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Vamos encarar o jogo com o objectivo claro de o ganhar
Segunda, a viagem de regresso da comitiva lusa desde Ragusa, na Sicília, até Lisboa, foi mais uma maratona que concorreu para um enorme desgaste acumulado. Três semanas de período competitivo, jogos de 3 em 3 dias, viagens à Letónia (Riga), Estónia (Tallinn) e agora Itália (Ragusa), milhares de milhas aéreas percorridas, treinos, noites mal dormidas (algumas directas), naturalmente que deixam marcas. Isso foi mais do que evidente na escala de 6 horas que tivemos de fazer no aeroporto de Roma (Fiumicino) e a espera para ser feito novo check-in (3 horas após a chegada do voo da Alitália desde Catânia), fez com que a maioria das jogadoras tenha adormecido nos bancos do aeroporto.Por isso os responsáveis técnicos optaram e bem por cancelar o treino ao final da tarde do dia do regresso, tendo a comitiva viajado num autocarro disponibilizado pela autarquia de Cascais, directamente do aeroporto da capital para uma unidade hoteleira em Carcavelos. Sobre este apoio, a FPB agradece à Câmara Municipal de Cascais, na pessoa do Vereador do pelouro do Desporto, Dr. Frederico Almeida, pela grande ajuda nas vertentes da logística dos transportes e do recinto desportivo (o pavilhão dos Lombos é municipal), palco dos treinos para as duas equipas e do jogo Portugal-Estónia. Uma palavra de agradecimento também para Jorge Vieira, presidente do CRCQ Lombos, pelo empenho que mostrou desde a primeira hora, para ajudar a FPB na resolução de um problema bicudo. Bem hajam.No final do treino da tarde com a duração de hora a meia (a equipa já tinha treinado de manhã), fizemos o habitual lançamento do encontro com o seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos: «Apesar de termos hoje uma equipa extraordinariamente competitiva nos jogos internacionais, o número escasso de vitórias faz com que a nossa mentalidade ainda não seja sempre vencedora. Assim todos os êxitos são para nós muito importantes, no sentido de mudar essa mentalidade. Teremos pela frente uma equipa muito física, de um nível qualitativo muito semelhante ao nosso (apesar de serem bem mais altas e pesadas) e portanto vamos encarar o jogo com o objectivo claro de o ganhar.». Sobre a necessidade de a nossa equipa ter atenções especiais em relação às principais pedras da Estónia, Ricardo Vasconcelos confirmou as nossas expectativas. «Na realidade a manobra da equipa forasteira gira muito á volta do trio formado pela Merike Anderson (nº 10), Pirgit Püü (nº 7) e a extremo/poste Viive-Kai Rebane (nº 14).». A capitã Carla Nascimento, apesar de condicionada pelo entorse na tíbio-társica direita, está preparada para o confronto e num claro exemplo de querer e determinação, confessou-nos: «Ele vai ter que se aguentar…», referindo-se concretamente ao entorse contraído no Portugal-Letónia de há uma semana, em Caminha.
14 jogadoras concentradas durante 10 dias até 4 de Julho
Esta acção irá decorrer novamente no Anadia Sports Center, em Anadia, local onde as seleccionadas já trabalharam anteriormente.
A preparação visa naturalmente a participação no Campeonato da Europa do escalão, Divisão A, competição que será disputada em Debrecen (Hungria ), de 30 de Julho a 10 de Agosto, entre as 16 melhores selecções europeias. Listagem de convocadas (14)Ana Carolina Rodrigues (SIMECQ)Ana Rua (Carnide Clube) Beatriz Alves (NDA Pombal)Catarina Miranda (CPN)Constança Neto (SIMECQ)Eliana Cabral (Montijo BB)Francisca Karas (CRCQ Lombos)Helena Pinheiro (CD Póvoa)Jéssica Garcia (ES Amadora)Margarida André (S. Algés e D.)Mª Leonor Nunes (CAB Madeira)Mariana Silva (Rio Maior Basket)Marta Vargas (SL Benfica)Susana Carvalheira (SC Braga) ResponsáveisManuel Barbosa (dirigente)Ana Catarina Neves (seleccionadora)Agostinho Pinto (treinador adjunto)João Janeiro (secretário)Nádia Palongo (fisioterapeuta)Os treinos bidiários terão lugar no pavilhão Multidesportos de Anadia.
Portugal fez 30 minutos fantásticos em Ragusa
Ragusa (Itália) – Esfumou-se o sonho de Portugal. Ontem nesta cidade siciliana de 65 mil habitantes, Património da Humanidade, a selecção nacional de seniores femininos deixou fugir no último quarto (29-18), a hipótese de poder estar pela primeira vez no seu historial, numa fase final do EuroBasket Feminino.
Portugal chegou a ter 9 pontos de vantagem (25-34) no 3º período (12-9), quando Daniela Domingues acertou o seu único triplo da noite (1/1) no minuto 26, a fechar um parcial de 1-9 imposto à Itália, mas a partir daí a classe de Giorgia Sottana que na 1ª parte tinha passado ao lado do jogo (0/7 nos lançamentos de campo), desequilibrou a contenda ao marcar 9 dos 11 pontos obtidos pela sua equipa em pouco mais de 4 minutos. Deu o mote com um triplo, seguido de 2 lances livres, um contra-ataque de raiva e mais 2 lances livres. A Itália recuperava o comando do marcador no minuto 29 (36-34), depois de o seleccionado luso ter liderado durante mais de 21 minutos, contra apenas 4 das transalpinas.
No derradeiro quarto (29-18), o 2º triplo de Carla Nascimento (36-37) que fez um jogo de sacrifício dando um grande exemplo de seriedade e liderança em prol da equipa que capitaneia, ainda fez com que se reacendesse a esperança lusa, mas dois cestos consecutivos de Chiara Pastore marcaram a viragem definitiva do marcador, a favor da squadra azurra. Um parcial de 11-2 quebrou a capacidade anímica das comandadas de Ricardo Vasconcelos, que parou o cronómetro no minuto 33, aos 47-39. Mais duas bombas, uma de Francesca Dotto (50-39) e outra de Pastore (53-39) que continuava de mão quente, a imitarem a sua companheira Chiara Consolini que no minuto 33 acertara o seu 2º triplo (45-39), faziam disparar o resultado para uma diferença de 14 pontos. Um duplo de Inês Faustino e o 2º triplo de Mª João Correia (53-44), à entrada do minuto 37, reduziam o prejuízo para 9, baixando da barreira psicológica da dezena. Mas a base Dotto continuava imparável (mais 6 pontos), assumindo as despesas da marcação de pontos das italian as até aos 59-48 (minuto 39), altura em que o treinador luso esgotou os descontos de tempo a que tinha direito. Sofia Carolina ainda voltou a baixar a fasquia para 9 por duas vezes (59-50 e 61-52), mas já não havia tempo para Portugal dar a volta. Sottana e Dotto, da linha de lance livre não tremeram e selaram o resultado.
Resultado: Itália 65-52 Portugal
No final da partida registámos a opinião do seleccionador Ricardo Vasconcelos sobre o jogo: «Acima de tudo estou muito orgulhoso pelo desempenho das jogadoras portuguesas. Fizemos 3 períodos fantásticos, estivemos na frente 21 minutos contra 14 da Itália e faltou muito pouco para voltarmos a vencer esta equipa. A baixa percentagem de lançamentos debaixo do cesto, dentro da área pintada, bem como a defesa da bola no último período, impossibilitaram que Portugal continuasse no jogo até ao minuto derradeiro.».
Destaque nas vencedoras para um quarteto: Chiara Consolini, MVP do encontro (23,0 de valorização) ao contabilizar 11 pontos, 4/5 nos lançamentos de campo repartidos por 2/2 nos duplos e 2/3 nos triplos, 6 ressaltos defensivos, duas assistências, 4 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres, a base Francesca Dotto (20,5 de valorização) que fez um 4º período fantástico ao marcar 13 dos 20 pontos nesse parcial (20 pontos, 7/11 nos lançamentos de campo repartidos por 6/10 nos duplos e 1/1 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 3 roubos e 6 faltas provocadas com 5/7 nos lances livres), Chiara Pastore que marcou 7 dos 9 pontos no último quarto (9 pontos, 4/5 nos lançamentos de campo repartidos por 3/4 nos duplos e 1/1 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos e uma assistência) e Giorgia Sottana que carregou com a equipa no 3º quarto, marcando 9 dos 12 pontos da Itália a seguir ao intervalo (13 pontos, 3 ressaltos defensivos, 3 assistências, 2 roubos e 5 faltas prov ocadas com 6/6 nos lances livres).
Na selecção portuguesa a mais valiosa foi a poste Sofia Carolina (16,5 de valorização) ao fazer um duplo-duplo (19 pontos, 1/3 nos triplos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), seguida de perto pela base Inês Faustino (15,0 de valorização) ao anotar 12 pontos, 4/6 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 4 assistências e 5 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres. Foram bem acompanhadas pela capitã Carla Nascimento que deu um exemplo de estoicismo e profissionalismo ao jogar quase 20 minutos ao pé coxinho (entorse na tíbio-társica direita contraído no jogo contra a Letónia, em Caminha), terminando com 8 pontos, 2/2 nos triplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 2 roubos).
Em termos globais a Itália foi mais eficaz nos lançamentos de campo (34%-32%) e nos duplos (36%-29%), foi mais colectiva (10-7 assistências), cometeu menos erros (14-19 turnovers), roubou mais bolas (11-5) e provocou mais faltas (20-15), tendo bom aproveitamento da linha de lance livre (80%-83%) ao falhar apenas 4 tentativas em 20, contra duas de Portugal em 12. Por seu turno a selecção portuguesa ganhou as tabelas (37-41 ressaltos), tanto a tabela defensiva (26-29) como a ofensiva (11-12) e esteve mais certeira da linha dos 3 pontos (325-40%), ao converter 6 triplos em 15 tentativas contra 7 em 22 tentados, por banda das adversárias.
Ficha de jogo
Pala Minardi Sport Hall
Itália (65) – Giorgia Sottana (13), Raffaella Masciadri (3), Laura Spreafico (3), Martina Crippa (3) e Maria Laterza (3); Francesca Dotto (20), Martina Fassina , Giulia Gatti, Lavinia Santucci, Chiara Consolini (11) e Chiara Pastore (9)
Portugal (52)
– Carla Nascimento (6), Daniela Domingues (4), Ana Oliveira, Lavínia Silva (2) e Sofia Carolina (19); Laura Ferreira, Mª João Correia (8), Luiana Livulo (1), Inês Faustino (12) e Jessica Almeida
Por períodos: 11-15, 13-10, 12-9, 29-18
Árbitros: Saso Petek (Eslovénia), Paul Walton (Inglaterra) e Luka Kardum (Croácia)
No outro encontro da 5ª jornada, Grupo C, a Letónia venceu a Estónia por 82-60, obtendo assim a 5ª vitória consecutiva.
Classificação actual (após a 5ª jornada):
1º Letónia 5V – 0D – 359-291 – 10 p.
2º Itália 2V – 3D – 294-279 – 7 p.
3º Portugal 1V – 4D – 282-317 – 6 p.
4º Estónia 1V – 4D – 286-334 – 6 p.
A comitiva lusa regressa segunda a Portugal. Para isso espera-nos uma noite muito curtinha (mais uma directa …) pois a alvorada será às 02H30, com saída do Mediterraneo Palace Hotel pelas 03H00. Isto porque sendo o tempo de percurso de Ragusa a Catânia à volta de hora e meia, temos de garantir no mínimo uma antecedência de 1h30/1h45 em relação à partida do voo AZ 1722 (06H15) que fará a ligação de Catânia para Roma (Fiumicino), com chegada prevista para as 07H35 locais. Neste aeroporto romano a espera pelo voo TP 839 será longa (precisamente 6 horas), pois a partida para Lisboa está marcada para as 13h35, com a chegada à capital portuguesa prevista para as 15H40. A equipa terá à sua espera um autocarro que a levará ao Hotel Riviera, em Carcavelos, para fazer ainda um treino ao final da tarde, no Pavilhão dos Lombos, palco do último jogo da fase de qualificação, com a Estónia (4ª feira, às 20H30).
Conscientes das dificuldades mas confiantes na vitória
O recinto onde será realizado o jogo decisivo para as portuguesas é o pavilhão onde joga o Virtus Eirene Ragusa, equipa da terra, que foi 2ª classificada na 1ª Liga italiana, atrás do Famila Schio (campeão), ficando o Umbertide na 3ª posição. Tem capacidade para 2500 espectadores (lugares sentados). A equipa disputou a final do play-off com o Famila Schio (2-3), de cujo plantel fazem parte Giorgia Sottana e Raffaella Masciadri, pedras base da selecção italiana. Por seu turno no Virtus Ragusa alinha a extremo/poste Lavinia Santucci que também integra a squadra azzurra. Uma curiosidade: a nossa bem conhecida Clarisse Machanguana, internacional moçambicana, que foi campeã nacional em Portugal pelo União de Santarém (início dos anos 90), antes de ter ido para os EUA, onde foi companheira de Ticha Penicheiro e Mery Andrade, na Universidade Old Dominion, representou igualmente o emblema de Ragusa.Numa rápida passagem pelos 6 grupos que integram esta fase de qualificação do EuroBasket Feminino 2015, já há equipas apuradas, a duas rondas do termo da prova: Polónia (Grupo A), Lituânia (Grupo B), Letónia (Grupo C), Ucrânia e Montenegro (Grupo D), Suécia (Grupo E) e Croácia (Grupo F). Restam ainda quatro vagas (entre os 2ºs classificados), sendo certo que o pior dos 2ºs não será apurado. Para Portugal atingir esse objectivo, não depende de terceiros, mas terá que vencer aqui em Ragusa e bater também a Estónia, no último jogo, em Carcavelos, na próxima 4ª feira. Nesse hipotético cenário poderemos ficar em segundo no Grupo C, ainda que em igualdade pontual com as italianas e assim concretizar o sonho de estar na fase final da competição, em 2015. Após o treino da noite (duas horas), o seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos disponibilizou-se para fazer a antevisão do jogo deste domingo, onde o 2º lugar do Grupo C está em discussão. «Temos pela frente um jogo decisivo para ambas as selecções no que toca à possibilidade de se apurarem para a fase final do EuroBasket 2015, sendo que quem ganhar não está apurado mas quem perder dificilmente se poderá qualificar. Estaremos perante uma Itália com valores individuais bastante fortes, mas que pelo facto de não ter uma jogadora que faça a diferença na posição 5, permite-nos jogar mais de igual para igual. Depois da vitória em Portugal estamos conscientes de que elas vão estar cem por cento focadas e concentradas, para rectificar o resultado negativo em Coimbra. Com base nesta ideia, sabemos bem da importância de entrar bem no jogo e colocá-las numa situação de desconforto desde a bola ao ar. Sabemos que irão fazer das suas jogadoras exteriores o seu ponto forte, jogando muito pick-and-roll e temos que estar muito atentos na forma como iremos defender o mesmo. Em suma estamos conscientes das dificuldades, mas também confiantes no desfecho final.».
«Vamos ser equipa coesa e lutadora»
A equipa apresenta-se renovada, mas Mário Palma, e o adjunto Mário Gomes, acreditam que será possível alcançar bons resultados. Apesar de Portugal não ser favorito, vai defrontar a Hungria, a República Checa e a Geórgia de cabeça erguida e determinado a tentar ganhar cada jogo.
A equipa técnica da Seleção Nacionbal apostou numa equipa mais jovem (a média de idades é das mais baixas dos últimos anos), pois a renovação é um dos objetivos desta campanha. Mas a meta em termos competititivos é clara: “Lutar pelo apuramento para a Fase Final do Eurobasket’2015”, afiança Mário Palma.Mas o treinador não espera facilidades… “Para lá da dificuldade natural em conseguir simultaneamente renovar a equipa e conseguir o apuramento, existe, obviamente, a que é inerente à exigência da competição e que decorre da qualidade dos adversários: Hungria, República Checa e Geórgia.”Mário Gomes lembra um dos problemas que nos últimos anos tem afetado a Seleção Nacional. “São três Seleções de grande nível, cujo potencial exato ainda desconhecemos, pois depende dos jogadores que vierem a integrar cada uma delas nesta Fase de Qualificação. Aqui reside, provavelmente, a nossa grande desvantagem, ou seja, enquanto qualquer um dos nossos adversários tem jogadores espalhados por várias das melhores Ligas europeias, todos os nossos jogadores jogam apenas na competição interna”, reconhece o adjunto de Mário Palma.E esse facto acarreta problemas evidentes. “A consequência é óbvia e imediata: enquanto os nossos adversários irão competir no mesmo nível a que estão habituados, os jogadores portugueses terão pela frente exigências competitivas que lhes são estranhas, desde logo no que respeita à densidade da competição e à sequência de viagens. Este fator, conjuntamente com a falta de contacto/experiência internacional da maioria dos nossos jogadores, constitui a principal incógnita sobre o que poderá a nossa Seleção fazer em jogos a este nível.”Mas a vontade de ganhar e de representar condignamente o país estará presente em todos os jogos. Mário Palma destaca a importância dos encontros em casa. “Tal não nos desvia da ideia de entrarmos em cada jogo para o tentarmos ganhar e de termos como objetivo competitivo o apuramento, para o que será fundamental ganhar os jogos ‘em casa'”, salienta, assumindo, porém, que Portugal não é favorito. “Se conseguiremos, ou não, ser apurados, isso não sabemos, muito menos podemos garantir, até porque é óbvio que não somos favoritos. Mas, podemos garantir que vamos ser uma equipa coesa e lutadora, que vai dar sempre o seu melhor e tentar ganhar cada jogo, podendo não o conseguir, mas tendo a certeza que vai ser difícil ganhar-nos.”A preparação, assegura Mário Palma, será “séria e competente”, como aliás tem sido habitual. “Estaremos em condições para competir a alto nível e, depois, será a própria competição a colocar-nos no nosso lugar. Jogaremos bom basquetebol, pois, além de nos apresentarmos bem preparados, os nossos jogadores têm qualidade, têm talento e, acima de tudo, possuem uma ética de trabalho inquestionável, que nos faz acreditar que teremos a necessária capacidade de superação, imprescindível para conseguir bons resultados.Isto é o que podemos prometer e garantir, o resto será a competição a esclarecer “, finaliza.
Letónia confirmou superioridade na tabela ofensiva (18 ressaltos)
A partida realizada em Caminha, que recebeu pela primeira vez um jogo internacional de basquetebol a nível de selecções seniores, foi interessante de seguir, com o seleccionado luso a fazer da defesa a sua melhor arma. A diferença de ritmo acabou por fazer pender a balança para a Letónia, que continua sem perder, liderando naturalmente a classificação.
No quarto inicial (19-18), Portugal conseguiu equilibrar as operações graças ao acerto da linha dos 3 pontos (3 triplos em 5 tentativas), compensando o maior número de posses de bola conseguidas pelo adversário, que apostaram claramente no jogo interior (70% de eficácia) e nas transições rápidas. Mª João Correia e Carla Nascimento eram as mais certeiras, enquanto Aija Putnina nas forasteiras era a mais influente na luta das tabelas. No 2º período (12-9) as nossas representantes mantiveram a agressividade defensiva e o acerto nos tiros do perímetro (5 em 8 tentados), mas baixaram a eficácia nos duplos. A Letónia cometia mais erros (7-11 turnovers) e deste modo permitia que Portugal chegasse ao intervalo na frente (31-27), depois de Ana Oliveira ter dado o mote no minuto 15 (22-20) ao converter o seu 1º triplo da noite e a benjamim da equipa, Laura Ferreira, ter acertado a sua única bomba, numa boa movimentação colectiva, em cima da buzina. No 3º quarto (12-17) Portugal dilatou a vantagem para 7 (36-29), no minuto 23, com o 2º triplo de Ana Oliveira a cair, o que obrigou o treinador adversário a parar o cronómetro. A paragem surtiu efeito para a Letónia que impôs um parcial de 0-8, iniciado com um triplo de Zane Eglite, a que Baiba Eglite deu seguimento, empatando (36-36). No minuto 27 as forasteiras viravam o resultado (36-38), mas a capitã lusa, Carla Nascimento, na resposta converteu a sua 2ª bomba (39-38), à entrada do minuto 28. Porém na queda o azar fez com que contraísse um entorse na tibiotársica, que a levou de imediato para o banco, suspeitando-se de alguma gravidade a sua lesão. A Letónia chegava à liderança ao cabo de 30 minutos jogados (43-44).No último período (12-18), a partir dos 48-49, as forasteiras ganharam uma vantagem de 8 pontos, ao conseguirem um parcial de 0-7 (48-56), no minuto 35. Ricardo Vasconcelos pediu de imediato um desconto de tempo, mas o melhor que as jogadoras lusas conseguiram foi reduzirem para 5, por intermédio de Sofia Carolina, a conseguir o 52-59 e logo a seguir o 54-59, da linha de lance livre. A 5ª falta de Carla Nascimento no minuto 38 (50-58), que entretanto havia reentrado (não se confirmando o pior), limitou também as hipóteses de Portugal dar a volta. O melhor elogio à selecção portuguesa e à sua capacidade de luta ficou bem expressa no facto de o treinador adversário não ter prescindido de Aija Putnina dentro de campo, no último parcial, bem como de ter esgotado os descontos de tempo a que tinha direito, nos minutos 39 (54-59) e 40 (55-61).Resultado: Portugal 55-62 Letónia No final da partida Ricardo Vasconcelos fez o habitual comentário: «No lançamento do jogo considerámos três premissas claras, que passavam pelo controlo do ritmo do jogo, pelo controlo da tabela defensiva e também pela necessidade de alterar rotinas ao passe interior. A verdade é que não conseguimos controlar a nossa tabela (perdemos 18 ressaltos em favor da Letónia e ganhámos apenas 4) e permitimos 40 pontos dentro da área pintada. Estes 2 factores estatísticos impediram-nos de ganhar o jogo que foi tão equilibrado que cada uma das equipas esteve 18 minutos na liderança do marcador.». Destaque nas vencedoras para a prestação de Aija Putnina, MVP do encontro (17,0 de valorização), ao contabilizar 8 pontos, 13 ressaltos sendo 5 ofensivos, 4 assistências e 5 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Zane Eglite (5 pontos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 4 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas), Ieva Kulite (8 pontos, 4/4 nos duplos, 3 ressaltos ofensivos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas), Anete Steinberga (10 pontos, 4/6 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Baiba Eglite (13 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres) e Elina Babkina (9 pontos, 4 ressaltos, 5 assistências e 4 faltas provocadas).Na selecção lusa a mais valiosa foi Mª João Correia (16,0 de valorização) ao somar 14 pontos, 4/6 nos duplos, 1/3 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres, logo seguida por Laura Ferreira (5 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas) e Sofia Carolina (9 pontos, 6 ressaltos defensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Bons contributos de Carla Nascimento (8 pontos, 2/2 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências e uma falta provocada), Ana Oliveira (9 pontos, 3/7 nos triplos, 3 ressaltos, duas assistências e uma falta provocada) e Luiana Livulo (4 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento). Ficha de jogo Pavilhão Desportivo Municipal, em Caminha Portugal (55) – Carla Nascimento (8), Daniela Domingues (3), Ana Oliveira (9), Lavínia Silva (2) e Sofia Carolina (9); Mª João Correi a (14), Laura Ferreira (5), Luiana Livulo (4) e Inês Faustino (1) Letónia (62) – Elina Babkina (9), Baiba Eglite (13), Kate Kreslina, Anete Steinberga (10) e Aija Putnina (8); Ieva Krastina (3), Liene Priede (4), Ieva Kulite (8), Zane Eglite (5), Zenta Melnika (2) e Ieva Veinberga Por períodos: 19-18, 12-9, 12-17, 12-18Árbitros: Miguel Angel Perez Niz (Espanha), Markos Elias Michaelides (Suiça) e Francis Santos (Gibraltar) No outro jogo do Grupo C, a Itália foi vencer a Estónia, em Tallinn, por 52-45, consolidando a 2ª posição. Classificação após a 4ª jornada:1º Letónia 4V – 0D – 8p.2º Itália 2V – 2D – 6p.3º Estónia 1V – 3D – 5p.4º Portugal 1V – 3D – 5p. A comitiva portuguesa viaja na 6ª feira para Itália (Ragusa) onde joga no domingo (dia 22), às 20H30 locais, com a congénere transalpina.
Ricardo Vasconcelos programou dois treinos para esta 3ª feira
Jogo a contar para a 4ª jornada do EuroBasket Feminino 2015, que assinala o início da 2ª volta da competição.
Nesta altura de crise em que todos os apoios são benvindos, a FPB tem que agradecer à parceria constituída pela autarquia de Caminha e AB Viana do Castelo, na pessoa dos seus presidentes, respectivamente Miguel Alves e Manuel Antunes, sem esquecer também o vereador do pelouro do Desporto, Rui Teixeira, que operacionalizou os meios necessários à realização do evento. Bem hajam pela colaboração.A comitiva portuguesa viajou ontem desde Tallinn, capital da Estónia, donde saiu às 17H35 locais (15H35 portuguesas). A escala em Frankfurt acabou por ser mais longa que o previsto (1H40) visto que a partida do voo LH 1180 que nos transportou até ao Porto, atrasou 45 minutos. De qualquer forma aterrámos no Aeroporto Sá Carneiro só 10 minutos após a hora prevista, ou seja recuperou-se grande parte do atraso. Recolhidas as bagagens sem qualquer contratempo, tínhamos à nossa espera César Castro, DTR da AB Viana do Castelo, que nos encaminhou para um minibus da CM Caminha, apoiado por uma carrinha, meios logísticos necessários para o transporte da comitiva até ao Hotel Portas do Sol, onde chegámos às 00H20, após uma hora de viagem. Mesmo àquela hora a gentileza do pessoal foi bem patente na atenção e simpatia com que nos foi servida uma refeição quente. O nosso obrigado. Depois de umas 7 horas de sono foi levantar e tomar o pequeno-almoço, às 09H30, já que o treino da manhã estava marcado para as 11H00. A equipa treinou bem (duas horas), sem problemas de maior (não há condicionalismos de ordem física, segundo nos informou a fisioterapeuta Bárbara Rola), resolvidos alguns contratempos relacionados com a altura das tabelas. Já agora outra novidade: quando chegámos já estava no hotel à nossa espera a jogadora Luiana Livulo (poste), que viajou no domingo desde os EUA, onde estuda e joga na UCLA (Los Angeles). Ontem mesmo veio de Lisboa, numa das carrinhas da FPB, conduzida pelo Pinto Sebastião, que tem a missão do apoio logístico, particularmente doas selecções femininas e do CAR Jamor Feminino. Naturalmente que a carrinha também transportou diverso material necessário à realização dos treinos e jogo (bolas, material de fisioterapia, marquesa portátil e equipamentos, etc.). É preciso não esquecer que a selecção anda em viagens nesta fase de competição há mais de duas semanas, com jogos alternados no estrangeiro e no nosso país. E fomos a selecção mais prejudicada, nesse aspecto, porque fomos os únicos que iremos alternar sempre jogos em casa e jogos fora, sujeitos obviamente a um maior desgaste. Por exemplo, a Estónia irá fazer amanhã em Tallinn o seu 3º jogo consecutivo em casa. As condições não são as mesmas… como facilmente se compreende.O treino da tarde está marcado para as 18H00, com a duração de hora e meia. A selecção da Letónia, que chegou esta manhã (10H40), procedente de Frankfurt, via Porto, ficando alojada na mesma unidade hoteleira, irá treinar a seguir (19H30/21H00).
Estágios a Norte
O inicio dos trabalhos está condicionado pelos exames nacionais, com o grupo de 16 jogadores a ficar só completo no próximo dia 26. Será um mês de preparação, sem ser o tempo ideal é o possível, todo realizado em Portugal, mas em que está programado a realização de um torneio internacional de grande qualidade, como forma de preparar a equipa para o Europeu que se disputará na Bulgária de 24 de Julho a 3 de Agosto.
O arranque dos trabalhos de preparação sofreu um pequeno atraso relativamente à data prevista, isto porque a grande maioria dos atletas convocados tem exames nacionais, acabando por ser igualmente uma forma de reajustar o orçamento disponível.Braga vai ser o primeiro local de trabalho da Seleção, uma escolha que muito agrada ao grupo de trabalho e que só foi possível pela ajuda prestada por Mário Batista, interlocutor nesta parceria, em que quem sai beneficiado são os atletas na obtenção de melhores condições de trabalho. Está previsto um jogo de treino para o próximo dia 28, frente à Seleção Universitária, que está igualmente a preparar-se para o seu respetivo campeonato.As limitações orçamentais não permitiram que a Seleção de Sub 18 conseguisse fazer parte da sua preparação, à semelhança dos últimos anos, na Sérvia. Como forma de ultrapassar a falta de contacto internacional, num esforço financeiro por parte da FPB, e com o apoio da Câmara Municipal de Esposende, os jovens portugueses irão ter a oportunidade de disputar um torneio internacional, em Esposende de 11 a 13 de Julho, que contará com a presença das Seleções da Bélgica, Holanda e Panamá. Seleções fortes, cujo grau de dificuldade dos jogos se aproximará da realidade do próximo Europeu.Depois será o regresso a Lisboa, para os últimos dias de preparação que antecedem a partida para a Bulgária a 22 de Julho, dois dias antes do inicio do Europeu. Portugal estreia-se a 24 de Julho frente à Ucrânia, sendo que ainda fazem parte do Grupo A, as seleções da Bulgária, Dinamarca, Irlanda e Escócia. Um grupo complicado já que conta com duas seleções (Ucrânia e Bulgária) que desceram da Divisão A e normalmente competem na no escalão principal, e uma Dinamarca que é sempre candidata discutir a promoção. Quatro equipas, em teoria, a querem lutar por dois lugares, se bem que a Seleção da Irlanda tenha conseguido resultados interessantes na geração de Sub 16.Para este 1º estágio foram convocados 16 jogadores, que irão chegar a “conta gotas” em função das datas dos exames nacionais, duma lista de 24 elegíveis para participar neste próximo Europeu. Lista de convocados para o estágio:Pedro Oliveira Carlos CardosoFrancisco Amiel Bernardo NevesSérgio Silva João Oliveira Carlos SalamancaDiogo Brito João Silva João Lucas Luís Câmara Diogo Araújo Jorge PiresDaniel RelvãoPedro Rodrigues Miguel FerrãoLista FIBA:Francisco Amiel – AlgésPedro Oliveira – Dragon ForceCarlos Cardoso – Desportivo LeçaJoão Oliveira – Vasco da GamaMiguel Soares – OvarenseJoão Neves – SLBMiguel Romão – Terceira BasketSérgio Silva – SLBJoão Silva – AcadémicaBernardo Neves – Ginásio FigueirenseHugo Pereira – Desportivo leçaCarlos Salamanca – SLBDiogo Brito – Dragon ForceJoão Lucas – Dragon ForceLuís Câmara – AlgésDiogo Araújo – Dragon ForceGuilherme Pires – Estoril BasketJorge Pires – AgésMiguel Ferrão – NB QueluzDaniel Relvão – Moutain Mission BasketballRicardo Monteiro – SLBBenvindo Mendes – SeixalPedro Rodrigues – IlliabumBruno Fernando – Algés
Sub-15 e Sub-16 terminam estágio
O encontro terminou com o resultado de 63-57 favorável à Seleção Sub-15, mas mais importante do que o resultado, foi a análise de todas as intervenientes tendo em vista o futuro.
Assim, os Selecionadores Nacionais, Ana Neves e Agostinho Pinto tiveram a preciosa colaboração dos treinadores Ana Noivo, do SC Braga, e Celso Casinha, do Núcleo de Pombal, onde partilharam boas experiências com as duas Seleções durante o fim de semana em Anadia.Agradecer a colaboração do GD Gafanha, que de imediato se disponibilizou em participar no jogo com as Sub-15, que contou com a presença de bastante publico na bancada do Multidesportos de Anadia.De salientar mais uma vez a colaboração do Anadia Futebol Clube, da Câmara Municipal de Anadia, e da Federação Portuguesa de Ciclismo, a todos o nosso agradecimento.
«Esperamos vontade e atitude»
O Europeu irá terá lugar em Strumica, Macedónia, entre os dias 20 e 30 de Agosto. Portugal faz parte do Grupo D, juntamente com Montenegro, Áustria, Suécia, Albania e Suíça, sendo que no jogo inaugural a equipa nacional defronta os austríacos. De modo a conseguir manter em competição os jogadores selecionáveis, serão realizados treinos zonais, bem como está agendada a participação da equipa nos jogos da CPLP, que este ano se realizam em Angola.
Durante a realização da fase final nacional do escalão, disputada em S. João da Madeira, de 6 a 8 de Junho, e por imposição organizativa, foi emitida uma lista prévia de 18 jogadores dos quais 12 irão participar nos CPLP em Angola. Estes jogadores estarão sobre observação nesta primeira ação, se bem que o grupo continua em aberto, já que foi elaborada e enviada para a FIBA uma lista 23 selecionados, todos em condições de poder participar no próximo Campeonato da Europa.Os treinos de zona, no Norte e no Sul, não têm ainda datas previstas (entre 19 de Junho e 17 de Julho), são para “continuarmos a observação do lote total dos 24/23 que compõe a lista da FIBA”, e servirão também para “termos uma ideia mais aproximada do grupo que irá a Angola.”Esta foi, dentro das possibilidades orçamentais, a forma encontrada para tentar manter o mínimo de forma desportiva, bem como para avançar em termos táticos. “São importantes para os atletas não estarem parados até 20 de Julho, data de início da 1ª ação. Muitos deles correm o risco de estarem parados há mais de 1 mês e os treinos de zona são uma forma de minorar esse problema. Será um reinício de época em todos os sentidos, bem como servirão para introduzir já algumas das coisas que faremos em competição.”Os 12 escolhidos para se deslocarem a Angola a fim de participarem nos jogos da CPLP são apenas uma primeira escolha, já que Raul Santos não pretende de forma alguma “fechar do grupo”. Será um primeiro momento de observação em competição, em que pela primeira o Selecionador nacional terá a possibilidade de ver os 12 jogadores “em combate”.Após o regresso a 4 de Agosto, “reiniciaremos a preparação dois dias mais tarde (6 de Agosto), dando inicio ao estágio final com destino à Macedónia, já com algumas ideias definidas, e com 15 atletas que sairão da lista de 24.”O tempo de preparação para Angola (3 dias) “será muito curto, mas as restrições económicas que o país atravessa afetam-nos a todos”. Tendo em conta um tão curto período de trabalho, Raul Santos acredita que será um bom teste ao caráter dos jogadores eleitos para este desafio. “Esperamos ter, apesar das dificuldades, rapazes com uma grande vontade de representar o nosso país, com grande atitude e dispostos a deixar tudo em treino e em campo.”
Ana Catarina Neves: «Criar espírito de trabalho»
A treinadora conta o que pretende neste segundo estágio de preparação para o Europeu.
Numa perspetiva de manter uma base de recrutamento para as futuras Seleções, a Selecionadora Ana Catarina Neves vai trabalhar com um grupo de atletas Sub-15. “É o primeiro momento formal de trabalho e observação de atletas que podem vir a fazer parte das seleções nacionais. Para algumas é o primeiro contacto connosco e com os nossos métodos de trabalho.”Para além dos aspetos do treino, a treinadora pretende que a chamada a este estágio funcione como um incentivo para continuarem a evoluir e aplicarem-se nas respetivas equipas. “Pretendemos com este estágio, para além do desenvolvimento dos conteúdos propostos no treino, ‘alimentar a ilusão’ destas jovens e criar nelas um espírito de trabalho e ambição ainda maiores que se vá refletir na forma como vão trabalhar no seu dia a dia nos seus clubes.”Quanto às Sub-16, este constitui o segundo estágio de preparação da Seleção que vai disputar o Campeonato da Europa este Verão. Mais um momento de trabalho que será aproveitado pela treinadora para a difícil e dolorosa tarefa de fazer escolhas. Sem que isso invalide o normal processo de construção da equipa. “É o momento em que temos de tomar decisões relativamente à constituição do grupo final. Pretendemos aprofundar aspetos abordados na Páscoa e avançar nas questões táticas que precisam de ser trabalhadas.”Mantendo uma tradição que já vem de trás, Ana Catarina Neves vai ter mais dois elementos na sua equipa técnica, que terão voz ativa no decorrer dos treinos, que servirá igualmente para a treinadora dar a conhecer melhor o trabalho que se faz nas Seleções de Sub-16 Femininos. “Também neste estágio, e como é habitual nos últimos anos, convidamos dois treinadores a estar connosco e a participar ativamente nos treinos. É assim para nós, um momento de partilha e troca de experiências sobre a forma como preparamos a seleção e o que pretendemos das nossas atletas.”
Sub-20 perdem último jogo com a Holanda
ortugal perdeu o último jogo de treino que realizou com a Holanda, por 41-46. Num jogo em tudo idêntico ao do dia anterior, ressalta a vista os problemas de eficácia de lançamento, sobretudo em situações de contra ataque e tiro exterior.
Em jogos muito equilibrados como o deste domingo, e contra uma Holanda de Divisão A, que capitaliza todos os erros do adversário, desperdiçar situações de cesto fácil é fatal, conforme se constatou. Não obstante, fica na retina a excelente prestação defensiva do selecionado luso, que em nenhum dos 4 jogos realizados sofreu mais de 50 pontos. Por outro lado, a elevada intensidade empregue nos 4 jogos realizados em menos de 72 horas é igualmente uma nota positiva. Os resultados dos parciais são um bom espelho deste equilíbrio, 14-16, 8-11, 9-10 e 10-9. Foram novamente utilizadas todas as 12 convocadas. A seleção portuguesa treina ainda em Terras do Bouro no dia 16 e regressa ao trabalho no dia 18, em Vila Nova de Gaia, até ao dia 23 do corrente.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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