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Excelente atitude da selecção lusa em Casal de Cambra

Foi pena o resultado desfavorável (60-62), mas se a vitória tivesse caído para as nossas cores, não escandalizaria ninguém. As comandadas de Ricardo Vasconcelos deram uma boa resposta, demonstrando o seu carácter ante um adversário habituado a competições deste nível.

A atitude guerreira das nossas representantes fez com que as israelitas sentissem muitas dificuldades, nomeadamente no 2º (13-11) e 4º período (19-12), que vencemos com justiça.Portugal entrou bem na partida, liderando o marcador até ao minuto 4 (7-6), com a MVP do encontro, Shay Doron, a colocar a sua equipa na frente (7-8), no minuto seguinte, da linha de lance livre, após ter provocado a 1ª das 14 faltas sofridas. Joana Lopes, com o seu único triplo em 8 tentativas, ainda fez 10-8 no mesmo minuto 5, mas na resposta a base Shiran Zairy recolocou Israel no comando (10-11), ponto de partida para um parcial de 0-9 consentido pela nossa equipa o que obrigou o seleccionador luso a parar o cronómetro no minuto 9 (10-17). Duas boas iniciativas de Tamara Milovac, a corresponder a outros tantos passes decisivos de Carla Freitas reduziram para 14-17, mas 2 lances livres de Liron Cohen fixaram o resultado no final dos 10 minutos iniciais (14-19).No 2º quarto (13-11) o seleccionado luso depois de ter reagido e ficado a um cesto (18-20), teve alguns momentos de desconcentração que resultaram em novo arranque israelita (20-27), com o treinador forasteiro a pedir o seu 1º desconto de tempo, com 3,48 minutos para jogar. Carla Freitas acertando o seu 2º triplo (23-27) deu o mote para a recuperação, com Sofia Carolina a reduzir (25-27) no minuto 18 e Sara Filipe a empatar (27-27) a escassos 11 segundos da buzina. Mas a inevitável Shay Doron não esteve pelos ajustes e praticamente em cima do sinal sonoro conseguiu uma jogada de cesto e falta, não desperdiçando o lance livre aque teve direito (27-30). No reatamento as nossas representantes voltaram a entrar bem, com a capitã Sara Filipe a igualar (30-30) da linha dos 6,75m logo no minuto 21, bem servida pela base Carla Nascimento (6 assistências), bem na organização do jogo ofensivo. Foi também com um seu passe decisivo que a atiradora Carla Freitas converteu o seu 3º triplo (33-30), à entrada do minuto 23. O jogo israelita não fluía como na 1ª parte, o que obrigou Eli Rabi a parar o cronómetro, no minuto seguinte. Israel não acertava com o cesto (durante 3 minutos e meio) e era preciso fazer algumas rectificações que deram efeito, com um parcial de 0-9, fazendo com que o seu homólogo português tomasse a mesma decisão aos 33-39, à entrada do minuto 26. A classe e experiência de Liron Cohen veio ao de cima em dois ataques consecutivos, concluídos com 2 triplos (35-45). Num ápice Portugal já estava a 10 pontos e Ricardo Vasconcelos nem queria acreditar na ingenuidade das suas jogadoras, mas teve que pedir novo desconto. E em boa hora pois Carla Freitas, em noite imparável, acertou mais duas bombas (38-48 e 41-50), esta última a fixar o resultado no final do 3º período, já depois de as forasteiras terem conseguido a maior vantagem (35-48). A atitude guerreira das nossas jogadoras teve o seu expoente máximo no último quarto (19-12). Débora Escórcio, uma lutadora por excelência, fez dois cestos consecutivos baixando o prejuízo para 5 pontos (45-50), mas Shay Doron, muito forte no 1×1, ia carregando com a sua equipa, fazendo sucessivamente 45-52, 45-54 (2 lances livres após mais uma falta provocada) e 47-56, depois de Sofia Carolina (a melhor ressaltadora do encontro com 10 ressaltos) ter correspondido a uma das 4 assistências de Michelle Brandão, ao reduzir para 47-54 a meio do 4º período. Com pouco mais de 3 minutos para jogar, Portugal perdia por 49-58, mas não baixava os braços. A reentrada da explosiva Maria João Correia, muito rápida, foi uma boa aposta do seleccionador luso para a ponta final do encontro. Em menos de 2 minutos um triplo e 2 duplos, o primeiro de contra-ataque (54-58) e o segundo numa entrada arriscada mas feliz, conseguiu encostar o marcador (58-59), já depois de o técnico israelita ter pedido mais um desconto de tempo, aos 56-59, a 1 minuto e 47 segundos do termo.Sofia Carolina não tremeu da linha de lance livre (59-59) com 19,2 segundos para jogar, mas foi Shay Doron quem sentenciou a partida ao provocar mais uma falta, o que a levou para a linha de lance livre, concretizando as duas tentativas. Com 5,1 segundos para jogar, Ricardo Vasconcelos ainda parou o cronómetro pela última vez, mas o resultado estava feito. Resultado final: Portugal 60-62 IsraelNa outra partida da ronda do Grupo A, a Ucrânia ao vencer na Hungria (73-78), baralhou as contas colocando 3 equipas em igualdade pontual, com duas vitórias e duas derrotas, atrás da Bielorússia que lidera invicta. No final o seleccionador português estava satisfeito pela prestação da sua equipa. «Hoje começámos a sarar a ferida profunda que nos deixou o jogo na Ucrânia. As nossas jogadoras deram uma resposta positiva às adversidades que nos têm sucedido. O grupo jogou de igual para igual com Israel, que tem sido presença constante nos Europeus, tendo falhado um nos últimos 10 anos.».A finalizar Ricardo Vasconcelos referiu que «custa perder um jogo que podíamos ter ganho, mas não consigo deixar de estar orgulhoso pela resposta e pelo trabalho demonstrado ao longo do jogo, no momento em que estamos. Aproveitámos bem a nossa folga, trabalhámos bem e hoje conseguimos dar uma resposta cabal relativamente ao nosso valor.». Destaque nas vencedoras para a actuação de Shay Doron, MVP da partida (31,5 de valorização), ao contabilizar 21 pontos, 6 ressaltos, 8 assistências, 2 roubos e 14 faltas provocadas, com 11/13 da linha de lance livre (excelentes 85%). Foi bem acompanhada por Liron Cohen (12 pontos, 2/5 nos triplos, 3 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada, com2/2 nos lances livres), Ekaterina Abramzom (7 pontos e 5 ressaltos) e Katia Levitsky (8 pontos, 8 ressaltos defensivos, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento).Na selecção portuguesa a mais valiosa (26,5 de valorização) foi Carla Freitas (19 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo repartidos por 1/2 nos duplos e 5/8 nos triplos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), bem secundada pela capitã Sara Filipe (11 pontos, 1 triplo, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências e 1 desarme de lançamento) e pela poste Sofia Carolina que se bateu bravamente nas tabelas (8 pontos, 10 ressaltos e 5 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres).Em termos globais o triunfo israelita assentou fundamentalmente na maior eficácia dos lançamentos de campo (36%-38%), com realce para os duplos (35%-40%), na ligeira superioridade nas tabelas (37-39 ressaltos) e no maior número de faltas provocadas (12-23), com reflexos no número de vezes que foram à linha de lance livre (15 convertidos em 21 tentativas), enquanto Portugal apenas usufruiu de 4 conversões em 6 tentados. Portugal esteve mais certeiro nos tiros do perímetro (38%-33%), com 8 triplos em 21 tentativas contra 5 em 15 tentados, foi mais colectivo (21-16 assistências), cometeu menos erros (15-19 turnovers), roubou mais bolas (13-8) e fez mais desarmes de lançamento (5-2). Ficha do jogoPortugal (60) – Carla Nascimento, Carla Freitas (19), Ana Oliveira, Sara Filipe (11) e Sofia Carolina (8); Joana Lopes (5), Tamara Milovac (6), Débora Escórcio (4), Michelle Brandão e Mª João Correia (7)Israel (62) – Shiran Zairy (3), Liron Cohen (12), Shay Doron (21), Katia Levitsky (8) e Ekaterina Abramzom (7); Jennifer Fleischer (3), Noa Ganor, Nomi Kolodny, Brahsheedah Elohim (2) e Ortal Oren (6)Por períodos: 14-19, 13-11, 14-20, 19-12Árbitros: Paolo Taurino (Itália), Carlos Cortes (Espanha) e Bernard Vassallo (Malta)


Portugal Sub-16 vence Noruega Sub-18

Ficha de jogoPortugal Sub-16 (66) – Catarina Cavaco, Emíla Ferreira (1), Carolina Bernardeco (6), Chelsea Guimarães (2), Francisca Meinedo (9), Simone Costa (20), Sofia Almeida (4), Isabel Costa, Maria Kostourkova (11), Ana Moniz (5), Joana Alves (8) e Marlene CassamáNoruega Sub-18 (58) – Tennaz Javid (5), Christine Maren (4), Margrethe Kristiansen (6), Rannveig Gjesdal (7), Siri Granheim (2), Stine Karlstad (2), Stine Austgulen (21), Elin Gulbrandsen (2), Kristine Lindholm (7) e Vide Tveito (2)Por períodos: 16-11, 22-23, 16-8, 12-16Hoje, a partir das 21H30, realiza-se o Portugal Sub-18 x Noruega Sub-18, no mesmo local (pavilhão da UBI).


Há que melhorar nas transições defensivas e fazer menos turnovers

A partida agendada para as 20H30 no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, equipamento cedido pela autarquia de Sintra, com apoio da Junta de Freguesia local, está a ser preparada ao mínimo detalhe pela equipa técnica portuguesa, através do visionamento dos vídeos respeitantes a dois dos jogos disputados pelas israelitas.

Portugal ocupa a cauda da tabela classificativa, sem qualquer triunfo nos 3 jogos realizados: dois fora (com a Ucrânia, por 92-38 e com a Hungria, por 80-45) e um como anfitrião (ante a Bielorússia, por 53-82).Numa rápida análise às estatísticas disponíveis no site da FIBA Europe, constata-se que Israel marca em média 60,0 pontos por jogo (17ª entre as 25 selecções) e sofre 63,7/jogo (15ª no ranking), ao passo que Portugal detém o pior ataque (45,3 pontos/jogo) e em termos defensivos (média de 84,7 pontos sofridos) só é ultrapassado pelo Luxemburgo (98,3). Naturalmente os números valem o que valem, pelo que também não podemos nem devemos estar condicionados pelo pragmatismo que encerram. Concentradas desde sábado à tarde numa unidade hoteleira de Sintra, «as nossas jogadoras têm trabalhado bem, tendo aproveitado a folga do passado fim-de-semana, em que não competimos, para fazermos mais treinos e com melhor qualidade. Temos crescido enquanto colectivo e estamos convencidos de que neste jogo vamos dar uma melhor resposta.», principiou por nos dizer o seleccionador nacional na sua antevisão ao encontro. A selecção de Israel conta com 3 ou 4 jogadoras muito influentes, nomeadamente Shay Doron, Liron Cohen , Jennifer Fleisher (norte-americana naturalizada) e ainda Katia Levitsky. Se as duas primeiras se destacam como marcadoras e na organização de jogo (Doron com 17,0 pontos e 3,0 assistências por jogo, a experiente Cohen secunda-a muito bem com uma média de 12,0 pontos e 2,7 assistências), as outras duas são fortes no capítulo dos ressaltos (Fleisher, com 1,91m, apresenta médias de 6,7 pontos e 8,3 ressaltos, enquanto Levitsky, com 1,90m, é a 3ª marcadora da equipa, com 11,0 pts/jogo e a 2ª ressaltadora , com 6,3 ress/jogo). Todas elas têm feito a sua carreira nas principais Ligas europeias (Espanha, Itália, Turquia, Grécia, Rússia, França, Eslováquia e Polónia), a par de actuarem na Liga do seu país. Shay Doron que estudou e jogou na Universidade de Maryland, foi a primeira israelita a jogar na WNBA, em 2007 (New York Liberty), enquanto Jennifer Fleisher (Pennsylvania) e Katia Levitsky (Vilanova) também fizeram estudos universitários nos EUA, jogando na NCAA, Div 1.Feita a apresentação das estrelas israelitas, quisemos saber a opinião de Ricardo Vasconcelos sobre as perspectivas para o embate que se antevê difícil: «Se analisarmos os resultados até agora feitos por Israel, deparamos logo com uma dúvida. A derrota caseira com a Hungria (Israel é do pote 2, tendo jogado o EuroBasket 2011 e está posicionado no ranking acima das húngaras) revela-nos que foi um jogo estranho, com muito poucos pontos. Israel marcou apenas 46, claramente abaixo da média conseguida nos dois primeiros jogos (67), mas não podemos dizer muito mais do que isto, porque o vídeo do jogo ainda não está no site da FIBA, como estipula o regulamento. As israelitas têm duas jogadoras (Cohen e Doron) com muita capacidade para criar desequilíbrios muito fortes no 1×1 e 2×2, no bloqueio directo, constituindo uma equipa com muito carácter na maneira como defende. Muito guerreiras não se entregam com facilidade. Iremos tentar anular o seu potencial ofensivo. Shay Doron é muito forte nas penetrações, provocando muitas faltas, mas pouco eficaz no lançamento longo. Vamos tentar que ela não tenha tanto tempo a bola na mão para não ensaiar o tipo de lançamento que ela gosta. Por outro lado a poste Fleisher é a jogadora mais possante e por isso vamos tentar condicionar a sua presença tão influente na área pintada.». A concluir, o nosso interlocutor foi peremptório quanto às possibilidades de êxito. «A nossa preocupação continua ao nível dos turnovers (20,7 por jogo, um número elevado) e das transições defensivas, para que possamos ter uma palavra a dizer no controlo do ritmo do jogo, o que não tem acontecido até aqui. Se controlarmos o ritmo do jogo é possível fazer-se uma boa selecção de lançamentos, contribuindo para a melhoria na eficácia dos tiros de 2 pontos, uma das nossas principais pechas.».


Dois jogos de controlo em Espanha

Vitória da equipa nacional no Sábado, por 53-51, tendo perdido no dia seguinte (58-65). O adversário foi uma equipa vinculada ao Unicaja Malaga (ACB), com um misto de jogadores da LEB Ouro, juniores e alguns atletas em “try out”.

O Selecionador Nacional mostrou-se agradado com o grau de dificuldade dos encontros, onde o equilíbrio foi uma constante até final. “Foram dois jogos bastante competitivos, tendo o resultado de ambos ficado decidido nas ultimas posses de bola.”A deslocação a Espanha revelou ter sido “uma experiência extremamente rica para todos”, já que” foram notórias as dificuldades que temos ao jogar com equipas habituadas a ritmos competitivos bastante elevados”.A equipa técnica ficou bastante satisfeita com o “empenhamento de todos os atletas” e considera que o “grande objetivo nestes jogos de controlo foi plenamente atingido”, ou seja, “saímos de Málaga com um grupo mais forte e mais motivados para o trabalho que se segue.”Por último, o técnico André Martins fez questão de deixar um “agradecimento muito especial ao treinador Manolo Povea”, pelo seu empenhamento pessoal na realização destes encontros.


Preparação prossegue no Caramulo

O grupo de trabalho está concentrado no WR Hotel do Caramulo e treina bi-diariamente no pavilhão municipal local. Estão agendados dois jogos de preparação para este primeiro estágio. Na quinta-feira, dia 28, a equipa da ACERT recebe a equipa nacional no municipal de Tondela às 19h30. No dia seguinte, sexta 29, às 16h, o Galitos de Aveiro é a equipa anfitriã que vai colaborar na preparação dos sub-16 nacionais, terminando em seguida o primeiro estágio. Nos detalhes encontra o balanço de Francisco Amiel e João Oliveira (capitão e sub-capitão).

O capitão de equipa – Francisco Amiel – começa por destacar “as excelentes condições de trabalho, de descanso, a alimentação, que favorecem o trabalho diário”. João Oliveira (sub-capitão) corrobora e acrescenta ainda que “as condições que temos favorecem bastante o espírito de equipa”. De facto, toda a equipa do WR Hotel do Caramulo e do pavilhão municipal tem sido inexcedível para a nossa selecção.Os comandados do seleccionador Rui Alves têm realizado sessões duplas de treino no Pavilhão Municipal do Caramulo, treinos esses que “têm sido intensos, no campo e no ginásio, mas acho que todos os jogadores têm tentado ao máximo cumprir as indicações dos treinadores” afirma Amiel. Oliveira reforça a ideia “que os responsáveis estão a ajudar-nos e os treinadores, em particular, a passar-nos informações decisivas e úteis para a nossa evolução nesta preparação para o europeu”.Estes dois jogadores já viveram a experiência do campeonato da europa, em 2011, e na opinião do capitão de equipa “nunca se sabe que tipo de selecções é que vão aparecer no europeu. Temos a certeza que se trabalharmos bem podemos jogar de igual para igual com qualquer equipa”. “É uma competição muito exigente, muito dura, com muito esforço, mas estamos a preparar-nos também física e mentalmente para resistir aos 9 jogos em 10 dias” acrescenta João Oliveira.Estes bases da selecção não quiseram deixar de realçar o bom espírito de grupo existente, deixando também uma palavra de incentivo para o colega Carlos Salamanca, o único jogador lesionado até à data: “nunca é fácil ter uma lesão num momento destes. Ele foi o 13º o ano passado tendo a esperança de jogar este ano o europeu. Mas estamos com ele e a apoiá-lo o mais possível nesta altura”.Depois gozar uma folga dia 30 de Junho, a equipa volta a concentrar-se no Caramulo no dia 1 de Julho.


Selecções lusas fazem 2 jogos particulares com Noruega (Sub-18)

As 13 convocadas, que amanhã de manhã ainda fazem o 2º treino, viajam a seguir ao almoço para a Covilhã, na companhia da selecção nacional da Noruega (Sub-18), que é esperada ao final da manhã, num voo procedente de Copenhague, juntando-se à congénere lusa de Sub-16 que está em estágio naquela cidade serrana desde a passada 6ª feira.O estágio conjunto que se prolonga até ao próximo sábado (dia 30) possibilitará a realização de 4 jogos de preparação com as norueguesas, com cada selecção portuguesa a ter 2 jogos, com o seguinte calendário:Dia 25 (4ª feira) – Portugal Sub-16 x Noruega Sub-18 (21H30)Dia 26 (5ª feira) – Portugal Sub-18 x Noruega Sub-18 (21H30)Dia 27 (6ª feira) – Portugal Sub-16 x Noruega Sub-18 (21H30)Dia 28 (Sábado) – Portugal Sub-18 x Noruega Sub-18 (11H30)A efectivação deste estágio conjunto resultou da parceria existente entre a Universidade da Beira Interior (UBI) e a Federação Portuguesa de Basquetebol, com o pólo universitário covilhanense a disponibilizar as residências universitárias para alojar as 3 selecções e o pavilhão para a realização de treinos e jogos. A alimentação será servida nas cantinas da UBI.A Associação de Basquetebol de Castelo Branco também dá o seu apoio à iniciativa, como aliás sempre nos habituou, cedendo nomeadamente a sua carrinha para apoio logístico. Às duas entidades o nosso bem-hajam pela colaboração, contribuindo para que as nossas jovens seleccionadas prossigam a sua preparação nas melhores condições, tendo em vista uma participação condigna nos respectivos Campeonatos da Europa, Divisão B, que se disputam este Verão, as Sub-16 em Tallin (Estónia) e as Sub-18 em Strumica (Macedónia).Lista das convocadas das Sub-18:Ana Granja (SC Coimbrões)Filipa Marques (CD Póvoa)Inês Veiga (Calvão)Inês Viana (CRCQ Lombos)Jéssica Costa (Montijo BB)Joana Canastra (Montijo BB)Joana Soeiro (GD Gafanha)Joséphine Filipe (Olivais FC)Laura Ferreira (GDESSA) Letícia Fonseca (Lousada AC)Mafalda Barros (CAB Madeira)Nádia Fernandes (GDEMA Menéres)Sara Dias (CD Póvoa) O estágio termina no sábado, a seguir ao almoço, com as jogadoras do Norte a regressarem a suas casas de comboio, a partir do Entroncamento, enquanto as do Sul continuam a viagem até Lisboa, de autocarro.


Operação Covilhã

Ana Neves e Agostinho Pinto, têm à disposição as 14 atletas, em sessões de trabalho bi-diárias, as quais neste estágio irão disputar dois jogos de preparação contra as sub-18 da Noruega, a qual entegra o Grupo B no Europeu da Roménia do escalão.As Sub-18 lusas irão também no mesmo local, disputar 2 jogos contra as Sub-18 da Noruega. Desta forma e de 27 a 30 no Pavilhão da UBI, na Covilhã, todos os adeptos do Basquetebol, terão opurtunidade de assistir a quatro jogos Internacionais, que se entegram na preparação das Seleções Nacionais Sub-16 e Sub-18 Femininas. Ana Moniz – CPNCarolina Bernardeco – GDEMAMCatarina Cavaco – Juventude BCCatarina Rolo – Maia BCChelsea Guimarães – GDESSAEmilia Ferreira – GDESSAFranscisca Meinedo – CPNIsabel Costa – BC BarcelosJoana Alves – SL BenficaMafalda Marques – SIMECQMaria Kostourkova – SIMECQMarlene Cassamá – GDESSASimone Costa – SL BenficaSofia Almeida – CPN Dirigente: Manuel BarbosaSeleccionadora: Ana Catarina NevesTreinador-Adjunto: Agostinho PintoSecretário: João JaneiroFisioterapeuta: Carla Nunes


Jogos de Preparação com Noruega

A referida equipa vai realizar um estágio de preparação na Covilhã, que inclui a realização de 2 jogos particulares com a Noruega, entre os dias 25 e 30 de Junho de 2012.

JOGADORAS CONVOCADAS:Ana Granja – SC CoimbrõesCarolina Anacleto – AD VagosFilipa Marques – CD PóvoaInês Veiga – CalvãoInês Viana – CRCQ LombosJessica Costa – Montijo BBJoana Canastra – Montijo BBJoana Soeiro – GD GafanhaJosephine Filipe – Olivais FCLaura Ferreira – GDESSALeticia Fonseca – Lousada ACMafalda Barros – CAB MadeiraNádia Fernandes – GDEMAMSara Dias – CD Póvoa


Parabéns PORTUGAL!

Estamos certos que a qualidade do trabalho desenvolvido por todos os jogadores, membros da delegação e direcção da FPF irão resultar em mais sucessos e, por isso mesmo, aproveitamos para transmitir publicamente o nosso apoio para o caminho que falta percorrer com a firme convicção que será o do êxito.

O Basquetebol está com a Selecção de Futebol!


Começa hoje estágio no Caramulo

Rui Alves e Hugo Matos vão ter às suas ordens 15 atletas, que vão trabalhar afincadamente até dia 29 de Junho. Estão previstos, para o final da próxima semana, dois jogos de preparação com as equipas seniores do ACER Tondela (Viseu) e Clube dos Galitos (Aveiro).

Jogadores Convocados:Nome-Clube-AssociaçãoBenvindo Mendes – Seixal FC – SetúbalCarlos Salamanca – FC Barreirense – SetúbalChris Santos – Seixal FC – SetúbalDavid Jorge – Odisseia Basket – LisboaDiogo Araújo – Ginásio Figueirense – CoimbraDiogo Brito – CD Póvoa – PortoFrancisco Amiel – BAC – SetúbalJoão Lucas – FC Porto – PortoJoão Neves – SL Benfica – LisboaJoão Oliveira – Vasco da Gama – PortoLuís Câmara – Algés – LisboaRicardo Monteiro – Carnide – LisboaRodrigo Soeiro – AD Ovarense – AveiroRui Nery – Estoril BC – LisboaSérgio Silva – SL Benfica – LisboaJogadores à disposição:Francisco Bento – Estoril BC – LisboaGonçalo Ramos – Scalipus – AB SetúbalGuilherme Pires – Física TV – AB LisboaStaff:Vice-Presidente: Vítor FerreiraSeleccionador: Rui AlvesTreinador-Adjunto: Hugo MatosSecretário: Carlos BorgesFisioterapeuta: Guilherme Barreto


Hungria não precisava de ajudas para vencer

Quando depois de uma má entrada no jogo com a selecção da casa a adiantar-se no marcador (7-0 com menos de 2 minutos jogados) e 15-3 a meio do 1º período que terminou com 23-12, para a Hungria, as nossas representantes encetaram uma enérgica reacção impondo um parcial de 8-9, o público da casa percebeu que o colectivo luso não estava disposto a entregar-se de mão beijada.A atitude das comandadas de Ricardo Vasconcelos prosseguiu no 2º quarto (11-13) com a atiradora Carla Freitas a acertar o 2º dos seus 4 triplos da tarde (23-16) à entrada do minuto 13 e a poste Sofia Carolina a imitar a sua companheira (25-18), obrigando o treinador anfitrião, o eslovaco Stefan Svitek, a parar o cronómetro pouco depois, ainda no minuto 14. Ana Oliveira, com duas boas iniciativas (25-20 e 27-22), mantinha o jogo em aberto no minuto 16, situação que rapidamente se alterou por força de um parcial de 7-0, conseguido pela selecção magiar, com a norte-americana naturalizada Quigley a assumir as despesas com 5 pontos consecutivos (34-22), à entrada do minuto 19, quando o seleccionador português pediu o seu 2º desconto de tempo. Mais uma bomba de Carla Freitas fixou o resultado ao intervalo (34-25). A análise estatística da 1ª parte revelava um relativo equilíbrio nas tabelas (19-16 ressaltos), poucos turnovers de parte a parte (6-5), equilíbrio nas faltas cometidas (10-11) e superioridade da Hungria na eficácia dos lançamentos de 2 pontos (53%-25%), a pecha habitual das lusas. Inexplicavelmente a arbitragem mudou os critérios na etapa complementar, começando a penalizar as nossas representantes que no 3º período (30-14) viram ser-lhes averbadas 9 faltas pessoais, quando durante a 1ª metade tinham feito 11. Ao invés à Hungria apenas 4, o que dava um balanço acumulado de 14 contra 20 faltas, ao cabo de 30 minutos de jogo. Dessas 9 faltas assinaladas á nossa selecção, resultaram 11 pontos dos 30 obtidos pelas anfitriãs no reatamento. Larisse Lima estabeleceu o resultado no final do 3º quarto, com um triplo em cima da buzina (64-39). Com a vitória garantida, as húngaras carregavam no ressalto ofensivo com a envergadura e peso da poste Dóra Horti (1,93m) a fazer estragos (4 pontos de lance livre em 3 faltas provocadas) em 4 minutos e um triplo de Raksányi a elevar para 73-43 a meio do derradeiro quarto (16-6), a maior diferença desde o início. Nos últimos 5 minutos e depois da exclusão de Joana Lopes (5ª falta á entrada do minuto 37) a Hungria ampliou a vantagem até final, com o ataque luso a conseguir facturar apenas da linha de lance livre, através de Carla Freitas (75-45). Resultado final: Hungria 80-45 PortugalA opinião do seleccionador luso no termo do encontro, não podia deixar de referir a mudança de critérios na arbitragem verificada após o intervalo. «A análise ao jogo tem que ser feita sob dois prismas: um tem a ver com a capacidade de resistir ao insucesso. Se ao fim de 2 períodos fizemos 5 turnovers é penalizador no final do jogo ter mais 16 turnovers. Temos que saber reagir aos períodos de insucesso. Em relação à arbitragem, há claramente uma mudança de critérios. Senão vejamos: ao intervalo havia 10-11 em faltas e no final o balanço indicava 17-27, com as nossas jogadoras a serem penalizadas. Independentemente disto, temos de ter a capacidade de nos conseguirmos distanciar deste tipo de questões. Outra coisa é a maneira como entrámos no 1º e no 3º períodos, ainda que melhor do que na Ucrânia e que contra a Bielorússia.».A finalizar Ricardo Vasconcelos ainda salientou: «Em relação à transição defensiva e à defesa do jogador sem bola ainda temos bastante trabalho pela frente para melhorar. No 1º e no 2º períodos, principalmente neste último que ganhámos, conseguimos jogar ofensivamente um basquete mais esclarecido. Tivemos muitos minutos bons em ataque, com boas decisões. Houve mais minutos de jogo a jogar de igual para igual. Isso foi notório.» Na selecção húngara a melhor prestação coube à norte-americana naturalizada, Alexandria Quigley, MVP do encontro (27,5 de valorização), ao contabilizar 17 pontos, 6/9 nos duplos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas, com 5/5 nos lances livres, seguida de perto pela extremo Nagy-Bujdosó (24,5 de valorização) e melhor marcadora do jogo (18 pontos, 7/11 nos lançamentos de campo repartidos por 5/8 nos duplos e 2/3 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 5 roubos e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres). Foram bem acompanhadas pela base Katalin Honti (11 pontos, 2 ressaltos, uma assistência, 2 roubos e 5 faltas provocadas, com 7/8 nos lances livres), pela poste Dóra Horti (9 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 7 faltas provocadas, com 7/9 nos lances livres) e pela extremo/poste Ana Vajda (7 pontos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 2/4 nos lances livres).No seleccionado luso a mais valiosa foi a triplista Carla Freitas (14 pontos, 4/7 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, uma assistência e 3 faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres), seguida de Tamara Milovac (4 pontos, 2/2 nos duplos e 3 ressaltos defensivos), Carla Nascimento (6 pontos, 1/3 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), Ana Oliveira (6 pontos e 6 ressaltos sendo metade ofensivos) e Sofia Carolina (5 pontos, 6 ressaltos defensivos, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres), com o senão da fraca eficácia nos duplos (2/10).Em termos globais a vitória da Hungria baseou-se na supremacia nas tabelas (37-31 ressaltos), mo menor número de erros cometidos (12-21 turnovers), na maior eficácia dos duplos (55%-29%), no maior colectivismo (12-5 assistências), no maior número de roubos de bola (16-7) e por ter provocado mais faltas (27-17). As húngaras foram à linha de lance livre 35 vezes, convertendo 26 (74%), enquanto as portuguesas só usufruíram de 11 tentativas, tendo marcado 7 (64%), o que é uma diferença assinalável.Portugal esteve mais certeiro nos lançamentos de 3 pontos (25%-40%), tendo acertado 6 em 15 tentativas, contra 4 em 16 tentados. Ficha de jogoHungria (80) – Katalin Honti (11), Alexandria Quigley (17), Krisztina Raksányi (8), Anna Vajda (7) e Dóra Horti (9); Nora Nagy-Bujdosó (18), Zsófia Simon (2), Timea Czank, Anna Vida (3), Orsolya Szécsi (2), Orsolya Zsovár (2) e Anna Lakloth (1)Portugal (45) – Carla Nascimento (5), Carla Freitas (14), Ana Oliveira (6), Sara Filipe e Sofia Carolina (5); Joana Lopes, Débora Escórcio (2), Tamara Milovac (4), Mª João Correia (3), Michelle Brandão, Daniela Domingues (2) e Larisse Lima (3)Por períodos: 23-12, 11-13, 30-14, 16-6Árbitros: Ivo Dolinek, Matej Boltauzer e Ciprian Stoica A comitiva lusa regressa amanhã a Portugal. Partida às 10H00, de autocarro, do hotel com destino ao aeroporto de Budapeste, com chegada prevista para as 12H15/12H30. Feito o check-in é aguardar pela saída do voo TP 713, às 14H35, rumo a Lisboa, prevendo-se a chegada à capital portuguesa às 17H20. As jogadoras terão uma folga de dia e meio, voltando a concentrar-se no próximo sábado, a meio da tarde, numa unidade hoteleira de Sintra.


Selecção húngara aposta muito nas transições

O voo directo de Lisboa para Budapeste teve a duração de pouco mais de 3 horas, a que se seguiu a ligação de autocarro até esta cidade que já conhecíamos desde o Verão passado, aquando do Campeonato da Europa de Sub-18 Femininos, Divisão B. Foram pouco mais de duas horas para percorrer os cerca de 170 quilómetros que separam a capital do país desta cidade, com muitas zonas verdes (autênticos pulmões para a população local) onde o ar que se respira aparenta não estar tão saturado como noutras urbes.

As nossas representantes já treinaram 3 vezes (o primeiro treino no dia da chegada, ao fim da tarde e ontem mais dois, de manhã e de tarde, todos com a duração de hora e meia). A equipa já recuperou do desgaste das viagens e está preparada para enfrentar a forte selecção magiar, hoje a partir das 18H00, no Generali Arena, aqui mesmo pertinho (7/8 minutos a pé do Lévay Villa Hotel, onde a comitiva portuguesa está instalada). Algumas contrariedades em termos de condições de alojamento, bem como do ponto de vista da alimentação, foram entretanto resolvidas a contento dos responsáveis, ainda que continuemos cientes de que no nosso país recebemos melhor os nossos adversários, na maioria das situações. Na véspera do Hungria-Portugal, o seleccionador luso prontificou-se mais uma vez a fazer a antevisão da partida ante uma equipa que ainda só fez um jogo (tal como Israel), porque os grupos são de 5 equipas e há sempre uma que folga. «Ao contrário do que nos aconteceu antes do jogo inaugural com a Ucrânia, em que não possuíamos qualquer vídeo, nós aqui temos o jogo da Bielorússia, realizado em Minsk (vitória das anfitriãs por 51-47) que nos permite tirar conclusões das dificuldades que podemos encontrar. Sabemos que vamos jogar com uma equipa que apostou fortemente na selecção mais representativa do país, que não tem ausências das suas jogadoras mais influentes e ainda que assegurou a contratação de um treinador eslovaco muito credenciado (Stefan Svitek), que comandou o Kosice (República Checa) nas últimas 4 épocas, tendo participado na Euroliga, com bons resultados. Aquilo que podemos concluir é que é uma equipa que aposta muito nas transições, corre muito bem o campo, gosta de jogar bloqueio directo e todas as jogadoras trabalham muito bem sem bola. É uma equipa muito física que joga muito directo. Realmente não fizeram boas percentagens contra a Bielorússia, mas como elas ainda só jogaram esse jogo, não temos outro termo de comparação.».Sabemos que não há dois jogos iguais e nessa perspectiva quisemos auscultar do nosso interlocutor qual a melhor estratégia arquitectada para contrariar os argumentos das nossas adversárias. A resposta veio sem grandes dúvidas:«Do ponto de vista defensivo temos que trabalhar muito bem a transição (recuperação) defensiva, não permitir que esta equipa corra o campo em superioridade numérica e também não permitir que elas tirem vantagem da defesa bloqueio directo, que vai ser uma constante ao longo do jogo. Para termos hipóteses não podemos cometer o número elevado de turnovers (24) feito pela nossa selecção frente à Bielorússia, em Coimbra. É demasiado elevado para este nível. Se juntarmos a isto a baixa percentagem de lançamentos de 2 pontos (que as envergaduras gigantescas que temos defrontado nos obriguem naturalmente a baixar a eficácia), é fácil concluir que são estas as vertentes onde temos de melhorar. A equipa está bem fisicamente, já todas recuperaram do desgaste das viagens longas a que fomos sujeitos e não há lesões, felizmente. Portanto estamos aptos e à espera da Hungria.». Por último e tendo em linha de conta as estatísticas disponíveis, diremos que há que centrar especial atenção nas seguintes jogadoras: Ana Vajda (extremo/poste, 1,90m) que jogou a época transacta no Perfumerias Avenida, campeão espanhol e da Euroliga em 2011, autora de 10 pontos e 10 ressaltos contra as bielorussas; Alexandrie Quigley (base, 1,80m), norte-americana naturalizada, que integrou o All Stars Game 2011 entre as jogadoras europeias e as do Resto do Mundo e representou o Pécs, 3º classificado no campeonato da Hungria, em 2011/12, tendo sido a 2ª melhor marcadora da prova, com 17,4 pontos por jogo; Krisztina Raksányi (base, 1,81m), nascida na Alemanha e que foi companheira de equipa de Quigley, pelo Pécs; Katalin Honti (base, 1,78m), que jogou no Ros Casares, de Valência, campeão de Espanha e vencedor da Euroliga em 2011/12 e na próxima época vai mudar para o Rivas (3º classificado espanhol); Dóra Horti (poste, 1,93m). Este foi o “5” inicial ante a Bielorússia.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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