Artigos da Federaçãooo
Otimismo, confiança e ambição
Do ponto de vista competitivo, o grande objetivo para esta prova já foi alcançado, no entanto o grupo recusa-se a ficar por aqui, prometendo que tudo fará em todos os jogos para alcançar as tão desejadas vitórias.
Numa competição com 22 equipas, onde já não existem equipas fortes e equipas fracas, todas as equipas jogam para ganhar, e a verdade é que o coletivo luso já garantiu pelo menos o 8º lugar.
Luís Câmara
FPB – O que significa para ti, que tens um percurso nas Seleções Nacionais, estar a disputar os quartos-de-final de uma competição internacional?
LC – Todos nós, aqui reunidos em Sófia, reconhecemos a importância que esta passagem aos oito primeiros representa. Um bom desempenho nesta segunda fase do campeonato irá aproximar-nos ainda mais de uma possível subida de divisão. Subida essa que reconhecemos como algo extremamente motivador para o basquetebol português, e que é o nosso derradeiro objetivo como equipa.
Como membro desta Seleção, prometo deixar tudo o que tenho em campo e tentar trazer o maior sucesso possível a Portugal; algo que todos nós prometemos fazer.
Ricardo Monteiro
FPB – Após ter representado a nossa Seleção Sub-20 este ano na Bósnia, e de ter contribuído para a conquista do 6º lugar, quais as principais diferenças entre estes dois escalões em termos competitivos?
RM: No campeonato de sub-20 o ritmo de jogo é mais lento e mais calmo! O Europeu de sub-20 era constituído por 14 equipas, pelo que era menos intenso do que nos sub-18, que são 22, e em que ainda só tivemos tivemos um dia de folga!
Aqui nenhum jogo é fácil, as equipas supostamente mais fracas têm colocado muitas dificuldades às que à partida são mais fortes.
Francisco Amiel
FPB – Como capitão de equipa, o que podemos esperar deste grupo daqui para a frente?
FA – Já mostrámos que conseguimos reverter resultados em situações mais adversas, nomeadamente com a Bulgária, equipa da casa, assim como ser competitivos com qualquer seleção. Daqui para a frente, pode-se esperar uma seleção fiel a si própria, nunca virando a cara à luta, tentando ser o máximo competitiva em todos os jogos, de maneira a que a passagem à próxima fase dependa unicamente de nós. A equipa tem tido uma elevada rotação, o que permite que possamos apresentar-nos bem fisicamente neste momento do campeonato, e continuar a competir com a intensidade apresentada até agora.
Esta quarta-feira, às 20h30 locais, 18h30 em Lisboa, a equipa portuguesa joga contra a Hungria, vencedora do Grupo B que, fruto da derrota contra a Suécia, transita, tal como Portugal, para esta 2ª fase já com uma derrota. Otimismo, confiança e ambição
Vitória robusta
Depois de um primeiro quarto equilibrado, os comandados de Raul Santos dispararam no marcador tendo chegado ao intervalo a vencer por quinze pontos de diferença. N etapa complementar a excelente atitude defensiva dos jovens portugueses permitiu-lhes aumentar, com alguma naturalidade, a diferença pontual que separava as duas equipas.
Se durante os primeiros 10 minutos Moçambique ainda conseguiu manter-se na discussão do resultado, a boa prestação defensiva de Portugal no 2º quarto, 5 pontos sofridos, fez com que Portugal fugisse no marcador (33-18).
No segundo tempo, os jogadores portugueses não abrandaram a sua intensidade defensiva, apenas 15 pontos sofridos, já no ataque os pontos começaram a surgir com maior frequência, o que explica o desnível do resultado no final dos 40 minutos.
Na equipa portuguesa destacaram-se Gonçalo Madureira, autor de 16 pontos, 6 assistências e 9 roubos de bola, Aírton Fernandes (12 pontos e 4 ressaltos), Miguel Pinto (11 pontos, 9 ressaltos e 5 roubos de bola), Pedro Teixeira (11 pontos, 8 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 assistências) e Tiago Tavares (10 pontos e 2 ressaltos).
No final do jogo, o selecionador Raul Santos destacava a “qualidade da defesa individual” de Portugal, expressa nos 43 roubos de bola conseguidos durante o encontro, a aceitável “percentagem do tiro de 3 pontos” (5/18), as 15 assistências, bem como o facto de terem “permitido apenas 5 ressaltos ofensivos”.
Mas nem tudo foi positivo apesar do triunfo expressivo. O técnico mostrou-se desagradado com o “elevado número de turnovers” cometidos pelo conjunto nacional (34).
Esta quarta-feira Portugal defronta, às 17 horas, a equipa da casa, a Angola, e em caso de vitória da equipa portuguesa volta a reencontrar a Seleção do Brasil na grande final desta competição.
4ª vitória consecutiva
A vitória começou a desenhar-se cedo, tendo o colectivo luso terminado o primeiro quarto a vencer por 21-10. No segundo quarto assisitu-se a uma ténue reação da equipa escocesa, embora a liderança nunca tenha sido colocada em causa. Mesmo sem fazer um grande jogo, Portugal foi resolvendo sempre os problemas colocados pela aguerrida equipa escocesa, que com alternâncias defensivas tentou sempre reentrar na discussão do jogo. No último período a eficácia do tiro exterior surgiu, colocando um ponto final nas aspirações adversárias em tentar dar a volta ao resultado.
De destacar as exibições de Miguel Ferrão (14pts e 5 ressaltos), João Lucas (12 pts e 16 ress) e Carlos Salamanca (14pts e 5 ress).
Também jogaram por Portugal:
Pedro Oliveira (3pts 3 ass)
João Oliveira (9 pts, 7 ass)
Sérgio Silva (6pts, 5 ress)
Luís Câmara (9pts, 3 ass)
Diogo Brito (2pts, 2 ress)
Ricardo Monteiro (6 pts, 3 ress)
Daniel Relvão (6pts, 7 ress, 3 dl)
Portugal termina a fase de grupos com 4 vitórias e uma derrota. Amanhã é dia de folga recomeçando a competição na quarta-feira. Quarta-Feira inicia-se a disputa por um lugar nas meias finais contra a Hungria e Suécia.
Portugal invicto na Áustria
Embora já tivesse garantido na véspera a conquista do torneio, os comandados de Mário Palma em nada facilitaram, conseguindo mais um moralizador triunfo nesta fase de preparação para o apuramento para o Eurobasket 2015.
Tal como tinha sucedido no jogo frente aos austríacos, o 1º quarto foi bastante equilibrado, se bem que até se atingir o intervalo a história tenha sido bem diferente. Portugal esteve fantástico na segunda metade da 1ª parte, e o parcial de 25-8 demonstra bem a superioridade, bem como a exemplar defesa da equipa nacional neste período. O intervalo chegou com os comandados de Mário Palma a disporem de uma vantagem de vinte e dois pontos (56-34).
Depois de uma 1ª parte de grande eficácia ofensiva, em que o tiro de longa distância esteve muito bem, na etapa complementar Portugal não conseguiu prolongar a fantástica exibição que vinha a fazer. Apesar da natural reação dos búlgaros, o conjunto português controlou sempre a marcha do marcador, nunca permitindo que a vitória no encontro fosse colocada em causa.
Para este jogo, o técnico Mário Palma voltou a não contar com Cláudio Fonseca, mas teve José Silva com a mão quente (6/9 de 3 pontos), ele que foi autor de 20 pontos. Arnett Hallman (8 pontos, 8 ressaltos, 3 assistências e 1 roubos de bola) voltou a mostrar que pode ser útil em muitas áreas do jogo.
A equipa nacional volta a entrar em competição já esta próxima sexta-feira, na Polónia, em mais um torneio de grande qualidade, já que conta, para além da equipa da casa, com as seleções do Irão e da Suécia. Depois será o regresso a Portugal, sendo que a equipa se volta a juntar, em Sines, três dias antes do inicio da qualificação do Eurobasket 2015.
Portugal justificou a vitória ante a Eslovénia na 2ª metade (22-31)
E terminou da melhor maneira para as cores lusas, pois Portugal repetiu o 9º lugar do ano passado, ao vencer com justiça e alguma tranquilidade a congénere da Eslovénia. Está pois de parabéns o basquetebol português e particularmente o feminino, num ano em que das suas três selecções da formação, uma subiu à Divisão A (Sub-20) e outra manteve-se na elite europeia (Sub-18) pelo 2º ano consecutivo, o que antes nunca acontecera. Resta esperar pela participação das Sub-16, cujo Europeu, Divisão A, se inicia na próxima 5ª feira (dia 31), em Debrecen (Hungria), cidade de má memória para o basquetebol luso, pois foi ali que, em 2012, a selecção de Sub-20 foi afectada por uma intoxicação alimentar que fez correr rios de tinta (metade das jogadoras foram hospitalizadas), com consequências desportivas inevitáveis (descida à Divisão B), precisamente no ano em que tínhamos ascendido à elite europeia.
A 1ª parte do jogo (29-30) mostrou um seleccionado luso apático, com um desempenho defensivo aquém das suas capacidades. A Eslovénia comandou desde o minuto 7 (10-8) na sequência de 2 triplos consecutivos (Potocnik e Jacobcic), tendo chegado ao final do 1º quarto (14-11) na frente, depois de um parcial de 10-0 (14-8 no minuto 10), com um triplo de Carolina Gonçalves a reduzir para a desvantagem perto da buzina . Simone Costa dava o exemplo de como se devia estar no campo, mas não conseguia contagiar a maioria das suas companheiras.
No 2º período (15-19) Portugal reentrou mal na partida tendo encaixado um parcial de 6-2 em 2 minutos (20-13 à entrada do minuto 13). O 1º triplo de Carolina Bernardeco (22-18 no minuto 14) marcava o início da reacção das nossas representantes. No minuto 15 um cesto de Maria Kostourkova (23-20), assistida por Mª Inês Santos, obrigou o treinador da Eslovénia a parar o cronómetro, de imediato. Maria Kostourkova aparecia na melhor altura com mais 2 cestos consecutivos, fazendo 25-22 e 25-24, este de contra-ataque, ambos a corresponder da melhor maneira a passes decisivos da base Carolina Bernardeco. Foi só no minuto 18 que o 2º triplo de Bernardeco devolveu a liderança (27-28) a Portugal, confirmada pela base lusa, a escassos 2,2 segundos da buzina para o descanso (29-30).
No 3º quarto (10-16) a melhoria defensiva das comandadas de Kostourkova alterou o rumo dos acontecimentos. Ao cabo de 30 minutos jogados Portugal já vencia por 7 pontos (39-46).
No último período (12-15) uma bomba de Susana Lopes à entrada do minuto 32 (39-49) deu a tranquilidade necessária à equipa das quinas para gerir a vantagem até final, que inclusive chegou a 15 pontos (46-61), com novo triplo da capitã Susana Lopes, no minuto 17. Na ponta final as eslovenas encurtaram o prejuízo, com o 2º triplo de Micunovic a selar o resultado em cima da buzina.
Resultado: Eslovénia 51-61 Portugal
Destaque na selecção de Portugal para a prestação de Maria Kostourkova, MVP da partida (29,0 de valorização) ao fazer um duplo -duplo pela 5ª vez em 9 jogos (16 pontos, 8/9 nos duplos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência, 2 roubos e uma falta provocada). Revelou grande eficácia (89%) na área pintada, aproveitando da melhor maneira 6 passes decisivos das suas companheiras, concretamente Bernardeco (3), Simone (2) e Mª Inês (1). Foi bem acompanhada por Carolina Bernardeco (14 pontos, 50% nos lançamentos de campo repartidos por 2/2 nos duplos e 3/8 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres), Simone Costa (11 pontos, 2 ressaltos defensivos, 5 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Beatriz Jordão (6 pontos, 3/3 nos duplos, 5 ressaltos defensivos, uma assistência e uma falta provocada) e Susana Lopes (6 pontos, 2/5 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência e 2 roubos).
Nas eslovenas a mais valiosa foi a base Alma Potocnick (11 pontos, 1/1 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 1 roubo e uma falta provocada), seguida de perto por Maja Jacobcic (9 pontos, 3/5 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências e 2 roubos) e Ela Micunovic (8 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo e 2 roubos).
Em termos globais, o triunfo das comandadas de Kostourkova assentou basicamente na maior eficácia nos lançamentos de campo (39%-49%), tanto nos duplos (43%-62%) como nos triplos (27%-32%), no ganhar das tabelas (29-34 ressaltos), particularmente da tabela defensiva (19-28 ressaltos), no maior colectivismo (7-17 assistências) e por ter feito mais desarmes de lançamento (0-2) e ainda por ter provocado mais faltas (9-8), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (30%-67%), ao desperdiçar apenas 2 de 6 tentados contra 7 em 10 tentativas por parte do adversário.
Ao invés a Eslovénia ganhou a tabela ofensiva (10-6 ressaltos), cometeu menos erros (11-16 turnovers) e conseguiu mais roubos de bola (9-7).
Ficha de jogo
Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
Eslovénia (51) – Alma Potocnik (11), Annamaria Prezelj (2), Maja Jacobcic (9), Marusa Senicar (4) e Zala Lesek (4); Ela Micunovic (8), Larisa Ocwirk (5), Alma Gwashavanhu, Sara Vujacic (8), Teja Dimec e Ela Stergar
Portugal (61) – Carolina Bernardeco (14), Simone Costa (11), Sofia Almeida, Beatriz Jordão (6) e Maria Kostourkova (16); Susana Lopes (6), Emília Ferreira, Chelsea Guimarães (4), Carolina Gonçalves (3), Mª Inês Santos, Francisca Meinedo e Maianca Umabano (1)
Por períodos: 14-11, 15-19, 10-16, 12-15
Árbitros: Marek Maliszewski (Polónia), Sergiy Chaykovskyy (Ucrânia) e Joske Kuut (Holanda)
Resultados:
Final: França 53-57 Rússia
3º/4º lugares: Sérvia 69-74 Espanha
5º/6º lugares: Holanda 55-63 Bélgica
7º/8º lugares: Itália 53-51 Croácia
9º/10º lugares: Eslovénia 51-61 Portugal
11º/12º lugares: Polónia 65-73 República Checa
13º/14º lugares: Lituânia 52-42 Grécia
15º/16º lugares: Turquia 54-52 Suécia
Classificação final:
1º Rússia
2º França
3º Espanha
4º Sérvia
5º Bélgica
6º Holanda
7º Itália
8º Croácia
9º Portugal
10º Eslovénia
11º República Checa
12º Polónia
13º Lituânia
14º Grécia
15º Turquia
16º Suécia
Os 3 últimos (Suécia, Turquia e Grécia) descem à Divisão B.
No final da cerimónia de distribuição dos prémios às equipas que subiram ao pódio (Rússia, medalha de ouro; França, medalha de prata; Espanha, medalha de bronze) foram anunciados os prémios individuais: MVP – Daria Kolosovskaia (Rússia) e cinco ideal – Angela Salvadores
Objetivo cumprido
Num duelo de tudo ou nada, que podia decidir qual das duas equipas iria disputar os 8 primeiros lugares no Europeu, Divisão B, que decorre em Sófia, Portugal demonstrou a tranquilidade necessária para levar de vencida a Bulgária, num pavilhão repleto.
Portugal entrou bem no jogo, com um parcial de 8-0. A Bulgária, decidida a demonstrar a sua condição de anfitriã e candidata à luta pelo segundo lugar do grupo, rapidamente mostrou que iria vender cara a derrota. Com um final de primeiro período pouco esclarecido por parte do coletivo luso, em parte explicado pela baixa eficácia no lançamento, e cometendo demasiados turnovers, os comandados de Carlos Seixas chegaram ao final do primeiro quarto a perder por 10-18.
Entrando melhor no segundo quarto, conseguindo forçar o adversário a cometer erros, Portugal foi-se aproximando paulatinamente, chegando ao intervalo a perder por quatro pontos de diferença (28-24).
No terceiro quarto, e com o ascendente português, tudo levava a crer que rapidamente a Seleção Nacional iria dar a volta ao resultado. No entanto, novamente na sequência de algum nervosismo e ansiedade, não só o coletivo luso não conseguiu dar a volta ao resultado, como também viu o adversário a fugir no marcador.
A menos de três minutos do final do quarto, Portugal encontrava-se a perder por 11 pontos, mas foi na fase mais complicada do encontro que demonstrou capacidade de superação e desejo de vencer. Até ao final do período, a equipa nacional conseguiu encostar um pouco mais o resultado (38-46).
Nos dez minutos finais, grande exibição dos jovens portugueses, nem sempre com um basquetebol de qualidade, mas sempre com grande atitude e acima de tudo vontade de triunfar. A defender com grande agressividade , Portugal rapidamente reentrou na discussão do resultado, acabando por vencer de uma forma, ainda que sofrida, justa.
O melhor marcador português foi Diogo Brito com 17 pontos, aos quais somou 4 ressaltos e 2 assistências.
Também jogaram por Portugal:
Pedro Oliveira (1 ress, 1 ass)
João Oliveira (5 pts)
Sérgio Silva (5 pts)
Francisco Amiel (6pts, 8 ass)
Luís Câmara (2pts, 3 ress)
Miguel Ferrão (1 ress)
Ricardo Monteiro (2 pts, 5 ress)
João Lucas (3 pts)
Diogo Araújo (7 pts, 3 ress)
Daniel Relvão (9 pts, 5 ress, 4 dl)
Carlos Salamanca (1 ress)
Foi um jogo muito feliz para os comandados de Carlos Seixas que esta segunda-feira jogam apenas para cumprir calendário frente à Escócia às 20h15 (18h15 de Portugal).
Sem dúvida uma bela maneira de alcançar um objetivo que devia encher todos de orgulho.
Estreia aziaga
Frente a uma equipa fisicamente muito mais forte, a formação portuguesa viu a sua tarefa ainda se complicar mais com sucessivas lesões no decorrer do encontro. Foi um excelente teste para estes jovens portugueses, uma vez que para a grande maioria deles foi o primeiro contacto internacional, e logo frente a um adversário de grande valia.
Esta geração de jogadores não prima pela altura, pelo que as lesões de Maia, Tomás Domingos e Diogo Carvalho, ainda durante a 1ª parte, obrigaram o técnico Raul Santos a ter que improvisar no decorrer da etapa complementar. Portugal jogou a segunda metade com cinco jogadores exteriores, facto que complicou ainda mais a tarefa de tentar contrariar o poderio físico e a altura dos atletas interiores brasileiros.
Esta foi a primeira experiência competitiva internacional para a quase totalidade dos atletas que constituem este grupo que se deslocou a Angola, pelo que seja compreensível alguma imaturidade e perplexidade revelada neste primeiro embate.
Final do Europeu vai “falar” português
Desta feita o destaque vai para a arbitragem lusa uma vez que na final de hoje, entre a França e a Rússia, também se irá “falar” português. Carlos Cardão Machado será o comissário e Sónia Teixeira arbitrará o jogo decisivo numa nomeação que uma vez mais reconhece o valor dos juízes portugueses.
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Os deuses estiveram com Maria Kostourkova no cesto da vitória
Para tentar repetir a classificação do ano transacto a equipa das quinas teve que sofrer muito no confronto com a República Checa. Um ponto apenas (55-54) num cesto às 3 ou mais tabelas obtido por Maria Kostourkova, em cima da buzina, deu-nos a vitória, muito suada e sofrida. Acabou por ser a desforra do desaire consentido na semana passada (59-60) e por coincidência pela mesma diferença, um ponto apenas. Pode-se dizer que se escreveu direito por linhas tortas… e que os deuses estiveram com Maria Kostourkova, a jovem promessa do basquetebol luso.
Escusado será dizer que o banco luso invadiu o recinto, numa explosão de alegria inolvidável, sob os aplausos do público que foi o 13º jogador de Portugal, puxando pelas nossas jogadoras de princípio a fim. Momentos que nunca esqueceremos.
Mas temos que ser realistas e isentos. Portugal não jogou bem, tendo momentos de autêntica paragem cerebral, nomeadamente no último quarto quando esteve mais de 8 minutos, para sermos mais precisos 8:16 minutos, sem marcar qualquer ponto. Entretanto as checas, que entraram no derradeiro parcial a perder por 7 pontos (42-49), aproveitaram a apatia lusa para iniciarem a recuperação que as levou ao comando (50-49) no minuto 35, com um duplo de Hana Veselá, tendo Eva Kopecká aumentado a vantagem para 52-49 dois minutos volvidos. Foi só com 1:44 minutos para jogar que Maria Kostourkova, não tremeu da linha de lance livre, reduzindo o prejuízo para 52-51, ficando a República Checa em igualdade de circunstâncias com Portugal, a partir daquele momento, por ter feito a 4ª falta da equipa. Com 1:31 minutos para jogar Mariyana Kostourkova pediu o seu 2º desconto de tempo mas foi Tereza Kraciková que na área pintada elevou para 54-51, com 45,9 segundos para jogar. Foi altura de a seleccionadora lusa esgotar os descontos, mas ainda houve tempo para num ataque rápido, Simone Costa, numa arrancada poderosa, fazer os 54-53 a 37,3 segundos do termo. A última posse de bola pertenceu a Portugal e com muita felicidade Maria Kostourkova, em cima da buzina, converteu o cesto da vitória.
Resultado: República Checa 54-55 Portugal
Na selecção portuguesa a base Carolina Bernardeco foi a mais valiosa (10,0 de valorização) ao somar 9 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres, num quinteto muito igual, por esta ordem: Emília Ferreira (6 pontos, 2/3 nos duplos, 1 ressalto ofensivo, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Chelsea Guimarães (6 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), Maria Kostourkova (9 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres) e Simone Costa (12 pontos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres). Bons contributos ainda de Susana Lopes (4 pontos, 2/3 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas) e Carolina Gonçalves (7 pontos, duas assistências, 3 roubos e duas faltas provocadas com 1/2 nos lances livres).
Ficha de jogo
Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
República Checa (54) – Eliska Mircová (3), Eva Kopecká (11), Eva Mucková (2), Tereza Kraciková (12) e Aneta Mainclová (10); Gabriela Andelová (3), Jolana Krejcová , Hana Veselá (5), Sarah Beránková (6), Klára Krivánková (2) e Lucie Milaniaková ()
Portugal (55) – Carolina Bernardeco (9), Simone Costa (12), Sofia Almeida, Beatriz Jordão (2) e Maria Kostourkova (9); Carolina Gonçalves (7), Chelsea Guimarães (6), Emília Ferreira (6), Susana Lopes (4), Maianca Umabano e Francisca Meinedo
Por períodos: 21-17, 11-19, 10-13, 12-6
Árbitros: Marek Maliszewski (Polónia), Dragan Kralj (Bósnia e Herzegovina ) e Kun Zuo (China)
Outros resultados:
Classificação 9º/12º: Eslovénia 70-59 Polónia
Meias-finais: França 58-56 Sérvia; Espanha 59-65 Rússia
Classificação 5º/8º: Holanda 59-54 Itália; Bélgica 60-26 Croácia
Classificação 13º/16º: Turquia 61-72 Lituânia; Suécia 46-51 Grécia
Calendário para amanhã (domingo)
CDC Matosinhos
Final: (19H45) França-Rússia
3º/4º lugares: (17H30) Sérvia-Espanha
5º/6º lugares: (15H15) Holanda-Bélgica
9º/10º lugares: (13H00) Eslovénia-Portugal
Pavilhão Municipal de Guifões
15º/16º lugares: (11H45) Turquia-Suécia
13º/14º lugares: (14H00) Lituânia-Grécia
11º/12º lugares: (16H15) Polónia-República Checa
7º/8º lugares: (18H30) Itália-Croácia
Entre o final do Jogo República Checa-Portugal e o início da 1ª meia final (França-Sérvia), foi prestada uma homenagem à selecção nacional de Sub-20 Femininos que em Sófia, na 1ª quinzena de Julho, assegurou a subida à Divisão A, ao conquistar a medalha de bronze (3º lugar) entre as 10 selecções participantes no Europeu, Divisão B, merecendo destaque também a nomeação de Laura Ferreira para o cinco ideal da competição.
Portugal já conquistou o torneio da Áustria
Depois do trinfo frente à Hungria, a vitória frente à equipa da casa por 70-62, valeu a conquista do torneio quando ainda falta disputar uma jornada. Depois de um 3º período menos conseguido, os comandados de Mário Palma dominaram por completo os últimos dez minutos, beneficiando de um parcial de 21-8 para dar a volta ao resultado.
Se na 1ª parte o jogo até foi positivo a Portugal, especialmente no 2º período (20-10), isto depois de ter terminado o quarto inicial a perder pela diferença mínima (16-17). O inicio do segundo tempo foi bastante mais complicado para a formação nacional, já que no 3º quarto os austríacos deram a volta ao resultado (54-49), isto porque marcaram 27 pontos durante esse período.
Tudo se alteraria no derradeiro quarto, com os atletas portugueses a recuperarem a sua intensidade defensiva. Razão pela qual, nos últimos 10 minutos, a Áustria apenas conseguiu 8 pontos, bem demonstrativo da qualidade da defesa de Portugal na parte final do encontro.
Parciais 16-17 20-10 13-27 21-8
Matosinhos teve um dia em cheio
Logo pela manhã, mais de 70 treinadores, portugueses e estrangeiros, participaram no Clinic do Campeonato da Europa onde Eugénio Rodrigues, selecionador sub 20 e Isabel Fernandéz Perez, colaboradora FEB, falaram sobre “Coisas simples do Bloqueio Directo – Princípios basilares” e “Transferência da técnica individual para a tomada de decisões”. Foi uma animada e intensa sessão que agradou a todos os participantes.
Durante o intervalo do jogo de Portugal uma oportunidade única para todos os amantes da modalidade e, em especial, do basquetebol feminino. Ticha Penicheiro, que dispensa apresentações, e Amaya Valdemoro, jogadora espanhola com 3 titulos WNBA, campeã e vice campeã da Europa em 2013 e 2007, onde foi MVP, medalha de bronze no mundial de 2010 e vencedora da Euroliga Feminina em 1993, além de inúmeros outros títulos individuais e coletivos, estiveram a distribuir simpatia, autógrafos e fotos com os fãs. Foi um momento impar em que todos puderam contactar com duas verdadeiras lendas do basquetebol feminino.
A última nota vai para a merecida homenagem e reconhecimento à Seleção Nacional de Sub 20 femininos, que no inicio de Julho, conquistou o direito a estar entre a elite europeia. Foi um momento importante a que se aliou o imenso público presente e que demonstrou que os adeptos do basquetebol feminino português estão orgulhosos das conquistas e do caminho que se está a percorrer.
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Russia e França discutem o ceptro europeu
A Espanha cai depois de 16 vitórias consecutivas nos dois últimos campeonatos da europa e irá tentar garantir o bronze que o ano passado foi para a Sérvia que, decerto não quererá perder a medalha que tanto custou a conquistar.
Entretanto, Bélgica e Holanda, que venceram os seus jogos com a Itália (59-54) e a Croácia (60-26), conquistaram um lugar no Mundial de Sub 19 do próximo ano.
No pólo oposto o dia foi madrasto para Suécia e Turquia que descem à divisão B, enquanto que Lituânia e Grécia lutarão pela manutenção numa dramática partida amanhã.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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