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Prontos para as dificuldades ante um dos favoritos ao 1º lugar

Antes de começarmos o diálogo com o seleccionador nacional, recordar que o nosso adversário deste domingo é uma das selecções com assinatura habitual nas fases finais dos Campeonatos da Europa e dantes quando havia a separação em Divisão A e Divisão B, era sempre da elite. Por exemplo nos dois últimos Europeus, em França (2013) foi afastada logo na fase de grupos, tendo ficado na última posição do Grupo C, ganho pela França. Mas no campeonato anterior (2011), realizado na Polónia, chegou aos quartos-de-final, tendo sido afastada das meias-finais pela Rússia (campeã europeia nesse ano) e depois foi disputar a fase do 5º/8º lugares. Começou por perder com a Croácia (foi 5ª classificada), indo depois dirimir a 7ª/8ª posições, tendo terminado no 8º posto, ao ser derrotada pela Lituânia. Recuando ainda mais no tempo, foi 7ª no Europeu 2009 (aqui em Riga) atrás da Itália (6ª) e 4ª no Europeu 2007 (em Chieti ), desta feita à frente da selecção transalpina (9ª).Feito este preâmbulo, pusemos logo a primeira questão ao nosso interlocutor. Como analisa o jogo com a Letónia? A resposta foi pragmática e coerente: «Estamos provavelmente perante o jogo mais complicado da fase de qualificação, visto que vamos jogar perante um dos favoritos para vencer o Grupo C, em sua casa, no 1º jogo (para nós quase sempre o compromisso mais difícil em todas as anteriores qualificações), contra uma equipa em que os seus pontos fortes são os centímetros e os postes. Mais: recentemente nos jogos de preparação, perdeu com a China (3 pontos) e Lituânia (11), mas venceu a Grécia nos 3 encontros realizados.».O jogo interior da selecção portuguesa é desde há uns anos a esta parte uma das áreas em que somos menos competitivos, face à menor estatura, peso e envergadura das nossas jogadoras na área pintada. Essa realidade veio mais ao de cima com a notícia hoje confirmada. Ricardo Vasconcelos pormenorizou: «A juntar às dificuldades já enunciadas, tivemos hoje a informação por parte do comissário, de que a jogadora Aurélie Pinto (uma das nossas jogadoras interiores), com dupla nacionalidade luso-francesa desde a nascença (à luz da legislação portuguesa), foi considerada pela FIBA como naturalizada. Portanto como já temos a Sofia Carolina Silva com esse estatuto, naturalmente que a Aurélie, com muita pena nossa, foi preterida.». Para finalizar o seleccionador concluiu: «Em relação ao jogo, penso que estamos prontos e conscientes das dificuldades que vamos encontrar, mas temos ideias claras em como contrariar os “miss-match” com que nos iremos debater na área pintada. Temos como ambição o controlo do ritmo do jogo, mas sabemos que vai ser extremamente difícil desde logo pela necessidade que temos de controlar a luta dos ressaltos.».


Ficou demonstrado que temos valor para competir a este nível

Feita a habitual distribuição dos quartos, foi só subir para deixar as bagagens e descer para almoçar por volta das 15H00.

A viagem que nos trouxe do Luxemburgo, começou bem cedo, pois o voo da Luxair que nos transportou até Frankfurt, escala da ligação para Riga, tinha a partida agendada para as 06H45. Estar na recepção do Parc Hotel às 05H00, nosso poiso desde a passada 2ª feira, foi duro mas nestas andanças é assim mesmo. O voo que nos levou até Frankfurt, foi curto (50 minutos) e por isso combinámos com o seleccionador nacional fazer o balanço da preparação para a fase de qualificação do EuroBasket 2015 durante o voo Frankfurt-Riga (2h05). Curiosamente calhou ficarmos lado a lado e por isso as coisas ficaram bastante facilitadas. A preparação para a campanha europeia de 2014, começou a 7 de Maio, faz amanhã precisamente um mês. Fez-se depois um estágio de 6 dias na Eslovénia (Kranjska Gora), onde realizámos 4 jogos, 2 com a congénere anfitriã (duas derrotas) e outros 2 com a selecção da Macedónia (duas vitórias). O saldo ficou pois nos 50% e agora no caminho para Riga, fizemos mais 2 jogos de controlo, com o Luxemburgo. O saldo manteve-se nos 50% porque vencemos o 1º encontro (70-46) e perdemos o 2º (51-65). Foi pegando precisamente neste tema que iniciámos a conversa com o seleccionador nacional. Disse-nos: «Após 28 treinos e 6 jogos, o grupo de trabalho terminou esta fase com algum cansaço acumulado, mas bastante coeso. O trabalho realizado ao longo deste período foi bastante positivo, tendo a equipa melhorado significativamente no trabalho sem bola bem como nas transições ofensivas (aumentámos o ritmo). Do ponto de vista defensivo ainda temos algumas lacunas, quer ao nível da transição ataque-defesa quer na defesa da bola. Os 6 jogos que fizemos trouxeram-nos boas rotinas e boas dinâmicas, excepto no último em que não conseguimos ser iguais a nós próprios. As 3 vitórias demonstraram que temos valor para competir a este nível.».Esta fase de qualificação para o EuroBasket 2015 congrega 26 selecções, distribuídas por 5 grupos de 4 equipas cada e mais 2 grupos de 3 equipas cada, apurando-se os 7 primeiros e os melhores 6 segundos classificados. O sorteio ditou que ficássemos inseridos no Grupo C, juntamente com a Letónia, Itália e Estónia, selecções que defrontaremos por esta ordem, em sistema de poule a duas voltas, de acordo com o seguinte calendário: Letónia (em Riga – 8/6), Itália (em Coimbra -11/6), Estónia (em Tallin -15/6), Letónia (em Caminha -18/6), Itália (em Ragusa -22/6) e finalmente Estónia (em Carcavelos -25/6). Como faz a avaliação deste Grupo C em que Portugal calhou por sorteio, perguntámos. A resposta de Ricardo Vasconcelos mostra que o responsável técnico da selecção sénior feminina tem ambição de lutar pelo apuramento: «Em teoria estamos num grupo com 2 habitués das fases finais dos Europeus e portanto temos claro que a missão que nos espera é complicada. Até ao momento só tivemos a possibilidade de observar a Itália que, aparentemente, está a conseguir resultados abaixo do normal na fase de preparação. Por outro lado a Letónia voltou a inscrever algumas das suas jogadoras mais experientes (mudou de treinador), dando a ideia de que vai apostar forte nesta qualificação. A Estónia é um adversário directo, a priori o mais acessível. Partimos com a ambição clara de ganhar os 2 jogos. Sabemos que cada vitória num jogo internacional é difícil, mas não podemos ter outra postura senão entrar para este apuramento com a perspectiva de poder surpreender e tentar alcançar o segundo lugar no nosso grupo.». A equipa entretanto recolheu aos quartos para recuperar algumas energias, pois hoje ainda está marcado um treino com a duração de hora e meia (20H00 às 21H30), no Riga Olympic Center, recinto onde se jogará no próximo domingo a partida entre Letónia e Portugal (20H15), mais 2 horas que em Portugal.


«Empenho e disciplina tática»

“Capacidade de superação e luta” são requisitos que considera fundamentais.

O Europeu de Sub-20 Masculino está cada vez mais próximo, e o treinador André Martins vai começar os trabalhos da Seleção no Minho, local escolhido para o princípio da caminhada até à grande competição. “Vamos iniciar a preparação final em Braga (Bom Jesus) e treinar nas instalações da universidade do Minho.” Um estágio que se tornou viável graças ao empenho do Presidente CNMB, Mário Batista, que foi capaz de envolver a autarquia de Braga no apoio à Seleção.”É sempre complicado em escalões de formação fazer previsões acerca da competição, embora seja sempre possível recorrer a competições anteriores e estabelecer alguns paralelismos e retirar algumas conclusões. “Quanto às expetativas neste Europeu, teoricamente enfrentamos 3 seleções que nas gerações anteriores foram superiores à nossa Seleção. Bósnia, considerada como a grande favorita na prova; a Bélgica e a Estónia.”E nos jogos frente a estes adversários, o selecionador André Martins só encontra uma fórmula para atingir o sucesso. “Nestes encontros teremos de apelar as nossas capacidades de superação e luta, procurando levar a discussão dos encontros para os momentos finais, aí tudo pode acontecer.”O que não faz com que hajam jogos fáceis durante a competição, pois só uma equipa ao seu melhor nível será capaz de superar seleções que em teoria serão mais acessíveis. “As Seleções da Roménia, Luxemburgo e Chipre são adversários de respeito, onde só com total empenhamento e disciplina tática será possível vencer os nossos adversários.”Para o técnico nacional a dedicação dos jogadores terá de ser total, já que irá pedir deles o seu melhor durante todo o período de preparação. “Importa salientar que neste momento o mais importante será construir um compromisso de trabalho e exigência nesta fase de preparação, onde o lema das Seleções Nacionais tem que estar presente em todos os momentos – Dar o máximo.”Em anexo poderá consultar o plano de preparação da Seleção Nacional de Sub 20 Masculinos até chegar ao próximo Campeonato da Europa.


Má prestação defensiva na 1ª parte explica o desaire

Como é que foi possível acontecer a desforra luxemburguesa? Duas razões fundamentais: Portugal voltou a entrar mal e desta vez não conseguiu a reviravolta, porque defendeu mal. Mas na hora da derrota é importante retirar ilações e aprender com os erros.

Não há muito a dizer de um jogo em que só estivemos na frente um minuto, quando Ana Oliveira acertou o 1º dos seus 3 triplos no minuto 2 (0-3). O 1º período (21-17) indiciava uma má prestação defensiva das nossas representantes. No 2º quarto (21-7) à defesa permeável juntou-se uma fraquíssima eficácia nos lançamentos de 2 pontos (1/13), uns impensáveis 8%. Por seu turno o acerto das luxemburguesas nos tiros de 3 pontos era tremendo (7/9), com realce para os 80% de Lynn Schreiner (4/5), embora a eficácia lusa nessa vertente também fosse boa (6/14). O problema é que a diferença na percentagem dos lançamentos de campo era abissal: 61%-26%, favorável às anfitriãs. No 3º período (12-10) o seleccionado luso melhorou defensivamente e baixou a fasquia para 13 pontos (47-34), à entrada do minuto 25, obrigando o treinador da casa, Hermann Paar, a pedir um desconto de tempo. Algumas decisões da arbitragem a revelarem nítido caseirismo resultaram em duas faltas técnicas, que abanaram a equipa portuguesa, a que se juntou a 4ª falta de Lavínia Silva, no minuto 29, obrigando que Ricardo Vasconcelos a resguardasse no banco. A equipa já não se reencontrou até ao final dos 30 minutos jogados (54-34), tendo sofrido um parcial de 7-0. No último quarto (11-17), Portugal ainda voltou a reduzir a desvantagem para 14 pontos (59-45), no minuto 35, após um parcial de 0-8, culminado com a 3ª bomba de Laura Ferreira. O seleccionador luxemburguês parou o cronómetro no minuto 36 e até final as anfitriãs conseguiram gerir a vantagem, pese o inconformismo luso patente no 4º triplo de Laura (61-48), no minuto 38 e nas acções de Sofia Carolina a provocar uma falta (63-49) e a selar o resultado com um duplo (65-51). Ricardo Vasconcelos, seleccionador português, espelhava no rosto o desânimo. No final da partida, disse-nos: «Entrámos no jogo novamente de forma muito relaxada e a permitir que o Luxemburgo ganhasse confiança. Nunca conseguimos uma qualidade colectiva que nos permitisse ganhar o jogo e a prova disso foi uma 1ª parte fraquíssima em termos defensivos. Sofremos 42 pontos de um adversário com menos talento do que nós, o que tornou difícil a reviravolta para a 2ª metade. Apesar de termos melhorado defensivamente na etapa complementar (sofremos 23 pontos), a fazer 17,2% nos lançamentos de 2 pontos (5 em 29) é impossível ganhar jogos. Isto é: permitir 24 pontos na área pintada ao Luxemburgo quando nós só marcámos 10, coloca-nos numa posição em que é muito difícil ganhar. Voltámos a estar bem no capítulo dos 3 pontos (11/26) ou seja 42%, mas fizemos 20 turnovers contra uma equipa que voltou a defender zona durante os 40 minutos.». Resultado: Luxemburgo 65-51 PortugalDestaque nas vencedoras para um quarteto liderado por Nadia Mossong, MVP do jogo (17,0 de valorização) ao contabilizar 17 pontos, 6/9 nos lançamentos de campo repartidos por 3/5 nos duplos e 3/4 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres, muito bem acompanhado pela triplista Lynn Schreiner (17 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo repartidos por 2/3 nos duplos e 4/7 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 5 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres), pela base Cathy Schmit (8 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 8 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e por Lisa Jablonowski (11 pontos, 1/1 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres). Na selecção lusa as mais valiosas foram Sofia Carolina (10 pontos, 8 ressaltos sendo 5 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 4/7 nos lances livres), Carla Nascimento (6 pontos, 2/3 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas) e Laura Ferreira (14 pontos, 4/9 nos triplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 5 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres). Bons contributos de Lavínia Silva na luta das tabelas (9 ressaltos sendo 6 ofensivos) e de Ana Oliveira da linha dos 3 pontos (3/8). Ficha de jogo Sport Hall em OberanvenLuxemburgo (65) – Cathy Schmit (8), Liz Schmitz (3), Tessy Hetting (8), Nadia Mossong (17) e Evelyne Stoll (1); Lynn Schreiner (17), Lisa Jablonowski (11), Michèle Orban e Laure DiederichPortugal (51) – Carla Nascimento (6), Daniela Domingues (3), Ana Oliveira (13), Laura Ferreira (14) e Sofia Carolina (10); Lavínia Silva (2), Inês Faustino, Jessica Almeida, Michélle Brandão, Francisca Braga, Aurélie Pinto (3) e Dora DuartePor períodos: 21-17, 21-7, 12-10, 11-17Árbitros: Patrick Glod, Georges Wolzfeld e HansenAmanhã (5ª feira) a equipa tem folga de manhã, treinando a partir das 16H00. A partida para a Letónia (Riga) está marcada para a próxima 6ª feira, de manhã, bem cedinho. Teremos que estar no aeroporto por volta das 05H00, na medida em que o voo da Luxair LG9301 que nos levará até Frankfurt parte às 06H45. Uma viagem curtinha (50 minutos) mas no aeroporto de Frankfurt a escala é de 2 horas e meia: o voo LH890 para Riga tem a partida agendada para as 10H05, com chegada prevista para as 13H10 locais.


Vitória categórica depois de alguma desconcentração

Ontem no 1º jogo de controlo contra a selecção anfitriã, Portugal venceu por números que não deixam dúvidas.

Não passaria pela cabeça de ninguém da comitiva lusa que depois de termos respondido de forma simples mas eficaz à melhor entrada das anfitriãs (4-0 à entrada do minuto 3), passando para a frente no minuto 5 (6-8), com Laura Ferreira on-fire (2 triplos consecutivos), as comandadas de Ricardo Vasconcelos tenham feito 5 minutos completamente atípicos, ao sofrer um parcial de 7-0, com Lynn Schreiner a dar o mote, acertando uma bomba no minuto 6. Foi deste modo que a selecção luxemburguesa terminou o 1º período (13-8) no comando, sem ter feito muito por isso, ou seja mais por demérito luso.No 2º quarto (5-26) as coisas mudaram radicalmente de figura. Mas as nossas representantes ainda demoraram mais de 3 minutos a acertar com o cesto, porque à entrada do minuto 13 o prejuízo já tinha aumentado para 9 pontos (17-8), obrigando o seleccionador português a parar o cronómetro de imediato. Feitas as necessárias correcções, a estratégia deu os seus frutos. Fazendo uma rápida circulação de bola perante uma defesa zona montada pelo treinador da casa, foram-se construindo boas situações de lançamento. Os cestos sucediam-se e o técnico do Luxemburgo pediu 2 descontos de tempo no espaço de 2 minutos e meio. Primeiro aos 17-14 (minuto 15) depois de a sua equipa ter consentido um parcial de 0-6 em menos de 1 minuto. Logo a seguir a selecção anfitriã encaixou mais um parcial (0-13), com 3 triplos (Inês Faustino, de novo Laura Ferreira e Carla Nascimento) pelo meio. Em resumo: Portugal impôs um parcial de 0-19 e foi para o descanso na frente (18-34). Para essa vantagem de 16 pontos, muito contribuiu a magnífica percentagem nos tiros do perímetro (60%) com 6 triplos convertidos em 10 tentados, tendo Laura Ferreira estado irrepreensível (3/3). No 3º quarto (13-20) o ritmo baixou um pouco, mas a eficácia da linha de 3 pontos continuava em níveis excelentes. No minuto 26 já tinham caído mais 4 bombas (3 consecutivas de Daniela Domingues e a 2ª da capitã Carla Nascimento) e o resultado dobrava (24-48), no minuto 26. No derradeiro período (15-16) e com o jogo perfeitamente controlado, as nossas representantes foram gerindo a vantagem, sem grandes sobressaltos, tendo chegado a 40-70, com mais um triplo, desta vez da autoria de Dora Duarte, no minuto 39. Foi já nos últimos 30 segundos que as luxemburguesas reduziram com 2 triplos, fixando os números finais, em cima da buzina, com a 2ª bomba de Tessy Hetting. Resultado final: Luxemburgo 46-70 Portugal No final da partida o seleccionador Ricardo Vasconcelos fez o seu comentário ao modo como viu o desempenho da sua equipa: «Entrámos mal no jogo, um pouco desconcentrados e acabámos por fazer um 1º período abaixo daquilo de que somos capazes. Contudo a reacção que tivemos no 2º quarto (17-0) demonstra que a equipa já tem momentos muito sólidos e de boa qualidade de jogo. Jogámos contra um adversário que nos colocou uma defesa de zona durante 40 minutos e ao apresentarmos uma percentagem de 50% da linha de 3 pontos (12/24), revelámos boas escolhas no ataque.».Destaque no seleccionado luso para a prestação de Laura Ferreira, MVP do encontro (19,5 de valorização) ao contabilizar 13 pontos, 5/7 nos lançamentos de campo repartidos por 2/3 nos duplos e 3/4 nos triplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências e uma falta provocada, muito bem acompanhada por Daniela Domingues (15 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo repartidos por 3/6 nos duplos e 3/4 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, duas assistências e 1 roubo) e Carla Nascimento (10 pontos, 2/3 nos triplos, 7 ressaltos defensivos, duas assistências e 3 roubos). Nas anfitriãs a mais valiosa foi Liz Schmitz ( 7 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 2 roubos), logo seguida de Tessy Hettinger (10 pontos, 2/2 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas) e Cathy Schmit (10 pontos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 4 roubos e 4 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres). Ficha de jogoSport Hall em OberanvenLuxemburgo (46) – Cathy Schmit (10), Lynn Schreiner (6), Tessy Hetting (10), Nadia Mossong e Evelyne Stoll (5); Liz Schmitz (7), Lisa Jablonowski (6), Magaly Meynadier e Michéle Orban (2) Portugal (70) – Carla Nascimento (10), Inês Faustino (5), Ana Oliveira (8), Lavínia Silva (4) e Sofia Carolina (4); Laura Ferreira (13), Daniela Domingues (15), Francisca Braga (2), Aurélie Pinto, Michélle Brandão (6), Jessica Almeida e Dora Duarte (3)Por períodos: 13-8, 5-26, 13-20, 15-16Árbitros: Luc Meisch e Yan SurikinAs duas selecções voltam a defrontar-se esta 4ª feira, à mesma hora (19H30 locais), mais uma hora que em Portugal, no mesmo recinto.


Torneio Intercontinental

O evento vai decorrer no Pavilhão Municipal de Fão, numa organização conjunta da Câmara Municipal de Esposende, Federação Portuguesa de Basquetebol e Associação de Basquetebol de Braga, e promete atrair ao concelho muitos visitantes, apreciadores do desporto em geral e do basquetebol em particular.Em termos competitivos, no dia 11, defrontam-se Portugal/Bélgica e Holanda/Panamá, no dia 12 jogam Holanda/Bélgica e Portugal/Panamá, e no dia 13 os jogos oporão Portugal à Holanda e o Panamá à Bélgica. A anteceder o torneio, terá lugar, no dia 10, um jogo de preparação com as equipas de Portugal e Holanda, estando previsto também, no dia 14, um encontro entre a seleção nacional e a da Bélgica. Os horários dos jogos não estão ainda definidos, mas é certo que terão entrada livre, assim como os treinos e os encontros extra competição.De referir que a selecção portuguesa fará um estágio de 30 de Junho a 10 de Julho, aproveitando a deslocação e as condições disponibilizadas pelo Município de Esposende.O Presidente da Câmara Municipal de Esposende mostrou-se agradado com a realização deste evento desportivo no concelho, apontando vantagens quer ao nível turístico, quer em termos de promoção e fomento da modalidade. Benjamim Pereira salientou que a iniciativa vai contribuir para a promoção turística do Município, na medida em que, para além das comitivas de cada seleção, o evento arrastará até Esposende muitos amantes do basquetebol, com benefícios também para a economia local. O Autarca considerou, por outro lado, que o evento assume um papel promotor da modalidade, contribuindo para o seu incremento particularmente junto das camadas mais jovens.Benjamim Pereira manifestou otimismo quanto ao sucesso deste torneio e a uma boa prestação da seleção nacional. Afirmando que “Esposende é uma terra de campeões”, apontou os nomes do motociclista Paulo Gonçalves e dos canoístas Teresa Portela e João Ribeiro, acrescentando que o seu exemplo pode constituir “um impulso forte e um incentivo extra para incentivar a juventude a praticar desporto e a ter hábitos de vida saudáveis”.Na sua intervenção, o Presidente Benjamim Pereira destacou o “trabalho profícuo” que o Município tem vindo a desenvolver no plano desportivo, nomeadamente através da reabilitação das infraestruturas desportivas, da implementação de programas junto da população do concelho, da realização de actividades desportivas de impacto regional e nacional e ainda do apoio dados aos clubes e associações desportivas concelhias através da celebração de contratos programa assegurando o pagamento das inscrições, exames médicos e seguros dos atletas nas várias modalidades.Em representação da Federação Portuguesa de Basquetebol, o Vice presidente Tiago Saldanha, agradeceu o interesse e a disponibilidade do Município na realização deste torneio, destacando a sua importância em termos nacionais.Agradecendo a colaboração do Município na divulgação do basquetebol, o Presidente do Comité Nacional de Minibasquete, Mário Batista, manifestou a expetativa de que a competição que decorrerá em Esposende contribua para fomentar a modalidade do basquetebol no concelho junto dos mais novos, desejo partilhado pelo Selecionador Nacional Sub-18 masculinos. Carlos Seixas referiu que “estão criadas as condições” para o sucesso deste evento desportivo e realçou as “condições excecionais” desta região, dizendo que “vai ser aprazível usufruir de Esposende”. O Selecionador Nacional manifestou-se confiante numa boa prestação da equipa nacional e considerou que este torneio será um contributo para a preparação dos atletas. Por seu lado, o Vice presidente da Associação de Basquetebol de Braga, João Cunha, agradeceu a colaboração da Autarquia no fomento da prática do basquetebol no concelho e regozijou-se com o crescimento da modalidade no distrito. Manifestou total disponibilidade da Associação de Basquetebol de Braga para continuar a colaborar com o Município com vista à promoção da modalidade. Na sessão de apresentação foi assinado o protocolo de colaboração entre o Município de Esposende, Federação Portuguesa de Basquetebol e Associação de Basquetebol de Braga, para a realização do Torneio Intercontinental de Basquetebol.


Má prestação defensiva na 1ª parte num jogo muito equilibrado

Neste momento as perspectivas não são as melhores para os objectivos de Portugal, que anseia estar presente na fase final da competição, no próximo ano. Matematicamente o apuramento ainda é possível, mas as coisas complicaram-se com a derrota deste final de tarde aqui na capital da Estónia. Não vai ser fácil mas ainda dependemos apenas de nós.

No 1º período (19-18) houve várias alternâncias de comando e situações de igualdade, com as comandadas de Ricardo Vasconcelos a carregarem no ressalto ofensivo (1-4 ressaltos), ganhando por isso as tabelas (7-10 ressaltos). As anfitriãs eram mais colectivas (6-2 assistências), com a capitã Merike Anderson (32 anos) a destacar-se nesse capítulo, jogando bem para a poste Valeria Kast (2,01m), na área pintada. A eficácia lusa nos duplos era baixa, comparativamente com a da Estónia (58%-39%), mas em contrapartida o acerto da linha de lance livre (67%-83%), por banda das nossas representantes, compensava o prejuízo nos lançamentos de 2 pontos. No 2º quarto (17-14) Portugal começou por empatar (21-21), por intermédio de Daniela Domingues logo no minuto 11, passando depois para a frente (21-24), dois minutos volvidos, novamente através de Daniela, que voltou a fazer nova jogada de 2+1, obrigando o treinador anfitrião, Jaanus Levkoi, a parar o cronómetro. Mas o seleccionado luso manteve a concentração e até ao minuto 15 (28-30) continuou a comandar, pese a reacção da equipa da casa, com a base Oksana Miils a acertar 2 triplos consecutivos (24-26 e 27-28), respectivamente no minuto 14 e 15, dois lançamentos frontais, cópia um do outro. Isso obrigou Ricardo Vasconcelos a pedir o seu 1º desconto de tempo (minuto 15) e depois de Inês Faustino ter desempatado (30-32), ainda no minuto 15, Portugal consentiu um parcial de 6-0, com Anderson a dar o mote e a suplente Mailis Pokk a converter um duplo e a marcar 2 lances livres. Estava assim feito o resultado ao intervalo (36-32). Portugal apesar de continuar a ganhar as tabelas (17-21 ressaltos), com destaque para a tabela ofensiva (3-8), pagava a factura pela fraca eficácia nos duplos (48%-32%). Mesmo assim a desvantagem não era maior porque o seleccionado luso continuava com pontaria elevada da linha de lance livre (11/12), excelentes 92%. No 3º período (12-17) a selecção portuguesa mostrou que regressava do balneário disposta a inverter a situação, pese embora ter visto a capitã Carla Nascimento fazer a 3ª falta e ir naturalmente para o banco logo no minuto 22 (38-34). A reacção lusa apareceu muito por culpa de Inês Faustino que entrando para o lugar da capitã, assumiu e de que maneira o papel não só de organizadora, mas também de marcadora, ao anotar 7 pontos consecutivos (2 lances livres, 1 duplo e 1 triplo), num parcial de 4-7, com o triplo a encostar o resultado (42-41), à entrada do minuto 27. A única bomba de Mª João Correia devolvia a liderança a Portugal (42-44), ainda no minuto 27 e ao cabo de 30 minutos jogados a nossa equipa mantinha-se na frente (48-49), mesmo com o regresso de Carla Nascimento ao banco por lhe ter sido averbada a 4ª falta, no minuto 28. As nossas representantes continuavam a limpar as tabelas (27-30 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (4-10) e melhorava a pontaria nos tiros do perímetro (33%), com 3 triplos em 9 tentativas, dando para equilibrar as contas. No último quarto (19-11) a nossa equipa depois dos 51-51 (minuto 32) consentiu um parcial de 4-0, o que obrigou o seleccionador luso a parar o jogo aos 55-51 (à entrada do minuto 34). Embora com sinal mais da Estónia, a partida manteve-se em aberto até ao minuto 38, quando Portugal virava o resultado (59-60), com a poste Sofia Carolina a emergir na ponta final, assumindo as despesas (2 lances livres e 2 duplos). Na resposta Mesila-Kaarmann fazia o 61-60 (minuto 39), recebendo um passe decisivo de Anderson e poucos segundos decorridos, Jaanus Levkoi esgotava os descontos de tempo. Com 1 minuto e 23 segundos para jogar, Portugal já não se reencontrou, com a capitã Anderson a dar o mote para novo parcial de 6-0, pese embora o seleccionador luso tenha esgotado também os descontos de tempo, sem resultados práticos. A acção da extremo/poste Viive-Kai Rebane nas tabelas, neste derradeiro parcial (5 ressaltos sendo 3 ofensivos) foi decisiva para que Portugal perdesse o controlo dos ressaltos que tivera até ao final do 3º período. Resultado: Estónia 67-60 PortugalNo final do encontro registámos o comentário do seleccionador Ricardo Vasconcelos: «Tínhamos a consciência de que ia ser um jogo muito equilibrado uma vez que o adversário tem um valor muito semelhante ao nosso. Contudo uma má prestação defensiva na 1ª parte, impossibilitou-nos de chegar aos últimos minutos mais frescos e mais serenos para vencer este encontro. A vitória contra a Itália colocou-nos numa posição em que sabíamos que o ganhar este jogo seria muito importante para atingir o ambicionado 2º lugar. Isso fez-nos assumir uma pressão superior à capacidade de desfrutar do jogo e entrar na partida de forma menos dinâmica do que nós necessitávamos. Em relação ao jogo, penso que a perda do controlo da tabela no último período (12-8 ressaltos) e a percentagem de 3 pontos abaixo dos 33% foram dois factores decisivos para não sairmos daqui com a vitória. Apesar de não termos atingido o resultado que ambicionávamos, na 2ª volta temos 2 jogos em casa e por isso matematicamente continuamos a depender só de nós.». Destaque nas vencedoras para as prestações da base Oksana Miil, MVP da partida (17,5 de valorização) ao contabilizar 12 pontos, 3/4 nos triplos, 8 ressaltos defensivos, 4 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas com 1/4 nos lances livres), logo seguida da capitã Merike Anderson (17,0 de valorização) ao somar 12 pontos, 4 ressaltos defensivos, 5 assistências, 3 roubos e 6 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres. Foram bem secundadas por Viive-Kai Rebane (6 pontos, 9 ressaltos sendo 5 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Pirgit Püü (9 pontos, 3/4 nos duplos, 1/3 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas) e Laina Mesila-Kaarmann (10 pontos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada). Na selecção portuguesa a mais valiosa acabou por ser Daniela Domingues (15,0 de valorização) ao anotar 11 pontos, 3/7 nos duplos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e 5 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres. Foi bem acompanhada pelas postes Sofia Carolina (12 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Lavínia Silva (7 pontos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos, 3 roubos e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Bons contributos de Inês Faustino (16 pontos, 1/3 nos triplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e 5 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres) e Laura Ferreira (4 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas). Ficha de jogo Audentes Sports Hall, em TallinnEstónia (67) – Oksana Miil (12), Merike Anderson (12), Pirgit Püü (9), Viive-Kai Rebane (6) e Valeria Kast (5); Laina Mesila-Kaarmann (10), Maaja Bratka, Birgit Piibur (6), Kerttu Jallai (3) e Mailis Pokk (4)Portugal (60) – Carla Nascimento (5), Daniela Domingues (11), Ana Oliveira (2), Lavínia Silva (7) e Sofia Carolina (12); Laura Ferreira (4), Inês Faustino (16), Mª João Correia (3), Michélle Brandão e Jessica AlmeidaPor períodos: 19-18, 17-14, 12-17, 19-11Árbitros: Marek Maliszewski (Polónia), Semen Ovinov (Rússia) e Volodymyr Pediev (Ucrânia)No outro encontro da 3ª jornada, Grupo C, a Letónia venceu a Itália (70-59). Concluída a 1ª volta da competição, a liderança pertence à Letónia, com 3 vitórias. Portugal desceu à 4ª posição, ainda que em igualdade pontual com a Itália (2º) e Estónia (3º), mas com pior cesto-average (-5) no desempate a três, favorável às italianas (+6), com a Estónia (-1) de permeio. Classificação actual (final da 1ª volta): 1º Letónia – 3V- 0D – 215-176 – 6 p.2º Itália – 1V- 2D – 177-182 – 4 p.3º Estónia – 1V- 2D – 181-200 – 4 p.4º Portugal -1V -2D – 175-190 – 4 p. A comitiva portuguesa regressa a Portugal na 2ª feira (dia 16). A partida do voo LH 883 que nos levará até Frankfurt onde é previsto chegar às 19H05 locais, está marcada para as 17H35, pelo que teremos de estar no aeroporto de Tallinn cerca de duas horas antes (15H30). Naquele aeroporto alemão, nosso ponto de escala na esmagadora maioria das viagens efectuadas nesta campanha, teremos 1H40 de espera pelo voo LH 1180 que nos transportará até ao Porto, com chegada prevista ao Aeroporto Sá Carneiro pelas 22H25. A razão do destino ser a Cidade Invicta prende-se naturalmente com o facto de o próximo jogo ser em Caminha (4ª feira, dia 18, às 21H00), com a Letónia, partida que assinala o início da 2ª volta. A cidade minhota acolhe as duas selecções, numa parceria constituída pela autarquia de Caminha e pela AB Viana do Castelo, que dão um inestimável apoio à FPB na realização deste jogo muito importante para as aspirações lusas, no tocante a um apuramento matematicamente ainda possível.


Temos que alterar as rotinas da equipa adversária ao passe interior

Principia a 2ª volta da competição e Portugal ocupa o último lugar da classificação no Grupo C, com apenas uma vitória, mas em igualdade pontual com a Itália e a Estónia. O adversário chama-se Letónia e ainda não perdeu, liderando com 3 vitórias.

No jogo da 1ª volta, em Riga há 10 dias, Portugal aguentou-se muito bem na 1ª metade (36-33 para as anfitriãs), mas um 3º período demolidor da equipa da casa (21-5) sentenciou a partida. Os nossos postes (Sofia Carolina e Lavínia Silva) terminaram ambas com 4 faltas, condicionando de forma clara a capacidade de reacção da equipa, particularmente em termos defensivos.A chegada de Luiana Livulo, também um poste, vem a priori permitir mais hipóteses de as nossas representantes darem mais luta nas tabelas, sem esquecer o contributo de Mª João Correia na rotação das jogadoras exteriores, porque tanto uma como outra não estiveram em Riga. Mas importante será registar a opinião do seleccionador Ricardo Vasconcelos, na antevisão ao encontro: «Sabemos que amanhã teremos pela frente o adversário mais forte do nosso grupo. É também a equipa com melhor jogo interior, o que para nós se torna uma dificuldade acrescida (metade dos pontos da equipa da Letónia em Riga foram marcados pelos dois postes, Putnina e Tamane, responsáveis por 35 dos 71 pontos). Do ponto de vista da estratégia, sabemos que temos de alterar as rotinas da equipa adversária ao passe interior. É fundamental também a ideia de controlar a tabela, bem como o ritmo do jogo, ou seja permitir que uma equipa deste calibre tenha 20 segundos de posse de bola para procurar os postes, será catastrófico. Temos de procurar fazer o contrário disso, limitando-lhes o tempo de ataque no nosso meio campo.». Em relação ao contributo de Luiana Livulo, chegada no domingo dos EUA, o seleccionador confirmou a nossa ideia, concretizando-a: «A integração da Luiana pode permitir acima de tudo um menor desgaste dos nossos postes, quer ao nível das faltas, quer ainda no número de minutos jogados de forma consecutiva.».Hoje foi dia de aniversário de Daniela Domingues. No final do jantar cantaram-se os parabéns pelos 22 anos da aniversariante, jovem poveira que passou pelo CAR Jamor e integrou as selecções dos escalões de formação, tendo todos os elementos da comitiva saboreado uma fatia do tradicional bolo de aniversário.


A comitiva lusa já está no Luxemburgo para 2 jogos de controlo

Depois do jantar a comitiva recolheu a uma unidade hoteleira em Carnaxide para descansar algumas horas (poucas) porque havia que estar no aeroporto às 05H30, cerca de duas horas antes da partida (07H25 no voo LH1173) com destino a Frankfurt.

Luxemburgo – A selecção nacional de seniores femininos viajou esta manhã para o Luxemburgo, onde chegou às 13H35 (hora local), mais uma hora que em Portugal por volta, depois de ter feito escala (cerca de 1H20) no aeroporto de Frankfurt. A viagem decorreu normalmente, não tendo havido problemas com as bagagens. A única situação de certo modo imprevista (ainda que nos tenham informado em Lisboa, quando fizemos o check-in) foi que aquando da chegada a Frankfurt, teríamos que ir ao Service Center da Lufthansa naquele aeroporto alemão, a fim de serem emitidos os talões de embarque para a ligação Frankfurt- Luxemburgo, feita pela companhia luxemburguesa (Luxair). E não foi com muita folga que entrámos no avião (porque a demora rondou os 40 minutos) e ainda tivemos que mudar de terminal. A comitiva já está instalada no Parc Hotel Alvisse, um quatro estrelas com muito boas condições, localizado a um quarto de hora do aeroporto, no máximo e depois do almoço recolheu aos respectivos quartos para recuperar energias. Às 17 horas a equipa parte para o pavilhão em Oberanven para fazer um treino de duas horas. Amanhã realiza-se o 1º dos 2 jogos de preparação acordados com a congénere luxemburguesa, marcado para as 19H30, mas de manhã haverá novo treino com início às 09H00, provavelmente com a duração de hora e meia. As 12 jogadoras convocadas são as mesmas que fizeram a viagem à Eslovénia (Kranjska Gora), há duas semanas. São elas:Ana Oliveira (AD Vagos)Aurélie Pinto (Brive Correze/França)Carla Nascimento (CB Al-Qazáres/Espanha)Daniela Domingues (AD Vagos)Dora Duarte (Algés)Francisca Braga (Lousada AC)Inês Faustino (Algés) Jessica Almeida (Cochise College Athletics/EUA)Laura Ferreira (GDESSA)Lavínia Silva (Algés)Michélle Brandão (Univ. Old Dominion/EUA)Sofia Carolina (Cadi ICG S./Espanha)ResponsáveisRicardo Vasconcelos (seleccionador)José Araújo (treinador adjunto)Nuno Manaia (secretário)Bárbara Rola (fisioterapeuta)José Tolentino (dirigente) As três jogadoras que regressaram lesionadas da Eslovénia, casos de Michélle, Aurélie e Lavínia, já treinam sem limitações, de acordo com informação prestada pela fisioterapeuta Bárbara Rola.


Mário Palma apresentou os convocados

De realçar a presença do Presidente da Câmara Municipal de Ovar, Dr. Salvador Malheiro, cidade que acolherá uma das partidas de qualificação.
Nos detalhes poderá encontrar o programa completo e os jogadores convocados.

PROGRAMA SELEÇÃO NACIONAL– 22 Junho a 12 Julho Hotel e Pavilhão do Caramulo- 14 a 23 JulhoHotel dos Capuchos e Comp. Desp. De AlmadaJogos com a selecção da Alemanha, a 19 e 20 Julho- 24 a 28 JulhoTorneio na Áustria (Oberwart)Jogos a 25,26 e 27 com as selecções da Hungria, Áustria e Bulgária- 31 Julho a 4 AgostoTorneio na Polónia (Torun)Jogos a 1,2 e 3 com as selecções da Polónia, Irão e Suécia- 7 a 11 AgostoHotel e Pavilhão em Sines (Multiusos de Sines)1º jogo FIBA com a Hungria a 10 Agosto- 11 a 14 AgostoHotel e Pavilhão em Nimburk (Sportvoni Centrum)Jogo FIBA com a Rep. Checa a 13 Agosto- 14 a 18 Agosto Hotel e Pavilhão em Ovar (Arena Dolce Vita)Jogo FIBA com a Georgia a 17 Agosto- 18 a 21 AgostoHotel e Pavilhão em KecskemetJogo FIBA com a Hungria a 20 Agosto- 21 a 25 AgostoHotel e Pavilhão em Gondomar (Multiusos de Gondomar)Jogo FIBA com a Rep.Checa a 24 Agosto- 25 a 28 AgostoHotel e Pavilhão em Tbilisi (Sports Palace)Jogo FIBA com a Georgia a 27 AgostoLISTA DE CONVOCADOS1. Mário Fernandes, SL Benfica2. Pedro Pinto, Vitória SC3. José Barbosa, AD Ovarense4. Miguel Cardoso, Nanterre (França)5. Miguel Minhava, Galitos FC6. José Silva, Vitória SC7. Fábio Lima, C. A. B. Madeira8. João Balseiro, Vitória SC9. Carlos Ferreirinho, SL Benfica10. João Soares, UD Oliveirense11. João Gomes, SL Benfica12. Cristóvão Cordeiro, AD Ovarense13. Miguel Queiroz, Dragon Force14. João Guerreiro, Vitória SC15. Stefan Djukic, Worcester Wolves (Inglaterra)16. Cláudio Fonseca, SL Benfica


Atletas do Sporting Clube de Braga na Seleção Nacional de Basquetebol

Fazendo parte do lote de 17 atletas nacionais pré convocados, José Miguel Rolim e António Moreira do SC Braga-Basquetebol estiveram este fim de semana (31 de maio e 1 de junho), no Centro de Alto Rendimento do Jamor, às ordens do selecionador nacional de sub-20, André Martins, realizando um estágio de observação, tendo em vista preparar a representação nacional para o Europeu de Sub-20 em Sarajevo, Bósnia, entre 10 e 20 de julho de 2014.A Seleção Nacional de sub-20, integrará nesta primeira fase o Grupo A, conjuntamente com a seleção anfitriã Bósnia, e as seleções da Roménia, Estónia, Chipre, Bélgica e Luxemburgo.Estes dois estudantes universitários e atletas de basquetebol, vêm-se distinguindo no panorama nacional da modalidade, fazendo também parte da equipa de Basquetebol da Universidade do Minho que, recentemente, venceu os Campeonatos Nacionais Universitários (2014) na cidade da Maia.Com mais esta vitória ao serviço da Universidade do Minho, irão representar Portugal nos Jogos Europeus Universitários a realizar na Holanda – Roterdão, entre 24 de julho e 8 de agosto, sob o comando do treinador bracarense João Chaves.


Eugénio Rodrigues tem 13 jogadoras em estágio na Cruz Quebrada

A concentração fez-se no Centro de Estágio da Cruz Quebrada e as 13 jogadoras convocadas pelo seleccionador Eugénio Rodrigues já treinaram sem limitações, à tarde, no Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana). Este primeiro estágio tem a duração de 3 dias, terminando amanhã, domingo, a seguir ao almoço.Convocadas (12):Inês Viana (CRCQ Lombos)Mafalda Guerreiro (CRCQ Lombos)Maria Kostourkova (CRCQ Lombos)Ana Granja Santos (Olivais FC)Inês Veiga (Olivais FC)Joséphine Filipe (Olivais) Joana Canastra (Algés)Leonor Cruz (CD Torres Novas) Nádia Fernandes (GDEMA Menéres) Jéssica Costa (Montijo BB)Raquel Jamanca (Montijo BB)Sofia Pinheiro (AD Ovarense)Não integram esta acção, por estarem a representar os seus clubes na fase final do Campeonato Nacional de Sub-19 Femininos, em Almada, este fim-de-semana, as seguintes jogadoras: Joana Soeiro e Chelsea Guimarães, do Algés; Joana Cortinhas e Sara Dias (Académico FC); e ainda Laura Ferreira (GDESSA).Helena Costa (Lousada AC), Carolina Anacleto (AD Vagos) e Cesária Ucalam (Martigny/Suiça) que faziam parte da convocatória inicial, apresentaram justificação compatível para a sua ausência. ResponsáveisEugénio Rodrigues (seleccionador)José Araújo (treinador adjunto)João Janeiro (secretário)Rita Mansilha (fisioterapeuta)Vítor Duarte (dirigente)


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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