Artigos da Federaçãooo

Raça lusa obrigou a Suécia a dar o máximo

Ou seja: qualquer semelhança foi pura coincidência. As comandadas de Ricardo Vasconcelos encheram-se de brios e brindaram o pouco público que esteve ontem no Pavilhão Municipal Luís de Carvalho (Barreiro) com uma excelente prestação.

A derrota por escassos 4 pontos (55-59) reflectiu uma melhoria significativa de rendimento, nomeadamente em termos ofensivos, com o jogo exterior das nossas representantes (8 triplos em 21 tentados) a dar cartas, já que na vertente defensiva a aplicação e o espírito de luta e entreajuda estiveram ao nível da véspera, ou seja em plano elevado.A entrada de Joana Lopes (poupada no 1º jogo por razões físicas), a substituir Lavínia Silva (lesionada), foi também fundamental pelo valor acrescentado que trouxe à equipa, mormente nos passes decisivos que fez (5) em menos de 13 minutos de utilização. Foi com o 1º dos 4 triplos conseguidos ontem que Carla Freitas abriu o marcador e depois de as suecas terem passado para o comando (5-11, no minuto 8), Portugal igualou (11-11) com duas bombas consecutivas de Maria João Correia, nos minutos 8 e 9, resultado com que terminou o 1º período. A Suécia mantinha o modelo de jogo muito físico, provocando faltas (5/8 nos lances livres) e ganhando as tabelas (9-15 ressaltos).No 2º quarto (21-15) uma entrada espectacular da selecção lusa, imprimindo uma maior velocidade (2 contra-ataques) e jogando com grande colectivismo, proporcionou um parcial de 8-0 em menos de 3 minutos, o que obrigou o seleccionador sueco, Lars Johansson, a parar o cronómetro no minuto 13 (19-11). Portugal chegaria à maior vantagem (10 pontos), aos 27-17, com um triplo de Larisse Lima, imitando a sua companheira Carla Nascimento no minuto 15 (22-13). A mão quente das nossas representantes (6 triplos na 1ª parte) prosseguiria até ao intervalo (32-26), com mais uma bomba de Carla Freitas (30-21, no minuto19). No 3º período (13-15) foram determinantes o atingir das 4 faltas pessoais por parte das nossas duas postes mais utilizadas (primeiro Tamara Milovac, aos 38-33, no minuto 24 e depois Sofia Carolina, aos 42-39, no minuto 26), obrigando o seleccionador Ricardo Vasconcelos a resguardá-las no banco, só voltando a reentrar no último quarto. De qualquer forma, tanto a capitã Sara Filipe como Débora Escórcio que as renderam, bateram-se muito bem, dificultando ao máximo a tarefa às jogadoras interiores da Suécia (Halvarsson e K. Andersson), mais altas e mais pesadas.O derradeiro quarto (10-18) marcou a passagem de novo para o comando por parte da Suécia, que a perder por 4 pontos (45-41) no final do 3º período, conseguiu primeiro igualar (45-45), no minuto 34, obrigando o treinador luso a pedir o primeiro desconto de tempo da 2ª parte, mas sem resultados práticos de imediato porque a Suécia embalou até aos 45-51, impondo um parcial de 0-10 em 5 minutos. Foi provocando faltas e indo à linha de lance livre que Portugal foi buscar o resultado (49-51), com Ana Oliveira e Tamara Milovac a não desperdiçarem a oportunidade. A perder por 3 (50-53) e com minuto e meio para jogar, Ricardo Vasconcelos pára de novo o cronómetro e na jogada estudada Tamara Milovac entra na área pintada, reduzindo para 52-53, mas à entrada do minuto 40, a possante Halvarsson (6 pontos consecutivos nos últimos 3 minutos) ampliava outra vez para 3 pontos (52-55). O 3º e último desconto de tempo pedido pelo treinador luso, com 59,4 segundos para jogar, proporcionou através de nova movimentação estudada, a libertação da atiradora Carla Freitas que empatava a partida (55-55) com a sua 4ª bomba a 44 segundos do termo. Seria ainda Halvarsson e a capitã Elin Eldebrink, da linha de lance livre, a selar o resultado (55-59).Resultado final: Portugal 55-59 SuéciaNas vencedoras o grande destaque vai para a poste Louice Halvarsson, MVP da partida (27,0 de valorização), ao contabilizar 17 pontos, 5/5 nos duplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 7/8 nos lances livres. Foi bem secundada pelas gémeas Eldebrink, com Frida a ser a segunda mais valiosa (12 pontos, 2/6 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e 4 faltas provocadas, com 474 nos lances livres) logo seguida pela capitã Elin (10 pontos, 3 ressaltos defensivos e 3 faltas provocadas com 676 nos lances livres). Na selecção portuguesa a mais valiosa foi Debora Escórcio (6 pontos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e 1 desarme de lançamento), pondo em campo a raça que lhe é característica. Mas o destaque vai para o colectivo, com boas prestações de Carla Freitas, melhor marcadora da equipa (12 pontos, 4/8 nos triplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e 1 roubo), Maria João Correia (8 pontos, 2/3 nos triplos e 3 ressaltos sendo 1 ofensivo), Joana Lopes (2 pontos, 5 assistências, 1 roubo e 1 desarme de lançamento) e Carla Nascimento (5 pontos, 1/4 nos triplos, 3 ressaltos defensivos e 3 assistências). Em termos globais a vitória da Suécia baseou-se na maior capacidade física patenteada na ponta final do encontro, no ganho da tabelas (30-33 ressaltos), na maior eficácia nos lançamentos de campo (33%-44%) com realce para os duplos (31%-60%) e no maior número de faltas provocadas, com 23/28 (82%) nos lances livres, contra apenas 9/12 (75%) das portuguesas.Portugal foi mais colectivo (13-5 assistências), cometeu menos erros (12-15 turnovers) e esteve mais certeiro nos lançamentos do perímetro (38%-14%), com 8 triplos convertidos em 21 tentados, contra apenas 2 em 14 tentativas. Destaque ainda para a luta dada nas tabelas, nomeadamente para os 15 ressaltos ofensivos, mais 6 que as suecas na nossa tabela defensiva.Ficha do jogoPortugal (55) – Carla Nascimento (5), Carla Freitas (12), Ana Oliveira (2), Tamara Milovac (6) e Sofia Carolina (6); Sara Filipe (1), Michelle Brandão (4), Maria João Correia (8), Joana Lopes (2), Debora Escórcio (6), Larisse Lima (3) e Daniela DominguesSuécia (59) – Elin Eldebrink (10), Frida Eldebrink (12), Frida Aili (4), Kadidja Andersson (7) e Louice Halvarsson (17); Anna Barthold, Agnes Nordstrom (2), Martina Slavant (5), Tanya Massamba e Stefanie YderstromPor períodos: 11-11, 21-15, 13-15, 10-18Árbitros: Marco Gonçalves e Bruno Jordão


Suécia muito física com mais argumentos

A principal ilação a tirar é de que as comandadas de Ricardo Vasconcelos estão numa fase mais atrasada de preparação, em relação às suecas, sendo que a formação nórdica revelou a sua excelente capacidade física aliada à facilidade e determinação em atacar o cesto, como o atestam as 22 faltas provocadas, com uma elevada eficácia da linha de lance livre (91% com apenas dois falhanços em 22 tentativas).Enquanto houve pernas e pulmão as nossas representantes até complicaram a vida às adversárias, com uma boa prestação nos 10 minutos iniciais (15-13), em que Ana Oliveira e Carla Freitas deram o mote da linha dos 6,75 metros, acertando os únicos dois triplos da equipa lusa em todo o encontro. No 2º quarto (5-17) a selecção portuguesa voltou a entrar bem, liderando o marcador até ao minuto 13 (20-17). Um desconto de tempo pedido pelo seleccionador sueco no minuto 14, marcou a reviravolta. Carregando no ressalto ofensivo e provocando faltas em acto de lançamento, as nórdicas impuseram um parcial de 0-15, anulando por completo o ataque luso, que revelou pouca eficácia na hora de atirar ao cesto. O intervalo chegou com a Suécia na frente (20-30).Depois de uma má reentrada (2-6 em 3 minutos) Portugal encetou excelente reacção, conseguindo um parcial de 9-0 que colocou o marcador em 31-36, no minuto 27. Nova paragem do cronómetro pedida pelo treinador forasteiro e a reposição da mesma diferença pontual (10 pontos), no final do 3º período (32-42).Muitas dificuldades para a selecção lusa no derradeiro quarto (2-12), em que a quebra física se acentuou, enquanto as nórdicas dilataram a vantagem com naturalidade.Resultado final: Portugal 34-54 SuéciaDestaque nas vencedoras para a força do colectivo. Mas Frida Eldebrink, MVP da partida (17,0 de valorização) ao anotar 13 pontos e provocar 7 faltas com 7/8 nos lances livres, demonstrou mais uma vez a sua classe, bem acompanhada pela poste Louice Halvarsson (8 pontos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos e 2 desarmes de lançamento), Agnes Nordstrom (9 pontos,1 triplo, 5 ressaltos e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e Frida Aili (8 pontos, 4 roubos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres).Nas portuguesas a mais valiosa foi a poste Sofia Carolina (15,0 de valorização), ao contabilizar 6 pontos, 8 ressaltos sendo 6 ofensivos e 3 desarmes de lançamento), travando um duelo intenso com a categorizada Halvarsson. Depois alguns pormenores da base Carla Nascimento (3 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências e 3 faltas provocadas) e de Tamara Milovac (5 pontos, 4 ressaltos ofensivos, uma assistência e 1 roubo). Em termos globais a vitória da Suécia alicerçou-se na maior eficácia de lançamentos de campo (25%-41%), com relevo para os duplos (29%-42%) e também nos lançamentos livres (36%-91%), com as portuguesas a desperdiçarem 7 em 11 tentativas.As nórdicas também cometeram menos erros (15-12 turnovers).Por banda das nossas representantes excelente comportamento na lutas das tabelas (35-35 ressaltos), ganhando a tabela ofensiva (21-11).Ficha de jogoPortugal (34) – Carla Nascimento (3), Carla Freitas (8), Ana Oliveira (3), Tamara Milovac (5) e Sofia Carolina (6); Sara Filipe (4), Michelle Brandão (4), Daniela Domingues, Maria João Correia, Larisse Lima (1), Débora Escórcio e Lavínia Silva Suécia (54) – Elin Eldebrink, Frida Eldebrink (13), Frida Aili (8), Kadidja Andersson (7) e Louice Halvarsson (8); Stephanie Yderstrom (3), Tanya Massamba (2), Agnes Nordstrom (9), Martina Slavant (2), Anna Barthold (2), Malin Aasa e Jenny Lidgren Por períodos: 15-13, 5-17, 12-12, 2-12Árbitros: Pedro Cunha e Hugo Beja Hoje as duas selecções voltam a defrontar-se a partir das 20H30, no Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro.


Michelle Brandão: «Ansiosas mas tranquilas»

Apesar de a equipa defrontar um conjunto de equipas de grande valia no apuramento para o Eurobasket, a base acredita que Portugal pode ter uma palavra a dizer. Para tal, os dois particulares com a Suécia vão ser importantes.

A base internacional Michelle Brandão decidiu aceitar o convite feito pela Universidade Old Dominion, pelo que rumou aos Estados Unidos para dar continuidade à sua evolução como jogadora. Não foi um ano perfeito, mas a base acredita que agora vai poder comprovar que valeu a pena os sacrifícios pelos quais teve que passar. “O primeiro ano é sempre o mais difícil. Há sempre o período de adaptação à língua, à cultura e mesmo a diferentes hábitos. Mas depois disso as coisas foram ficando mais fáceis. A nível escolar tive um aproveitamento bastante bom. A nível desportivo tive um azar burocrático que me impediu de competir, e o jogo, a competição é o melhor treino para um jogador evoluir. Mas como não foi possível evoluir dessa forma, tentei trabalhar o máximo possível a nível de fundamentos e a nível físico para quando a oportunidade chegar estar pronta o melhor possível.” O Selecionador Ricardo Vasconcelos não tem poupado as atletas no trabalho diário, até porque o tempo que resta até ao início da fase de qualificação já não é muito. “Os treinos têm corrido com normalidade. Com intensidade e rigor que é caraterístico dos treinos da Seleção. Todas estão a trabalhar e concentradas para nos apresentarmos bem para os jogos da qualificação.”Depois da experiência norte-americana, Michelle encontra algumas diferenças nos métodos de treino. Umas inerentes ao facto de se tratar da preparação da Seleção, outras que são mais específicas da realidade americana. “Há algumas diferenças, não só por estarmos a falar de países diferentes com estilos de jogo distintos, mas também ao facto de ser uma seleção. Para além disso, estamos a falar de uma equipa (a seleção) que tem 2 meses para se preparar para a competição de 1 mês e do outro lado uma equipa universitária que tem uma pré-temporada longa, com jogos de preparação, para depois competir. No entanto, a maior diferença, na minha opinião é ao facto de aqui, na seleção, tal como na Europa, o trabalho ronda muito pelo nível tático e focado no conjunto, na equipa, enquanto que nos EUA há muito mais foco no jogador individual e no seu desenvolvimento. Ainda, outra grande diferença são as condições e o material disponível para o treino, que a equipa dos EUA tem ao seu dispor, possibilitando que haja uma maior exigência física.”Se os dois jogos com a Suécia, até pela falta de contacto internacional, vão ser importantes para a preparar a fase de qualificação, para a base portuguesa assumem ainda um mais um caráter decisivo, visto que não competiu toda a temporada. “Vai permitir-nos perceber naquilo que estamos bem e mal para aperfeiçoar para os jogos de qualificação. Depois é sempre importante porque precisamos de jogar muito para nos percebermos melhor umas as outras e mesmo o próprio sistema e filosofia de jogo.”Naturalmente que estes dois jogos de controlo serão aproveitados pelo Selecionador Nacional aferir qual o estado do grupo, bem como servir de teste a tudo aquilo que tem sido trabalhado durante este período de preparação. “Penso que a transição defensiva e ofensiva, pois normalmente equipas com a Suécia são seleções rápidas e organizadas na transição alem disso jogam num ritmo muito elevado.”Michelle não nega que o grupo está ansioso por defrontar algumas das melhores Seleções da Europa, embora reconheça que se quiserem continuar a evoluir e aproximarem-se do topo do basquetebol feminino este é o caminho a seguir. “Ansiosas, mas ao mesmo tempo tranquilas. Se queremos crescer a nível Europeu é com esse tipo de seleções que temos que jogar.” É indesmentível que Portugal parte para esta fase de qualificação como sendo a equipa que menos hipótese tem de se qualificar, se bem que existam outras metas a serem atingidas. Desde logo deixar uma boa imagem em todos os jogos, será com toda a certeza o desejo de todo o grupo de trabalho. Pelo que existem um conjunto de princípios nos quais a Seleção portuguesa terá de ser irrepreensível no seu cumprimento. “Acho que a chave será a nível defensivo. Vamos enfrentar seleções com grande estatura e envergadura, o tempo que retirarmos na pressão em todo campo vai ser essencial para defendermos no 5×5 a meio campo. Depois também acho que será importante controlar o ritmo de jogo.”


Dois testes com a Suécia em Almada e no Barreiro

O seleccionador Ricardo Vasconcelos mantém em estágio 14 jogadoras, sendo que duas delas terão que sair aquando da escolha das 12 que irão começar a competição a sério a 13 de Junho, em Yuzhny, cidade ucraniana a cerca de 50 quilómetros de Odessa, defrontando a congénere da Ucrânia.Tal como no ano passado voltamos a não poder contar com uma pedra importante, a extremo/poste Paula Muxiri, que alegou ter assinado um contrato de trabalho a iniciar em meados de Junho, em Angola, terra onde nasceu. Isto para além de a poste Sónia Reis que se lesionou gravemente em Março de 2011 ao serviço das campeãs de Espanha (Ros Cazares, de Valência), ainda não estar completamente recuperada, após duas intervenções cirúrgicas a que foi submetida, a primeira logo a seguir à lesão e a segunda no final do ano. Também Célia Simões, a base /extremo do CJ Boa Viagem, que fez parte das duas campanhas anteriores (2010 e 2011), solicitou dispensa devido a compromissos escolares (exames). Mas felizmente que nem tudo são más notícias. Saúde-se o regresso da capitã do CAB Madeira, a base/extremo Carla Freitas, que fez uma excelente temporada, após 3 anos de ausência, já que a última vez em que envergou o jersey das quinas tinha sido em Julho de 2009, nos Jogos da Lusofonia, realizados em Sintra. E a ausência de Paula Muxiri abriu portas a outra jogadora interior, também naturalizada, a poste Sofia Carolina Silva, campeã nacional pelo Algés há duas semanas.Para aferir a condição físico-técnica das atletas convocadas e proporcionar ritmo competitivo, Ricardo Vasconcelos programou dois jogos de preparação com a Suécia, nossa velha conhecida, pois fez parte do nosso grupo nos dois últimos Campeonatos da Europa (2009 e 2011). O último confronto entre as duas selecções teve lugar a 11 de Junho do ano transacto, em Casal de Cambra, com vitória das suecas por 65-55. A Suécia está no Grupo D, tendo a companhia da Alemanha, Espanha, Roménia e Bulgária, enquanto Portugal calhou no Grupo A, com a Ucrânia, Bielorússia, Hungria e Israel.As 14 jogadoras em estágio são as seguintes:Carla Nascimento (Cáceres, de Espanha)Michelle Brandão (Universidade Old Dominion)Maria João Correia (CAB Madeira)Larisse Lima (CRCQ Lombos)Carla Freitas (CAB Madeira)Ana Oliveira (Algés)Daniela Domingues (AD Vagos)Lavínia Silva (CJ Boa Viagem)Joana Lopes (AD Vagos)Sara Filipe (Algés)Tamara Milovac (CAB Madeira)Sofia Carolina Silva (Algés)Débora Escórcio (ADBA, de Espanha)Telma Fernandes (GDESSA)Integram ainda o staff os treinadores-adjuntos Eugénio Rodrigues e José Araújo, o secretário Nuno Manaia e a fisioterapeuta Maria José Pires.Calendário de jogosAmanhã (5ª feira)Portugal-Suécia, no Complexo de Desportos de Almada, a partir das 21H30Depois de amanhã (6ª feira)Portugal-Suécia, no Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro, a partir das 20H30 Convidam-se todos os entusiastas da modalidade a aparecerem para apoiar a selecção nacional, sendo que as entradas são livres.


Carla Nascimento: «Não temos medo»

“Queremos preparar-nos o melhor possível para apresentarmos a nossa melhor versão”, garante a internacional portuguesa, que esta época jogou em Espanha.

Apesar do natural cansaço, os trabalhos da Seleção ajudam a fazer esquecer a desilusão de não ter conseguido a subida à principal Liga espanhola?Os trabalhos da Seleção vêm complementar o trabalho de uma época bastante positiva. Faltou a subida, mas cumprimos plenamente os objetivos que o clube tinha definido para a equipa. Não há nada para esquecer e a palavra desilusão, na minha opinião, não se ajusta aquilo que vivi.Como estão a decorrer os treinos?Os treinos estão a correr bastante bem. Temos um grupo de trabalho espetacular e acho que estamos a corresponder bem às coisas que nos são pedidas.O facto de terem trabalhado a época passada com o atual Selecionador Nacional Ricardo Vasconcelos, facilita preparação deste ano?Ter trabalhado o ano passado com o Ricardo torna a preparação mais fácil. No entanto, o ele é muito exigente e, apesar de haver coisas que já trabalhámos, há muita coisa nova para trabalhar e maus hábitos para corrigir. Sentem-se ansiosas por poderem defrontar algumas das melhores equipas da Europa nesta fase de qualificação?Vai ser um enorme desafio para nós. Sabemos que temos de estar no nosso melhor para podermos bater-nos com as seleções que vamos defrontar. Qualquer jogadora quer jogar no melhor nível possível ao longo da sua carreira e, este apuramento, vai permitir-nos jogar contra seleções muito boas. No entanto, não temos medo. Queremos preparar-nos o melhor possível para apresentarmos a nossa melhor versão.Os jogos de preparação com a Suécia são já esta semana, quinta-feira, as 21.30 horas em Almada, e no dia seguinte às 20.30 horas, no Barreiro. Principais objetivos para estes dois encontros?O tempo de preparação para os jogos oficiais é muito limitado para quem tem de construir uma equipa. Temos aprendido muito a cada sessão de treino e é bom termos estes jogos para podermos pôr uma série de coisas em prática e perceber a que distância estamos de atingir o nível a que queremos estar. Quais julga serem as armas da Seleção portuguesa para conseguir ser competitiva nos jogos de apuramento?Temos de ter raça. Querer chatear, bater e complicar ao máximo a vida das nossas adversárias na defesa. Muitas vezes vão ser mais altas e mais fortes fisicamente, mas nós temos de querer e crer mais do que elas. No ataque, penso que jogando rápido e fazendo boas leituras podemos complicar a vida às nossas adversárias.


Paulo Cunha: «Temos jogadores de qualidade»

Abdicando sem hesitar do tempo de férias e do merecido descanso, os atletas convocados pelo Selecionador Mário Gomes continuam a cumprir um plano de trabalho que exige deles alguns sacrifícios já que as condições, por vários motivos, não têm sido sempre as ideais. Mas isso não tem impedido que os jogadores se treinem e, acima de tudo, aproveitem a oportunidade de trabalhar com o Selecionador Nacional. “Os treinos estão a correr muito bem, em que se nota uma grande motivação e uma enorme vontade de trabalho por parte de toda a gente envolvida.”O projeto Esperanças, pensado e executado pela FPB, está a ser um grande sucesso, com os atletas convocados a demonstrarem uma grande capacidade de sacrifício e trabalho. Os treinadores nacionais sabem da importância deste tipo de trabalho, um caminho que mesmo Paulo Cunha reconhece dará os seus frutos a curto médio prazo. “Esta Seleção de esperanças é um primeiro grande passo na procura da renovação da Seleção A.”Embora não faça parte deste grupo, Cunha tem-se treinado de forma a poder manter a sua forma física. Dadas as circunstâncias o extremo português coloca-se numa posição privilegiada para dar a sua opinião quanto aos jovens valores que despontam no basquetebol português. “Temos jogadores jovens de grande qualidade que com trabalho vão conseguir continuar o objetivo de tornar o basquetebol português cada vez mais forte a nível internacional.” O nível que dos jogadores que constituem esta Seleção de Esperanças leva Paulo Cunha a não ter dúvidas que existe a possibilidade de alguns deles terem capacidade, no imediato, de poderem ajudar a Seleção principal durante este ano. “Não ficava em nada surpreendido. Alguns jogadores já atingiram uma qualidade e nível de jogo que agradou ao professor Mário Gomes e com certeza que agrada também ao professor Mário Palma.”A ideia do treinador Mário Gomes é tentar recriar durante o trabalho situações de jogo que mais se aproximem da realidade internacional, para que quando o confronto chegue os atletas tenham respostas para ultrapassar as dificuldades com que se deparam. “Temos trabalhado todos os aspetos principais do jogo tentando-os colocar o mais parecido possível com o nível de jogo que a Seleção A encontra nos seus confrontos internacionais.”O internacional português não tem dúvidas que o trabalho que está a ser feito pelo Selecionador Nacional beneficiará em vários aspetos os jogadores que estão integrados neste grupo de trabalho. “O professor Mário Gomes tem muita experiência, principalmente ao nível internacional. Um nível que muitos de nós, jogadores portugueses, não estamos habituados. Ao mostrar em treino a sua experiência, ajuda-nos a ser jogadores cada vez melhores, logo sairá beneficiada, quer a Seleção, quer cada um dos jogadores individualmente.”


Euro 2013

Estarão presentes o Presidente da FPB, Mário Saldanha, o Seleccionador Nacional, Mário Palma e os seus adjuntos, Mário Gomes e Ivan Kostourkov


Esperanças voltam ao trabalho

Aos dez jogadores já convocados, o Selecionador Mário Gomes decidiu juntar os atletas, António Pires, Rui Quintino e Alexandre Coelho, tendo em vista o trabalho que começa esta segunda-feira e terminará no próximo dia 17 de Junho. Pelo que haverá lugar a dois jogos de controlo, bem como uma nova convocatória já na parte final deste ciclo.

O corpo técnico da Seleção de Esperanças já se decidiu pelo grupo de jogadores que irá fazer parte do 2º ciclo de trabalho, cujos treinos se dividirão entre os pavilhões de Algés, Queluz e Lord. De 28 de Maio a 8 de Junho os convocados estarão sujeitos a treinos bidiários, apenas tendo o fim-de-semana como período de descanso.Entre os dias 9 e 12 de Julho está previsto um estágio, em Campo Maior, durante o qual se realizarão dois jogos de controlo – dia 10, em Cáceres e dia 12, em Campo Maior. Estando ainda por definir a atividade e os convocados para a reta final do estágio, entre os dias 14 e 17 de Julho.Jogadores convocados para o 2º ciclo de estágio:Tomás Barroso, BenficaJosé Barbosa, OvarenseDiogo Correia, PortoJosé Silva, BarreirensePedro Rocha, G. FigueirenseTiago Raimundo, BarreirenseAntónio Monteiro, BenficaJoão Guerreiro, BarreirenseJoão Ferreirinho, C. A. B.Cláudio Fonseca, Plasencia.António Pires, AlgésRui Quintino, Galitos FCAlexandre Coelho, Galitos FCReferir ainda que o atleta do FC Porto, João Soares foi dispensado por motivos de ordem clínica.


Balanço positivo

A equipa realizou 18 treinos, 1 jogo de controlo, bem como 2 reuniões coletivas, e no cômputo geral o corpo técnico não podia estar mais satisfeito.

O estágio contou com a presença dos seguintes jogadores:Paulo Cunha, V. GuimarãesJoão Balseiro, SampaenseAndré Bessa, V. GuimarãesPedro Pinto, BarreirenseNuno Oliveira, BarcelosEduardo Coelho, BarcelosFábio Lima, C. A. B.Cristóvão Cordeiro, OvarenseJoão Torrié, V. GuimarãesMiguel Queiroz, BarreirenseJoão Ferreirinho, C. A. B.Cláudio Fonseca, PlasenciaOs jogadores Sub-18, integrantes do C. A. R. Jamor, Isaías Insaly e João Grosso também participaram, realizando alguns dos treinos.“Como tem sido hábito desde que se iniciou este Projeto ‘Esperanças.2012’, a motivação e a ética de trabalho demonstrada por todos os jogadores, sem exceção, foram inexcedíveis.”, conta o treinador Mário Gomes. “Dadas as dificuldades organizativas e logísticas que houve (e continuará a haver) que ultrapassar, só foi possível concretizar tudo o que estava planeado com o contributo solidário de todos os envolvidos, particularmente com a total disponibilidade de todos os jogadores para desempenharem tarefas que, por norma, não são as suas. Todos merecem o nosso sincero agradecimento, sendo justo realçar o esforço realizado pelos residentes no Norte, dadas as constantes deslocações que tiveram que efetuar.”O treinador gostaria de ter tido a oportunidade de realizar mais partidas. “O único aspeto menos positivo foi o dos jogos de controlo, pois apenas foi possível realizar um, quando estava planeado jogarmos dois ou três, tal como o adversário deveria ter sido outro, de nível mais elevado. Foi o possível, dadas as circunstâncias, que escaparam ao nosso controlo, pois os clubes espanhóis que se tinham comprometido a jogar connosco foram forçados (devido a alterações de última hora dos respetivos calendários) a cancelar os jogos”, refere.Mas o adjunto de Mário Palma na Seleção principal não esconde que todos os objetivos propostos foram alcançados, deixando alguns agradecimentos: “Excetuando este ponto, consideramos que foram cumpridos todos os objetivos delineados, o que foi possível, em primeiro lugar (e não é de mais repeti-lo), pela disponibilidade e atitude profissional dos jogadores, mas também por outros contributos, que agradecemos:Clubes e respectivos treinadores – José Ricardo (Barcelos), Fernando Sá (V. Guimarães), Mário Leite e Carlos Pinto (Ovarense), João Moutinho (Sampaense), António Herrera (Barreirense), João Freitas (C. A. B.);Um agradecimento particular ao José Ricardo, pela ajuda dada para conseguirmos assegurar jogos em Espanha;À equipa técnica do C. A. R. Jamor – Mariana Kostourkova, Carlos Seixas, Hugo Matos – pela disponibilidade na cedência de horas de treino e dos jogadores para treinarem connosco;Ao Algés, ao Queluz e à F. M. H., pela cedência das respectivas instalações para a realização dos treinosAo Breogán de Lugo, pela disponibilidade em realizar o jogo;À A. B. Viana do Castelo e ao seu Diretor Técnico (César Castro), pela cooperação na organização do mini-estágio em Melgaço;A todos os membros da nossa equipa – João Carvalho (Vice-presidente), José Pinto Alberto e João Nuno Crespo (Team Managers), Tiago Costa (Fisioterapeuta).Por ser de inteira justiça, expressamos dois agradecimentos particulares:- Um, muito especial, ao Presidente Mário Saldanha, por ter viabilizado, com a sua decisão, a continuidade deste Projeto;- O outro dirige-se ao Mário Tenório, pelo seu contributo para a resolução de diversas questões logísticas.Este ciclo foi concluído com o jogo contra a equipa do Breogán/Estudiantes de Lugo, que terminou com a vitória da equipa portuguesa por 103-63. Eis alguns dados estatísticos (Pontos, Ressaltos, Assistências):André Bessa – 7, 2, 4Cristóvão Cordeiro – 9, 3, 0Pedro Pinto – 10, 4, 2Miguel Queiroz – 16, 3, 0Eduardo Coelho – 11, 1, 2Fábio Lima – 13, 3, 1Paulo Cunha – 11, 6, 4Nuno Oliveira – 5, 5, 4João Ferreirinho – 3, 3, 0João Torrié – 5, 7, 0Cláudio Fonseca – 10, 7, 1João Balseiro – 3, 2, 1Na próxima 2ª feira, dia 28 de Maio, terá início um novo ciclo de atividade, que se prolongará até 17 Junho e para o qual estão, de momento, convocados 10 jogadores. A convocatória será completada com mais 2 a 4 jogadores, após serem conhecidos os nomes dos convocados para a Seleção “A”. Os 10 já convocados são os seguintes:Tomás Barroso, BenficaJosé Barbosa, OvarenseDiogo Correia, PortoJosé Silva, BarreirensePedro Rocha, G. FigueirenseTiago Raimundo, BarreirenseAntónio Monteiro, BenficaJoão Guerreiro, BarreirenseJoão Ferreirinho, C. A. B.Cláudio Fonseca, Plasencia.O programa deste ciclo será semelhante ao do que agora terminou, estando previsto um estágio, de 9 a 12 de Junho, em Campo Maior, durante o qual serão realizardos dois jogos – dia 10, em Cáceres e dia 12, em Campo Maior.


Ricardo Vasconcelos: «Focados em ganhar jogos»

Ricardo Vasconcelos, o selecionador, conta com uma equipa onde prevalece um misto de juventude e veterania. Leia nos detalhes desta notícia a entrevista com o treinador.

Quais os objetivos para estes primeiros estágios?Nos primeiros estágios deparamo-nos sempre com um grupo de atletas em momentos físicos completamente diferentes. Assim, necessitamos de recuperar e ativar algumas das jogadoras que já estão sem competição há mais de um mês. São também estágios onde não conseguimos contar com todas as atletas selecionáveis, pois ainda se jogam finais nos seus clubes. Assim aproveitamos a oportunidade para trabalhar e observar atletas jovens com bons desempenhos na presente época. Por fim e visto que só temos um mês para preparar a equipa (primeiro jogo é a 13/6), obrigatoriamente temos de começar a introduzir conceitos e valores importantes na construção do coletivo. Desta primeira lista de convocadas notam-se alguns regressos e um misto de juventude e veterania. A ideia é que no grupo final fiquem as doze que mais garantias darão?Na nossa conceção de Seleção Nacional portuguesa o misto geracional é decisivo para a garantia de várias campanhas de sucesso, ou seja, com a ausência de equipas B ou esperanças é fundamental ir proporcionando às atletas de mais talento de cada geração o contacto internacional, pois recorrer a elas aos 26/27 anos depois da última vez que jogaram a este nível ter sido aos 20, é completamente impossível pensar ser competitivo. Assim a juventude marca o ritmo e a veterania a qualidade!Esta nova fórmula de competição tem tanto de aliciante como de perigosa?Sem dúvida! É lógico que para nós que estivemos de fora tanto tempo sem competir com as melhores seleções da Europa voltar a encontrá-las é tudo o que queremos, e claro está é super aliciante e motivador! Mas as equipas também são feitas de dinâmicas, e neste momento ainda não sabemos qual é o nosso lugar neste patamar, donde iniciar estas fases de apuramento com jogos de 3 em 3 ou 4 em 4 dias de forma negativa fica muito complicado dar a volta…Acha que iremos sentir muitas dificuldades no confronto com algumas das melhores seleções europeias. Ou se preferir, acha que vamos conseguir ser competitivos?Acredito que apesar de muito inexperientes seremos competitivos e uma equipa difícil de bater. Penso que Portugal em pouco tempo terá nível para voltar a ser uma das 20 melhores seleções europeias. Contudo nesta fase existem seleções que ainda não estão ao nosso alcance.O tempo de preparação irá ser suficiente para preparar a equipa para esta difícil tarefa?O tempo é o que temos. Pouco. Temos pouco tempo, poucos jogos de treino, lesões e umas quantas coisas mais contra nós, mas tenho a certeza que mesmo neste cenário iremos fazer uma excelente preparação. Temos atletas de grande caráter e que em momentos difíceis tem dados passos gigantes, desta feita não será diferente!A falta de contacto internacional continua a ser um problema?Um enorme problema… É muito complicado jogar com seleções de jogadoras que jogam Euroliga, com ritmos muito mais elevados que o nosso, contra equipas com jogadoras dominantes na área restritiva, biometricamente muito superiores à nossa, e muitas vezes com 10 e 12 jogos de preparação, quando nós fazemos 4…Definiram alguns objetivos para esta fase de apuramento?Estamos situados no último pote a cada sorteio, e de lá que queremos sair! Só é possível com vitórias! Temos provavelmente o grupo mais difícil, com muitos quilómetros para percorrer e viagens complicadíssimas para realizar, mas estamos focados em ganhar jogos.


Mário Palma nomeado para os Globos de Ouro

Esta é a primeira nomeação do consagrado treinador português que conta no seu currículo com mais de 70 títulos e que, devido a ter conseguido o apuramento para o Eurobasket 2011, logrou integrar o restrito grupo de nomeados nesta categoria que conta com concorrência de peso como José Mourinho, André Villas-Boas e Domingos Paciência.

No próximo Domingo à noite se saberá quem vencerá o ambicionado Globo, no entanto, a nomeação do treinador de basquetebol é já uma vitória, uma vez que é o único oriundo de uma modalidade que não o mediático futebol. Mais informação em: http://t.co/T4Zefyoy


Projeto Esperanças 2012

Foi assim que surgiu o “Projeto Esperanças.2012”, liderado pelo Selecionador Nacional Mário Gomes, coadjuvado pelos também Selecionadores André Martins e João Costeira. Foram definidos como principais objetivos deste trabalho inovador, manter em atividade jogadores internacionais que já terminaram a competição de forma que possam integrar nas melhores condições os trabalhos da Seleção A, bem como observar potenciais atletas que possam já estar aptos às exigências da principal Seleção.

O acompanhamento feito pelos três Selecionadores ao longo da presente temporada abrangeu as principais competições masculinas, pelo que agora é tempo de observar em competição aqueles que deram provas de serem mais capazes de dar uma resposta positiva às exigências de uma Seleção Nacional. “Após uma primeira fase, em que foram observados jogadores da LPB, Proliga, CNB 1 e alguns Sub-20, vamos iniciar no próximo dia 7 de Maio um período de treinos e alguns jogos de controlo, que terá a duração de 6 semanas, dividido em dois ciclos:- O primeiro entre 7 e 27 de Maio;- O segundo entre 28 de Maio e 17 de Junho.O número de atletas que participará em cada um dos ciclos de trabalho já definido pelo treinador Mário Gomes, bem com a duração que cada um deles terá. “Em cada um destes ciclos de atividade teremos entre 12 a 14 jogadores, sendo que alguns poderão cumprir todas as 6 semanas, enquanto outros apenas estarão presentes num dos ciclos.”Para além da observação e da oportunidade de poder trabalhar os jogadores escolhidos, manter em atividade os internacionais já sem competição foi outras das premissas quando se elaborou este projeto. “ Além de jogadores referenciados como “Esperanças”, participarão também alguns já internacionais “A”, de modo a estarem em boas condições, caso sejam convocados para a Seleção Nacional (que inicia a preparação em 25 Junho), o que não aconteceria se estivessem parados desde que terminaram a competição.”“Os objetivos deste projeto foram já anteriormente divulgados e, no imediato, pretendemos avaliar se alguns destes jogadores estão já aptos para serem convocados para o primeiro estágio da Seleção Nacional.” Uma oportunidade criada pela FPB de modo a que se comece a preparar o futuro da Seleção Nacional, bem como a criar condições para que os mais jovens possam lutar por um lugar na pretendida renovação da Seleção Nacional.O programa para cada um dos ciclos prevê a realização dum mínimo de 15 treinos e, em seguida, um estágio de 3/4 dias, composto por treinos e 2/3 jogos de controlo. No total, realizaremos um mínimo de 30 treinos, mais 6 a 8 dias de estágio, incluindo 4 a 6 jogos de controlo. “Estamos ainda a procurar solucionar algumas questões organizativas e logísticas, pelo que, posteriormente, será divulgada informação mais completa.”Lista dos convocados:Nuno Oliveira BarcelosRui Coelho BarcelosAndré Bessa Vitória S. C.João Torrié Vitória S. C.Paulo Cunha a) Vitória S. C.Cristóvão Cordeiro OvarenseJoão Balseiro SampaensePedro Pinto a) BarreirenseMiguel Queiroz BarreirenseFábio Lima C.A.B.João Ferreirinho C.A.B.Cláudio Fonseca a) Plasencia – Espanhaa) Jogadores Internacionais “A”, que vão participar nestas atividadesNota: Esta lista ainda poderá ser alargada a outros jogadores, e é provável que também participe o atleta Jonah Callenbach (Sub-20)


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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