Artigos da Federaçãooo
Ineficácia no 3º quarto ditou a derrota
A ineficácia no 3º período deitou por terra as aspirações das portuguesas em quebrarem o ciclo negativo, depois de uma 1ª parte bem jogada, de bastante equilíbrio.
Aliás esse aspecto foi realçado ao intervalo pelo Adido Cultural e de Imprensa da Embaixada de Portugal em Tel-Aviv, Dr. Fernando Ferreira da Silva, que assistiu ao jogo na companhia de sua esposa, fazendo questão de salientar a garra posta em campo pelas nossas representantes. Os nossos agradecimentos pelo apoio prestado, ficando a promessa da nossa parte, que numa futura viagem, contactaremos previamente para sermos recebidos na Embaixada portuguesa.Israel entrou melhor no jogo (4-0 no 1º minuto) mas Portugal reagiu e no minuto 5 havia um empate (8-8). Do lado israelita era Katia Levitsky que fazia a diferença, ampliando para 12-8 no minuto 7, o que obrigou Ricardo Vasconcelos a parar o cronómetro no minuto 9. As rectificações feitas deram resultado terminando o 1º período com as anfitriãs na frente (14-12).No 2º quarto (16-16), o seleccionado luso permitiu que o adversário fugisse no marcador (22-13), ao sofrer um parcial de 8-1, mas o reunir das tropas fez com que surgisse uma forte reacção, impondo um parcial de 0-5 e 22-18 no minuto 15. A determinação das portuguesas ia dando frutos e um triplo de Maria João Correia empatava a partida (28-28) a 20 segundos da buzina para o descanso. Antes do intervalo Israel desempatava, da linha de lance livre, indo para o balneário na frente (30-28).Os dados estatísticos da equipa portuguesa na 1ª parte evidenciavam uma boa prestação defensiva e uma boa percentagem de lançamentos de 2 pontos (53%). Muito equilíbrio em vários indicadores (ressaltos, turnovers e roubos), com as jogadoras da casa a superiorizarem-se nas assistências. No 3º período (18-7), uma desconcentração em 3 minutos foi fatal para os objectivos da selecção portuguesa. No minuto 28 Israel vencia por 39-35, depois de ter estado com uma vantagem de 8 pontos (39-31), com o 1º triplo da equipa a cair por intermédio de Liron Cohen, no minuto 26. Um desconto de tempo pedido pelo seleccionador luso possibilitou por momentos a reacção, mas algumas desatenções defensivas foram aproveitadas pelas atiradoras israelitas que acertaram mais 3 bombas em minuto e meio, a primeira da autoria de Noa Ganor e as duas restantes a cargo de Shiran Zairy. Israel que na 1ª parte só tinha feito duas tentativas falhadas, do perímetro, terminava o 3º quarto com 13 pontos a maior (48-35) e com 4/9 da linha de 3 pontos, ao converter 4 triplos em 7 tentados (57%) neste período.A desorientação e descrença das nossas jogadoras manteve-se até aos 53-35 (minuto 33), a maior vantagem (18 pontos) para Israel em todo o encontro. A partir daí um triplo de Larisse Lima (53-38) deu o mote para uns 6 minutos finais de grande empenhamento e entreajuda , com Ana Oliveira (1 triplo e 1 duplo) e Sofia Carolina (2 duplos ) após ressaltos ofensivos, a repartirem as despesas no ataque.Resultado final: Israel 58-47 PortugalRegistámos no final a opinião do seleccionador português sobre o jogo. «A primeira ilação que podemos tirar não só deste jogo mas também da campanha é que bastam 3 minutos de mau desempenho, de desconcentração, para se perder um jogo a este nível. Quando ofensivamente se faz 1 em 10, num período, com alguns lançamentos na passada, portanto fáceis e se sofrem 3 triplos de uma falha de rotação defensiva, em 2 minutos, hipotecam-se todas as chances de ganhar o jogo. No entanto do ponto de vista defensivo (excepto nesse período de paragem cerebral) fizemos um trabalho bastante conseguido. Pena que a percentagem de 3 pontos tenha estado abaixo daquilo que tem sido o habitual.» Destaque nas vencedoras para a extremo/poste Katia Levitsky (19,5 de valorização), com 14 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres, seguida de Shay Doron (12 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 6 faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres) e Noa Ganor (3 pontos, 1/2 nos triplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 5 assistências e 2 roubos).Na selecção portuguesa realce para a prestação da poste Sofia Carolina, MVP da partida (20,0 de valorização) que fez um duplo duplo ao contabilizar 11 pontos, 5/7 nos duplos, 12 ressaltos sendo 5 ofensivos, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 1/1 nos lances livres. Manteve um duelo intenso e desgastante com as postes adversárias, ainda que defensivamente não tenha estado ao nível a que nos habituou. Foi bem acompanhada pela capitã Sara Filipe (7 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) e por Ana Oliveira (11 pontos, 1/3 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres). Carla Nascimento também merece uma referência pelo labor desenvolvido, particularmente pelos 4 roubos, duas assistências, 5 ressaltos defensivos e 3 faltas provocadas, tendo sido penalizada na sua valorização pela fraca eficácia (1/6 nos triplos) e pelos turnovers (5), tantos quantos os cometidos por Maria João Correia, que também registou a mesma baixa eficácia (1/6) nos tiros do perímetro. Em termos globais a vitória merecida de Israel assentou basicamente na maior eficácia de lançamentos de campo (36%-29%), tanto nos duplos (41%-36%) como nos triplos (25%-17%), no maior colectivismo (17-7 assistências), no menor número de erros cometidos (19-23 turnovers), no maior número de roubos de bola (15-10) e no maior número de faltas provocadas (20-13). Por seu turno Portugal ganhou a luta das tabelas (36-43 ressaltos), tanto na tabela defensiva (26-29) como na ofensiva (10-14) e foi mais certeiro da linha de lance livre (80%-82%), falhando apenas duas das 11 tentativas enquanto Israel desperdiçou 3 em 15 tentados. No outro encontro do Grupo A, a Ucrânia ao vencer a Hungria (73-66), qualificou-se para a fase final em 2013, juntando-se assim ao vencedor do Grupo (Bielorússia) que folgou nesta 10ª jornada. Ficha de jogoPavilhão do Maccabi Rishon Le ZionIsrael (58) – Shiran Zairy (6), Shay Doron (12), Liron Cohen (11), Katia Levitsky (14) e Ekaterina Abramzon; Jenni fer Fleischer (2), Noa Ganor (3), Nomi Kolodny, Brahsheedah Elohim (4), Ortal Oren (6), Shira Shecht e Shani LevyPortugal (47) – Carla Nascimento (3), Carla Freitas, Ana Oliveira (11), Sara Filipe (7) e Sofia Carolina (11); Mª João Correia (7), Joana Lopes, Tamara Milovac (2), Débora Escórcio (3), Michelle Brandão, Daniela Domingues e Larisse Lima (3)Por períodos: 14-12, 16-16, 18-7, 10-12Árbitros: Sasa Maricic (Sérvia), Nikolaos Somos (Grécia) e Oscar Perea (Espanha)A comitiva portuguesa regressa hoje a Portugal. A alvorada é bem cedo (saída às 03H45 do hotel rumo ao Aeroporto) para se fazer o check-in do voo da Austrian que sai de Tel-Aviv às 6H30 com destino a Viena. No aeroporto da capital austríaca espera-nos uma longa escala de mais de 10 horas, já que a partida do voo TP 693 rumo a Lisboa está marcada para as 19H35, com chegada prevista ao Aeroporto da Portela às 22H05.
Portugal cede em Inglaterra
A equipa nacional, que prepara o Eurobasket’13, cedeu por 68-83, depois de ter chegado ao intervalo a vencer por dois pontos (39-37). João Santos (16 pontos) e João Betinho Gomes (14) foram os melhores marcadores.
A equipa nacional mantinha-se na discussão do jogo no final dos primeiros 20 minutos, mas um desastroso terceiro quarto (6-25) compremeteu definitivamnete as aspirações portuguesas de poder lutar até final pela vitória no encontro.No entanto, consciente que de um jogo de preparação se tratava, o selecionador Mário Palma utilizou os doze jogadores que se equiparam, dando-lhes a oportunidade de ter minutos de jogo a pensar na fase de qualificação para o próximo Europeu.As percentagens de lançamento da equipa portuguesa não foram nada famosas, especialmente da linha de lance livre (18/9), um facto a que não será alheio a carga de treino a que a equipa foi submetida nas últimas semanas de trabalho.
Nova vitória frente à Roménia
A equipa nacional controlou o marcador, com exceção do segundo período, destacando-se o base João Oliveira, MVP do encontro. A 19/Jul, Portugal estreia-se com a Holanda no Euro, na magnífica instalação desportiva propriedade da federação romena, onde a equipa lusa continuará a sua preparação.
Marcha do Marcador:15-1617-12 (32-28)6-15 (38-43)8-12 (46-55)Lançamentos: L2 24/57 (42,1%); L3 0/9 (0%); LL 7/19 (36,8%)Nome: Valorização / Pontos / RessaltosJoão Lucas: -1 / 8 / 7João Oliveira: +18 / 5 / 1Diogo Brito: -4 / 4 / 3Francisco Amiel: -2 / 2 / 8Luís Câmara: +2 / 0 / 2João Neves: -10 / 0 / 0Benvindo Mendes: +14 / 7 / 3Ricardo Monteiro: -5 / 4 / 3Diogo Araújo: +14 / 5 / 10Sérgio Silva: +7 / 11 / 3Rodrigo Soeiro: +6 / 0 / 3Carlos Salamanca: +6 / 9 / 4Rui Alves, selecionador nacional mostrou-se satisfeito com mais esta vitória “é bom vencer, e fazê-lo com a autoridade de hoje tem muito mérito. A Roménia não organiza o europeu por acaso, têm ambição e estão bem preparados, hoje notavam-se muito pressionados para nos vencer mas nós tivemos uma atitude extraordinária. Naturalmente que nesta fase o mais importante continua a ser ganhar experiência e afinar o que falta para começarmos a competição o melhor possível.” Sobre o percurso até ao europeu, o técnico adianta “objetivamente só vencemos dois jogos de preparação. Foram bons, foram duros, estamos contentes pelo resultado, mas temos os pés bem assentes na terra. Estamos conscientes das nossas limitações e vamos trabalhar para escondê-las o mais possível durante o campeonato. Faltam poucos dias para o início, a capacidade de trabalho dos jogadores tem sido enorme e a sua atitude irrepreensível”.
Temos necessidade de provocar mais faltas
Cumpridas as formalidades habituais sem qualquer complicação, saímos do Aeroporto com destino ao Hotel Leonardo, pertencente à cadeia com o mesmo nome, instalado na Leonardo City Tower, uma torre enorme (30 andares pelo menos), que tem também apartamentos (zona residencial).
Depois de uma ceia ligeira, foi hora de recolher aos quartos, cerca das 02H30, para o merecido descanso. No final do pequeno-almoço a equipa técnica decidiu anular o treino que estava marcado para as 13H00, preferindo que as jogadoras recuperassem do desgaste acumulado (a equipa está nestas andanças desde meados de Maio, portanto há 2 meses, com grandes deslocações pelo meio) e ao princípio da noite façam um bom treino à hora do jogo de amanhã.Logo após o pequeno-almoço alguns membros do staff fizeram uma pequena caminhada com o objectivo de desentorpecer as pernas, mas o excessivo calor (ainda não era meio-dia) agravado pelo facto de haver poucas sombras no percurso, encurtou o passeio decorridos cerca de 45 minutos.Antes do treino desta noite, fizemos a habitual antevisão do encontro com o seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos. Sabendo que o jogo de amanhã (início às 21H00) é o último da campanha iniciada a 13 de Junho, na Ucrânia e que Israel já está completamente afastado da hipótese de apuramento, após a derrota sofrida em Sopron, na passada 4ª feira ante a Hungria (vitória das húngaras por 73-66), com mais uma prestação decisiva da norte-americana naturalizada Quigley (20 pontos) por banda do conjunto magiar, questionámos o nosso interlocutor se acredita eventualmente em alguma desmotivação por parte das israelitas, que conjugada com o facto de termos discutido o triunfo em Casal de Cambra (derrota por 60-62), há pouco mais de duas semanas, dará alguma réstia de esperança às nossas representantes para a obtenção do 1º êxito luso.«Israel vai fazer o primeiro jogo sem a pressão competitiva a que esteve sujeito até à ronda anterior. Vem de uma jornada de desalento em que perdeu matematicamente as hipóteses de se qualificar. É claramente a equipa do ponto de vista biométrico que não apresenta uma estatura tão alta como os outros opositores e a verdade é que todos ficámos com a noção de que era um adversário que podíamos ter vencido em casa. Sabemos no entanto que a selecção israelita é uma equipa fortíssima em casa (só perdeu com a Hungria), com um ambiente que ajuda a galvanizar as suas jogadoras e essa será claramente a sua maior arma.», referiu o seleccionador luso na sua abordagem à questão.Mais adiante analisou de uma forma pragmática as nossas possibilidades em conseguir um resultado positivo: «Assim penso que estão reunidas todas as condições para fazermos mais um jogo onde queremos ser competitivos, entrar a pensar em ganhar, sem perder de vista que é mais uma oportunidade de ganharmos mais experiência, importante neste tipo de competição. Acredito que a sua base e a “2” são as que mais desequilíbrios criam a jogar no 1×1 e no 2×2, pois são jogadoras com experiência de Euroliga, concretamente a Shay Doron no Ekaterinburg (Rússia) e a Liron Cohen no Familia Schio (Itália) e portanto tenderemos a organizar a nossa defesa no sentido de diminuir o tempo de posse de bola nas mãos destas duas jogadoras.».Fazendo uma leitura da estatística do jogo da 1ª volta em que por exemplo foi evidente o equilíbrio na área pintada (20 pontos nossos contra 18 das israelitas), o que não foi possível nos confrontos com os outros adversários, muito fortes nesse capítulo, Ricardo Vasconcelos disse que «temos necessidade de provocar mais faltas e ter mais atenção à Abramzon que pode aproveitar as folgas da pressão que vamos fazer em relação à Doron e à Cohen.».
Escala de 6 horas e meia no Aeroporto de Viena
A escala com a duração de 6 horas e meia permitiu-nos fazer esta notícia e simultâneamente dizer que a viagem até aqui correu bem, sem contratempos de maior.O jogo de sábado referente à 10ª e última jornada da competição, fecha a campanha deste Verão, para o EuroBasket Feminino 2013. Nos jogos da ronda anterior (9ª), disputada ontem, em que Portugal folgou, registaram-se os seguintes resultados:Bielorússia 68-60 UcrâniaHungria 73-66 IsraelDeste modo a Bielorússia garantiu a qualificação para a fase final, sendo vencedora do Grupo A, com 6 vitórias e duas derrotas. Na derradeira ronda (sábado) o confronto Ucrânia-Hungria define o 2º classificado que também será apurado.O voo para Telavive tem a partida marcada para as 20H25, estando a chegada prevista para as 00H50 locais, portanto já 6ª feira, dia 13.
Miguel Queiroz dispensado
A comitiva integra 14 jogadores, por isso, após o treino da manhã desta quinta-feira, a equipa técnica decidiu dispensar Miguel Queiroz.
Eis os14 jogadores convocados para a digressão a Inglaterra e à Bulgária:Elvis ÉvoraJoão SantosMário FernandesTomás BarrosoNuno OliveiraMiguel MinhavaJaime SilvaJosé SilvaFábio LimaRui QuintinoJoão GomesPaulo CunhaJorge CoelhoCláudio Fonseca
Vitória frente à Roménia
A seleção da casa, concentrada há 2 meses e já com 16 jogos internacionais disputados, chegou a liderar o marcador por 12 pontos. Contudo, a reação dos portugueses no último período (12-21) foi decisiva para o desfecho do encontro. De realçar que o selecionador Rui Alves utilizou os 12 jogadores durante tempo significativo e que todos eles anotaram pontos. Estas seleções voltam a encontrar-se já dia 14, às 18h, no Sport Hall “Unirea” Dobroesti.
Marcha do Marcador:16-1417-18 (33-32)17-11 (50-43)12-21 (62-64)Lançamentos: L2 17/49 (34,7%); L3 5/12 (41,7%); LL 15/28 (53,6%)Nome: Valorização / Pontos / RessaltosJoão Lucas: +17 / 9 / 10João Oliveira: -14 / 3 / 1Diogo Brito: +6 / 2 / 1Francisco Amiel: +13 / 6 / 6Luís Câmara: -6 / 2 / 1João Neves: +6 / 4 / 2Benvindo Mendes: +3 / 12 / 9Ricardo Monteiro: -10 / 2 / 2Diogo Araújo: -7 / 2 / 4Sérgio Silva: +20 / 15 / 2Rodrigo Soeiro: -8 / 1 / 2Carlos Salamanca: -10 / 6 / 1Hugo Matos, treinador-adjunto, começa por referir que “claro que ganhar é melhor que perder, mas o mais importante foi mesmo ganhar experiência competitiva. Destacamos o facto de recuperarmos de uma desvantagem no marcador e ainda de todos os jogadores terem sido utilizados, no mínimo, cerca de 10 minutos, contribuindo todos eles com pontos e ressaltos”. Sobre o próximo embate, o técnico afirma que “cada jogo tem a sua história mas o nosso objectivo é claro, estar a 100% dia 19 contra a Holanda. Vamos analisar o vídeo do jogo de hoje, corrigir o que pode ser corrigido, e tentar obter o melhor desempenho possível no sábado.”
Primeira internacionalização para 8 jogadores
Às 18h (16h em Portugal), o FRB Arena Gym – magnífico pavilhão próprio da Federação Romena – receberá o encontro Roménia x Portugal. A equipa romena já leva muita experiência internacional acumulada, facilitada pelas 5 fronteiras terrestres, e apresenta uma estatura bem superior à equipa lusa. Nada disso assusta a nossa seleção, que encara este jogo com um único objetivo – preparar-se para o Europeu.
Rui Alves, selecionador nacional, está satisfeito com as condições encontradas: “tivemos alguns problemas iniciais mas que foram prontamente ultrapassados com a intervenção do nosso chefe de delegação Carlos Borges e o apoio extraordinário do general manager da federação romena”. Sobre as expectativas para o jogo-treino, “o que queremos acima de tudo é ganhar experiência internacional… claro que não é a situação ideal ver a maioria dos jogadores a passar por isto (a 1ª internacionalização) a uma semana do europeu, mas a verdade é que não estivemos longe de chegar a dia 19 sem qualquer jogo, não fosse o enorme esforço da FPB para viajarmos mais cedo”. O técnico aproveitou para “endereçar aos meus colegas selecionadores as maiores felicidades para as suas competições, todas elas de extrema dificuldade” e ainda “em nome de toda a equipa, agradecer desde já o apoio que nos tem chegado e sabemos que vai continuar a chegar, por diferentes meios, que muito nos honra e sensibiliza”.
Sub-18 prosseguem preparação em Paços de Brandão
Contanto com os mesmos convocados, o grupo iniciou um período de mais cinco dias de trabalhos, compostos por 8 sessões de treino, em regime bidiário (10h00 – 12h30; 17h30 – 19h30) no excelente pavilhão do Brandoense, na vila de Paços Brandão.A um mês do início do Campeonato da Europa, os jovens portugueses encontraram em Paços Brandão um pavilhão de Europeu. Construído em 2009 para o campeonato da Europa realizado em Portugal, as condições encontradas em tudo potencializam o trabalho e o ascendente dos nossos jogadores. Neste sentido deixamos uma palavra de profundo agradecimento ao responsável Dr. António Júlio, tanto pela cedência do espaço como pela preciosa ajuda no transporte dos atletas.Terminada esta semana de trabalho, a seleção nacional realizará ainda em Portugal mais 7 dias de trabalho, divididos em duas semanas, pois alguns atletas realizam durante a próxima semana a 2ª fase dos exames nacionais. Assim, a Selecção Nacional deslocar-se-á a 28 do presente mês para a Hungria, onde tem já agendado dois jogos de treinos com a sua congénere nos dia 29 e 30. Daí seguirá até à cidade de Novi Sad na Sérvia, onde se treinará durante uma semana e realizará mais dois jogos, antes de por fim viajar até Sarajevo, cidade anfitriã do Europeu de Sub-18, Divisão B.
Portugal fez o pleno ante o Brasil
As comandadas de Ana Catarina Neves fizeram o pleno (4 jogos, 4 vitórias) em 3 dias, devido à circunstância de terem que partir amanhã (3ª feira) para Tallin, capital da Estónia, país anfitrião do Campeonato da Europa de Sub-16 Femininos, Divisão B, onde irão participar de 12 a 22 do corrente. No jogo com as brasileiras, Portugal dominou no 1º (23-16) e no 2º período (19-14), indo para o descanso com 12 pontos à maior (42-30). No reatamento o Brasil reagiu, tendo ganho o 3º quarto (11-13), mas no derradeiro parcial (13-11) as nossas representantes geriram a vantagem (10 pontos) que tinham à entrada do 4º período.A brasileira Gabriela Paula (18 pontos e 11 ressaltos) foi a MVP da partida, enquanto a base Carolina Bernardeco foi a melhor anotadora do seleccionado luso, com 14 pontos.No outro jogo disputado ontem, Moçambique cilindrou S.Tomé e Príncipe por 104-8, com 49-4 ao intervalo.
De partida para a Roménia
Para trás ficou o Caramulo e a hospitalidade do Hotel WR. António Júnior, director da unidade, despediu-se da comitiva elogiando a postura de todos os elementos ao longo do estágio, mostrando interesse em receber de novo esta e outras selecções.
O chef executivo João Pereira, que alimentou a equipa nacional, mostrou-se contente pela forma como os seus pratos foram aceites pelo grupo, alguns deles de cariz e ingredientes regionais. Referenciado pelo guia Michelin, o chef adiantou ainda que “tal como vocês, é preciso fazer as coisas com gosto para correr tudo bem”.Jogadores Convocados:Nome-Clube-AssociaçãoBenvindo Mendes – Seixal FC – SetúbalCarlos Salamanca – FC Barreirense – SetúbalDiogo Araújo – Ginásio Figueirense – CoimbraDiogo Brito – CD Póvoa – PortoFrancisco Amiel – BAC – SetúbalJoão Lucas – FC Porto – PortoJoão Neves – SL Benfica – LisboaJoão Oliveira – Vasco da Gama – PortoLuís Câmara – Algés – LisboaRicardo Monteiro – Carnide – LisboaRodrigo Soeiro – AD Ovarense – AveiroSérgio Silva – SL Benfica – LisboaStaff:Vice-Presidente: Vítor FerreiraSeleccionador: Rui AlvesTreinador-Adjunto: Hugo MatosSecretário: Carlos BorgesFisioterapeuta: Guilherme Barreto Programa sucinto:Partida para Roménia: 10 de Julho às 11:15h (com chegada prevista às 19:20h locais)Jogos de preparação: 12 e 13 de Julho, com a RoméniaEuropeu: 19 a 29 de JulhoRegresso: 30 de Julho com chegada prevista a Lisboa às 21:50h
Sub 20 Masculinos
A vitória da equipa portuguesa (54-66) resultou de uma maior atenção que na véspera nas fases defensivas do jogo, já que os parâmetros estatísticos ofensivos revelam bem as dificuldades que lhe foram impostas pelos jogadores adversários. Refira-se contudo que a permanente intensidade dada às transições ofensivas pelos búlgaros durante todo o encontro voltaram a constituir uma dificuldade para os portugueses que tiveram de dar o seu melhor para conseguirem ultrapassar a irreverência e qualidade dos oponentes.Tratou-se pois de mais um bom teste para o selecionado português, cujos parciais registados revelam a forma extremamente disputada como o jogo decorreu:5′ – 5*710′ – 14*14 (9*7) (1º Período – 14*14)15′ – 23*28 (9*14)20′ – 29*38 (6*10) (2º Período – 15*24) (1ª Parte)25′ – 34*45 (15*7)30′ – 45*51 (11*6) (3º Período – 17*13)35′ – 49*60 (4*9)40′ – 54*66 (5*6) (4º Período – 9*15)Em termos estatísticos a equipa portuguesa voltou a estar melhor que a contrária nos triplos (21% dos búlgaros – 30% dos portugueses), nos ressaltos (9of/26df – 14of/25df), nas percas de bolas (21 – 15) e nos roubos de bola (4 – 15) e desta vez também nos lances livres (52% – 62%) embora registando percentagem que importará melhorar. Os lançamentos de 2 pontos voltaram a constituir o parâmetro estatístico menos positivo e no qual os portugueses foram novamente ultrapassados pelos adversários (47% – 42%). Tal como na véspera, todos os jogadores foram utilizados, revelando ser efetivas opções para a equipa técnica durante o Campeonato da Europa que terá o seu início no próximo dia 12, no qual a selecionado português defrontará a sua congénere da Grã-Bretanha.Amanhã a seleção portuguesa terá mais um treino de manhã, que constituirá o último antes de entrar no regime do Campeonato da Europa, estando previsto da parte da tarde/noite um período para usufruir de forma livre e a visualização de vídeos, nomeadamente dos jogos realizados aqui em Sófia.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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