Artigos da Federaçãooo

Sub20 Masculinos

B) que se realizará em Sofia – Bulgária de 12 a 23 do próximo mês de Julho.

As ótimas instalações do Pavilhão Municipal de Anadia, para o efeito prontamente cedidas pela autarquia, e as especiais condições de estadia na Estalagem de Sangalhos, que como de costume garantiu boa alimentação e alojamento, satisfizeram as exigências de uma semana de árduo trabalho que correspondeu plenamente aos objetivos estabelecidos pelos respetivos responsáveis técnicos, André Martins e João Costeira.Com o apoio de Carlos Varandas como Secretário e Miguel Caeiro como Fisioterapeuta participaram neste estágio os seguintes jogadores (Nome – Clube – Associação): Artur Castela – SL Benfica Candido Sá – SL Benfica Daniel Margarido – Barreirense Diogo Ventura – SL Benfica Emanuel Sá – AD Ovarense Henrique Sicó – Barreirense João Fernandes – Barreirense João Grosso – IEJOTAJoão Ribeiro – SL Benfica Jonah Callenbach – Óbila CB Júlio Silva – AD Ovarense Miguel Maria – FC Porto Pedro Belo – SL Benfica Rafael Wildner – Estudiantes Lugo Ricardo Rosa – SL Benfica Sérgio Santos – Algés Henrique Sicó – F.C. Barreirense, encontrando-se lesionado e prevendo-se a necessidade de 3 ou 4 semanas para a sua recuperação, foi dispensado.Os trabalhos deste selecionado nacional prosseguem nas próximas semanas estando previstos alguns jogos de treino com equipas espanholas (desloca-se a Málaga no próximo fim de semana) e com a Seleção Nacional de Esperanças antes da sua partida para o europeu.


Seleção Sub-16 Fem. trabalha em Anadia

Desta vez em sintonia de horários com a Seleção Sub-20, em sessões bi-diárias.

Ana Neves e Agostinho Pinto chamaram para esta convocatória 14 jogadoras, estando o grupo final muito perto de estar definido. Nesta ação teve ontem lugar um jogo treino contra os Juniores B do Sangalhos, os quais foram fantásticos pela disponibilidade à Seleção, proporcionado um excelente treino à Sub-16A preparação da equipa segue a bom ritmo, com a responsabilidade de que há muito trabalho pela frente, de forma a elevar os nivéis de eficacia do coletivo luso, tendo em vista o Europeu a disputar na Estónia de 12 a 22 de Julho. Esta ação termina no Sábado dia 16, estando agendado novo trabalho para a Covilhã, e agendados jogos treino com a Seleção Sub-18 da Noruega, e as Sub-18 de Portugal. Seleção Sub-16 Fem.Emilia Ferreira – GDESSAMarlene Cassama – GDESSAJoana Alves – BenficaMafalda Marques – SIMECQFrancisca Meinedo – CPNAna Moniz – CPNSofia Almeida – CPNCatarina Cavaco – Juventude B.C.Carolina Bernardeco – AlgueiraoIsabel Costa – B.BarcelosCatarina Rolo – Maia B.C.Chelsea Guimarães – GDESSASimone Costa – S.L.BenficaMaria Kostourkova – SIMECQ Responsavel – Manuel BarbosaSelecionadora – Ana NevesTreinador adjunto – Agostinho PintoFisioterapeuta – Carla NunesSecretário técnico – João Janeiro


Bielorússia fez jus às suas credenciais

Para a concretização deste compromisso, frente à Bielorússia, a FPB pôde contar mais uma vez com a inexcedível colaboração da autarquia local, na pessoa do vereador do Desporto, Luís Providência, da AB Coimbra (através da DT Regional Isabel Lemos) e do Olivais FC (Jaime Silva e a sua equipa), que cedeu gratuitamente o seu pavilhão para o jogo e treinos das duas selecções. A todos o nosso obrigado.

Ante um adversário poderoso e conceituado como é a Bielorússia (10º no ranking mundial), as nossas representantes bateram-se bem, evidenciando notável entrega e espírito de luta, mas isso não chegou para colocar em causa o favoritismo incontornável concedido à selecção do Leste europeu. A derrota por 53-82 não deslustra, mostrando que ainda temos que ganhar experiência de jogar a este nível, para os resultados começarem a aparecer.Tal como no jogo anterior, voltámos a entrar mal na partida. Num ápice (1 minuto e 15 segundos) consentimos um parcial de 0-8, mas dois triplos consecutivos, primeiro de Carla Nascimento (5-8) e depois de Joana Lopes (8-14) davam a entender que tínhamos reagido às duas bombas seguidas da base Anufryenka (5-11 e 5-14). Já no minuto 6 Carla Freitas numa situação de contra-ataque falha uma concretização fácil mas sofre falta, ressarcindo-se ao converter os 2 lances livres (10-14). Alguns erros lusos, depois de termos mantido o jogo em aberto (16-20), à entrada do minuto 10, foram facilmente aproveitados pelas adversárias que terminaram o 1º período com uma vantagem de 12 pontos (16-28). A eficácia das bielorussas com destaque para a extremo/poste Troina (6/6 nos duplos) contrastava com a falta de acerto das nossas jogadoras interiores, nomeadamente Sofia Carolina que depois de se libertar da marcadora directa, falhava lançamentos de fácil concretização. Era compensada pelo acerto da capitã Sara Filipe, com o seu tiro curto a surtir efeito. Lutando bravamente no tabela ofensiva, a poste Sofia Carolina provocava faltas (7 no final) e não desperdiçava os lances livres a que tinha direito, terminando com 10/10, excelente performance. Depois de um 2º quarto mais equilibrado (10-17), o intervalo chegou com a Bielorússia na frente (26-45). No reatamento a reentrada voltou a não ser famosa já que encaixámos um parcial de 0-13 em 4 minutos. Um oportuno desconto de tempo pedido pelo seleccionador português travou a arrancada das forasteiras que ainda chegariam à maior vantagem de 33 pontos (28-61), a meio do 3º período (13-21), através de um triplo da autoria de Troina, MVP (24,5 de valorização) e melhor marcadora do encontro, que revelou uma eficácia e um rendimento incríveis (17 pontos em 18 minutos de utilização). Mas a base Carla Nascimento (a nossa jogadora mais valiosa) não esteve pelos ajustes e alardeando grande confiança e concentração, respondeu com 2 triplos consecutivos (31-61 e 34-62), ambos no minuto 27. Uma falta técnica assinalada pelo árbitro principal, o gaulês Jeanneau, ao seleccionador forasteiro (o lituano Rimantas Grigas) na ponta final do 3º período, permitiu a Joana Lopes converter os 2 lances livres correspondentes e fixar o resultado em 39-66, à entrada do último quarto. Nos derradeiros 10 minutos (14-16) Portugal não baixou os braços, mantendo excelente atitude de entrega e entreajuda. Sofia Carolina ia continuando a sua safra da linha de lance livre e foi ainda de lance livre que Carla Freitas, a nossa melhor triplista, ontem em tarde ineficaz nos tiros do perímetro, ultrapassou a barreira dos 50 pontos (51-77), no minuto 38, pouco depois de Sofia Carolina ter sido excluída, com 5 faltas. Resultado final: Portugal 53-82 BielorússiaNo final Ricardo Vasconcelos estava satisfeito com o comportamento das suas jogadoras: «Jogámos com uma equipa muito estruturada e muito regular, em que cada mau momento ou má escolha se paga com alterações no marcador. Apesar de termos feito minutos com muito mais qualidade (este jogo não teve nada a ver com o da Ucrânia), a verdade é que necessitamos de procurar uma consistência e uma estabilidade nas acções quer ofensivas quer defensivas, para poder competir mais de igual para igual com equipas deste nível. Preocupam-me as entradas quer no 1º quer no 3º período, em que sofremos parciais desnivelados, respectivamente de 0-8 e 0-13, que demonstram uma inibição mental (medo, ansiedade, falta de confiança) condicionadora dos jogos a partir daí. Isso cria-nos instabilidade, necessidade de correr atrás do marcador, em suma torna-nos necessariamente mais fracos.». A finalizar o seleccionador luso referiu: «A equipa demonstrou boa capacidade de reacção em relação ao desaire anterior a meio da semana. Podemos ainda fazer melhor do que fizemos hoje. Temos qualidade para isso.».Destaque nas vencedoras para a prestação da Tatyana Troina, MVP da partida (17 pontos, 7/8 nos lançamentos de campo repartidos por 6/6 nos duplos e 1/2 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada pela base A. Tarasava (5 pontos, 1/2 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas), pela base /extremo K. Snytsina (9 pontos, 3 ressaltos defensivos, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres), pela base N. Anufryienka (11 pontos, 3 /4 nos lançamentos de campo, 2/3 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas), pela extremo N. Trafimava (6 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres) e ainda pela extremo Z. Haradzetskaya (9 pontos, 3/4 nos duplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 3/5 nos lances livres). A estrela da companhia, a poste A. Verameyenka, jogou pouco mais de 15 minutos, tempo suficiente para ganhar 5 ressaltos defensivos e marcar 4 pontos, não tendo sido por ela que se cavou a diferença. No seleccionado luso a mais valiosa (18,0 de valorização) foi a base Carla Nascimento, que rubricou uma actuação plena de personalidade e muita confiança, tendo sido a jogadora mais utilizada (mais de 27 minutos). Terminou com 11 pontos, 4/5 nos lançamentos de campo repartidos por 1/2 nos duplos e 3/3 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 4 roubos e 3 faltas provocadas, mantendo um duelo muito vivo e interessante com a sua marcadora directa Tarasava. Seguiram-se-lhe a poste Sofia Carolina (12 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência e 7 faltas provocadas, estando irrepreensível da linha de lance livre ao não falhar qualquer das 10 tentativas de que dispôs), modo de compensar a tarde de desacerto a lançar na área pintada (1 em 9 duplos tentados), Joana Lopes (7 pontos, 6 ressaltos defensivos, duas assistências, 1 roubo e 2/2 nos lances livres a sancionar a falta técnica marcada ao treinador da Bielorússia) e a capitã Sara Filipe (9 pontos, 4/6 nos duplos, uma assistência e uma falta provocada, com 1/2 nos lances livres).Em termos globais a vitória da Bielorússia assentou na maior eficácia dos duplos (31%-62%), na supremacia nas tabelas (24-32 ressaltos), registando-se um empate (6-6) na tabela ofensiva, no maior colectivismo (12-18 assistências), no menor número de erros cometidos (25-17 turnovers), no maior número de roubos de bola (9-12) e por ter provocado mais faltas (20-29).Portugal só esteve melhor da linha de lance livre, com uns magníficos 95% (19 em 20 tentados) contra 69% (24 em 35 tentativas), verificando-se outro empate nos triplos (31% para cada equipa), curiosamente como mesmo número de tiros convertidos (4) em igual número de tentativas (13). No outro jogo do Grupo A, Israel venceu a Ucrânia por 73-58, tendo folgado a Hungria. Bielorússia comanda com duas vitórias em outros tantos jogos. Ficha de jogoPortugal (53) – Carla Nascimento (11), Carla Freitas (6), Joana Lopes (7), Débora Escórcio (4) e Sofia Carolina (12); Sara Filipe (9), Ana Oliveira, Tamara Milovac (2), Michelle Brandão (2), Larisse Lima, Mª João Correia e Daniela DominguesBielorússia (82) – Aliaksandra Tarasava (5), Katsiaryna Snytsina (9), Tatsiana Likhtarovich (4), Tatyana Troina (17) e Anastasiya Verameyenka (4); Natallia Anufryienka (11), Nataliya Trafimava (6), Zhanna Haradzetskaya (9), Marina Kress (5), Ala Marauskaya (7), Viktoryia Hasper (5) e Yuliya Rytsikava Por períodos: 16-28, 10-17, 13-21, 14-16Árbitros: Johann Jeanneau (França), Anna Cardus (Espanha) e Gavin Williams (País de Gales) A comitiva portuguesa pernoitou em Coimbra partindo depois do almoço para a Costa da Caparica onde ficará alojada esta noite. Antes do jantar haverá treino ao fim da tarde no Pavilhão da Tapadinha. Amanhã de manhã será a viagem para a Hungria, no voo TP714 que sai de Lisboa às 09H15 directo para Budapeste, com chegada prevista à capital magiar às 13H50 locais (mais uma hora que no nosso país). De seguida a ligação de autocarro para Miskolç (a cerca de 130 Km), local do jogo com a selecção húngara, agendado para 4ª feira (dia 20), no Generalli Arena, a partir das 18H00.


Precisa-se disciplina, inteligência e confiança

Frente a um adversário em teoria o mais forte dos quatro que teremos de defrontar (fez 4º lugar no último Mundial em 2010), as perspectivas não são naturalmente as mais optimistas.

«Estamos a falar daquela que é a equipa melhor classificada no ranking europeu do nosso grupo (no sorteio era do pote 1) e habituada a grandes momentos, construída com base em gerações de jovens muito fortes que jogam nas melhores equipas europeias. Em teoria este seria o jogo mais fácil de todos, mas a verdade é que o orgulho ferido do último embate, faz-nos encarar este confronto com uma necessidade acrescida de jogar bem de forma a nós pensarmos que a última prestação, ante a Ucrânia, foi um jogo atípico, em que estivemos muito abaixo das nossas capacidades e do nosso real valor como equipa. Não será o opositor mais fácil para readquirir os níveis de confiança, mas também sabemos que, onde estamos, nenhum jogo era o ideal para isso.», equacionou o seleccionador nacional.Uma das pedras fundamentais das bielorussas, a poste Helena Leuchanka (1,96m), não participa nesta campanha, pelo que em teoria poderá ser um handicap a favor das portuguesas. Ricardo Vasconcelos não pensa assim: «Essa ausência reduz o potencial ofensivo do nosso adversário, mas em nada altera aquilo que é o seu ponto mais forte, a defesa. É preciso não esquecer que contam com Anastasyia Verameyenka (também poste, com 1,92m) uma jogadora do top mundial, que não joga na WNBA porque simplesmente não quer. Tem passado pelas melhores equipas europeias e com 18 anos, depois de ter sido a MVP do Campeonato da Europa de Sub-18 Femininos, Divisão B, que a Bielorússia ganhou, batendo na final a Suécia das gémeas Edelbrink, Egnell e outras por 30 pontos, fez logo um contrato com uma equipa russa (Samara) a ganhar uns milhares de dólares. Ainda anteontem foi a MVP do jogo que a sua selecção venceu, frente à Hungria (51-47). Depois as jogadoras do perímetro são também muito efectivas. Não jogam bonito nem espectacular, mas praticam o basquete de uma forma muito estruturada.».Se pensarmos numa estratégia para o compromisso de amanhã à tarde, no Pavilhão do Olivais, a partir das 18H00, o seleccionador português não tem nada a esconder: «Para nós é importante sermos competitivos. Como somos uma equipa que tem um défice ofensivo, passa obrigatoriamente por defender bem e reduzir o tempo de ataque de um conjunto que vai trabalhar para os postes, já que o jogo interior é realmente o seu ponto mais forte. Quando se encaixa um parcial de 10-0, é muito difícil reagir. Temos que ir de uma forma consistente à procura das coisas que treinámos. Disciplina, inteligência e confiança, três palavras que definem a atitude e a postura que pretendo da nossa equipa para o jogo deste sábado.».


Estágio muito positivo

O período de trabalho encerrou com um segundo jogo contra a equipa de Cáceres, em que a Seleção portuguesa voltou a vencer, desta vez por 98-76.

Todos os jogadores continuaram a demonstrar grande motivação e total disponibilidade, treinando e jogando sempre muito concentrados e com elevada intensidade. Algo que deixa o técnico nacional Mário Gomes naturalmente agradado, restando-lhe apenas dizer, e em nome de toda a equipa técnico: “O nosso sincero obrigado a todos eles!”Este último estágio, à imagem do que tinha sucedido nos anteriores, foram notórios valores que fazem de um grupo de trabalho vencedor e com desejo de continuar a crescer e evoluir. “Uma vez mais foi muito gratificante sentir a atitude de cooperação de todos quantos deram o seu contributo e a quem agradecemos: – Clubes e respetivos treinadores: FC Porto (Moncho López), Ovarense (Mário Leite/Carlos Pinto), G. Figueirense (Sérgio Salvador/João Mota), SL Benfica (Carlos Lisboa), Algés (Mário Silva), Barreirense (António Herrera), Galitos (Francisco Edgard/António Raminhos), C. A. B. Madeira (João Freitas), Plasencia;- Ao Marco Galego e ao Moncho López, pela ajuda decisiva para conseguirmos garantir a realização dos jogos;- À A. B. Alentejo e ao seu Director Técnico, José Pedrosa;- Ao S. C. Campomaiorense, nas pessoas do João e do Bruno, pelas excelentes condições de trabalho que nos proporcionaram e por todo o apoio prestado durante a estadia em Campo Maior; – Ao Baloncesto Cáceres, nosso adversário;- À C. M. Campo Maior, ao Ayuntamiento de Baños de Montemayor e ao Hotel Santa Beatriz, pela hospitalidade com que nos acolheram;- À nossa equipa de trabalho, que teve dois “reforços” – os fisioterapeutas Guilherme Barreto e Carlos Barroqueiro.”Dados estatísticos (Pontos, Ressaltos, Assistências):– José Silva – 13, 2, 1- Diogo Correia – 15, 1, 2- José Barbosa – 0, 1, 4- Tomás Barroso – 12, 1, 5- António Pires – 19, 4, 2- Rui Quintino – 3, 4, 3- António Monteiro – 9, 2, 0- João Guerreiro – 10, 11, 1- João Ferreirinho – 0, 2, 1- Alexandre Coelho – 6, 1, 3- Tiago Raimundo – 5, 2, 2- Joel Rocha – 6, 2, 0A Equipa Técnica – Mário Gomes, André Martins, João Costeira


Ricardo Vasconcelos confia nas suas jogadoras

Após o treino matinal com a duração de uma hora (das 9 às 10 horas locais), fizemos a apresentação do jogo com o seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos.

«É um grupo extremamente equilibrado com adversários de muito boa reputação no basquetebol feminino (casos de Bielorússia, Hungria e Ucrânia) e que para além disso tem o problema das deslocações. Quando numa competição se joga de 3 em 3 dias com viagens longas e de duração acima da dezena de horas, como foi o caso desta (16 horas), torna-se complicado. Mas é igual para todos.», começou por nos dizer o nosso interlocutor.O desconhecimento do valor da equipa adversária (não possuímos qualquer vídeo) é uma dificuldade acrescida para quem tem a tarefa e a responsabilidade de montar a melhor estratégia. «O treinador ucraniano é novo, algumas jogadoras voltaram à selecção, nomeadamente Oleksandra Kurosova, um extremo experiente (1986), de 1,86 m. A informação que temos é meramente estatística (do site da FIBA) e vale o que vale. Têm uma jogadora de 2 metros, mas penso que não é das mais utilizadas. As jogadoras interiores não são grandes marcadoras. Esse papel caberá a Kurosova e Alina Iagupova (base, 1,81 m, de 1992), para as quais teremos que arranjar soluções defensivas. A maioria das ucranianas joga fora do país, normalmente em equipas fortes.», referiu o seleccionador luso.Neste contexto, delinear a estratégia não é tarefa fácil. Mas… «Estrategicamente vamos montar o jogo no sentido de uma defesa que evite os pontos na área pintada, conquistar pontos em transições ofensivas rápidas e que inevitavelmente passará por uma boa percentagem de lançamentos de 3 pontos.» Ricardo Vasconcelos prossegue a sua abordagem, pondo a tónica no que espera da equipa. «Tenho muita confiança no valor das nossas jogadoras. Elas têm feito um trabalho sério. Somos melhores do que quando começámos a preparação e somos hoje mais equipa. Andamos à procura do nosso lugar. Não sabemos neste momento qual é ele.» «Este é o primeiro de uma série de 8 jogos todos difíceis e que nos dá um gozo especial de jogarmos. Cada vitória que se conseguir irá dar-nos uma satisfação incrível.», finalizou o seleccionador nacional.


Ucrânia foi superior em todos os capítulos

Sabíamos de antemão que os ritmos são diferentes, a experiência também, mas ninguém do grupo de trabalho esperava sair daqui vergado a uma derrota tão pesada.

Esse foi mesmo o sentimento transmitido pelo seleccionador nacional, no final do jantar quando fez a sua análise ao jogo: «Fomos atropelados por uma equipa muito bem estruturada defensivamente, que defende muito físico e que desde o primeiro minuto não nos deixou jogar o jogo para o qual vínhamos preparados. Estas derrotas têm que nos fazer pensar e reagir. Fomos inexperientes na forma como não reagimos às adversidades.». A finalizar Ricardo Vasconcelos disse: «Perdemos com uma equipa melhor que a nossa mas tenho a certeza de que somos capazes de fazer bem melhor do que fizemos hoje.».Pese todas as indicações dadas no balneário, as nossas representantes não entraram concentradas, dando logo avanço (10-0 com 3 minutos e meio decorridos). Muita ansiedade e falta de confiança no acto de lançamento foram visíveis desde o minuto inicial, mas gradualmente a equipa por momentos reencontrou-se e de 11-2 ainda no minuto 4, Portugal reduziu para 11-7 (minuto 5), com um triplo de Carla Freitas que tinha ido para o banco no minuto 3 com duas faltas e entretanto voltara ao jogo. Do lado ucraniano Kurasova e Iagupova repartiam as despesas, não havendo na nossa equipa quem as conseguisse parar, tal era a diferença de andamentos. A selecção lusa esteve praticamente 5 minutos sem acertar com o cesto, situação desfeita por Débora Escórcio com um triplo a acabar o 1º período (22-10).No 2º quarto (24-6) as comandadas de Ricardo Vasconcelos tiveram imensas dificuldades para se libertarem da marcação defensiva a que eram sujeitas, só conseguindo marcar da linha de lance livre (25-14), no minuto 13, enquanto começavam a cair os triplos ucranianos (4 neste parcial), com realce para Tsekova (2). O seleccionador luso parou o cronómetro pouco depois, no minuto 16 (31-14), mas sem conseguir inverter o rumo dos acontecimentos. A supremacia ucraniana acentuava-se, atingindo-se o intervalo com uma vantagem expressiva (46-16). No reatamento as coisas não melhoraram e um parcial de 12-0 imposto pelas anfitriãs obrigou o treinador luso a pedir novo desconto de tempo, que surtiu efeito porque até final do 3º período (26-12), passou a haver mais equilíbrio, com um parcial de 14-12 o que colocou o marcador em 72-28, à entrada do último quarto.Nos derradeiros 10 minutos (20-10) a diferença pontual praticamente não sofreu alteração até ao minuto 38 (81-38), mas na ponta final o cansaço das portuguesas e o acerto das adversárias foi fatal, com o resultado a galopar até aos 92-38. Resultado final: Ucrânia 92-38 PortugalNas vencedoras grande destaque para a dupla formada pela extremo Oleksandra Kurasova, MVP do encontro (24,0 de valorização), ao contabilizar 15 pontos, 5/6 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas, com 5/7 nos lances livres e por Alina Iagupova, um poço de força e um arranque imparável (8 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 6 assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas, com 4/6 nos lances livres), bem acompanhadas pela extremo/poste Viktoria Mircheva (13 pontos, 3/4 nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 4/4 da linha de lance livre) e pela atiradora Iryna Tsekova (13 pontos, 3/3 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, duas assistências e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). No seleccionado luso a mais valiosa foi Débora Escórcio (5 pontos, 1/1 nos triplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas), seguida de Carla Freitas (8 pontos, 2/5 nos triplos, duas assistências, 1 roubo e uma falta provocada) e Sofia Carolina (8 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres, pese o facto de ter feito 4 turnovers, todos na 1ª parte).A superioridade das ucranianas foi quase total: ganharam a luta das tabelas (50-23 ressaltos), com realce para os 16 ressaltos ofensivos capturados, foram mais eficazes nos lançamentos de campo (51%-24%), repartidos pelos duplos (54%-21%) e pelos triplos (46%-40%), mais colectivos (22-10 assistências), roubaram mais bolas (11-2), cometeram menos erros (12-16 turnovers) e provocaram mais faltas (23-16).Portugal só esteve melhor da linha de lance livre (75%-80%), falhando apenas duas das 10 tentativas, enquanto as adversárias desperdiçaram 8 em 32 tentados, além de ter conseguido mais 1 desarme de lançamento (2-3). Ficha de jogoUcrânia (92) – Inna Kochubei (7), Alina Iagupova (8), Oleksandra Kurasova (15), Viktoria Mircheva (13) e Olena Zherzherunova (7); Iryna Tsekova (13), Tetiana Panchenko (3), Ganna Zarytska (8), Lyubova Alyoskina (3), Yevgeniya Sharovka (6), Anna Pokoiova (6) e Kateryna Pilyashenko (3) Portugal (38) – Carla Nascimento, Joana Lopes (2), Ana Oliveira (4 ), Tamara Milovac (4) e Sofia Carolina (8); Sara Filipe, Carla Freitas (8), Larisse Lima (3), Débora Escórcio (5), Michelle Brandão, Maria João Correia (4) e Daniela Domingues Por períodos: 22-10, 24-6, 26-12, 20-10Árbitros: Tomasz Trawicki, Sergey Mikhaylov e Nebojsa Kovacevic A comitiva portuguesa regressa amanhã a Lisboa, fazendo o percurso inverso, com as mesmas escalas (Istambul e Munique). A partida de autocarro do hotel Ellada é às 06H30 rumo a Odessa para se apanhar o voo TK466 que sai às 10H10 com destino a Istambul. Neste aeroporto espera-nos uma escala de 4 horas e meia, até às 16H15, hora prevista para a saída do voo LH 1773 até Munique. Finalmente às 19H35 partida do voo LH 1792 rumo a Lisboa, com chegada prevista para as 21H45. No Aeroporto da Portela um autocarro levará a comitiva até Coimbra, local do próximo jogo, sábado ante a Bielorússia, às 18H00, no pavilhão do Olivais.


Sub-20 em estágio

O conjunto nacional volta a eleger o pavilhão da Anadia para a primeira fase de estágio que vai decorrer entre os dias 11 e 17 de Junho.

Depois da fantástica prestação no último Europeu, a dupla técnica formada por André Martins e João Costeira decidiu chamar 16 atletas para esta primeira ação de trabalho, alguns deles repetentes, casos de Rafael Wildner, Miguel Maria, Pedro Belo, Sérgio Santos e Henrique Sicó, e outros ainda com idade de Sub 18 – Diogo Ventura e João Grosso. De resto, o Selecionador Nacional não fez grandes alterações à convocatória anterior, dando assim continuidade ao trabalho iniciado por altura da Páscoa, até porque o tempo de preparação, tendo em conta a dificuldade e exigência da competição (Inglaterra, Dinamarca, Bielorússia e Croácia) não permite grandes experiências.Atletas convocados:Emanuel Sá – AD OvarensePedro Belo – SL BenficaHenrique Sicó – BarreirenseMiguel Maria – FC PortoJonah Callenbach – Óbila CBJúlio Silva – AD OvarenseJoão Ribeiro – SL BenficaJoão Fernandes – BarreirenseDiogo Ventura – SL BenficaCandido Sá – SL BenficaRafael Wildner – Estudiantes LugoSérgio Santos – AlgésRicardo Rosa – SL BenficaArtur Castela – SL BenficaDaniel Margarido – Barreirense João Grosso – IEJOTA


Conhecidos os convocados

A equipa nacional prepara-se na região centro até dia 10 de Julho, rumando em seguida para a Roménia, onde fará jogos de preparação com a congénere local.

Jogadores Convocados:Nome-Clube-AssociaçãoBenvindo Mendes – Seixal FC – SetúbalCarlos Salamanca – FC Barreirense – SetúbalChris Santos – Seixal FC – SetúbalDavid Jorge – Odisseia Basket – LisboaDiogo Araújo – Ginásio Figueirense – CoimbraDiogo Brito – CD Póvoa – PortoFrancisco Amiel – BAC – SetúbalJoão Lucas – FC Porto – PortoJoão Neves – SL Benfica – LisboaJoão Oliveira – Vasco da Gama – PortoLuís Câmara – Algés – LisboaRicardo Monteiro – Carnide – LisboaRodrigo Soeiro – AD Ovarense – AveiroRui Nery – Estoril BC – LisboaSérgio Silva – SL Benfica – LisboaJogadores à disposição:Francisco Bento – Estoril BC – LisboaGonçalo Ramos – Scalipus – AB SetúbalGuilherme Pires – Física TV – AB LisboaStaff:Vice-Presidente: Vítor FerreiraSeleccionador: Rui AlvesTreinador-Adjunto: Hugo MatosSecretário: Carlos BorgesFisioterapeuta: Guilherme BarretoComentários do seleccionador:Para Rui Alves estes são os 18 jogadores de onde sairão os 12 seleccionados para o europeu: “Acreditamos que estes são os melhores jogadores e, mais importante, com os quais se poderá construir a melhor representação nacional. É um lote de jogadores que nos permite utilizar diferentes estruturas de jogo, ter um pacote táctico defensivo e ofensivo alargado e explorar diferentes vantagens.” Ainda sobre as escolhas, o técnico adianta “as escolhas merecem sempre discussão e é natural. Mas seleccionar não é um processo solitário. Os erros e a responsabilidade assumo-os eu particularmente, mas esta escolha resulta de dois anos de observação intensiva e trabalho de campo de muitos companheiros treinadores, seleccionadores e directores técnicos. Ao longo do processo, treinamos mais de 180 jogadores desta geração, de norte a sul do país. Admito que possamos cometer erros de análise, mas fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para isso não acontecer.” Quanto à preparação propriamente dita, Rui Alves evoca os principais condicionalismos: “o fim dos CNT’s, as curtíssimas 4 semanas entre o fim dos exames nacionais e a data do europeu (que costumava ser sempre em Agosto), o primeiro jogo internacional de preparação que está agendado para apenas 8 dias antes do início do europeu… Mas isso são realidades conhecidas e ultrapassáveis com muito trabalho. Talvez por isso, o lema que escolhemos para esta campanha é «Para chegar onde a maioria não chega é preciso fazer coisas que a maioria não faz»…”


Valentin Melninchuk à espera da comitiva no aeroporto

Foram mais de 16 horas desde o despertar (3 e meia da manhã) na unidade hoteleira (Costa da Caparica) até à chegada ao hotel, excelente diga-se desde já, englobado no Complexo Desportivo onde o jogo do arranque do EuroBasket terá lugar amanhã (18 horas locais), mais duas que em Portugal.

A viagem com duas escalas (Munique e Istambul) acabou por se tornar desgastante, particularmente a última em solo turco, não tanto pelo tempo de espera (4 horas), mas pelo acumular de cansaço. À chegada ao aeroporto de Odessa, uma das quatro principais cidades ucranianas, a par de Kiev (capital do país), tivemos o grato prazer de reencontrar um velho companheiro destas lides, Valentin Melninchuk, antigo seleccionador da equipa das quinas e que viveu cerca de duas décadas em Portugal. Valentin, actualmente conselheiro da equipa nacional feminina ucraniana, acompanhando a selecção nos estágios e jogos, foi nessa qualidade incumbido de receber a comitiva lusa. Tem também outras funções na estrutura federativa da Ucrânia (liderada pelo antigo jogador da antiga União Soviética, Alexander Volkov), organizando mensalmente clinics onde também é prelector. Na viagem de autocarro entre Odessa (principal porto do país, no Mar Negro) e Yuzhnyi, pequena cidade com 25 mil habitantes, para percorrer uma distância de 40 quilómetros, recordámos várias peripécias vividas em conjunto, nomeadamente nos Jogos da Lusofonia de 2006, realizados em Macau. O jantar foi servido assim que chegámos ao hotel e depois todos recolheram aos seus quartos para recuperar as horas de sono e do cansaço, visível em todos os rostos. Isto porque hoje, 3ª feira, o pequeno-almoço foi marcado para as 8 horas a anteceder um treino de hora e meia, no magnífico pavilhão (só para basquetebol), dotado de excelentes condições para a prática da modalidade. Nestas lides é sempre preciso entrar em linha de conta com os fusos horários (aqui são mais duas horas que em Portugal), pelo que o treino de hoje começou às 7 horas portuguesas, com todos os condicionalismos decorrentes de ser contra os hábitos. E o ser humano é um animal de hábitos… Enquanto escrevemos esta notícia, no pavilhão, o apronto vai decorrendo dentro do que é habitual, com a equipa técnica a intervir nas várias fases do treino, corrigindo sempre que se justifique. Larisse Lima, que teve uma lesão (ligeiro entorse no pé esquerdo) no último jogo de preparação com Moçambique, no sábado em Rio Maior, já está totalmente recuperada, conforme nos referiu Maria José Pires, fisioterapeuta da selecção.Logo a equipa fará novo treino, também de hora e meia (início às 17 horas), de acordo com os regulamentos da FIBA, que concede à equipa forasteira a realização de um treino na véspera, à hora do jogo.A conversão da moeda ucraniana (Hryvnia) para o Euro é de 1 para 10, sensivelmente. A cotação de hoje é de 1€ = 10, 109 UAH (Hrynia).


Débora Escórcio: «Melhoramos diariamente»

A atleta conta que a Seleção tem trabalhado bem e que no seio do grupo reina o otimismo: “Vamos competir, dar o nosso melhor e, se pudemos, ganhar”, afiança nesta entrevista.

O estrangeiro, há oito épocas a jogar fora de Portugal, continua a ser a sua opção para dar continuidade à carreira. Quais os motivos pelos quais continua a jogar em Espanha?Não há nenhum motivo em especial. Para mim estar em Espanha, poder desfrutar de mais perto da melhor ou das melhores ligas europeia e com isso aprender, ver o basquete de outra maneira, além de as jogadoras em geral terem outro caráter (mais duras e competitivas), uma liga que mesmo com as grandes diferenças económicas sempre resulta mais fácil, de jornada para jornada haver alguma supressa: equipas que lutam para não descer podem ganhar a equipas que estão em postos de playoff! Emocionante!Mas sempre disponível para ajudar a Seleção, que está muito próxima de começar a fase de apuramento. Os últimos resultados não são os mais desejados, o que não significa que não se retirem coisas boas dos últimos jogos. Que aspetos positivos destacaria dos jogos de preparação até agora efetuados pela Seleção portuguesa? Do meu ponto de vista os jogos de preparação são os “pré-exames”, onde se testa o que trabalhamos a diário nos treinos. Sei que as pessoas em geral se guiam por estatísticas e mesmo havendo melhoras neste aspeto, temos muito trabalho pela frente. Eu sou mais das sensações dentro e fora de campo e aí sem dúvida estamos mais compactas! Não prometemos vitórias, mas prometemos fazer o nosso melhor, que o público se identifique, desfrute com esta equipa e quem sabe dar algum susto!A equipa tem tido dificuldades em fazer pontos. Encontra alguma explicação para que isso tenha sucedido? Motivos… Poderia numerar alguns, mas para mim o principal é que não estamos habituadas! Sempre há quem é contratada para essa função, em geral estrangeiras. Estamos aos poucos mudando mentalidades e tenho a certeza que acabaremos por mudar esta nossa debilidade, além da ausência de jogadoras como a Sónia Reis e a Paula Muxiri sentir-se imenso… Está confiante que o rendimento da equipa irá melhorar durante a fase de qualificação para o próximo Campeonato da Europa?O rendimento da equipa melhora diariamente. Já no ano passado isso aconteceu-nos e o nosso melhor jogo foi o último contra a Suécia. Este ano repete muita gente e será mais fácil essa melhora! Suécia e Montenegro foram bons testes para aquilo que irão ter pela frente no grupo de qualificação?Ambas as equipas são compostas de jogadoras de grande envergadura e físicas o que, mesmo não conhecendo bem todos os nossos rivais, resulta sempre num bom treino! Se queremos progredir, sempre temos de comparar-nos aos melhores e estas equipas são belíssimos testes, pois o ano passado Montenegro ficou 6º classificado e Suécia tem vindo a surpreender com o seu básquete.O que definiria como sendo, tendo em conta a qualidade do grupo de apuramento, uma boa fase de qualificação?Como já referi anteriormente, vamos competir, dar o nosso melhor e, se pudemos, ganhar. As equipas que podem estar mais ao nosso alcance seriam Ucrânia e Hungria… Vamos ver.


Esperanças vencem em Espanha

O adversário foi uma equipa vinculada ao Cáceres (LEB Ouro), com alguns jogadores da equipa LEB, outros da equipa EBA e uma série de jogadores estrangeiros que estão em “try-out”, oriundos de diversos países: Estados Unidos (NCAA 2), Montenegro, Inglaterra e Senegal.

A diferença deveu-se ao excelente jogo que a nossa equipa fez, não só em termos de atitude competitiva, mas também de qualidade de jogo, quer na defesa, quer no ataque. No final do encontro o Selecionador Nacional Mário Gomes mostrava-se bastante agradado com a prestação dos jogadores nacionais, reconhecendo que equipa portuguesa esteve “francamente bem!”Dados estatísticos (Pontos, Ressaltos, Assistências):– José Silva – 10, 3, 1- Diogo Correia – 5, 1, 3- José Barbosa – 3, 2, 3- Tomás Barroso – 12, 1, 2- António Pires – 8, 3, 2- Joel Rocha – 2, 2, 1- Rui Quintino – 6, 7, 2- António Monteiro – 14, 8, 0- João Guerreiro – 8, 6, 1- João Ferreirinho – 8, 3, 1- Alexandre Coelho – 7, 3, 3- Tiago Raimundo – 2, 1, 1De referir ainda, para além da hospitalidade com que a Seleção foi tratada, o facto de ter sido recebida à chegada pelo Presidente do Ayuntamiento e de ter sido convidada para utilizar a estância termal, o que os jogadores fizeram com muito agrado.Depois da forma como Seleção Portuguesa foi recebida, Mário Gomes em nome da Federação Portuguesa de Basquetebol, “expressa o sincero agradecimento de toda a equipa pela forma como foram recebidos e tratados e que procuraremos retribuir em Campo Maior, na próxima 3ª feira.”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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