Artigos da Federaçãooo
Eslovénia foi superior
Sem poder contar com a prestação de Sérgio Silva devido a lesão, desde cedo se percebeu que a Eslovénia iria evidenciar dentro de campo o seu favoritismo. Num jogo em que o adversário foi sempre superior, a Eslovénia expôs as grandes dificuldades em defender 1×1 por parte da equipa nacional.
No primeiro período, duas faltas de Daniel Relvão e as 3 faltas de Luís Câmara, bem como a lesão de Diogo Araújo (fraturou a mão), vieram prejudicar a normal rotação de jogadores por parte do selecionador Carlos Seixas. Ainda assim, no final dos primeiros 10 minutos, mesmo a perder, a equipa portuguesa mantinha-se na discussão do jogo (25-17), se bem que começassem a ser visíveis os problemas da recuperação defensiva, bem como a dificuldade em parar as penetrações para o cesto.
No segundo quarto, tal como no resto do jogo, Portugal não só não conseguia parar o 1×1 adversário, como evidenciava sérias dificuldades em converter tiros abertos, muitos deles resultantes de boas leituras e circulação de bola ofensiva. Fruto das baixas percentagens do coletivo luso, a Eslovénia, que dominou a luta das tabelas, foi sempre exímia na forma como explorou o contra-ataque. Portugal chegou ao intervalo a perder por 45-25.
A história da segunda parte foi semelhante à da primeira. Portugal mostrava-se incapaz de parar as acções ofensivas eslovenas e, com muita dificuldade em colocar a bola no cesto, foi deixando a Eslovénia afastar-se no marcador até aos 86-50 finais.
Apesar de uma exibição apagada, os jogadores portugueses podiam e deviam ter feito mais e melhor em termos defensivos. De destacar a prestação do inconformado Daniel Relvão, com 13 pontos e 4 desarmes de lançamento.
Também jogaram por Portugal:
Pedro Oliveira (5pts, 5ass)
João Oliveira (2pts, 2 ass)
Francisco Amiel (2pts, 2 ass)
Luís Câmara (2pts)
Miguel Ferrão (4pts, 5 ress)
Diogo Brito (7pts, 2 ress)
Ricardo Monteiro (3 ress)
João Lucas (9pts, 8 ress)
Diogo Araújo (5 pts, 3ress)
Carlos Salamanca (1pt)
Domingo, às 13h45 locais, 11h45 de Lisboa, Portugal defronta a Seleção da Hungria no jogo de atribuição dos 7º e 8º lugares.
Portugal derrotado no 1º jogo da Toruń Basket Cup
Os comandados de Mário Palma não entraram bem no jogo, bem como não estiveram muito felizes a atirar aos cesto. Independentemente do resultado, este foi mais um excelente jogo de controlo, frente a uma equipa com uma enorme qualidade e potencial.
Os primeiros 10 minutos não foram nada favoráveis à equipa portuguesa, que, contrariamente ao que é seu apanágio, não foi capaz de ser intensa na defesa. O parcial de 27-17 que se registava no final 1º periodo, obrigou a que Portugal tivesse que correr sempre atrás do prejuízo, o que diante de uma equipa como a Polónia nunca é tarefa fácil.
No 2º período o conjunto português conseguiu equilibrar o jogo, derrota por 16-19, embora não tenha sido capaz de encostar no resultado até se atingir o intervalo (46-31).
Um equilíbrio que se manteve no inicio da etapa complementar, muito por culpa das fracas percentagens de lançamento da equipa portuguesa, especialmente de 2 pontos (12-33 – 36.4%), já que de 3 pontos, sem ter sido nada de extraordinária (8-28 – 28.6%), seria um pouco mais aceitável.
Sem dominar a luta das tabelas (31/44), e com uma eficácia tão baixa no capitulo do lançamento, os comandados de Mário Palma, embora tenham conseguido equilibrar o encontro no 2º tempo, não mais voltaram a entrar na discussão do comando do marcador.
Os extremos José Silva (17 pontos e 2 assistências) e João Balseiro (14 pontos e 2 assistências) foram os mais produtivos na equipa de Portugal.
Portugal conquistou a prata
A derrota na final com o Brasil por 46-58, tendo em conta a curta preparação realizada e a progressão da equipa relativamente ao primeiro jogo frente aos brasileiros, não deixa de ser um bom indicador para o selecionador Raul Santos.
Na 1ª parte a equipa portuguesa não conseguiu impor a sua defesa, muito por culpa da presença das torres brasileiras nas áreas próximas do cesto, que ao longo de todo o encontro conquistaram 17 ressaltos ofensivos.
Ao intervalo Portugal perdia por 18-31, sendo notórias as dificuldades em conseguir fazer pontos no ataque. Perdulários da linha de lance-livre (21-10), pouco eficazes no tiro de três pontos (2/13 – 15%), assim como no controlo da posse de bola (26 turnovers), tudo somado fazia com que Portugal sentisse problemas em fechar o jogo.
Na etapa complementar o conjunto nacional esteve bem melhor, acabou mesmo por vencer os segundos 20 minutos (28-27), facto que comprova que os jovens portugueses, mesmo com uma experiência internacional quase nula, já são capazes de competir com uma seleção como o Brasil.
Destaques individuais para Pedro Costa (12 pontos e 3 ressaltos), Airton Fernandes (10 pontos e 6 ressaltos), Tiago Tavares (8 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) e Miguel Pinto (5 pontos, 8 ressaltos e 2 roubos de bola).
Portugal coloca Rússia em sentido
Apesar da derrota por 52-83, Portugal deu boa réplica até à lesão de Beatriz Costa.
Portugal realizava as suas ações ofensivas de forma controlada, e a saber o que, e como explorar, sobre o comando da sua base Margarida André, que nada se intimidou pelo tamanho das suas adversárias.
A Rússia tornava-se pouco esclarecida, centrando-se em ações individuais algumas vezes sem sucesso, a rotação do banco Russo começa na procura de jogadoras que trouxessem outra eficácia. No final do primeiro período, com 18-16 para a Rússia, o jogo estava aberto, e Portugal fazia um trabalho de grande nível, com destaque para Leonor Nunes e Margarida com um triplo para cada uma.
No segundo período a Rússia continuava à espera que algo acontecesse, e nem a paragem do jogo a 4 minutos do fim do 2º período, para a mudança da defesa individual para uma zona 3×2, fez tremer as portuguesas que, com ataques largos, foi explorando a hora exata de lançar ao cesto. O intervalo chega com um lançamento de 2 pontos sobre a buzina da Rússia, para uns 27-24 no final.
Raisa Musina da Rússia, com 8 pontos na 1ª parte estava uma sombra de si mesma, que com 5 turnovers, irritava a treinadora Russa, já que a grande vantagem natural que tinham era a liderança nos ressaltos de 22 da Rússia contra 13 de Portugal.
Na segunda metade Portugal continuava no jogo, e quando um azar batia à porta da equipa, com a saída forçada de Beatriz Jordão a meio do 3º período, com um entorse, não entrando mais no jogo, dificultava ainda mais a tarefa para defender as torres da Rússia. Que aí sim começavam a fazer moça no ressalto ofensivo, garantindo segundos e terceiros lançamentos, exemplo disso, Maria Vadeva difícil de parar com 24 pontos, e 15 ressaltos, 10 dos quais ofensivos.
Portugal não baixava os braços, mas via a Rússia passar para cima e a aumentar a vantagem com 26-15 no 3º período e 30-13 no derradeiro período, faziam esfumar o sonho lusitano, da discussão do resultado do jogo até ao final. A Rússia, saía assim vencedora, sem antes se ter posto em sentido, com uma equipa portuguesa que se bateu olhos nos olhos enquanto teve argumentos.
Este sábado, Portugal defronta a equipa da Turquia ás 12h45, hora portuguesa, Turquia essa que venceu hoje a equipa da Grécia por 65-58.
Deixar tudo em campo
Talvez o primeiro confronto neste escalão em competições oficiais. Muito difícil encontrarmos no histórico deste país uma classificação em Campeonatos da Europa, que seja pior do que a medalha de bronze no escalão Sub-16 Femininos.
Neste Europeu, esta equipa não foge à regra, com um plantel de grande qualidade, com jogadoras muito evoluídas técnica e táticamente. Só podia dar este resultado, atendendo à dimensão da nação, à tradição e o peso que o basquetebol tem naquela comunidade, e o investimento em polos zonais de centros de treino, com todas as condições e mais algumas, de fazer inveja a muitas universidades americanas.
Podemos afirmar ser uma equipa de outra galáxia, que já há muito não se via nada parecido, jogadoras como Raisa Musina, uma poste de 1.90, mas intensa no seu jogo como se de uma base se tratasse, que no jogo inaugural frente á Turquia apenas jogou 20 minutos e marcou 22 pontos, ganhando 5 ressaltos. Um nome que iremos ouvir falar muitas vezes num futuro próximo, assim como as comandantes bases Viktoria Zavialova, de 1,66 mt, e Sevara Nuritdinova de 1,63 mt, com 11 assistências no total da duas frente à Turquia, mas qual delas a melhor?
Já para não falar de outras, pois deve ser tarefa muito difícil para a treinadora Anna Arkhipova, escolher as 12 para a seleção final.
Portugal vai ser fiel aos seus princípios, deixar tudo em campo, sabendo que do outro lado está uma grande potência do basquetebol mundial, e confrontos como este as nossas equipas precisam de muitos, porque é com eles que nos tornaremos mais fortes e mais experientes, e as nossas jogadoras possam ser mais capazes no futuro, nas seleções e nos clubes onde jogam.
Portugal na final dos jogos da CPLP
Tomé e Príncipe (62-23). Um triunfo esclarecedor, em que a defesa do conjunto nacional voltou a ser a base do sucesso. Portugal volta a reencontrar o Brasil, no jogo da final, que terá lugar esta sexta-feira, às 17 horas, no anexo 2 do Pavilhão da Cidadela.
Os comandados de Raul Santos cedo deixaram bem claro que queriam a vitória, já que no final do 1º período já venciam por treze pontos de diferença (20-7). Até ao intervalo a equipa nacional não abrandou a sua intensidade defensiva, apenas 5 pontos sofridos, tendo recolhido aos balneários na frente do marcador por 38-12.
Na etapa complementar, Portugal não esteve tão esclarecido em termos ofensivos, mas ainda assim conseguiu sempre aumentar a diferença pontual que separava as duas equipas.
Mesmo sem ter estado muito eficiente da linha de lance-livre (3/10), e ter cometido 16 turnovers, as 32 recuperações de bola começam a ser uma imagem de marcar da jovem equipa portuguesa.
Os atletas Tomás Domingos, Fernando Maia e Miguel Pinto, por lesão não deram o contributo à equipa, o mesmo sucedeu com Airton Fernandes, que, por precaução, apenas participou em três minutos neste encontro.
O jovem Gonçalo Madureira (14 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola) voltou a estar a bom nível, , bem como Rodrigo Lima (12 pontos e 3 roubos de bola), Pedro Costa (11 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola) e Tiago Tavares (9 pontos, 6 ressaltos e 5 roubos de bolo).
Estreia de Portugal marcada pela ansiedade
A experiência, nesta fase, das equipas da Divisão A, revela quem traz consigo muita bagagem de confrontos internacionais.
Com um número demasiado elevado de turnovers no 1º período (10), penalizava em demasia a equipa de Portugal, mesmo quando Ana Neves parou o jogo para tranquilizar as suas jogadoras. A Grécia tirava partido e foge no resultado para um claro parcial de 6-28.
A Grécia na entrada do 2º período achou que seria mais do mesmo, mas enganou-se e bem. Com Portugal já a defender zona, a Grécia revelava muitas dificuldades em se adaptar, e acabou por estar 7 minutos sem marcar qualquer ponto. Aos poucos, Portugal era mais esclarecido nas suas ações ofensivas, os turnovers diminuíam, sendo que o 2º parcial nos foi favorável (13-7).
Continuar na luta na segunda metade, e voltar ao jogo, era a tarefa de Portugal, que assim o fez, equilibrou o terceiro parcial (15-15).
No derradeiro período, a Grécia continuava a mostrar dificuldades, e à entrada do minuto 4 do final, Portugal baixa mesmo a diferença dos 10 pontos, com a dupla Catarina Miranda e Beatriz Jordão, a fazer bons aproveitamentos do bloqueio direto em ataque com bons apontamentos. A Grécia parava o jogo, e conseguia gerir a vantagem até ao final.
Portugal perdeu percebendo que não se pode dar um período de avanço numa competição deste nível. A Grécia, na Divisão A há 10 anos consecutivos, foi uma boa equipa, bem comandada pela capitã Koullatou, com 19 pontos, 7 ressaltos e 5 assistências.
Na equipa portuguesa Beatriz Jordão, 11 pontos e 12 ressaltos e Catarina Miranda, com 10 pontos e 3 ressaltos foram as mais inconformadas.
Portugal afastado das mais-finais
Foi mais feliz a seleção sueca. Se do ponto de vista defensivo, memso cometendo alguns erros, a equipa esteve bastante bem, no ataque o dia não foi de grande inspiração. Fica a sensação que o resultado poderia perfeitamente ter sido outro, sinal que cada vez estamos mais perto das equipas do topo do escalão.
Portugal entrou no jogo mais concentrado que o seu adversário. Decorridos 5 minutos do primeiro quarto, Portugal vencia por 8-3. No entanto, a equipa sueca foi gradualmente diminuindo essa diferença, tendo chegado ao fim do primeiro quarto a perder por 13-10.
Com a chegada do segundo quarto, manteve-se o nervosismo de parte a parte. Muitos lançamentos falhados, muitas perdas de bola, sem haver um claro ascendente de nenhuma das partes.
Após o intervalo, Portugal entrou mais forte no terceiro quarto, deixando no ar a ideia de que de facto disparar no marcador. Com 5 minutos decorridos deste quarto vencia por 8 pontos. A equipa sueca deu boa réplica ao ascendente Luso e, com um parcial de 13-0 ( 40-35 ) chegou ao final do 3º período a vencer por 5 pontos, não tendo mais perdido a liderança no marcador.
No quarto período, apesar de Portugal ter levado o conjunto escandinavo a cometer alguns erros, foi incapaz de os capitalizar no ataque tendo ficado o resultado final no 53-45
Apesar da derrota, de destacar o duplo-duplo de Daniel Relvão (10 pontos, 11 ressaltos e 3 desarmes de lançamento).
Também jogaram por Portugal:
Pedro Oliveira (2 ass)
João Oliveira (2pts)
Sérgio Silva
Francisco Amiel (3pts, 5 ress, 4ass)
Luís Câmara
Miguel Ferrão
Diogo Brito (9pts, 3 ress)
Ricardo Monteiro (6pts, 6 ress)
João Lucas (6pts, 3 ress)
Diogo Araújo (8pts, 3rb)
Carlos Salamanca (1pt, 2 ress)
Sexta há nova folga na competição, voltando Portugal a jogar contra a Eslovénia, no Sábado, para apurar do 5º ao 8º lugar.
A um passo das “meias”
Após esta vitória, a quinta consecutiva, a equipa das quinas depende apenas de si própria para chegar às meias-finais do Campeonato da Europa, Divisão B, que decorre em Sófia, na Bulgária.
No primeiro quarto, os comandados de Carlos Seixas, com a lição bem estudada, conseguiram anular as vantagens ofensivas do adversário, obrigando quase sempre a formação húngara a ter de lançar sob pressão, ou mesmo conseguindo roubos de bola. Com uma excelente percentagem de lançamentos de campo, foi com naturalidade que Portugal chegou ao fim dos primeiros dez minutos a vencer por 25-6. De frisar que neste quarto o conjunto nacional não cometeu uma única falta.
Com a entrada do segundo quarto, o coletivo húngaro demonstrou que não ia baixar os braços. Com o tiro exterior a começar a cair, e com o nervosismo luso no ataque, a equipa magiar foi-se aproximando no marcador, tendo chegado ao intervalo a perder por 31-43.
O terceiro quarto voltou a pertencer à equipa portuguesa. Novamente a conseguir seguir o plano traçado pelo selecionador Carlos Seixas, Portugal levou a equipa húngara a cometer muitos erros e, segurando a tabela defensiva, houve novo distanciamento no marcador.
Com a chegada do derradeiro quarto, e quando tudo parecia decidido para a Seleção portuguesa, um parcial de 10-0 por parte da Hungria colocou o resultando em 51-45 (favorável aos magiares), a 3,14 do final do jogo. No entanto, o conjunto português conseguiu contrariar o ascendente húngaro, tendo terminado na frente do marcador por 59-52.
De destacar as exibições de Diogo Brito (12 pontos e 5 ressaltos) e João Lucas (12 pontos e 9 ressaltos), este último muito próximo do segundo duplo-duplo consecutivo
Também jogaram por Portugal:
João Oliveira
Sérgio Silva (8pts)
Francisco Amiel (3ps, 5 ress, 4 ass,)
Luís Câmara (2pts)
Miguel Ferrão (6pts)
Diogo Araújo (5pts, 7ress)
Daniel Relvão (7pts, 8 ress, 4 dl)
Carlos Salamanca (4pts, 3ress)
Esta quinta-feira, às 20h30 locais, 18h30 em Portugal, a equipa nacional enfrenta a seleção da Suécia, num jogo que decidirá qual das duas equipas passará às meias-finais.
De frisar que no outro grupo, as seleções de Israel e Eslovénia já se encontram afastadas das "meias", tendo-se qualificado as equipas da Finlândia e Alemanha.
Portugal na final dos Jogos da CPLP
Esta quarta-feira derrotou a equipa da casa, por 49-33.
Apesar de apresentar uma média de altura inferior aos adversários, a jovem Seleção Nacional não se atemorizou, chegando ao final do primeiro período na liderança do marcador (11-7). No segundo quarto voltou a não permitir que os angolanos chegassem à dezena de pontos marcados (14-8), à semelhança do que sucedeu, de resto, na segunda parte (10-9 e 14-9).
Apesar da vitória, a equipa mostrou que ainda pode melhorar alguns capítulos do jogo, nomeadamente a eficácia da linha de lance livre (21 falhados) e as perdas de bola (30). No entanto, recuperou 26 bolas e ganhou 29 ressaltos, contra os 26 conquistados por Angola.
Ao nível individual, destaque para os desempenhos de Gonçalo Madureira (13 pontos, 3 ressaltos e 5 roubos de bola), Aírton Fernandes (15 pontos, 1 ressalto, 2 assistências e 4 roubos de bola) e Miguel Pinto (2 pontos, 9 ressaltos e 2 roubos de bola). Tomás Domingos, Maia e Diogo Carvalho ainda estão lesionados, por isso não jogaram
Esta quinta-feira Portugal defronta São Tomé e Príncipe, às 15 horas.
Maria Kostourkova, Simone Costa e Carolina Bernardeco em destaque
Mais ainda: estivemos a um passo de entrar nos 8 primeiros, o que passaria a ser a melhor classificação de sempre, em termos de selecções nacionais, quer masculinas quer femininas.
No Grupo F da 2ª fase, o 3º (Croácia) e 4º classificado (Holanda) passaram aos quartos-de-final, tendo sido afastados República Checa (5º) e Portugal (6º), por cesto-average. Curiosamente no jogo realizado com a Croácia a vitória foi lusa por 15 pontos (59-44)….. e no final a Croácia foi 8ª classificada. Mas são estas as regras e não há nada a fazer.
Portugal terminou com 5 vitórias e 4 derrotas (contra 6V-3D no ano passado), mas alcançou precisamente a mesma posição (9º lugar). E atrás de nós ainda ficaram: Eslovénia, República Checa, Polónia, Lituânia, Grécia, Turquia e Suécia, tendo descido estes 3 últimos, por troca com Hungria, Estónia e Israel que garantiram a subida à Divisão A, para o próximo ano.
Da análise individual da selecção portuguesa, não restam dúvidas de que a jogadora em maior destaque, voltou a ser, tal como em 2013, a poste Maria Kostourkova. Contando já no seu currículo com 6 presenças em Campeonatos da Europa (2 Sub-16, 3 Sub-18 e 1 de Sub-20), a jovem Maria (17 anos feitos em Abril) melhorou os seus indicadores em relação ao que fizera em 2013 (na Croácia). Vejamos os números e o seu posicionamento nos diversos rankings:
. Melhor marcadora portuguesa (média de 13,9 pontos/jogo) e 8ª no ranking
. Melhor ressaltadora da equipa (média de 10,6 ressaltos/jogo) e 2ª no ranking, atrás da russa Tatiana Sema (11,3 ress/jogo)
. Ressaltos ofensivos (3,6 ressaltos/jogo) – 1ª da equipa e 2ª do ranking
. Ressaltos defensivos (7,0 ressaltos /jogo) – 1ª da equipa e 3ª do ranking
. % Lançamentos de campo (52,9%) – 1ª da equipa e 3ª do ranking
. % Lançamentos de 2 pontos (52,9%) – 1ª da equipa e 5ª do ranking
. Faltas provocadas (4,3 fp/jogo) – 1ª da equipa e 6ª do ranking
Foi ainda a jogadora que fez mais duplos-duplos (5 em 9 jogos), à frente da lituana Daugile Sarauskaite (4 em 9 encontros). Foi a portuguesa que mais tempo de utilização teve (31,9 minutos/jogo), sendo a 10ª mais utilizada de todas as jogadoras participantes.
Merecem igualmente referência as suas companheiras de equipa:
. Simone Costa: melhor portuguesa nos roubos (2,4 rb/jogo) e 12ª no ranking; melhor portuguesa na % de Lances Livres (75,9%) e 6ª no ranking; 2ª melhor marcadora da equipa (11,9 pontos/jogo) e 17ª no ranking; 2ª da equipa nas faltas provocadas (3,6 fp/jogo) e 17ª no ranking; 2ª portuguesa nas assistências (2,9 ass/jogo) e 7ª no ranking; 2ª da equipa nos Lançamentos de Campo (41,5%) e 17ª no ranking; 2ª da equipa na % Lançamentos de 2 pontos (47,8%) e 17ª no ranking; 2ª da equipa na % Lançamentos de 3 pontos (25,9%); 2ª portuguesa mais utilizada (31,0 minutos/jogo) e 14ª no ranking.
. Carolina Bernardeco: melhor portuguesa nas assistências (3,7 ass/jogo) e 2ª no ranking, atrás da russa Kseniia Levchenko (5,6 ass/jogo); melhor portuguesa na % Lançamentos de 3 pontos (32,4%) e 22ª no ranking; 2ª da equipa nos roubos (2,1 rb/jogo) e 16ª no ranking; 3ª melhor marcadora da equipa (8,2 pts/jogo) e 3ª portuguesa mais utilizada (29,3 minutos/jogo) e 20ª no ranking.
Em termos colectivos merecem destaque os lugares de honra conseguidos pela equipa de Mariyana Kostourkova, nomeadamente:
. 3º nas Assistências (11,7 ass/jogo), atrás da Rússia (15,9 ass/jogo) e da Espanha (12,6 ass/jogo).
. 3º na % Lançamentos de Campo (39,6%), atrás da Espanha (40,4%) e à frente da Rússia (39,4%).
. 3º na % Lançamentos de 2 pontos (43,6%), entre a Sérvia (44,0%) e a Itália (43,4%).
Nos restantes indicadores o posicionamento foi o seguinte:
. Pontos marcados – 55,6 pts/jogo (11º)
. Pontos sofridos – 55,6 pts/jogo (5º)
. % Lançamentos de 3 pontos – 26,5% (11º), atrás da Espanha (26,6%)
. % Lançamentos Livres – 65,1% (13º)
. Total de Ressaltos – 37,0 ress/jogo (12º), à frente da Sérvia (36,8 ress/jogo), Turquia, Grécia e Itália (31,0 ress/jogo)
. Ressaltos ofensivos – 11,2 ress/jogo (9º), à frente da Turquia, Croácia, Rússia, Sérvia, Holanda, Itália e Grécia
. Ressaltos defensivos – 25,8 ress/jogo (12º), à frente da Rep. Checa, Turquia, Grécia e Itália
. Roubos – 9,3 rb/jogo (8º)
. Turnovers – 18,6 T.O./jogo (11º), melhor que a Espanha (18,7 T.O./jogo)
. Faltas provocadas – 16,4 fp/ jogo (9º)
. Desarmes de lançamento – 2,4 dl/jogo (8º)
Para a história ficam os nomes das 12 jogadoras que mais uma vez honraram a camisola das quinas, do nº 4 ao nº 15: Maianca Umabano (GDESSA), Emília Ferreira (GDESSA), Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres), Susana Lopes (SC Coimbrões), Francisca Meinedo (CPN), Simone Costa (S. Algés D.), Maria Kostourkova (CRCQ Lombos), Carolina Gonçalves (S. Algés D.), Sofia Almeida (CPN), Mª Inês Santos (CRCQ Lombos), Chelsea Guimarães (S. Algés D.) e Beatriz Jordão (NDA Pombal).
Na hora da retirada (esta foi a nossa última competição em que estivemos como dirigente da FPB) não podemos deixar de agradecer toda a colaboração, amizade, solidariedade e camaradagem, sem esquecer obviamente o profissionalismo exemplar revelado por todo o staff: a seleccionadora Mariyana Kostourkova, a treinadora adjunta Ana Margarida Faria, o secretário Nuno Manaia e a fisioterapeuta Ana Simões. Incluo neste agradecimento o Coordenador das selecções femininas, Ricardo Vasconcelos, que esteve sempre com a equipa, nos treinos e nos jogos (á excepção do último, frente à Eslovénia, pois teve que viajar para a Turquia a fim de frequentar o FECC em Konya) dando o seu contributo quando solicitado pela dupla técnica, sempre com o objectivo de ajudar a encontrar as melhores soluções para ultrapassar os problemas colocados pelas selecções adversárias. Um beijinho de amizade para a guia da nossa selecção, Alexandra Meinedo (irmã da Francisca Meinedo), que foi inexcedível de entrega, integrando-se perfeitamente no grupo e desempenhando a sua função com seriedade e dedicação.
Até sempre. Bem hajam.
“Seremos com certeza uma equipa guerreira e lutadora”
A comitiva lusa, chefiada pelo vice-presidente Manuel Barbosa, viajou para aquela cidade húngara na noite da passada 2ª feira, tendo chegado a Debrecen ao início da manhã, depois de ter feito a ligação de autocarro, desde o aeroporto de Budapeste.
O calendário da 1ª fase já é naturalmente conhecido. Portugal faz parte do Grupo A, onde terá como adversários, a partir de amanhã (dia 31) a Grécia (16H00), a Rússia (dia 1-18H15) e a Turquia (dia2-13H45). O 1º dia de descanso será no dia 3 (domingo) e a 2ª fase terá início na 2ª feira (dia 4). A diferença horária na Hungria é de mais uma hora que em Portugal.
P (JT) – Já em Debrecen (Hungria) auscultámos a seleccionadora nacional de Sub-16 Femininos sobre as perspectivas que estão em aberto no tocante à prestação das suas jovens jogadoras, sabendo que para a maioria delas (9 das 12 que integram o grupo final) é a sua estreia nos palcos europeus. Apenas Beatriz Jordão (poste) que reforçou a selecção de Sub-18 (o respectivo Europeu terminou no domingo passado em Matosinhos), a capitã Catarina Miranda e Constança Neto fizeram parte da selecção que em 2013 foi vice-campeã da Europa (Divisão B), garantindo a subida à Divisão A. Sabendo de antemão que na fase preliminar o sorteio ditou-nos o Grupo A (na companhia da Grécia, Rússia e Turquia), que defrontaremos por esta ordem a partir de 5ª feira (dia 31), como é que antevês a participação este ano?
R (ACN) – «Este ano vamos disputar, pela primeira vez, a Divisão A. O que por si só é, de certeza, um enorme e duríssimo desafio. Aliada à inexperiência da maioria das atletas nestas andanças dos Europeus, há a acrescentar nesta Divisão um jogo mais evoluído, intenso e físico. Teremos de jogar em constante superação e muito focadas nas nossas tarefas para podermos ser competitivas. Os três adversários na primeira fase são competidores assíduos nesta Divisão, são três potências do basquetebol. Portanto jogar com qualquer delas vai ser tremendo!».
P (JT) – O fecho do Centro de Treino de Calvão, decisão que a FPB teve que tomar no início do ano lectivo de 2011/12, face à crise financeira que na altura já afectava a actividade do basquetebol português, na tua opinião foi uma machadada irreversível para a evolução das selecções de formação ou pensas que haverá outros modelos que possam também proporcionar bons resultados a nível europeu, como os que temos alcançado nos últimos 4 anos, com 4 subidas à Divisão A?
R (ACN) – «Parece-me inegável o decisivo contributo do Centro de Treino de Calvão para a obtenção dos resultados destes últimos anos! Portanto este é um caminho que já provou dar frutos. Provavelmente outros haverá em que os resultados também possam ser bons (estágios mais regulares, participação assídua em torneios internacionais, criação da selecção de Sub-15, etc…), no entanto para a nossa realidade, julgo que juntar um grupo alargado de jogadoras com potencial e em idades mais precoces, é a forma mais directa e objectiva de cedo influenciar o seu processo de formação e os seus hábitos de trabalho. Quero acreditar que não foi o fim do Centro de Treino mas apenas uma suspensão temporária, de forma a recuperar alguma saúde financeira.».
P (JT) – O grande óbice desta selecção é, para além da inexperiência de 75% (9 em 12) das jogadoras que a compõem, a baixa estatura média em que apenas três delas (Beatriz Jordão, Susana Carvalheira e Mariana Silva) ultrapassam o 1,80m. Estes dois factores condicionam a estratégia que a equipa técnica pensa implementar, ou acreditas que a imagem de marca (espírito guerreiro) que sempre tens conseguido transmitir às tuas jogadoras, desde que foste convidada para o cargo que desempenhas, irá fazer com que consigas manter Portugal na elite europeia?
R (ACN) – «Efectivamente em termos biométricos somos uma selecção bem abaixo da média do que já pudemos observar aqui em Debrecen. Portanto temos de ter outras armas e outras soluções para combater esse défice. Toda a nossa preparação procurou antecipar e encontrar soluções para as dificuldades que vamos encontrar. Foi um mês de trabalho muito duro, intenso e desgastante em que se nota evolução e progresso no nosso jogo. Como treinadores não estamos nunca satisfeitos e gostávamos que todo este processo fosse de aquisições mais rápidas e consistentes, para podermos avançar nos conteúdos. Mas seremos, com certeza, uma equipa guerreira e lutadora, com a alma e carácter que nos tem caracterizado.».
P (JT) – Durante a preparação final que se iniciou em meados de Junho a equipa participou no II Torneio Internacional Cidade da Covilhã/UBI, tendo-se classificado na 3ª posição, atrás das selecções de Sub-18 (Eslovénia e Portugal), naturalmente mais fortes, mas à frente da Dinamarca (Sub-16), que também subiu à Divisão A, em 2013. Na semana anterior a tua selecção também esteve num torneio em Vagos que teve a presença da equipa sénior da AD Vagos e sabemos que também se portou bem, ganhando o torneio. Achas que foi a preparação suficiente ou entendes que ficou aquém do que a equipa técnica pretendia, com o objectivo de se adquirir ritmo competitivo?
R (ACN) – «Os períodos de estágio foram em óptimas condições de treino. É claro que gostávamos muito de ter tido mais oportunidades de confronto internacional e com níveis de dificuldade e de oposição mais parecidos com o que vamos encontrar aqui, pois sentimos que assim cresceríamos mais e mais rápido. Tivemos a preparação possível e não gostamos muito de nos lamentar do que seria desejável mas não podemos ter. Temos consciência plena da tarefa árdua e difícil que temos pela frente, mas também temos ilusões…».
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.