Artigos da Federaçãooo

Três horas a preencher papelada no aeroporto

O voo que fez a ligação de Frankfurt (onde tivemos uma espera de 4 horas) para Minsk aterrou às 23h30 locais (mais duas horas que em Portugal) … e entrámos no autocarro que nos transportou ao Hotel Minsk, no centro da cidade com uma população entre 2 a 2 milhões e meio de habitantes, às 02h30 da madrugada.

Uma coisa impressionante tal a burocracia a que tivemos de nos sujeitar. Pelo facto de Portugal não ter relações diplomáticas com a Bielorússia (não existe embaixada nem consulado), houve que preencher os vistos de entrada (30 euros por pessoa, que acabaram por ficar em metade… pois tivemos direito a desconto), pagar o seguro de assistência médica (2 euros por pessoa) obrigatório … e quando passámos pelo controlo de passaportes ainda tivemos mais um compasso de espera, pois faltava preencher os boletins de imigração. Claro que tudo isto teria sido mais facilmente resolvido caso alguém da Federação de Basquetebol da Bielorússia estivesse à nossa espera no aeroporto, o que é normal. Entretanto lá apareceu a tradutora contratada pelos responsáveis federativos locais, que conseguiu acelerar o processo e nos acompanhou ao hotel onde ficámos instalados, depois de mais 45 minutos para efectuar o percurso. Com tudo isto acabámos por nos deitar cerca das 4 horas da madrugada, o que naturalmente deixa marcas. O descanso não foi muito embora não pudéssemos treinar de manhã, como era desejo da equipa da equipa técnica. A razão alegada para essa impossibilidade foi o facto de hoje, ser comemorado o Dia da Independência da Bielorússia, com uma parada militar e outros festejos paralelos, a serem transmitidos em directo pela Televisão e o pavilhão estar fechado (é feriado). Entre o pequeno-almoço e o almoço (marcado para as 14 horas, que é meio-dia na hora portuguesa) houve direito a um passeio a pé, pelas zonas circundantes do hotel e depois a ordem é para descansar nos quartos até à saída para o treino, cuja hora de início terá de ser rectificada, conforme os regulamentos da FIBA. A equipa forasteira tem direito a treinar na véspera, à hora do jogo, o que não acontece com o horário que nos foi atribuído, com a desculpa de que à hora do jogo treina a selecção anfitriã. Estamos atentos e não iremos pactuar com atropelos ao que está regulamentado. O país (muito maior que o nosso, talvez com uma área semelhante á França) tem uma população de 10 milhões de habitantes, dos quais cerca de um quarto vive na capital, que é uma cidade à boa maneira da antiga União Soviética, de amplas avenidas e edifícios enormes, austeros, mas bem conservados pelo que nos foi dado ver. A moeda é o rublo bielorusso cuja cotação ronda os 10500 rublos para um euro (hoje estava a compra a 10350 e a venda a 10650).


Segunda semana de preparação

No passado dia 28 deslocou-se ao municipal de Tondela para defrontar a ACERT, vencendo 45-61. No dia seguinte, em Aveiro, a vitória caiu para o Clube dos Galitos, por 65-49.

Foram jogos típicos desta fase de preparação, com a seleção lusa a utilizar todos os seus jogadores em tempo significativo de jogo. Os encontros deixaram boas indicações e dicas para o trabalho futuro. A equipa recebeu ainda a visita do Dr. Pedro Adão, vereador da CM Tondela, que deixou palavras de boas-vindas e incentivo aos jovens jogadores. A autarquia cedeu o seu pavilhão do Caramulo para todos os treinos da seleção. Entretanto, a comitiva já regressou ao Caramulo para a segunda semana de preparação.


Kostourkova mantém as mesmas 13 convocadas

Amanhã, a meio da tarde, está prevista a concentração no Centro de Estágio de Rio Maior, infraestrutura que reúne tudo o que é necessário para um bom estágio: bons alojamentos, boa alimentação, pavilhão a 100 metros, ginásio de musculação, internet, etc.A seleccionadora Mariyana Kostourkova manteve a convocatória da semana passada, composta pelas seguintes 13 jogadoras:Ana Granja (SC Coimbrões)Inês Veiga (Calvão)Inês Viana (CRCQ Lombos)Filipa Marques (CD Póvoa)Jéssica Costa (Montijo BB)Joana Canastra (Montijo BB)Joana Soeiro (GD Gafanha)Joséphine Filipe (Olivais FC)Laura Ferreira (GDESSA)Letícia Fonseca (Lousada AC) Mafalda Barros (CAB Madeira)Nádia Fernandes (GDEMA Menéres)Sara Dias (CD Póvoa)O staff de responsáveis integra ainda Ana Margarida Faria (treinadora-adjunta), Mafalda Hipólito (secretária) e Bárbara Rola (fisioterapeuta).O estágio termina na próxima sexta-feira, após o almoço, estando previstos treinos bidiários, excepto no primeiro e no último dia.


Primeira semana de preparação

A equipa ficou instalada no Hotel Tryp Coimbra e treinou no pavilhão Mário Mexia, dispondo de excelentes condições, o que, desde já, agradecemos à Direção da F. P. B., à Câmara Municipal de Coimbra e à administração e pessoal do Hotel. Participaram, tal como previsto, 16 jogadores, de 8 clubes diferentes, que cumpriram 9 unidades de treino, com um volume total de cerca de 22 horas de trabalho de campo.

Tal como tem acontecido sempre, todos os jogadores demonstraram forte motivação e uma grande ética de trabalho, treinando com elevados índices de concentração e empenhamento. Além disso, apesar do curto período em que estivemos juntos, é já possível perceber que estamos perante um grupo coeso, com espírito solidário e muito boa “química”.Os objetivos traçados para esta semana foram plenamente atingidos, designadamente quanto ao estabelecimento das bases táticas, defensivas e ofensivas, da equipa. Na última sessão da semana realizámos um jogo-treino, no qual os “Vermelhos” venceram os “Brancos” (63 – 62). Como curiosidade, a marcação de pontos:“Vermelhos” – Paulo Cunha (11), Nuno Oliveira (17), Fábio Lima (5), João Ferreirinho (6), Cristóvão Cordeiro (3), José Silva (17), Tomás Barroso (4)“Brancos” – Fernando Neves (0), Mário Fernandes (9), Miguel Minhava (16), Pedro Pinto (4), Cláudio Fonseca (17), Miguel Queiroz (3), Rui Quintino (10), Tomás Barroso (3)Não jogaram, devido a pequenas lesões: Jaime Silva e Marco Gonçalves.No final deste último treino, o Selecionador Nacional comunicou aos jogadores os nomes dos três dispensados: Pedro Pinto, Marco Gonçalves e João Ferreirinho. Foi uma decisão muito difícil de tomar, dada a forma excelente como estes três jogadores trabalharam ao longo da semana e a equipa técnica faz questão de, publicamente, lhes agradecer e garantir que conta com eles para o futuro da Seleção Nacional.A preparação será retomada, com 17 jogadores, na próxima 2ª feira, 2 de Julho, sendo o primeiro treino às 10.00 horas. A equipa concentra-se este domingo, dia 1, após o jantar, de novo em Coimbra


Portugal discutiu o jogo durante 35 minutos

A estratégia montada pela equipa técnica resultou durante muitos minutos, obrigando o seleccionador da Ucrânia, que vinha de uma vitória importante a meio da semana na Hungria, a utilizar duas jogadoras durante 30 minutos (as experientes Zherzherunova e Alyoshkina) e a jovem Iagupova pouco menos (25 minutos).

A partida deste sábado, que teve por palco o Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, equipamento da autarquia de Sintra que apoiou a organização deste evento, tanto em termos financeiros como logísticos, a par da Junta de Freguesia local e do GDEMA Menéres (a todos os parceiros os nossos agradecimentos), foi muito disputada até ao final do 3º período (33-38 para as forasteiras), com a maior diferença até aí a ser de 12 pontos (10-22), quando Anna Pokoiova acertou o seu 2º triplo (terminou com 3 em 4 tentativas), no minuto 12.Antes disso, no 1º quarto, as nossas representantes até estiveram na frente (7-4), até ao minuto 6, com duas boas iniciativas (1 duplo e 1 triplo) de Maria João Correia, que entrara a substituir a nossa melhor marcadora (Carla Freitas) tocada por uma adversária em lance casual (minuto 3), tendo que ser assistida fora de campo. Sofia Carolina batia-se com denodo ante a veterana Alyoshkina (2,01m), mas as ucranianas com um parcial de 0-9 conseguido em 3 minutos, iniciado com uma bomba da base Kochubei e fechado com o 1º triplo de Pokoiova, no minuto 9, viraram o marcador e terminaram os 10 minutos iniciais já na frente (10-15). No 2º período (9-10) o seleccionado luso manteve a sua atitude de grande entrega e entreajuda, pressionando as adversárias na transição ofensiva com o intuito de evitar ataques rápidos por parte da Ucrânia, o que obrigava esta a cometer erros (10 turnovers para cada lado, ao intervalo). Mesmo com a tarde pouco inspirada nos lançamentos do perímetro (17% contra 44%), Portugal mantinha o jogo em aberto ao cabo dos primeiros 20 minutos (19-25), obrigando mesmo o seleccionador ucraniano (Vadim Czeczuro) a parar o cronómetro no minuto 17 (15-22), preocupado com as dificuldades sentidas pelas suas jogadoras em atacar a nossa tabela.As portuguesas reentraram muito bem na partida, com o 1º triplo de Carla Freitas (em branco na 1ª metade, ao falhar 4 tentativas) a cair no 1º ataque planeado e até ao minuto 25 assistiu-se a uma toada de parada e resposta, com Ana Oliveira primeiro a triplar (25-27) e depois a igualar (27-27), situação que se repetiu com igualdades aos 29-29 depois quando precisamente a meio do 3º período (14-13) a poste Sofia Carolina arrancou uma falta em acto de lançamento, não falhando os lances livres (31-31). A envergadura e experiência de Alyoshkina fazia estragos na nossa tabela defensiva, apesar da oposição tenaz da sua marcadora directa (Sofia Carolina), ao marcar 6 pontos neste parcial, quase metade dos alcançados pela sua equipa (13 neste período). No derradeiro quarto (9-17) foi a possante Alina Iagupova que desequilibrou a contenda, ao anotar 11 (uma jogada de 2+1, 2 triplos e 1 duplo) dos seus 17 pontos no encontro. À entrada do minuto 35, Carla Nascimento era travada em falta, reduzindo para 37-45, mas um parcial de 0-7 em pouco mais de 2 minutos sentenciou a partida. A perder por 15 (37-52) e com 2 minutos para jogar, as portuguesas por intermédio de Carla Freitas (o seu 2º triplo e 2 lances livres) conseguiam ultrapassar a barreira dos 40 pontos, sem contudo evitar que Iagupova tivesse anotado mais uma bomba (40-55). Resultado final: Portugal 42-55 UcrâniaNo final do encontro, o seleccionador nacional analisou a prestação da sua equipa: «Esta foi mais uma prova de que a equipa está a crescer. Discutimos o jogo até aos últimos minutos (37-45, à entrada do minuto 35) e acabou por ganhar a Ucrânia porque foi realmente melhor que nós. Neste momento já só pensamos nos próximos 3 jogos e na forma diferente como teremos de jogar em relação à 1ª volta.». Mais adiante Ricardo Vasconcelos referiu: «Acredito mesmo assim que podemos melhorar em relação aos turnovers porque alguns foram não forçados e hoje não contámos com a percentagem de 3 pontos que tem sido habitual. De qualquer forma estou bastante satisfeito com o desempenho das nossas atletas que mais uma vez provaram que estamos no caminho certo.».Nas vencedoras destaque para o duplo duplo da poste Lyubov Alyoshkina, MVP do jogo (21,0 de valorização), ao contabilizar 12 pontos, 11 ressaltos sendo 5 ofensivos, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres, seguida de perto por Alina Iagupova, melhor marcadora do encontro (17 pontos, 6/12 nos lançamentos de campo repartidos por 3/6 nos duplos e 3/6 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos e 6 faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres) e por Olena Zherzherunova (9 pontos, 6 ressaltos defensivos, duas assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas, com 3/5 nos lances livres). Importante foi também o contributo da atiradora Anna Pokoiova (9 pontos, 3/5 nos triplos e 4 ressaltos), com as suas bombas a caírem em alturas cruciais.No seleccionado luso que valeu pelo colectivo, tal o espírito de equipa e entreajuda reinantes, a mais valiosa foi a poste Sofia Carolina (12,0 de valorização) ao anotar 7 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres). Foi bem acompanhada por Sara Filipe (8 pontos, 4/7 nos duplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência e 3 roubos), Ana Oliveira (8 pontos, 2/5 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e duas faltas provocadas), Carla Freitas (8 pontos, 2/8 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres) e Carla Nascimento (3 pontos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres).Em termos globais o triunfo ucraniano assenta basicamente na maior eficácia nos lançamentos de campo (27%-36%), repartidos pelos duplos (29%-36%) e pelos triplos (24%-35%) pela ligeira supremacia nas tabelas (34-36 ressaltos), ainda que perdendo na tabela ofensiva (9-8 ressaltos), por ter sido mais colectivo (9-16 assistências) e por ter cometido menos erros (17-14 turnovers). Por seu turno Portugal roubou mais bolas (11-7 roubos) e foi mais certeiro da linha de lance livre (79%-71%), com a curiosidade de ambas as equipas terem usufruído de 14 tentativas (as portuguesas falharam 3, menos uma que as adversárias). Ficha de jogoPortugal (42) – Carla Nascimento (3), Carla Freitas (8), Ana Oliveira (8), Sara Filipe (8) e Sofia Carolina (7); Mª João Correia (5), Tamara Milovac, Joana Lopes, Débora Escórcio (2),Larisse Lima e Michelle Brandão (1)Ucrânia (55) – Inna Kochubei (3), Irina Tsekova , Oleksandra Kurasova (5), Lyubov Alyoshkina (12) e Olena Zherzherunova (9); Alina Iagupova (17), Tetiana Panchenko, Viktoria Mircheva, Anna Pokoiova (9), Kateryna Pilyashenko-Novohatna, Ganna Zarytska e Yevgeniya Sharovka Por períodos: 10-15, 9-10, 14-13, 9-17Árbitros: Gianluca Mattioli (Itália), Dariusz Szczerba (Polónia) e Eric Bertrand(Suiça) No outro jogo da Grupo A, a Hungria quebrou a invencibilidade da Bielorússia, ao vencer por 62-59. Folgou Israel. Bielorússia mantém a liderança, perseguida pela dupla Ucrânia e Hungria, ambas com 2 derrotas.A comitiva portuguesa viaja amanhã (2ª feira) para a Bielorússia, para cumprir o compromisso relativo à 7ª jornada da competição, na 4ª feira (4/7), em Minsk, a partir das 19H30. A partida será às 12H10 no voo LH1167 com chegada a Frankfurt às 16H10. Um compasso de espera de 4h15 naquele aeroporto germânico para o voo LH1488 que parte às 20H25, com chegada prevista à capital bielorussa às 23h40.


Queremos condicionar o contra-ataque das ucranianas

Depois do excelente comportamento na passada 4ª feira, frente a Israel, em que a derrota por um cesto apenas (60-62) aconteceu porque também nos faltou uma pontinha de sorte, as jogadoras às ordens de Ricardo Vasconcelos tiveram um dia de merecido descanso, para retemperar energias.Esta sexta voltou-se ao trabalho no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra (a equipa mantém-se concentrada na mesma unidade hoteleira, na zona de Sintra), tendo o apronto decorrido dentro do que estava previsto, a seguir ao treino das ucranianas que chegaram ontem a meio da tarde. A derrota contundente sofrida em Yuzhnyi no passado dia 13 (é caso para dizer que nem Santo António nos valeu…) já lá vai. Prova irrefutável disso foi a postura evidenciada pelas nossas representantes que com um atitude guerreira complicaram a vida e de que maneira às israelitas há dois dias. Pusemos a questão ao seleccionador luso desta forma: a derrota na Ucrânia deixou marcas profundas mas a resposta dada na 4ª feira permitiu que as nossas jogadoras tivessem readquirido a confiança em si próprias?«Sem sombra de dúvida. Este é um jogo que estamos ansiosos por jogar porque o resultado lá não reflecte nem de perto nem de longe a diferença existente entre as duas selecções. Sabemos que é uma equipa que nos vai proporcionar o desconforto mais difícil de treinar que é ter vantagem física directa em cada posição (não temos jogadoras com aquela força e envergadura). Elas defendem muito físico, para poderem tirar vantagem nas transições ofensivas, apostando no contra-ataque.».Alina Iagupova (base, 1,81m, 20 anos) tem sido peça decisiva no modelo de jogo ucraniano, em que a sua agressividade defensiva, grande apetência para roubar bolas fruto de um arranque imparável e a capacidade para provocar faltas têm sido determinantes, nomeadamente na vitória arrancada na Hungria. Mas claro que há outras pedras influentes, como a extremo Oleksandra Kurasova e a poste Lyubov Alyoshkina (2,01m), que no jogo realizado em solo húngaro contribuiu com 22 pontos (7/8 nos duplos), sendo juntamente com Iagupova (27 pontos) as marcadoras de serviço da armada ucraniana. «Queremos obrigá-las a jogar posses de bola largas, que joguem em ataque 20 segundos ou mais (impedindo-as de fazer contra-ataque em que são muito fortes) e ofensivamente castigar as jogadoras grandes com os desequilíbrios provocados pelas nossas jogadoras pequenas, sendo que nesta fase somos mais consistentes a jogar em ataque do que no início da competição.», finalizou Ricardo Vasconcelos, a propósito da estratégia montada para “colocar grãos de areia” na engrenagem da bem oleada máquina ucraniana.Classificação actual (Grupo A)1º Bielorússia 4V-0D-8 pts2º Hungria 2V-2D-6 pts3º Ucrânia 2V-2D-6 pts4º Israel 2V-2D-6 pts5º Portugal 0V-4D-4 ptsA 6ª jornada joga-se amanhã. Portugal recebe a Ucrânia, a partir das 18H00, no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, enquanto a líder Bielorússia viajará até à Hungria. Folga Israel. Venham apoiar a nossa selecção. É o desafio que vos propomos.


Minhava: «É altura de trabalhar»

Não obstante a longa temporada, o jogador chega motivado e disposto a dar tudo para que Portugal volte a apurar-se para a fase final de um Eurobasket.

Feliz e disponível para integrar uma vez mais os trabalhos da Seleção Nacional?Claro que sim! É sempre bom chegar ao fim da época e ter a oportunidade de ajudar a Seleção Nacional. É igualmente gratificante sentir a confiança dos responsáveis pela equipa e em relação a isso só tenho uma maneira de retribuir essa mesma confiança: Dar o melhor de mim em todos os momentos.O Miguel Minhava é um jogador que nunca desiste? No dia em que equacionar desistir penso que os meus dias no basquetebol estarão a chegar ao fim. Nunca desisto, principalmente nas alturas menos positivas procuro dar o melhor de mim de forma a dar a volta por cima. É essa a minha maneira de estar e nunca a vou alterar. O sorteio do grupo em que Portugal ficou integrado, em teoria, não poderia ser mais complicado depois de conhecidas as equipas sorteadas dos respetivos potes?Não há volta a dar. É com estas equipas que vamos ter de jogar e só temos que fazer as coisas para que sejam eles a preocuparem-se com a nossa equipa. É de facto um grupo difícil, mas já provamos noutras alturas que, se tivermos ao nosso melhor nível, podemos ser bastante competitivos e vencer jogos. Ainda faz parte de um grupo reduzido de atletas que se encontra no meio dos convocados mais veteranos e daqueles que integram a desejada renovação da equipa. Achas que será uma transição tranquila, sem que a mesma perca qualidade e competitividade? É uma realidade que existe uma geração (aquela que melhores resultados conseguiu na história do basquetebol em Portugal) que está a chegar ao fim no que diz respeito à Seleção Nacional. Faz parte da vida e na minha opinião só temos que agradecer o que de bom eles fizeram por nós. Penso que existem condições para fazer uma transição progressiva e não repentina. É possível não perder competitividade, mas também é imperativo que esses novos jogadores tenham minutos nos seus clubes. Caso contrário tudo ficará mais difícil, e a Seleção poderá ressentir-se.O plano de preparação prevê mais 10 jogos de controlo. Poderá isto ser um fator decisivo para o apuramento para o Eurobasket na Eslovénia?Penso que sim, e aí temos que reconhecer que a Federação tudo tem feito para que tenhamos todas as condições para atingir os nossos objetivos. Estamos num país em que nem sequer existem equipas a disputar competições europeias, como tal estes jogos assumem uma importância extrema.Independentemente dos jogadores que venham a integrar a Seleção Nacional, e da experiência que já tem de trabalhar com o treinador Mário Palma, como será a equipa portuguesa que vai disputar a próxima fase de apuramento? Sei que o grupo que ficar para os jogos de qualificação vai ter regras definidas e o caminho traçado vai ser só um. O Prof Mário Palma já disse, no dia em que anunciou a convocatória, qual era o lema da Seleção Nacional. Portanto, agora é altura de trabalhar (e muito certamente) para atingir, mais uma vez, aquilo que muitos julgam não ser possível.


Sub-18 de Portugal repetem vitória

Renovamos o nosso bem-hajam à Universidade da Beira Interior (UBI) e à Associação de Basquetebol de Castelo Branco (personificada na equipa do Presidente João Gustavo Santos e do DTR António Sena), pelo valioso contributo que deram à preparação das duas selecções nacionais portuguesas (Sub-16 e Sub-18 femininos), tendo em vista a participação condigna nos respectivos Campeonatos da Europa, Divisão B.

No derradeiro encontro, disputado ao final da manhã, no pavilhão da UBI, Portugal Sub-18 voltou a superiorizar-se à congénere da Noruega por 66-30, com 26-18 ao intervalo.As comandadas de Kostourkova fizeram uns bons 10 minutos iniciais (16-8), mas no 2º quarto (10-10) a clarividência baixou, permitindo que as norueguesas equilibrassem. Na etapa complementar (40-12) o rendimento da equipa melhorou bastante o que aliado à quebra física das nórdicas que haviam jogado ontem à noite com as nossas Sub-16, contribuiu para uma vitória folgada.Destaque na selecção lusa para a base Inês Viana (4 pontos, 5 ressaltos defensivos, 7 assistências e 7 roubos), que parece querer regressar ao nível de 2011 (até se ter lesionado com gravidade), bem na leitura de jogo e na agressividade defensiva. Foi bem acompanhada por Laura Ferreira (13 pontos,1 triplo, 4 ressaltos sendo metade ofensivos), duas assistências e 1 roubo), Nádia Fernandes (10 pontos, 1 triplo, 3 ressaltos ofensivos, uma assistência e 3 roubos), Joséphine Filipe (4 pontos, 10 ressaltos sendo 6 ofensivos e 1 roubo), Mafalda Barros (11 pontos,1 triplo, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos e 2 roubos) e Jéssica Costa (9 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos e 1 roubo). Na equipa da Noruega sentiu-se a falta da sua melhor marcadora (Stine Austgulen), que tinha uma média de 19,7 pontos por jogo até ontem, não tendo alinhado por opção da equipa técnica. A quebra física após o intervalo contribuiu para a fraca produção ofensiva na 2ª metade (12 pontos apenas). Indicadores globais da selecção lusa: 40 ressaltos sendo 17 ofensivos, 16 assistências, 25 roubos e 13 turnovers. Ficha de jogoPortugal Sub-18 (66) – Joana Soeiro (6), Laura Ferreira (13), Nádia Fernandes (10), Joséphine Filipe (4) e Inês Veiga (2); Inês Viana (4), Jéssica Costa (9), Ana Granja (1), Mafalda Barros (11), Filipa Marques (3), Sara Dias e Letícia Fonseca (3)Noruega Sub-18 (30) – Tennaz Javid (3), Christina Muren, Margrethe Kristiansen (6), Rannveig Gjesdal, Siri Granheim (3), Stine Karlstad (2), Elin Gulbrandsen (3), Kristine Lindholm (7) e Vide Tveito (4)Por períodos: 16-8, 10-10, 20-4, 20-8


Sub-16 lusas deram a volta no último quarto

As nórdicas estiveram na frente até ao final do 3º período (47-55), não conseguindo depois contrariar a reviravolta imposta pelas comandadas de Catarina Neves, que saltaram para o comando aos 61-60, para ganharem pela diferença mínima. Simone Costa voltou a estar em destaque no seleccionado luso, repetindo a pontuação do 1º jogo (20 pontos) enquanto nas norueguesas a marcadora de serviço (Austgulen, com 31 pontos) confirmou as características que já lhe conhecíamos do Campeonato da Europa de Sub-18, Divisão B, em Miskolc (Hungria), no ano passado, onde foi uma das melhores anotadoras da competição. Ficha de jogoPortugal Sub-16 (69) – Catarina Cavaco (4), Emília Ferreira (2), Carolina Bernardeco (6), Chelsea Guimarães (4), Francisca Meinedo (3), Simone Costa (20), Sofia Almeida (6), Catarina Rolo (3), Maria Kostourkova (12), Ana Moniz, Joana Alves (2) e Mafalda Marques (7)Noruega Sub-18 (68) – Tennaz Javid (1), Christina Muren (13), Margrethe Kristiansen (7), Rannveig Gjesdal (2), Siri Granheim (2), Stine Karlstad (4), Stine Austgulen (31) e Elin Gulbrandsen (6)Por períodos: 13-22, 19-16, 15-17, 22-13 O estágio termina hoje, depois do almoço, enquanto a esta hora (final da manhã de sábado) se está a realizar o último jogo, entre as selecções de Sub-18 de Portugal e da Noruega.


Nem só de basquetebol se faz a preparação

A comitiva teve também a hipótese de visitar o Museu de Arte do Caramulo, onde se deslumbrou com obras de Picasso, Dali, Vieira da Silva, Amadeo de Sousa Cardoso, entre muitos outros. No mesmo espaço, e talvez mais conhecido, o Museu do Automóvel possui uma coleção de automóveis, motociclos e velocípedes muito interessante, onde consta, por exemplo, o carro mais antigo em funcionamento do nosso país.


Supremacia lusa acentuou-se na etapa complementar

A superioridade das comandadas de Mariyana Kostourkova nunca esteve em causa, tendo-se acentuado após o intervalo, com as norueguesas a não atingirem a dezena de pontos quer no 3º quer no 4º períodos. Boas indicações dadas pelas três Sub-16 que alinharam no colectivo de Kostourkova, com Simone Costa mais segura nas decisões e agressiva a defender (6 roubos), enquanto as jogadoras interiores Maria Kostourkova (2 roubos e 10 ressaltos sendo 6 ofensivos) e Chelsea Guimarães (2 roubos e 3 ressaltos sendo 2 ofensivos) garantem outra capacidade ressaltadora, permitindo transições mais rápidas. Destaque para Joana Soeiro (19 pontos, 3/8 nos triplos e 4 roubos), Laura Ferreira (9 pontos, 3/8 nos triplos, 2 roubos e duas assistências), Nádia Fernandes (6 pontos, 1 roubo e 5 ressaltos sendo 1 ofensivo) e Joséphine Filipe (6 pontos, 4 roubos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos e duas assistências).Supremacia lusa nas tabelas (38-27 ressaltos), com realce para os 21 ressaltos ofensivos contra apenas 8, enquanto o tiro exterior (7 triplos em 19 tentativas, uns bons 37%) revelou ser mais uma arma para a equipa. Outros indicadores: 9 assistências, 26 roubos e 17 turnovers. Azar para Joana Canastra que se ressentiu de uma lesão no tendão de Aquiles, apresentando queixas logo no 2º treino, o que motivou a sua paragem. Também não jogaram por opção Ana Granja, Letícia Fonseca e Jéssica Costa. Ficha de jogoPortugal Sub-18 (77) – Joana Soeiro (19), Laura Ferreira (9), Nádia Fernandes (6), Joséphine Filipe (6) e Inês Veiga (5); Inês Viana (6), Filipa Marques (2), Simone Costa (11), Maria Kostourkova (6), Sara Dias (4), Chelsea Guimarães (1) e Mafalda Barros (2)Noruega Sub-18 (42) – Tennaz Javid (3), Christina Muren (5), Margrethe Kristiansen (4), Rannveig Gjesdal (2), Siri Granheim (2), Stine Karlstad (5), Stine Austgulen (7), Elin Gulbrandsen (8), Kristine Lindholm (6) e Vide TveitoPor períodos: 21-14, 17-11, 18-9, 21-8Hoje à mesma hora (21H30) e no mesmo recinto (pavilhão da UBI, na Covilhã), defrontam-se de novo Portugal Sub-16 e Noruega Sub-18.


XI Gala do Olivais FC 2012

A nossa equipa regressou a casa com a medalha de prata, depois
de perder a final com a Suécia.

A décima primeira Gala do Olivais FC Coimbra vai decorrer no próximodia 30 de junho pelas 21h no Pavilhão Eng. Augusto Correia e será aoportunidade para atribuir troféus a atletas, treinadores eseccionistas em 30 categorias. As nomeações para as 15 categoriasprincipais já foram divulgadas. Os vencedores serão conhecidos apenasna Gala.O desfecho feliz desta participação portuguesa no Europeu da categorianão foi obra do acaso. O treinador principal da equipa, EugénioRodrigues, declarou que: “A preparação começou na equipa sénior ainda,em Abril, com 5 atletas Sub-20 (tendo apenas ficado 3 nas 12 finais),mas teve o seu momento verdadeiramente inicial só em fins deMaio/início de Junho, o que representava uma preparação de 2 jogosprivados e 32 treinos. Era curto, mas sabíamos o que tínhamos de fazerpara chegar ao ponto ideal, dentro desta preparação possível”.Neste Europeu de sub-20 feminino, Portugal apenas perdeu com a Suécia(e por duas vezes); de resto ganhou todos os restantes jogos:08.07.2011 vs MKD [W] 72-5809.07.2011 vs BUL [W] 74-4910.07.2011 vs SWE [L] 50-6712.07.2011 vs HUN [W] 67-6315.07.2011 vs ISR [W] 60-5416.07.2011 vs CZE [W] 63-6017.07.2011 vs SWE [L] 55-64Na Macedónia, a equipa manteve-se sempre fiel ao plano inicialmentetraçado pelo treinador: “Independentemente de como o jogo corria e dasdificuldades naturais que íamos enfrentando, (…) nunca deixamos defazer aquilo tínhamos treinado, evitando ir para soluções que nãotínhamos previsto ou ensaiado. Percebemos que teríamos de vencer commuito sofrimento e se tivesse de ser por um ponto em cada período,pois assim seria. Isso foi visível pois à medida que fomos enfrentandoas equipas mais fortes, quando todos achavam que já nãoconseguiríamos, nós conseguimos subir uns furos e estar ao nível donosso adversário.”A equipa foi treinada por Eugénio Rodrigues tendo como adjuntos JoséMiguel Araújo e Ricardo Vasconcelos.A equipa incluía as atletas olivanenses Michelle Brandao, CarsidaliaSilva, Maria João Andrade e também Ana Antunes que entretantoingressou no Olivais FC. As outras atletas da equipa eram DanielaDomingues, Joana Cruz, Ines Faustino, Filipa Bernardeco, Maria JoãoCorreia, Luiana Livulo, Sara Oliveira e Telma Fernandes.A então olivanense Michelle Brandão, base e capitã da selecçãonacional, foi votada e nomeada para o 5 ideal deste Europeu de Sub-20Femininos, tendo marcado um total de 97 pontos e feito 18 assistênciasem 7 jogos, ou seja, uma média de 13,9 pontos e 2,6 assistências porjogo. Daniela Domingues (32,4 min/jogo), Michelle Brandão (30,4) eMaria João Correia (30,0) foram as três mais utilizadas no plantel àdisposição de Eugénio Rodrigues.A classificação final foi a seguinte:1º Suécia2º Portugal3º Grécia4º República Checa5º Israel6º Hungria7º Bélgica8º Bulgária9º Áustria10º Estónia11º MacedóniaNeste ano de 2012 esta mesma seleção vai disputar o campeonato europeuna Divisão A que se disputará de 18 a 26 de Agosto em Debrecen naHungria. Portugal inicia a competição integrada no grupo C juntamentecom a França, a Ucrânia e a Turquia.Desejamos as maiores felicidades a esta seleção para esta difícil competição.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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