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Supremacia lusa acentuou-se na etapa complementar

A superioridade das comandadas de Mariyana Kostourkova nunca esteve em causa, tendo-se acentuado após o intervalo, com as norueguesas a não atingirem a dezena de pontos quer no 3º quer no 4º períodos. Boas indicações dadas pelas três Sub-16 que alinharam no colectivo de Kostourkova, com Simone Costa mais segura nas decisões e agressiva a defender (6 roubos), enquanto as jogadoras interiores Maria Kostourkova (2 roubos e 10 ressaltos sendo 6 ofensivos) e Chelsea Guimarães (2 roubos e 3 ressaltos sendo 2 ofensivos) garantem outra capacidade ressaltadora, permitindo transições mais rápidas. Destaque para Joana Soeiro (19 pontos, 3/8 nos triplos e 4 roubos), Laura Ferreira (9 pontos, 3/8 nos triplos, 2 roubos e duas assistências), Nádia Fernandes (6 pontos, 1 roubo e 5 ressaltos sendo 1 ofensivo) e Joséphine Filipe (6 pontos, 4 roubos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos e duas assistências).Supremacia lusa nas tabelas (38-27 ressaltos), com realce para os 21 ressaltos ofensivos contra apenas 8, enquanto o tiro exterior (7 triplos em 19 tentativas, uns bons 37%) revelou ser mais uma arma para a equipa. Outros indicadores: 9 assistências, 26 roubos e 17 turnovers. Azar para Joana Canastra que se ressentiu de uma lesão no tendão de Aquiles, apresentando queixas logo no 2º treino, o que motivou a sua paragem. Também não jogaram por opção Ana Granja, Letícia Fonseca e Jéssica Costa. Ficha de jogoPortugal Sub-18 (77) – Joana Soeiro (19), Laura Ferreira (9), Nádia Fernandes (6), Joséphine Filipe (6) e Inês Veiga (5); Inês Viana (6), Filipa Marques (2), Simone Costa (11), Maria Kostourkova (6), Sara Dias (4), Chelsea Guimarães (1) e Mafalda Barros (2)Noruega Sub-18 (42) – Tennaz Javid (3), Christina Muren (5), Margrethe Kristiansen (4), Rannveig Gjesdal (2), Siri Granheim (2), Stine Karlstad (5), Stine Austgulen (7), Elin Gulbrandsen (8), Kristine Lindholm (6) e Vide TveitoPor períodos: 21-14, 17-11, 18-9, 21-8Hoje à mesma hora (21H30) e no mesmo recinto (pavilhão da UBI, na Covilhã), defrontam-se de novo Portugal Sub-16 e Noruega Sub-18.


XI Gala do Olivais FC 2012

A nossa equipa regressou a casa com a medalha de prata, depois
de perder a final com a Suécia.

A décima primeira Gala do Olivais FC Coimbra vai decorrer no próximodia 30 de junho pelas 21h no Pavilhão Eng. Augusto Correia e será aoportunidade para atribuir troféus a atletas, treinadores eseccionistas em 30 categorias. As nomeações para as 15 categoriasprincipais já foram divulgadas. Os vencedores serão conhecidos apenasna Gala.O desfecho feliz desta participação portuguesa no Europeu da categorianão foi obra do acaso. O treinador principal da equipa, EugénioRodrigues, declarou que: “A preparação começou na equipa sénior ainda,em Abril, com 5 atletas Sub-20 (tendo apenas ficado 3 nas 12 finais),mas teve o seu momento verdadeiramente inicial só em fins deMaio/início de Junho, o que representava uma preparação de 2 jogosprivados e 32 treinos. Era curto, mas sabíamos o que tínhamos de fazerpara chegar ao ponto ideal, dentro desta preparação possível”.Neste Europeu de sub-20 feminino, Portugal apenas perdeu com a Suécia(e por duas vezes); de resto ganhou todos os restantes jogos:08.07.2011 vs MKD [W] 72-5809.07.2011 vs BUL [W] 74-4910.07.2011 vs SWE [L] 50-6712.07.2011 vs HUN [W] 67-6315.07.2011 vs ISR [W] 60-5416.07.2011 vs CZE [W] 63-6017.07.2011 vs SWE [L] 55-64Na Macedónia, a equipa manteve-se sempre fiel ao plano inicialmentetraçado pelo treinador: “Independentemente de como o jogo corria e dasdificuldades naturais que íamos enfrentando, (…) nunca deixamos defazer aquilo tínhamos treinado, evitando ir para soluções que nãotínhamos previsto ou ensaiado. Percebemos que teríamos de vencer commuito sofrimento e se tivesse de ser por um ponto em cada período,pois assim seria. Isso foi visível pois à medida que fomos enfrentandoas equipas mais fortes, quando todos achavam que já nãoconseguiríamos, nós conseguimos subir uns furos e estar ao nível donosso adversário.”A equipa foi treinada por Eugénio Rodrigues tendo como adjuntos JoséMiguel Araújo e Ricardo Vasconcelos.A equipa incluía as atletas olivanenses Michelle Brandao, CarsidaliaSilva, Maria João Andrade e também Ana Antunes que entretantoingressou no Olivais FC. As outras atletas da equipa eram DanielaDomingues, Joana Cruz, Ines Faustino, Filipa Bernardeco, Maria JoãoCorreia, Luiana Livulo, Sara Oliveira e Telma Fernandes.A então olivanense Michelle Brandão, base e capitã da selecçãonacional, foi votada e nomeada para o 5 ideal deste Europeu de Sub-20Femininos, tendo marcado um total de 97 pontos e feito 18 assistênciasem 7 jogos, ou seja, uma média de 13,9 pontos e 2,6 assistências porjogo. Daniela Domingues (32,4 min/jogo), Michelle Brandão (30,4) eMaria João Correia (30,0) foram as três mais utilizadas no plantel àdisposição de Eugénio Rodrigues.A classificação final foi a seguinte:1º Suécia2º Portugal3º Grécia4º República Checa5º Israel6º Hungria7º Bélgica8º Bulgária9º Áustria10º Estónia11º MacedóniaNeste ano de 2012 esta mesma seleção vai disputar o campeonato europeuna Divisão A que se disputará de 18 a 26 de Agosto em Debrecen naHungria. Portugal inicia a competição integrada no grupo C juntamentecom a França, a Ucrânia e a Turquia.Desejamos as maiores felicidades a esta seleção para esta difícil competição.


Excelente atitude da selecção lusa em Casal de Cambra

Foi pena o resultado desfavorável (60-62), mas se a vitória tivesse caído para as nossas cores, não escandalizaria ninguém. As comandadas de Ricardo Vasconcelos deram uma boa resposta, demonstrando o seu carácter ante um adversário habituado a competições deste nível.

A atitude guerreira das nossas representantes fez com que as israelitas sentissem muitas dificuldades, nomeadamente no 2º (13-11) e 4º período (19-12), que vencemos com justiça.Portugal entrou bem na partida, liderando o marcador até ao minuto 4 (7-6), com a MVP do encontro, Shay Doron, a colocar a sua equipa na frente (7-8), no minuto seguinte, da linha de lance livre, após ter provocado a 1ª das 14 faltas sofridas. Joana Lopes, com o seu único triplo em 8 tentativas, ainda fez 10-8 no mesmo minuto 5, mas na resposta a base Shiran Zairy recolocou Israel no comando (10-11), ponto de partida para um parcial de 0-9 consentido pela nossa equipa o que obrigou o seleccionador luso a parar o cronómetro no minuto 9 (10-17). Duas boas iniciativas de Tamara Milovac, a corresponder a outros tantos passes decisivos de Carla Freitas reduziram para 14-17, mas 2 lances livres de Liron Cohen fixaram o resultado no final dos 10 minutos iniciais (14-19).No 2º quarto (13-11) o seleccionado luso depois de ter reagido e ficado a um cesto (18-20), teve alguns momentos de desconcentração que resultaram em novo arranque israelita (20-27), com o treinador forasteiro a pedir o seu 1º desconto de tempo, com 3,48 minutos para jogar. Carla Freitas acertando o seu 2º triplo (23-27) deu o mote para a recuperação, com Sofia Carolina a reduzir (25-27) no minuto 18 e Sara Filipe a empatar (27-27) a escassos 11 segundos da buzina. Mas a inevitável Shay Doron não esteve pelos ajustes e praticamente em cima do sinal sonoro conseguiu uma jogada de cesto e falta, não desperdiçando o lance livre aque teve direito (27-30). No reatamento as nossas representantes voltaram a entrar bem, com a capitã Sara Filipe a igualar (30-30) da linha dos 6,75m logo no minuto 21, bem servida pela base Carla Nascimento (6 assistências), bem na organização do jogo ofensivo. Foi também com um seu passe decisivo que a atiradora Carla Freitas converteu o seu 3º triplo (33-30), à entrada do minuto 23. O jogo israelita não fluía como na 1ª parte, o que obrigou Eli Rabi a parar o cronómetro, no minuto seguinte. Israel não acertava com o cesto (durante 3 minutos e meio) e era preciso fazer algumas rectificações que deram efeito, com um parcial de 0-9, fazendo com que o seu homólogo português tomasse a mesma decisão aos 33-39, à entrada do minuto 26. A classe e experiência de Liron Cohen veio ao de cima em dois ataques consecutivos, concluídos com 2 triplos (35-45). Num ápice Portugal já estava a 10 pontos e Ricardo Vasconcelos nem queria acreditar na ingenuidade das suas jogadoras, mas teve que pedir novo desconto. E em boa hora pois Carla Freitas, em noite imparável, acertou mais duas bombas (38-48 e 41-50), esta última a fixar o resultado no final do 3º período, já depois de as forasteiras terem conseguido a maior vantagem (35-48). A atitude guerreira das nossas jogadoras teve o seu expoente máximo no último quarto (19-12). Débora Escórcio, uma lutadora por excelência, fez dois cestos consecutivos baixando o prejuízo para 5 pontos (45-50), mas Shay Doron, muito forte no 1×1, ia carregando com a sua equipa, fazendo sucessivamente 45-52, 45-54 (2 lances livres após mais uma falta provocada) e 47-56, depois de Sofia Carolina (a melhor ressaltadora do encontro com 10 ressaltos) ter correspondido a uma das 4 assistências de Michelle Brandão, ao reduzir para 47-54 a meio do 4º período. Com pouco mais de 3 minutos para jogar, Portugal perdia por 49-58, mas não baixava os braços. A reentrada da explosiva Maria João Correia, muito rápida, foi uma boa aposta do seleccionador luso para a ponta final do encontro. Em menos de 2 minutos um triplo e 2 duplos, o primeiro de contra-ataque (54-58) e o segundo numa entrada arriscada mas feliz, conseguiu encostar o marcador (58-59), já depois de o técnico israelita ter pedido mais um desconto de tempo, aos 56-59, a 1 minuto e 47 segundos do termo.Sofia Carolina não tremeu da linha de lance livre (59-59) com 19,2 segundos para jogar, mas foi Shay Doron quem sentenciou a partida ao provocar mais uma falta, o que a levou para a linha de lance livre, concretizando as duas tentativas. Com 5,1 segundos para jogar, Ricardo Vasconcelos ainda parou o cronómetro pela última vez, mas o resultado estava feito. Resultado final: Portugal 60-62 IsraelNa outra partida da ronda do Grupo A, a Ucrânia ao vencer na Hungria (73-78), baralhou as contas colocando 3 equipas em igualdade pontual, com duas vitórias e duas derrotas, atrás da Bielorússia que lidera invicta. No final o seleccionador português estava satisfeito pela prestação da sua equipa. «Hoje começámos a sarar a ferida profunda que nos deixou o jogo na Ucrânia. As nossas jogadoras deram uma resposta positiva às adversidades que nos têm sucedido. O grupo jogou de igual para igual com Israel, que tem sido presença constante nos Europeus, tendo falhado um nos últimos 10 anos.».A finalizar Ricardo Vasconcelos referiu que «custa perder um jogo que podíamos ter ganho, mas não consigo deixar de estar orgulhoso pela resposta e pelo trabalho demonstrado ao longo do jogo, no momento em que estamos. Aproveitámos bem a nossa folga, trabalhámos bem e hoje conseguimos dar uma resposta cabal relativamente ao nosso valor.». Destaque nas vencedoras para a actuação de Shay Doron, MVP da partida (31,5 de valorização), ao contabilizar 21 pontos, 6 ressaltos, 8 assistências, 2 roubos e 14 faltas provocadas, com 11/13 da linha de lance livre (excelentes 85%). Foi bem acompanhada por Liron Cohen (12 pontos, 2/5 nos triplos, 3 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada, com2/2 nos lances livres), Ekaterina Abramzom (7 pontos e 5 ressaltos) e Katia Levitsky (8 pontos, 8 ressaltos defensivos, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento).Na selecção portuguesa a mais valiosa (26,5 de valorização) foi Carla Freitas (19 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo repartidos por 1/2 nos duplos e 5/8 nos triplos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), bem secundada pela capitã Sara Filipe (11 pontos, 1 triplo, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências e 1 desarme de lançamento) e pela poste Sofia Carolina que se bateu bravamente nas tabelas (8 pontos, 10 ressaltos e 5 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres).Em termos globais o triunfo israelita assentou fundamentalmente na maior eficácia dos lançamentos de campo (36%-38%), com realce para os duplos (35%-40%), na ligeira superioridade nas tabelas (37-39 ressaltos) e no maior número de faltas provocadas (12-23), com reflexos no número de vezes que foram à linha de lance livre (15 convertidos em 21 tentativas), enquanto Portugal apenas usufruiu de 4 conversões em 6 tentados. Portugal esteve mais certeiro nos tiros do perímetro (38%-33%), com 8 triplos em 21 tentativas contra 5 em 15 tentados, foi mais colectivo (21-16 assistências), cometeu menos erros (15-19 turnovers), roubou mais bolas (13-8) e fez mais desarmes de lançamento (5-2). Ficha do jogoPortugal (60) – Carla Nascimento, Carla Freitas (19), Ana Oliveira, Sara Filipe (11) e Sofia Carolina (8); Joana Lopes (5), Tamara Milovac (6), Débora Escórcio (4), Michelle Brandão e Mª João Correia (7)Israel (62) – Shiran Zairy (3), Liron Cohen (12), Shay Doron (21), Katia Levitsky (8) e Ekaterina Abramzom (7); Jennifer Fleischer (3), Noa Ganor, Nomi Kolodny, Brahsheedah Elohim (2) e Ortal Oren (6)Por períodos: 14-19, 13-11, 14-20, 19-12Árbitros: Paolo Taurino (Itália), Carlos Cortes (Espanha) e Bernard Vassallo (Malta)


Portugal Sub-16 vence Noruega Sub-18

Ficha de jogoPortugal Sub-16 (66) – Catarina Cavaco, Emíla Ferreira (1), Carolina Bernardeco (6), Chelsea Guimarães (2), Francisca Meinedo (9), Simone Costa (20), Sofia Almeida (4), Isabel Costa, Maria Kostourkova (11), Ana Moniz (5), Joana Alves (8) e Marlene CassamáNoruega Sub-18 (58) – Tennaz Javid (5), Christine Maren (4), Margrethe Kristiansen (6), Rannveig Gjesdal (7), Siri Granheim (2), Stine Karlstad (2), Stine Austgulen (21), Elin Gulbrandsen (2), Kristine Lindholm (7) e Vide Tveito (2)Por períodos: 16-11, 22-23, 16-8, 12-16Hoje, a partir das 21H30, realiza-se o Portugal Sub-18 x Noruega Sub-18, no mesmo local (pavilhão da UBI).


Há que melhorar nas transições defensivas e fazer menos turnovers

A partida agendada para as 20H30 no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, equipamento cedido pela autarquia de Sintra, com apoio da Junta de Freguesia local, está a ser preparada ao mínimo detalhe pela equipa técnica portuguesa, através do visionamento dos vídeos respeitantes a dois dos jogos disputados pelas israelitas.

Portugal ocupa a cauda da tabela classificativa, sem qualquer triunfo nos 3 jogos realizados: dois fora (com a Ucrânia, por 92-38 e com a Hungria, por 80-45) e um como anfitrião (ante a Bielorússia, por 53-82).Numa rápida análise às estatísticas disponíveis no site da FIBA Europe, constata-se que Israel marca em média 60,0 pontos por jogo (17ª entre as 25 selecções) e sofre 63,7/jogo (15ª no ranking), ao passo que Portugal detém o pior ataque (45,3 pontos/jogo) e em termos defensivos (média de 84,7 pontos sofridos) só é ultrapassado pelo Luxemburgo (98,3). Naturalmente os números valem o que valem, pelo que também não podemos nem devemos estar condicionados pelo pragmatismo que encerram. Concentradas desde sábado à tarde numa unidade hoteleira de Sintra, «as nossas jogadoras têm trabalhado bem, tendo aproveitado a folga do passado fim-de-semana, em que não competimos, para fazermos mais treinos e com melhor qualidade. Temos crescido enquanto colectivo e estamos convencidos de que neste jogo vamos dar uma melhor resposta.», principiou por nos dizer o seleccionador nacional na sua antevisão ao encontro. A selecção de Israel conta com 3 ou 4 jogadoras muito influentes, nomeadamente Shay Doron, Liron Cohen , Jennifer Fleisher (norte-americana naturalizada) e ainda Katia Levitsky. Se as duas primeiras se destacam como marcadoras e na organização de jogo (Doron com 17,0 pontos e 3,0 assistências por jogo, a experiente Cohen secunda-a muito bem com uma média de 12,0 pontos e 2,7 assistências), as outras duas são fortes no capítulo dos ressaltos (Fleisher, com 1,91m, apresenta médias de 6,7 pontos e 8,3 ressaltos, enquanto Levitsky, com 1,90m, é a 3ª marcadora da equipa, com 11,0 pts/jogo e a 2ª ressaltadora , com 6,3 ress/jogo). Todas elas têm feito a sua carreira nas principais Ligas europeias (Espanha, Itália, Turquia, Grécia, Rússia, França, Eslováquia e Polónia), a par de actuarem na Liga do seu país. Shay Doron que estudou e jogou na Universidade de Maryland, foi a primeira israelita a jogar na WNBA, em 2007 (New York Liberty), enquanto Jennifer Fleisher (Pennsylvania) e Katia Levitsky (Vilanova) também fizeram estudos universitários nos EUA, jogando na NCAA, Div 1.Feita a apresentação das estrelas israelitas, quisemos saber a opinião de Ricardo Vasconcelos sobre as perspectivas para o embate que se antevê difícil: «Se analisarmos os resultados até agora feitos por Israel, deparamos logo com uma dúvida. A derrota caseira com a Hungria (Israel é do pote 2, tendo jogado o EuroBasket 2011 e está posicionado no ranking acima das húngaras) revela-nos que foi um jogo estranho, com muito poucos pontos. Israel marcou apenas 46, claramente abaixo da média conseguida nos dois primeiros jogos (67), mas não podemos dizer muito mais do que isto, porque o vídeo do jogo ainda não está no site da FIBA, como estipula o regulamento. As israelitas têm duas jogadoras (Cohen e Doron) com muita capacidade para criar desequilíbrios muito fortes no 1×1 e 2×2, no bloqueio directo, constituindo uma equipa com muito carácter na maneira como defende. Muito guerreiras não se entregam com facilidade. Iremos tentar anular o seu potencial ofensivo. Shay Doron é muito forte nas penetrações, provocando muitas faltas, mas pouco eficaz no lançamento longo. Vamos tentar que ela não tenha tanto tempo a bola na mão para não ensaiar o tipo de lançamento que ela gosta. Por outro lado a poste Fleisher é a jogadora mais possante e por isso vamos tentar condicionar a sua presença tão influente na área pintada.». A concluir, o nosso interlocutor foi peremptório quanto às possibilidades de êxito. «A nossa preocupação continua ao nível dos turnovers (20,7 por jogo, um número elevado) e das transições defensivas, para que possamos ter uma palavra a dizer no controlo do ritmo do jogo, o que não tem acontecido até aqui. Se controlarmos o ritmo do jogo é possível fazer-se uma boa selecção de lançamentos, contribuindo para a melhoria na eficácia dos tiros de 2 pontos, uma das nossas principais pechas.».


Dois jogos de controlo em Espanha

Vitória da equipa nacional no Sábado, por 53-51, tendo perdido no dia seguinte (58-65). O adversário foi uma equipa vinculada ao Unicaja Malaga (ACB), com um misto de jogadores da LEB Ouro, juniores e alguns atletas em “try out”.

O Selecionador Nacional mostrou-se agradado com o grau de dificuldade dos encontros, onde o equilíbrio foi uma constante até final. “Foram dois jogos bastante competitivos, tendo o resultado de ambos ficado decidido nas ultimas posses de bola.”A deslocação a Espanha revelou ter sido “uma experiência extremamente rica para todos”, já que” foram notórias as dificuldades que temos ao jogar com equipas habituadas a ritmos competitivos bastante elevados”.A equipa técnica ficou bastante satisfeita com o “empenhamento de todos os atletas” e considera que o “grande objetivo nestes jogos de controlo foi plenamente atingido”, ou seja, “saímos de Málaga com um grupo mais forte e mais motivados para o trabalho que se segue.”Por último, o técnico André Martins fez questão de deixar um “agradecimento muito especial ao treinador Manolo Povea”, pelo seu empenhamento pessoal na realização destes encontros.


Preparação prossegue no Caramulo

O grupo de trabalho está concentrado no WR Hotel do Caramulo e treina bi-diariamente no pavilhão municipal local. Estão agendados dois jogos de preparação para este primeiro estágio. Na quinta-feira, dia 28, a equipa da ACERT recebe a equipa nacional no municipal de Tondela às 19h30. No dia seguinte, sexta 29, às 16h, o Galitos de Aveiro é a equipa anfitriã que vai colaborar na preparação dos sub-16 nacionais, terminando em seguida o primeiro estágio. Nos detalhes encontra o balanço de Francisco Amiel e João Oliveira (capitão e sub-capitão).

O capitão de equipa – Francisco Amiel – começa por destacar “as excelentes condições de trabalho, de descanso, a alimentação, que favorecem o trabalho diário”. João Oliveira (sub-capitão) corrobora e acrescenta ainda que “as condições que temos favorecem bastante o espírito de equipa”. De facto, toda a equipa do WR Hotel do Caramulo e do pavilhão municipal tem sido inexcedível para a nossa selecção.Os comandados do seleccionador Rui Alves têm realizado sessões duplas de treino no Pavilhão Municipal do Caramulo, treinos esses que “têm sido intensos, no campo e no ginásio, mas acho que todos os jogadores têm tentado ao máximo cumprir as indicações dos treinadores” afirma Amiel. Oliveira reforça a ideia “que os responsáveis estão a ajudar-nos e os treinadores, em particular, a passar-nos informações decisivas e úteis para a nossa evolução nesta preparação para o europeu”.Estes dois jogadores já viveram a experiência do campeonato da europa, em 2011, e na opinião do capitão de equipa “nunca se sabe que tipo de selecções é que vão aparecer no europeu. Temos a certeza que se trabalharmos bem podemos jogar de igual para igual com qualquer equipa”. “É uma competição muito exigente, muito dura, com muito esforço, mas estamos a preparar-nos também física e mentalmente para resistir aos 9 jogos em 10 dias” acrescenta João Oliveira.Estes bases da selecção não quiseram deixar de realçar o bom espírito de grupo existente, deixando também uma palavra de incentivo para o colega Carlos Salamanca, o único jogador lesionado até à data: “nunca é fácil ter uma lesão num momento destes. Ele foi o 13º o ano passado tendo a esperança de jogar este ano o europeu. Mas estamos com ele e a apoiá-lo o mais possível nesta altura”.Depois gozar uma folga dia 30 de Junho, a equipa volta a concentrar-se no Caramulo no dia 1 de Julho.


Selecções lusas fazem 2 jogos particulares com Noruega (Sub-18)

As 13 convocadas, que amanhã de manhã ainda fazem o 2º treino, viajam a seguir ao almoço para a Covilhã, na companhia da selecção nacional da Noruega (Sub-18), que é esperada ao final da manhã, num voo procedente de Copenhague, juntando-se à congénere lusa de Sub-16 que está em estágio naquela cidade serrana desde a passada 6ª feira.O estágio conjunto que se prolonga até ao próximo sábado (dia 30) possibilitará a realização de 4 jogos de preparação com as norueguesas, com cada selecção portuguesa a ter 2 jogos, com o seguinte calendário:Dia 25 (4ª feira) – Portugal Sub-16 x Noruega Sub-18 (21H30)Dia 26 (5ª feira) – Portugal Sub-18 x Noruega Sub-18 (21H30)Dia 27 (6ª feira) – Portugal Sub-16 x Noruega Sub-18 (21H30)Dia 28 (Sábado) – Portugal Sub-18 x Noruega Sub-18 (11H30)A efectivação deste estágio conjunto resultou da parceria existente entre a Universidade da Beira Interior (UBI) e a Federação Portuguesa de Basquetebol, com o pólo universitário covilhanense a disponibilizar as residências universitárias para alojar as 3 selecções e o pavilhão para a realização de treinos e jogos. A alimentação será servida nas cantinas da UBI.A Associação de Basquetebol de Castelo Branco também dá o seu apoio à iniciativa, como aliás sempre nos habituou, cedendo nomeadamente a sua carrinha para apoio logístico. Às duas entidades o nosso bem-hajam pela colaboração, contribuindo para que as nossas jovens seleccionadas prossigam a sua preparação nas melhores condições, tendo em vista uma participação condigna nos respectivos Campeonatos da Europa, Divisão B, que se disputam este Verão, as Sub-16 em Tallin (Estónia) e as Sub-18 em Strumica (Macedónia).Lista das convocadas das Sub-18:Ana Granja (SC Coimbrões)Filipa Marques (CD Póvoa)Inês Veiga (Calvão)Inês Viana (CRCQ Lombos)Jéssica Costa (Montijo BB)Joana Canastra (Montijo BB)Joana Soeiro (GD Gafanha)Joséphine Filipe (Olivais FC)Laura Ferreira (GDESSA) Letícia Fonseca (Lousada AC)Mafalda Barros (CAB Madeira)Nádia Fernandes (GDEMA Menéres)Sara Dias (CD Póvoa) O estágio termina no sábado, a seguir ao almoço, com as jogadoras do Norte a regressarem a suas casas de comboio, a partir do Entroncamento, enquanto as do Sul continuam a viagem até Lisboa, de autocarro.


Operação Covilhã

Ana Neves e Agostinho Pinto, têm à disposição as 14 atletas, em sessões de trabalho bi-diárias, as quais neste estágio irão disputar dois jogos de preparação contra as sub-18 da Noruega, a qual entegra o Grupo B no Europeu da Roménia do escalão.As Sub-18 lusas irão também no mesmo local, disputar 2 jogos contra as Sub-18 da Noruega. Desta forma e de 27 a 30 no Pavilhão da UBI, na Covilhã, todos os adeptos do Basquetebol, terão opurtunidade de assistir a quatro jogos Internacionais, que se entegram na preparação das Seleções Nacionais Sub-16 e Sub-18 Femininas. Ana Moniz – CPNCarolina Bernardeco – GDEMAMCatarina Cavaco – Juventude BCCatarina Rolo – Maia BCChelsea Guimarães – GDESSAEmilia Ferreira – GDESSAFranscisca Meinedo – CPNIsabel Costa – BC BarcelosJoana Alves – SL BenficaMafalda Marques – SIMECQMaria Kostourkova – SIMECQMarlene Cassamá – GDESSASimone Costa – SL BenficaSofia Almeida – CPN Dirigente: Manuel BarbosaSeleccionadora: Ana Catarina NevesTreinador-Adjunto: Agostinho PintoSecretário: João JaneiroFisioterapeuta: Carla Nunes


Jogos de Preparação com Noruega

A referida equipa vai realizar um estágio de preparação na Covilhã, que inclui a realização de 2 jogos particulares com a Noruega, entre os dias 25 e 30 de Junho de 2012.

JOGADORAS CONVOCADAS:Ana Granja – SC CoimbrõesCarolina Anacleto – AD VagosFilipa Marques – CD PóvoaInês Veiga – CalvãoInês Viana – CRCQ LombosJessica Costa – Montijo BBJoana Canastra – Montijo BBJoana Soeiro – GD GafanhaJosephine Filipe – Olivais FCLaura Ferreira – GDESSALeticia Fonseca – Lousada ACMafalda Barros – CAB MadeiraNádia Fernandes – GDEMAMSara Dias – CD Póvoa


Parabéns PORTUGAL!

Estamos certos que a qualidade do trabalho desenvolvido por todos os jogadores, membros da delegação e direcção da FPF irão resultar em mais sucessos e, por isso mesmo, aproveitamos para transmitir publicamente o nosso apoio para o caminho que falta percorrer com a firme convicção que será o do êxito.

O Basquetebol está com a Selecção de Futebol!


Começa hoje estágio no Caramulo

Rui Alves e Hugo Matos vão ter às suas ordens 15 atletas, que vão trabalhar afincadamente até dia 29 de Junho. Estão previstos, para o final da próxima semana, dois jogos de preparação com as equipas seniores do ACER Tondela (Viseu) e Clube dos Galitos (Aveiro).

Jogadores Convocados:Nome-Clube-AssociaçãoBenvindo Mendes – Seixal FC – SetúbalCarlos Salamanca – FC Barreirense – SetúbalChris Santos – Seixal FC – SetúbalDavid Jorge – Odisseia Basket – LisboaDiogo Araújo – Ginásio Figueirense – CoimbraDiogo Brito – CD Póvoa – PortoFrancisco Amiel – BAC – SetúbalJoão Lucas – FC Porto – PortoJoão Neves – SL Benfica – LisboaJoão Oliveira – Vasco da Gama – PortoLuís Câmara – Algés – LisboaRicardo Monteiro – Carnide – LisboaRodrigo Soeiro – AD Ovarense – AveiroRui Nery – Estoril BC – LisboaSérgio Silva – SL Benfica – LisboaJogadores à disposição:Francisco Bento – Estoril BC – LisboaGonçalo Ramos – Scalipus – AB SetúbalGuilherme Pires – Física TV – AB LisboaStaff:Vice-Presidente: Vítor FerreiraSeleccionador: Rui AlvesTreinador-Adjunto: Hugo MatosSecretário: Carlos BorgesFisioterapeuta: Guilherme Barreto


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Legenda

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Miguel Maria

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