11 a 20 de agosto em Sófia, Bulgária. Os Sub 18 viajarão até Skopje, na Macedónia, jogando entre 29 de Julho e 7 de agosto, ficando integrados no Grupo B juntamente com Montenegro, Bélgica, Áustria, Roménia e Bielorrússia. Em Halkida, na Grécia, de 15 a 24 de julho, estará a Seleção Nacional de Sub 20 que defrontará, a contar para o Grupo A, as seleções de Montenegro, Macedónia, Geórgia e Arménia.

 

Mais informações em www.fibaeurope.com


Já se trabalhou em Matosinhos

Este será o 4º campeonato da Europa consecutivo atribuido a Portugal, à FPB e ao Município de Matosinhos como resultado dos sucessivos êxitos organizativos. O reconhecimento consecutivo da capacidade e qualidade de realização em anos anteriores confere a toda a equipa de trabalho uma maior responsabilidade e, consensualmente, todos desejam fazer mais e melhor. 

 

 

 

Conscientes de que não será tarefa fácil, hoje foi a primeira bola ao ar de uma prova que se realizará de 9 a 17 de Julho e que, decerto, voltará a encher os pavilhões para ver ao vivo algumas das já consideradas melhores atletas da Europa do Basquetebol.


Plano de Atividades do Departamento Técnico da FPB – 2016

Desde as listas de observação para as diferentes Seleções Nacionais, planos de preparação, ações da Escola Nacional do Basquetebol, entre outros.


Balanço muito positivo

Apesar de se tratar de um estágio de observação, pretendeu-se com esta concentração elevar o conjunto de dificuldades competitivas com que este grupo de jovens deve começar por ser confrontado.

 

Como se esperava, o Sampaense Basket dominou o jogo desde o início, obrigando a equipa portuguesa a jogar a um ritmo e com uma velocidade de execução, que de momento não lhe é ainda possível. O resultado foi de 96-54, ficando a nota de um treino de grande nível de exigência para os jovens, mas também de um empenhamento muito elevado que todos os 16 jogadores convocados, colocaram no tempo que estiveram em jogo.

 

O estágio terminou assim de uma forma muito positiva, permitindo a observação de todos os jogadores em circunstâncias de grande exigência competitiva. Uma palavra para os dirigentes e técnicos do Sampaense pela disponibilidade que manifestaram em receber e proporcionar um treino extremamente importante nesta data que já convidava a final de ano.

 

O balanço desta ação é muito positivo. A observação dos jogadores foi efetuada em diferentes circunstâncias do treino e diferentes ambientes competitivos. Os 16 jogadores participaram no trabalho com um nível de empenhamento muito elevado, deixando a ideia de que com continuidade a sua evolução trará contributos ao basquetebol português. Assim se espera.

 

Terminada a 1ª acção aguarda-se já a 2ª, que decorrerá pela altura das férias escolares da Páscoa, numa caminhada que se começa a desenhar da preparação da Seleção Nacional de Sub-16 para a presente época desportiva. Relembra-se que esta Seleção disputará a divisão B do Campeonato da Europa em Sófia, precisamente no mesmo local onde no ano passado esta mesma competição se realizou.


Triunfo a fechar torneio

O jogo foi bastante equilibrado, e só no último quarto os comandados de João Costeira conseguiram dar a volta ao marcador e segurar a vitória.

 

Depois de uma primeira parte equilibrada, em que cada uma das seleções venceu um quarto por dois pontos de diferença, o marcador ao intervalo naturalmente que registava um empate, a 21 pontos.

 

O recomeço da etapa complementar foi marcado por um ligeiro ascendente dos espanhóis (15-12), com os atletas portugueses a mostrarem-se pouco inspirados nos tiros de longa distância (3/21 – 14.3%). Valia o desempenho coletivo na luta das tabelas, 46 ressaltos conquistados, sendo que 16 foram na tabela do adversário.

 

Mais posses de bola traduzem-se em mais lançamentos, e sem terem estado particularmente bem nos tiros de 2 pontos (17/45 – 37.8%), Portugal beneficiou do facto do último período ter sido o mais produtivo em termos ofensivos, 20 pontos marcados, para dar a volta ao resultado.

 

Para isso muito contribuíram os 28 pontos vindos do banco, com João Oliveira, autor de 14 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola, a ser o mais influente nesse papel. Sérgio Silva (12 pontos e 7 ressaltos) voltou a registar uma prestação muito positiva, tal como João Lucas que contabilizou 10 pontos e 6 ressaltos.


Sub-16 superam equipa sénior

Foi um bom teste, que serviu para observar melhor os atletas selecionados para este 1º estágio, tendo em vista a preparação para o Europeu do escalão, que se realiza no mês de Agosto.

 

A equipa nacional entrou bem no jogo, tendo em conta que apenas tinha realizado quatro treinos até ao encontro de hoje, mostrou-se uma equipa competitiva durante o jogo, mesmo com a rotação constante dos 16 jogadores por parte do selecionador António Paulo Ferreira, a equipa conseguiu corresponder da melhor maneira e no último período conseguiu adquirir uma vantagem que lhe permitiu vencer o jogo por dez pontos.

 

A equipa fará um segundo jogo de treino com a equipa sénior do Sampaense (dia 30 às 15h, em S. Paio de Gramaços), antes a equipa nacional treinará de manhã em Tondela, despedindo-se de um local onde foi bem acolhida. Agradecendo desde já a forma como a seleção foi recebida pela camâra municipal de Tondela, bem como à Escola profissional de Tondela. Não podendo deixar de referir o empenho e a dedicação que a Associação de Viseu mostrou na preparação do estágio, bem como durante toda a atividade.


Novo ensaio prometedor

Dois bons testes, que naturalmente serviram para consolidar aspetos táticos, como princípios básicos, que serão extremamente importantes para a exigente competição, como um Mundial da categoria.

 

Esta jovem Seleção já deu provas que não precisa de discursos de vitórias morais, pelo que se deve elogiar o comportamento das atletas portuguesas, que, com um curto período de preparação, conseguiram discutir, em casa do adversário, os dois encontros disputados frente à Espanha.

 

É verdade que Espanha esteve quase sempre na frente do marcador, mas sempre por margens curtas, nunca conseguindo mostrar-se dominadora perante a aguerrida equipa nacional.

 

A 1ª parte, muito à imagem do que tinha sucedido no dia anterior, as espanholas ganharam alguma vantagem, por vezes acima dos 10 pontos, com as portuguesas a conseguirem encostar o resultado até ao descanso. Ao intervalo, o resultado era de 38-31 favorável à seleção da casa, uma desvantagem bem mais curta, sinal da boa recuperação de Portugal e que lhe permitia estar dentro do jogo.

 

O descanso fez bem à equipa portuguesa, não lhe retirou agressividade, nem tão pouco fez esmorecer o desejo de encurtar cada vez mais distâncias. Durante 3º período a equipa portuguesa conseguiu recolar no marcador, ganhando esse quarto por 10-7, o que colocava o jogo a 4 pontos de diferença (45-41) à entrada dos derradeiros 10 minutos.

 

No 4º período, Portugal continuou muito próximo da Espanha, chegando mesmo a estar a perder por apenas 1 ponto já dentro do ultimo minuto de jogo. Mas 1 triplo das espanholas, e um comprometedor "turnover", capitalizado em mais 2 pontos fáceis em contra-ataque, acabaram por ditar a derrota do conjunto luso.

 

Destaques individuais para Ana Ramos, autora de 17 pontos (3/7 de 3pts), Mariana Silva com 13 pontos e 6 ressaltos e Maryam Chermiti que contabilizou 10 pontos e 6 ressaltos.

 

Parciais: 17-12, 21-19, 7-10 e 14-12


2º período condiciona estreia dos Sub-20

Os portugueses não estiveram com a mão quente, nem tão pouco conseguiram ser eficazes da linha de lance-livre, pelo que não surpreende a fraca eficácia ofensiva e a baixa pontuação final.

 

Os primeiros 10 minutos foram marcados por um enorme equilíbrio, com Portugal a chegar ao final do 1º período a perder pela diferença mínima (14-15). A prestação de Portugal durante o 2º período acabou por comprometer a capacidade de Portugal manter-se na discussão pela liderança do encontro (19-29). Os turnovers (22 no total) acabaram por condicionar a eficácia ofensiva da equipa portuguesa, se bem que as percentagens de lançamento em nada contribuíram para que tal acontecesse.

 

A equipa nacional sentiu imensos problemas para concretizar os seus lançamentos nas áreas mais próximas do cesto (8/30 – 26.7%), mas revelou-se demasiado perdulária da linha de lance-livre (15/26 – 57.7%). E se a luta das tabelas acabou por ser equilibrada no número de ressaltos conquistados (41 para cada lado), o facto de ter permitido que o adversário garantisse 17 ressaltos ofensivos acabou por dar mais oportunidades para que os espanhóis somassem mais pontos.

 

Ainda assim, os comandados de João Costeira voltaram a equilibrar o jogo no recomeço da etapa complementar (44-32), e embora não tenham sido capazes de se aproximarem no resultado, a 2ª parte acabou por mostrar uma equipa lusa competitiva.

 

 

Diogo Araújo, autor de 11 pontos a que somou 4 ressaltos, acabou por ser o melhor marcador de Portugal, seguido depois por Sérgio Silva que contabilizou 9 pontos e 4 ressaltos. A dupla composta por Benvindo Mendes (5 pontos e 8 ressaltos) e João Lucas (5 pontos e 8 ressaltos) mostrou-se mais ativa na luta das tabelas.


Sub-17 batem-se muito bem frente à Espanha

No primeiro jogo, realizado esta segunda-feira, em Saragoça, a Espanha venceu por 62-50. A equipa nacional esteve melhor durante os primeiros 20 minutos, manteve o jogo fechado até meio do último quarto, mesmo sem contar com umas das suas principais referências. Esta terça-feira, disputa-se pelas 11h30 (hora de Portugal) o segundo e último encontro de preparação contra as espanholas.

 

O início do encontro foi equilibrado, ainda que com ligeiro ascendente para a seleção da casa, que vencia por 21-15 no final do 1º quarto.

 

No 2º quarto, Portugal fez um parcial de 9-0 que colocaria a partida empatada a 24 pontos, com 5.30 minutos para jogar. As portuguesas conseguiram mesmo dar a volta ao resultado, chegando ao intervalo a vencer por 2 pontos de diferença (31-29).

 

No inicio do 3º período, as espanholas voltaram a entrar melhor no jogo, alcançando uma pequena vantagem que se cifrava em 5 pontos no final deste quarto (44-39).

 

No último quarto, a toada da partida manteve-se, pois até 5 minutos do final as portuguesas ainda estavam no jogo, pois perdiam apenas por 6 pontos (50-44). Nos últimos 5 minutos, a Espanha ganhou mais alguns pontos de vantagem quando Portugal tentou, num último "forcing" virar a partida.

 

Em termos estatísticos, Portugal esteve melhor da linha de 3 pontos (30% contra 13%). A Espanha dominou completamente as tabelas (45 contra 23), não tendo sido alheia a falta que Beatriz Jordão (lesionada) fez neste primeiro momento de preparação para o Mundial de Sub-17 Feminino 2016.

 

Destaques individuais para Ana Ramos com 12 pontos e Eliana Cabral com 9 pontos e 7 faltas provocadas.

 

Parciais: 21-15, 8-16, 15-8, 18-11


Participação positiva das Sub 16 Femininas

No jogo da manhã, a Seleção Sub 16 foi superada pela de Madrid, por 58-71, e no encontro de encerramento, a formação lusa fechou a sua participação com chave de ouro ao bater a de Navarra, por 68-43.

 

Contudo, não começou bem este encontro para a equipa portuguesa. Elena Alaix, jogadora interior de Madrid, criava muitas dificuldades às portuguesas, que voltavam a sentir dificuldades em parar o jogo interior do adversário. Madrid, com um modelo de jogo mais adulto e mais consistente, criava muitas  dificuldades às atletas nacionais.

 

No entanto, durante o 2º período, Portugal encurta a distância através de uma maior eficácia na defesa todo campo. Ao afastar a equipa de Madrid das suas posições de conforto, onde se revelavam mais fortes e conseguiam superioridade, Portugal equilibra o jogo e passa mesmo para a frente do marcador. Ao intervalo, Portugal recolhe aos balneários a vencer por 4 pontos (37-33).

 

No 2º tempo, Madrid volta a liderar o jogo com as portuguesas a mostrarem-se de novo desastradas, com uma má gestão da posse de bola, muitas vezes tentando resolver as coisas mais com o coração do que com a cabeça. A maior maturidade da equipa de Madrid a jogar permitiu-lhe gerir até ao final a vantagem construída acabando por vencer, por 71-58.

 

Portugal 58 x 71 Madrid

 

Períodos

15-21: 22-12: 11-23 e 10-15

 

SARA GUERREIRO 12

MARTA RODRIGUES 8

ALICE MARTINS 7

MARTA LINO 1

MARIANA MENDES 2

JOANA ROCHETE 6

BRUNA ZAGARIA 4

BEATRIZ RAMOS 4

FERNANDA AMOJO 2

CAROLINA OOM 4

CATARINA SILVA 8

MARIA CARVALHO

 

O jogo da tarde, resultou numa excelente prestação a todos os níveis das portuguesas. Sem dúvida que os erros do jogo da manhã serviram para refletir, e não foram repetidos frente à Seleção de Navarra. A formação espanhola contava no seu jogo interior com duas jogadores de estatura muito elevada, mas Alice Martins e Beatriz Ramos, estiveram em grande nível defensivamente e foram capazes de anular as adversárias, condicionando esse ponto forte do lado do adversário.

 

Com um jogo muito formatado da parte das espanholas, Portugal esteve bem nas tarefas defensivas e muito bem na gestão da posse da bola. A nossa seleção liderou todos os períodos do jogo, e foi já na segunda metade que Navarra tudo tentou para inverter a situação recorrendo a uma zona 2×3. Portugal soube responder com serenidade explorando bem a procura de tiros fáceis.

 

Portugal 68 x 43 Navarra

 

Períodos:

21-14: 13-8: 14-8 e 20-13

 

SARA GUERREIRO

MARTA RODRIGUES 23

ALICE MARTINS 14

MARTA LINO

MARIANA MENDES 8

JOANA ROCHETE 3

BRUNA ZAGARIA 2

BEATRIZ RAMOS 4

FERNANDA AMOJO

CAROLINA OOM 4

CATARINA SILVA 6

MARIA CARVALHO 4

 

Em resumo, um excelente torneio para a  nossa Seleção, com uma participação positiva, proporcionando às nossas jogadoras uma competição com jogos de bom nível de exigência.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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