Artigos da Federaçãooo
DTN promove encontro
A partir de agora, cada um deles ficará responsável pela coordenação dos respectivos centros de treino e selecções jovens. Esta primeira reunião serviu apenas para aflorar tudo aquilo que, em conjunto, os dois novos coordenadores se propõem a implementar no sentido de garantir que a formação proporcionada pela Federação Portuguesa de Basquetebol se aproxime cada vez mais da excelência.
XXII Torneio Feira São Mateus – Viseu
Este Torneio que contou com as equipas sub 18 masculinas da ASSCRGumirães, ADSanjoanense e FCPorto e com a selecção Nacional de Sub 16 masculinos.
Foi uma competição extremamente interessante, onde todas as equipas, apesar de ser início de época, demonstraram muito potencial e que estão preparadas para a época que se avizinha.Paralelamente a esta competição, a ABViseu organizou no sábado de manhã, uma actividade destinada ao Minibásquete e sub 14. Foi uma manhã muita animada, que encheu as ruas do Fontelo com 155 jovens praticantes, que após a merecida lembrança almoçaram todos juntos e conviveram pela tarde e puderam observar os jogos do Torneio do sub 18.1ª JornadaASSCRGumirães 42-83 FCPorto Selecção Sub-16 53-52 ADSanjoanense2ª Jornada ADSanjoanense 51-50 ASSCRGumirães FCPorto 58-57 Selecção Sub-16 3 ª Jornada ASSCRGumirães 57-52 Selecção Sub-16 FCPorto 62-54 ADSanjoanense Classificação Final: 1º FCPorto, 2º ASSCRGumirães. 3º ADSanjoanense e 4º Selecção Nacional sub-16.5 IDEAL: José Miranda e Destino FCPorto, Filipe Elias ADSanjoanense, Isaías Insaly Selecção sub 16 e André Domingues ASSCRGumirães Melhor Marcador: André Domingues ASSCRGumirãesMVP: Destino FCPorto
Escola Superior alia-se à Federação
Neste sentido, e perante a disponibilidade desta reputada instituição e dos seus competentes professores, a FPB acordou realizar, nas instalações da ESTS do Porto, em Gaia, uma bateria de testes funcionais aos jogadores da Selecção Nacional que iriam participar na Preparação e fase de Qualificação do Eurobasket 2011. A relevância dos dados recolhidos demonstram a utilidade e importância destes exames, uma experiência a manter. Mais pormenores, pelo Dr. Basil Ribeiro, nos detalhes,
“Na avaliação médico-desportiva do atleta escolhido para a selecção nacional interessa executar procedimentos que informem o estado e o nível de saúde, sendo este considerado num âmbito muito lato. Importa saber se o atleta tem alguma contra-indicação para a prática desportiva, se existem parâmetros biológicos (análises clínicas, electrocardiograma, etc) alterados, mas também é necessário averiguar se existem no sistema músculo-esquelético alterações, desequilíbrios que possam comprometer o rendimento do atleta ou serem factores predisponentes de lesão. Houve preocupação de atempadamente analisar este último componente, pois era importante corrigir, através da reabilitação dirigida, algum eventual défice. A Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto, que é em Vila Nova de Gaia, foi a instituição escolhida para a realização dos testes funcionais. Estes incluíram a avaliação da força e resistência muscular das coxas (fundamental para a prevenção de lesões no jogo e para a suspeita clínica de eventual lesão no joelho) e o estudo da reacção dos músculos peroneais (importante para a prevenção das entorses do tornozelo). Foi feito também a espirometria, isto é, o estudo do fluxo respiratório, no sentido de saber a capacidade funcional pulmonar. Os resultados dos testes foram analisados e as medidas correctivas implementadas. Os testes correram muito bem, os professores da Escola foram excelentes e os atletas foram muito pontuais, participativos e ainda se divertiram com as prestações dos colegas. Esta Federação está bastante grata à Escola pela disponibilização e competência dos seus serviços.”
Esperança renascida
A decisão de alargar para 24 o número de equipas participantes na competição faz com que Portugal tenha agora de se qualificar nos dois primeiros lugares de uma poule de 3 equipas, formada por Portugal, Hungria e Finlândia. Competição essa que será disputada já na Lituânia, uma semana antes do inicio da prova.
Existiam muitas dúvidas à volta de como seriam encontradas as restantes equipas que comporiam o lote de selecções a disputar o próximo Europeu. Às 10 equipas já apuradas directamente, juntavam-se mais 5 da fase adicional de apuramento recentemente disputada.Faltava só conhecer quem preencheria a última vaga e aqui é que surgiram as dúvidas. Quais as equipas que teriam direito a disputar esse acesso, e em termos competitivos o que fazer com as selecções que ficassem de fora, já que se dizia que apenas as 7 melhor classificadas da Fase Adicional de Apuramento é que teriam direito a disputar a última vaga.Foi então, que em reunião da FIBA Europa, em Istambul, aproveitando a realização do Campeonato do Mundo, o Vice-presidente de Gibraltar John Gonçalves – com família madeirense – sugeriu a possibilidade de avançar com um Europeu com 24 selecções, já em 2011, antecipando o que já estava previsto para 2013.A ideia foi bem acolhida, mas alguns problemas se levantaram de imediato. O primeiro tinha a ver com a própria organização do evento da responsabilidade da Lituânia, tendo obtido por parte das selecções disponibilidade para ajudar a suportar os custos adicionais envolvidos.De pronto, o Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol não colocou entraves em assumir as despesas de Portugal relativas à participação na poule. “Fiz questão de deixar bem claro que as despesas inerentes a esse mini-campeonato nunca seriam um entrave à aprovação da alteração da forma de disputa do próximo Eurobasket. De imediato assumi que a Federação Portuguesa de Basquetebol suportará a deslocação até à Lituânia para disputa da poule de acesso. Não será por isso que Portugal não estará presente no próximo Europeu.”Outra dificuldade que se teve que ultrapassar foi a renitência dos países mais fortes, onde a maioria dos jogadores tem uma enorme sobrecarga de jogos, inclusive alguns deles jogam na NBA, teve em aceitar uma competição mais prolongada e com mais jogos. Mas aqui a força dos países de Leste, com interesse nesta solução, apoiados pela força da Itália e pela própria FIBA a quem interessa ter presente todas as estrelas europeias, fez-se valer, acabando por obter a concordância de todos presentes.Sendo assim, o pior segundo classificado da Fase Adicional de Apuramento, os 3 terceiros classificados e os 3 quartos classificados também se apuram para o Europeu. Contas feitas são já conhecidos 22 dos 24 finalistas do próximo Eurobasket, faltando agora conhecer-se as duas últimas selecções que sairão de uma poule de três – Portugal, Finlândia e Hungria – a ser disputada, uma semana antes do inicio do campeonato, na Lituânia.Uma oportunidade de ouro para Portugal, uma vez mais, marcar presença num Europeu da modalidade e assim poder competir com os melhores executantes europeus. Seria certamente um excelente impulso para a divulgação do basquetebol e um momento alto para uma Federação e Selecção que tanto tem sofrido nos últimos tempos.Fazemos votos para que de uma vez por todas, todos, sem excepção, se unam em torno de um objectivo que é perfeitamente alcançável, e não permitam que se desperdice uma oportunidade destas para bem do basquetebol português.Quem também partilha da mesma opinião é Mário Saldanha, o responsável máximo da basket nacional. “Tenho grande esperança que a Selecção Nacional estará presente no próximo Europeu. Seria muito desagradável falharmos este objectivo face às circunstâncias em que o apuramento é disputado. Já conseguimos quando eram 16 equipas, mas tínhamos consciência, e face a todas as contingências que existiram, que desta vez seria muito complicado. Mas agora que tudo mudou, acreditamos na união de todos para que se torne realidade.”
Portugal termina de cabeça bem erguida
Portugal sai de cabeça bem erguida de Fafe, no último jogo da Fase de Qualificação do Eurobasket que a Geórgia venceu por 80-57, num resultado tão enganador como demasiado penalizador para a equipa portuguesa que a 5 minutos do fim ainda “estava” no jogo.
Depois da vitória frente à Polónia, foram demasiados os azares que assolaram a equipa portuguesa. André Pinto, Jaime Silva, Miguel Minhava, Francisco Jordão e, por fim, já depois da excelente exibição em Antuérpia, Heshimu Evans, são demasiados impedimentos numa equipa que já se debate contra a superioridade física da maioria dos adversários. Talvez abaalda por tais factos, a formação lusa entrou mal no jogo e no final do primeiro período já corria atrás do prejuízo (8-20). Mas, como sempre, o brio dos atletas não deixou os georgianos descansar. Portugal reagiu, passou a jogar melhor e, apesar dos 14 pontos ao intervalo (23-37), sentia que podia reentrar na partida. Assim foi, No regresso dos balneários a Geórgia ainda chegou à vintena de pontos mas a equipa da casa fez alarde da sua capacidade defensiva e encetou grande recuperação. À entrada dos decisivos 10 minutos, 45-52 e tudo em aberto. A toada manteve-se até 5 minutos do fim com a Geórgia a apenas 5 pontos. No entanto, o desgaste físico acumulado e os problemas de faltas penalizaram os portugueses nos últimos 5 minutos, acusando um desfecho que não é condizente com a exibição lusa.
No Minho pela vitória
Depois de Jaime Silva, também Francisco Jordão, depois de contactado ontem à noite, não recuperou completamente da lesão que o apoquentava, pelo que não poderia dar o seu contributo à equipa, tendo sido dispensado, pelos responsáveis, de se deslocar a Fafe
Exibição não foi premiada
Assolada por lesões a equipa fez, em Antuérpia uma exibição memorável e a derrota foi injusta e imerecida. A Bélgica e os 6,000 espectadores que esgotavam o recinto só suspiraram de alívio nos instantes finais. 68-63 foi o resultado de final de um jogo em que não deixaram Portugal ganhar apesar de ter sido a equipa que melhor basquetebol jogou defensiva e ofensivamente.
Foi um excelente inicio da equipa de Portugal na Lotto Arena em Antuérpia. Fustigada por lesões a formação lusa entrou com um parcial de 8-0 aos 2 minutos. Reagiram os belgas que foram, paulatinamente, aproximando-se no marcador embora só passassem para o comando aos 16-15 com cerca de 2 minutos para jogar. No final dos primeiros 10 minutos, 18-15.A Bélgica procurou afastar-se no segundo período mas os jogadores portugueses mantiveram a concentração defensiva e conseguiram manter o equilíbrio no marcador. Com 1,55 o resultado estava empatado a 26 pontos depois de mais 2 pontos de Heshimu. No entanto, no último segundo da primeira parte um triplo de Tabu deu a vantagem ao intervalo para os anfitriões: 29-26.A segunda parte começou com mais um cesto português e um lance livre que permitiram o empate. No entanto, ao minuto 3, um triplo seguido de mais uma estranha decisão da arbitragem que assinalou uma falta anti-desportiva na saída para o ataque, deu mais 5 pontos e uma vantagem de 37-29 à equipa da casa. Mais um minuto passou e Portugal reagia com um roubo de bola e afundanço de Evans que punha o resultado em 37-33. Com 3,30 minutos para jogar Carlos Andrade converte um triplo e põe Portugal a 1 ponto (40-39). O último minuto do 3º período foi penalizador. Um triplo de Hervelle seguido de dois pontos e um lance livre colocaram a Bélgica à distância de 7 pontos (50-43). Mas na última posse de bola, Andrade converteu um triplo no último segundo levando o resultado em 50-46 para os últimos 10 minutos.Nos primeiros instantes do 4º período o equilíbrio continuou e a Bélgica não conseguia afastar-se. Com 2 minutos e meio jogados 57-55. Dois minutos passam sem pontos até que Faison marca um triplo e põe a Bélgica com 5 pontos de vantagem. Portugal volta a recuperar e a 4,35 minutos do final perde por apenas 1 ponto e passa para a frente a 3,55 minutos – 60-61 – depois de um parcial de 6-0. Alternância com cesto da Bélgica e depois de Portugal e 50 segundos para jogar – 62-63. Com 34 segundos, os anfitriões voltam a passar para a frente 64-63. A equipa lusa não concretiza e a Bélgica acaba por vencer por 68-63.
Último quarto demolidor leva Portugal ao pódio
Foi de bronze e aconteceu em Sköpje, capital da Macedónia, onde ontem terminou o Campeonato da Europa de Sub 16 Femininos, Divisão B. No jogo para atribuição do 3º/4º lugares, Portugal venceu a Inglaterra por números que não deixam dúvidas (78-52), com um 4º período verdadeiramente demolidor (27-6).
O basquetebol português está pois de parabéns. Muita gente está envolvida nesta proeza, desde os clubes que formam as jogadoras, aos Centros de Treino onde as mais aptas podem aperfeiçoar as suas capacidades e desenvolver todo o seu potencial. Os treinadores que aplicam os seus conhecimentos para tornar os praticantes capazes de atingir níveis cada vez mais exigentes, os dirigentes que lutam para proporcionar melhores condições de treino, os pais das atletas que prescindem muitas vezes do convívio familiar em prol da evolução dos seus filhos, enquanto praticantes de basquetebol. As jogadoras porque se sacrificam, prescindindo de muita coisa para poderem ser cada vez melhores. A FPB também não pode ser esquecida porque apostou e continua a apostar num modelo de desenvolvimento que pelos vistos dá frutos. Roma e Pavia não se fizeram num dia…Mas depois deste breve intróito, importa fazer uma resenha do que aconteceu no Inglaterra-Portugal que nos deu o bronze. As nossas representantes entraram forte, como é seu timbre, vencendo o 1º período sem espinhas (10-23). A reacção das inglesas não se fez esperar e no 2º quarto (17-8), mostraram que ainda havia muito tempo para jogar e que a partida ainda não estava resolvida. Contudo o intervalo chegou com as portuguesas ainda no comando (27-31). O 3º período (19-20) foi disputado sob o signo do equilíbrio, embora no minuto 28 um triplo de Mafalda Barros elevasse a diferença para 9 (40-49). Mas as nossas opositoras voltaram a reagir, reduzindo para 46-49, com Inês Viana a fixar o resultado (46-51), a 3 segundos do termo do 3º período. Tudo fazia prever que a luta iria continuar até ao último segundo.Portugal entrou para o derradeiro quarto com 5 pontos à maior (46-51). Shequila Joseph, a melhor inglesa que viria a ser a MVP do encontro (23,5 de valorização) ainda baixou a diferença (48-51) no minuto 31, mas de novo Inês Viana repôs a vantagem para a nossa equipa (48-53). O banco inglês pediu um desconto de tempo ainda no minuto 31 e a seleccionadora Ana Neves fez reentrar Mafalda Barros por troca com Joana Canastra. Começava então um período verdadeiramente diabólico, com as nossas representantes a impôrem um parcial de 0-14 (!), em apenas 3 minutos, com a mão quente de Mafalda Barros, a temível triplista madeirense, a fazer estragos, acertando o seu 5º triplo da tarde (48-61), no minuto 34, depois de Joana Canastra, reentrada no minuto 33, ter convertido o seu único tiro do perímetro (48-58). Entretanto a Inglaterra obtinha o seu 2º cesto de campo neste período, à entrada do minuto 36 (50-65), mas Portugal estava imparável, marcando de toda a forma e feitio. Seguiu-se novo parcial de 0-13 em 4 minutos, com Mafalda Barros, autêntico sniper, a marcar o seu 6º (50-68) e 7º triplos (50-75), enquanto Joana Canastra ajudava à festa, marcando também mais dois duplos, ambos no minuto 36. De permeio o treinador inglês voltou a parar o cronómetro (aos 50-70), com mais de 4 minutos para jogar, mas Portugal não perdeu a embalagem, só parando nos 50-78, quando Inês Viana, a 41 segundos da buzina, converteu o primeiro dos lances livres a que teve direito ao provocar uma falta. Pouco depois foi Leah McDerment que fixou o resultado final (52-78).Na selecção de Portugal, Mafalda Barros fez uma exibição memorável: foi a mais valiosa da nossa equipa (21,5 de valorização), discutindo com a inglesa Joseph o galardão de MVP do jogo. Terminou com 25 pontos, 9/19 em lançamentos de campo repartidos por 2/2 nos duplos e 7/17 nos triplos (excelentes 41%), 3 assistências e 3 roubos. Foi bem acompanhada por Inês Viana (10 pontos, 2 ressaltos defensivos, 6 assistências, 3 roubos e 2 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres), Raquel Jamanca (6 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo e 4 roubos), Helena Costa (8 pontos, 4/6 nos duplos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos e uma assistência), Laura Ferreira (5 pontos, 1/3 nos triplos, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 1 desarme de lançamento) e Joana Canastra (11 pontos, 4/5 nos duplos,1/5 nos triplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e 2 roubos).Na equipa de Inglaterra, Shequila Joseph foi a MVP do encontro (23,5 de valorização), ao contabilizar 25 pontos, 6/8 nos duplos, 3/11 nos triplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 4 roubos,1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres, mesmo com o senão de ter feito 7 turnovers. Foi bem secundada por Leah McDerment (13 pontos, 3/3 nos duplos, 1/3 nos triplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 4/7 nos lances livres) e Chantel Charles (5 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 3 roubos e duas faltas provocadas).Em termos globais, Portugal superiorizou-se na maioria dos indicadores, nomeadamente no que respeita à eficácia de lançamento: nos duplos (65%-47%), nos triplos (31%-27%), convertendo 10 em 32 tentativas contra apenas 4 em 15 tentados e ainda nos lances livres (89%-46%), falhando apenas um de 9 tentados enquanto as inglesas desperdiçaram 14 em 26 tentativas. A nossa equipa foi ainda mais colectiva (18-11 assistências), conseguiu mais roubos (21-17) e cometeu menos erros (22-29 turnovers). A Inglaterra apenas esteve melhor nas faltas provocadas (19-11), enquanto na luta das tabelas o equilíbrio foi evidente (34 ressaltos para cada equipa), curiosamente com os mesmos ressaltos defensivos (20) e ofensivos (14).Na final a Hungria ao bater a República Eslovaca sagrou-se campeã europeia, com ambos os países a garantirem a subida à Divisão A. Resultados dos 8 primeiros:(7º/8º) Roménia 59-63 Eslovénia(5º/6º) Bulgária 55-65 Alemanha(3º/4º) Inglaterra 52-78 Portugal(1º/2º) Hungria 55-44 República EslovacaClassificação final:1º Hungria2º República Eslovaca3º Portugal4º Inglaterra5º Alemanha6º Bulgária7º Eslovénia8º Roménia9º Letónia10º Israel11º Dinamarca12º Irlanda13º Ucrânia14º Macedónia15º Suiça16º Luxemburgo
Depois do triunfo… Chegaram os azares
Preparados para apoquentar os lideres, o voo 608 nda TAP sofreu quase uma hora de atraso e, pela primeira vez, e à 4ª viagem ao estrangeiro, houve problemas com a bagagem. O feliz contemplado foi Miguel Minhava cujo saco não chgou a Bruxelas. Mas as más noticias não ficaram por aqui. Em maré negra, Minhava foi reavaliado, depois das cãimbras causadas pelo esforço no último jogo, e ficou a saber que, por precaução, também não poderia dar o seu contributo amanhã, estando em dúvida para Fafe.
Portugal defronta a Bélgica, amanhã pelas 20h15 (19h15 em Portugal), na Lotto Arena em Antuérpia.
Quanto a Miguel Minhava, a equipa médica prestou as seuintes informações:”O Miguel Minhava sofreu uma forte e muito dolorosa contractura dos músculos gémeos da perna direita no final do jogo com a Polónia, realizado na última sexta-feira. Iniciou de imediato tratamento adequado a estas situações: repouso relativo, compressão, gelo e analgesia. Hoje, dois dias depois, foi reavaliado e, infelizmente, foi-lhe diagnosticada uma lesão no músculo gémeo interno da perna direita, consequência da cãimbra ocorrida no jogo. Perante este diagnóstico e a incapacidade que a lesão lhe provoca, o atleta foi dado como inapto para o jogo com a Bélgica. Ficará ao cuidado do departamento clinico e fará, diáriamente, os tratamentos adequados. Apesar da lesão mantém-se alguma expectativa em relação à sua disponibilidade para dar o seu contributo no jogo com a Geórgia a realizar, em Fafe, já na próxima quinta-feira.”
Portugal de bronze no Europeu
A jovem equipa portuguesa derrotou a Inglaterra na partida de atribuição da medalha de bronze e alcançou uma posição muito digna, apesar de não ter conseguido a tão almejada promoção ao escalão superior. Estão todas de parabéns!
Eslováquia na final com a Hungria
A menos de 5 minutos do termo da partida Portugal ainda encostou o resultado (50-55), após um parcial de 6-0, obrigando o treinador eslovaco a pedir um desconto de tempo, que acabou por trazer o discernimento às suas jogadoras, pois estas responderam com um parcial de 0-7, com Nikola Dudásová a acertar a sua única tentativa de triplo, elevando o marcador para 50-62, a 56 segundos do fim. Inês Viana viria a selar o resultado final (53-62) com um triplo a 32 segundos da buzina.O seleccionado luso entrou bem no jogo, sem complexos, com Mafalda Barros a acertar as suas duas primeiras tentativas de 3 pontos (3-0 e 8-4) comandando até à entrada do minuto 4, quando a base Barbora Bálintová colocou a sua equipa pela primeira vez na liderança (8-9). O parcial das eslovacas (0-9) prosseguiu até aos 8-13, sem resposta lusa, com a seleccionadora nacional a parar o encontro à entrada do minuto 6. Joana Canastra ainda reduziu para 11-13, com o seu 1º triplo, mas as adversárias aproveitaram da melhor maneira a circunstância de Portugal ter cometido a 4ª falta no minuto 7 para, da linha de lance livre e com elevada eficácia (7/8), consolidarem a sua vantagem que no final do 1º período se cifrava em 5 pontos (17-22).No 2º quarto (15-13), as nossas representantes continuaram a pôr em prática os seus pontos fortes e no minuto 14 Joana Canastra acertava o 2º triplo, pondo de novo Portugal na frente (25-24), para Inês Viana e Mafalda Barros (3º triplo) ampliarem a vantagem lusa (30-24, no minuto 16). Foi só no minuto 19 que Bálintová recolocou a Eslováquia de novo no comando (32-33), para em cima da buzina para o intervalo, após um desconto de tempo pedido pelo seleccionador adversário, em jogada estudada, Simona Marková, a MVP da partida, elevar para 32-35. Foi no 3º período (5-11) que as eslovacas ganharam uma diferença pontual que acabaria por ser decisiva. Balintová, com a mão quente, marcou 3 triplos em 3 minutos, dois deles consecutivos: 32-40 (minuto 23), 34-43 (minuto 25) e 34-46 (minuto 26). Ao invés as portuguesas que falharam numerosos lançamentos (7 duplos e 7 triplos) só conseguiram marcar 5 pontos, um duplo por Inês Viana (34-40) e um triplo por Mafalda Barros (37-46).No derradeiro quarto (16-16) Portugal deu tudo o que tinha e o que não tinha. A perder por 42-53 Ana Neves pediu um desconto de tempo no minuto 33 que deu frutos, pois em dois minutos as nossas representantes impuseram um parcial de 8-2, com Carolina Anacleto, que substituíra a base Inês Viana, a reduzir o prejuízo para 5 pontos (50-55), com 4.43 minutos para jogar. O técnico eslovaco parou de imediato o cronómetro, conseguindo devolver a tranquilidade e a clarividência à sua equipa, que arrancou de novo para uma vitória justa, impondo um parcial de 0-7. Nesse período Portugal arriscou o tudo por tudo, com Mafalda Barros, que já tinha acertado 5 triplos, a tentar mais 3 lançamentos do perímetro, sem resultado. Estava encontrado o segundo finalista que hoje decidirá o título de campeão com a Hungria, em encontro agendado para as 21h00. Nas vencedoras, destaque para um quarteto: a MVP do jogo, Simona Marková (12 pontos, 4/5 nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 roubos e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres), Michaela Raková (10 pontos, 14 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências e 4 faltas provocadas, com 4/7 nos lances livres), Nikola Dudásová (14 pontos, 1/1 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências e duas faltas provocadas com 3/3 nos lances livres) e a base Barbora Bálintová (16 pontos, 4/8 nos triplos, 7 ressaltos defensivos, 5 assistências e 2 roubos).Na selecção portuguesa a mais valiosa voltou a ser a base Inês Viana (15 pontos, 6/10 nos duplos, 1/1 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 6 assistências e 1 roubo), bem acompanhada por Mafalda Barros (15 pontos, 5/16 nos triplos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos e 1 roubo) e Leonor Cruz (6 pontos, 3/4 nos duplos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e 1 desarme de lançamento). Em termos globais, a República Eslovaca superiorizou-se na eficácia de lançamento, nomeadamente nos triplos (27%-42%), com 5 convertidos em 12 tentados, contra 8 em 30 tentativas e também nos lances livres (25%-72%), falhando apenas 5 em 18 tentados, enquanto as portuguesas só dispuseram de 4 tentativas, marcando apenas uma. Ganhou também a luta das tabelas (41-43 ressaltos), ainda que as nossas representantes tenham ganho a tabela ofensiva (17-14 ressaltos). Foi ainda mais colectiva (11-13 assistências) e provocou mais do dobro das faltas (8-17).Ao invés, Portugal roubou mais bolas (10-7), cometeu menos erros (15-17 turnovers) e conseguiu mais desarmes de lançamento (4-2). Na percentagem dos duplos registou-se equilíbrio (37%-38%).Resultados:Para 5º ao 8º lugares Roménia 50-52 BulgáriaAlemanha 51-36 EslovéniaPara 1º ao 4º lugares (meias-finais)Hungria 65-50 InglaterraPortugal 53-62 República EslovacaPortugal defronta hoje, antes da final entre Hungria e República Eslovaca, às 18h45, a Inglaterra, para atribuição da medalha de bronze (3º/4º lugares). Os dois finalistas garantiram a subida à Divisão A.
Tão perto da subida
A equipa portuguesa precisava “apenas” de ganhar à Eslováquia nas meias-finais da prova que decorre na Macedónia, mas acabou por perder o decisivo jogo, por 53-62. Depois do fantástico desempenho das jovens atletas lusas na prova, foi de facto pena que acabassem por morrer na praia…
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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