Artigos da Federaçãooo

Portugal volta a vencer

Terminado o primeiro quarto, encontravam-se a ganhar por 17-16. Portugal demonstrava algumas dificuldades em parar os jogadores interiores adversários, bem como ia demonstrando alguma fragilidade em controlar a tabela defensiva, permitindo segundos e por vezes terceiros lançamentos.

Com a entrada no segundo quarto, os comandados de Carlos Seixas entraram decididos a mudar o rumo do jogo. Concretizando três trilos consecutivos e anulando as acções ofensivas dinamarquesas, que marcaram apenas 4 pontos em 10 min, foram alcançando a tranquilidade necessária para segurar a vitória, tendo terminado a primeira parte a vencer por 38-23.

 

A seguda parte teve pouca história. Melhorando no capítulo do ressalto mas, permitindo alguns pontos dentro da área pintada, Portugal conseguiu aumentar a sua vantagem para os 65-47 finais.

 

Num jogo novamente marcado por uma boa prestação a nível colectivo, o melhor marcador luso foi Sérgio Silva (13 pontos, 8 ress, 5 ass)

 

Também jogaram e marcaram por Portugal:

Pedro Oliveira (5 pontos)

Francisco Amiel (8 pontos, 4 ass.)

Luís Câmara (1 pt, 2 ress)

Miguel Ferrão (2 ress)

Diogo Brito (11 pts)

Ricardo Monteiro (2 pts, 3 ress)

João Lucas (3 pts, 6 res)

Diogo Araújo (10 pts, 6 ress)

Daniel Relvão (9 pts, 4 ress, 4 dl)

Carlos Salamanca (3 pts)

 

Este domingo, Portugal tem um embate decisivo contra a anfitriã Bulgária às 18h15 locais (16h15 em Portugal), num jogo que se prevê muito complicado. O objetivo da conquista de um lugar na disputa dos 8 melhores classifcados deste Europeu mantém-se intacto.


A vitória da superação rumo ao 9º lugar

Mas as verdadeiras campeãs são as que superam as adversidades e a jovem base portuguesa não se escondeu, liderou o último ataque e deu a Maria Koutourkova a assistência que permitiu à poste portuguesa marcar o “buzzer” triunfal (54-55) que garante um brilhante lugar entre as 10 melhores da Europa e uma possível repetição da melhor classificação de sempre. 

Uma vez no top ten europeu, as bravas jogadoras lusas continuam a demonstrar carácter, união e basquetebol de qualidade. Amanhã, no jogo que decidirá o 9º e o 10º lugar, Portugal vai defrontar a Eslovénia, pelas 13h00, no CDC de Matosinhos.

 

 


PORTUGAL JOGA ÀS 16H15

 

Venha apoiar as nossas guerreiras. Motivos não faltam!!


Portugal entra a vencer no torneio da Áustria

No último período os húngaros ainda tentaram virar o resultado, mas a vantagem de quinze pontos conquistada pela equipa nacional permitiu-lhe gerir a vantagem nos momentos finais do encontro.

Depois de um quarto inicial equilibrado, em que Portugal venceu pela diferença mínima (17-16), o conjunto nacional conseguiu fugir no marcador até se atingir o intervalo (42-35).

 

Uma vantagem que aumentaria nos primeiros 10 minutos da segunda parte, como resultado de uma excelente atitude defensiva por parte os atletas nacionais, que neste período apenas sofreram 13 pontos. À entrada do derradeiro período Portugal vencia por quinze pontos de diferença (63-48), um almofada pontual fundamental para gerir a expectável reação húngara na parte final do encontro.

 

Por períodos: (16-17, 19-25, 13-21, 22-13)


Carolina Gonçalves saltou do banco para ser a artífice da vitória lusa

 Falhado o primeiro objectivo (entrada nos 8 primeiros) por uma unha negra, as baterias estão agora apontadas para o Plano B que passa por repetir a classificação do ano passado (9º lugar na Croácia). Quando se está na alta competição é fundamental pensar-se desta maneira. Sem ambição e perseverança é muito difícil alcançar bons resultados. Vamos então jogo a jogo (passo a passo) até à batalha final.

Para já o adversário de amanhã (sábado) é nem mais nem menos do que a República Checa, o nosso carrasco da fase preliminar. A derrota tangencial consentida (59-60) ficou-nos atravessada e temos a certeza de que foi uma sensação alargada a todo o grupo de trabalho (jogadoras e staff). Amanhã exige-se atitude vencedora, concentração absoluta e confiança no nosso valor. Já deixámos de ser os coitadinhos…

 

Sobre o confronto com a Grécia, a análise é fácil de ser feita. Muita ansiedade, mais consistentes as gregas, a acreditarem que podiam vencer a partida. Consentindo um parcial de 0-8 em pouco mais de minuto e meio jogados, Portugal punha-se a jeito. De imediato surgiu a primeira paragem do cronómetro pedida por Kostourkova , com efeitos práticos pois as nossas representantes responderam com outro parcial (6-0). Simone Costa dava o mote (2-8 e 4-8), no minuto 3 e logo de seguida Carolina Gonçalves, que saltara do banco para render Beatriz Jordão, assistia Maria Kostourkova para o 6-8 (quase a expirar o minuto 4). Correndo sempre atrás do prejuízo, o seleccionado luso conseguiu finalmente a viragem no marcador no minuto 10, a 35 segundos da buzina que assinalou o final do 1º quarto (17-16), com Carolina Gonçalves de mão quente (15-16), a acertar o seu único triplo (e também da equipa) e depois a provocar uma falta para converter os 2 lances livres a que teve direito.

 

No 2º período (12-18) Portugal voltou a entrar mal, encaixando um parcial de 0-6 em 3 minutos (17-22), obrigando a seleccionadora lusa a pedir novo desconto de tempo à entrada do minuto 14. Mas ainda surgiu um triplo da nº 4 grega (17-25) no minuto 15, antes de Portugal voltar a encontrar os caminhos para o cesto, a expirar o minuto 15, através de Simone Costa. A Grécia não desarmava, gerindo a vantagem amealhada, que oscilava entre os 4 (21-25 e 23-27) e os 7 pontos (23-30 25-32 e 27-34) até se fixar em 5 (29-34), resultado ao intervalo, com Carolina Gonçalves a carregar com a nossa equipa (13 pontos na 1ª metade).

 

No 3º quarto (16-12) Portugal encostou o resultado (33-34) no minuto 23, por intermédio de Maria Kostourkova, depois de ter feito um passe decisivo para Simone Costa (31-34) no minuto 22. As nossas representantes passaram para a frente (39-38) no minuto 25, outra vez com Carolina Gonçalves a ser a marcadora de serviço, ao anotar 2 duplos consecutivos logo seguido de um terceiro (41-38), à entrada do minuto 26, numa jogada de cesto e falta, com lance livre convertido (42-38), depois de o treinador grego ter parado o cronómetro. Carolina Gonçalves assumia as despesas no ataque, provocando faltas (44-40), mas a Grécia reagiu na ponta final deste parcial para voltar ao comando (45-46), por intermédio de Polyzou, ao cabo de 30 minutos jogados.                                        

 

No 4º e último períod0 (12-8), Portugal melhorou em termos defensivos, reduzindo o ataque helénico a escassos 8 pontos, mas só a partir do minuto 39 é que as comandadas de Kostourkova passaram definitivamente para o comando (55-53), por intermédio de Carolina Gonçalves (mais 2 lances livres), a 53,2 segundos do termo do encontro. Seguiu-se a habitual dança dos descontos de tempo, para os dois lados e foi da linha de lance livre que Carolina Bernardeco garantiu a vitória da turma das quinas, convertendo os 2 lances livres a 6,4 segundos da buzina, depois de Vasiliki Karampatsa ter falhado um lance livre (55-54) a 9,3 segundos do termo.   

      

Resultado: Portugal  57-54 Grécia

 

Destaque na selecção portuguesa para a actuação da base/extremo Carolina Gonçalves, MVP da partida (25,5 de valorização) que saltou do banco para ser, quanto a nós, a grande artífice do êxito luso. Contabilizou 24 pontos, 8/14 nos lançamentos de campo (57%) repartidos por 7/13 nos duplos (54%) e 1/1 (100%) nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas, tendo estado irrepreensível na linha de lance livre (7/7). Foi muito bem acompanhada pela poste Maria Kostourkova (20,5 de valorização) que voltou a conseguir um duplo-duplo (11 pontos, 14 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres. Bons contributos de Simone Costa (12 pontos, 2 ressaltos, uma assistência, 3 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Carolina Bernardeco (4 pontos, 1 ressalto, 5 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Chelsea Guimarães (4 pontos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências e duas faltas provocadas).

 

Na selecção da Grécia a mais valiosa acabou por ser a extremo Eleanna Christinaki (14 pontos, 5/7 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências e 4 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres), seguida de um quarteto muito igual, por esta ordem: Charikleia Polyzou (11 pontos, 4 ressaltos, uma assistência e 5 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres), a base e capitã Pinelopi Pavlopoulou (8 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 5 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), Vasiliki Karampatsa (5 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres) e a poste Maria Fasoula (12 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 1 roubo e 3 desarmes de lançamento).        

 

O triunfo de Portugal teve por base a maior eficácia nos lançamentos de campo (39%-38%), ao converter mais um lançamento (21/54) do que o adversário (20/53), nomeadamente nos tiros do perímetro (25%-8%), embora cada equipa só tenha convertido 1 triplo (1/4 vs 1/13). As nossas representantes cometeram menos erros (12-14 turnovers), fizeram mais roubos (9-8) e provocaram mais faltas (19-17), com melhor aproveitamento nos lances livres (78%-72%), ao falharem 4 de 18 tentativas contra 5 em 18 tentados. Equilíbrio houve nas assistências (10 para cada lado).

 

Por seu turno a Grécia foi mais eficaz nos duplos (40%-48%), ganhou as tabelas (33-37 ressaltos), tanto na tabela defensiva (23-26) como na ofensiva (10-11) e fez mais desarmes de lançamento (2-4).                          

 

Ficha de jogo

 

Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos

 

Portugal (57) – Carolina Bernardeco (4), Simone Costa (12), Sofia Almeida, Beatriz Jordão (2) e Maria Kostourkova (11); Carolina Gonçalves (24), Chelsea Guimarães (4), Susana Lopes, Maianca Umabano e Emília Ferreira

 

Grécia (54) – Pinelopi Pavlopoulou (8), Charikleia Polyzou (11), Eleanna Christinaki (14), Christiana Gerostergiou e Vasiliki Karampatsa (5); Chrysoula Kilazidou (4), Maria Fasoula (12), Tzenifer Botsi e Anna-Maria Manta

 

Por períodos: 17-16, 12-18, 16-12, 12-8

 

Árbitros: Ivan Milicevic (Bósnia e Herzegovina), Marek Maliszewski (Polónia) e Susana Gomez Lopez (Espanha)

 

Outros resultados:

 

Classificação 9º/16º

Eslovénia 54-44Turquia; Rep.Checa 60-56 Suécia; Lituânia 52-75 Polónia

Eslovénia, Rep. Checa, Portugal e Polónia apuraram-se para os jogos de classificação 9º/12º.

Turquia, Suécia, Grécia e Lituânia irão discutir a permanência na Divisão A (classificação 13º/16º), sendo certo que os 3 últimos descem à Divisão B.

 

Quartos-de-final

França 70-57 Holanda

Itália 51-66 Sérvia

Rússia 67-41 Croácia

Espanha 52-47 Bélgica

França, Sérvia, Rússia e Espanha apuraram-se para as meias-finais.           

      

Calendário para amanhã (sábado)

 

Meias-finais (no CDC Matosinhos)

18H30 França-Espanha

20H45 Sérvia-Rússia


Encontradas as semifinalistas

 

No outro extremo, além da excelente noticia para Portugal que garantiu a manutenção e disputará uma posição entre o 9º e o 12º lugar, juntam-se à equipa lusa a República Checa, próxima adversária da nossa seleção, a Polónia e a Eslovénia também garantiram a Divisão A no verão de 2015. Turquia. Lituânia, Grécia e Suécia serão as 4 equipas que se degladiarão pelo 13º posto, único entre as 4 que dará o direito a ficar entre a elite para o ano.

 


Alcançado principal objectivo, é hora de lutar por mais

Agora é a hora de lutar por algo mais e procurar repetir o feito do ano passado com um extraordinário 9º lugar. 

 

Segue-se a Republica Checa, amanhã pelas 16h15 horas, no CDC de Matosinhos, num duelo que irá decidir quem jogará para o 9º lugar. Todo o apoio é necessário para ajudar as guerreiras lusas a chegar o mais alto possível. não faltes à chamada!


Portugal vence Irlanda motivada

No entanto os comandados de Carlos Seixas desde cedo mostraram vontade de vencer.

Ao fim do primeiro quarto, Portugal já vencia por 18-2 fruto de uma excelente atitude defensiva, conseguindo ser forte na defesa do 1×1. Apesar da fraca percentagem de lançamento de 3 pontos, que se veio a manter durante todo o jogo ( 2/20 ), a equipa portuguesa ia conseguindo somar pontos nas áreas mais próximas do cesto.

 

Com a entrada no segundo quarto, o colectivo Irlandês demonstrou o porquê de ter batido a Dinamarca e surgiu mais esclarecido nas suas acções ofensivas. Ao intervalo o marcador registava 31-18

 

Na segunda parte, Portugal conseguiu voltar a evidenciar superioridade, afastando-se paulatinamente no marcador até aos resultado final 65-33, muito por culpa do parcial de 22-0 na parte final do encontro.

 

Numa exibição marcada pelo coletivo, de registar as exibições de Diogo Brito (10 pts e 5 ressaltos) e de Francisco Amiel (10 pts e 4 assistências)

 

Também jogaram:

Pedro Oliveira (1 ass, 1 ress)

João Oliveira (1pt, 2 ass)

Sérgio Silva (2 pts, 2 ress)

Luís Câmara (4 pts, 6 ress)

Miguel Ferrão (8 pts, 5 ress)

Ricardo Monteiro (2 ress)

João Lucas (8pts, 6 ress)

Diogo Araújo (8 pts, 11 ress)

Daniel Relvão (9 pts, 4 ress, 4 dl)

Carlos Salamanca (5 pts, 5 ress)

 

Este sábado, Portugal joga contra a Dinamarca às 13h45 ( 11h45 portuguesas )


Sub-16 na reta final da preparação

Depois de passado um mês de preparação, a Seleção Nacional Sub -16 Fem. termina hoje o Estágio realizado em Ermesinde. Depois de ter participado em alguns jogos, tais como no Torneio de Vagos, com AD Vagos, e Académico do Porto, e a participação no Torneio da Covilhã, onde defrontou a Seleção da Dinamarca Sub-16 por três vezes, e as Sub-18 da Eslovénia, Portugal Sub-16 terá pela frente agora, a difícil tarefa de se tentar manter na Elite Europeia.

Com estreia marcada para o dia 31 de Julho com o Portugal vs Grécia, a Seleção Nacional fará o primeiro jogo de Divisão A, de onde não vai querer sair. Na próxima Segunda-feira dia 28, as Sub-16 Fem, farão ainda um ultimo treino em Portugal, no Complexo Desportivo de Almada, antes de viajarem durante a noite para Budapeste na Hungria, e depois para a cidade de Debrecen, sitio de má memória das nossas Sub-20 de à dois anos atrás, para dar inicio ao Campeonato da Europa, pela primeira vez na Divisão A.


“Discutir jogos e vencer o torneio”

O base Pedro Pinto acredita que este torneio servirá para que a equipa continue a evoluir nos aspetos ofensivos, sendo que a capacidade de concentração seja outro aspeto importante a ser treinado nestes confrontos. Corrigir erros, limar arestas e continuar a revelar competitividade, são os objetivos apontados pelo base português, para um torneio, que ainda assim, Portugal quer vencer.

Os dois jogos com a Alemanha vieram confirmar que esta seleção consegue ser competitiva?

 

Sim, sabiamos que iam ser jogos muito difíceis e que iriamos ter muitas dificuldades, já que a Alemanha é uma selecção muito forte. Mas penso que mostramos muitas coisas positivas, e que se mantivermos a concentração e formos intensos podemos discutir jogos contra as selecções teoricamente mais fortes. 

 

Aspetos ainda a melhorar nesta fase da preparação?

 

Penso que defensivamente estamos muito fortes. Só temos de manter a concentração e não cometer pequenos erros. No ataque as coisas vão melhorar à medida que vamos tendo mais jogos. Mas estamos num bom caminho como mostramos nos jogos com a Alemanha.

 

A falta de ritmo competitivo explica a prestação da equipa na 2ª parte do último jogo com a Alemanha? Ou existiram outros fatores que contribuíram para esse período negativo?

 

Não entramos bem no inicio da segunda parte, cometemos erros defensivos e ofensivos, e isso num jogo contra uma equipa tão forte é fatal. É nestes aspetos que temos de evoluir e manter a concentração.

 

Apesar de terem sido duas derrotas, acha que a equipa saiu reforçada deste duplo confronto?

 

Só com este tipo de jogos é que a equipa evolui, sabíamos que íamos cometer erros, mas penso que foram dois bons jogos, em que fizemos coisas muito positivas e iremos melhorar nas coisas que correram menos bem.

 

Acha que no torneio da Áustria, o grupo irá estar mais perto da sua forma desportiva e poderá jogar ainda melhor?

 

Sim, penso que estamos a evoluir como equipa e as coisas vão nos correr muito melhor neste torneio. Vamos tentar não cometer os erros que cometemos com a Alemanha e continuar a ser competitivo.

 

Áustria, Bulgária e Hungria, são os próximos adversários. Quais os principais objetivos e expectativas para este torneio?

 

Sabemos que são selecções muito fortes e que vão ser bastante difíceis de bater, mas queremos discutir os jogos, e claro vencer o torneio. Para isso temos que estar focados, intensos e bastante concentrados para não cometermos erros. 


Portugal bate-se bem mas perde

Mais fortes fisicamente, os ucranianos criaram imensos problemas no 2º tempo ao ataque português com as trocas defensivas, retirando fluidez aos movimentos ofensivos da equipa portuguesa.

Portugal começou muito bem o jogo (15-4), sem receios, descomplexado, e a beneficiar de uma excelente eficácia do tiro de três pontos. A reação ucraniana foi imediata, conseguida sobretudo pela presença na tabela ofensiva, bem como na exploração do contra-ataque. Ainda assim os jovens portugueses batiam-se com galhardia, mantinham o resultado encostado, desafiando o poderio do adversário à custa de uma grande atitude. O intervalo chegava com Portugal a perder por dois pontos apenas (35-37), um resultado que demonstrava bem o equilíbrio registado nos primeiros 20 minutos.

 

No segundo tempo a Ucrânia surgiu mais agressiva defensivamente, alterando a sua estratégia defensiva para trocas constantes, algo que desregulou por completo os movimentos ofensivos de Portugal. Dificuldades em ler as trocas, bem como tirar partido dos miss-match, mas há que dar mérito ao adversário na forma como interpretou este tipo de defesa.

 

A eficiência de longa distância baixou drasticamente (1/7 em triplos), com o insucesso ofensivo a refletir-se na forma menos intensa como a equipa se apresentou no segundo tempo. No último quarto o resultado disparou, acabando por tornar o resultado final um pouco enganador, se bem que confirme o favoritismo ucraniano em subir de divisão, assim como eles próprios se autointitulam candidatos a vencer esta competição.


Portugal defronta a Grécia, sexta-feira, às 16h15 no CDC de Matosinhos


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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