Artigos da Federaçãooo
2ª Ação da Seleção Sub-16 Masculina
Para além da seleção portuguesa e do clube anfitrião, irão participar ainda as equipas espanholas do Cáceres CB e Bball Córdoba. Os jogadores eleitos pelo novo selecionador, para além dos respetivos jogos do torneio, irão ainda cumprir os treinos previsto para a o Pavilhão do Algés durante o período de competição. Nos anexos desta noticia poderá consultar os nomes dos eleitos que fazem parte deste primeiro período de observação.
Estágio e Torneio Int. de Medina del Campo
Nos anexos desta noticia poderá consultar quais as jovens atletas selecionadas para este primeiro momento de observação.
Esta Seleção participará ainda no Torneio de Natal de Medina del Campo (Espanha – Valladolid) a realizar nos dias 27 e 28 de Dezembro. Será a estreia de Agostinho Pinto à frente da equipa, já que assumiu as funções de treinador principal, depois de ter desempenhado o papel de adjunto no período em que a responsável da equipa foi Ana Catarina Neves.
1º Ação – Estágio e Torneio Internacional
Esta ação coincidirá com a estreia do novo selecionador nacional António Paulo Ferreira no comando técnico da seleção masculina mais jovem. Nos anexos desta noticia poderão consultar a lista de jogadores convocados para este primeiro período de trabalho.
Selecionadores definidos
Mário Palma continua ao leme da equipa sénior masculina e Ricardo Vasconcelos continua na liderança da formação feminina. Confira nos detalhes desta noticia quais são os restantes técncicos nacionais responsáveis pelas seleções mais jovens.
EQUIPA TÉCNICA NACIONAL
MASCULINOS
· SENIORES
– Mário Palma, TP
– André Martins, TA
– Ivan Kostourkov, TA
· SUB 20
– José Ricardo Rodrigues, TP
– João Costeira, TA
· SUB 18
– Carlos Seixas, TP
– Alexandre Pires, TA
· SUB 16
– António Paulo Ferreira, TP
– Hélder Evangelista, TA
FEMININOS
· SENIORES
– Ricardo Vasconcelos, TP
– José Araújo, TA
· SUB 20
– Eugénio Rodrigues, TP
– Ana Catarina Neves, TA
· SUB 18
– Maryiana Kostourkova, TP
– Ana Margarida Faria, TA
· SUB 16
– Agostinho Pinto, TP
– Teresa Barata, TA
MINIBASQUETE
Director Técnico – António San Payo Araújo
TP – Treinador Principal
TA – Treinador Adjunto
Direção aprova Selecionadores para 2015
Mário Palma e Ricardo Vasconcelos continuam à frente das formações seniores e nas restantes seleções as alterações deram-se ao nível das duas seleções de Sub 16, onde Agostinho Pinto (feminino) e António Paulo Ferreira (masculinos) assumem o comando e a seleção de Sub 20 masculinos passa a estar entregue a José Ricardo Rodrigues. Nas restantes seleções não se registam alterações.
Todos os nomes nos detalhes da notícia
Seleções femininas:
· Seniores: Ricardo Vasconcelos.
· Sub-20: Eugénio Rodrigues
· Sub-18: Maryana Kostourkova
· Sub-16: Agostinho Pinto
Seleções masculinas:
· Seniores: Mário Palma
· Sub-20: José Ricardo Rodrigues
· Sub-18: Carlos Seixas
· Sub-16: António Paulo Ferreira
Sorteio dos europeus de formação
Portugal está encarregue de organizar, em Matosinhos, o Europeu de Sub 16 Femininos – Divisão A, que para além de Portugal, no Grupo B conta com as seleções da Rússia, Croácia e Eslováquia. Nos detalhes desta noticia poderá conferir os grupos de todas as seleções jovens nacionais que irão competir durante o verão, do próximo ano.
Sub 20 Feminino – Divisão A
Grupo D
Portugal
Holanda
Ucrânia
Bélgica
Sub 18 Feminino – Divisão A
Grupo B
Portugal
Espanha
Rússia
Polónia
Sub 16 Feminino – Divisão A
Grupo B
Portugal
Croácia
Rússia
Eslováquia
Sub 20 Masculinos – Divisão B
Grupo B
Portugal
Geórgia
Montenegro
Luxemburgo
Equipa a designar
Sub 18 Masculinos – Divisão B
Grupo C
Portugal
Suécia
Geórgia
Roménia
Eslováquia
Escócia
Sub 16 Masculinos – Divisão B
Grupo D
Portugal
Suécia
Macedónia
Ucrânia
Islândia
Estónia
Torneio Internacional de Lisboa de Basquetebol em cadeira de rodas
A. R. Jamor, sendo os restantes atletas do Sport Algés e Dafundo, os quais foram acompanhados pelo treinador Mário Gomes e pelo Secretário das Seleções Nacionais, Mário Tenório.
No seu 14º ano de existência, o Torneio Internacional de Lisboa, referência cimeira do Basquetebol em cadeira de rodas português, realizou-se nos dias 11 e 12 de Outubro, no Pavilhão do Complexo Desportivo Municipal do Casal Vistoso, em Lisboa.
Assim, no passado sábado, aconteceu um momento de partilha inesquecível, para quem nele participou, como só a prática desportiva consegue proporcionar: a Seleção Nacional de Basquetebol em cadeira de rodas “defrontou” o referido grupo de jovens praticantes federados, os quais se “atreveram” a experimentar a modalidade sobre rodas.
Tratou-se duma experiência inolvidável e foi muito gratificante ver como todos cooperaram uns com os outros e viver um par de horas em que foi visível a alegria e a cumplicidade entre todos os participantes.
Manifestamos o nosso sincero agradecimento à ANDEMOT pelo convite que, em boa hora, nos endereçou e a disponibilidade da F. P. B. para uma futura cooperação entre ambas as entidades.
Um agradecimento também para os Jogadores (e respetivos Clubes e Treinadores) que se disponibilizaram para participar e que tiveram um comportamento exemplar. Aqui ficam os seus nomes: Pedro Costa (CAR/NB Queluz), Diogo Oliveira (CAR/Galitos), Francisco Domingos (Algés), Diogo Carvalho (CAR/Estoril Basket), Miguel Henriques (Algés), João Catanho (Algés), Gonçalo Delgado (CAR/B. Almada C.), Félix Acsinte (Algés), Pedro Dias (CAR/Benfica), Jorge Pires (CAR/Algés), Miguel Moriés (CAR/Galitos), Tomás Domingos (CAR/NB Queluz).
Trabalhar para melhorar
O que não significa que estivesse desapontado com a atitude dos atletas, ou com o comportamento que tiveram ao longo da prova. O Europeu confirmou que a equipa estava preparada para ser agressiva a defender, fazendo disso a sua imagem de marca, mas infelizmente esse sucesso não foi acompanhado nas questões atacantes. A falta de eficácia ofensiva comprometeu as aspirações de Portugal chegar a lugares mais próximos do topo, bem como confirmou que os problemas da Seleção Sénior começam na base da pirâmide…
Do ponto de vista defensivo, Raul Santos não poderia estar mais orgulhoso, bem como não poderia ter exigido mais do grupo de trabalho que viajou até Strumica. “Antes do último jogo com Noruega, nos rankings por equipa, Portugal estava em 1º lugar em desarmes de lançamento, 4º em roubos de bola e a 4ª equipa com menos pontos sofridos do campeonato. A nível da defesa mais era impossível”. Números que demonstram bem o desempenho defensivo da equipa ao longo de toda a competição.
Mas na eficácia ofensiva “éramos 19/20 e isso refletiu-se na classificação final da equipa.” Ainda assim o técnico “nada tem a apontar aos atletas”, pois mais do que ninguém os próprios eram os mais frustrados e tristes no final do encontro com os noruegueses. Raul Santos não tem dúvidas que a competição serviu para que os jogadores portugueses “sentissem e descobrissem os problemas individuais que têm para conseguirem meter a bola no cesto, mesmo em situações de tiro completamente abertos.”
Se a este problema juntarmos o facto de não termos referencias interiores, o facto de os “extremos não terem capacidade atlética para meterem a bola no cesto com a oposição dos postes contrários”, a falta de eficácia “passa a ter uma importância ainda maior no nosso tiro exterior.”
4º período foi fatal para Portugal
Um último período desastroso comprometeu as aspirações da formação nacional, já que no final do 3º período, os jovens portugueses lideravam por três pontos de vantagem. Uma vez mais, a equipa teve um bom desempenho defensivo, exceção feita aos momentos finais do jogo, acabando por ser vitima da falta de eficácia ofensiva, já que as percentagens de lançamento voltaram a não ser as mais desejáveis.
A boa defesa portuguesa permitia a Portugal manter-se na discussão pela vitória, um objetivo que se manteve em aberto até ao final do 3º período. Depois de um 1º quarto em que terminou atrás no resultado (11-12), Portugal deu a volta ao marcador e no final da 1ª parte já liderava por dois pontos de diferença (25-23).
As defesas superiorizavam-se claramente aos ataques, e os 33 pontos sofridos pela equipa portuguesa nos primeiros 30 minutos do encontro, demonstravam a qualidade da defesa nacional, bem como lhe permitiam entrar no derradeiro período na frente do marcador (36-33).
Nos 10 minutos finais da partida, Portugal perdeu a sua consistência defensiva (24 pontos sofridos), se bem que se tenha mantido no jogo até 3.14 minutos do final, altura em que perdia pela diferença mínima (47-48). Um parcial de 6-0, desequilibrava o jogo a favor dos noruegueses, num período em que Portugal não conseguiu concretizar situações de lançamento na passada, bem como não tirou partido de segundos lançamentos, já que os tiros de 3 pontos também não entraram.
As percentagens de lançamento voltaram a ser o principal problema da equipa portuguesa, com a agravante de neste jogo recorrerem mais vezes aos tiro de longa distância como solução atacante (5/32 – 15.6%), até porque a equipa norueguesa defendeu durante os 40 minutos uma zona 2×3. Uma opção defensva mais convidativa ao tiro exterior, só que a falta de pontaria dos atiradores portugueses levava-os ao desespero, uma vez que não conseguiam capitalizar as situações de lançamento fácil de que dispunham no decorrer das movimentações ofensivas. A eficácia nas áreas próximas do cesto também não foi a melhor (15/40 – 37.5%), e num jogo decidido em detalhes, não se podem desaproveitar seis lances-livres (5/11 – 45.5%).
O atleta Gonçalo Madureira (16 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) foi o que mais se destacou na equipa nacional, num encontro em que Tomás Domingos (6 pontos e 7 ressaltos) e David Dias (9 pontos, 5 ressaltos, 2 roubos de bola, 2 desarmes de lançamento e 1 assistência) tiveram igualmente prestações positivas.
No final do encontro, o selecionador Raul Santos reconhecia que todos "os atletas deixaram neste neste, bem como durante toda a competição, tudo o que tinham dentro de campo". O técnico lamentava-se pelo facto de a equipa não ter conseguido "converter durante os 40 minutos os inúmeros tiros abertos de 3 pontos que de dispôs." Na parte final e decisva do jogo, a frustação ofensiva "refletiu-se na forma como a equipa defendeu", mesmo quando "perdia por 3 pontos, tudo por culpa da falta de eficácia que conduziu à fata de reação coletiva".
Portugal deu luta
Os maus inícios dos quatro períodos do jogo comprometeram as aspirações de Portugal, se bem que em largos períodos do jogo a formação nacional tenha revelado capacidade e qualidade para se bater de igual para igual, diante um adversário super motivado, já que um triunfo neste encontro colocava os georgianos no próximo Europeu de basquetebol.
Os jogadores portugueses demoraram algum tempo a encontrarem o caminho do cesto, obrigando, uma vez mais, a que tivessem de correr atrás do prejuízo. Corrigidos alguns erros defensivos, nomeadamente as defesas de ajuda, e assim que conseguiu equilibrar a luta das tabelas (29/43), Portugal passou a discutir o jogo, embora sempre atrás no resultado por curtas vantagens.
No final da 1ª parte, os comandados de Mário Palma perdiam por cinco pontos (31-36), tendo desperdiçado as cinco oportunidades de que dispuseram da linha de lance-livre. A bola não chegava com tanta facilidade aos jogadores interiores georgianos, a comunicação defensiva era melhor, a Geórgia não dispunha de segundos e terceiros lançamentos, fatores que somados colocavam Portugal na discussão do jogo ao intervalo.
O inicio do segundo tempo voltou a ser favorável à equipa da casa, aproveitando com grande eficácia, através da exploração do contra-ataque, alguma precipitação ofensiva dos atletas nacionais, pelo que o resultado naturalmente disparou (43-33). O conjunto português recompôs-se, ainda que continuasse a revelar uma enorme ineficácia da linha de lance-livre (5/15 – 33.3%), começou a acertar o seu tiro exterior (8/21 – 38.1%), e no final do 3º período mantinha o resultado em aberto, embora se encontrasse em desvantagem (45-52).
Os últimos 10 minutos coincidiram com o pior período da equipa portuguesa, sobretudo porque perderam o seu rigor tático, abusaram do drible nas situações ofensivas, forçaram alguns lançamentos, o que se traduziu numa deficiente recuperação defensiva. A intensidade defensiva baixou, os erros defensivos sucederam-se, tendo sido bem aproveitados pela Geórgia para somar cestos fáceis finalizados em penetrações em drible.
O resultado final é bastante enganador, já que Portugal não foi assim tão inferior à Geórgia, embora em pequenos períodos do jogo não conseguiu ser consistente, revelando-se incapaz de compensar defensivamente o insucesso que tinha no ataque. No derradeiro quarto, a equipa liderada por Mário Palma pagou a fatura da pouca rotatividade da equipa na etapa complementar, com o cansaço acumulado a retirar discernimento para continuar a executar o plano de jogo delineado pelo selecionador nacional.
O poste Cláudio Fonseca (17 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) voltou a ter uma prestação muito positiva, faltando-lhe apenas alguma agressividade e capacidade de luta para impedir o ganho de posição por parte dos jogadores interiores adversários. O extremo José Silva (12 pontos) mostrou-se muito mais confortável a desempenhar o papel de atirador, sobretudo na forma como lia as saídas bloqueadas. João Soares (10 pontos) revelou uma grande utilidade, tendo ajudado a equipa em várias áreas do jogo.
Último encontro na Geórgia
A formação georgiana ainda luta pelo 1º lugar do grupo, pelo que o encontro desta quarta-feira, em Tbilisi, não se afigura nada fácil para o conjunto português. Embora não lute por uma presença no próximo Campeonato da Europa, a jovem equipa portuguesa tem uma imagem a defender, bem como este jogo servirá para que o processo de evolução continue, de forma a que o futuro da Seleção seja risonho.
Equipa técnica, jogadores e todos aqueles que acompanharam o jogo disputado em Ovar, sentiram que a vitória esteve muito perto, até porque a vantagem pontual que Portugal chegou a possuir não é muito comum para uma seleção nacional.
Portugal vulgarizou na 1ª parte a forte equipa da Geórgia, muito à custa de uma eficácia do tiro de longa distância, bem como de uma defesa exemplar que foi capaz de suster as estrelas georgianas.
Mas a inexperiência internacional não se verifica apenas quando a equipa permite parciais negativos, pois segurar vantagens pontuais também requer mestria e consistência própria das grandes equipas.
Parar as referências interiores da equipa da Geórgia irá ser um novo desafio para a equipa portuguesa, já que no jogo de Ovar o adversário soube procurar essa vantagem, explorando as debilidades portuguesas para contrariar esse tipo de solução ofensiva. O tiro exterior terá de funcionar, caso Portugal queira competir neste jogo, sob pena de voltar a sentir enormes dificuldades ofensivas para somar pontos no ataque.
Nos últimos jogos desta fase de qualificação, os comandados de Mário Palma têm demonstrado que conseguem bater-se contra qualquer equipa, embora tenham sido vítimas de maus períodos durante os encontros, traduzidos em parciais negativos que têm comprometido o sucesso de Portugal.
Por outras palavras, Portugal não se pode dar ao luxo de estar vários minutos sem fazer pontos, defender mal, ou estar numa tarde de menor acerto no momento de atirar ao cesto. Os atletas portugueses terão de ser capazes de aproveitar todas as pequenas coisas durante o encontro, nomeadamente as situações de vantagem numérica, as idas para a linha de lance-livre, bem como as situações de tiro fácil.
Este será mais um duro teste à equipa portuguesa, embora possa servir para confirmar que passos seguros estão a ser dados tendo em vista o futuro da Seleção, no sentido de progressivamente serem encurtadas as distâncias das equipas que lutam por objetivos mais ambiciosos, que estão mais apetrechadas para alcançarem o sucesso.
Saber reagir à adversidade
A vitória sobre a Irlanda (84-58) permite que a equipa portuguesa continue a ambicionar pelo 17º lugar, isto depois de os comandados de Raul Santos acusarem algum nervosismo no inicio do jogo. Um fantástico 2º quarto (27-11) empurrou Portugal para um triunfo inequívoco sobre a formação irlandesa, num encontro em que os jovens portugueses estiveram bem mais eficazes nos lançamentos de curta e média distância, dominaram a luta das tabelas e voltaram a ser agressivos na defesa.
Os últimos resultados da equipa nacional em nada ajudaram para que os inexperientes jovens portugueses encarassem este jogo com confiança absoluta e desinibidos para jogarem aquilo que sabem e podem.
Apesar de terem começado o jogo a perder 0-8, os comandados de Raul Santos reagiram bem a este parcial negativo, e um triplo de Pedro Costa a menos de 3 minutos do final do período, colocava Portugal no comando pela primeira vez no jogo (17-15). Não mais a equipa portuguesa deixou de liderar o encontro, tendo chegado ao final do 1º quarto a vencer por quatro pontos de diferença (23-19).
Motivados e com ânimo renovado, o conjunto nacional embalou para um 2º período fantástico (27-11), principalmente nos 5 minutos finais da 1ª parte, altura em que vencia por cinco pontos de diferença (31-26). Portugal defendia bem (23 roubos de bola), e assim o tiro de longa distância começou a cair, três triplos quase consecutivos, e a equipa lusa disparou no resultado. Ao intervalo, Portugal já dispunha de uma confortável vantagem pontual na casa das duas dezenas (50-30).
O segundo tempo foi mais equilibrado (14-14 e 20-14), sem que a Irlanda tenha conseguido, em momento algum do jogo, aspirar a reentrar na discussão pela vitória no jogo. Portugal bateu-se muito bem na luta das tabelas (44-29), nomeadamente no ressalto ofensivo, já que capturou 18 ressaltos na tabela defensiva do adversário.
O capitão Pedro Costa, ficou muito perto de um duplo-duplo (21 pontos e 9 ressaltos), liderando muito bem a equipa. Já o base Gonçalo Madureira (18 pontos, 10 ressaltos e 4 assistências) conseguiu tal objetivo, tendo conseguido mais um jogo bastante completo. Miguel Pinto (9 pontos e 7 ressaltos) rubricou mais uma exibição muito positiva, e o extremo Airton Fernandes (10 pontos e 6 ressaltos) também se exibiu a bom nível.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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