Artigos da Federaçãooo

Conscientes das dificuldades mas confiantes na vitória

O recinto onde será realizado o jogo decisivo para as portuguesas é o pavilhão onde joga o Virtus Eirene Ragusa, equipa da terra, que foi 2ª classificada na 1ª Liga italiana, atrás do Famila Schio (campeão), ficando o Umbertide na 3ª posição. Tem capacidade para 2500 espectadores (lugares sentados). A equipa disputou a final do play-off com o Famila Schio (2-3), de cujo plantel fazem parte Giorgia Sottana e Raffaella Masciadri, pedras base da selecção italiana. Por seu turno no Virtus Ragusa alinha a extremo/poste Lavinia Santucci que também integra a squadra azzurra. Uma curiosidade: a nossa bem conhecida Clarisse Machanguana, internacional moçambicana, que foi campeã nacional em Portugal pelo União de Santarém (início dos anos 90), antes de ter ido para os EUA, onde foi companheira de Ticha Penicheiro e Mery Andrade, na Universidade Old Dominion, representou igualmente o emblema de Ragusa.Numa rápida passagem pelos 6 grupos que integram esta fase de qualificação do EuroBasket Feminino 2015, já há equipas apuradas, a duas rondas do termo da prova: Polónia (Grupo A), Lituânia (Grupo B), Letónia (Grupo C), Ucrânia e Montenegro (Grupo D), Suécia (Grupo E) e Croácia (Grupo F). Restam ainda quatro vagas (entre os 2ºs classificados), sendo certo que o pior dos 2ºs não será apurado. Para Portugal atingir esse objectivo, não depende de terceiros, mas terá que vencer aqui em Ragusa e bater também a Estónia, no último jogo, em Carcavelos, na próxima 4ª feira. Nesse hipotético cenário poderemos ficar em segundo no Grupo C, ainda que em igualdade pontual com as italianas e assim concretizar o sonho de estar na fase final da competição, em 2015. Após o treino da noite (duas horas), o seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos disponibilizou-se para fazer a antevisão do jogo deste domingo, onde o 2º lugar do Grupo C está em discussão. «Temos pela frente um jogo decisivo para ambas as selecções no que toca à possibilidade de se apurarem para a fase final do EuroBasket 2015, sendo que quem ganhar não está apurado mas quem perder dificilmente se poderá qualificar. Estaremos perante uma Itália com valores individuais bastante fortes, mas que pelo facto de não ter uma jogadora que faça a diferença na posição 5, permite-nos jogar mais de igual para igual. Depois da vitória em Portugal estamos conscientes de que elas vão estar cem por cento focadas e concentradas, para rectificar o resultado negativo em Coimbra. Com base nesta ideia, sabemos bem da importância de entrar bem no jogo e colocá-las numa situação de desconforto desde a bola ao ar. Sabemos que irão fazer das suas jogadoras exteriores o seu ponto forte, jogando muito pick-and-roll e temos que estar muito atentos na forma como iremos defender o mesmo. Em suma estamos conscientes das dificuldades, mas também confiantes no desfecho final.».


«Vamos ser equipa coesa e lutadora»

A equipa apresenta-se renovada, mas Mário Palma, e o adjunto Mário Gomes, acreditam que será possível alcançar bons resultados. Apesar de Portugal não ser favorito, vai defrontar a Hungria, a República Checa e a Geórgia de cabeça erguida e determinado a tentar ganhar cada jogo.

A equipa técnica da Seleção Nacionbal apostou numa equipa mais jovem (a média de idades é das mais baixas dos últimos anos), pois a renovação é um dos objetivos desta campanha. Mas a meta em termos competititivos é clara: “Lutar pelo apuramento para a Fase Final do Eurobasket’2015”, afiança Mário Palma.Mas o treinador não espera facilidades… “Para lá da dificuldade natural em conseguir simultaneamente renovar a equipa e conseguir o apuramento, existe, obviamente, a que é inerente à exigência da competição e que decorre da qualidade dos adversários: Hungria, República Checa e Geórgia.”Mário Gomes lembra um dos problemas que nos últimos anos tem afetado a Seleção Nacional. “São três Seleções de grande nível, cujo potencial exato ainda desconhecemos, pois depende dos jogadores que vierem a integrar cada uma delas nesta Fase de Qualificação. ­­­Aqui reside, provavelmente, a nossa grande desvantagem, ou seja, enquanto qualquer um dos nossos adversários tem jogadores espalhados por várias das melhores Ligas europeias, todos os nossos jogadores jogam apenas na competição interna”, reconhece o adjunto de Mário Palma.E esse facto acarreta problemas evidentes. “A consequência é óbvia e imediata: enquanto os nossos adversários irão competir no mesmo nível a que estão habituados, os jogadores portugueses terão pela frente exigências competitivas que lhes são estranhas, desde logo no que respeita à densidade da competição e à sequência de viagens. Este fator, conjuntamente com a falta de contacto/experiência internacional da maioria dos nossos jogadores, constitui a principal incógnita sobre o que poderá a nossa Seleção fazer em jogos a este nível.”Mas a vontade de ganhar e de representar condignamente o país estará presente em todos os jogos. Mário Palma destaca a importância dos encontros em casa. “Tal não nos desvia da ideia de entrarmos em cada jogo para o tentarmos ganhar e de termos como objetivo competitivo o apuramento, para o que será fundamental ganhar os jogos ‘em casa'”, salienta, assumindo, porém, que Portugal não é favorito. “Se conseguiremos, ou não, ser apurados, isso não sabemos, muito menos podemos garantir, até porque é óbvio que não somos favoritos. Mas, podemos garantir que vamos ser uma equipa coesa e lutadora, que vai dar sempre o seu melhor e tentar ganhar cada jogo, podendo não o conseguir, mas tendo a certeza que vai ser difícil ganhar-nos.”A preparação, assegura Mário Palma, será “séria e competente”, como aliás tem sido habitual. “Estaremos em condições para competir a alto nível e, depois, será a própria competição a colocar-nos no nosso lugar. Jogaremos bom basquetebol, pois, além de nos apresentarmos bem preparados, os nossos jogadores têm qualidade, têm talento e, acima de tudo, possuem uma ética de trabalho inquestionável, que nos faz acreditar que teremos a necessária capacidade de superação, imprescindível para conseguir bons resultados.Isto é o que podemos prometer e garantir, o resto será a competição a esclarecer “, finaliza.


Letónia confirmou superioridade na tabela ofensiva (18 ressaltos)

A partida realizada em Caminha, que recebeu pela primeira vez um jogo internacional de basquetebol a nível de selecções seniores, foi interessante de seguir, com o seleccionado luso a fazer da defesa a sua melhor arma. A diferença de ritmo acabou por fazer pender a balança para a Letónia, que continua sem perder, liderando naturalmente a classificação.

No quarto inicial (19-18), Portugal conseguiu equilibrar as operações graças ao acerto da linha dos 3 pontos (3 triplos em 5 tentativas), compensando o maior número de posses de bola conseguidas pelo adversário, que apostaram claramente no jogo interior (70% de eficácia) e nas transições rápidas. Mª João Correia e Carla Nascimento eram as mais certeiras, enquanto Aija Putnina nas forasteiras era a mais influente na luta das tabelas. No 2º período (12-9) as nossas representantes mantiveram a agressividade defensiva e o acerto nos tiros do perímetro (5 em 8 tentados), mas baixaram a eficácia nos duplos. A Letónia cometia mais erros (7-11 turnovers) e deste modo permitia que Portugal chegasse ao intervalo na frente (31-27), depois de Ana Oliveira ter dado o mote no minuto 15 (22-20) ao converter o seu 1º triplo da noite e a benjamim da equipa, Laura Ferreira, ter acertado a sua única bomba, numa boa movimentação colectiva, em cima da buzina. No 3º quarto (12-17) Portugal dilatou a vantagem para 7 (36-29), no minuto 23, com o 2º triplo de Ana Oliveira a cair, o que obrigou o treinador adversário a parar o cronómetro. A paragem surtiu efeito para a Letónia que impôs um parcial de 0-8, iniciado com um triplo de Zane Eglite, a que Baiba Eglite deu seguimento, empatando (36-36). No minuto 27 as forasteiras viravam o resultado (36-38), mas a capitã lusa, Carla Nascimento, na resposta converteu a sua 2ª bomba (39-38), à entrada do minuto 28. Porém na queda o azar fez com que contraísse um entorse na tibiotársica, que a levou de imediato para o banco, suspeitando-se de alguma gravidade a sua lesão. A Letónia chegava à liderança ao cabo de 30 minutos jogados (43-44).No último período (12-18), a partir dos 48-49, as forasteiras ganharam uma vantagem de 8 pontos, ao conseguirem um parcial de 0-7 (48-56), no minuto 35. Ricardo Vasconcelos pediu de imediato um desconto de tempo, mas o melhor que as jogadoras lusas conseguiram foi reduzirem para 5, por intermédio de Sofia Carolina, a conseguir o 52-59 e logo a seguir o 54-59, da linha de lance livre. A 5ª falta de Carla Nascimento no minuto 38 (50-58), que entretanto havia reentrado (não se confirmando o pior), limitou também as hipóteses de Portugal dar a volta. O melhor elogio à selecção portuguesa e à sua capacidade de luta ficou bem expressa no facto de o treinador adversário não ter prescindido de Aija Putnina dentro de campo, no último parcial, bem como de ter esgotado os descontos de tempo a que tinha direito, nos minutos 39 (54-59) e 40 (55-61).Resultado: Portugal 55-62 Letónia No final da partida Ricardo Vasconcelos fez o habitual comentário: «No lançamento do jogo considerámos três premissas claras, que passavam pelo controlo do ritmo do jogo, pelo controlo da tabela defensiva e também pela necessidade de alterar rotinas ao passe interior. A verdade é que não conseguimos controlar a nossa tabela (perdemos 18 ressaltos em favor da Letónia e ganhámos apenas 4) e permitimos 40 pontos dentro da área pintada. Estes 2 factores estatísticos impediram-nos de ganhar o jogo que foi tão equilibrado que cada uma das equipas esteve 18 minutos na liderança do marcador.». Destaque nas vencedoras para a prestação de Aija Putnina, MVP do encontro (17,0 de valorização), ao contabilizar 8 pontos, 13 ressaltos sendo 5 ofensivos, 4 assistências e 5 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Zane Eglite (5 pontos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 4 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas), Ieva Kulite (8 pontos, 4/4 nos duplos, 3 ressaltos ofensivos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas), Anete Steinberga (10 pontos, 4/6 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Baiba Eglite (13 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres) e Elina Babkina (9 pontos, 4 ressaltos, 5 assistências e 4 faltas provocadas).Na selecção lusa a mais valiosa foi Mª João Correia (16,0 de valorização) ao somar 14 pontos, 4/6 nos duplos, 1/3 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres, logo seguida por Laura Ferreira (5 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas) e Sofia Carolina (9 pontos, 6 ressaltos defensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Bons contributos de Carla Nascimento (8 pontos, 2/2 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências e uma falta provocada), Ana Oliveira (9 pontos, 3/7 nos triplos, 3 ressaltos, duas assistências e uma falta provocada) e Luiana Livulo (4 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento). Ficha de jogo Pavilhão Desportivo Municipal, em Caminha Portugal (55) – Carla Nascimento (8), Daniela Domingues (3), Ana Oliveira (9), Lavínia Silva (2) e Sofia Carolina (9); Mª João Correi a (14), Laura Ferreira (5), Luiana Livulo (4) e Inês Faustino (1) Letónia (62) – Elina Babkina (9), Baiba Eglite (13), Kate Kreslina, Anete Steinberga (10) e Aija Putnina (8); Ieva Krastina (3), Liene Priede (4), Ieva Kulite (8), Zane Eglite (5), Zenta Melnika (2) e Ieva Veinberga Por períodos: 19-18, 12-9, 12-17, 12-18Árbitros: Miguel Angel Perez Niz (Espanha), Markos Elias Michaelides (Suiça) e Francis Santos (Gibraltar) No outro jogo do Grupo C, a Itália foi vencer a Estónia, em Tallinn, por 52-45, consolidando a 2ª posição. Classificação após a 4ª jornada:1º Letónia 4V – 0D – 8p.2º Itália 2V – 2D – 6p.3º Estónia 1V – 3D – 5p.4º Portugal 1V – 3D – 5p. A comitiva portuguesa viaja na 6ª feira para Itália (Ragusa) onde joga no domingo (dia 22), às 20H30 locais, com a congénere transalpina.


Ricardo Vasconcelos programou dois treinos para esta 3ª feira

Jogo a contar para a 4ª jornada do EuroBasket Feminino 2015, que assinala o início da 2ª volta da competição.

Nesta altura de crise em que todos os apoios são benvindos, a FPB tem que agradecer à parceria constituída pela autarquia de Caminha e AB Viana do Castelo, na pessoa dos seus presidentes, respectivamente Miguel Alves e Manuel Antunes, sem esquecer também o vereador do pelouro do Desporto, Rui Teixeira, que operacionalizou os meios necessários à realização do evento. Bem hajam pela colaboração.A comitiva portuguesa viajou ontem desde Tallinn, capital da Estónia, donde saiu às 17H35 locais (15H35 portuguesas). A escala em Frankfurt acabou por ser mais longa que o previsto (1H40) visto que a partida do voo LH 1180 que nos transportou até ao Porto, atrasou 45 minutos. De qualquer forma aterrámos no Aeroporto Sá Carneiro só 10 minutos após a hora prevista, ou seja recuperou-se grande parte do atraso. Recolhidas as bagagens sem qualquer contratempo, tínhamos à nossa espera César Castro, DTR da AB Viana do Castelo, que nos encaminhou para um minibus da CM Caminha, apoiado por uma carrinha, meios logísticos necessários para o transporte da comitiva até ao Hotel Portas do Sol, onde chegámos às 00H20, após uma hora de viagem. Mesmo àquela hora a gentileza do pessoal foi bem patente na atenção e simpatia com que nos foi servida uma refeição quente. O nosso obrigado. Depois de umas 7 horas de sono foi levantar e tomar o pequeno-almoço, às 09H30, já que o treino da manhã estava marcado para as 11H00. A equipa treinou bem (duas horas), sem problemas de maior (não há condicionalismos de ordem física, segundo nos informou a fisioterapeuta Bárbara Rola), resolvidos alguns contratempos relacionados com a altura das tabelas. Já agora outra novidade: quando chegámos já estava no hotel à nossa espera a jogadora Luiana Livulo (poste), que viajou no domingo desde os EUA, onde estuda e joga na UCLA (Los Angeles). Ontem mesmo veio de Lisboa, numa das carrinhas da FPB, conduzida pelo Pinto Sebastião, que tem a missão do apoio logístico, particularmente doas selecções femininas e do CAR Jamor Feminino. Naturalmente que a carrinha também transportou diverso material necessário à realização dos treinos e jogo (bolas, material de fisioterapia, marquesa portátil e equipamentos, etc.). É preciso não esquecer que a selecção anda em viagens nesta fase de competição há mais de duas semanas, com jogos alternados no estrangeiro e no nosso país. E fomos a selecção mais prejudicada, nesse aspecto, porque fomos os únicos que iremos alternar sempre jogos em casa e jogos fora, sujeitos obviamente a um maior desgaste. Por exemplo, a Estónia irá fazer amanhã em Tallinn o seu 3º jogo consecutivo em casa. As condições não são as mesmas… como facilmente se compreende.O treino da tarde está marcado para as 18H00, com a duração de hora e meia. A selecção da Letónia, que chegou esta manhã (10H40), procedente de Frankfurt, via Porto, ficando alojada na mesma unidade hoteleira, irá treinar a seguir (19H30/21H00).


Estágios a Norte

O inicio dos trabalhos está condicionado pelos exames nacionais, com o grupo de 16 jogadores a ficar só completo no próximo dia 26. Será um mês de preparação, sem ser o tempo ideal é o possível, todo realizado em Portugal, mas em que está programado a realização de um torneio internacional de grande qualidade, como forma de preparar a equipa para o Europeu que se disputará na Bulgária de 24 de Julho a 3 de Agosto.

O arranque dos trabalhos de preparação sofreu um pequeno atraso relativamente à data prevista, isto porque a grande maioria dos atletas convocados tem exames nacionais, acabando por ser igualmente uma forma de reajustar o orçamento disponível.Braga vai ser o primeiro local de trabalho da Seleção, uma escolha que muito agrada ao grupo de trabalho e que só foi possível pela ajuda prestada por Mário Batista, interlocutor nesta parceria, em que quem sai beneficiado são os atletas na obtenção de melhores condições de trabalho. Está previsto um jogo de treino para o próximo dia 28, frente à Seleção Universitária, que está igualmente a preparar-se para o seu respetivo campeonato.As limitações orçamentais não permitiram que a Seleção de Sub 18 conseguisse fazer parte da sua preparação, à semelhança dos últimos anos, na Sérvia. Como forma de ultrapassar a falta de contacto internacional, num esforço financeiro por parte da FPB, e com o apoio da Câmara Municipal de Esposende, os jovens portugueses irão ter a oportunidade de disputar um torneio internacional, em Esposende de 11 a 13 de Julho, que contará com a presença das Seleções da Bélgica, Holanda e Panamá. Seleções fortes, cujo grau de dificuldade dos jogos se aproximará da realidade do próximo Europeu.Depois será o regresso a Lisboa, para os últimos dias de preparação que antecedem a partida para a Bulgária a 22 de Julho, dois dias antes do inicio do Europeu. Portugal estreia-se a 24 de Julho frente à Ucrânia, sendo que ainda fazem parte do Grupo A, as seleções da Bulgária, Dinamarca, Irlanda e Escócia. Um grupo complicado já que conta com duas seleções (Ucrânia e Bulgária) que desceram da Divisão A e normalmente competem na no escalão principal, e uma Dinamarca que é sempre candidata discutir a promoção. Quatro equipas, em teoria, a querem lutar por dois lugares, se bem que a Seleção da Irlanda tenha conseguido resultados interessantes na geração de Sub 16.Para este 1º estágio foram convocados 16 jogadores, que irão chegar a “conta gotas” em função das datas dos exames nacionais, duma lista de 24 elegíveis para participar neste próximo Europeu. Lista de convocados para o estágio:Pedro Oliveira Carlos CardosoFrancisco Amiel Bernardo NevesSérgio Silva João Oliveira Carlos SalamancaDiogo Brito João Silva João Lucas Luís Câmara Diogo Araújo Jorge PiresDaniel RelvãoPedro Rodrigues Miguel FerrãoLista FIBA:Francisco Amiel – AlgésPedro Oliveira – Dragon ForceCarlos Cardoso – Desportivo LeçaJoão Oliveira – Vasco da GamaMiguel Soares – OvarenseJoão Neves – SLBMiguel Romão – Terceira BasketSérgio Silva – SLBJoão Silva – AcadémicaBernardo Neves – Ginásio FigueirenseHugo Pereira – Desportivo leçaCarlos Salamanca – SLBDiogo Brito – Dragon ForceJoão Lucas – Dragon ForceLuís Câmara – AlgésDiogo Araújo – Dragon ForceGuilherme Pires – Estoril BasketJorge Pires – AgésMiguel Ferrão – NB QueluzDaniel Relvão – Moutain Mission BasketballRicardo Monteiro – SLBBenvindo Mendes – SeixalPedro Rodrigues – IlliabumBruno Fernando – Algés


Sub-15 e Sub-16 terminam estágio

O encontro terminou com o resultado de 63-57 favorável à Seleção Sub-15, mas mais importante do que o resultado, foi a análise de todas as intervenientes tendo em vista o futuro.

Assim, os Selecionadores Nacionais, Ana Neves e Agostinho Pinto tiveram a preciosa colaboração dos treinadores Ana Noivo, do SC Braga, e Celso Casinha, do Núcleo de Pombal, onde partilharam boas experiências com as duas Seleções durante o fim de semana em Anadia.Agradecer a colaboração do GD Gafanha, que de imediato se disponibilizou em participar no jogo com as Sub-15, que contou com a presença de bastante publico na bancada do Multidesportos de Anadia.De salientar mais uma vez a colaboração do Anadia Futebol Clube, da Câmara Municipal de Anadia, e da Federação Portuguesa de Ciclismo, a todos o nosso agradecimento.


«Esperamos vontade e atitude»

O Europeu irá terá lugar em Strumica, Macedónia, entre os dias 20 e 30 de Agosto. Portugal faz parte do Grupo D, juntamente com Montenegro, Áustria, Suécia, Albania e Suíça, sendo que no jogo inaugural a equipa nacional defronta os austríacos. De modo a conseguir manter em competição os jogadores selecionáveis, serão realizados treinos zonais, bem como está agendada a participação da equipa nos jogos da CPLP, que este ano se realizam em Angola.

Durante a realização da fase final nacional do escalão, disputada em S. João da Madeira, de 6 a 8 de Junho, e por imposição organizativa, foi emitida uma lista prévia de 18 jogadores dos quais 12 irão participar nos CPLP em Angola. Estes jogadores estarão sobre observação nesta primeira ação, se bem que o grupo continua em aberto, já que foi elaborada e enviada para a FIBA uma lista 23 selecionados, todos em condições de poder participar no próximo Campeonato da Europa.Os treinos de zona, no Norte e no Sul, não têm ainda datas previstas (entre 19 de Junho e 17 de Julho), são para “continuarmos a observação do lote total dos 24/23 que compõe a lista da FIBA”, e servirão também para “termos uma ideia mais aproximada do grupo que irá a Angola.”Esta foi, dentro das possibilidades orçamentais, a forma encontrada para tentar manter o mínimo de forma desportiva, bem como para avançar em termos táticos. “São importantes para os atletas não estarem parados até 20 de Julho, data de início da 1ª ação. Muitos deles correm o risco de estarem parados há mais de 1 mês e os treinos de zona são uma forma de minorar esse problema. Será um reinício de época em todos os sentidos, bem como servirão para introduzir já algumas das coisas que faremos em competição.”Os 12 escolhidos para se deslocarem a Angola a fim de participarem nos jogos da CPLP são apenas uma primeira escolha, já que Raul Santos não pretende de forma alguma “fechar do grupo”. Será um primeiro momento de observação em competição, em que pela primeira o Selecionador nacional terá a possibilidade de ver os 12 jogadores “em combate”.Após o regresso a 4 de Agosto, “reiniciaremos a preparação dois dias mais tarde (6 de Agosto), dando inicio ao estágio final com destino à Macedónia, já com algumas ideias definidas, e com 15 atletas que sairão da lista de 24.”O tempo de preparação para Angola (3 dias) “será muito curto, mas as restrições económicas que o país atravessa afetam-nos a todos”. Tendo em conta um tão curto período de trabalho, Raul Santos acredita que será um bom teste ao caráter dos jogadores eleitos para este desafio. “Esperamos ter, apesar das dificuldades, rapazes com uma grande vontade de representar o nosso país, com grande atitude e dispostos a deixar tudo em treino e em campo.”


Ana Catarina Neves: «Criar espírito de trabalho»

A treinadora conta o que pretende neste segundo estágio de preparação para o Europeu.

Numa perspetiva de manter uma base de recrutamento para as futuras Seleções, a Selecionadora Ana Catarina Neves vai trabalhar com um grupo de atletas Sub-15. “É o primeiro momento formal de trabalho e observação de atletas que podem vir a fazer parte das seleções nacionais. Para algumas é o primeiro contacto connosco e com os nossos métodos de trabalho.”Para além dos aspetos do treino, a treinadora pretende que a chamada a este estágio funcione como um incentivo para continuarem a evoluir e aplicarem-se nas respetivas equipas. “Pretendemos com este estágio, para além do desenvolvimento dos conteúdos propostos no treino, ‘alimentar a ilusão’ destas jovens e criar nelas um espírito de trabalho e ambição ainda maiores que se vá refletir na forma como vão trabalhar no seu dia a dia nos seus clubes.”Quanto às Sub-16, este constitui o segundo estágio de preparação da Seleção que vai disputar o Campeonato da Europa este Verão. Mais um momento de trabalho que será aproveitado pela treinadora para a difícil e dolorosa tarefa de fazer escolhas. Sem que isso invalide o normal processo de construção da equipa. “É o momento em que temos de tomar decisões relativamente à constituição do grupo final. Pretendemos aprofundar aspetos abordados na Páscoa e avançar nas questões táticas que precisam de ser trabalhadas.”Mantendo uma tradição que já vem de trás, Ana Catarina Neves vai ter mais dois elementos na sua equipa técnica, que terão voz ativa no decorrer dos treinos, que servirá igualmente para a treinadora dar a conhecer melhor o trabalho que se faz nas Seleções de Sub-16 Femininos. “Também neste estágio, e como é habitual nos últimos anos, convidamos dois treinadores a estar connosco e a participar ativamente nos treinos. É assim para nós, um momento de partilha e troca de experiências sobre a forma como preparamos a seleção e o que pretendemos das nossas atletas.”


Sub-20 perdem último jogo com a Holanda

ortugal perdeu o último jogo de treino que realizou com a Holanda, por 41-46. Num jogo em tudo idêntico ao do dia anterior, ressalta a vista os problemas de eficácia de lançamento, sobretudo em situações de contra ataque e tiro exterior.

Em jogos muito equilibrados como o deste domingo, e contra uma Holanda de Divisão A, que capitaliza todos os erros do adversário, desperdiçar situações de cesto fácil é fatal, conforme se constatou. Não obstante, fica na retina a excelente prestação defensiva do selecionado luso, que em nenhum dos 4 jogos realizados sofreu mais de 50 pontos. Por outro lado, a elevada intensidade empregue nos 4 jogos realizados em menos de 72 horas é igualmente uma nota positiva. Os resultados dos parciais são um bom espelho deste equilíbrio, 14-16, 8-11, 9-10 e 10-9. Foram novamente utilizadas todas as 12 convocadas. A seleção portuguesa treina ainda em Terras do Bouro no dia 16 e regressa ao trabalho no dia 18, em Vila Nova de Gaia, até ao dia 23 do corrente.


Vitória (56-50) e derrota (46-47) nos jogos com a Holanda

Com o apoio da autarquia de Terras do Bouro, foi possível a realização de um estágio naquela região minhota, que incluiu dois jogos particulares com a congénere da Holanda (selecção que milita na Divisão A), além de um primeiro com o SC Braga, 3º classificado na fase final do Nacional da 2ª Divisão Feminina. Depois do triunfo folgado sobre a equipa bracarense (75-34), a selecção lusa bateu as holandesas (56-50), tendo a Holanda rectificado no dia seguinte ao vencer tangencialmente (46-47).

As portuguesas lideraram sempre a partida desde o início chegando inclusive a dilatar o resultado para 11 pontos de diferença a meio do 2º período (27-16). Nessa altura a Holanda mudou a sua estratégia defensiva para zona voltando a reequilibrar o jogo, zona essa que não mais alteraria até final. Ao intervalo Portugal saía a vencer por 7 pontos (32-25). No segundo tempo a toada foi sempre a mesma, com muito equilíbrio, tendo a Holanda encostado no marcador aos 47 e aos 50 pontos. No final as lusas foram física e animicamente mais fortes, sagrando-se justas vencedoras. Parciais (16-14, 16-11, 11-17 e 13-8). Derrota pela diferença mínima no 2º jogoNo 2º jogo realizado pelas Sub 20 femininas portuguesas, esta sábado, contra a Holanda, o conjunto luso já não conseguiu repetir a façanha do dia anterior, perdendo desta feita pela margem mínima (46-47). Portugal até começou bem a partida chegando ao final do 1º período a vencer por 10 pontos (18-8), porém, inexplicavelmente realizou de imediato um parcial desastroso (2-21) que viria a condicionar todo o jogo. Falhando inúmeras situações de cesto fácil brilhantemente construídas, ia dando alguma motivação ao adversário que estava controlado enquanto que aumentava os seus níveis de frustração. Corrigindo a situação no 3º período (10-9) e passando para a frente do jogo a partir do minuto 37 (44-42), viria no entanto a pagar caro o esforço realizado permitindo que a Holanda passasse para a frente com um lançamento triplo, a 2,6 segundos do final ao qual, mesmo após desconto de tempo pedido, já não viria a conseguir reagir. Fica a reação das sub-20 portuguesas e a ideia segura de que podem fazer bem mais tal foi a garra e atitude demonstrada perante os momentos menos conseguidos. Os parciais foram 18-8, 2-21, 10-9 e 16-9 tendo jogado todas as 12 convocadas. Domingo jogam novamente com a Holanda pelas 11h.O seleccionador Eugénio Rodrigues contou com as seguintes 15 jogadoras:Ana Granja Santos (Olivais FC) Cesária Ucalam (Martigny/Suiça) Inês Veiga (Olivais FC) Inês Viana (CRCQ Lombos) Jessica Costa (Montijo BB) Joana Canastra (Algés) Joana Cortinhas (Académico FC) Joana Soeiro (Algés) Joséphine Filipe (Olivais FC) Leonor Cruz (CD Torres Novas) Mafalda Guerreiro (CRCQ Lombos) Nádia Fernandes (GDEMA Menéres) Raquel Jamanca (Montijo BB) Sara Dias (Académico FC) Sofia Pinheiro (AD Ovarense)ResponsáveisVítor Duarte (dirigente)Eugénio Rodrigues (seleccionador)Pedro Leite (secretário)Rita Mansilha (fisioterapeuta)


Sub-18 preparam Europeu A

A equipa treinada por Mariyana Kostourkova iniciou este sábado, na Cruz Quebrada, a sua preparação, num estágio que se prolonga até ao próximo dia 22 de Junho. Nos documentos relacionados desta notícia poderá ficar a saber quais as 15 atletas convocadas para esta 2ª ação.

Uma vez mais, a capacidade e rigor organizativo demonstrados por todos aqueles que, direta ou indiretamente, estiveram ligados ao sucesso do último Europeu de Sub-16 feminino, disputado em Matosinhos, levaram a que a FIBA Europe voltasse a confiar na FPB para organizar mais um Europeu, desta vez no escalão de Sub-18 Femininos.Entre os 17 e 27, os adeptos portugueses terão a oportunidade de acompanhar ao vivo as melhores seleções europeias desta categoria, e onde estarão presentes as futuras estrelas do basquetebol feminino do velho continente.Portugal está incluído no Grupo D, juntamente com a Itália, República Checa e Suécia, e o jogo de estreia da equipa portuguesa está marcado para o dia 17, às 21.15 horas, frente à seleção sueca. Espera-se que este evento volte a impressionar toda a Europa, não só do ponto de vista da organização, bem como no entusiasmo e multidões que arrastará aos jogos. Será inevitavelmente mais um momento histórico na curta carreira das jovens atletas que fizerem parte do grupo final, que tudo irão fazer para corresponder às expectativas e esperanças dos adeptos portugueses.


Não podemos criar a ilusão de que a Estónia é fácil de bater

Ontem quando chegámos, à saída do Aeroporto de Tallinn, chovia e a temperatura não era nada parecida com a que suportámos no último dia passado em Portugal, bastante acima dos 20ºC. Hoje quando saímos ao final da manhã em direcção ao Audentes Sport Hall, para a equipa nacional fazer um treino de duas horas (12H00/14H00), não chovia mas sabia bem um agasalho (temperatura a rondar os 12ºC).

A Estónia pertence à Comunidade Económica Europeia (CEE) e julgamos que já este ano aderiu à moeda única, tal como a sua vizinha Letónia, pois constatámos isso há uma semana quando estivemos em Riga, a propósito do Letónia-Portugal, referente à 1ª jornada do EuroBasket Feminino. O preço dos combustíveis é muito mais barato do que no nosso país. Ainda hoje quando íamos a caminho do treino vimos anunciado gasolina 95 octanas a 1,309 €/l e gasóleo a 1,279 €/l, valores abaixo dos praticados em Portugal. Do que nos foi dado perceber numa ida a um supermercado ontem a meio da tarde, localizado mesmo ao lado do hotel (100 metros), os preços dos alimentos não são mais caros do que aí. O nosso adversário de amanhã é daqueles que se tem cruzado mais vezes connosco, nos últimos anos, ainda que desde 2009 as duas selecções, a nível sénior, não se tenham encontrado, em jogos a contar para os Campeonatos da Europa. Mas já sob o comando de Ricardo Vasconcelos, no ciclo de jogos de preparação para o Europeu de 2011, a selecção nacional sénior esteve aqui em Tallinn, no verão de 2010, para fazer 2 jogos de controlo com a Estónia, tendo viajado desde Londres, onde tinha ido jogar com as inglesas, na altura já em preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. Perdemos um e ganhámos outro, já jogavam algumas das estonianas que amanhã irão estar no Audentes Sport Hall, a partir das 18H00 locais (16H00 em Portugal), para o encontro da 3ª jornada da fase de qualificação do EuroBasket Feminino, Grupo C. Estamo-nos a referir concretamente a Pirgit Püü (base, 1,70m), Merike Anderson (base/extremo, 1,80m), Vive-Kai Rebane (extremo/poste, 1,83m) e Valeria Kast (poste, 2,01m). Feita esta introdução, importava auscultar a opinião do seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos, que fez a sua habitual antevisão ao jogo com a Estónia: «Temos pela frente uma equipa que acima de tudo faz do contacto físico a sua arma mais forte. Se é verdade que ainda não ganhou nenhum jogo, também é verdade que é o segundo jogo consecutivo em casa, ou seja não têm o desgaste das viagens que nós temos tido de 3 em 3 dias. Penso que é um adversário possível de bater, mas não podemos criar a ilusão de que é uma equipa fácil de ganhar.». Quanto à estratégia a utilizar para conseguir alcançar os nossos objectivos, o nosso interlocutor foi breve, mas claro: «O controlo da tabela, o controlo do ritmo do jogo e a forma como vamos atacar o bloqueio directo, serão decisivos para o desfecho do encontro.».Recordar apenas que a Estónia soma duas derrotas: com a Itália por 58-66 (em Lucca) e com a Letónia por 56-74 (aqui em Tallinn). Por sua vez Portugal baqueou em Riga (61-71), com a Letónia e superou a Itália em Coimbra (54-52).


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.