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Seleção Nacional – Semana 2

Como era de esperar, a integração dos quatro jogadores que iniciaram a preparação esta semana foi fácil e, com a sua chegada, foram nomeados o capitão – Elvis Évora – e o vice-capitão – João Santos – da Seleção Nacional.No final da semana, foram dispensados dois jogadores – Fernando Neves e Cristóvão Cordeiro – e, tal como em relação às dispensas anteriores, esta foi uma decisão muito difícil, pois qualquer um dos dispensados merecia continuar a integrar o grupo.Os objetivos apontados para este estágio inicial foram cumpridos e, assim, os jogadores estão a aproximar-se gradualmente dum bom estado de forma e os conceitos táticos, defensivos e ofensivos, estão já razoavelmente assimilados.Na quarta-feira, dia 4, a Seleção Nacional deslocou-se a Cantanhede, onde participou numa sessão do Campo de Treino para jovens praticantes (raparigas e rapazes), promovido pela A. B. Coimbra. Foi um momento muito agradável, de convívio entre os nossos internacionais e a miudagem e fazemos votos que tenha constituído um estímulo para que todos eles tenham ficado a gostar ainda mais de Basquetebol. Da nossa parte, foi um prazer ter lá estado e agradecemos o convite da A. B. Coimbra.Aproveitamos para reiterar os agradecimentos que expressámos no final da primeira semana, pois não nos faltou nada para trabalharmos bem. Será um privilégio voltar a Coimbra, em finais de Agosto!Queremos ainda agradecer a colaboração do C. A. D. Coimbra e das equipas de arbitragem que colaboraram com a Seleção nos dois jogos-treino realizados. Com habitualmente, no último treino realizámos um jogo, entre Vermelhos e Brancos, ganho pelos primeiros (94-69). Marcadores:Vermelhos – Fábio Lima (10), Paulo Cunha (8), Miguel Minhava (18), João Gomes (26), Elvis Évora (9), Miguel Queiroz (5), Tomás Barroso (17)Brancos: Rui Quintino (3), Fernando Neves (5), Cristóvão Cordeiro (3), Jorge Coelho (29), João Santos (15), Nuno Oliveira (14)Não jogaram: Jaime Silva, José Silva, Cláudio Fonseca (os três com pequenas lesões) e Mário Fernandes, autorizado a deslocar-se ao Funchal, devido a questões pessoais. A Seleção Nacional volta a concentrar-se, na Costa da Caparica (Hotel Meliá Capuchos), na próxima 2ª feira, às 13.00 h, realizando o primeiro treino às 17.30 h, no Pavilhão de Almada.Até 5ª feira, dia 12, a preparação continuará em Almada e no dia 13 (6ª feira) a Seleção Nacional viajará para Inglaterra, para realizar os primeiros jogos de controlo – dias 14 e 15, contra a Inglaterra, na cidade de Sheffield.


Quigley foi a MVP e a regente da orquestra magiar

Antes do início do encontro a FPB fez questão de homenagear a capitã da selecção nacional, Sara Filipe, com a entrega de um quadro com fotos alusivas aos vários momentos altos da sua carreira, no dia em que completou a 100ª internacionalização, passando assim a ser a 12ª jogadora a entrar no clube das centenárias (100 ou mais internacionalizações), com a curiosidade de igualar Ticha Penicheiro e também Nádia Tavares. A mais internacional continua a ser Susana Soares (173 internacionalizações).

A partida referente à 8ª jornada do EuroBasket Feminino 2013, Grupo A, disputada esta tarde no Pavilhão dos Lombos, frente à Hungria ficou praticamente sentenciada, quando as forasteiras ampliaram a vantagem do 1º quarto (7 pontos) para uns expressivos 18 quando se atingiu o intervalo (20-38).Tal como acontecera na Hungria, no jogo da 1ª volta, as nossas representantes entraram mal, concedendo logo desde o apito inicial alguma vantagem ao adversário que chegou com alguma facilidade a 2-10, obrigando Ricardo Vasconcelos a parar o cronómetro à entrada do minuto 6. A despeito de as húngaras já terem 4 faltas desde o minuto 5, esse handicap não foi aproveitado pelo seleccionado luso, que só voltaram a acertar com o cesto no minuto 7 e de lance livre (3-14). O irrequietismo de Maria João Correia que substituíra Carla Freitas no minuto anterior, veio dar outra alegria ao ataque português, com a jovem madeirense a reduzir o prejuízo para 5-14 e 7-16, enquanto por banda das magiares era a norte-americana naturalizada Alexandria Quigley que regia a orquestra, bem acompanhada pela possante Dóra Horti, fortíssima na área pintada. O 1º período terminava com a Hungria na frente (11-18).No 2º quarto (9-20) acentuou-se a supremacia húngara nas tabelas (8-26 ressaltos), com a particularidade de o número de ressaltos ofensivos (8) igualar o total de ressaltos de Portugal. As percentagens lusas nos lançamentos de 2 pontos eram muito baixas (33%-61%) e era aí que se fazia basicamente a diferença, já que enquanto as nossas representantes tinham convertido 7 duplos em 21 tentativas, as húngaras duplicavam essa marca (14 duplos em 23 tentados). Paradoxalmente ou não Portugal cometia menos erros (9-12 turnovers, ao intervalo), mas isso de nada servia em termos de liderança no marcador, quando as equipas recolheram ao balneário (20-38), com a nossa equipa a sofrer um parcial de 0-6 no minuto 20, após duas perdas de bola escusadas.No reatamento as coisas melhoraram em termos ofensivos, com o seleccionado luso a ser mais agressivo a atacar o cesto, provocando mais faltas (14, mais 4 que na 1ª parte). A base Carla Nascimento deu o mote ao marcar 5 pontos consecutivos (1 duplo e 1 triplo), baixando a fasquia para 19 pontos (25-44) depois de a Hungria ter reentrado muito forte, ampliando para 22 (20-42). A estatura (1,93m) e peso de Horti fazia mossa na área pintada e quando não era ela, papel idêntico era assumido por Orsolya Szécsi (nº 23), extremo/poste de 1,87m, também bastante efectiva na área restritiva (6 pontos consecutivos). Todavia neste 3º período (13-16) a eficácia de lançamento baixou para os dois lados, com o marcador a registar 33-54 para as forasteiras à entrada dos derradeiros 10 minutos. No último quarto (20-19), único ganho pela equipa das quinas, Portugal melhorou as suas percentagens, tanto de 2 pontos como de 3 pontos (acabou com 30%), conseguindo reduzir assim o prejuízo para 20 pontos (53-73), quando chegou a ser de 25 (42-67), com a MVP da partida, Quigley a acertar o seu único triplo no minuto 36, com o seleccionador português a pedir o seu último desconto de tempo um minuto decorrido, fazendo reentrar Carla Freitas, a nossa melhor marcadora. Com 3 minutos e 44 segundos para jogar, a experiência da base/extremo madeirense ainda deu para marcar mais 8 pontos (tinha apenas um duplo convertido no 2º período), sendo duas entradas para o cesto e duas faltas provocadas, não falhando os 4 lances livres a que teve direito. Já no minuto 40 foi a vez de Carla Nascimento ir duas vezes para a linha de lance livre, para sancionar as duas faltas técnicas consecutivas marcadas pelo árbitro principal, o conceituado espanhol Miguel Perez Perez, ao seleccionador da Hungria, o eslovaco Stefan Svitek, que ultrapassou os limites na contestação… e Perez Perez não esteve pelos ajustes, expulsando-o do banco, como mandam as regras. Converteu 3 das 4 tentativas (53-71), mas ainda houve tempo para (quem havia de ser?) Quigley selar o resultado final (53-73) a 22 segundos da buzina. Resultado final: Portugal 53-73 HungriaNo final do encontro registámos a opinião do seleccionador luso: «Jogámos com uma equipa que entrou muito forte, muito físico, duro na defesa, como é seu timbre e isso intimidou-nos, com reflexos nas baixas percentagens conseguidas. A estratégia que montámos do ponto de vista defensivo, caiu por terra com a quantidade de ressaltos ofensivos conquistados na nossa tabela, principalmente na 1ª parte. Não fomos tão sólidos na defesa como tínhamos sido nos últimos jogos, no entanto na 2ª metade melhorámos um pouco a atitude ofensiva, pois provocámos mais faltas.». Nas vencedoras destaque para o desempenho da base/extremo Alexandria Quigley, MVP do encontro (37,5 de valorização), ao contabilizar 23 pontos, 6/11 nos lançamentos de campo, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 4 assistências, 5 roubos e 5 faltas provocadas, com 10/10 da linha de lance livre. Foi bem acompanhada pela poste Dóra Horti (13 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 6 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres), Anna Vajda (3 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, duas assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas) e Orsolya Szécsi (10 pontos, 4 ressaltos defensivos e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres). Na selecção de Portugal a mais valiosa foi Carla Nascimento (10 pontos, 1/2 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres), seguida de perto por Maria João Correia (9 pontos, 1/2 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). Uma referência ainda para a poste Sofia Carolina (2 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas) e para Carla Freitas (10 pontos, 3/5 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres).Em termos globais a vitória da Hungria justifica-se pela flagrante superioridade manifestada nas tabelas (24-47 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (4-13), pela maior eficácia nos lançamentos de 2 pontos (29%-49%), por ter sido mais colectiva (5-13 assistências) e pelo maior aproveitamento da linha de lance livre (83%-92%), falhando apenas 2 dos 26 lançamentos tentados, contra 4 das portuguesas em 24 tentativas. Por seu turno o seleccionado luso foi mais certeiro nos tiros do perímetro (30%-23%), com a coincidência de ambas as equipas terem convertido 3 triplos, roubou mais bolas (11-10), cometeu menos erros (18-21 turnovers) e fez mais desarmes de lançamento (2-1).No outro jogo do Grupo A, Israel ao vencer em casa a Bielorússia (60-58) complicou as contas no tocante ao apuramento, pois passou a haver 3 candidatos para 2 lugares (Bielorússia, Ucrânia e Hungria), todos com duas derrotas. Folgou a Ucrânia.Ficha de jogoPavilhão Desportivo dos LombosPortugal (53) – Carla Nascimento (10), Carla Freitas (10), Ana Oliveira (5), Sara Filipe (6) e Sofia Carolina (2); Joana Lopes (2), Débora Escórcio (1), Tamara Milovac (2), Mª João Correia (9), Michelle Brandão (5), Daniela Domingues e Larisse Lima (1)Hungria (73) – Katalin Honti (2), Alexandria Quigley (23), Krisztina Raksányi (2), Anna Vajda (3) e Dóra Horti (13); Orsolya Szécsi (10), Zsófia Simon (8), Anna Vida (3), Timea Czank , Anna lakloth (4) e Orsolya Zsovár (5)Por períodos: 11-18, 9-20, 13-16, 20-19Árbitros: Miguel Perez Perez (Espanha), Alessandro Martolini (Itália) e Antonio Zamora (Andorra)A equipa portuguesa teve direito a uma folga a seguir ao jogo, voltando a concentrar-se em Rio Maior, depois de amanhã, onde ficará em estágio até à partida para Telavive (Israel), o que será na próxima 5ª feira. O confronto com a selecção israelita na 10ª e última jornada da competição está agendado para sábado (dia 14), a partir das 21H00.


Portugal deu a volta no 2º quarto e depois controlou

Porém as nossas representantes espicaçadas no seu orgulho ferido, encheram-se de brios e no 2º quarto responderam com um parcial de 20-0 (!), que devolveu naturalmente a tranquilidade e a confiança às jovens lusas (18-31 ao intervalo, favorável às nossas cores). No 3º quarto (6-10) a equipa de Catarina Neves jogou de uma forma mais controlada e no último quarto (25-21) soube suportar a reacção das angolanas para vencer com justiça por 62-49, mantendo assim a invencibilidade.A selecção portuguesa termina amanhã a sua participação nos Jogos da CPLP no compromisso ante o Brasil, agendado para as 15H30, no Pavilhão Municipal de Mafra, tendo sido anulado o encontro com a Guiné-Bissau (depois de amanhã) por desistência das guineenses, comunicada ontem.


Portugal perde em jogo de preparação

O selecionado português foi derrotado pela sua congénere búlgara por 81-71, tendo-se registado os seguintes resultados parciais:5′ – 18*610′ – 33*19 (15*13) (1º Período – 33*19)15′ – 41*28 (8*9)20′ – 49*37 (8*9) (2º Período – 16*18) (1ª Parte)25′ – 56*46 (7*9)30′ – 62*55 (6*9) (3º Período – 13*18)35′ – 77*58 (15*3)40′ – 81*71 (4*13) (4º Período – 19*16) No que se refere à equipa portuguesa, teve dois períodos menos positivos a defender (dos 0′ aos 10′ e dos 30′ aos 35′) e dois períodos menos concretizadores (dos 0′ aos 5′ e dos 30′ aos 35′), quase coincidentes nos tempos, e dois bons períodos a defender (dos 25′ aos 30′ e dos 35′ aos 40′) e dois bons períodos a atacar (dos 5′ aos 10′ e dos 35′ aos 40′) que não foram suficientes para as suas ambições de vitória, e isto apesar de ter garantido um ligeiro ascendente em grande parte do jogo (dos 10′ aos 30′ e nos referidos 35′ aos 40′). As percentagens de lançamento de 2 pontos (33% contra 57% da equipa búlgara) e de lance livre (65% – 76%) constituíram os parâmetros estatísticos em que os búlgaros suplantaram os portugueses, enquanto o inverso se verificou nos lançamentos de 3 pontos (36% – 32%), nos ressaltos (9of/25def – 15of/23def) e nos roubos de bola (9 – 5), já que nas perdas de bola se registou uma igualdade (9).O jogo proporcionou à equipa portuguesa um conjunto de experiências que certamente serão muito úteis para o Campeonato da Europa que terá o seu começo no próximo dia 12. Consciente que ali não haverão jogos fáceis e que a luta pelo apuramento para os 8 primeiros (1º objetivo) se fará jogo a jogo, período a período, segundo a segundo, o alargamento da concentração a todas as fases e períodos de jogo, nomeadamente logo desde a bola ao ar, no sentido de minimizar erros e aumentar a eficácia das acções, sejam elas defensivas ou ofensivas, foi motivo de reflexão no final do jogo já que ficou a unânime sensação que a vitória neste jogo era objetivo ao seu alcance.A preparação da equipa portuguesa continuará amanhã com mais um treino de manhã (10,30h locais) e um jogo de tarde (18:00h locais), desta feita com a seleção búlgara de Sub18 Masculinos, ambos no Pavilhão de Triaditsa.


Superioridade esmagadora das portuguesas

Devido aos condicionalismos decorrentes da participação no Campeonato da Europa de Sub-16 Femininos, Divisão B, em Tallin (Estónia), para onde viaja na próxima 3ª feira (dia10), teve que se arranjar um calendário ajustado para a selecção portuguesa.Assim sendo a competição de basquetebol que conta agora apenas com 5 participantes, face à ausência da Guiné-Bissau, confirmada ontem, principiou precisamente com a estreia das nossas representantes que defrontaram a congénere de S.Tomé e Príncipe, de manhã e a selecção de Moçambique, à tarde.Como se esperava ambos os jogos saldaram-se por vitórias expressivas das comandadas de Ana Catarina Neves, ao baterem são-tomenses e moçambicanas por 147-8 e 91-23, respectivamente.


«Espírito de equipa é forte»

O base do B. Barcelos enaltece a forma como foi acolhido no seio da equipa e acredita que Portugal pode conseguir um lugar no Campeonato da Europa.

Considera esta chamada como uma recompensa por toda dedicação que tem pelo basquetebol? Sim, penso que todos os jogadores que trabalham diariamente sonham com o momento da chamada à Selecção Nacional. Este momento é o reconhecimento por todos os anos em que me dediquei ao basquetebol, foi sem dúvida uns dos momentos mais felizes enquanto basquetebolista.Como tem decorrido a sua primeira experiência a trabalhar com a Seleção Sénior? A experiência tem sido bastante positiva, os colegas mais experientes acolheram-nos muito bem e o espírito de equipa é forte. Todos os jogadores sonham com o momento em que serão chamados à Selecção Nacional, e eu não era excepção, por isso o melhor que posso dizer é que está a superar as minhas expectativas.Surpreendido com o tipo de trabalho que estão a efetuar? O trabalho que temos efetuado tem sido dentro do que estava à espera, treinos bastante intensos, onde todos dão o seu melhor. Nestas primeiras semanas temos trabalhado a componente táctica do jogo, para que a este nível estejamos todos no mesmo patamar.Na sua opinião a Seleção está bem servida de bases? Sim, os meus colegas de posição têm muita qualidade. E tenho a certeza que a Selecção quer a nível ofensivo quer a nível defensivo está muito bem servida na posição de base.Tendo em conta o nível dos adversários, isso não impede que se sinta ambição para a fase de qualificação? Apesar do elevado nível das equipas do nosso grupo, penso que dando o nosso máximo poderemos conseguir um lugar para o Europeu do próximo ano. Apesar disso, estamos cientes que temos muito trabalho pela frente até começar a qualificação.


Qualidade do passe e condicionar o contra-ataque húngaro

Faltam disputar apenas 2 jogos, o primeiro já amanhã, no Pavilhão dos Lombos, em Carcavelos, a contar para a 8ª jornada, Grupo A, a partir das 18H00, para a recepção à Hungria e o último, na próxima semana, em Telavive, dia 14, frente a Israel.

A selecção portuguesa está concentrada desde ontem, ao final da manhã, numa unidade hoteleira da linha de Cascais, para onde foi logo após a chegada de Minsk, tendo feito ao fim da tarde o seu primeiro treino no recinto onde se irá disputar o encontro, que visou fundamentalmente a recuperação do cansaço resultante da viagem desde a capital da Bielorússia, onde jogámos a meio da semana. Hoje a equipa já treinou de manhã e teve mais uma sessão de trabalho antes do treino da selecção da Hungria que chegou ao princípio da tarde. Antes de abordar o objectivo desta conversa é preciso destacar e agradecer a colaboração logística e financeira da autarquia de Cascais, bem como o apoio inexcedível de toda a estrutura do CRCQ Lombos, que disponibilizou graciosamente o pavilhão para o jogo e treinos das duas selecções e garantirá a estatística do encontro. Obrigado (Kanimambo) a todos, mas uma referência especial para o presidente Jorge Vieira e sua equipa. O adversário de amanhã que conta com duas derrotas, ainda tem hipóteses de qualificação (apuram dois de cada Grupo) embora não tenha tarefa fácil na luta directa com a Ucrânia, onde terá que se deslocar na ronda derradeira (dia 14). Em Miskolc, no jogo da 1ª volta, há duas semanas, as nossas representantes entraram mal na partida (perdíamos por 15-3 a meio do 1º período) e embora tivéssemos reagido (34-25 ao intervalo) não conseguimos evitar que no 3º quarto a Hungria disparasse para uma diferença irrecuperável (25 pontos). Ricardo Vasconcelos conhece hoje melhor o nosso opositor e à semelhança do que aconteceu nos segundos embates com os outros adversários, espera que a selecção portuguesa dê uma imagem mais de acordo com as suas reais capacidades:«Vamos jogar contra uma equipa muito forte a correr o campo nos contra-ataques puros (é a mais forte nesse particular), que aposta no jogo físico com muita mobilidade. Apresenta uma estrutura de 5 jogadoras explosivas e ágeis que vai apostar na defesa para sair em contra-ataque rápido e aí cavar a diferença no marcador. Para nós será decisivo a qualidade do passe e ainda dar bons bloqueios em ataque de forma a diminuirmos os turnovers e não lhes permitir correr o campo como elas gostam.».A finalizar, o seleccionador luso referiu que «as nossas atenções estarão muito viradas para a norte-americana Quigley (particular cuidado à forma como vamos defender o bloqueio directo) sem esquecer a poste Dóra Horti, para tentar evitar ao máximo os pontos dentro da área restritiva, em que ela é muito forte. Lá sofremos 32 pontos na área pintada e 19 de contra-ataque. É nestes dois aspectos que temos de estar muito focados.».


Sub 20 Masculinos prepara o Campeonato da Europa já em Sófia – Bulgária.

A delegação portuguesa é composta pelos seguintes elementos:Jogadores (Nome – Clube):Artur Castela – SL Benfica Candido Sá – SL Benfica Diogo Ventura – SL Benfica Emanuel Sá – AD Ovarense João Fernandes – FC Barreirense João Grosso – IEJOTA João Ribeiro – SL Benfica Jonah Callenbach – Óbila CB Miguel Maria – FC Porto Pedro Belo – SL Benfica Rafael Wildner – Estudiantes Lugo Sérgio Santos – S. Algés e D.Responsável pela Delegação: Carlos PiresSecretário – Administrativo: Carlos VarandasSelecionador Nacional: André MartinsTreinador-Adjunto: João CosteiraFisioterapeuta: Miguel CaeiroEntre os dias 5 e 9 de Julho (no dia 10 de Julho entrará no regime do Campeonato da Europa), usufruindo de condições semelhantes de alojamento e desportivas que disporá durante a competição, o selecionado português tem previsto realizar 6 treinos e 2 jogos com as seleções de Sub20 e Sub18 masculinas do país anfitrião.Na 1ª fase da Competição, Portugal integrará o Grupo C conjuntamente com a Dinamarca, Grã-Bretanha, Croácia e Bielorrússia e terá como calendário o seguinte:12 de Julho pelas 13,45h – PORTUGAL – Grã-Bretanha14 de Julho pelas 16,00h – PORTUGAL – Croácia15 de Julho pelas 18,15h – PORTUGAL – Dinamarca16 de Julho pelas 16,00h – PORTUGAL – Bielorrússia


Seleção Nacional em visita

No Pavilhão Marialvas, Mário Palma explicou o exigente percurso da nossa selecção e deixou uma mensagem: “sem muito trabalho não há sucesso”. Este foi o mote para uma animada conversa entre todos que terminou com os parabéns a Miguel Queiroz, no dia em que completou o seu 21º aniversário.Durante uma hora, os jogadores da selecção conviveram com os jovens basquetebolistas, participaram numa competição de lançamentos e assinaram dezenas de camisolas.Na despedida, Mário Palma convidou todos a virem apoiar a selecção nos dois jogos a realizar em Coimbra, com a Itália e a Turquia.Na foto: Mário Palma, Mário Gomes e Ivan Koustorkov (equipa técnica nacional); Pinto Alberto (FPB) e os jogadores: Mário Fernandes, Miguel Minhava, Tomás Barroso, Jaime Silva, José Silva, Nuno Oliveira, Fábio Lima, Fernando Neves, João Gomes, João Santos, Paulo Cunha, Rui Quintino, Cristóvão Cordeiro, Miguel Queiróz, Jorge Coelho, Cláudio Fonseca e Elvis Évora.


Portugal obriga o líder a não facilitar

O facto de o seleccionador da Bielorússia só ter feito descansar a poste Verameyenka praticamente no 4º período (jogou mais de 28 minutos até ao final do 3º quarto) demonstra bem as dificuldades sentidas pelas anfitriãs, que foram mesmo obrigadas a puxar dos galões, como se diz na gíria, para embalar em definitivo para a vitória (63-41).

A selecção portuguesa entrou bem na partida, já que mesmo depois de ter sofrido 2 cestos consecutivos de Likhtarovich (4-0 no minuto 3), Carla Freitas respondeu com o seu único triplo à entrada do minuto 4 (4-3) e Ana Oliveira igualou (4-4) da linha de lance livre um minuto volvido. Na resposta duas bombas consecutivas, uma da base Tarasava e outra da capitã Trafimava, ambas no minuto 6, colocaram o marcador em 10-4, obrigando Ricardo Vasconcelos a parar o cronómetro. Esta decisão surtiu efeito pois as suas comandadas reagiram com um parcial de 2-5, reduzindo o prejuízo para 3 pontos (12-9). Quase em cima da buzina para o termo do 1º período, Michelle Brandão encurtava a diferença (14-12). No 2º quarto (18-11) as nossas representantes entraram algo desconcentradas e num ápice encaixaram um parcial de 9-0, disparando o marcador para 23-12, com novo triplo, desta feita de Anufryienka, à entrada do minuto 14, a fechar este ciclo negativo para as portuguesas. Altura para o seleccionador luso pedir novo desconto de tempo e de novo com resultados práticos. Sofia Carolina assumiu as despesas no ataque ao corresponder a passes decisivos das suas companheiras e protagonizou um parcial de 8-0, tudo em lançamentos de campo, tomando as decisões certas e não se intimidando com o facto de estar a ser marcada pela credenciada Verameyenka. Com o marcador em 23-20, Rimantas Grigas, o lituano que comanda a selecção anfitriã, teve mesmo que parar o cronómetro para proceder a rectificações no minuto 17. Portugal voltou a sofrer novo parcial de 9-0 em 3 minutos, mas Joana Lopes, que ressurgiu em Minsk após 2 jogos menos conseguidos, acertou a sua única bomba em cima do sinal sonoro para o intervalo (32-23). No reatamento e depois de algum equilíbrio até ao minuto 22 (35-27), voltámos a sentir dificuldades no ataque e em 2 minutos consentimos um parcial de 6-0, o que obrigou Ricardo Vasconcelos a parar o jogo a meio do 3º período (41-27). A entrada de Michelle Brandão, substituindo Carla Nascimento, muito desgastada nos mais de 20 minutos que já tinha de utilização, veio dar alguma frescura física e clarividência, com a jovem base a ter duas boas iniciativas, sendo primeiro travada em falta (marcou os 2 lances livre e fez 43-31) no minuto 28 e 2 minutos decorridos reduziu para 44-33, mas Likhtarovich (uma das jogadoras da casa mais influentes) fixou da linha de lance livre o resultado no final do 3º período (45-33).Até à entrada do último quarto a equipa da casa só tinha utilizado 8 jogadoras, portanto uma rotação muito baixa, sendo que duas das 3 que saltaram do banco somavam em conjunto pouco mais que 12 minutos (uns curtos 8% do tempo total de utilização). Isto significa que o seleccionador da casa não quis arriscar, recorrendo às suas jogadoras mais experientes, que lhe davam mais garantias de não serem surpreendidas. Nos derradeiros 10 minutos (18-8) acentuou-se o desgaste físico das nossas representantes, com a estatura e o peso das adversárias a fazer mossa. A 4ª e 5ª faltas da poste Sofia Carolina, assinaladas no espaço de poucos segundos, ambas no minuto 37, com o resultado em 55-37, veio enfraquecer a capacidade defensiva da nossa equipa, mas Débora Escórcio da linha de lance livre (57-39), no minuto 38 e de novo Michelle Brandão já no minuto 40 (59-41), conseguiram que se ultrapassasse a barreira dos 40 pontos, com Anufryienka a selar o resultado final na conclusão de um contra-ataque. Resultado final: Bielorússia 63-41 PortugalEmbora o desfecho tivesse sido desfavorável para as nossas cores, o pragmatismo do seleccionador nacional foi evidente na sua análise ao encontro: «Perdemos com uma equipa que tem um valor inquestionável. O facto de termos competido muito bem no 1º e no 3º período (perdemos por 5 no conjunto desses 20 minutos) demonstram que sabíamos claramente aquilo que tínhamos a fazer. Contudo o cansaço físico e o termos obrigado o nosso adversário a ter que se aplicar mais, fez com que a Bielorússia tivesse que puxar dos galões e por via disso o jogo terminou com 22 pontos de diferença, quando à entrada do último quarto estávamos a 12 pontos (45-33).». Mais adiante Ricardo Vasconcelos fez questão de referir que «os 20 pontos a menos sofridos em relação ao jogo da 1ª volta comprovam que temos crescido muito neste capítulo (na defesa), reagindo da melhor maneira ao início da competição que foi muito mau em termos defensivos. Hoje a má percentagem da linha de 3 pontos, bem como a da linha de lance livre dificultaram a possibilidade de entrarmos no último período com o jogo mais aberto.». No outro encontro da ronda, a Ucrânia ao vencer Israel (71-68), mantém-se na corrida para o apuramento, com 4 vitórias e duas derrotas. Na liderança do Grupo A continua a Bielorússia (5V-1D), que ficou mais perto da qualificação, embora ainda a não tenha garantido.Destaque nas vencedoras para a prestação da poste Verameyenka, MVP do jogo (27,0 de valorização) ao contabilizar um duplo duplo (12 pontos, 4/4 nos duplos, 12 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres). Foi bem secundada por Tatsiana Likhtarovich (13 pontos, 6/6 nos duplos, 3 ressaltos defensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas), Nataliya Trafimava (7 pontos, 12 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), Natallia Anufryienka (10 pontos, 2/4 nos triplos, 3 ressaltos, duas assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 2/4 nos lances livres) e Tatyana Troina (8 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 5 assistências e 3 faltas provocadas).Na selecção portuguesa a poste Sofia Carolina creditou-se da melhor actuação, sendo a sua valorização (9,5) penalizada por ter feito 5 faltas. Terminou com 15 pontos (melhor marcadora do encontro), 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas, mantendo um duelo interessante com a sua marcadora directa (Verameyenka). Foi bem acompanhada por Joana Lopes, a mais valiosa (10,0 de valorização), que anotou 7 pontos, 1/3 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos e 1 desarme de lançamento.Em termos globais o triunfo da Bielorússia justifica-se pela superioridade nas tabelas (41-29 ressaltos), pela maior eficácia nos lançamentos de campo (44%-27%), quer nos duplos (51%-28%) quer nos triplos (25%-22%), pelo maior colectivismo (16-7 assistências), por ter feito mais desarmes de lançamento (3-1) e por ter provocado mais faltas (20-15). As anfitriãs estiveram também mais certeiras nos lances livres (73%-64%).Portugal conseguiu roubar mais bolas (4-6) e esteve bem nos turnovers (12 para cada lado), sendo este o jogo em que cometeu menos erros. Ficha de jogoPalácio dos Desportos, em MinskBielorússia (63) – Aliaksandra Tarasava (7), Tatsiana Likhtarovich (13), Nataliya Trafimava (7), Tatyana Troina (8) e Anastasiya Verameyenka (12); Natallia Anufryienka (10), Alena Novikava , Viktoryia Hasper (2), Volha Istseliatsova (4) e Sviatlana ValkoPortugal (41) – Carla Nascimento (3), Carla Freitas (3), Ana Oliveira (1), Sara Filipe e Sofia Carolina (15); Joana Lopes (7), Débora Escórcio (2), Mª João Correia (1), Michelle Brandão (8), Tamara Miilovac (1), Daniela Domingues e Larisse LimaPor períodos: 14-12, 18-11, 13-10, 18-8Árbitros: Ingus Baumanis (Letónia), Rafael Ganiev (Lituânia) e Barry Peters (Holanda)A comitiva lusa regressa hoje (5ª feira) a Portugal. Alvorada muito cedo para se sair do hotel às 03H00 da madrugada (01H00 portuguesas) a fim de se embarcar no voo que parte de Minsk às 05H30, rumo a Frankfurt. Neste aeroporto germânico uma escala de 2h15, com a partida do voo LH1166 às 09H20 com destino a Lisboa, estando a chegada prevista para as 11H20.Do aeroporto da Portela a equipa seguirá directamente para uma unidade hoteleira em Carcavelos, onde ficará alojada até ao jogo do próximo sábado, no Pavilhão Desportivo dos Lombos, contra a Hungria (8ª jornada), às 18H00.


Seleções encontram-se no Caramulo

Os jogos decorrerão esta sexta e sábado (6 e 7) no Pavilhão Municipal do Caramulo. Na sexta-feira, às 18h e no dia seguinte, às 15h. Será uma oportunidade para ver os mais talentosos jovens destas gerações em ação.


Início da preparação para o Europeu

Os selecionadores nacionais Carlos Seixas e Raúl Santos chamaram para esta acção 16 atletas, ficando de fora os atletas João Grosso e Diogo Ventura que se encontram a trabalhar com a Selecção Nacional de Sub-20, bem como Ricardo Conceição ainda a recuperar de uma intervenção cirúrgica.

O presente estágio composto por 7 sessões de treino decorre em Lisboa até Sexta-feira, dia 6 de Julho, quando os jovens viajarão até ao distrito de Viseu, cidade do Caramulo para realizar dois jogos de treino com a Selecção Nacional de Sub-16.Após o segundo jogo de treino no Sábado, dia 7, os atletas regressarão a casa estando agendado para Segunda-feira, dia 9, o início da 3ª Acção em Santa Maria da Feira.Lista de Convocados:Pedro Marques – Ginásio Clube FigueirenseGonçalo Tavares – Física Torres VedrasDiogo Gameiro – SL BenficaPedro Bastos – FC Porto Pedro Meireles – GD LeçaJoão Gallina – SL BenficaIsaías Insaly – NB QueluzMiguel Oliveira – Galitos de AveiroAndré Miguéns – SL BenficaJosé Miranda – FC PortoHenrique Piedade – Estoril BasketAntónio Moreira – Juventude PacenseRui Jesus – PortimonenseJoão Soares – Chamusca BasketJoão Guimarães – Vasco da GamaGuilherme Maia – SL BenficaO que está a achar desta primeira semana de estágio?Todos sabíamos que na primeira semana é fundamental estarmos mais focados e concentrados do que nunca. Tentamos assimilar toda a informação e pormenores tácticos que nos têm sido transmitidos. (Henrique Piedade)Os treinos têm sido muito intensos. O cansaço está a começar a fazer sentir-se, algo que só é superado com a entreajuda de todos. (Pedro Marques)Com olhos postos no Campeonato da Europa, trabalhamos diariamente de modo a preparar da melhor maneira o mesmo e a conseguir um resultado que corresponda às nossas expectativas e que dignifique o nome do nosso basquetebol e do nosso país, sempre destacando o excelente espírito de grupo entre todos. (João Soares)Ciente das dificuldades que vamos encontrar, trabalhamos todos os dias com a ambição de melhorar para estarmos totalmente preparados para todos os desafios. (Diogo Gameiro)


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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