Artigos da Federaçãooo

Portugal e Matosinhos recebem Europeu de Sub 20 Divisão A

 

Se três organizações consecutivas eram um feito inédito, a atribuição de um quarto europeu consecutivo (terceiro de Divisão A) é um motivo de orgulho e de reconhecimento para a Federação Portuguesa de Basquetebol e para o Municipio de Matosinhos extensivel, claro está, à Associação de Basquetebol do Porto, GD Basquete de Leça e Guifões SC e restantes parceiros que pelo 4º ano seguido terão a responsabilidade de repetir os êxitos anteriores.

 

O Basquetebol Português está de parabéns e, o trabalho empenhado aliado às excelentes infraestruturas da Cidade de Matosinhos e aos bons resultados desportivos, permitem a Portugal receber mais um grande acontecimento onde marcarão presença, não só algumas das maiores promessas europeias da modalidade, mas também já muitas certezas da alta roda do Basquetebol Europeu Feminino e Mundial.

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Mário Palma vai treinar campeão da Tunisia

Mário Palma vai treinar a equipa e procurar chegar a mais um título já a partir da próxima semana, sendo que o contrato (previsto no acordo que existe com a FPB no caso de clubes estrangeiros) durará até Maio e não interferirá com a necessária preparação da principal Seleção de Basquetebol.

O Club Africain de Tunis é o atual bi-campeão nacional e conta no seu palmarés com 3 campeonatos, 6 Taças, 3 Supertaças e um 3º lugar na Taça dos Campeões Africana.

A Federação Portuguesa de Basquetebol congratula-se com esta boa noticia e deseja ao seu Selecionador os maiores sucessos à frente da nova equipa.

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Equipas técnicas


Entrega e atitude não evitam derrota

 

Durante a partida que contou com Ticha Penicheiro na bancada a apoiar Portugal e a distribuir autógrafos ao intervalo foi ainda homenageada Anabela Vasconcelos, ilhavense que deixou de jogar este ano com 50 anos de idade.

 

Portugal volta a jogar em Fevereiro regressando a Ilhavo para nos dias 20 e 24 defrontar, respetivamente, a Islândia e a Eslováquia.

Fraco inicio de jogo de parte a parte com as defesas a imporem-se e apenas um cesto convertido para cada lado nos primeiros 5 minutos. Portugal conseguiu então começar a sair em contra-ataque e chegou aos 6-2. Mas as magiares logo reagiram e um parcial de 11-2 conferia uma vantagem de 5 pontos a cerca de um minuto do fim. No final do primeiro período, 11-14.

 

Melhor reinicio por parte das guerreiras lusas mantendo a mesma atitude defensiva e a conseguirem empatar a 18 à passagem do minuto 14. Estava dado o mote para os minutos seguintes com alternâncias e empates no marcador. O intervalo chegava com 27-28 e um equilíbrio total nos números estatísticos com a equipa lusa, mesmo com desvantagem na média de alturas, a conseguir bater-se de igual para igual na luta das tabelas.

 

A ida aos balneários fez bem à equipa húngara que começou a encontrar soluções ofensivas e fez um parcial de 11-2 subindo a vantagem para 10 pontos à passagem da metade do período. Portugal continuava a ter dificuldades no ataque e nem um triplo disfarçava o melhor período do adversário que a 2 minutos do final vencia por 32-48. Portugal precisava de encontrar novas forças e de correr atrás do prejuízo mas nem a sorte estava de feição. Um buzzer beater muito afortunado dava uma vantagem de 17 pontos à entrada do derradeiro período (34-51).

 

O inicio dos decisivos 10 minutos trouxe a garra lusa. Com um parcial de 6-0 as portuguesas aproximavam-se a 11 pontos. A Hungria respondeu primeiro com calculismo e voltou a afastar-se no marcador depois de mais um triplo. Portugal não baixou os braços e entregou-se ao jogo em busca do melhor resultado. A dois minutos do final perdia por 46-58 e o vencedor estava praticamente encontrado. A Hungria geriu as posses de bola e controlou o pressing final português triunfando por 50-67.


Vem a Ilhavo apoiar a Nossa Seleção

 

VAIS FALTAR??

 

 

Spot Portugal vs Hungria

Depois da boa partida realizada na Eslováquia, Portugal vai defrontar a Hungria no próximo dia 25 de Novembro, em Ilhavo, uma cidade de Basquetebol mas não só… O convite para conhecer este municipio e apoiar Portugal fica feito.VAIS FALTAR?

Publicado por Federação Portuguesa de Basquetebol em Domingo, 22 de Novembro de 2015

 


Seleção foi à escola

O objetivo principal desta ação era cativar os jovens estudantes para marcarem presença no jogo desta quarta-feira, frente à Hungria, no apoio à nossa Seleção. Muitos convites foram distribuídos, muitas fotos foram tiradas com as atletas e a mascote da seleção, que chegaram mesmo a serem desafiadas para alguns lançamentos de demonstração. No final, como é hábito nestas ocasiões, a foto de família para mais tarde recordar de mais um momento de interação com a cidade de Ílhavo como forma de retribuir todo o apoio e carinho que a Seleção tem sentido nos seus estágios de preparação.


Focadas na Hungria

Depois do desaire na Eslováquia, Ricardo Vasconcelos quer melhorar alguns aspetos do jogo, corrigir alguns erros e preparar a equipa da melhor forma possível para condicionar os pontos fortes das húngaras. Portugal tem que ser capaz de contornar a desvantagem de estatura, bem como a trabalhar taticamente de forma a conseguir ter sucesso nas suas movimentações ofensivas face ao poder de intimidação do adversário.

 

A seleção nacional terá pela frente o problema da desvantagem de estatura, algo que é explorado pela Hungria na forma como ataca, bem como na forma como defende e protege o seu cesto. “Vamos encontrar uma equipa que joga com muitos bloqueios cegos para tirar vantagens das postes que tem. O jogo interior caraterizado por jogadoras muito altas, de bons argumentos técnicos, quer de costas quer de frente para o cesto. As dimensões das envergaduras fazem com que as percentagens dos adversários baixem muito perto do cesto.”

 

Não é novidade para Portugal ter que contornar este handicap, pelo que não surpreende que Ricardo Vasconcelos esteja a treinar a equipa de modo a que esta possa ter as rotinas e a disciplina tática para não perder eficácia ofensiva. “Vai-nos obrigar a jogar com bom spacing (velocidade no movimento sem bola) e muito ritmo de passe, para castigar as ajudas profundas das postes húngaras.”

 

Mas mais importante que as questões táticas, esquemas ofensivos, regras do ataque, as atletas nacionais estão “obrigadas” a colocara a bola dentro do cesto. Isso no ataque, porque na defesa, o selecionador aponta como proibitivo permitir segundos lançamentos e mais posses de bola à Hungria. “É essencial melhorar a eficácia dos lançamentos de 3 pontos e reduzir o numero de ressaltos ofensivos ganhos pelo adversário (em relação ao jogo na Eslováquia).”

 

Contrariamente ao que sucedeu a Portugal, a Hungria estreou-se neste Grupo E com um triunfo caseiro diante da Islândia, e por números concludentes (72-50). A defesa húngara condicionou o ataque islandês a uma percentagem de 27.3% de lançamentos de campo, e teve em Tijana Krivacevic a sua melhor marcadora (27 pontos e 5 ressaltos), bem secundada pela base da equipa Zsofia Fegyverneky (13 pontos, 7 ressaltos e 5 assistências) e outra poste da equipa, Bernadett Hatar, autora de 10 pontos e 4 ressaltos.


«Que a Seleção se sinta em casa»

Encher o pavilhão, promover a modalidade junto dos mais jovens e levar a Seleção às escolas são algumas das ideias que já estão a ser colocadas em prática. O primeiro encontro realiza-se a 25 deste mês, esta quarta-feira, frente à Hungria.

 

Quais os objetivos e responsabilidades da AB Aveiro ao associar-se à organização de jogos da seleção sénior feminina?

 

É sempre com enorme prazer e com grande responsabilidade que nos associamos a estes eventos no sentido de promovermos a modalidade, neste caso concreto no região que vive a modalidade com grande intensidade. É nossa intenção enchermos o pavilhão e criarmos um ambiente favorável para que a nossa Seleção alcance os seus objetivos que passam pelo apuramento para o Eurobasket. Tudo faremos para que a Seleção se sinta em casa.

 

 

Quais são os principais problemas que se colocam na organização de um evento como este, em que todos pretendem que seja um exemplo?

 

Não são problemas, mas obstáculos, e que vão seguramente correr bem e serão um exemplo a repetir. Passam sobretudo por dotar o pavilhão Capitão Adriano Nordeste das condições exigidas pela FIBA. Queremos ainda criar condições para que o público aprecie o jogo, apoie a Seleção e dê pelo seu tempo por bem entregue.

Queremos levar a Seleção às Escolas, convidando os jovens a virem apoiar a nossa Seleção. 

 

 

Os jovens da região estão sensibilizados para a prática de basquetebol, ou cada vez mais optam por outras atividades?

 

É verdade que a opção é variada, mas no distrito de Aveiro há a cultura do basquetebol. Temos junto dos nossos Clubes criar condições para que os jovens se fidelizam à prática do Basquetebol, sendo o Minibasquete uma opção estratégica.

 

 

A presença de jovens a assistir ao jogo poderá ser aproveitada para levar mais gente a aderir de forma mais evidente à modalidade?

 

É muito importante os jovens participarem, pois com eles virá a família. Para aderir será ótimo participarem, pois o Basquetebol feminino precisa de ser mais divulgado. Não nos podemos esquecer dos recentes êxitos das  Seleções jovens.

 

 

Quantos praticantes existem atualmente no distrito? Qual o enquadramento dos clubes de Aveiro a nível das competições nacionais? E se acredita que no curto prazo algum deles possa conquistar um titulo de campeão nacional?

 

Para este ano gostaríamos de ultrapassar os 2400 praticantes federados. Temos 22 Clubes e estamos a trabalhar para que o Basquetebol possa existir, de forma federada, em mais três concelhos do Distrito. Todos os nossos Clubes têm equipas de ambos os sexos o que pensamos ser uma mais valia para o fomento e desenvolvimento da modalidade e temos uma forte participação em todos os campeonatos nacionais, quer de formação quer de seniores.

 

Quais as metas que gostava de ver alcançadas pela sua Associação a curto/médio prazo?

 

Gostaríamos de ter o Basquetebol em todos os concelhos do distrito, mais pessoas acompanhar semanalmente a modalidade e ter ainda mais atletas a representar as nossas Seleções Nacionais.


Eficácia trama Portugal

Mas tendo em conta a valia do adversário, em teoria o mais complicado do grupo, a fraca eficácia no capítulo do lançamento da nossa Seleção, e o facto de termos empatado a 2ª parte, o técnico Ricardo Vasconcelos teve a confirmação que a equipa está cada vez mais competitiva para continuar a lutar pelo apuramento.

 

Não começou bem a Seleção portuguesa, sobretudo no capítulo ofensivo, 6 pontos marcados no 1º período, facto que contribuiu para que se visse obrigada a ter que correr atrás do prejuízo no final dos primeiros 10 minutos (18-6).

 

Se do ponto de vista do seu desempenho defensivo a equipa melhorou até ao intervalo, as fracas percentagens de lançamento de campo, 30.8% de 2 pontos e 11.8% de 3 pontos, continuavam a condicionar o sucesso ofensivo do conjunto luso. A Eslováquia apostava em alternâncias defensivas, quase sempre zona em reposições de bola fora, a que faltou alguma paciência ofensiva por parte de Portugal, sobretudo na procura do jogo interior, onde Sofia Silva era a principal referencia ofensiva.

 

Ao intervalo, Portugal perdia por treze pontos (28-15), uma diferença não muito significativa, mas tendo em conta a baixa pontuação do encontro não deixava de ser significativa.

 

Apesar de ter perdido claramente a luta das tabelas (27-41), e ter permitido que o adversário conquistasse 15 ressaltos na sua tabela, Portugal conseguiu equilibrar a etapa complementar. O que não deixa de ser extraordinário já que são muitas mais posses de bola e oportunidades de lançamento. As comandadas de Ricardo Vasconcelos durante o segundo tempo mostraram-se mais seletivas nas tomadas de decisão, mostraram-se muito mais agressivas no ataque, e a prova disso mesmo são os 16 lances-livres conquistados, dos quais converteu 13 (81.3%).

 

A equipa nacional acabou por sofrer 28 pontos em casa uma das partes, um registo, sem ser famoso, bastante aceitável, até porque o adversário teve muitas mais posses de bola. O problema esteve na pontaria ao cesto, já que não tendo muita presença na tabela ofensiva, e poucas oportunidades para jogar em contra-ataque, fica curto para qualquer seleção portuguesa ter sucesso ofensivo com percentagens de lançamento tão baixas (12/39 de 2 pontos e 2/17 de 3 pontos).

 

Sofia Silva registou um duplo-duplo (21 pontos e 10 ressaltos), números que comprovam a sua combatividade nos dois lados do campo. O selecionador nacional utilizou as 12 atletas, proporcionando ao grupo todo experiência e competição internacional.


Portugal já se prepara em Poprad

Uma viagem longa, que começou em Ílhavo às 8h30, e que terminou em Poprad às 2h30 da manhã. A equipa portuguesa está bem instalada, já realizou duas sessões de treino, que serviram essencialmente para adaptação ao pavilhão onde se irá realizar o jogo, bem como para acertar alguns detalhes tendo em vista o encontro deste sábado.

 

Para a noite desta sexta-feira, está ainda prevista uma sessão de vídeo, onde as atletas portuguesas poderão ainda identificar alguns pontos fortes e fracos da equipa eslovaca.

 

Na manhã do jogo, a seleção nacional ainda terá oportunidade de fazer um último treino antes do encontro oficial. A partida está marcada para as 18h00 portuguesas.

 

As temperaturas em Poprad têm rondado os 3-4 graus positivos, e é possível que possam vir a baixar, prevendo-se mesmo a queda de neve para o dia de sábado.

 

Foi possível ver os diversos "outdoors" com informações relativas ao jogo Eslováquia x Portugal, o que nos faz acreditar que os habitantes de Poprad deverão comparecer em força na Poprad Arena, para apoiar a sua seleção.


As dificuldades da Eslováquia

Pela frente terá o adversário que o selecionador Ricardo Vasconcelos aponta como sento muito provavelmente o mais forte do grupo em que Portugal está inserido. Para além dos problemas defensivos que colocam, as eslovacas tem um ataque equilibrado, o mesmo será dizer que podem fazer mossa através do tiro exterior, bem como explorando a estatura das suas atletas nas áreas mais próximas do cesto. Ainda assim, e sabendo que o tempo de preparação foi curto, Portugal viaja cheio de ambição e com desejo de causar surpresa.

 

O selecionador Ricardo Vasconcelos sabe bem o que esperar do adversário, e não são assim tão poucos os problemas a tentar resolver, embora que seja mais correto dizer tentar condicionar. “A Eslováquia e uma equipa que joga com muitas alternâncias defensivas, constantes ao longo do jogo e dificultam muito a mudança do lado da bola. Em ataque jogam muitos bloqueios na bola com continuação interior e bloqueios flare. Boas lançadores, altas, com uma norte americana (K. Toliver) naturalizada fortíssima em movimentos de lançar após drible e boa passadora.”

 

Embora tenha surgido uma noticia no site da FIBA a dizer que ela não deve jogar, Ricardo Vasconcelos não se mostra muito convencido que isso venha a acontecer. A não ser, uma vez que jogam com Portugal e Islândia, “possam guardar o dinheiro” para chamá-la numa outra fase deste apuramento.

 

Indiferente a tudo isto, Portugal dentro das suas possibilidades e tempo disponível para se preparar, tentou assimilar os princípios básicos e as rotinas que servirão de base para a forma como se irá apresentar dentro de campo.

 

O jogo de preparação efetuado quarta à noite frente à AD Vagos serviu de teste para avaliar e consolidar as questões táticas a utilizar pela equipa em todas as fases do jogo. “O jogo ontem, sendo a 3ª ação do dia (depois de dois treinos) foi-nos muito útil para ver os mecanismos de ataque vs homem e zona e defesa do bloqueio direto. Continuamos em busca de melhorar quer a ação junto à bola quer as decisões dos jogadores que não estão envolvidos diretamente na bola. Mas em geral as jogadoras demonstraram boa capacidade de absorção das ideias gerais.”

 

Como é hábito nos confrontos internacionais, Portugal ainda vai ter a oportunidade de se ambientar ao pavilhão onde disputará o jogo, mas mais importante do que isso dispõe da possibilidade de corrigir e acertar detalhes táticos que melhoram sempre o desempenho coletivo. “Resta-nos dois treinos para tentar olear ainda melhor uma ou duas ideias.”


Qualidade, Trabalho e Ambição

Nas suas intervenções, Manuel Fernandes, com uma referência especial à colaboração do illiabum Clube.destacou os resultados desportivos que o Basquetebol tem alcançado na vertente desportiva salientando que não são fruto do acaso mas sim de uma aposta e trabalho continuado que continuará a dar os seus frutos referindo-se ao projeto “Impulso Feminino”, um dos compromissos da atual direção que recentemente cumpriu um ano de mandato. Já o Presidente da edilidade local referiu ser um orgulho receber em Ilhavo, uma cidade de Basquetebol, a equipa das quinas acompanhando a ambição que une todos em conseguir as almejadas vitórias que conduzam ao apuramento. 

EUROBASKET WOMEN 2017 (Campeonato da Europa)

 

Modelo de Competição –  Fase de Apuramento

 

·  Para apurar as 16 equipas que estarão presentes na Fase Final do Eurobasket Women 2017, a FIBA EUROPE dividiu as 33 equipas participantes em 9 grupos

·  Portugal está inserido no Grupo E, juntamente com as seleções da Islândia, Hungria e Eslováquia

·  Cada equipa disputará 3 jogos em casa e 3 jogos fora, jogando 2 vezes com cada uma das seleções

·  O vencedor de cada grupo fica apurado para a Fase Final do Eurobasket Women 2017

·  Os 6 melhores 2ºs classificados de entre os 9 grupos, também ficam apurados

·  A 16ª equipa é a Republica Checa, pois é o país organizador da Fase Final 

 

Jogos da Seleção Portuguesa

 

A FIBA EUROPE definiu 3 "janelas" para serem realizados os 6 jogos de apuramento

 

1ª "janela"

21 Novembro 2015   Eslováquia x Portugal

25 Novembro 2015   Portugal x Hungria        (Ilhavo)

 

2ª "janela"

20 Fevereiro 2016    Portugal x Islândia        (Ilhavo)

24 Fevereiro 2016    Portugal x Eslováquia   (Ilhavo)

 

3ª "janela"

19 Novembro 2016   Hungria x Portugal    

23 Novembro 2016   Islândia x Portugal

 

 

Plano de Preparação/Atividades da Seleção Portuguesa para Novembro de 2015

 

·  Concentração no Domingo, dia 15 de Novembro, no Hotel de Ilhavo.

·  Treinos bi-diários no Pavilhão do Illiabum nos dias 16, 17 e 18 de Novembro.

·  A Seleção Portuguesa viaja no dia 19 de Novembro para a Eslováquia (1º jogo) e regressa a Portugal e a Ilhavo no dia 22.

·  Volta a realizar treinos no Pavilhão do Illiabum nos dias 23 e 24 de Novembro, disputando o 2º jogo no dia 25, terminando assim a 1ª "janela" de apuramento.

·  A Seleção Nacional voltará depois a concentrar-se no dia 14 de Fevereiro de 2016 para a realização dos 2 jogos referentes à 2ª "janela" de competição


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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